Die einbände der Palatina in der Vatikanischen Bibliothek 8821001458, 9788821001451

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Die einbände der Palatina in der Vatikanischen Bibliothek
 8821001458, 9788821001451

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STUDI E TESTI ----------------—

216

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ILSE SCHUNKE

DIE EINBÄNDE DER PALATINA m

DER

VATIKANISCHEN BIBLIOTHEK Band 1 B E S C H R E IB U N G

CITTÀ D E L VATICANO BIBLIOTECA APOSTOLICA VATICANA

1962

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1 (2 1 0

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STUDI E TESTI ----------------216 -----------------

ILSE SCHUNKE

DIE EINBÄNDE DER PALATINA IN DER

VATIKANISCHEN BIBLIOTHEK Band 1 BESCHREIBUNG

C IT TÀ D E L VATICANO BIBLIOTECA APOSTOLICA VATICANA

1962

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IMPRIMATUR: E V icariatu Civit. V atic., die 28 februaiii 1962. t Fr. P et r u s C a n isiu s

van-

L i e r d e , Ep. Porphyr

Vie. Gen. Cir. Val.

Ristampa anastatica Tipo-Litografìa Dini s.n.c. - Modena 1989

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DEM A N D E N K E N KONRAD IN D A N K B A R K E IT

H AEBLERS UND TREU E GEGEBEN

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IN H A L T S V E R Z E IC H N IS

IX

V o r w o r t ......................................................... E i n l e i t u n g .........................................................................................................................

3

1 . E i n m it t e la lt e r lic h e r P r a c h t b a n d u n d d ie s p ä t g o t is c h e n E i n ­ b ä n d e d e r p a l a t i n is c h e n B i b l i o t h e k .....................................................

9

2 . D e r R o l l e n e i n b a n d ...............................................................................................

24

3 . D i e O t t h e i n r i c h b ä n d e .........................................................................................

47

4 . D i e p f ä lz is c h e E i n b a n d k u n s t u n t e r F r ie d r ic h I I I .........................

58

5 . G u illa u m e P lu n io n u n d d ie v e r g o ld e t e n E i n b ä n d e in H e id e lb e r g

74

6 . D i e A m b e r g e r B i b l i o t h e k ...............................................................................

89

7. L u d w ig V I . u n d d ie A u s b il d u n g d e r P f a l z b ü c h e r e i .....................

97

8 . D e r s ü d d e u t s c h e s p ä t f ig ü r lic h e S t i l ........................................................... 1 0 5 9 . D e r v e r g o ld e t e o r n a m e n t a le S c h m u c k in S ü d d e u t s c h l a n d . . 1 1 9 1 0 . D i e E i n b ä n d e a u s M itte l- u n d N o r d d e u t s c h l a n d .................................1 3 7 1 1 . D i e B i b l io t h e k U lr ic h F u g g e r s . I h r e E n t s t e h u n g ............................1 6 8 1 2 . D i e A u g s b u r g e r E i n b ä n d e in U lr ic h F u g g e r s B i b l io t h e k 1 3 . D i e G e n fe r E i n b ä n d e in U lr ic h F u g g e r s B i b l io t h e k

.

.

. . . .

1 4 . Ü b r i g e s A u s la n d u n d E r n e u e r u n g d e r E i n b ä n d e im V a t i k a n

190 218 236

1 5 . V e r s c h ie d e n e s M a t e r i a l ...........................................................................................2 6 0 L i t e r a t u r v e r z e i c h n i s .......................................................................................................... 2 7 7 R e g i s t e r ( s y s t e m a t is c h e Z u s a m m e n s t e l l u n g e n ) ........................................... 2 8 1

1. Spätgot. Einbände 281 2. Der Rolleneinband 285 3. Die Ottheinricheinbände 291 4. Die pfälzische Einbandkunst unter Friedrich III. 293 5. Guillaume Plunion und die vergoldeten Ein­ bände in Heidelberg 295 6. Die Amberger Bibliothek des Pfalzgrafen Ludwig 298 7. Ludwig VI. und die Ausbildung der Pfalzbücherei 300 8. Süddeutschland. Spätfigürlicher Stil 303 9. Süddeutsch­ land. Vergoldeter ornamentaler Schmuck 306 10. Mittel- und Norddeutschland 310 11. Bibliothek Fuggers. Entstehung 315 12. Bibliothek Fuggers. Augsburger Bände 318 13. Bibliothek Fuggers. Genfer Bände 321 14. Übriges Ausland und Erneuerung der Einbände im Vatikan 326 15. Verschiedenes Material 329

Verzeichnis der auf den Pfalzbüchern gebrauchten Supralibros: W appen und Bildnisse ...............................

335

Verzeichnis der A b b ild u n g e n ...................................................................... 345 Verzeichnis der T a f e l n ....................................................................................347

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Berichtigungen und Ergänzungen zu B an d I I : K a t a l o g

Berichtigungen III 162 IV 284 32 Abb. Taf. L X X V 935 V V V V V V Abb. V VI

980 1238 1709 1714 1726 14 1978 10

Taf.

CXLII

Cod. Pal. lat.

nicht >> nicht nicht nicht

Tafel LXV sondern Tafel CXV » XIV » »> XVI zu Pal. IV 804 sondern zu Pal. IV 805 zu Pal. V 936 sondern zu Pal. V 935 ted. 3214 ( = V 1266) sondern ted. 3214 bis (Marl underricht wie Pal. V 1021 : ) nicht Tafel XC1V sondern Tafel XCIII » » * LXXX »> L X X X V III » » XCIV » » XCIII » » .) C X X III » CXXVIII » * CHLVII » )> CXLVII nicht zu Pal. V 1873 sondern zu Pal. V 1653 nicht Tafel CLXX sondern Tafel CLXXI » »> CLX XIII » » CLXXV III ( Pal. VI 55 nicht zu \ Membr. IV 13 sondern R I III 245 A 1976 nicht Tafel C LX X III sondern Tafel CLXXV III

Ergänzungen I I III IV IV IV IV V V V V V V

54 Taf. X X X IV » CLXII 138 >> CLXXV III 72 >) CLXXVIII 150 »> CLXX VI 800 » CLXXVI 957 » XCV 1104 >> CLXXVI 796 » XCV 873 » CLXXVI 1075 » CLXXVI 1149 1634 » CLXXVI 1852 » CLXXVI

St. Barb. » » » » » » » » » » st. Chigi » » » » Membr. Aid

A D G M M U

I 100 Taf. CXXVI » CXXVIII VII 60 I » CIV 35 IV 12 » X X II VII 17 » XVI VIII 87 » L X IX 21 II » L IX II » CXXIV 808 1812 » XXV V II 4 » CXXI III » XIV 36

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VO EW OET

S e it d e m E n r ic o S t e v e n s o n in se in e m K a t a l o g d e r g e d r u c k t e n B ü ­ c h e r d e r P a l a t i n a a u c h d ie e r s t e n H in w e is e a u f d ie E i n b ä n d e u n d ih r e V e r z ie r u n g e n g a b u n d M o n sig n o r e S t a n i s l a u s L e G r e lle e in e S a m m l u n g von

D u r c h r e ib u n g e n

d e r h ä u fig e r v e r w e n d e t e n

E o lle n

und

P la tte n

a n g e le g t h a t t e , i s t d e r W u n s c h , n a c h e in e r z u s a m m e n f a s s e n d e n D a r ­ s t e llu n g a lle r p a l a t i n is c h e n E i n b ä n d e s t e t i g w a c h g e b lie b e n . A u f e in e A n r e g u n g A lc id e d e G a s p a r i s w u r d e im S o m m e r 1 9 3 8 e in v o r lä u f ig e r A r b e i t s p l a n a u f g e s t e l l t ; e r w a r n a c h d e m A u s b r u c h d e s K r i e g e s n ic h t a u s f ü h r b a r . D e r w is s e n s c h a ftlic h e n A u fg e s c h lo s s e n h e it u n d g r o s s z ü g ig e n In itia tiv e

d e s h o c h w ü r d ig s t e n

P rä fe k te n

d e r V a tik a n isc h e n

H errn

A b t e s A n s e lm o

M . A lb a r e d a ,

B ib l io t h e k , m u s s e s v e r d a n k t w e r d e n ,

d a s s d ie A r b e i t n u n m e h r v e r w ir k lic h t w o r d e n i s t . S ie g e s c h a h u n t e r w e se n tlic h e r w e ite r te n G e s ic h t s p u n k t e n . D e r e in b a n d g e s c h ic h tlic h e n D a r s t e ll u n g

s o llt e e in

b e s c h r e ib e n d e r

K a ta lo g

a lle r

E in b ä n d e

n ach

ih r e r A u f s t e ll u n g z u r S e it e g e s t e l lt w e r d e n ; T a f e ln u n d Z e ic h n u n g e n w u r d e n a l s w ic h t ig s t e s

A n s c h a u u n g s m a t e r i a l in d ie

V e r ö ff e n tlic h u n g

e in b e z o g e n . D e r g ü t ig e n F ö r d e r u n g d e s h o c h w ü r d ig s t e n H e r r n A b t e s h a b e ic h e s z u d a n k e n , d a s s ic h z w e i W in te r h in d u r c h in d e r V a t i k a n i ­ sch en

B i b l io t h e k u n d z w a r

in d e n

B e stän d e n

der

P a la tin a

se lb st

a r b e it e n d u r f t e u n d d a s s d ie a u f d r e i B ä n d e a n g e w a c h s e n e A r b e i t in d e r S e r ie d e r S t u d i e T e s t i v e r ö ffe n t lic h t w o r d e n is t . M it d e r A r b e i t w u r d e d e r V e r s u c h g e m a c h t , e in e in s ic h a b g e s c h l o s ­ s e n e B i b l io t h e k v o n c. 8 0 0 0 B ä n d e n in ih r e n E i n b ä n d e n z u b e s c h r e ib e n u n d in ih r e r H e r k u n f t z u b e s t im m e n . I n d e m K a t a l o g s o llt e d ie M ö g lic h k e it e r p r o b t w e r d e n , n ic h t n u r e in z e ln e a u s g e w ä h lt e S t ü c k e , s o n d e r n s c h le c h te r d in g s je d e n E i n b a n d z u e r f a s s e n u n d s e in e Z u w e is u n g z u v e r s u c h e n . D a s E r g e b n i s z e ig t e e r n e u t , w ie a u s s a g e b e r e it d o c h d ie E i n b ä n d e s in d , w ie a u fs c h lu s s r e ic h f ü r d ie G e s c h ic h te d e s B u c h e s , d e r B e s i t z e r u n d d e s Z e itg e s c h e h e n s s e l b s t , e in e w ic h tig e S t ü t z e f ü r d ie H a n d s c h r if t e n f o r s c h u n g , d ie A r c h iv k u n d e u n d d ie B u c h - u n d B i b l i o ­ t h e k s w is s e n s c h a f t . N e b e n d e r B e a c h t u n g d e r B e s i t z e r e i n t r ä g e , d e r u m s ic h t ig e n V e r w e r tu n g a l t e r K a t a l o g e i n t r ä g e

(z. B . b e i P a u l L e h ­

m a n n ) w ir d k ü n f t i g d ie s o r g f ä lt i g e B e o b a c h t u n g d e r E i n b ä n d e e in e u n e r lä s s lic h e Q u e lle z u r S ic h t b a r m a c h u n g d e r V o r g e s c h ic h te e in e s B u c h e s , se in e r B e s i t z e r , se in e r g e is t ig e n

U m w e lt se in . D ie e in b a n d -

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X

V orw ort

g e s c h ic h tlic h e

D a r s t e ll u n g

v e rsu c h t,

d ie

p a la t in is c h e n

E in b ä n d e

in

ih r e r h a n d w e r k lic h e n u n d k ü n s tle r is c h e n A u s s a g e z e itlic h z u o rd n e n , d ie e in z e ln e n M e iste r , d ie l a n d s c h a f t lic h e n S t ilm e r k m a le z u c h a r a k ­ t e r is ie r e n u n d in d e r G e s c h lo s s e n h e it d e r p a la t in is c h e n B e s t ä n d e , z w i­ s c h e n 1 5 4 3 u n d 1 6 2 2 e n t s t a n d e n , e in e n Q u e r s c h n itt d u r c h d ie d e u ts c h e u n d a u s lä n d is c h e E i n b a n d k u n s t im 1 6 . J h . z u g e w in n e n . I n d ie s e m B e m ü h e n d ie n e n d ie z a h lr e ic h e n T a f e ln u n d A b b ild u n g e n a ls w e r t ­ v o ll s t e s A n s c h a u u n g s m a t e r i a l . B e i m e in e r A r b e it h a b e ic h v o n a lle n S e it e n d ie fr e u n d lic h s te H ilf e e r fa h r e n . I c h d a n k e e s d e r t a t k t ä f t i g e n u n d u m s ic h tig e n V e r m it t lu n g d e s H e r r n D r . L u i g i M ic h e lin i T o c c i, j e t z t L e it e r d e s M ü n z k a b in e t t e s d e r V a t ik a n is c h e n B i b lio t h e k , d e r m ir d e n Z u g a n g z u d e r A r b e it e r m ö ­ g lic h t e u n d s ie d u r c h w e r tv o lle H in w e i s e ' b e r e ic h e r te . h o c h w . H e r r n D r . P a u l K ü n z le , S c r it t o r e d e r t h e k , f ü r se in e u n e r m ü d lic h e B e r e i t s c h a f t

Ich d an k e dem

V a t ik a n is c h e n

B ib lio ­

z u h e lfe n , d ie A r b e it e in ­

z u le it e n , z u fö r d e r n u n d d u r c h z u fü h r e n . W ie s e h r h a t m ic h se in f r e u n d ­ lic h e r Z u s p r u c h g e s t ü t z t ! B e i m A b s c h r e ib e n d e r K a t a l o g z e t t e l w u r d e m ir a u s d e m

K r e i s e h e m a lig e r M it a r b e it e r a n d e r S ä c h s . L a n d e s b i ­

b lio t h e k in D r e s d e n e in e s a c h k u n d ig e u n d b e r e itw illig e U n t e r s t ü t z u n g z u t e il. O h n e ih r e fr e u n d lic h e E n t l a s t u n g h ä t t e ic h d e n u m fa n g r e ic h e n K a t a l o g n ic h t in so

k u rzer

Z e it v o lle n d e n k ö n n e n . B e i m

L esen der

K o r r e k t u r h a t m ir F r ä u l e in D r . M a th ild e A p e lt , z u v e r lä s s ig u n d b e ­ w ä h r t , e in e n g r o s s e n F r e u n d s c h a f t l d ie n s t g e t a n . I h n e n a lle n s a g e ic h h ie r d u r c h m e in e n a u f r i c h t ig s t e n D a n k .

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DIE EINBÄNDE DEE PALATINA IN DEE VATIKANISCHEN BIBLIOTHEK

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EINLEITUNG Die Bibliotheken sind in ihrem Wachstum einem ständigen Wandel unterworfen. Jh r Charakter ändert sich wie ein Strom, der durch Umwelt und Zufluss immer wieder neue, andersartige Aspekte gewinnt, auf das Vielfältigste. Nur selten hat sich eine Sammlung in ihrem ursprünglichen Bestand rein bewahrt. Zwar wurde häufig versucht, den Grundstock einer Büchersammlung nach alten Katalogen zu rekonstruieren, die Bücher be­ rühmter Männer, berühmter Sammler in ihren Titeln wenigstens festzu­ halten. Aber das unmittelbare Erleben fehlt, die besondere Atmosphäre der Zeit, so lange die Bücher nicht in geschlossenen Reihen um uns stehen. E i­ nen solchen Eindruck vermittelten vor dem Kriege noch einige kleinere fürstliche Renaissancebüchereien, die in Schlössern vergessen, als getrennt aufgestellte Sammlungen grösseren Bibliotheken angegliedert worden sind: die Rudolfinischen Bücher in Liegnitz, die Preussische Schlossbücherei in Königsberg, die Dessauer Georgbibliothek. Aber keine von ihnen (so weit sie noch erhalten sind) vermittelt diesen umfassenden Eindruck, keine spie­ gelt den Charakter einer Bibliothek aus der Renaissance, diesem klas­ sischen Zeitalter der grossen individuellen Bibliotheksgründungen, so treff­ lich, so geschlossen, so vollständig wieder wie die Palatinische Sammlung im Vatikan, die Bibliothek der ehemaligen Kurfürsten von der Pfalz in Hei­ delberg. Das Aussergewöhnliche und Eigenartige an der Palatinischen Biblio­ thek liegt in der Unversehrtheit ihrer Bücher. Wie sie im Schloss und in der Kirche zum Heiligen Geist standen, sind sie 1623 nach Rom überführt wor­ den. Nur wenige Bruchteile blieben zurück. Von den Drucken scheint der päpstliche Bibliothekar Allatius absichtlich diejenigen Exemplare zurück­ gelassen zu haben, von denen er annehmen mochte, dass sie in Rom bereits vorhanden gewesen sind. Die Handschriften wurden insgesamt übernom­ men. Manche Bücher auch dürften schon in den vorherigen Kriegswirren aus der Bibliothek verlorengegangen sein. Aber diese verhältnismässig ge­ ringen Abgänge ändern nichts an dem Charakter des Gesamtbestandes, der schon unter Papst Urban V ili. Barberini in einem eigenen Saal auf­ gestellt und nur wenig benutzt, in seiner ursprünglichen Frische erhalten blieb, von keinen weiteren fremden Zugängen untermischt. Prunkbände, Reihen von Bibliothekseinbänden und zahlreiche, noch ungebundene B ü­ cher sind bunt nebeneinandergestellt. Auffallend häufig sind die Doppel­ stücke, die aus den verschiedenen pfalzgräflichen Bibliotheken in die Pala-

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4

Einleitung

tina gekommen sind. Die Belegexemplare von Drucken, die der Hof sub­ ventioniert hatte, sind in vielen Exemplaren, mitunter gebündelt, noch wie sie vom Drucker gekommen sind, erhalten geblieben. Jenes Ordnen und Ausscheiden, durch das die europäischen Bibliotheken ein so übereinstimmen­ des, auf das wissenschaftlich oder buchgeschichtlich Wesentliche gerichtetes Aussehen gewonnen haben, hat in der Palatina noch nicht oder nur in den ersten Ansätzen begonnen. Bücher für den häuslichen Gebrauch, Kochbücher, gesundheitliche Rezepte, zahlreiche Gebetbücher stehen neben dem Appa­ rat der schweren wissenschaftlichen Literatur. Der Umbruch der Zeit tritt in der Fülle der theologischen Literatur deutlich hervor; Protestanten und Kalvinisten, so schwer verfeindet, fanden sich in der Bibliothek zu einer Union vereint, die im politischen Leben ein nicht zu erreichendes Wunsch­ bild blieb. Deutlich treten in diesem noch ungeordneten Nebeneinander der literarischen Erscheinungen die einzelnen Schichten hervor, aus denen sich die Bibliothek in der Zeit ihres kurzen Bestandes zusammengesetzt hat. Die palatinische Bibliothek hat sich innerhalb von 79 Jahren, von 15431622, gebildet. Ihre Gründung geht auf die Kammerbibliothek des Pfalz­ grafen Ottheinrich 1543 zurück, die er zuerst in Neuburg anlegte, im Exil in Weinheim erweiterte und während seiner kurfürstlichen Regierung be­ wusst im Sinne einer öffentlichen, der Universität und dem Lande dienen­ den Bibliothek ausgebaut hat. Sie wurde mit den Buchbeständen der alten Stiftsbibliothek zum Heiligen Geist und mit den älteren Büchern, meist Handschriften aus dem Schloss, die vornehmlich unter Pfalzgraf Philipp gesammelt waren, vereinigt und mit diesen gemeinsam in der Kirche zum Heiligen Geist aufgestellt. Daneben erhielt sich zwar nach wie vor im Schloss eine kleine Bücherei für den fürstlichen Gebrauch, die auf der Innenseite des Deckels durch einen Eintrag pr. pr. gekennzeichnet ist. Auch das Sapienzkolleg und die Artistenfakultät bewahrten sich einen fe­ sten, dem Studium unmittelbar dienenden Buchbestand, zu dem wir wahr­ scheinlich die W$ gekennzeichneten Bücher in der Palatina zu rechnen haben. Auch von diesen Büchern sind viele beim Abtransport der Palatina nach Rom mitgenommen worden. Aber ihre kleinen Buchbestände treten ne­ ben der Bedeutung der sogenannten Landbibliothek und ihrer grosszügig eingeleiteten Gründung durch Ottheinrich ganz zurück. Um ihren Aufbau zu fördern, hatte er genaue Bestimmungen für ihre Benutzung, Instandset­ zung und Vermehrung erlassen und ihren Fortbestand durch eine testamen­ tarische Verfügung sichergestellt. Von der Fürsorge der nachfolgenden Fürsten getragen, entwickelte sie sich rasch zu einer der bedeutendsten Bibliotheken im deutschen Reich; ihre wertvollen Handschriften, der reiche philologische und literarische Buchbestand sicherte ihr den ehrenvollen Ruhm Optimus Germaniae literatae thesaurus zu sein. Während der Zu­ wachs der Bücher seit der Universitätsreform 1590 und der Anstellung be­ amteter Bibliothekare einen gleichmässigen, vorwiegend der Wissenschaft dienenden Fortgang nahm, — eine Versachlichung, die sich auch im Buch­ einband spürbar macht, — waren die Schichten, die sich über dem Grund­

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Einleitung

5

stock der Ottheinrich-Bibliothek im 6. bis 8. Jabrzebnt lagerten, vielfäl­ tig wechselnder Art, sowohl in ihrer Herkunft wie in ihrer geistigen Ten­ denz. Der Widerstreit der Meinungen, der in den Bucheingängen jener Zei­ ten lag, erfüllt die Palatina noch heute mit ihrem erregenden Gehalt. Die Persönlichkeit des Sammlers wirkte sich bestimmend bei der Wahl der B ü ­ cher wie bei ihrer Ausstattung aus; zahlreiche Buchbestände kamen von auswärts hinzu. Der häufige Wechsel in den Fürstenhäusern brachte m it den neuen Linien Bücher aus Neuburg, aus Simmern, aus Kaiserslautern in die Bibliothek. Eine der wichtigsten Vermehrungen erhielt sie durch die Amberger Bücherei, die sich Ludwig VI. als Statthalter in Oberfranken an­ gelegt hatte. Die fürstlichen Frauen brachten die Bücher von auswärtigen, deutschen und fremdländischen Höfen nach Heidelberg. Rührige Buch­ führer aus Baden, Tübingen und vor allem Frankfurt belieferten die Stadt. Manches Buch ging dem Pfalzgrafen als Dedikation von dem Autor, demDrukker, den verwandten Fürstenhäusern zu. Von den Professoren, die von aus­ wärts kamen, wurden Bücher übernommen, ja ganze Sammlungen angekauft. Eine wahrhaft königliche Schenkung wurde der Palatina durch die Biblio­ thek Ulrich Fuggers, der 1567 ein Refugium in Heidelberg fand, mit ihren an Handschriften und Reformationsschrifttum berühmten Beständen zuteil. Zugang und Herkunft der Bücher lassen sich aus den Besitzereinträ­ gen, alten Inventarnummern und Einbänden erkennen. Die Einbände vor allem geben von dem Wachstum einer Bibliothek ein vortreffliches Wider­ spiel, nirgends deutlicher als in der Palatina mit ihrem zeitlich engbegrenz­ ten und einheitlich erhaltenen Bestand, niemals unmittelbarer als in den Zeiten der Renaissance, dieser klassischen Periode der Einbandkunst. Der erwachende Individualismus prägte allen Dingen der Umwelt den Stempel der eigenen Persönlichkeit auf; nicht zum wenigsten aber dem Buch, die­ sem aktuell gewordenen geistigen Faktor der Zeit. Bisher waren die Bücher als sakrale Gegenstände betrachtet worden oder als ein korporativer B e­ sitz, den Klöstern, Universitäten und städtischen Schulen zur Pflege anheim­ gegeben. Seit der Erfindung des Buchdruckes war das Buch in die Hände von jedem gelegt, der nur eben zu lesen verstand. Jeder für sich musste Stellung nehmen in den erregenden Fragen der Zeit; dadurch steigerte sich die persönliche Anteilnahme am Buch, aber auch die Wertschätzung des­ selben. E s wurde zu einem Teil des Besitzers selbst. Diese persönliche Verbundenheit wirkte auf den Einbandschmuck zu­ rück. Die Einstellung, die der einzelne oder seine Zeit gegenüber dem Buch besass, zeigte sich in der äusseren Umkleidung, die man ihm gab. Vom gedruckten Buch konnten zahlreiche gleiche Exemplare in den Händen vieler sein; der Einband trägt sein Gesicht für sich allein. Aus der litera­ rischen Unpersönlichkeit des Buches war er in die Wärme und individuelle Nähe des Menschen gerückt. Daher sind die Einbände des 16. Jahrhunderts vom biographischen wie vor allem bibliotheksgeschichtlichen Standpunkt so aufschlussreich. Über die praktischen Forderungen des Buchschutzes und die ästhetischen einer Buchverzierung hinaus weiten sie sich zu einer allgemein menschlichen und geistigen Dokumentation.

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6

Einleitung

Der heisse Atem des Persönlichen, der die Bücher in der Renaissance erfüllt, bestimmte auch ihr Geschick. Zu keiner anderen Zeit hat man so bewusst gegen Menschen wie Bücher Krieg geführt. In den Büchern suchte man den Gegner in effigie zu treffen. Wie viele Bibliotheken, die im dreißig­ jährigen Krieg nach Schweden gekommen sind! Wolfenbüttel und Gotha haben ihre Bestände zum grossen Teil auf Kriegsbeute aufgebaut. Die Überführung der Palatina nach Rom erfolgte nach einer Übereinkunft der Sieger 1622 als Ausgleich für die Subsidien, die die Kurie zur Führung des Krieges gezahlt hatte. Aber es kann kein Zweifel daran sein, dass man bei diesem Vorgang zugleich bemüht war, die geistigen Kräfte des Gegners unschädlich zu machen. Das Schicksal, das die Bibliothek traf, ist für ihre Erhaltung zum Guten geworden. In der Geborgenheit der Vatikana, von einer Benutzung zum mindesten zunächst, — der vielen theologischen Literatur wegen, — zurück­ gehalten, sind die Bestände der Palatina die vielen Jahrhunderte hindurch unversehrt geblieben. Während die Handschriften von Anfang an das beson­ dere Interesse und eine Fürsorge in der Bibliothek gewannen, die sich in vortrefflichen handschriftlichen und gedruckten Katalogen ausgewirkt hat, sind die Druckschriften erst am Ende des letzten Jahrhunderts stärker in den Blickpunkt des Interesses getreten. Enrico Stevenson gab die vier Bände Inventario dei libri stampati Palatino Vaticani. Rom 1886-91 heraus. Gio­ vanni Mazzini ergänzte die lateinische Literatur in seinem Libri stampati Palatini Vaticani latini. Città del Vaticano 1953. Die seltene Gelegenheit, eine so umfangreiche Renaissancebibliothek in geschlossener Einheitlichkeit vor sich zu sehen, hat die wissenschaftli­ che Forschung von jeher angezogen. Über das reformationsgeschichtliche Schrifttum der Palatina wie über die Kataloge der Fuggerbibliothek wur­ den die grundlegenden Bücher von Karl Schottenloher und Paul Lehmann veröffentlicht. Der griechischen und französischen Literatur wurden beson­ dere Studien gewidmet, die chinesischen Bücher im Zusammenhang mit anderen katalogisiert. Ein umfangreiches Werk über die Musikliteratur, das auch die Bruchstücke von Koten auf den mit Pergamenthandschriften überzogenen Einbänden berücksichtigt, ist von E . M. Bannister, Monu­ menti Vaticani di Paleografia Musicale Latina. Leipzig 1913 veröffentlicht worden. Auch die Einbandwissenschaft hat sich der lohnenden Aufgabe, über die palatinischen Einbände zu schreiben, schon früh unterzogen. Glauning und Sillib planten ein grösseres Abbildungswerk; Josef Montebaur hat den Ottheinrichbänden in Rom in dem ersten Jahrbuche der Einbandkunde Leipzig einen umfassenden Beitrag gewidmet. Monsignore Stanislaus Le Grelle legte nach Stevensons vorbereitenden Angaben eine Sammlung von Durchreibungen der wichtigsten Rollen und Platten, die auf den palatinischen Einbänden ge­ braucht worden sind, an. Auf diese vielfältigen Vorarbeiten gestützt, konnte der nachfolgende Katalog aufgebaut werden. Die Einbände der Palatina sind charakteristisch, aber nicht eigentlich kostbar und schön. Von den Ottheinrichbänden abgesehen sucht man ver­ geblich nach einem gleichmässig prunkvoll entwickelten Stil, wie ihn die

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Einleitung

i

Höfe in Dresden, München, selbst in Wolfenbüttel zu bieten hatten. N a­ türlich gibt es unter den von auswärts hinzugekommenen Einbänden eine Eülle der besten Meisterwerke, deren Veröffentlichung vom künstlerischen Standpunkt vollauf gerechtfertigt und sehr zu begrüssen ist. Aber die künst­ lerische Ausbeute am pfälzischen Hof war begrenzt, sehr stark von der Persönlichkeit der einzelnen Pfalzgrafen bestimmt und mit diesen einem häufigen Wechsel unterworfen oder von der Initiative der akademischen Buchführer oder Bibliothekare geleitet und dadurch einem vereinfachten Gebrauchs-oder Bibliothekseinbande zugeführt. Aber gerade in dieser anspruchsloseren Haltung tritt es eindringlich hervor, wie beredt selbst der schlichteste Einband werden kann schon in der Bindeweise und noch mehr im Schmuck, dieser Spiegelung der geistigen Umwelt, aus der er kam. Denn bei diesem K atalog musste zu jedem Einbande Stellung genommen werden; jeder wollte erkannt und wenn möglich einem bestimmten Meister zuge­ schrieben sein. Bloss bei den wenig oder überhaupt nicht verzierten Ein­ bänden wurde nur auf eine Stadt als Herkunft verwiesen. In dieser Not­ wendigkeit, nicht nur die schönen oder sicher bestimmbaren Einbände zu katalogisieren, sondern einfach jeden, möchte ich die praktische Bedeu­ tung dieses Kataloges sehen. E r möchte den kleineren und mittleren Biblio­ theken, vor allem aber den Archiven, die in der Kegel weniger über präch­ tige als alltägliche Einbände verfügen, ein Vergleichsmaterial bieten, das ihnen zur Beurteilung der eigenen Bestände hilft. Darüber hinaus aber bieten die palatinischen Einbände in ihrer Allgemeingültigkeit ein vortreffliches Beispiel für die buchbinderische Ausgestaltung einer deutschen Kenaissancebibliothek. Sie zeigt in der bodenständig verwurzelten und charakteristisch entwickelten pfälzischen Kunst ebenso wie in den vielen eingesprengten fremden Stücken, wie reich das künstlerische Leben im 16. Jahrhundert auf dem Gebiete des Einbandschmuckes gewesen ist, wie eng verbunden mit der menschlichen Persönlichkeit, mit dem Geiste der Zeit. In diesem starken persönlichen Anteil von seiten der Sammler, dem steten Hineinspielen des erregenden Zeitgeschehens haben die Einbände der Palatina ihren wesenhaftesten Ausdruck gefunden. Ihre künstlerische Aussage ging aus der Welt, die sie umgab, unmittelbar hervor.

2

( 216 )

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1. K a p it e l

Ein mittelalterlicher Prachteinband und die spätgotischen Einbände der palatinischen Bibliothek Sowohl die griechischen wie die lateinischen Handschriften der Pala­ tina sind, nachdem sie 1623 nach Rom überführt waren, mit wenigen Aus­ nahmen umgebunden worden. Wahrscheinlich suchte man sich den Trans­ port zu erleichtern, dadurch dass man die schweren Holzdeckel, die die mittelalterlichen Bücher in der Regel schützen, abgelöst hat. Sie mochten in vielen Fällen bereits schadhaft gewesen sein. Schon Ottheinrich musste die Handschriften, die er aus den säkularisierten Klöstern übernahm, zum grossen Teil umbinden lassen. Es geschah nicht, um ihre Provenienz zu ver­ bergen; denn die gut erhaltenen Stücke sind durchaus im alten Einband belassen worden. Auch für die Vatikana kam dieser Gesichtspunkt nicht in Betracht; die palatinischen Einbände sind schon durch die Signatur in ihrer Provenienz .eindeutig kenntlich gemacht. Eher schon könnte eine ge­ wisse Besitzerfreude, die zur Ausbildung des Superexlibrisbandes in der Barockzeit geführt hat, den Anlass zum Umbinden so vieler alter, wertlos erscheinender Einbände gegeben haben. Die umgebundenen römischen P a­ latinahandschriften sind in der Regel mit der Wappenplatte oder dem Wappenstempel der Päpste geschmückt. Kur ein einziger mittelalterlicher Prachteinband aus der Palatina ist in seinen wesentlichen Bestandteilen erhalten geblieben. E r ist von dem be­ sten Kenner auf diesem Gebiete, W. F. Volbach, in seinem Aufsatz La Legatura del Codice Pal. Lat. 502 nella Vaticana in der Zeitschrift L a Bibliofilia 39, 1937 S. 433 ff. eingehend beschrieben worden. Die nachfolgende kurze Zusammenfassung schliesst sich seinen Darlegungen an. Der Ein­ band dient einem Lectionarium missae, das 1383 geschrieben worden ist. Der schwere Holzdeckel mit Schliessen und Beschlägen ist wie der blind­ gedruckte Lederbezug wahrscheinlich in Ravensberg b. Heidelberg, woher die Handschrift kam, erneuert worden. Die Zeit, in der dies geschah, dürf­ te erst in die 2. Hälfte des 15. Jh . zu versetzen sein. Der Rückdeckel zeigt ein blindgedrucktes Rautenmuster mit nur einem Stempel in den ein­ zelnen Feldern und dichten Streustempeln in der Umrahmung, darunter ein auffallend breites Schriftband jhesus. Auf dem Vorderdeckel sind nur wenige Stempel zwischen die aufmontierten Preziosen verteilt. Der Rücken ist in Rom unter Papst Pius IX . und Lambruschini als Kardinal mit ihren Wappenstempeln zwischen 1846 und 53 ergänzt worden. Auf dem Vorder­ deckel wurden Teile eines früheren, etwa 1200 entstandenen Prachtein­ bandes aufmontiert. Die Mitte schmückt ein spitzovales Elfenbeinrelief mit

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Tat. c l x x iv

10

Tat.

Spätgotische Einbände

Christus in der Mandorla, begleitet von mehreren Schmelzplatten: die Evan­ gelistensymbole in Vierecken, zwei Paradiesflüsse im Bund und zwei ab­ schliessende schmalrechteckige Schmelze mit Blattornament. Vollbach ver­ mutet in dem Christus eine kölnische Arbeit; auch die Verbindung von E l­ fenbein und Kupferschmelzen sei typisch für Köln; beide stehen im Stil dem Meister des Heribertschreines nah. Die Ausbeute an spätgotischen Einbänden in der Palatina ist nicht gross. Ebenso wie die Handschriften sind die Inkunabeln in Eom bis auf wenige umgebunden worden. Keiner der grossen Heidelberger Meister aus der goti­ schen Blütezeit, der Zeit der blindgedruckten Einzelstempelbände in der zweiten Hälfte des 16. Jahrhunderts, ist in der Palatina noch mit seinen Arbeiten nachweisbar, nicht Paulus B . und nicht Alberthus Schwab, beide urkundlich als Buchbinder in Heidelberg bezeugt und in ihren Arbeiten des öfteren beschrieben, auch Johann Karstadt nicht, der sich durch ein Schriftband mit vollem Kamen als Buchbinder an der Universität ausge­ wiesen hat. Kur von den Kachfolgern des Schwab und Paulus B . sind ei­ nige schlichte Halblederbände in der Palatina erhalten geblieben. Die Aussage der führenden gotischen Meister in Heidelberg war auf­ fallend sparsam umgrenzt. Von dem gerauteten Aufbauschema der klö­ sterlichen Einbände bewusst Abstand nehmend, strebten sie einer klaren vereinfachten Gliederung von senk- und waagrechten Schmuckstreifen zu, dem Bechteckformat des Buches in seiner natürlichen Gegebenheit folgend. Die Umrahmung, eingerückt und stark prononciert, beherrscht den Entwurf; die Stempelgruppen der Mitte sind sparsam verteilt oder passen sich in einem schmalen mittleren Gehänge gefällig dem Längsformat des Buches an. Kur ein kleiner stilistischer Zug dieser gotischen Buchbinder scheint auf die Heidelberger Meister des 16. Jahrhunderts übergegangen zu sein: der Brauch, die Stellen, an denen die Bünde auf die Deckel übergrei­ fen, durch den Aufdruck eines kleinen blinden Stempels zu verdecken. Zwei Meister haben im beginnenden 16. Jh . vor allem die Einbände für die Heidelberger Universität gebunden. Der eine, durch einen Katharinen­ stempel im Bhombus gekennzeichnet (Kyriss 152), dürfte ein geistlicher Buchbinder wahrscheinlich aus Speyer gewesen sein. Einer der vielen K auf­ einträge aus seinen Büchern gibt Speyer als Erwerbungsort an. Den in der Abbildung wiedergegebenen prunkvollen Einband IV 154 hat er für die Heidelberger Augustinerherren gearbeitet « Liber Conventus Haidelber­ gens. Ordinis fratrum heremitarum S. Augustini. » Kur zwei seiner Bände sind ganz mit Leder bedeckt. Sie zeigen die vereinfachte Ausführung des klösterlichen Schemas: zwei sich kreuzende Diagonalen mit Streustempeln in den abgeteilten Feldern. Die Schnittpunkte werden mit einem Blüten­ stempel überdruckt, ein Zug, der uns in der Pfalz und im Keckartal noch öfter begegnen wird. Die Halblederbände des Katharinenmeisters sind mit einer senkrechten Beihe ein und desselben grösseren Stempels (Pelikan, Adler oder B latt­ stempel im Bhombus) bedruckt, stets aber von einer kleinen Leerkreisblüte begleitet, die auch die Bundstellen schmückt, ein auflockerndes Prinzip.

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Spätgotische Einbände

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Bei den zahlreichen Kaufeinträgen ist nur einmal das Jahr, 1511, ange­ geben. Der Preis für die Halblederbände schwankt zwischen 4 albos und 3 batzen. Eines der Bücher kaufte Fugger während seines Heidelberger Aufent­ haltes; ein anderes mit den Oden des Conrad Celtis wurde von Andreas Stoltz 1549 « Edelberge, dum ageret Ludi moderatorem Michelstadiensem» er­ worben. Den Halblederbänden des Katharinenmeisters nah verwandt sind der Halblederband IY 768 eines unbekannten Schwaben (Kyriss 130), nur mit einem Streifen von Eosettenstempeln und kleinen auflockemden Sternstem­ peln geschmückt, und der Halblederband des Alberthus Schwab- Nachfol­ gers IV 1317, der in einem straff von Linien umzogenen senkrechten Ge­ viert die harten Konturen eines rhombischen Adlerstempels aneinanderreiht, ein sauberer unpersönlicher Entwurf, gut geeignet, um öfter auf Gebrauchs­ einbänden wiederholt zu werden. Und in der Tat findet sich auch ein Ein­ band mit genau übereinstimmendem Schmuck unter den Inkunabeln in Berlin (Inc. 4712). Der Palatinaband trägt den Eintrag eines Magisters Jo an ­ nes Virdung de hasfurt 1530, und diesem Namen begegnen wir noch öfter unter den W$ bezeichneten Einbänden in Eom, so als Eintrag in einem Schweinslederband IV 1307 ohne jeden Schmuck, abgegriffen und achtlos gebunden, mit wenig markanten Bünden versehen und ersichtlich von einem geringeren Handwerker gebunden, und in einer Eeihe von Einbänden, die von dem zweiten bedeutenderen Heidelberger Buchbinder des beginnenden 16. Jh ., dem Meister mit Blumenstockstempel (Kyriss 142), gebunden wor­ den ist. Arbeiten und Abnehmer kennzeichnen den Blumenstockmeister als weltlichen Buchführer an der Universität. E s ist gut möglich, dass er mit einem der beiden 1525 neu vereidigten Universitätsbuchbindem Erhard Itodt oder Hans Lamparter identisch ist. Charakteristisch für seine Ein­ bände ist eine sehr breite Akanthusrolle; sie gibt fast auf allen seinen Ein­ bänden die Umrahmung ab. Auch von ihm lassen sich mehr Halb- als Ganzlederbände nachweisen. Von diesen gibt der abgebildete Band I I I 32, nur geringfügig abgewandelt auf dem Einband I II 24, eine gute Vorstel­ lung. Das Buch wurde 1515 gebunden, 15 alb wurden für den Druck, Compactori aber pro ligatura et planatione VTII alb gezahlt. Neu bei dem Blu­ menstockmeister und vom Oberrhein (Basel, Strassburg Hagenau) ange­ regt, ist die Verwendung von Eauschel, einem silberversetzten Gold; und zwar nicht nur im Titel, sondern auch in den kleinen, auf die Schnittpunkte gesetzten Blütenstempeln. In dieser Neigung, die Schnittpunkte zu Über­ drucken und die Bundstellen mit grossen Stempeln z. B . dem Blumenstock­ stempel zu markieren, folgt er dem charakteristischen Heidelberger Brauch. Im übrigen treten seine Entwürfe mit schönem dekorativen Titelaufdruck, eingerückter Umrahmung und dichtgedrängtem Mittelfeld mit einer we­ sentlich eigenen Note nicht hervor. Neben dem Akanthusgerank kamen mit vorschreitender Zeit die ersten Eollen mit reinen Eenaissancemustern in Gebrauch: Ornamentleisten und langgestreckte Vasenmotive. Sie erga­ ben, eng an die gotischen Banken gedruckt, ein gedrängtes überlastetes

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Tai. ii

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Spätgotische Einbände

Bild, z. B. auf den vier für Virdung bestimmten Einbänden. In den 30er Ja h ­ ren klärte sich der Entwurf; dem noch immer dicken blindgedruckten Bol­ lenrahmen wird der mittlere Schmuck, ein schmalrechteckiges Rauten­ gerank oder nur ein Eollenstreifen, der mit Bauschei oder Gold gedruckt ist, als farbiger Gegensatz gegenübergestellt. Auf einem dieser Einbände V 347 ist eine Ornamentleiste mit figürlichem Schmuck verwendet worden: ein Wildweiblein, das auf einer Kanne steht und einen Korb nach oben stemmt, ein beliebtes oberrheinisches Motiv. Kur einmal auf den palatinischen Bänden benutzt, ist sie gleichwohl auf Heidelberger Einbänden in anderen Bibliotheken noch öfter zu finden. Ein Erlanger Band Phi. VII 278 z. B. zeigt sie zusammen mit dem typischen Stempelmaterial des Blumen­ stockmeisters auf grün gefärbtem Schweinsleder in guter Vergoldung auf­ gedruckt. Ein ausführlicher Eintrag « Ego Valentinus Gottfridius Sulzfeldius Emi hüc Lucian Heydelberge 35 alb Anno 1528 » bestätigt die Herkunft des Bandes. Ein anderes Buch mit der Wildweibleinrolle (jetzt in Colmar 4040. Justinian, Institutiones. Mainz 1529) hat gleichfalls einen festlicher gestalteten Schmuck. Eine Delphinleiste und eine Flechtwerkrolle neuzeit­ licherer Art vervollständigen das bisherige Stempelmaterial. Vergoldete Quit­ tenstempel an den Ecken, ein kleiner springender Hirsch auf den Eückenfeldern beleben den Entwurf, der als liebenswürdigstes Beispiel für den früAbb. i hen Bolleneinband in Heidelberg gelten kann. E s überrascht, festzustellen, dass unter den (erhaltenen) Einbänden der Palatina aus dem ersten Viertel des 16. Jh . nur 34 Bände von Heidel­ berger Meistern, die übrigen 58 aber von auswärtigen Buchbindern gear­ beitet worden sind. Dieser auswärtige Bezug erfolgte, besonders wenn es sich um Bücher aus der ehemaligen Universität handelt, durch die Profes­ soren, die von auswärts berufen sich fremde Bücher mitgebracht hatten, oder durch die rührigen Buchführer der grösseren Buchhandelsstädte in Süddeutschland. In die Schlossbibliothek kamen die fremden Einbände aus dem Besitz der zahlreichen Pfalzgrafen, die in den verschiedenen pfäl­ zischen Landesteilen und in Süddeutschland als weltliche oder geistliche Herren sassen. Viele auch kamen durch die Kloster-Säkularisation in die Bibliothek, zumeist Einbände nachbarlicher Art. Einen solchen repräsenTat. vi tiert der schöne abgebildete Einband IV 1308 aus Frankenthal « Iste über ptinet möster. beate Marie Magdalene in maiori franckendall». Er zeigt einen charakteristischen « klösterüchen» Einbandentwurf mit dem gerauteten Gitter, bei dem nur die kleinen Sternstempel auf den Schnittpunkten einen besonderen pfälzischen Einschlag zu erkennen geben. Auch die elegante Form der Schliesse ist kennzeichnend für die pfälzische Einbandkunst. Das Tai. h i benachbarte Speyer ist mit dem schönen abgebildeten Einband IV 156 vertreten, der wahrscheinlich durch Pfalzgraf Ottheinrich in die Palatina kam. Das Buch war als Geschenk der Karmeliter aus Speyer 1516 an das Kloster in Weinheim abgegeben worden und wurde wahrscheinüch von Ott­ heinrich, der in den ersten 50er Jahren in Weinheim lebte, erworben. Unter den Stempeln fällt ein Zweigstempel mit der Blüte auf, in dieser besonderen Fassung, wie es scheint, ein Kennzeichen für die Einbände des linksrhei-

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Spätgotische Einbände

1.

Heildelberg

Blumenstock-Meister

13

Colmar StB 4040

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Spätgotische Einhände

nischen Gebietes. Um dieser Stempelform willen dürfte auch der Einband mit dem indifferenten Rautengerank IV 1319 als linksrheinisch anzu­ sprechen sein. Der Name eines Speyerer Bürgers ist in einem klösterlichen Abt. 2 Halblederband IV 1322 eingeschrieben, der wegen des Stempels G mit ei­ nem Kreuz vielleicht auf das nahe Kloster Germersheim verweist. Der Halblederband, mit einem Streumuster dicht gedrängter gotischer Stempel bedeckt, lässt von dem besonderen Stil des Meisters weniger erkennen als ein Ganzlederband mit dem gleichen Stempelmaterial, der gleichfalls in die Palatina IV 804 gekommen ist, oder der Inkunabeleinband aus Berlin Inc. 40a, der ein volkstümliches Arzeneibuch des Ortolf von Bayerland Augs­ burg 1476 umschliesst. Zwischen mittleren Rollenstreifen und Rankenum­ rahmung ist bei beiden ein breiter mit Einzelstempeln bedeckter Leerraum gefällig eingeschoben, die Rücken sind mit zierlichen Stempelgruppen beT»f. v deckt. Die sechsbändige Augustinus-Ausgabe I I 483 kam gleichfalls durch Vermittlung der Speyerer Karmeliter, von denen Ottheinrich verschiedene Handschriften und Drucke erwarb, nach Heidelberg; aber sie dürfte nicht in Speyer gebunden worden sein. Der fast quadratische Stempel, der die Hei­ lige Katharina unter einem gotischen Baldachin zeigt, ist von einem köl­ nischen Stecher geschnitten; die polligen Blätter und Blattarabesken deuten auf den Mittelrhein, vornehmlich Koblenz hin. Es ist möglich, dass die B ü­ cher in der Kartause Beatenberg bei Koblenz gebunden worden sind. Selbst der Umstand, dass die Schwenke-Sammlung einen Einband mit dem Katharinenstempel dieser Werkstatt aus St. Barbara in Köln namhaft macht, könnte für diese Vermutung nur bestätigend sein; die Kartause St. Barbara stand mit Beatenberg in engem klösterlichen Verband (nach freundlicher Mitteilung von Dr. Boese-Berlin). Tat. vii Höchst eigenartig zeigt sich der abgebildete Mainzer Klostereinband IV 124, asymmetrisch in der Anordnung der Stempelgruppen, Spruchbän­ der und Klosterwappen, mit Einzelstempeln kühn überdruckt. Vorderund Rückdeckel sind abweichend verziert. Aus der gleichen Werkstatt stammt ein Einband aus dem Augustiner Konvent in Mainz (Mainz Stadt­ bibliothek), und auch dieser kleine Band besitzt einen ausgesprochen in­ dividuellen, an symbolhaften Hinweisen reichen Stil. Zwischen den dicken Rosetten, die das Rautengerank umrahmen, sind drei Querschilder aufmer­ kend eingeschoben. Sie zeigen einen dahinflüchtenden Hasen — das Zeichen der Ewigkeit — und eine deutsche Beschriftungstafel o ewig lib. Tai. iv Nur zögernd wagte ich zunächst den Einband I I 583 mit dem innen eingemalten pfälzischen Wappen einer linksrheinischen Werkstatt zuzu­ schreiben. Jedenfalls entspricht die klare Abgrenzung des sparsam verzier­ ten Vorderdeckels mit den senkrechten Stempelstreifen in der Mitte, die in so starkem Gegensatz zu dem fast barocken Ausbruch des überreich mit Kopfstempeln verzierten hinteren Deckels steht, den Stileigentümlichkei­ ten in den linksrheinischen Gebieten, z. B. in Trier. Auch die Art, Rosette und schmalrechteckige Rankenstempel zu einer unregelmässig auseinan­ derfahrenden Bordüre zu verbinden, findet sich auf den linksrheinischen Einbänden öfter vor. Bestätigend wirkte eine freundliche Mitteilung von

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Spätgotische Einbände

2.

Germersheim

Meister mit dem Klosterwappen

15

Pal. IV 1322

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16

Abi). 3

Spätgotische Einbände

Dr. Kyriss, dass er Einbände mit gleichen Stempeln zwischen Heidelberg und Mainz gefunden habe. Nun spricht viel dafür, dass dieses mit einge­ maltem pfalzgräflichen Wappen so sichtlich ausgezeichnete Buch, die Ord­ nung der Gesuntheit 1475, in einer der pfalzgräflichen Residenzen und zwar linksrheinisch, in Alzey, der Lieblingsresidenz Friedrich II. gebunden worden ist. Und in der Tat sind aus dieser Stadt noch weitere palatinische Einbände gekommen, Halblederbände nur und in anderen, aber ebenso interessanten Werkstätten entstanden. Der eine IV 55, mit dem hand­ schriftlichen Kaufeintrag Emi Alegeye 1506 2 albis fällt durch seine eigenar­ tige Bogenlinienkonstruktion und den geflederten Blattstempel, der dem des pfalzgräflichen Bandes sehr ähnlich ist, auf. Der andere IV 405, mit den vorgenannten Bänden durch sehr ähnliche Stempel und die gleiche Form der Schliessen verbunden, ist durch einen runden siegelartigen Stempel mit der Besitzerumschrift hans dellmair (Kyriss Gutenberg-Jb. 1957 S. 310) ausgezeichnet. Das Wormser Rituale IV 1333 dürfte in Worms selbst gebunden worden sein. Der Einband zeigt den charakteristischen linksrheinischen Blüten­ stempel und ist in gefälligen Formen aufgebaut; die umrahmende Bordüre wird durch einen breiten Leerstreifen vom Rand in Abstand gehalten; das Rautengerank ist mit einem Streumuster geflederter Blütenstempel auf­ gelichtet. Dieser stark gefiederte Blütenstempel findet sich in vergrössertem Maßstab auch auf einem Halblederband IV 774, der wahrscheinlich in Hage­ nau entstand, und zwar wegen der ganz ungewöhnlichen Behandlung des Rückens, auf dem zwei erhabene neben fünf nur markierten Bünden stehen. Jedes Rückenfeld ist mit der grossen geflederten Blüte bedruckt. In solchen technischen Experimenten gefielen sich die Buchdruckerstädte am Ober­ rhein; wir begegnen hier öfter Bindeweisen italienischer oder französischer Art, eine Auswirkung wie es scheint der engen buchhändlerischen Bezie­ hungen zu Venedig und Lyon. Der s-förmige Rankenstempel von dem Rück­ deckel des Bandes kehrt sehr ähnlich auf dem palatinischen Einband V 1756 wieder, dessen Schmuck freilich fast ganz abgegriffen ist. Wahrscheinlich dürfte auch er aus der gleichen Stadt, aus Hagenau gekommen sein. Das Büchlein umschliesst einen Hagenauer Druck, einen der viel verbreiteten Bibelkommentare. Die buchbinderische Umwelt auf rechtsrheinischem Gebiet hat in der Palatina ein vielfältiges Echo gefunden. Zwei Einbände, II 565 und IV 1135, stammen von dem Nachfolger des Johannes Zoll in Tübingen, Kyriss 123, typische Buchführereinbände mit der Jagdrolle als Rahmen, Stempel und Rautengerank in der Mitte. Einige Einbände mit dichten spiralförmigen Rankenrollen IV 61. 1186. V 972 (als Streifen auf den Halblederbänden, als Rahmen um ein mittleres Rautengerüst auf den Ganzlederbänden verwen­ det) stehen dem landschaftlichen Stil von Zwiefalten nah. Ein Halbleder­ band mit gleichmässig verteilten Einzelstempeln, darunter ein Greif mit sehr prägnantem Ringelschwanz IV 62 dürfte, sehr geschmackvoll und gepflegt, in Heilbronn gebunden worden sein. Einen gleich klar ausgepräg-

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3.

Alzey

« Emi Alegeye 1506 » Pal. IV 55

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Spätgotische Einbände

18

ü

ü

4.

Schwäbisch-Gmünd (?)

f>)

Pal. V 785

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Spätgotische Einbände

19

ten Aufbau zeigt der Halblederband mit dem Klosterzeichen, eine Eichel am Zweig, dem entsprechenden Wappen der Karmeliter in Heilbronn nahe verwandt I I I 198. Aus einem schwäbischen Kloster (Schwäbisch-Gmünd? ähnliches bei Kyriss 144 und 132) stammt der eigenartige Klappeneinband, der aus sehr dickem fraiserot gefärbten Leder ohne Versteifung durch Holz oder Pappe gearbeitet worden ist V 785. Die Bünde, dicke Hanfschnüre, sind aufgedreht und am Lederdeckel innen verklebt. Am hinteren Deckel ist ein grösseres Stück Leder stehengeblieben, das an den Seiten abgeschrägt und ohne jede Verzierung als Klappe über den Vorderdeckel greift. Auf dem sehr dicken Leder ohne feste Unterlage hebt sich der Blinddruck nur sehr verschwommen hervor. Aber das Kompositionsschema ist sehr charakteristisch für das schwäbische Gebiet, z. B . für die Einbände des Tübingers Zoll, Kyriss 70. Breite Bespektränder an den Seiten, vor allem aber oben und unten drängen die Verzierung auf einen mittleren, nahezu quadratischen Baum zusammen, der mit Linien überstrichen und mit Einzelstempeln ausgefüllt ist. Leider lässt sich aus dem Klosterwappen (ein Christuskopf?), das am oberen Streifen an hervortretender Stelle aufgedruckt ist, nichts mehr er­ kennen. Das gleiche Los teilt ein Halblederband, bei dem der Holzdeckel mit einer Art Wildleder von samtiger Oberfläche überzogen ist, V 2082. Sein rhombischer Lilienstempel, der sich auf einem Euggereinband aus Schwä­ bisch Hall wiederholt, I I 103, ist kaum mehr zu erkennen. Um so auf­ schlussreicher ist die Bindeweise auf diesem fast ganz abgelösten Band. Die Holzdeckel, an den Bändern etwas abgeschrägt, werden nur mit einer Sehlies· se zusammengehalten. Diese zeigt, vorn ganz gradlinig abgeschnitten, eine von den elegant geformten pfälzischen Schliessen völlig abweichende Form. Der Buchdeckel ist auf drei dicke Hanfbünde geheftet. Die Bünde werden von oben in den Holzdeckel eingeführt und auf der Innenseite des Dekkels in einer Bille durch einen dagegengestemmten Pflock verankert. Auch die Kapitalschnur, dicht umstochen, wird über den Holzdeckel gezogen, eingestemmt und innen befestigt. Die Umstechungsfäden des Kapitals wer­ den bis zu einem Zwischbund oben und unten geführt, in die Lagen des Buch­ blockes eingestochen und mit dem K apital fest vernäht. Die erste Lage ist über eine Pergamentseite geheftet, die als schmaler Falz zwischen den Druck­ seiten, als breites deckelausfüllendes Schutzblatt aber zwischen Buchblock und Holzdeckel steht, bestimmt, um als Vorsatz am Holzdeckel festgeklebt zu werden. Zwischen den erhaben aufliegenden Wülsten der Bünde und Zwischbünde werden Pergamentstreifen zum Ausfüllen über den Bücken gelegt. Auf dem Holzdeckel innen festgeklebt, bieten sie den von aussen eingeführten Bundschnüren einen vortrefflichen Gegenzug. Aus dem Besitz des Pfalzgrafen Wolfgang, der als Grosskomtur in Comburg lebte, dürfte der Einband mit dem Kreuzstempel des Deutschritter­ ordens nach Heidelberg gekommen sein (Vat. Inc. IV 143). Dem Pfalzgrafen Heinrich, der Probst in Ellwangen war, ehe er seinem Bruder Philipp als Bischof in Freising folgte, könnte der starke Bindslederband schwäbischer Provenienz gehört haben, der Brunschwigs viel verbreitetes und in der P a­ latina mehrfach vorhandenes Destillierbuch in deutscher Sprache umschliesst

Abb. 4

Abb. 5

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Spätgotische Einbände

2 0

I I 355. Ein auffallend sparsamer Schmuck, nur vier sehr grosse Rosetten innerhalb einer Rankenumrahmung, ist mir als charakteristisch auf verschiedenen Einbänden der Schwenkfelder Drucke begegnet und deutet vielleicht auf Ulm IV 533. Eine Klosterwerkstatt mit einem gefiederten Pfeil im Wappen IV 1331, für welchen sich ein reicherer Entwurf unter den Berliner Inkunabeln Inc. 3975a findet, verweist mit ihren aufrollenden B lät­ tern, Feuerrädern und Tierstempeln schon in ein Gebiet südlich von Ulm.

5.

Comburg

Meister des Deutschritterordens

Vat. Inc. IV 143

Ein vereinzelter Halblederband ist in Konstanz gebunden IV 1323; ihm schliesst sich ein weiteres Bändchen aus Seeschwaben ohne wesentliche E i­ genart an IV 354. Wie stark ändern sich Stempel und Entwurf, sobald man sich dem bay­ erischen Donautal nähert! Von Ingolstadt sind zwei Einbände in die Hei­ delberger Universitätsbibliothek gekommen, der eine gehörte einem fr. Fridericus Fuchs; der andere, ein zerlesener Band mit biblischen Bildern, hat keine nähere Provenienz. Eine starke Eigenwilligkeit zeichnet die Ingolstädter Einbände aus. Der Einband des Fuchs V 701 ist von dem Buchbinder mit dem Hasenfangstempel gearbeitet, Kyriss 148; er presst eine Fülle von Ein­ zelstempeln zwischen die beiden senkrechten oder diagonalen Streifen der Mitte ein. Und etwas ähnlich Urwüchsiges besitzt auch der zweite Band V 1933. Auf dem vorderen Deckel ist die rechte und linke Seite verschieden verziert; ein Bandwerkgeflecht, fast ein Baumstrunk zu nennen, wird zur Bordüre zaunartig zusammengefloehten, ein Teilstempel des Rautengeranks zur Stempelgruppe bizarr vereint, der Rückdeckel mit Kopfstempeln relief­ artig durchfurcht. Von demselben Meister besass auch Ulrich Fugger ei­ nen Halblederband: die Rückdeckel stimmen bei beiden Bänden genau überein IV 27. Sehr wahrscheinlich war dieser wie auch der Halblederband des V. Rabe I II 206 von Fugger alt übernommen, beide umschliessen In­ kunabeln. Aber auch die Ganzlederbände einer donauländischen, mit einem Kreuz gekennzeichneten Werkstatt dürften nicht in seinem Auftrag ge­ bunden, sondern erst später in Augsburg antiquarisch erworben worden sein I I 278 und IV 333. Ein Halblederband IV 301 des Eichstädter Buchbinders mit dem Blu­ menstrauß Kyriss 175 bewahrt mehr durch die ausschweifende Form der Stempel als durch ihre Anwendung — sie sind ziemlich gleichmässig unter-

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Spätgotische Einbände

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einander gedruckt — den landschaftlichen Zusammenhang mit der spätgo­ tisch-barocken Ingolstädter Kunst. Etwas Barockes kennzeichnet auch den Einband eines Unterhaltungsbuches, der vielleicht durch Ottheinrich oder seinen Bruder Philipp in die Heidelberger Schlossbibliothek gekommen ist IV 188. Die umrahmende Bosenranke trägt Nürnberger Charakter, aber die Art, den gotischen Knospenstempel im Mittelfeld nicht ebenmässig nebenoder untereinander, sondern schräglinig kreuz und quer aufzudrucken, ist herausfordernd, provinziell gewagt und lässt eher auf die Nähe von Ingol­ stadt schliessen; es ist gut möglich, dass das Buch in Neuburg gebunden worden ist. Wie man in Nürnberg das gleiche Problem gelöst hätte, zeigen der Halble­ derband II 379 aus dem ehemals pfälzischen, später Nürnbergischen Kloster Gnadenberg mit dem eng zusammengeschobenen Scherengitter seiner Dia­ gonalstreifen und der Halblederband I I 106 von dem Karmelitermeister in Nürnberg Kyriss 120, ein meisterhafter Entwurf in seiner Art. Der schmale Lederbezug des Deckels wird durch zwei Querstreifen mit dem Marien­ stempel oben und unten abgegrenzt, das doppelte Bautengerank in der Mitte sinnvoll aufgeteilt, der unbezogene Holzdeckel aber durch einen markant aufgezeichneten Titel wirkungsvoll ausgenutzt. Nicht weniger vortrefflich die Bindeweise, die von der klassischen Schulung der gotischen Einbandkunst in Nürnberg das beste Zeugnis gibt. Das Buch umschliesst die bekannte Nürnberger Ausgabe der Werke der Boswitha und war im Besitz eines Johannis Ergen praemissarii in Thennelo 1507. Auf einem ähnlich bewährten traditionellen Boden bewegte sich die Einbandkunst in Begensburg, von der verhältnismässig viele Proben in die Palatina gekommen sind. Nur eines dieser Bücher befand sich in der ehema­ ligen Schlossbibliothek, vielleicht ererbt von dem Pfalzgrafen Johann, der als Administrator in Begensburg tätig war. Dieser Einband, von dem Meister mit dem Blütenstengel Kyriss 136 gearbeitet, hat etwas ausgesprochen Vornehmes im Entwurf. E r lässt viel Spielraum am Band wie im Mittelfeld, so dass die Stempel in ihrer Sprache gefällig zur Geltung kommen (IV 824, von ihm auch der Halblederband IV 703). Mit diesem Verzicht steht er verein­ zelt unter den Begensburger Meistern, die in weitaus stärkerem Maße einem dicht bedeckenden, flächenfüllenden Schmuck zugewandt sind: bald zu ta ­ petenartiger Wirkung verdichtet in dem Bautengerank eines Begensburger Meisters Kyriss 170 auf IV 404, bald in gegenseitig gemusterten Teilflächen Tat. ix aufgebaut auf dem eindrucksvollen Band des Hirschrollenmeisters Kyriss 150 Pal. V 1757 und nur wenig abweichend auf einem weiteren Einband Taf. ix desselben in der Palatina V 1810 wiederholt, oder endlich auf dem Bande II 586 von Schriftrollen umrahmt und ganz in ein Netz von Linien und Stempeln aufgelöst. Der Buchbinder dieses Schriftrollenbandes gibt sich mit gleichen Stempeln auf einer Inkunabel (Berlin Inc. 2416) durch eine aufge­ druckte Jahreszahl 1488 zu erkennen. E s ist der Binder mit der Jahreszahl Kyriss 44, der diesen palatinischen Einband gebunden hat. Die altertüm­ liche Art seines Entwurfes — noch im 15. Jh . entstanden — begegnet uns auch auf einem Einband mit ähnlichen diagonal überkreuzenden Strei-

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Spätgotische Einbände

fen und einer mit Einzelstempeln verzierten Umrahmung. Einzelne dieser Stempel, besonders der flügelschlagende Adler, tragen einen ausgesprochen böhmischen Zug; die Streuung der Stempel erinnert an stilistische Ge­ wohnheiten in Prag. Es ist nicht ausgeschlossen, dass dieser Einband 1 153, der ein Strassburger Graduale Romanum von 1501 umschliesst, in Böh­ men entstand. Auf welchem Wege dieser wie so viele Regensburger Einbän­ de in den Besitz der Heidelberger Universität gekommen sind, geht aus den Bänden selbst nicht hervor. Es ist möglich, dass einige von ihnen der Rüh­ rigkeit eines Regensburger Buchführers zu danken sind. Noch weniger lassen sich die Beziehungen zu Heidelberg aus einer Reihe von Einzelgängern erklären, deren Herkunft auf Mittel- oder NorddeutschTat. viii land verweist. Der schöne abgebildete Einband aus Schweinfurt II 574 gibt ein vortreffliches Beispiel für den « akademischen » Einbandstil ab, wie er vor allem typisch in Erfurt entwickelt war. An Stelle des klösterlichen Rau­ tengerüstes wird hier der Aufbau in breiten Stempelflächen vorgenommen. Zwei breite Streifen umrahmen mit ausgesparten und mit einem grossen Stempel gefüllten Ecken; eine breite Schmuckfläche füllt die Mitte. Dieser architektonisch überaus eindrucksvolle Bau hatte in weitesten Kreisen Schu­ le gemacht. Wie einst die Schüler Gutenbergs, so verpflanzten die akade­ mischen Erfurter Buchbinder, durch ihr Namenschild auf gewundenem Spruchband gekennzeichnet, den neuen « humanistischen» Einbandstil in die verschiedensten Städte und Landschaften des deutschen Reiches. So liess sich ein in Erfurt ausgebildeter Buchbinder in Trier nieder; in Braun­ schweig, in Anhalt finden wir Meister dieser Richtung vor, eine wahre E n­ klave Erfurter Kunst tat sich in Bamberg und Würzburg, von wo nur ein klösterlicher Band V 846 in die Palatina kam, auf. In dieser Umwelt ent­ stand auch der nach Heidelberg verschlagene Schweinfurter Band, ohne Namenschild zwar, aber durch die verwendeten Stempel — durch den eiför­ migen Reichsadler in seiner reichsstädtischen und durch die runden Evan­ gelistensymbole in seiner mainfränkischen Herkunft — gekennzeichnet. Sein Einband bietet eine Fanfare an Schmuckfreudigkeit; selbst die Rückenfelder werden bis zur Mitte in jedem Feld anders verziert. Tat. x Als Gegenstück dient der kleine Hersfelder Band IV 145, ein ausgespro­ chen klösterlicher Entwurf mit seinem charakteristischen Rautengerüst, in seiner mitteldeutschen Herkunft durch die abwechslungsreiche Streu­ ung der Stempel und den kleinen Eckstempel — ein Affe mit dem Spiegel — so überzeugend gekennzeichnet, dass man des urkundlichen Eintrages fast entraten könnte, der besagt, dass das Buch Philippi Boszhemmerij Herszfeldie compactus est Anno 1509 in monasterio minorum. In gleichem Stil Abb. 6 reihen sich dem Hersfelder Band der Halblederband aus Reinhausen mit der Teufelsfratze im Streumuster IV 1189 und der Erfurter Einband IV 296 an, dessen charakteristischer Grotesken-Stempel (Kyriss 93) noch auf verschiedenen Berliner Inkunabeln, z. B. Ine. 466 und 2441, wiederkehrt. Die dritte Gattung der Einbände in gotischer Zeit, das Rautengerank der Buchführereinbände, das seine klassische Prägung in Nürnberg erfuhr, aber überall Verbreitung fand, ist in einem Halblederband aus Wittenberg

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Spätgotische Einbände

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IY 65, der wie der frühe Wittenberger Eolleneinband IV 707 von Gasser 1525 erworben worden ist, in einem typischen Leipziger Einband I I 571 (Kyriss 105) und in der grossen Bautenplatte des Lübecker Bandes bei­ spielhaft vertreten. Der letztere auf Tafel 11 abgebildete Band IY 490 hat zu einigen Diskussionen Anlass gegeben. Die grosse mittlere Platte, mit Linien abgegrenzt und in wirkungsvollem Abstand zu der Laubstab­ umrahmung gebracht, war als Nachschnitt einer holländischen Drucker­ vignette bezeichnet worden; kaum mit Becht. Denn das Motiv ist innerhalb

6.

Reinhausen

Tat. xi

Pal. IV 1189

der Hansestädte in so vielen Varianten heimisch gewesen, dass der Stecher zur Vorlage seiner Platte nicht des sehr entlegenen holländischen Druckes bedurft hätte; Drucker wie Stecher benutzten das gleiche, viel verbreitete Motiv. Vom inhaltlichen Standpunkt gesehen, gehört der Buchbestand der Palatina im ersten Vierteljahrhundert in überwiegendem Maße der theolo­ gischen Wissenschaft an. Jlir folgt in erheblichem Abstand, aber noch immer beachtlich, Medizin und Naturwissenschaft. Jurisprudenz ist nur mit ei­ nem, die antiken Klassiker mit zwei Büchern vertreten; vereinzelt nur er­ scheint ein Buch neulateinischer Literatur, aber kein Werk des Erasmus, den man doch 1521 zur Berufung an die Universität vorgeschlagen hatte, nur eine lateinisch exegetische Schrift des Melanchthon, der als Landsmann 3 b. 7. Tar. x ii

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Der Rolleneinband

ausgeschmückt ist. Die Rolle zeigt ein Kandelabermotiv, das mit seinen Vasen, Delphinen und Riegeln dem abgrenzenden und auf teilenden Form­ prinzip der Renaissance fast noch besser entsprach als die künstlerisch sehr viel hochwertigeren Entwürfe des Urs Graf, denen ein Zug geheimer Gotik noch immer innewohnt. Die Vergoldung des Bändchens ist teils in reinem, teils in silberversetztem Gold ausgeführt und ruft einen farbig wirkungsvollen Effekt hervor, der auch in späteren Zeiten, z. B. von Eisengrein in Speyer oder von dem Alten Buchbinder Ottheinrichs mit Vorliebe angewendet worden ist. Wie die schlichten Einbände des Granatapfelmeisters sind mehrere Rol­ lenbände in der Palatina gehalten. Der eine stammt von einem Meister der 40er Jahre, der durch sein Monogramm P. M. in einer Flechtwerkrolle ge­ kennzeichnet ist und sich wie der Granatapfelmeister in abwechslungsrei­ chen und interessanten Entwürfen gefiel, von denen der palatinische Band TV 2041 freilich nur wenig verrät. Auch das Rollenbändchen IV 513, das vermutlich von seinem Schüler gearbeitet woi'den ist, bleibt ausgesprochen schlicht. Nur der Baseler Maureskenmeister ist mit einem besonders scliöTat. x iii nen charakteristischen Einband I 194 in der Palatina vertreten. Mit sou­ veräner Sicherheit werden auf dem technisch brillant gearbeiteten Band zwei Rollenvierecke übereinander gebaut oder dem schmalen Rechteck der Mitte ein weit eingerückter Rahmen gegenübergestellt. Unter seinen vor­ trefflich geschnittenen Rollen fällt ein Blattstab mit zwei Köpfen, eine Frau Abb. i4 en face und ein Männerkopf mit hohem Hut auf, von dem schwäbischen Stecher mit dem Hahn geschnitten, der vielleicht in der Goldschmiedestadt Pforzheim beheimatet war. Jedenfalls belieferte er mit seinem vortreffli­ chen Rollenmaterial die Städte Basel, Ensisheim, Freiburg i. Br., Tübin­ gen, Stuttgart und Heidelberg. Der Maureskenmeister hat ausser dem ab­ gebildeten Blinddruckband noch eine grosse Zahl vergoldeter Einbände mit mauresken Einzelstempeln (daher sein Name) geschaffen. Sie lassen er­ kennen, dass er seine Lehrzeit in Paris und zwar bei dem Meister der Estienne- Bibel verbracht hat. Auch auf dem abgebildeten Blinddruckband spürt man die Weite einer der Welt aufgetanenen Kunst. Die zweite Rolle des Urs Graf, die sich auf Einbänden der Palatina nachweisen lässt und einen Mann in Rückansicht zeigt, der auf einen Vogel mit dem Bogen schiesst, ist weit von Basel verschlagen worden. Sie befand sich im Besitz des Passauer Meisters Jakob W. Sie wurde von ihm wahrscheinlich während seiner Lehrzeit in Basel erworben. Er wusste, was er an dem schö­ nen Stück besass. Als er sich in Passau eine weitere Rolle schneiden liess. wählte er zur Vorlage eine Holzschnittleiste des Urs Graf, die einen Putto mit Standarte auf einer runden Scheibe stehend zeigt. Er machte Schule mit diesem Motiv. Auch der Passauer Buchbinder des Wolfgang von Salm liess sich nach ihm eine Rolle schneiden. Bei der Anwendung der Grafschen Rolle, mit spätgotischen Stempeln vermischt, tritt eine gewisse UnsiclierTai. x ii heit auf der Palatina V 940 des Jakob W. ersichtlich hervor. Mit diesem Rollenschmuck bewegte man sich noch immer auf bisher unbekanntem Gebiet, experimentierend, im Neuland.

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8.

Strassburg und Frankfurt:

Johannes Scliwyzer und Hermann Gülfferich

P a l. IV 345

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Abb. 8

Abb. 9

Der Rolleneinband

Der Gedanke, Randleisten und graphische Blätter als Vorlage für den Rollenschnitt auszunutzen, führte sich auch in anderen Städten ein; er hielt die künstlerische Qualität der Rollen auf einem beachtlichen Niveau. So entstand in Strassburg eine Rolle mit einem Satyr, der die flüchtende Nym­ phe verfolgt, nach dem Stich des Meisters E . S., Kampf um die Männerhose, geschnitten. In der Anlage den Rollen des Urs Graf verwandt, unterscheidet sie sich doch durch einen kleinmustrig unruhigen, krausen Zug, der auch anderen Strassburger Rankenrollen innewohnt. Der Buchbinder, der diese Rollen verwendete, nennt sich auf einem Schriftband in den Rollen selbst Johannes. E s ist Johannes Schwyzer aus Einsiedeln, der in seinen späteren Jahren wie es scheint nach Frankfurt übergesiedelt ist, denn sein Haus wie sein Werk­ zeug gingen nach seinem Tod in den Besitz des Frankfurter Hermann Gülfferich über, der sich auf dem palatinischen Band IV 345 mit einer H. G. bezeichneten Rolle ausgewiesen hat. Trotz der Entstehung in Frankfurt trägt der Einband mit den Rollen des Schwyzer und Gülfferich noch alle Kennzeichen des Strassburgischen Stiles. Charakteristisch dafür ist der Ab­ stand zwischen Rahmen und Mitte, der stets leer, ohne nachträglich einge­ setzte Stempel bleibt. Man findet diesen Zug häufig auf linksrheinischem Gebiet. Von den Strassburger Buchbindern des zweiten Jahrhundertviertels ist fast jeder Meister mit einer Probe in der Palatina vertreten. Von Conrad Schwicker, der durch den Gebrauch einer Omamentleiste mit tubablasendem Putto ausgezeichnet ist, liegen zwei Einbände IV 57 und V 1309 vor, späte Arbeiten, die den frischen Reiz seiner frühen Rolleneinbände mit der kari­ kierenden Medaillonrolle als Mittelstreifen (Strassburg Thomasstift Var. 120) zugunsten indifferenterer Muster aufgegeben haben. In vorgeschrittener Zeit hat ein Meister A. G., in dem wir vielleicht einen Vertreter der Buchbinderfamilie Grimme zu sehen haben, den Einband Pal. V 1255 gebun­ den und mit einer eigenartigen Rolle umrahmt, die mit den Götterbild­ nissen: Jupiter, Saturn und Venus zwischen kleinen Doppelmedaillons aus­ geschmückt ist. Die beiden Einbände des Buchbinders V. A., der sich mit sei­ nen Initialen nur auf dem schön ziselierten Goldschnitt eines Werthernschen Einbandes in Dresden ausgewiesen hat, sind mit einer Ornamentleiste in der äusseren Umrahmung geschmückt, die ein schräg eingeschobenes Schild mit dem Datum 1524 in Spiegelschrift und mehrere kriegerische Embleme, Schild und gekreuzte Schwerter, zeigt. Diese und ähnliche Ornamentleisten, aus der an heroischen Trophäen reichen Buchillustration des Weiditz her­ vorgegangen, haben ein fruchtbares Nachleben an entfernterer Stelle, in Wesel, und mit etwas abschwächendem Charakter in Köln gefunden. Der Strassburger Meister V. A. arbeitete wie sein Zeitgenosse, der Baseler Maureskenmeister, vergoldete wie blindgedruckte Bände und zeichnete sich durch seine architektonisch klassischen Entwürfe aus, von denen die meisten für den kursächsischen Bibliophilen Wolfgang von Werthern (ehemals in Dresden) bestimmt gewesen sind. Selbst auf den einfachen Rolleneinbänden des V. A. in der Palatina IV 37 und V 862 spürt man in den mit Linien straff umzogenen Schmuckstreifen die Auswirkung seines klaren zuchtvollen Stils.

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9. Strassburg V. A. für Werthern (verkleinert) Dresden LB Theol. ev. dogm. 21

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30

Tai.

Der Rolleneinband

Ausser den Ornamentleisten mit kriegerischem Schmuck wurden in Strassburg vor allem Rollen mit Propheten- und Evangelisten-Halbfiguren geschnitten, von spitzen oder runden Baldachinen umfasst. Die Prophetenxiv rolle auf dem Palatinaband VI 68 ist in etwas abweichender Fassung auf einem Einbande des Thomasstiftes Var. 97 und bei Werthem (Haebler II 226 R 25) verwendet worden. Sie hat auf den Prophetenrollen des Speyerer Mei­ sters mit der Wappenrolle eine kongeniale Nachbildung gefunden. Noch weittragender war der Einfluss der Strassburger Evangelistenrolle. Sie ist auf dem Palatinaband I I 64 mit einer breiten Szenenrolle (Altes und Neues Te­ stament) und eigenartig geformten Schildern und auf einem kleinen Rollen­ band IV 133 verwendet worden und hat, wahrscheinlich mit Strassburger Drucken verbreitet, zu zahlreichen Rollennachschnitten in Wien, Krakau und Breslau Anlass gegeben. Die eigenartig geschweifte Form der Schilder wiederholt sich auf einer Ornamentleiste mit geflügeltem Engelskopf, die auf dem Einbande Pal. V 1924 und wahrscheinlich am Druckorte selbst, in Hage­ nau, Verwendung fand. Das Buch trägt den Eintrag der Fuggerbibliothek und dürfte in diese als Altbesitz gekommen sein. Wie stark kontrastierte dieser fruchtbare und originelle Rollenschnitt der ersten Jahrhunderthälfte mit dem ertötenden Gleichmass der Rollen und Platten, die seit 1550 etwa unter dem Einfluss der Wittenberger Massenproduktion um sich griff! Der Meister, der diesen Übergang mit bereits weniger interessanten Rollen, aber noch immer abwechslungsreichen Entwürfen begleitete, ist durch seinen Einband um die Akten des Domkapitels (Strassburg StB Mscr. 296) als Meister des Domkapitels ausgewiesen. Seine zahlreichen Blinddruckbände in der palatinischen Bibliothek sind ebenso wie seine später zu besprechenden vergol­ deten Einbände mit dem Aufdruck eines R(ichardus) L(aar) A(rgentinus) B(accalaureus) versehen, dessen Bibliothek geschlossen in die Palatina kam. Eine Zwischenstellung zwischen Basel und Strassburg nehmen einige Einbände aus Ensisheim ein, die aus dem Besitz eines Johannes Lanstenus in die Heidelberger Bibliothek gekommen sind. Sehr reizvoll mischen sich die verschiedensten Rollen und Stempel auf diesen überaus schmuckfreudigen, reich bestempelten Blinddruckeinbänden. Die Flechtwerkrolle steht dem Material des P. M. in Basel nahe; die eigenartige Halbfigurenrolle mit einem Fürsten und zwei Frauen, in einen von Säulen getragenen Umbau gestellt, ist von den Strassburger Evangelistenrollen angeregt worden; der schmale natu­ ralistische Laubstab stammt von dem Stecher mit dem Hahn; die Ornament­ leiste ist aus Konstanz; der Stempel mit dem geflügelten Engel nimmt das Motiv des Heidelberger Nike-Stempels gleichsam vorweg. Dieser Reichtum an Stempelformen wird von dem phantasiefreudigen Handwerker auf sei­ nen weissen, nicht sonderlich gut gearbeiteten Schweinslederdeckeln in überreicher Fülle zusammengetragen: ein bunter bäurischer Erntekranz (Stamp. Barb. G X I 21. Stamp. Pal. II 121. III 57). In Freiburg i. Br. hatte ein Buchbinder 1510 die Nüve Stadtrechten der Statt Freyburg in Pryssgaw (Wien SB 30. B. 1) eingebunden. Die äussere Umrahmung wird von einer Querrolle nach Motiven des Springinklee « Spie­ lende Kinder in Ranken », die mittleren Schmuckstreifen von einer schmalen

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Der Rolleneinband

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Jagdrolle gebildet. Der Leerraum zwischen dem Rahmen und der Mitte ist in weiten Abständen mit einer Vierblattblüte mit auffallend grossen Punk­ ten am Kelch bedruckt. Stempel und Jagdrolle nun bilden den Schmuck ei­ nes palatinischen Bandes Aldine I II 36, der für Philipp Voyts von Baltzberg in Preiburg 1517 gekauft worden ist. Der Entwurf wiederholt sich fast genau auf einem Colmarer Band (961 Ohaporius, Symphonia. Paris 1516), der uns durch einen Eintrag innen den Kamen des Buchbinders angegeben hat: au­ gustus bibliopola, der Buchführer Augustus. Sein Nachfolger wurde ein Mei­ ster P. A., der von 1527 bis in die 50er Jahre tätig war und vornehmlich die Klöster, Allerheiligen zum Beispiel, und die Konstanzer Diözese beliefert hat. Sein Rollenmaterial, vortreffliche Putten- und Kriegerrollen, von dem Stecher WG nach den Holzschnittleisten des Hans Schäuffelin geschnitten, wusste er mit gutem Geschmack anzuwenden, indem er viel Abstand am Rand und in der Mitte liess, die in zwei übereinander stehenden Vierecken aufgeteilt ist. Auch verschiedene Ornamentleisten bekam er von dem Stecher WG mit tulpenartigen Gebilden, geschwänzten Delphinen, mehrfach um­ schlungenen Schlangen und Grotesken, dazu ein Kopf mit Barett (Karlsruhe Pc 197). Eine Variante dieser Rolle mit Kopf und Barett nun begegnet uns auf dem palatinischen Band IV 1213, auch er sehr wahrscheinlich in Prei­ burg gebunden. Die Leerstreifen zwischen Rahmen und Mitte sind auf diesem Band nur mit einem Stempel in der Seitenmitte bedruckt, ein eleganter Zug, der für Freiburg charakteristisch ist. Eine dritte Fassung der Orna­ mentleiste mit dem Barettkopf findet sich auf einem palatinischen Halble­ derband IV 297; sie umrahmt eine Akanthusrolle in quer. Die linksrheinischen Rolleneinbände, die in reicher Zahl in der Pala­ tina vertreten sind, zeichnen sich durch eine bestimmte Anordnung der Rol­ lenstreifen aus: die Querstreifen werden von Ecke zu Ecke durchgeführt, die Längsstreifen verbinden nur. Ein besonders charakteristisches Beispiel dafür ist in IV 193 gegeben, ein ausnehmend schöner und klarer Entwurf, mit einer Ornamentleiste ausgeführt, die den Rollen auf dem Germersheimer spätgotischen Bande IV 804 nahesteht. E s ist möglich, daß auch dieser Band in Germersheim gebunden wurde. Auch die Blütenranke der inneren Umrahmung, die sehr ähnlich auf den Ottheinrichbänden wiederkehrt, kann für diese Zuweisung bestätigend sein. Um dieser Rollenquerstreifen willen dürfte der Einband von V 941 gleichfalls linksrheinisch entstanden sein. Auch die Art, den Zwischbund unmittelbar neben den Kapitalbund zu set­ zen, ist eine Eigentümlichkeit, die uns in dieser Gegend öfters begegnet. Die linksrheinischen Ornamentleisten sind am Rande mit Vorliebe gepunk­ tet und sehr dünnlinig in der Zeichnung; sie wirken wie die Muster für eine Weissnähstickerei IV 1174. V 1878. Eine solche am Rand gepunktete Ornamentleiste besass ein Speyerer Buchbinder, der wegen einer zweiten schmalen Rolle mit den Wappen von Köln, Worms und Speyer (?) als Wappenmeister benannt werden mag. Die­ se Rolle hat er merkwürdiger Weise mit Vorliebe zwischen den Bünden ab­ gedruckt. In seinen Entwürfen vertritt er die landschaftlichen Eigentüm­ lichkeiten in einer besonders eleganten und gefälligen Form IV 736. V 274

Tat.

xiv

Taf.

xv

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32

Der Rolleneinband

und 1024: der weite Leerraum zwischen Deckel und mittlerem Rollenstreifen, die wiederum in einem leichten Abstand zueinander stehen, bleibt ohne Stempelschmuck. Nur auf dem palatinischen Band V 274 wird die gerautete Mitte mit einigen spätgotischen Stempeln, darunter der charakteristi­ sche Speyerer Rosettenstab, bedruckt. Wie viel gewichtiger als der zartlinige Speyerer Schmuck gestaltete sich die Ornamentik auf schwäbischem Gebiet! Sie setzte die Freiburger E n t­ würfe mit Trommeln, Füllhörnern und geschwänzten Delphinen in den ver­ schiedensten Variationen weiter fort. Alles vergegenständlichte sich: die Tulpen werden zu Kelchen(und Vasen, die Blüten verbreiten sich zu Scha­ len IV 1275. Das Vasenmotiv vor allem wurde bedeutungsvoll. Es ist von Freiburg bis Frankfurt in den verschiedensten Spielarten variiert worden. In Baden fallen die Vasen noch breit, schalenartig aus (II 323) und strecken sich nur in den schmäleren Rollen zu einer längeren und durch Blütenstem­ pel noch besonders betonten Form. In Zwiefalten und im Neckartal wird die gleiche Tendenz durch Füllhörner und Trommeln temperiert (IV 30, V 868). E rst in Tübingen schiessen sie ungehindert experimentierend zu langgestreckten sechsarmigen Gebilden auf. Am längsten fallen die Vasen auf den Rollen in Heidelberg aus, sie nehmen fast die Hälfte eines Rollenman­ tels ein. Die Vorliebe für das Vasenomament war in Heidelberg von langer Hand her vorbereitet. Schon der Blumenstock-Meister hatte eine Rolle mit dem beliebten Muster besessen. E s wurde in einer nur wenig abweichenden Form auch auf dem Halblederband IV 306 gebraucht und auf dem kleinen Bänd­ chen aus der Goldast-Bibliothek in Bremen X I I I 2 c 37 c, das durch den Eintrag Casimir Reinhold Wambold in seiner Heidelberger Provenienz be­ stätigt ist. Durch einen pfälzischen Buchhändler führte sich der Gebrauch einer mit Kelchen und grossen Rosetten geschmückten Rolle auf braunen Kalble­ derbänden ein. Diese Rolle ist auf mehreren palatinischen Einbänden V 1271. 1771. 1875, meist mit einem Rautengerank in der Mitte, verwen­ det worden, das zwischen den Ranken eine charakteristische Kamillen­ blüte zeigt. Mit dem Kamillenstempel und den langgestreckten Vasenrollen Abb. io hatte sich ein bestimmter Schmucktyp für Heidelberg gebildet, aber er wur­ de traditionell kaum weitergeführt und konsolidierte sich nicht zu dem charak­ teristischen Kennzeichen führender Werkstätten, wie es z. B. in Frankfurt der Fall gewesen ist. Die Buchbinder, die in den 30er Jahren für die Uni­ versität arbeiteten, zogen die gangläufigsten Handelsrollen den eigens geTat. xvi schnittenen Stücken vor. Der eine, mit mehreren Einbänden IV 199. 284. 1071. VI 146 vertreten, ist durch eine Vierpassrolle mit Köpfen: Frau, Mohr und Neger, indifferente Augsburger Handelsware, ausgezeichnet, die fast auf allen seinen Bänden die Umrahmung gibt und das einzige bodenständige Stück, eine langgestreckte Vasenrolle mit zwei Pärchen, Pfeifer und Tän­ zer als Zwischenglieder, wie eine unbedeutende Beigabe in den Hintergrund verdrängt. Bestimmte Züge, der unbestempelte Zwischenraum zwischen Rahmen und Mitte z. B., lassen darauf schliessen, dass der Vierpassmeister

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Der Rolleneinband

10.

Heidelberg

3 3

Meister mit dem Rosenkelch Hamburg SB Emser, Annotationes. Köln 1528

in Strassburg, zum mindesten linksrheinisch, ausgebildet worden war. Sein Zeitgenosse dagegen, der Lindenblattmeister, nach einer auffallend ge­ schwänzten Form dieses Blattstempels genannt, dürfte aus dem oberen iSTekkartal gekommen sein. Vielleicht, dass er überhaupt in einer dieser Städte seinen Wohnsitz hatte und nur an den Markttagen, wie die Speyerer Buch­ binder, zum Verkauf der Bücher nach Heidelberg kam. Die verschiedenen

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34:

Der Rolleneinband

xvi Bände Stamp. Barb. M V I I 17. Pal. V 541.912 und V I 112, die er der Universi­ tät lieferte, sind mit Augsburger Handelsrollen ohne individuelle Eigenart ge­ schmückt. Aber die Stempel, mit denen er die Zwischenräume und Mitte füllte, sind von einer heiteren Geschwätzigkeit erfüllt, selbst die Bundstel­ len werden ganz mit Stempeln besät. Ein dritter Meister, der mit seinen Arbeiten schon in die zweite Jahrhunderthälfte geht, arbeitete gleichfalls mit Augsburger Handelsrollen (das Parisurteil mit einem Kopf en face), die er gleichförmig eng · aneinanderreiht. Auf einigen festlicher gehaltenen Empfehlungsbänden, von denen der eine als Geschenk des Juristen We­ senbeck an den Kurfürsten August nach Dresden Ius ßom. 8540 geschickt wurde, hat er in der Mitte bereits eine vergoldete Bilderplatte verwendet; schon zeigte sich hier der Einfluss der Ottheinrichschen Buchkultur (I 205. Tai. xvii I I 128. IV 477). Man muss sich diese kärgliche Ausbeute' an Bollenbänden in Heidel­ berg recht vergegenwärtigen, um voll zu erkennen, wie bedeutsam die buchkünstlerische Aktion Ottheinrichs war, der aus einem Nichts gleich­ sam eine blühende Einbandkultur hervorgerufen hat. Auch die Universitäts­ einbände belebten sich unter seiner Begierung, wenn auch nur unsicher noch und zwiespältig gehalten. Ein Buchbinder, der wahrscheinlich mit dem Drucker Kohl aus Begensburg kam, band mehrere von seinen Drucken Tai. xv ii mit einer ganz ungewöhnlichen, altertümlichen Heldenrolle IV 388. 723. 945. V 1817 ein. Ein anderer überrascht durch sein mondänes maureskes Bol­ lenmuster, von einer Bankenrolle mit Kopf begleitet, die dem Material Ott­ heinrichs nachgeschnitten war. Bücken und Schnitt seiner Bände sind geradlinig abgepasst. Es ist nicht unmöglich, dass wir in ihm schon einen der vertriebenen Protestanten aus Frankreich, vornehmlich aus Lyon, vor uns haben. Seine Entwürfe freilich, Bollenrahmen und Mittelstreifen, sind ganz unpersönlich und ohne landschaftliche Eigenart (IV. 408. V. 678. 851. Abb. li 1892. VI 215). Dieses Unpersönliche lag nicht an dem Bollenmaterial. E s gibt Bollen­ einbände aus den Städten im weiteren Umkreis von Heidelberg, die es recht erkennen lassen, welch ein Phantasiereichtum sich in der Anwendung der Schmuckstreifen auch bei den Handelsrollen, nicht nur bei den künst­ lerisch vollendeten und originellen Entwürfen vom Oberrhein, aus Schwa­ ben und vom Meister TSP und selbst in kleinen und entlegenen Werkstät­ ten entfalten liess. Zwei Städte besonders treten mit ihren bemerkens­ werten Bolleneinbänden in der Palatina hervor. Die erste Werkstatt befand sich in Schwäbisch Hall, von ihr stammt der Einband um die Helliselie Kirchenordnung IV 662. Wie sehr wirkt auf diesem blindgedruckten Bollen­ einband, dessen Schmuck durch eine Beschriftung oben und unten zu einem mittleren, fast quadratischen Viereck zusammengedrängt ist, das Aufbauprin­ zip der schwäbischen spätgotischen Bände nach! Der Meister wusste mit seinem Bollenmaterial etwas zu machen, sei es auf dem Dresdner Band (Lit. graec. B 978) mit dreiteiligem Titeldruck und vergoldeter Platte nur vorn, sei es auf dem überaus wirkungsvollen Entwurf für Georg Sebastian Wey­ gel aus der Karlsruher Bibliothek Pc 66, mit dem Flechtwerkmuster der Tat.

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35

Der Rolleneinband

11.

Heidelberg

Mauresken-Meister

Pal. VI 215

Stäbchen und den aufsprühenden Sternstempeln an den Kanten. Man möch­ te fast meinen, dass der Meister auf seiner Wanderschaft in Wien gelernt hat.

Die zweite Werkstatt dürfte in Kottweil gewesen sein. Die Einbände zeichnen sich durch eine umrahmende Schriftrolle aus, wie sie im Süden der Schwäbischen Alp, z. B. in Wiesensteig, woher der Dresdner Einband Lit. Kom. B 3854 gekommen ist, gebräuchlich gewesen ist. Die eigenartig geformten Stempel im Mittelfeld stehen in Fühlung mit dem seeschwäbischen Gebiet. Drei Palatinen IV 208. V 252 und 747 sind in dieser Werkstatt geblinden.

Tat.

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xv

36

Abb. 12

Abb. i3

Der Rolleneinband

Der bedeutendste Zuwachs an Büchern und Bolleneinbänden, den die Heidelberger Universität in dem zweiten Jahrhundertviertel erhielt, ging von Seiten der grossen Buchführerzentralen in Stuttgart und Tübingen, Speyer und Frankfurt aus. In Schwaben vornehmlich hatten Bollenschnitt und Bolleneinbände eine blühende Entwicklung gewonnen. Der Stecher mit dem Hahn, den er wahrscheinlich als redendes Wappen in seinen Laub­ stabrollen mehrfach angebracht hat, setzte die Tradition der Baseler und Strassburger Stecher rühmlich fort. Der Stecher mit dem S und der Presse­ meister, beide wahrscheinlich in Tübingen, wirkten bahnbrechend auf dem Gebiet des reichbebilderten kleinfigurigen Stils. Ihre künstlerisch hervor­ ragenden Schnitte haben den schwäbischen Bolleneinbänden das charak­ teristische Gepräge gegeben. So wusste ein unbekannter Tübinger Meister der gegenständlichen Belanglosigkeit seiner Vasenrollen durch eine andere Bolle — Laubstab mit Doppelbildnissen nach antiken Münzen, von dem Stecher mit dem Hahn entworfen — eine interessantere Note zu verleihen V 241. Ein anderer rahmte mit einer Puttenrolle, die — sehr ähnlich der Strelerschen Bolle — nach den Holzschnitten des Hans Schäuffelin geschnitten ist, und belebte das reizvolle Stück durch das originelle Stempelmosaik mehrfach nebeneinander gesetzter Wildmannesköpfe V 1902. Eine Fülle vor­ trefflicher Bollen aber besass der Buchführer Wolfconrad Schwickart, der abwechselnd in Stuttgart und Tübingen tätig war. E r suchte sich von allen Bollen das beste aus. So belieferte ihn der Hahnmeister mit der schön be­ rankten Medaillonrolle, nach römischen Münzen ge­ schnitten, und mit einem Laubstab, in dem die Köpfe von Mann, Frau und Kind eingefügt sind. Vielleicht stammten auch die beiden Puttenrollen von ihm, die 12. Tübingen Wildmanneskopf Schwickart besass. Sie sind nach Flötners Plaketten Pal. V 1902 gearbeitet und gehören wohl zu den schönsten Bollen der deutschen Benaissance. Der Tübinger Stecher mit dem S steuerte die sechste Version der Evangelistenrolle hinzu, nach den Kleinstfiguren des H. S. Beham geschnitten. Wie viele Bollen besass Seliwikkart von dem Meister NP! Fast gewinnt es den Anschein, als wäre durch seine Initiative die starke Nachfrage nach ISP-Bollen in Stuttgart wie in Heidel­ berg hervorgerufen worden. Auch für seine Platten, die er sich in den 60er Jahren arbeiten liess, suchte er künstlerisch hochwertige Stücke zu bekom­ men. Seine Patientiaplatte, unter dem Eindruck von Dürers Melancholia in einer Behamschen Umzeichnung geschaffen, stammt von dem Stecher mit dem S, der auch eine Platte mit der Opferung Isaaks nach Behams Sti­ chen geschnitten hat. Auch die negativen Bildnisplatten Luthers und Melanchthons gehen auf originelle, von den Wittenberger schematisierenden Entwürfen unabhängige Vorlagen zurück und halten, wie alles bei Schwickart, Niveau. Denn auch seine Entwürfe sind meisterlich. Der kleine ausge­ zeichnete Band aus Augsburg, der für einen Bothenburger, Joh. Huldricus Hallmayer 1547 in Tübingen gebunden war, « dedi 3 batz pro compactura », kann als Beispiel für seine Arbeiten dienen. Die Pappdeckel, mit braunem

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Der Rolleneinband

13.

Tübingen

Schwickart

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Augsburg SB Demetrius Cbalcondylas, Erotemata. Basel o. J .

Leder bezogen, sind von der oben erwähnten Laubstabrolle mit drei K öp­ fen umrahmt, während die Mitte eine kleine vergoldete Bilderplatte schmückt. Zwei breite Leerstreifen darüber und darunter sind für den Aufdruck vor­ gesehen; ein grosser vergoldeter As-Stempel hält zwischen Aufdruck und Gold-

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druckplatte das Gleichgewicht. Jeder Teil bleibt für sich und ist mit viel Raum zum Atmen umgeben, ein schöner, ausgeglichener, organisch ge­ wachsener Entwurf. In ähnlicher Weise ist das palatinische Bändchen Y 1585 gehalten mit der Mosesplatte im Mittelpunkt (v: David), die Umrah­ mung bildet die schöne Antiken-Rolle des NP. Das Buch, die Psalmenüber­ setzung Luthers, ist 1554 gebunden und war für den jugendlichen Pfalzgra­ fen Ludwig, später Ludwig VI. bestimmt. Der zweite, abgebildete Band Tat. xviii II 100 gibt von den reinen Rolleneinbänden Schwickarts ein gutes Bild. Die sparsam verteilten mittleren Streifen mit der schönen Puttenrolle nach Flötners Plaketten werden von einer allegorischen Tugendenrolle umrahmt, auch sie nach den Plaketten des Plötner in Behams graphischer Umarbeitung geschnitten, und auch sie in wohltuenden Abstand zu der mittleren Verzie­ rung gebracht. Der Einband umscliliesst die Kirchenordnung des Herzogs Ulrich von Württemberg, die 1559 erschien, und ist im gleichen Jahre ge­ bunden worden. Diese amtlichen Drucksachen wurden in der Regel in grös­ seren Mengen an die heimischen Buchbinder zum Einbinden gegeben, damit sie als Geschenkbände an Pürsten und Städte baldtunlichst verschickt wer­ den konnten. Der abgebildete Rolleneinband Schwickarts gibt uns für sol­ che amtliche « Pflichtexemplar-Einbände » ein gutes Beispiel ab. Mit Stuttgart waren die Pfalzgrafen durch verwandtschaftliche und politische Beziehungen vielfältig verbu iden; ihre Auswirkungen sind auch im kulturellen Leben spürbar geworden. Sechs Stuttgarter Buchbinder haben Hof und Universität in Heidelberg in dem zweiten Jahrhundertviertel mit ihren Einbänden versorgt. Der bedeutendste und zugleich früheste Meister unter ihnen ist Konrad Kühne, der in der Palatina mit sieben Arbeiten vertreten ist. Ein gewisser altertümlicher Duktus fällt bei seinen Entwür­ fen auf, vielleicht durch den Gebrauch einiger spätgotischer Stempel hervor­ gerufen. Seine Rollen lassen aufmerken: sie sind vortrefflich geschnitten. Zwei Rollen mit Putten und eine Laubstabrolle mit zwei Köpfen stammen von der Hand des Stechers mit dem Hahn. Die figürlichen Stücke zeigen gangläufige Themen: Tugenden und Salvator, sind aber frei von dem lähmenden Gleichmaß der späteren Massenproduktion. Das Datum auf den Rollen 1535 dürfte den Beginn von Kühnes Tätigkeit bezeichnen. Einzelstempel, in die umrahmenden Leerstreifen gedruckt, geben dem abwechslungsreich aufge­ teilten Entwurf ein gefälliges Bild. Die sieben palatinischen Einbände verteilen sich nach den Druckjahren der Bücher auf die Jahre 1536-59. Sie sind stets in weißes Schweinsleder gebunden und nur blind bedruckt (während in Hei­ delberg der mittlere Streifen in der Regel vergoldet ist). Drei Einbände sind von Ulrich Fugger alt aufgekauft worden, zwei von ihnen kamen aus dem Besitz eines vuolfgangi Taluser medici Vuirtenbergensis. Der Kaufpreis Tai. xix war verhältnismäßig hoch, « 7 patz zupinden ». (II 12. III 105. 109. IV 197. 318. V 139. 1376. 1947). Eine plauderfreudige Mitteilsamkeit zeichnet die Stuttgarter Einbän­ de aus. Die vortreffliche einheimische Stecherkunst und die Nähe des be­ rühmten Stechers NP wurde von den Buchbindern trefflich genutzt, z. B. von Wilhelm Funck auf Pal. V 300. Auf ihren weißen Schweinslederbän-

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den hebt sich das zierliche Belief der figürlichen Bollen in scharfer Prägung hervor und gibt im Zusammenhang mit der klaren Aufteilung, dem Ab­ stand zwischen Bahmen und Mitte, den sparsam verstreuten Stempeln ein anmutig belebtes Bild. Zwei Einbände eines Stuttgarter Binders, der durch den Gebrauch einer frühen N? Bolle mit alttestamentlichen Helden als Gedion-Meister bezeichnet wird, sind durch späteren Ankauf nach Heidel­ berg gekommen I I 335 und V 1297. Der eine Band, 1558 gebunden, gehörte dem Grafen Wolfgang von Löwenstein, der andere zeigt im äußeren B ah­ men die deutsche Passung der Untugendenrolle: Heid — Geitz — Traghait — Hoffartt, die auf die Holzschnittfolge des Jörg Pencz zurückgeht und noch zwei weitere Varianten bei dem Klosterbuchbinder in Gengenbach und bei dem sogenannten Hoffart-Meister in Stuttgart gefunden hat. Von beiden sind Einbände in der Palatina Chigi IV 68 und Pal. IV 237 vorhan­ den. Von den führenden Stuttgarter Buchbindern um die Jahrhundertmitte ist Michael Hermann mit drei Einbänden vertreten, korrekte Arbeiten oh­ ne wesentliche Eigenart IV 608. V 1685 und 1734. Selbst seine Tugenden­ rolle, von N? 1551 geschnitten, bleibt indifferent. David Liesche hat noch 1574 für den Pfalzgrafen Ludwig einen einfachen Bolleneinband IV 279 geliefert. Jakob Schedel schliesst sich ihnen mit einem handwerklich vor­ trefflichen Bolleneinband I I 191 an, auch dieser bereits aus vorgerückter Zeit. Der figürlich^ Bollenschnitt, am Oberrhein eingeleitet, in Schwaben zu heiterer Beredsamkeit entfaltet, fand in Speyer eine bedeutsame Wei­ terbildung durch einen Stecher, der aus dem Kreis der Plakettenschneider hervorgegangen und wahrscheinlich selbst ein Konterfetter gewesen ist. Bildnisköpfe und Büsten werden viereckig gerahmt und in langen Beihen aneinandergereiht. Unter jedem Bild steht der Name des Dargestellten; zu der instruktiven Schau tritt das belehrende Wort. Mit dieser Verbindung von Wort und Bild — so wichtig später auf den Bollen in Wittenberg! — wur­ de die äussere Entwicklung der figürlichen Bollen abgeschlossen. Sache des niederrheinischen Meisters N? war es nur noch, denselben inhaltlich ei­ nen letzten erschöpfenden Ausdruck zu geben. Der Buchbinder, der diese Entwicklung durch den Ankauf fast aller Bollen des Speyerer Stechers för­ derte, ist mit seinem Namen durch den handschriftlichen Eintrag in einem Buch, das er gebunden hat, bekannt: Ysengrinius aus Speyer, der Buchfüh­ rer Eisengrein. In den 30er und 40er Jahren hat er die Universität Heidel­ berg mit einer grossen Anzahl von Einbänden beliefert. Seine Arbeiten sind t m . x x an Originalität und künstlerischer Aufgeschlossenheit den Einbänden des Tübingers Schwickart artverwandt. Ausser den meisterlichen Schnitten Abb. u des Speyerer Stechers besass er eine Pärchenrolle in Medaillons mit Vasen und eine Köpfchenrolle gleichfalls mit Vasen, dazu eine Tugendenrolle, die, obwohl Handelsware, noch immer die Frische einer frühen Konzeption an sich trägt. Die Mitte, die bei ihm genau wie in Heidelberg gern durch Ver­ goldung hervorgehoben wurde, schmückte er mit einem gotischen Bauten­ gerank oder mit einer negativ geschnittenen Banke, die aus palmwedelar­ tigen Blättern zusammengesetzt ist, oder mit der einzigen negativen Tugen4 (216)

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14. Rollen aus Basel Pal. I 194

Heidelberg Pal. II 313

Speyer-Eisengrein Pal. V 1653

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denrolle, die der Speyerer Stecher geschnitten hat. Die Rücken, bei Eisen­ grein stets verziert, sind mitunter mit zwei grossen gotischen Knospenstem­ peln überdruckt, von drei Leerkreisblüten begleitet. Dieser letztere Stem­ pel erinnert an den Katharinen-Meister in Heidelberg, der ja auch aus Speyer kam; hier sprach bei beiden der gleiche landschaftliche Stil. Eisengrein hat nur Rolleneinbände gearbeitet. E r beginnt in der Mitte mit einem schmalen und meist vergoldeten Streifen, gibt der Vergoldung durch zwei begleitende blinde Rollenstreifen Nachdruck und umrahmt erst dann mit einem Leerabstand hart am Rand. Ein Zug ins Senkrechte, durch die vielen mittleren Rollenstreifen hervorgerufen, herrscht vor. Eisengrein betont ihn bewusst; indem er mit vorschreitender Zeit den Rahmen immer enger an die mittleren Streifen schob, tritt dieser Längszug doppelt deut­ lich hervor. In den 40er Jahren gewann die Vergoldung bei Eisengrein an Gewicht, durch eine Verbindung der Palmettenrolle mit dem Rautengerank hervorgerufen. Beide regten, negativ geschnitten, zur Auflage von B latt­ gold an. Der Buchbinder steigerte den Effekt, indem er die farbige Skala vom reinsten Hochgold in dem Mittelstreifen, über eine abschwächende _ Rauscheivergoldung an den Seiten, zum reinsten Blinddruck im Rahmen übergehen liess, z. B . IV 85. Bei diesen prunkvolleren Bänden wurde in der Tat. xx Regel braunes Kalbleder, nicht das Schweinsleder, verarbeitet. Schon zeig­ ten sich bei Eisengrein bestimmte ästhetische Grundsätze, die später für den Pfalzgrafen Ottheinrich bei den Vorschriften für seine Bibliotheksein­ bände massgebend geworden sind. Der Bezug neu erschienener Bücher von den Messen in Frankfurt war für Heidelberg ebenso naheliegend wie es für die Landgrafen von Hessen in Darmstadt war (A. Schmidt S. 74 ff). Frankfurter Buchführer nahmen die Belieferung in die Hand. Sie schickten die Bücher nach Hessen wie nach Heidelberg schon gebunden zu. Drei frühe Meister taten sich in den 40er Jahren hervor. Ihnen folgte in der Mitte des Jahrhunderts eine grosse Zahl weiterer Meister nach. Die Belieferung des Hofes und der Universität von Frankfurt aus hielt auch noch vor, als es in der Stadt keineswegs mehr an guten Meistern gebrach. Zunächst lieferten sie vorwiegend ausländische Drucke, vor allem aus Lyon und aus Basel (nur einmal Venedig). Später wa­ ren es einfach die wichtigsten Neuerscheinungen, die man sich von Frank­ furt, dem grossen Buchumschlagplatz, gleich gebunden kommen liess. Für die Universität wie für die Pfalzgrafen war Frankfurt der gegebene Mittelpunkt für das Buchgeschäft; weder Leipzig als Messestadt, noch Wittenberg haben für sie eine bedeutendere Rolle gespielt. Als es galt, einen repräsentativen Bibeldruck mit den Bildnissen der Pfalzgrafen herauszugeben, wurden Frankfurter Drucker und Frankfurter Illustratoren damit beauftragt. Diese betonte Unabhängigkeit der südwestdeutschen Fürsten und Städte von dem protestantischen Zentrum in Wittenberg hat nicht zuletzt den Grund für das Aufblühen des Frankfurter Bücher­ marktes und für den langsamen Zerfall der Wittenberger buchbeherrschen­ den Ära gegeben. Der früheste Buchbinder aus Frankfurt, der die Universitätsbibliothek

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taf.

x x ii

Tai.

x x iii

Der Rolleneinband

in Heidelberg mit Tier Bänden belieferte, ist durch einen spätgotischen rhombischen Stempel, einen steigenden Panther, gekennzeichnet. E r schmückt in der Regel die Ecken der breiten Leerstreifen, die der Meister gefällig zwi­ schen die einzelnen Rollenrahmen schiebt, während die Mitte ein Rauten­ gerank oder eine Reihe von Stempeln deckt. Nie wird ein mittlerer Schmuck­ streifen vergoldet, wie es in Heidelberg oder Speyer der Pall war. Aber der Eckstempel in dem Leerrahmen oder ein Blütenstempel auf dem Schnitt­ punkte der Umrahmungslinien werden gern mit einer Auflage von Gold be­ druckt. Der Umsatz des Meisters muss gross gewesen sein. Er belieferte das Kloster des Predigerordens in Colmar (ebenda 16290) und die Mainzer K ar­ meliter mit mehreren Bänden; der Einband aus der Hofbibliothek in Stu tt­ gart kam aus Mergentheim (Budaeus Com. linguae graecae. Basel 1536). Seine Tätigkeit fällt vornehmlich in das dritte Jahrzehnt, muß aber — nach einem Druck aus der Palatina — noch bis 1546 gedauert haben Stamp. Barb. M IV 12. Pal. III 28. IV 495 und 1059. Ihm nach Rollen und Stil nahe verwandt ist der Saclisenliausener Meister, der seinen Namen nach dem von ihm gebundenen Urkundenbuche « Das Haus Gelende zu Sachsenhausen 1552» trägt (Düsseldorf St A). Das Buch, eine Pergamenthandschrift mit grossen Sie­ geln, ist durch einen reitenden Ritter-und Greifenstempel in dem rhombi­ schen Rollengeviert ausgezeichnet, im übrigen aber mit typischem Frank­ furter Stempelmaterial ausgeschmückt: die Kamillenblüte, die Köpfchen­ rolle mit Frau, Narr, Schelm, Frau, Narr, Neger, oder eine Rolle mit zwei Negern und einem fast an einen Indianer erinnernden Kopf; dazu eine Frauenflgurenrolle mit zwei Vögeln, die in einen Ring beissen. Mehrere Arbei­ ten des Meisters befinden sich in Bremen X I I I la 20 und X II lc 139 unter den Büchern des Goldast, der längere Zeit in Frankfurt lebte. Das eigenartige Schellengehänge wiederholt sich auf dem palatinischen Einband IV 1159, während ein zweites Werk II 325 aus der Palatina einen ruhigeren Aufbau mit mehrfachen Leerstreifen zwischen Rollenrahmen und mittlerem Rau­ tengerank zeigt. Der Sachsenhausener Buchbinder hatte beide Einbände für die Heidelberger Universität geliefert. Auch der dritte Meister geht mit den beiden vorgenannten in der Wahl seiner Rollen überein. Auch er hat das Motiv des Vogels, der in den Ring beisst, dazwischen zwei springende Hunde, ausserdem zwei verschiedene Fassungen des Parisurteils, als Köpfchen und als Halbfiguren. Diese letz­ tere, schon oft gebraucht und im Motiv überaus häufig geschnitten, fällt dadurch auf, dass Paris mit seiner Krone nicht aus Schalen, sondern aus einer Tulpenblüte auf wächst; dieser «Tulpenkönig» hat dem Meister seinen Namen gegeben. Vier Bände sind von ihm in die Palatina gekommen, nur einer von ihnen trägt den Vermerk der Universitätsbibliothek W$. Die drei anderen, erbaulich- kirchlichen Charakters, dürften aus ehemaligen Klosterbi­ bliotheken in die Palatina gekommen sein. Für einen klösterlichen Vorbesitz spricht auch eine Vorliebe für altertümliche Schmuckformen, die in dem Streumuster mit grossen gotischen Rosetten und Lilien zum Ausdruck kommt. Diese Lilien verraten, wie die Rankenrolle mit gepunkteter Ein­ fassung, einen linksrheinischen Einschlag. Vielleicht, dass der Buchbinder

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aus dieser Gegend kam. Ein Einband von ihm befindet sieh heute in Mainz X I I I 2° 721; die palatinischen Bände sind II 302. V 22. 1965 und R I IV 857 signiert. Mit der Einführung der N3 Rollen in Frankfurt, die seit den 50er Ja h ­ ren mit Vorliebe von den städtischen Meistern, wahrscheinlich bei der Bü­ chermesse, gekauft wurden, war ihnen zwar ein ausgezeichnetes Rollenma­ terial gegeben, aber die Handhabe desselben glitt mehr und mehr in ein allzu ausgefahrenes und gewohntes Bett. An sich schon haftet den Rolleneinbän­ den die Neigung zu einer gewissen Gleichförmigkeit an. Und diese verstärk­ te sich, je grösser der Umsatz wurde. Die Frankfurter Rolleneinbände des spä­ teren 16. Jahrhunderts ähneln einander sehr; sie schematisierten sich. Nach den nichtssagenden Präliminarien der Kranzrolle am Rand folgen mehrere Rollen zur Umrahmung, von Streifen mit Einzelstempeln unterbrochen, während in der Mitte kleinmustrige Stempel oder Rollenstreifen einge­ schoben sind, alles blindgedruckt. Thomas Drechsler, der den Landgra­ fen von Hessen wie die Pfalzgrafen belieferte, versuchte es, seine Rollen­ einbände durch das Hinzufügen ornamentaler, ursprünglich zum Vergol­ den bestimmter Rollen interessant zu machen, aber er erzielte damit kaum ein anderes Bild. Diese gleichmässig umrahmten Bände fallen in erster T»f. xxm Linie durch die charakteristischen Rollenschnitte des iP auf, von dem Drechsler eine Salvator-, Rechtfertigungs-und Königsrolle besass. Zu ihnen kommt auf den palatinischen Bänden noch eine Tugendenrolle N3 1559 hinzu, die ursprünglich im Besitz eines Strassburger Buchbinders H. H. war, der — vielleicht sein Lehrmeister — dieselbe mit eigener Kranzrolle und eigenen Stempeln gebrauchte, ehe er sie dem Drechsler überliess. Jedenfalls tritt sie seit 1561 nur noch mit Rollen und Stempeln des Drechsler auf vier palatinischen Bänden II 96. 135. 158. V 259 auf; der letzte Band ist überdies mit zwei Platten geschmückt: Justitia und Lucretia, von dem Wittenberger Stecher MV geschnitten. Mit diesen und den Bildnisplatten der Reformatoren glitt Drechsler endgültig in das Fahrwasser eines nivellierenden und von Wittenberg aus bestimmten Geschmacks. Im Stil nah verwandt ist Jö rg Kundt aus Hanau I.K .H ., gleichfalls ein Frankfurter Buchbinder, der im Bürgerbuch zwischen 1540 und 85 nach­ weisbar ist. Auch er besass eine N3 Rolle, eine Marienrolle von 1558; auch er liebte es, die figürlichen Rollenstreifen in der Mitte durch eine ornamen­ tale Leiste (bei ihm nur eine halbe Kranzrolle) zu neutralisieren V 512 und 1797. Sein Umsatz freilich stand hinter dem des Drechsler weit zurück. Einen besonderen Abnehmerkreis hatte sich der Volksbüchermeister in Frankfurt geschaffen; er band vornehmlich die deutschen, von gebildeten Laien begehrten Bücher, die Ritterromane, den Theuerdank und deutsche Kräuterbücher ein. Einen dieser deutschen Bände II 142 hat er dem Pfalz­ grafen Ludwig nach Amberg 1567 geliefert; andere der gleichen Art sind z. B. nach Zwickau in die Ratsschulbibliothek gekommen (X X X I 1. 6). Mit dieser volkstümlichen Literatur hängt es zusammen, dass er seine Ein­ bände gern mit erzählenden Bilderplatten schmückt. Auch der kleine Vogel-

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Tar.

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Stempel auf dem Zweig, den er zumeist über die Platten druckt, hat etwas liebenswürdig Beschauliches z. B. V 265. 406. 1787. 1839. Eine schmale Salvatorrolle des bP 1559, auf einem der palatinischen Bände IY 633 gebraucht, gibt uns für einen Frankfurter Buchbinder, der durch seine Einbände für Hartmann Beyer bekannt geworden war, einen willkommenen Zusammenhang. Die äussere Umrahmung bildet hier näm­ lich eine interessante Fürstenrolle mit den Köpfen von Landgraf Philipp von Hessen, Herzog Wilhelm von Jülich-Cleve und Herzog Moritz von Sachsen, ein vortreffliches, sicher vom Meister bP geschnittenes Stück, und zeitge­ nössisch besonders interessant; spiegelt es doch den Zusammenschluss die­ ser Fürsten kurz vor dem Ausbruch des Schmalkaldener Krieges zurück. Diese Rolle, mit einer breiten Salvatorrolle gebraucht, die von Haebler auf einem 1557 gebundenen Bande nachgewiesen ist, blieb zunächst ohne Zusam­ menhang; fügt sich aber jetzt auf Grund der palatinischen Bände dem Werk des Hartmann Beyer-Buchbinders überzeugend ein. Zwei weitere Bände mit diesen Rollen waren nach Bremen mit den Büchern des Goldast gekommen (X III 3a 12 und I II lb 25), ein weiterer ist nach Dresden versprengt worden (Hist. Gail, prov. 159 m). In der Palatina ist die Fürstenrolle allein auf dem Bande V 1747 gebraucht, die breite Salvatorrolle aber kommt im Zusammenhang mit einer der schönsten Golddruckplatten des Meister iP auf dem Einbande xxv der Sammlung Chigi V 1812 (alte Palatina-Nummer lat. 1949) vor. Der abgebildete Band gibt von den Rollen und Platten des bP, gerade weil sich der Buchbinder in ihrer Anwendung geschmackvoll zurückhielt, eine vor­ treffliche Vorstellung. Denn auch die Salvatorrolle, die die prächtig ge­ schnittene Golddruckplatte in der Mitte umgibt, dürfte, selbst wenn sie sein Zeichen nicht trägt, von dem Meister bP geschnitten worden sein (die Gro­ teske über dem Moses stimmt mit der gleichen auf der bP Rolle 53a aus Allerheiligen eng überein). Für diese vergoldeten Bilderplatten war in Frankfurt bereits eine gewis­ se Bereitschaft gegeben, die durch die aus Sachsen zugewanderten Buch­ binder, z. B. Drechsler, wie durch den Buchhandelsverkehr mit Wittenberg gefördert war. So trägt ein frühes Bändchen der Frankfurter Stadtbibliothek (Biblia M. P. Gr. 302 A) bereits eine vergoldete Kreuzigungsplatte in der Mitte, von einem ziemlich altertümlichen Blinddruckrahmen mit einem Va­ senmotiv umgeben. Die gleiche Platte begegnet uns auch auf einem pala­ tinischen Band V 764. Vor allen aber scheint der Meister mit der grossen bP Platte I und Ia, die Opferung Isaaks und den Sündenfall betr., in Frankfurt gelebt zu haben, trotzdem die begleitenden Stempel, eine Vogelranke und der kleine, ver­ goldete Frauenkopf, sehr ähnlich dem gleichen Stempel bei Michael Heynrichs, zunächst eine Antwerpener Herkunft vermuten liessen. Vielleicht war er ein zugewanderter niederländischer Protestant. Denn der Umstand, dass drei Bände von ihm nach Heidelberg geliefert wurden, die ausdrücklich für Pfalzgraf Ludwig 1562 gebunden waren, während andere mit den verschie­ densten Druckorten versehene Bücher in zahlreiche deutsche Bibliotheken des Umkreises gekommen sind, lässt den Sitz der Werkstatt an einer zentra-

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len Buchstelle, in Frankfurt, zur Gewissheit werden. Die palatinischen Bände sind mit einer Marienrolle des NP von 1550, die negativ geschnitten und zur Vergoldung bestimmt war, umrahmt, einem sehr seltenen Schnitt, denn fast alle anderen Rollen des ISP waren für den Blinddruck bestimmt. Der Band II 43 hat als zweite Umrahmung eine schmale Stehfigürchenrolle, die Karl Tat. xxiv den Grossen als Ritter, Simson im Kampf mit dem Löwen und Herkules mit Antäus ringend zeigt. Die Rolle ist unsigniert und kann nicht dem ISP zugeschrieben werden. Eher schon steht sie einer negativen Stehfigürchen­ rolle aus Nürnberg nah, wie sie auf Pal. V 57 verwendet ist; vielleicht ist sie von demselben Stecher bezogen. Während die vorschreitende Entwicklung auch in Frankfurt einer Verbindung von Rollen und Platten den Vorzug gab, und man selbst von dem Meister iP in steigendem Maße Platten und vergoldete Rollen verlangte, wirkte sich seine wichtigste Mission, den Blinddruckrollen eine letz­ te künstlerische Ausgestaltung und inhaltliche Erfüllung zu geben, in seiner Heimat selbst, auf den Einbänden im mittleren und niederen Rheingebiet aus. So arbeiteten in Mainz zwei Meister mit den Rollen des N?. Der Au­ gustiner Meister, der eine ungezeichnete, aber ersichtlich von iP geschnit­ tene Marienrolle besass und in der Palatina mit einem grossen Rollenein­ band I I 132 mit ausgesparten und überkreuzten Ecken vertreten ist, wandte sich später in stärkerem Maße der Verwendung grosser ornamentaler Mittel­ platten zu, die Rollen nur noch zur Umrahmung gebrauchend. Ein anderer Meister H. M. lässt der Medaillonrolle des 3P allein das Wort II 124. In Worms scheint eine einheimische Stecherwerkstatt gearbeitet zu haben, die sich vorwiegend im Schnitt von Medaillonrollen (mit einem leise karikierenden Zug bei den Köpfen) gefiel. Das abgebildete Agendabüchlein aus Worms V 1287 zeigt diese Eigenart auch bei den Rollen mit den musi- Tai. xxi zierenden Putten. Im ganzen linksrheinischen Gebiet waren die Medail­ lonrollen vor allem beliebt. Eine Rolle mit Doppelbildnissen im Medaillon­ rahmen, auch hier die Köpfe in übertriebener Ausdruckssteigerung, dürfte in Speyer gebraucht worden sein. Sie ist auf drei Bänden der Palatina V 1552. 1830 und 2011 verwendet worden. Ein anderer Typ der Medaillonrol­ len scheint in Kaiserslautern aufgekommen zu sein; jedenfalls fand sich ein solcher auf einem Colmarer Einband (704 J ) mit dem Eintrag «Pro Conventu Caesarimontano » vor. Zwei sehr ähnliche Fassungen schmücken die palatinischen Bände II 253 und V 902. Eine ganz bestimmte etwas ländliche Gattung von Einbänden bildete sich in Simmern, der Residenz der pfalzgräflichen Seitenlinie. Mit Handels­ rollen viel verbreiteter Art, Tugenden- und Rechtfertigungsrollen, und gros­ sen Rosetten und Eichelstempeln sind die Einbände sauber, wenn auch nicht sehr standfest, geschmückt: Stamp. Barb. M III 58. Pal. I I 45 und IV 507. Einer Tat- XXVI derselben war für Herzog Friedrich, später Kurfürst Friedrich III. von der Pfalz, der andere als Geschenk an den Pfalzgrafen Ottheinrich bestimmt. Auf der Platte der Rückseite nennt sich hier der Meister mit seinen Initia­ len V. S. Überhaupt mehren sich die Buchbinder-Initialen (wahrscheinlich von Köln angeregt) in der linkrsheinischen Pfalz. Ein mit figürlichen Rollen

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indifferent geschmückter Band trägt inmitten einer Perlrolle die Initialen xxvir S.Z. I I 543. Ein anderer palatinischer Band IV 134 ist mit den Initialen J .K . und J.K .S . ausgezeichnet, wobei der letzte Buchstabe wahrscheinlich auf Simmern zu deuten ist. Jedenfalls befand sich ein Einband des Meister J.K ., der nach Bremen I c. 21 kam, laut Eintrag in dem Besitz eines Pfalz­ grafen Kasimir. Diese Rolle des Meisters J .K . in ihrer altertümlichen Or­ namentik mit kleinen grotesken Figuren, dem Mann mit der Zipfelmütze, dem davonlaufenden Schwein wurde in Simmern und Lothringen vorbild­ lich. Wir finden ähnliche Motive, dem Muster der Bortenweberei entlehnt, auf Einbänden in Trier und zwar in drei verschiedenen Fassungen vor, alle drei durch die Figur eines Mannes in Hockstellung gekennzeichnet. Unter den palatinischen Bänden befindet sich ein Einband mit einer ähnlichen Groteskenrolle, die Masken, dreiseitige Wildmännerköpfe, Sonnen, Fliegen, Tai. xxi Quasten und Bälle vereint V 1854. Der Band dürfte in Aachen gebunden worden sein. Sehr ähnliche Rollen hat Hulshoff X X V III 1 und 5 mit der Doppelsignierung H. G. und J . B . abgebildet; sie deuten wahrscheinlich auch auf einen Meister im Maasgebiet. Die Fliegen in der Ornamentleiste des A a­ chener Bandes kehren in dem Bordürenschmuck eines fast ganz verwit­ terten Bändchens aus Metz VT 126 wieder. Hier sprach schon ein rein franzö­ sisches Motiv. Durch die politischen Beziehungen zwischen Heidelberg und Köln wäh­ rend des Reformversuches des Erzbischofs Hermann von Wied in den mitt­ leren 40er Jahren, mehrte sich der gegenseitige geistige Austausch und mit ihm die Zusendung von Büchern. Eine kleine in sich geschlossene Sammlung von kölnischen Einbänden findet sich in der Palatina vor. F ast jeder der grösseren Meister ist vertreten und alle mit Rolleneinbänden, wie es um diese Zeit in Köln üblich war. Von dem Meister I. v. B. ist noch ein reiner Ornamentleistenentwurf 1538 für den Subdekan in Köln, Graf Thomas von Rieneck, gebunden worTai. xxviii den I I 349. Die Anordnung der Rollen ist typisch für Köln: stets mit einem Respektrand versehen, setzt die Umrahmung eingerückt ein, über­ schneidet sich aber und wird bis zu den Kanten durchgeführt. Innerhalb des Rahmens schliessen sich die senkrechten Rollenstreifen unmittelbar an. Von den zahlreichen Buchbindern, die in Köln mit den Rollen des BP arbei­ teten, sind drei treffliche Beispiele in die Palatina gekommen: ein Einband des Meisters der Gewandschneiderakten mit dem zierlichen Spitzenwerk seiner Stempel innerhalb der umrahmenden Tugendenrolle des BP V 954, der abgebildete Einband des Parismeisters, der mit einer der schönsten Arbei­ ten des iP , einer Ranke mit Medaillons und kletternden Putten, verziert ist Tai. xxix V 966, und der reizvolle Entwurf des Dietrich von Osterfeld (Meister vom K o ­ lumba Quartier) mit dem einbeschriebenen, von einer grotesken Rolle gebilTai. xxix deten Rhombus im Mittelfeld V 1280. Das Buch, die Histori von Kayser Octaviano, gehörte in Pfalzgraf Ludwigs Amberger Bibliothek. Als Einzelgän­ ger ist ein niederrheinischer Einband provinzieller Prägung, dem westfä­ lischen Meister O.M. stilverwandt, in die Palatina gekommen V 1145. Mit den kölnischen Meistern und dem Stecher iP schliesst die EntTai.

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Wicklung des Rolleneinbandes in seiner letzten Vollendung rühmlich ab. Was in der zweiten Jahrhunderthälfte an Rolleneinbänden entstand, blieb sowohl im Schnitt der Rollen wie in ihrer Anwendung ohne individuelle E i­ genart. Der Bezug von Handelsrollen, vornehmlich aus Wittenberg, über­ schwemmte die heimische Produktion und schrieb ihr auch im eigenen Schaffen ihre Motive vor. Für die Buchbinder aber wurde neben den Rollen die flächenausfüllende Platte — schon aus praktischen Gründen — mehr und mehr bedeutungsvoll. Bei Einbänden festlicheren Charakters bot sich künftig der vergoldete, vorwiegend ornamental ausgeschmückte Prachteinband an. Die Zeit charakteristischer Rolleneinbände war vorbei. Und nicht für die Buchbinder allein. Auch für die Stecher war eine lange Entwicklung zum Abschluss gekommen. Von Urs Graf ausgehend, hatte sich der figürliche Rollenschnitt über die schwäbischen Meister und den Eisengrein - Stecher fortschreitend entwickelt. Durch den niederrheinischen Meister N? wurde er zu einem letzten vollendeten Ausdruck gebracht. Die originelle Ausgestal­ tung der Rolle war nach allen Seiten erprobt. E s gab nichts mehr zu sagen auf diesem Gebiet.

3. K apitel Die Ottheinrichbände

Die Pfalzgrafen waren von jeher durch ihre Bücherfreundschaft bekannt. Ludwig III. hatte sich, angeregt von den Reformbestrebungen auf dem Konstanzer Konzil, eine ansehnliche Sammlung von Handschriften in dem Hei­ delberger Schlosse angelegt; sein Interesse galt auch der deutschen Litera­ tur. Deutsche wie lateinische Handschriften wurden von ihm in das neu gegründete Kollegiatstift zum Heiligen Geist an der Universität Heidelberg 1438 gestiftet. Die Bücher waren in Bretter gebunden und mit verschieden­ farbigem Leder ohne Verzierung überzogen. Einige von ihnen trugen auch einen grünen Seidenbezug und waren mit vergoldeten Haken und Schliessen versehen. Die Bestrebungen Philipps des Aufrichtigen um eine Bele­ bung der klassischen Wissenschaften in Heidelberg und die Begründung der Rheinischen Gesellschaft durch Celtes bereicherte auch die Büchersamm­ lung im Schloss. Unter seinen Söhnen, Ludwig V. und Friedrich II. freilich hielt sich die Bibliophilie wie das geistige Leben an der Universität in enge­ ren Grenzen zurück. Die beiden Einbände mit dem Bildnis und Wappen Ludwigs V., zwei medizinische Handschriften umschliessend, die aus der Palatina nach Heidelberg zurückgegeben wurden, sind erst nach dem Tode des Fürsten 1554 von dem Vorgänger des Meisters F.D . in Heidelberg einge­ bunden worden. Die prunkvollen Einbände aber, die mit der schönen Bild­ nisplatte Friedrichs II. ausgeschmückt sind, gingen auf Geschenke seines Neffen und Nachfolgers Ottheinrich zurück und waren durch seine Initia­ tive hervorgerufen. Das Fürstentum Pfalz-Neuburg, in dem Ottheinrich residierte, war nur

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klein. Seine geistige Eegsamkeit drängte nach ausserhalb. In Reisen und fürstlichen Besuchen wünschte er der heimischen Enge zu entgehen. Wie sein Bruder Philipp im Feld, so strebte er darnach, auf dem Gebiete der Kunst seine Tatkraft und sein grosses künstlerisches Verständnis einzu­ setzen. E r baute leidenschaftlich und sammelte Kunstwerke, Kleinodien und Seltenheiten, soweit es in seinen Kräften stand. Später in beschränkten Verhältnissen suchte er wenigstens eine Sammlung von Münzen und Hand­ schriften mit reicher Miniaturmalerei zu erwerben. Von diesen Handschrif­ ten, meist Gebetbüchern und Bibeltexten, sind noch mehrere in der Palatina erhalten geblieben. Sie waren in der Begel in Bretter gebunden, mit schwar­ zem Sam t überzogen und mit silbernen und messingnen Klausuren versehen. Im übrigen aber besass der Pfalzgraf, eine dem unmittelbaren Erleben auf­ geschlossene Natur, zu den Büchern zunächst nur wenig Kontakt. E rst seit seiner Zuwendung zur Reformation wurde ihm das Sammeln von Druckschriften zu einer landesfürstlich-religiösen Verpflichtung. Das erste prunkvoll gebundene Buch aus seiner Bibliothek umschliesst die Kirchen­ ordnung, mit der er 1543 den Anschluss für sich und sein Land an die R e­ formation vollzog. Mit diesem Jah r begann auch der systematische Aufbau seiner Kammerbibliothek. Sie umfasste Handschriften und Drucke, die er in Neuburg, seit 1544 in Heidelberg und Weinheim erwarb und binden liess. Bei den Handschriften handelte es sich zumeist um alten Klosterbesitz und um Ankäufe, die ihm die Gelehrten in Zürich und Basel vermittelten. Die Drucke betrafen neben Medizin und Naturwissenschaften (die beson­ deren Interessengebiete der Pfalzgrafen von altersher) vor allem die ak­ tuellen Fragen der Zeit, politischer wie theologischer Art. Nach dieser Rich­ tung auch baute er die Schlossbibliothek in Heidelberg aus, sobald er 1556 als Kurfürst zur Regierung gekommen war. Die Bibliothek wurde beträcht­ lich vermehrt, der laufende Zuwachs sichergestellt und eine allgemeine Benut­ zung der Bücher, zum mindesten für die akademischen Kreise, durch ihre Aufstellung in der Bibliothek der Heiligen-Geist-Kirche in die Wege geleitet. Mit dieser Vereinigung der Schloss- und Heilige-Geist-Bibliothek hat er den Grundstein für die spätere Landbibliothek, für die Palatina, gelegt. Fast noch mehr als die Kammerbibliothek, die in des Pfalzgrafen persönlichem Besitz verblieb, trägt die Palatina den Stempel der Zeit. Im Vergleich mit anderen zeitgenössischen Bibliotheksgründungen, etwa durch Kurfürst August von Sachsen, tritt diese aktuelle Tendenz charakteristisch hervor. Hier eine Bibliothek aus der späthumanistischen Strömung der Fürstenschulen und Universitäten erwachsen und mit den besonderen Belangen des Landes in bestes Einvernehmen gebracht, mehr akademisch als theologisch eingestellt (wie man es in Sachsen als Mutterland der Reformation erwarten sollte), dort eine Sammlung der erregenden Neuerscheinungen der Zeit, viel weniger wis­ senschaftlich als zeitgeschichtlich bedingt von dem Widerstreit der verschie­ densten theologischen Meinungen, den die Pfalz stets von neuem durchzu­ kosten hatte, durchpulst und durch die zahlreichen politischen Flugschriften auf eine weite kosmopolitische Schau gestellt. Erst um die Jahrhundertwende trat der wissenschaftlich akademische Charakter der Bibliothek stärker hervor.

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E r begründete ihren Euhm wie ihr Geschick. Aber im Gesamtcharakter ist der Buchbestand der Palatina unmittelbarer, persönlicher, zeitbedingter als in jeder anderen deutschen Renaissancebibliothek. In dieser spontanen, alle Belange des Lebens umfassenden individuellen Prägung entsprach die B i­ bliothek der Persönlichkeit ihres Gründers. Und nicht in ihrem Buchbestand allein. Der Kammerbibliothek wie der späteren Landbibliothek hat Ottheinrich auch in ihrer äusseren Ausstat­ tung eine bis ins einzelnste gehende individuelle Kote gegeben. Für die Ein­ bände waren von ihm genaue Vorschriften erlassen worden. Sie trugen, und nicht allein in den Bilderplatten, die Züge seiner Persönlichkeit; auf dieser ruh­ ten Wirkung und Ruhm seiner Einbände mehr als auf der Schönheit des künstlerischen Entwurfes. Die Ottheinrichbände sind für uns heute wie der Ottheinrichbau am Heidelberger Schloss ein kultureller Begriff. Den typischen Ottheinrichbänden ging eine Anzahl Vorläufer und Ver­ suche voraus. Zu ihnen gehört ein blindgedrucktes Rollenbändchen, das der Augsburger Meister mit der Sonnenrolle gebunden hat und bereits den cha­ rakteristischen Aufdruck O(tt) H(einrich) P(falzgraf), die Devise M(it) D(er) Z(eit) und das früheste Bindejahr dieser Gruppe 1540 trägt. Er umschliesst ein medizinisches Buch und wird in der Neuburger Bibliothek Med. 45 ver­ wahrt. Auch der festliche Band für die Kirchenordnung wurde sehr wahr­ scheinlich nicht in Neuburg sondern an seinem Druckort, in Nürnberg, in Arbeit gegeben II 374. Sowohl der Wiegenfuss Stempel wie die doppelte Umrahmung verweisen in diese Stadt; ersterer rückt den Band in die Nähe eines Meisters bei Kyriss 115 (Haebler I 127); letztere steht im Stil den Ein­ bänden des Wilhelm Franck nah. Auch der mit Stäbchen bedruckte Gold­ schnitt bestätigt eine Nürnberger Provenienz. Rollen und Platten mochten in Nürnberg, wenn auch nach Wittenberger Vorlage gearbeitet worden sein. Die Porträtplatte, die an Stelle der Unterschrift einen zierlichen Putten­ fries zeigt, ist ein Nachschnitt der Platte Friedrichs des Weisen von Sachsen 1529, die der Wittenberger Buchbinder J . H. besass (Haebler I 188 P 3). Nur entfernt besitzt sie eine Ähnlichkeit mit der Bildnisplakette Ottheinrichs von Daucher 1520, obwohl sie ihn auf diesem Repräsentationseinband ohne Zweifel hatte vorstellen sollen. Die Platte der Rückseite, Venus und Amor, geht auf einen Wittenberger Schnitt von 1535 zurück (Haebler II 9 P 1). Auch die Puttenrolle ist der verkleinerte Nachschnitt eines Wittenberger Entwurfs. Mit diesem Ergebnis schien dem Pfalzgrafen nicht Genüge getan. Er nahm künftig für die Einbände seiner Kammerbibliothek einen Neubur­ ger Buchbinder in seinen Dienst, der, wie es scheint, in Augsburg ausgebil­ det war, denn er führte vorwiegend Augsburger Rollen in seinem Gepäck. Er band die Bücher in Holzdeckel mit weissem Schweinsleder oder braunem Kalbleder ein und verzierte sie mit Rollen im blinden Druck, während die Einzelstempel in der Mitte, besonders die Wappenstempel vergoldet, in R au­ schei oder nur blind aufgesetzt sind. Der Golddruck auf « Säuleder», den der Pfalzgraf in einer späteren Buchbinderanweisung rügte, ist auf sei­ nen Neuburger Bänden noch nicht vermieden worden. Die Kammerbibliothek Ottheinrichs kam, da es sich um seinen persön-

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liehen Besitz handelte, nicht in die Palatina, sondern wurde seinen Erben, den Zweibrückener Pfalzgrafen, nach Neuburg übergeben, wo sie sich auch, wenn gleich stark dezimiert, noch heute befindet. Nur vier Arbeiten des Neu­ burger Binders sind in die Palatina gekommen, zwei von ihnen 1543, zwei 1544 gebunden. Wie es scheint, hatte der Pfalzgraf eine grosse Anzahl von Büchern nach einem ihm zugesandten Bücherverzeichnis auf einmal bestellt, von denen ihm sein Buchbinder die Foliobände im ersten, die Quartbände im zweiten Jah r eingebunden hat. Der Aufbau der Rollen auf den Folio­ bänden erfolgte nach Augsburger Brauch entweder in zwei Vierecken über­ einander vorn, während der Rückdeckel mit Linien diagonal überstrichen Ta», xxxi ist, oder nur in mehrfacheh Umrahmungen II 69 und 117. Die Mitte schmückt « ain quartierts klaines schildlein, dorrin das pfaltzgrefische WapTaf. x x x i i penn » in bester Vergoldung. Von den beiden Quartbänden V 527 und 932, die 1544 gebunden sind, ist der eine mit einem blind gedruckten Jäger-Stempel auf dem Rückendeckel versehen, der andere ist einfach mit Rollen umrahmt. Im Exil 1544, nach dem Verlust seiner reichen Kunstschätze und der Übernahme der Landesregierung durch die Stände, fand Ottheinrich, der eine Behausung in Heidelberg am Kom m arkt gegen den Spitalbronnen bezog, in der Beschäftigung mit Büchern seinen reichsten Gewinn. In dem « hindergeheuse der herbirch zum hirsch stossendt» Hess er eine eigeneBuchbinderwerkstatt einrichten, die bei Annahme eines späteren Buchbinders als « alte Buechbinderstuben» bezeichnet, auch dem Meister, der sie zuerst innehatte, den Namen eines «Alten (ehemaligen) Buchbinders» geben mag. Der « alte Buechbinder » war mit dem Neuburger nicht identisch, obwohl er von ihm Schrift, Zahlen, kleine Wappen und zwei Stempel übernahm. Sie gingen in den festen Bestand der kurfürstlichen Werkstatt über, der sich um zahlreiche Stücke, teils neu erworben, teils von dem Buchbinder eingebracht, zu konsolidieren begann. Vor allem war es dem Pfalzgrafen um die Anschaffung vergoldeter Platten zu tun. So wurde sein Bildnis nun wirk­ lich lebensgetreu als Einbandplatte geschnitten, mit einer offenen Wappen­ platte, nach Matthias Gehrungs Wappenholzschnitt geschnitten, als Gegen­ stück. Auch die Bilderplatten von David und Anthaeus waren wahrschein­ lich doppelseitig geschnitten; ihre breiten gedrückten Formen dürften in Nürnberg hergestellt worden sein. Das «runde Pösslein» mit dem MeerfrauenTaf. x x x i i i muster des Jörg Pencz könnte wirklich ein Büchsendeckel gewesen sein, mit dem man über Blattgold das Leder bedruckte. Bei der Aufzählung der Platten ist ausdrücklich vermerkt, dass dem « weiblein so das alphabet reu­ tet (siebt), hinden dorrauf eine spes » stand, ein wichtiger Hinweis für uns, dass die Plattenschnitte in der Regel doppelseitig gearbeitet waren, um die Tai. x x x i i Metallplatte besser zu nutzen. Die antikisch gekleidete Frauengestalt, die eine Schale mit Buchstaben (die Lose des Geschickes) ausschüttet, geht auf ein zeitgenössisches italienisches Flachrelief in Bronze (Bange 829) zurück, zu dem es als Gegenstück eine Norne mit hoch erhobener und noch gefüllter Schale gab (Bange 828). Der Pfalzgraf wählte sich nur die erste Darstellung, um seinen Wahlspruch « Mit Der Z e it» zu versinnbildlichen, als Imprese aus. In Anspielung an dieses pfalzgräfliche Sinnbild Messen snh sein Buch-

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drucker Kilian in Neuburg die Norne als Signet in einem sehr vergröberten Holzschnitt, der alte Buchbinder in Heidelberg aber als Einbandplatte in vorzüglicher Darstellung schneiden. Nichts spricht dafür, dass Drucker und Buchbinder wegen Benutzung des gleichen pfalzgräflichen Sinnbildes miteinander identisch sind. Kilian war Drucker und Eentenschreiber in Neuburg; der alte Buchbinder lebte in Heidelberg. Wahrscheinlich am Ober­ rhein, in Basel, ausgebildet, führte er den neuen « welschen» Stil der vergoldeten Prachtbände in Heidelberg ein. Auch für den Blinddruck brachte er neues Material hinzu: die stehende Salvatorrolle, die Erauenfigurenrolle und das Paris­ urteil mit den Stadttürmen dazwischen, von denen man nicht sagen kann, ob sie vier von den sieben Weltwundern oder Gebäude aus den Mirabilien in Eom darstellen sollen. In seinen Entwürfen trat die oberrheinische Herkunft des Meisters deutlich hervor. Nur eine Eolle umrahmt, stets in weitem Abstand vom Eand gesetzt. Die Mitte wird zunächst in zwei E ollenVierecke aufgeteilt, die Eückseite nur mit Streicheisenlinien überkreuzt. Auf den ein­ fachen Eolleneinbänden werden nur Stempel und Schrift vergoldet. Die Foliobände sind in der Eegel bereits mit Beschlägen geschmückt, wie sie für die Ottheinrichbände später so typisch werden sollten. Seit 1547 wurde der vordere Deckel mit dem vergoldeten offenen pfälzischen Wappen bedruckt, das in das obere der beiden Bollenvier­ ecke eingefügt ist, während das untere einfach überkreuzt wird. Die Quartbände ergeben ein entsprechend vereinfach­ tes Bild. Die palatinischen Einbände des alten Buchbin­ ders mit dem Wappen sind auffallend schlecht erhalten; auch von den Exemplaren, die sich heute in Mainz befin­ den, wird das gleiche gesagt. Vielleicht war das Leder, das in diesem Palle verarbeitet wurde, nicht dauerhaft. Denn in allen technischen Fragen zeigte sich der Meister aufs beste vertraut. E r hat die Vergoldung auf dem modisch beliebten Leder, grünem Maroquin, wie auf dem braunen glänzenden Kalbleder vortrefflich ausgeführt. Der grösste Teil seiner vergoldeten Bände, die er seit 1545 arbeitete, befindet sich heute in Eom. Nur die Nornenplatte lässt sich noch auf einzelnen Einbänden in Mainz und Neuburg nachweisen, und auch nach München sind einige Prachtbände gekommen. Diese vergoldeten Einbände des alten Buchbinders bilden einen völlig eigenen Typ; sie sind ein Versuch. Unabhängig von italienischen wie französischen Vorbildern mischen sie ornamentalen mit deutsch figürlichem Schmuck, 15 der in seiner eigenwilligen Prägung auf dem abgebildeten Parisurteil mit Band V 1533 vor allem gut zum Ausdruck kommt. Einige Stadtansickten dieser Bände mit dem runden Meer-frauenmuster] im Pal. IV 106

am. 15

Taf. XXXIII

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Taf.

x x x iii

Abb. 16/17

Mittelpunkt werden mit Linien im Rhombus umrahmt, die Ecken mit Bogen verschliffen, ein eleganter Entwurf V 46. Andere mit gleicher Platte werden nach deutscher Art mit blindgedruckten Rollen rhombisch und rechteckig umrahmt (München Ju s. Can. P 137). Jeder Entwurf fällt anders aus, und nicht nur wegen der zahlreichen verschiedenen Platten, von denen manche, wie das « uberlengets labwerg» nur einmal verwendet worden sind (Montebaur Taf. 35,1). Das Muster ist nach den mauresken E n t­ würfen des Peter Flötner gearbeitet und steht im Zeichen jenes entdeckungs­ freudigen Stiles, der italienische Schmuckformen in deutsche Stilsprache übertrug. Auch bei seinen Schnitten experimentierte der Buchbinder. Einer derselben ist — ganz ungewöhnlich — braun gefärbt und schwarz

16.

Abb. 18-20

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« ain uberlengets labwerg » Pal. V 1708

17. «ain klaines wegrecbt welsches labwerg» München SB Chron. 39

mit silberversetztem Rauschei bestempelt Y 1546, ein anderer V 1533 rot und vergoldet. Auf zwei Bänden ist der Goldschnitt, jede Schnittseite ab­ weichend, mit Ranken, Wappen und Schrift in einer flockigen Ziselierung bedeckt V 46 und 1708. Petrus Betz hat von diesen Schnitten viel gelernt. E s lässt sich nicht sagen, warum der alte Buchbinder zwar die Wappen­ platte des Pfalzgrafen sehr oft, das Bildnis aber, das auf der anderen Plat­ tenseite eingraviert war, bis auf einen Einband I I 342 niemals verwendet hat. Vielleicht mochte es der Pfalzgraf für opportun halten, sich, solange er in Heidelberg als Gast bei dem regierenden Kurfürsten wohnte, mit seinem eigenen Bildnis nicht hervorzutun. Dagegen liess er mit betonter Höflichkeit einen Geschenkband, den er seinem Onkel gab, mit dessen Bildnisplatte aus-

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schmücken. E rst seit 1550, als]’ sich Ottheinrich vorübergehend, dann für dauernd, in Weinheim an der Bergstrasse niederliess, wurden Bildnis und Wappen auf den Einbänden gleichmässig benutzt. Noch mehr wie in Heidel­ berg war ihm hier das Sammeln von Büchern Lebenselement geworden. Der Zuwachs an Werken der älteren Literatur in dieser Zeit lässt darauf schliessen, dass der Pfalzgraf seine Bezugsquellen vornehmlich aus den Klöstern nahm, aus dem Weinheimer Karmeliterkonvent, in dem er zunächst selbst wohnte, wie aus den Klöstern Speyer und Lorsch. Unter in den Büchern der Va­ ticana, die Ottheinrich während der zweiten Hälfte seines Exils binden liess, befinden sich fünfzehn Handschriften, 22 Inkunabeln (diese bis 1520 gerechnet)

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und 16 lateinische Werke der mittelalterlichen Theologie, alle drei Gruppen stammen ersichtlich aus klösterlichem Besitz. Auffallend der reiche Bestand an hebräischen Werken (8 meist mehrbändige). Unter den Neuerwerbungen finden sich zehn Bände neulateinische Literatur, Philologie und Altertumswissenschaft, acht Bände Geschichte, fünf Astronomie, vier protestantische, meist schwei­ zerische theologische Werke und klassische Literatur (Seneca, Boetius und die lateinische Übersetzung von Ilias und Odyssee), endlich vereinzelte Werke na­ turwissenschaftlicher, medizinischer und juristischer Art. Dass Ottheinrich so viele Inkunabeln sammelte, lag nicht allein in den günstigen Erwerbsmöglich­ keiten bei der Auflösung der Klöster, sondern sprach auch für seine Unabhängig­ keit und kulturelle Aufgeschlossenheit. Während man sich sonst um die Jahrhundertmitte von den Frühdrucken bereits distanziert hatte — der sehr sorgfältige Katalog der kursächsischen Bibliothek zum Beispiel führte sie ohne Druckangabe summarisch als « gar alte Bücher » auf — empfand der Pfalzgraf den bleibenden Wert und die künstlerische Bedeutung der frühen Buchdruckerkunst. E r hätte sie sonst nicht in Zeiten, wo es ihm wirtschaft­ lich nicht zum besten ging, mit neuen Einbänden so schön umkleiden lassen. In seinem Befugium in Weinheim fand der Pfalzgraf für seine Biblio­ thekseinbände den geeigneten Stil. E r hat genaue Vorschriften für seinen Buchbinder aufgestellt. Braunes Kalbleder, nicht Schweinsleder, sollte künftig verarbeitet werden. Die Holzdeckel werden von jetzt an stets durch Beschläge geschützt. Auch der Entwurf wurde von ihm bis in die Einzel­ heiten bestimmt: die vergoldete Platte wird künftig von blinden Bollen um­ rahmt, rechteckig zunächst, und bei Foliobänden von einer zweiten rhom­ bischen Umrahmung, dem Vorbild des alten Buchbinders folgend, begleitet. Dem Buchbinder Jö rg Bernhardt aus Görlitz, der seit 1550 die Stelle des al­ ten Buchbinders übernommen hatte, war das braune Kalbleder wie die rhom­ bische Umrahmung von Haus nicht gewohnt. Aber er passte sich den Wün­ schen des Pfalzgrafen vortrefflich an. Auf einigen hundert Einbänden der Palatina (von den vielen versprengten Einbänden abgesehen) wurden sie von ihm erprobt und in zahlreichen Variationen durchgeführt. Die Bedeu­ tung des Bernhardt liegt darin, dass er den Schmuck der Bibliotheksein­ bände typisiert hat. Diese braunen Ledereinbände in ihrer Verbindung von bestem Gold und blindem Druck waren in Heidelberg etwas Neues, aber auch in Deutschland selbst. In ihrem Superexlibris-Charakter, dem sparsamen Gebrauch der umrahmenden Bollen, der gefälligen Überleitung durch eine zweite rhombische Einfassung besitzen die Ottheinrichbände einen kosmo­ politischen Zug. Sie erinnern au die Studenteneinbände, die die Buchbinder der Deutschen Nation in Bologna wie in Padua anzufertigen pflegten. Jö rg Bernhardt kam aus Görlitz aus einer angesehenen Buchbinder­ familie; ein Verwandter von ihm ist in Annaberg Lehrer des jungen Krause geworden. E r trat im Frühjahr 1550 in die Dienste des Pfalzgrafen ein; für ihn wurden die Buchbindervorschriften geschrieben und ein genaues Verzeichnis des kurfürstlichen Werkstattmaterials angefertigt, das ihm zur Verfügung und Benutzung übergeben wurde. Seine Arbeiten wurden zum grossen Teil in Weinheim ausgeführt, wo er zugleich als Geflügelwart und

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Kellermeister tätig war, schubweise, wie es die Gelegenheit ergab. F ast die Hälfte aller Einbände sind 1550 datiert, ein Viertel 1551, dann verringert sich der Zuwachs jäh und hebt sich erst 1552 wieder um ein weniges; 1554 schied gänzlich aus. Der abgebildete Einband I 54 gibt von den typischen Tai. xxxiv Ottheinrichbänden, wie sie von Bernhardt gearbeitet wurden, ein gutes Bild. Im Mittelpunkt steht die vergoldete Platte mit Bildnis und Wappen des Fürsten. Sie wurde zum Ausgangspunkt genommen für den Entwurf. Die Blinddruckrollen geben die schattende Folie für die Golddruckplatten ab. Einzelne goldene Stempel und das Bindejahr vermitteln zwischen bei­ den, bei der rhombischen Umrahmung wird noch einmal an den Ecken des äusseren Rechtecks ein goldener Stempel aufgedruckt: er hält dem Gold in der Mitte das Gleichgewicht. Der äussere Rahmen, stets wenn auch nicht sehr stark bei Bernhardt vom Rand abgesetzt, wird oft durch Querstreifen verdoppelt, damit der mittlere Rhombus breiter wirkt und die Platte ohne Überschneidung umfassen kann. Bei Einbänden kleineren Formates war t»i. xxxvi Bernhardt ersichtlich bemüht, zwischen Rahmen und Mittelplatte eine Atem­ pause zu lassen. Die Leerräume über und unter der Platte werden wie bei dem alten Buchbinder mit Linien überkreuzt. Auch die seitlichen Übergänge zwischen Rollenrahmen und Bild hat er mit Schrägstreifen akzentuiert. Zwei Einbände der Palatina fallen trotz des Bindejahres 1553 aus dem Rahmen der Bernhardtschen Einbände heraus: Bildnis und Wappen des Pfalzgrafen sind in ein wahres Gerüst von Streicheisenlinien gestellt, ein bisher ganz ungewohntes Bild. Sehr wahrscheinlich wurden diese Einbände bereits in Heidelberg und von einem Meister gearbeitet, der für Ottheinrich mehrere Geschenkbände in den ersten 50er Jahren gebunden hat. Der Mei­ ster ist Petrus Betz, der aus Augsburg kam und 1546 als Universitätsbuch­ binder in die Matrikel der Universität eingetragen ist. E r wurde von Ottheinxich nach dessen Regierungsantritt als Kurfürst mit dem Einbinden der Bibliothekseinbände anstelle von Bernhardt betraut. Seine Einbände, kennt­ lich an den beiden neuen Plattenpaaren mit Bildnis und Wappen Ottheinrichs als Kurfürst, sind auch im Stil von Bernhardts Arbeiten deutlich ge­ trennt. Er hebt Rollen und Platten durch viele Streicheisenlinien, die eine andere Form als bei Bernhardt haben, akzentuierend hervor; die Linien bil­ den mitunter die zweite rhombische Umrahmung anstelle von Rollen. Viele seiner Einbände haben das mittlere Bild in das lichte Sparrenwerk dieser Linien gestellt IV 123. Wenn er aber Rollen zur rhombischen Umrahmung Tat. xxxvu nahm, schob er sie stets in den rechteckigen Rahmen hinein, um dadurch einen perspektivischen Tiefenraum zu gewinnen, der auch durch eine Unter­ schneidung der Platten sehr wirkungsvoll zur Geltung kommt I I 59. Er Taf. xxxv nimmt die Umrahmung breit, fast immer mit zwei Rollen eng aneinander gefügt, und gewinnt dadurch für die lichte Weite der Mitte eine feste Be­ grenzung. Auch bei ihm ist die Belieferung der etwa hundert in die Palatina gekommenen Bände sehr unregelmässig ausgefallen. Die Produktion des ersten Jahres 1556 steht in weitem Abstand zu den sehr geringfügigen Lie­ ferungen in den Jahren 1557 und 58. Der Herkunft nach handelt es sich bei diesen Büchern wie bisher vorwiegend um Klosterbestand, Handschriften, 5 (216)

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Die Ottheinrichbände

Inkunabeln und katholische Theologie. Nur ein Fünftel umfasst neuzeit­ liche Literatur, darunter in erster Linie protestantische Theologie und ver­ einzelte Stücke aus Geschichte und Naturwissenschaft. Diese Bücher waren für einen allgemeinen Gebrauch in der Heilig-Geist-Kirche bestimmt. Die Bücher dagegen, die sich Ottheinrich als Kurfürst zu eigenem Gebrauch anfertigen liess, waren kostbarer gebunden. Seit den ersten vergoldeten Bändchen des alten Buchbinders hatte Ott­ heinrich den Wunsch gehabt, sich reicher vergoldete Bücher anzuschaffen, wie sie, in Deutschland noch kaum verbreitet, ihm auf seinen Beisen in Ita ­ lien begegnet waren. Immer planend, hatte er sich schon das Material dafür angeschafft: die Devisenplatte, die «spes» (eigentlich eine Fortuna), die «goldt rolle mit weibes angesichtern » und « mit gewechs (Mauresken) », die nach den Entwürfen des Vergil Solis gearbeitet worden sind. Nur die Devisen­ platte war von dem alten Buchbinder verwendet worden; die übrigen sind in dem Verzeichnis .für Bernhardt angeführt, wurden aber nicht von ihm ge­ braucht. E rst auf drei Prachtbänden, die Ottheinrich aus dem Exil für sei­ nen kurfürstlichen Oheim Friedrich II. bei Petrus Betz binden liess, sind sie in stärkerem Maße verwendet worden. Wahrscheinlich wollte Ottheinrich mit diesen festlich gebundenen Bänden seine Schützlinge Cisner und Hedion, die Verfasser der Geschenkbücher, bei dem Kurfürsten empfehlen. Der Prachtband um das Geschichtswerk des Hedion befindet sich in MünAbb. 18-20 chen (Chronol. 39) und ist auf der Bückseite mit einem rapportierenden mauresken Muster, vorn aber mit einem schönen Architekturentwurf ge­ schmückt, der eine Jagdszene im Giebel zeigt, während sich mehrere maureske und figürliche Platten, um eine mittlere, leider überdruckte Verzierung gruppieren. Der Schnitt, FPC 1551 bezeichnet, ist mit Bosetten, Banken und pfälzischen Wappen ziseliert, ein vortrefflicher Entwurf, den Schnitten des alten Buchbinders (s. Zeichnung) stilverwandt. Von den beiden Cisnerschen Bänden, die sich in der Palatina befinden, ist der eine fast musterTai. xxxviii buchartig mit verschiedenen Platten, Bollen und Stempeln auf Vorderund Bückdeckel zum Teil in Gold und zum Teil mit Bauschei geschmückt, ein etwas beunruhigender Entwurf IV 511. Der Einband mit der schönen Bildnisplatte Friedrichs II. in spitzovalem Maureskengerank und dem Wahl­ spruch D(e) C(oelo) V(ictoria) wirkt geschlossener; die Umschrift um die Platte entspricht vortrefflich dem mauresken Gerank; Gold und braunes Leder Tai. x x x v i i i stehen in einem farbig wirkungsvollen Kontrast IV 1106. Der Goldschnitt des schmalen Bändchens ist sehr fein mit überkreuzten Stäbchen verziert. Für den Pfalzgrafen Ottheinrich selbst hatte Betz in dieser Zeit noch keine Prachtbände gearbeitet, nicht zu seinem Schaden; denn er festigte sich inzwischen in seiner Kunst. Auf den ersten Prachtbänden, die Betz für Ottheinrich als Kurfürst zu binden bekam, wiederholen sich die Entwürfe der Geschenkbände an Friedrich II. in sehr viel gereifterer Form. Auch Ottheinrichs Bildnisplatte wird in eine Triumphpforte gestellt wie auf dem Münchner Hedionband, aus breiten Streifen mit schwarzer Lackma­ lerei gebildet, die in einem wirkungsvollen Gegensatz zu dem braunen Leder und der reichen Vergoldung der umrahmenden Bollen und Stempel stehen

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Die Ottheinrichbände

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IV 67. Der vielfältig ausgeschmückte Cisnersche Einband ist in beruhigterer Form in V 1722 wiedergegeben; der vordere Deckel noch ein wenig be- t » i . x x x i x drängt durch die zu laute Aussage der mauresken Eahmenplatte, die das feinlinig geschnittene Bild, die verschleifenden Viertelkreisecken übertönt. Der Eückdeckel aber ist ganz in ein zierliches maureskes Filigran aufgelöst. Auch der Einband V 1706 mit einem ähnlichen Entwurf auf dem Vorder- Tat. xxxix deckel, bietet auf dem Eückdeckel mit dem runden Meerfrauenmuster und ent­ sprechenden Viertelkreisbogen in den Ecken ein vortrefflich ausgeglichenes Bild. Mehr und mehr ging die Entwicklung der Ottheinrich-Prachtbände Tai.xL/xu auf den Gebrauch grösserer ornamentaler Schmuckplatten aus. So bietet V 1525 gegenüber einer rhombischen Simsonplatte vorn ein arabeskes Muster hinten von ausgesprochener Pariser Art, mit bunten Lackfarben ausgemalt, etwa 1558 gearbeitet. Die gleiche Platte wurde noch mehrfach von Betz auf Geschenkbänden für die pfalzgräflichen Prinzen V 886. VI 199 und 205 verwendet, nur mit Auflage von Gold auf braunem Kalbleder Tai. l v i sehr geschmackvoll gedruckt, ein internationaler Entwurf, der mit den be­ sten Plattenpressungsbänden in Frankreich wie in Deutschland, z. B. bei Krause, auf einer Ebene steht. Zwei weitere Prachtbände für Ottheinrich VI 109 und 204 (Montebaur Taf. 37) sind auf beiden Seiten mit derselben orna­ mentalen Platte geschmückt; sie zeigen ein Lyoneser Flechtwerkmotiv und sind von Goldrollen umfasst, während die Platte selbst durch Lackfarben er­ höht ist, die zu dem Gold und braunen Tönen des Deckels in ausdrucksvollem Zusammenhang stehen. Der Schnitt ist mit Arabeskenranken von fast franzö­ sischem Charakter verziert. Ein ähnlicher Schnitt, nur wesentlich verbreitert, begegnet uns auf zwei umfangreichen Einbänden IV 1094. V 1680, beide Tai. x l v 1557 gebunden und mit dem kurfürstlichen Bildnis und Golddruckrollen in gewohnter Weise verziert. Mit dem Jah r 1558 entfaltete Betz noch einmal alle Kräfte seiner Phan­ tasie. Präludierend zunächst führte er sich mit einem breit angelegten E n t­ wurf, in der Mitte das Bildnis, rhombisch umrahmt, auf einem nach Heidel­ berg zurückgegebenen Einband Cod. Pal. germ. 835 (abgeb. Berenbach S. 10) ein. Auf dem gleichfalls Heidelberger Prachtband von 1558, den Sillib abgebil­ det und beschrieben hat, zog er alle Eegister seiner Kunst und vereinte eine reiche Beschriftung mit Platten, Kartuschen, Stempel und Eollen zu einem volltönigen Konzert. Harmonisch klingt der Schluss in dem schönen abge­ bildeten palatinischen Einband S. 45 aus, ein in seiner Art klassischer Ent- Tai. x l i i wurf. Maureske Stempelgruppen leiten den Blick auf das mittlere Bildnis des Kurfürsten, von einer breiten, dekorativen Kartusche umfasst; der star­ ke Akzent ihrer Vergoldung, durch den Auftrag von schwarzer Lackmale­ rei wirkungsvoll vertieft, klingt in dem flimmernden Gold der eng aneinan­ dergerückten, umrahmenden Eollen entspannend aus. Mit der Form des Superexlibris-Einbandes, dessen Typ auf der langen Eeihe der palatinischen Bibliothekseinbände festgelegt war, hatte Otthein­ rich ebenso bahnbrechend gewirkt wie mit seinem vergoldeten Prachtein­ band. Auch mit ihm schuf er etwas Heues auf deutschem Gebiet. München schwieg sich noch fast zwei Jahrzehnte aus, Dresden begann; nur Witten-

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Die Einbandkunst unter Friedrich III

berg konnte ihm an vergoldeten Einbänden etwas Gleichartiges zur Seite stellen. Aber diese Einbände, mit Sprüchen belastet, mit sinndeutendem werbenden Gehalt ganz überfüllt, waren in der Beredsamkeit ihrer sich überstürzenden Bilderwelt mehr ein Zeugnis reformatorischer Geistigkeit als ein Ausdruck der Kunst. Was Ottheinrich bot, war der Widerschein seiner eigenen unmittelbaren Auseinandersetzung mit dem Stil der Zeit. Dieser persönliche Einschlag tritt vor allem deutlich hervor, wenn man die gleich­ zeitigen vergoldeten Einbände in Paris und Bom neben Ottheinrichs Einbän­ de hält. Dort reiner Ausdruck zeitbedingter künstlerischer Form, hier Vor­ wiegen eines sehr individuell gefärbten Stils. Und nicht wegen des Kurfür­ stenbildnisses allein, das allen Einbänden Ottheinrichs das charakteristische Kennzeichen gibt. Der ganze Entwurf ist erfüllt von seiner heiter beschwingten, mitteilsamen, das Leben anmutig umkränzenden Phantasie. Was er unter­ nahm, war von dieser glückhaften natürlichen Freude am Dasein und an den schönen Gaben der Kunst getragen, auch der Schmuck seiner Einbände gewann durch sie Gestalt, « geprägte F o rm », die aus dem Leben sich entwickelt. Unter den Bildnisplatten des Ottheinrich befindet sich noch eine F a s­ sung, die den Fürsten en face auf einem Thronsessel zeigt. Sie ist nach einer Handzeichnung des Virgil Solis (ehemals Dresden, Kupferstichkabinett), die dem Holzschnitt des Jo st Amman in der pfälzischen Kurfürstenbibel als Vorlage gedient hat, geschnitten. Schon Montebaur hatte darauf hinge­ wiesen, dass die Einbände mit diesen Platten nicht von den OttlieinrichBuchbindern gebunden worden sind. Alle drei Bände mit dieser Platte V 840, 869 und 1707 sind vielmehr Geschenke an den Pfalzgrafen von Seiten des Thronfolgers Friedrich III. und wurden von dessen Buchbinder, dem sog. Perlrollen-Meister, gearbeitet. E s ist möglich, dass er wie jener aus Simmern kam. Die Verarbeitung hochrot gefärbten Leders, die sehr lebhaften Farben beim Auftrag des Lackes, die plauderhafte Vorliebe für kleinste figürliche Stempelchen — die lautenschlagenden Engel z. B. — und die umkränzten Rundplatten V 1721 und VI 223 rücken ihn in die Nähe des Simmernschen Buchbinders V. S. Er arbeitete in der Folgezeit des öfteren für den pfalzgräf­ lichen Hof, wenn auch mehr einfache Bände.

4. K apitel D ie pfälzisch e E in b an d h u n st unter F rie d ric h I I I .

Die pfälzische Einbandkunst hatte nach dem Tode Ottheinrichs einen schweren Stand. Kurfürst Friedrich III. von der Simmernschen Linie, der die Regierung übernahm, hatte das Kunstverständnis und die Freude an schönen Dingen nicht, die Ottheinrich ausgezeichnet hatten. Die wenigen Prunkbände, die er in Simmern arbeiten liess, waren fast alle als Geschenke für Ottheinrich bestimmt und suchten dem Heidelberger Vorbild im Schnitt der Stempel und im Entwurf nachzueifern. Aber alles ist prunkender geworden, Gold auf Gold gehäuft, mit künstlerischen Ansprüchen durchaus, nur leicht

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überbetont, die bildliche Darstellung bis ins Spielerische umgebogen; ohne die grosse Linie einer ausgeruhten Kultur. Bei seinem Regierungsantritt übernahm der Kurfürst gewissenhaft die testamentarisch festgelegten Ver­ pflichtungen gegenüber der Bibliothek. Seit 1560 liess er von Petrus Betz, den er auch weiterhin als Hofbuchbinder beliess, zahlreiche Bücher für die Palatina binden, auch im Schmuck die übernommene Verpflichtung wah­ rend, aber ohne einen stärkeren persönlichen Anteil ausser dem, dass er sein Bildnis und Wappen künftig in die Mitte der Deckel drucken liess. Ma­ terial und Anlage, z. B. die rhombische Umrahmung, blieben beibehalten; einige neue Rollen, von dem Meister iP geschnitten, traten hinzu. Aber der Gesamteindruck ist weniger heiter, strenger, gewichtiger geworden. Die kleine Bildnisplatte wird mit vielen Streicheisenlinien belastet, dem Beschau­ er eindringlich entgegengeschoben. Auch die Rollen verdoppeln sich, selbst im Rhombus, und decken fast den gesamten Deckel zu. In einer kompak­ ten, von Licht und Schatten vielfältig belebten Fläche bilden sie einen farbig vortrefflichen Gegensatz zu der vergoldeten Mittelplatte, die allein, ohne begleitenden Stempel, auf dem Deckel steht I II 152. Der Zugang der Bücher in die Bibliothek war auch unter Friedrich III. sprunghaft. In den Jahren 1561-2 wurden die meisten Bücher gebunden, dann nahm der Zu­ gang stetig ab, 1566-7 sind nur noch wenige Bände datiert, 1568 ist das letzte Datum, das sich auf den Bibliotheksbänden in der Art der Ottheinrichbände vorfindet. Dem Jnhalt nach umschlossen diese pfälzischen Bibliotheksein­ bände die gangbarsten wissenschaftlichen Neuerscheinungen der Zeit. Ohne eine individuellere Note brachten sie in die Palatina einen Zug praktischer wissenschaftlicher Zweckmässigkei t. Die nachlassende Fürsorge des Kurfürsten für die Bibliothek lag nicht an seinem mangelnden Buchverständnis; — er war einer der theologisch geschultesten Fürsten seiner Zeit, — sondern in seiner grösseren Beanspru­ chung durch die Politik. Sein immer stärker hervortretender Anschluss an den Kalvinismus und das damit verbundene aktive Eintreten für die Reli­ gionskämpfe der Kalvinisten und Hugenotten in Frankreich, Niederlanden und England nahmen alle seine Kräfte in Anspruch, gefährdeten seine ei­ gene Existenz im Reich und riefen in der Pfalz einen völligen geistigen Um­ bruch hervor. Er wirkte sich nicht zum wenigsten auf dem Gebiete des Buch­ wesens aus. Jene Abneigung der Kalvinisten gegen jeden figürlichen Schmuck, die dazu führte, dass alle Bilder aus den Kirchen entfernt wurden, richtete sich auch gegen alle figürlichen Darstellungen im Einbandschmuck. Petrus Betz hatte zunächst noch versucht, die bildhafte Aussage durch besonders wertvolle Stücke interessant zu machen — er besass einige der schönsten Rollen des N? — aber schon auf dem einzigen Prunkband I I 63, den er für Kurfürst Friedrich III. geschaffen hat, hielt er sich von jedem figürlichen Schmuck zurück. Zwei neue, breite, leermaureske Rollen umziehen die Ränder. Bild und Wappen gehen ganz in der breiten, umrahmenden Kartusche auf. Die Ver­ zierung, teils in Gold, teils in Silber ausgeführt (wie schon auf mehreren der Ottheinrich-Prachtbände), muss, solange das Silber noch nicht nachgedun­ kelt war, auf dem leuchtend braunen Leder, unterstützt von schwarzer

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Lackmalerei ein überaus farbiges Bild hervorgerufen haben. E r wiederholte die gleiche Wirkung auf einigen Einbänden mit der grossen Arabeskenplatte, mit derselben, die noch unter Ottheinrich erworben und auf V 1525 verwen­ det wurde, ein hervorragend schönes Stück, aus französischen Musterbüchern entlehnt. Die Bände V 886. VI 199 und 205 sind bald in Gold, bald in Silber gedruckt und werden am Band dezent von einer schmalen Kettenrolle begleitet. Auch die ganz mit Gold gemusterten Bückenfelder werden von solcher K e t­ tenrolle eingefasst, ein kultivierter geschmackvoller Zug, der die Kunst des Petrus Betz in seiner besten Entfaltung zeigt. Aber auch mit diesen Bänden, die schon nicht mehr für den Kurfürsten, sondern für die pfalzgräflichen Prinzen bestimmt waren, hatte er am Hofe kein Glück. Kur noch einmal auf einem Prunkband um Lauterbachs Begentenbuch, jetzt in München (Geldner Taf. 155), der vielleicht als Dedikation des Autors an Ottheinrichs Stiefsohn, den Markgrafen Albrecht Alcibiades von Bran­ denburg, in Auftrag gegeben war, zog er noch einmal alle Begister des Schmukkes. Die grosse vollmaureske Platte mit dem eindrucksvollen behelmten Kopf als mittleres Medaillon wurde mehrfach nebeneinander abgedruckt, in einem rapportierenden Muster, das den ganzen Deckel mit einem Netz von Gold überzieht, von schmal einfassenden Bandleisten begleitet. Das farbige Moment, das schon die letzten Bibliotheksbände des Petrus Betz ausgezeichnet hatte, feierte hier noch einmal Triumph. Die Tradition der Ottheinrichbände war nicht mehr fortzuführen, weder nach der Seite der figürlich geschmückten Bibliothekseinbände, noch nach der eines rein ornamentalen vergoldeten Schmucks. Der Kurfürst war ge­ gen jede Yerzierungsform. Selbst sein Bildnis wurde nicht mehr gebracht. Auf einem vergoldeten Einband hat Betz in der Kartusche nur noch drei kleine bescheidene Wappenstempel für den Kurfürsten aufgedruckt, — auf schwarzem Lackuntergrund wenigstens, um ihre Belanglosigkeit zu stützen. Mit diesem Band begann eine neue Ära in dem Schaffen des Betz. Sie war auf grösste Einfachheit gestellt. Die braunen Kalblederbände, vornehmlich für die Mitglieder der kurfürstlichen Familie bestimmt, werden künftig nur noch von einer, höchstens zwei Blinddruckrollen umzogen und erhalten allein an den Ecken und in der Mitte einen dezent aufleuchtenden, goldenen Schmuck. Im Typ den Baseler und Pariser Buchführereinbänden verwandt, besassen die Entwürfe doch einen ausgeprägten, eigenen Stil: wie sich das Gold von dem schattenden Untergrund der schmalen Blinddruckrollen hebt, wie die wenigen Goldstempel, immer wieder wechselnd, in der Mittelfläche aufgeteilt sind, feine graziöse Stücke, die vortrefflich auf dem plastisch präg­ nanten Buchblocke stehen: das ist beste deutsche Kunst (II 55.62)! Der al­ ternde Betz verstand sein Handwerk gut. Für den Kurprinzen Ludwig ar­ beitete er 1560-1 mehrere Bände in dieser Art. Sie wurden mit Ottheinrichs kleinem « quartiert pfaltzgrefischen w appen» aus seiner Neuburger Zeit oder mit drei kleinen gehäufelten Wappenstempeln in der Mitte geschmückt. Letztere bilden auch die Verzierung auf den Einbänden für den m itt­ leren Sohn des Kurfürsten, Johann Kasimir. Durch handschriftliche Ein­ träge sind mehrere kleinere Bücher der kurfürstlichen Familie gekennzeichnet,

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Erbauungsbücher zumeist, nur in der Mitte mit dem Engelskopfstempel von den Ottheinrichbänden und mit einer einfachen Linienumrahmung geschmückt. Auch der rote Seidenbrokateinband V 953, der einen Heidel­ berger Druck des Tabernaemontanus von 1564 umschliesst, wurde von Betz .vermutlich als Dedikationsexemplar für den Kurfürsten mit einer mauresken Stempelgruppe in der Mitte, Linien und Eckstempeln zur Umrah­ mung sehr schlicht und geschmackvoll geschmückt. Der rötliche Schnitt ist mit kleinen vergoldeten Stempelchen bedeckt. F ast der gleiche Entwurf ist noch einmal in braunem Kalbleder ausgeführt worden, nur am Band von einer schmalen Blinddruckrolle umrahmt, ein Abbildungswerk des Strada IV 1285 und sicherlich auch für ein Mitglied der kurfürstlichen Familie bestimmt. Mit dieser Gruppe von Einbänden hatte Betz einen letzten Versuch ge­ macht, die pfälzische Einbandkunst am Hofe, an die Tradition Ottheinrichs anknüpfend, in einen neuen, strengeren, kalvinistisch-pfälzischen Stil hin. überzuführen, aber seine Bestrebungen versagten, je mehr sich der Hof ihrer Förderung verschloss. Die Politik trat bei allen Unternehmungen in den Vordergrund. Als Kurfürst Friedrich III., wahrscheinlich nach dem Tode des alten Betz, einen französischen Meister, Guillaume Plunion, zum Hof­ buchbinder berief, geschah es weit weniger um seiner Kunst als um des Dien­ stes willen, den er dadurch einem vertriebenen Beligionsverwandten gegen­ über erwies. Die Zuspitzung der religiösen Zustände forderte diesen ein­ seitigen Entscheid. Auch der Sohn des Kurfürsten, Ludwig, der zunächst so viel Verständnis für den neu eingeschlagenen Weg des Betz gezeigt hatte, schied künftig aus. Von der kalvinistischen Richtung seines Vaters mehr und mehr Abstand nehmend, zog er sich als Statthalter in das protestanti­ sche Oberfranken zurück und wurde hier betont wittenbergisch, in der Re­ ligion wie im Einbandstil. Als er 1576 bei seinem Regierungsantritt nach Heidelberg zurückkehrte, belebte sich zwar die Einbandkunst, aber nicht mehr in den Bahnen der alten Tradition. Unter dem Eindruck dieser wechselvollen Krisen in der Pfalz ist auch die städtische Einbandkunst in Heidelberg nicht zu einer ruhigen Entwick­ lung gekommen. Etwas Sprunghaftes, Unausgeglichenes haftete ihr von jeher an. Seit den spätgotischen Einbänden des Katharinen-und Blu­ menstockmeisters war eine grössere richtunggebende Werkstatt in der Stadt nicht wieder aufgetreten. Der künstlerische Fortschritt im Einband­ schmuck wurde ihr von auswärts, von den grossen Buchführern in Tübingen und Stuttgart, Frankfurt und Speyer zugetragen. Kaum dass die aufblü­ hende Einbandkunst unter Ottheinrich einen stärkeren Einfluss in der Stadt gewann. Dabei hatte Petrus Betz als Universitätsbuchbinder des öfteren Ein­ bände für die Universität und für Private gebunden, schlichte Rollenbände mit einem Stempel oder Rollenstreifen in der Mitte. Einige für den Hofpre­ diger Willing waren auch ausdrucksvoller gehalten, mit einer zweiten rhom­ bischen Umrahmung und der runden Meerfrauenplatte im Mittelpunkt ausgeschmückt, alles blind gedruckt. Aber weder die rhombische Umrahmung noch der reiche Plattenschmuck der Ottheinrichbände riefen eine stärkere Nachfolge in der Stadt hervor.

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Zwei Werkstätten vor allem dienten in der zweiten Jahrhunderthälfte dem zunehmenden Buchumsatz in der Stadt. Auch sie ergeben kein einheit­ liches Bild, in ihren Mitarbeitern häufig wechselnd und durch die Ungunst der Zeit von einer kontinuierlichen Entwicklung abgedrängt. Schon bei der ersten Werkstatt des F. D. fällt es schwer, die einzelnen aufeinander folgen­ den Meister zu unterscheiden: so eng greifen sie in Stempeln und Stil inein­ ander ein. Die früheste Gruppe nur ist deutlicher umgrenzt. Sie wird von zwei Schweinslederbänden eingeleitet, die aus der Palatina nach Heidelberg Cod. Pal. Germ. 262 und 271 zurückgegeben wurden und in der umrahmten Mitte die Bildnisplatte des Pfalzgrafen Ludwig V., Onkel Ottheinrichs und Bru­ der Friedrichs II., tragen. Von dem letzteren waren die beiden medizinischen Handschriften nach dem Tode des Bruders, der sie ihm geschenkt hatte, 1554 zum Einbinden gegeben und mit dem Bild des Verstorbenen ausge­ schmückt worden. Der Meister dieser Bände mit dem Pfalzgraf Ludw ig-B ild­ nis war wahrscheinlich in Tübingen — man möchte denken bei Schwickart — ausgebildet worden; von hier zum mindesten sind alle seine vortrefflichen Rollen bezogen. Die Evangelistenrolle von dem Stecher mit dem S, die bei­ den Laubstabrollen von dem Stecher mit dem Hahn und die Tugendenrolle Abb. n tragen alle Kennzeichen der vortrefflichen Tübinger Stecherkunst. E r ver­ band diese schönen Stücke mit Stempeln Heidelberger Art. Gleich einer sei­ ner ersten Bände aus der Palatina V 209 ist in der Mitte mit zwei Reihen K a ­ millenstempeln bedeckt, ein sehr beliebtes Heidelberger Motiv. Im übrigen hält sich der Schmuck auf seinen palatinischen Rolleneinbänden ziemlich gleich. Zwischen der Rollenumrahmung und dem mittleren Längsstreifen wird ein Abstand gelassen; jede Rolle ist mit breiten Streicheisenlinien mar­ kant umsäumt; sie heben die meisterlichen Rollenschnitte nur um so wirTai. l i i kungsvoller hervor I I 313. Kur einer von seinen Einbänden V 368 ist datiert 1560. Das Datum dürfte als die oberste Grenze seiner Wirksamkeit anzu­ sehen sein. Seit 1562 gingen die Rollen des Pfalzgraf Ludwig-Meisters in die Hände eines F.D . zeichnenden Meisters über. Wahrscheinlich hatte er die Werkstatt mit allem Material nach dem Tode desselben übernommen. Diese junge Kraft war allem Anschein nach bei Betz ausgebildet worden. E s gibt einen 1562 datierten Einband aus der Schlossbibliothek I I 159, der mit der Bildnisplatte Friedrichs III. und der Rolle des Petrus Betz gearbeitet, in dem äussersten Rahmen aber mit der breiten F.D . bezeichneten Salvatorrolle geschmückt ist. Nach der Gewohnheit der Zeit scheint mir hier das Meisterstück des F.D. vorzuliegen, das er teils mit dem Material seines Lehrherren, teils mit eigenem angefertigt hat. Die Art der Anordnung, die innere rhombische Umrahmung überschneidend in den rechteckigen Rahmen einzuführen, zeigt ihn als einen gelehrigen Schüler des Petrus Betz. Aber er kam nicht recht zur Entfaltung in seiner Kunst. Die Bücher zum mindesten, die er zwischen 1563 und 1581 für die Universität und den kurfürstlichen Hof in Heidelberg lieferte, zeichnen sich weniger durch ihre Einbände als durch ihreu wertvollen wissenschaftlichen Jnhalt aus, nur lateini­ sche Literatur und das Neueste vom Tag. Die Landbibliothek bekam

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in diesen beiden Jahrzehnten von ihm ihren bedeutendsten wissenschaft­ lichen Bestand. Die theologischen Bücher, lateinische, meist dogmatische Schriften, haben wie üblich die Führung, mit gesteigertem Zuwachs führte sich die historische Wissenschaft ein, während die medizinische Literatur gegenüber den Anschaffungen Ottheinrichs auf gleicher Basis steht. Als völlig neues Moment trat die klassische Philologie hinzu. Charakteristisch auch für die Zeit ist die Zunahme an geographischen Büchern; Festungsbau tritt an die Stelle der Architektur (unter Ottheinrich); an deutschen, ganz seltenen Büchern findet sich nur eins, der Bitterroman von Amadis von Gallien vor. Diesem vorwiegend gelehrten Charakter, der die Werkstatt des F . D. kenn­ zeichnet, entsprach die schlichte Form seiner Einbände, ein einfacher Bollenein­ band mit blindem Druck, hieben den schönen alten Stücken des Pfalzgraf Ludwig-Meisters, von denen er vor allem die Tugendenrolle und die Kranzrolle mit Engelsköpfen noch lange beibehielt, treten seine eigenen Bollen unpersön­ lich zurück: eine breite F.D . gezeichnete und eine schmälere Salvatorrolle, dazu die Beformatorenrolle unbeschriftet, aber kenntlich daran, dass unter dem Medaillon mit Huss eine Sternblüte im Laubwerk sitzt I 128. Mit vorschreitender Zeit werden ornamentale Stücke, Kandelaber- und Vollmaureskenranken in stärkerem Maße einbezogen; sie leiten einen ganz unerwarteten Auf­ schwung in der Werkstatt ein. Durch den Begi'erungsantritt des Kurfürsten Ludwig VI. war nach Zeiten unsicheren Schwankens und nüchterner Zurückhaltung wieder ein einheitlicher, zielbewusster Zug in die Heidelberger Einbandkunst gekommen. E r zog auch die F.D . Werkstatt in seinen Bann. Angeregt von dem Vorbild des Hofbuchbinders Petersheim, den Ludwig aus Amberg mitgebracht hatte, suchte auch der Meister F . D. für seine Einbände einen phantasiereicheren Ausdruck zu gewinnen. Die weissen Schweinsleder­ bände wurden, wie bei Petersheim, mit einer Wappenplatte (mit abweichen­ der Unterschrift Ludwig V. G. Gnad Pfalsgra) geschmückt und von einer Bollenumrahmung in weitem Abstand begleitet. Auch für die Pfalzgräfin Elisa­ beth hat er einmal 1576 einen festlichen Geschenkband gearbeitet, einen brau­ nen Kalblederband vergoldet und mit bunten Lackfarben belebt V 180. Die Platte, verschlungene Arabesken, gut geeignet zum Auftrag von Lack, sollte ihm später noch oft auf den pfälzischen Bibliothekseinbänden dienen, als er beim Tod Ludwigs VI. und einem erneuten Beligionswechsel in der Pfalz anstelle des Petersheim zum Hofbuchbinder ernannt worden war. Damit begann eine dritte, überaus fruchtbare Periode für den Meister F.D .; jetzt erst erlebte er als Buchbinder seine grosse Zeit (siehe K ap. 7). Die zweite grössere Werkstatt, die im 6. bis 8. Jahrzehnt in Heidelberg die Einbände für Stadt, Universität und Hof gearbeitet hat, ist die Buch­ binderei der Krück, auch sie von mehreren Meistern gemeinsam geführt, von denen uns signierte Platten und Urkunden berichten. An signiertem Ma­ terial sind mehrere C. K . 1562 bezeichnete Platten vorhanden, die wahr­ scheinlich auf einen Christian oder Caspar Krück zu deuten sind. Von Hans Krück, in dem Adolf Schmidt mit überzeugenden Gründen den Sohn des C. K . zu erkennen glaubt, liegen zahlreiche urkundliche Nachrichten vor.

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Obwohl er erst 1579 als Universitätsbuchbinder vereidigt wurde, trat er schon 1568 als Haupt der Werkstatt in einer Eingabe gegen den hugenot­ tischen Buehführer Maréchal auf, und dürfte in seiner Tätigkeit bis in die ersten 60er Jahre zurückzuführen sein. 1608 wird er noch als lebend, wenn auch sehr altersschwach bezeichnet. Sein Sohn Matthäus Krück arbeitete zunächst auch als Universitätsbuchbinder, später als freier Buchbinder in der Stadt. Mit den Bollen und Platten der Krück aber sind mitunter auch die Bollen eines Meisters J . Z. gemischt, die durch ein redendes Wappen, einen Winkelhaken und Zirkel ausgezeichnet sind und auf den Buchbinder Jo st (Jodokus) Zimmermann verweisen dürften, der zwischen 1558 und 78 in den Messregistem und Heideibeiger Urkunden mehrfach Erwähnung findet. Die verhältnismässig hohen Beträge, die Zimmermann bei den Druckern Froben, Feyerabend und Harder zu zahlen hatte, legen die Vermutung nahe, Bass er in erster Linie als Buchhändler in Heidelberg tätig war und das Einbinden in der Hauptsache der mit ihm assoziierten Werkstatt der beiden Krück überliess. Die Bücher, die ihren gemeinsamen Betrieb verliessen, wa­ ren fast alle deutschsprachig und enthielten vorwiegend pastorale und po­ lemische Literatur, dazu Bücher für den allgemeinen Gebrauch. Kur fünf Einbände in der Palatina dürften von Jo st Zimmermann selbst eingebunden worden sein, einfache Buchführereinbände zumeist mit einer breiten Leben Jesu Bolle im Bahmen und ornamentalen Bollenstreifen in der Mitte, ganz in der Art wie sie auch Thomas Drechsler in Frankfurt ange­ fertigt hatte I I 127. 471. Auch einige vergoldete Einbände hat Jo st Zimmer­ mann gearbeitet, in hochrot gefärbtem Schweinsleder gebunden und rauschelvergoldet, mit Stempeln, Platten oder einem deckelfüllenden Arabesken­ muster geschmückt V 962.819.804, das von dem gleichen Heidelberger Ste­ cher stammt, der auch die Plattenpressung für F. D. um den Einband von 1576 geliefert hat. Etwa gleichzeitig dürfte der Einband des Zimmermann entstanden sein; ein ungewöhnlicher Bosettenstempel auf dem Bücken stellt die Verbindung zwischen seinem vergoldeten und seinen blindgedruckten Bänden her. Sie wird auf einem Bremer Blinddruckband X II. 3 a 64. mit den Bollen des J . Z. um einen verhältnismässig späten Druck 1583 gebraucht. Danach werden wir annehmen müssen, dass Zimmermann, der schon einmal eines verbotenen Druckes wegen stadtflüchtig wurde, 1578 aber erneut mit der Universität in Schwierigkeiten geriet, so dass er entlassen wurde und Hans Krück an seine Stelle trat, doch nach wie vor in Heidelberg wohnen blieb und den 1583 von Goldast in Heidelberg gekauften Druck gebunden hat. E rst in dem Einwohnerverzeichnis 1588 ist sein Name nicht mehr ver­ treten; er mochte vorher gestorben sein. Die Arbeiten, welche die beiden Krück in gemeinsamer Werkstatt her­ stellten, sind nur sehr schwer zu trennen. Der früheste Einband, den man der Werkstatt und somit dem älteren der beiden, C. Krück, zuweisen kann, ist 1558 gebunden und umschliesst den von Ottheinrich in Auftrag gegebenen Neudruck der Augsburger Konfession, den er in mehreren Exemplaren binden liess und an seine Umgebung verschenkte. Einen solchen mit dem Aufdruck OHPC versehenen Einband hat Adolf Schmidt Beiträge S. 16

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aus der Darmstädter Bibliothek bekanntgegeben. Die Tugendenrolle des BP 1557, die auf diesem die Umrahmung gibt, findet sich nun auf vielen palatinischen Einbänden vor zusammen mit einer alttestamentlichen Bolle des BP und einer dritten mit den Evangelisten im Profil, unbezeichnet zwar, aber gewiss auch von diesem Stecher gearbeitet. Diese drei BP Meister-Bollen nun sind das Kennzeichen für die frühe Gruppe der blindgedruckten Schweins­ lederbände des C. Krück; ihr schönes eindrucksvolles Belief gibt den ein­ fachen Bollenentwürfen den grössten künstlerischen Gehalt IV 31. Kur einer Tat. l von diesen frühen Bolleneinbänden IV 747 ist datiert, 1562, dies dürfte das Enddatum für die ganze Gruppe sein. Denn mit dem Jahre 1562 kam ein neuer Kurs in der Werkstatt auf. Wir werden nicht fehlgehen, ihn mit dem Eintritt des Sohnes Hans Krück in Zusammenhang zu bringen, E r führte sich mit zahlreichem neuen Bol­ lenmaterial in die Werkstatt ein: einer sehr wirkungsvollen breiten Beformatorenrolle, wie sie in Frankfurt üblich geworden war, und einer gleichfalls sehr schönen Medaillonrolle mit dem pfälzischen Wappen, dazu zwei F a s­ sungen der Salvatorrolle, wie sie auch der Meister F. D. besass, Wittenberger Handelsgut. Mit diesem und dem väterlichen Bollenmaterial hat Hans Krück zunächst eine grössere Anzahl vortrefflicher Bolleneinbände für den Pfalzgrafen Ludwig zwischen 1562 und 64 gebunden. Auf den Grossfolio­ bänden staffeln sich die Bollen von den breitesten am Band ausgehend zu immer schmäleren Formen, ausgezeichnet gegliedert und durch Leerstreifen angenehm unterbrochen z .B . S. 8.13 und 50. In gleicher Weise band er bis in die späten 60er Jahre die Foliobände für die Universität und verschie­ dene wertvollere Bücher für private Besteller in der Stadt, mit gesteigerten Ansprüchen in der Wahl des Leders — braunes Kalbleder — wie in der Anwendung von Bollen-und Stempelschmuck. Sie wirken kultiviert gegen­ über den Entwürfen des C. Krück, denen etwas Trockenes anhaftet. Man spürt, dass Hans Krück in einer reiferen künstlerischen Atmosphäre, am Oberrhein und wahrscheinlich in Basel, seine Lehrzeit verbracht hat IV 750. Tai. l Vom Oberrhein auch brachte er sich eine Anzahl von ornamentalen, negativen Schmuckplatten, ovale und runde Formen mit offenem, kraftvol­ len, mauresken Muster mit und schmückte mit ihnen zwischen 1562 und 64 eine ganze Gruppe von braunen Kalblederbänden in schönster Vergoldung aus (s. Begister). Die Bücher waren fast alle für Pfalzgraf Ludwig, ehe er nach Amberg ging, bestimmt. Man könnte versucht sein, bei diesen elegan­ ten Bänden mit ihrem ausgesprochen kosmopolitischen Stil die Autorschaft des Hans Krück in Frage zu ziehen. Aber die Stempel, eine Lilie, ein lyra­ förmiges Blatt, verankern sie mit den frühesten Einbänden des C. Krück II 197; Aufdruck und vor allem Jahreszahl stimmen mit den gleichen auf den zahlreichen blindgedruckten Einbänden der Krück überein; die sehr schmale Medaillonrolle mit einem Engelskopf über dem Turban (während die Bolle gleicher Art, die Krück von Zimmermann übernahm und später sehr viel verwendet hat, zwei Engelsköpfe und eine Pressemarke zwischen dem Laubwerk zeigt) erscheint im Zusammenhang mit der breiten Beformatorenrolle des Hans Krück und war von ihm in die Werkstatt « einge-

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bracht » IV 750. Der Entwurf dieser braunen Kalblederbände mit den ovalen Platten ist denkbar schlicht. Eine sehr schmale Blinddruckrolle, auch wohl schmale vergoldete Banken oder überhaupt nur Linien umrahmen, in brei­ tem Bespektrand von den Kanten gehalten und von vergoldeten Stempeln an den Ecken nach aussen und innen begleitet. Die Mitte ist nur mit den schönen Ornamentplatten bedruckt V 52. E s war ein Entwurf, der den stren­ geren, kalvinistisch-pfälzischen Einbänden des Petrus Betz aus der gleichen Zeit kongenial entsprach: Einbände ohne starken figürlichen Ballast, äusserst sparsam im Schmuck, aber geschmackvoll in der Wahl der Platten wie in ihrer Anwendung. Hans Krück folgte auch .weiter dem Vorbilde des Betz, als er sich zwei sehr schöne Arabeskenplatten schneiden liess und zwar bei dem gleichen Meister, der für Betz die Platte zu dem Pfalzgraf Christoph Band V 886 gearbeitet hat, nur grösser im Format. E r verwendete die erste auf zwei Quartbänden als flächenfüllenden Schmuck, vergoldete einzelne Teile, hob andere durch Lackmalerei hervor und verzierte den glatten Bücken mit mauresken Bordüren und Stempelgruppen V 1521 und 1718. Der Schnitt wurde mit flockigen Banken schön ziseliert; er verrät deutlich die Baseler Schulung, aus der Hans Krück kam. Mit der zweiten Arabeskenplatte wurde ein Folioeinband gearbeitet un I dem Kurfürsten Friedrich III. übergeben, um sich beim Eintritt in (Le väterliche Werkstatt in Heidelberg bei demselben zu empfehlen I I 457. Die Platte, weit in die Mitte gerückt, wird in wohl abgewogenem Abstand von breiten Streifen umzogen. Sowohl die Streifen als die Platte sind mit schwarzer Lackmalerei belebt und heben sich wirkungsvoll von dem mit Goldpunkten bedeckten Untergrund. Nichts könnte deutscher sein als dieser Entwurf. Das Arabeskenmuster, das in sei­ ner zeichnerischen Linienführung von den Pariser Meistern mit einzelnen Bogen und Linien in kontinuierlicher Folge nebeneinander gesetzt nach­ gebildet wurde und stets die ganze Fläche deckt, hatte schon in Lyon, auf grosse Plattenpressungen geschnitten eine werkzeuggerechtere, nämlich druckende Funktion für den Einbandschmuck gefunden. In dieser Form allein führte sich das Muster in Deutschland ein. E s dürfte sich kaum ein Buchbinder in Deutschland finden lassen, der die Arabesken wie die Meister in Paris mit einzelnen Bogen und Linien nachgebildet hätte. Nicht weil ihm diese Technik zu schwierig war, sondern weil sie dem selbständig schmückenden Charakter des Bogensatzes widersprach. Der Buchbinder bil­ dete nicht eine durchgepauste Zeichnung nach, sondern führte den E nt­ wurf frei schaffend mit den Schmuckmitteln, die ihm gegeben waren, Bollen, Platten und Stempel, in werkzeuggerechter Anwendung aus. Auch der Bogenund Liniensatz erhielt in Deutschland seine selbständig schmückende Funk­ tion, war nicht Mittel zur Wiedergabe gezeichneter Linien, sondern behielt eine eigene Aussageform als Zweige, verschleifende Ecken, auf perlende Langetten, streifenbildende Umrahmung gebraucht. In dieser Einstellung stimmte Hans Krück mit Petrus Betz, aber auch mit Krause und Meuser wie mit allen führenden Meistern der deutschen Benaissance überein. Wel­ che Entwicklungsmöglichkeiten boten sich für seinen bodenständig fest

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verwurzelten Stil! Die zukunftsvoll aufstrebende K raft des Hans Krück wäre mit Petrus Betz wohl fähig gewesen, die Tradition der Ottheinrichbände in ein neues, kalvinistisch strengeres, aber doch immer noch artverwandtes B ett überzuführen. Die Ungunst der Zeit hat diese schönen Ansätze um ihre Entfaltung ge­ bracht. Der politische Druck liess keinen Raum mehr für bibliophile Fragen oder einen Einbandschmuck, der als solcher schon verwerflich und zu ver­ meiden war. Die Aufträge vom Hof blieben aus, nachdem auch Ludwig nach Amberg abgewandert war. Die Buchbinder in der Stadt mussten sehen, ohne das fördernde Interesse der Fürsten nur für die kargen Ansprüche des All­ tags tätig zu sein. Ein nüchterner Zug sachlicher Zweckmässigkeit trat auf· Nur weisses Schweinsleder wird künftig verarbeitet; es hatte sich — dau­ erhaft und sauber — beim Verkauf bisher am besten bewährt. Alle Deckel werden mit Rollen und Platten blind überdruckt, mehr aus praktischen Gründen (weil das aufgelockerte Blinddruckrelief ein zu rasches Abgreifen des Leders verhütete) als um des dargestellten Gehaltes willen, der ohne­ dies auf die unverfänglichsten Themen eingeschränkt war. Der alte Krück hatte diesen reduzierten Ansprüchen klug Rechnung getragen. In dem Jahre, in dem Hans Krück in die Werkstatt trat, 1562, hatte auch er sich mit neuem Stempelmaterial versehen, darunter vor allem drei C. K . signierte Plattenpaare mit David und Taufe Christi, Lucretia 1562 und J u ­ stitia und den Reformatorenbildnissen geschmückt, hausbackene, hand- Tat· Li werklich ungelenke Schnitte, die in Heidelberg selbst hergestellt sein dürf­ ten z. B. V 1450 und V 73. So grossartig der vergoldete Stempelschnitt in Heidelberg entwickelt war, dem wir die zahlreichen Golddruckplatten unter Ottheinrich und Friedrich III. verdanken, für den Schnitt des Blinddruck­ materials fehlte es an jeder Tradition. Schon der Bezug der Rollen von aus­ serhalb, von dem Meister KP, aus Frankfurt oder Wittenberg, zeigt dies deutlich an. Bei den Blinddruckplatten vollends trat die Unsicherheit des Ungewohnten noch stärker hervor. E s kann kein Zweifel daran sein, dass diese Platten dem Geschmack des jungen Hans Krück nicht entsprachen. E r liess sich an ihrer Statt ein eigenes, sehr viel schöneres Plattenpaar mit Taufe Christi und Verkündigung schneiden und schmückte mit ihnen meh- Tat. li rere Bände zwischen 1563 und 65 aus, z. B. V 262. Auch die Rückenfelder wurden von ihm mit den mauresken Stempeln der Prachtbände blind gemustert, liebenswürdig letztes Aufleuchten einer gepflegteren Einband­ kunst. Aber er drang auch mit diesem pflegsameren Schmucke nicht durch. Die altfränkischen Bilderplatten des C. K . erwiesen sich wirkungsvoller. Sie sicherten der W erkstatt den Fortbestand und einen festen Abnehmer­ kreis in der Stadt. Auf einer langen Reihe von Blinddruckbänden zwischen 1563 und 76 werden sie in der Krück-Werkstatt immer wieder gebraucht, vor allem Ju stitia und Lucretia, von denen auch ein schmälerers Platten­ paar für die Kleinstdrucke angeschafft wurde, ein möglichst indifferenter, unangreifbarer Schmuck. Die Platten werden in der Regel von den Blind­ druckrollen eng umrahmt; zwei Leerstreifen oben und unten sind fast immer ohne Aufdruck geblieben. Die Beziehungen zwischen Besitzer und Buch

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waren merkwürdig gleichgültig geworden. Vielleicht hielt man sich auch aus Vorsicht zurück. Die Bücher enthalten fast nur theologische Literatur in deutscher Sprache, Religionsgespräche und Kontroversen. In dieser Um­ welt tat es nicht gut, mit den Bildnissen der Reformatoren aufzuwarten. Das Plattenpaar des C. K ., erstmalig auf einem Einband für den Pfalzgrafen Ludwig VI. verwendet, blieb lange ungenutzt, wagte sich nur mit dem Bild­ nis des Melanchthon allein, auf der Rückseite die Taufe Christi heraus und gab erst in den 80er Jahren, als der Streit abgeflaut war, dem Bildnis L u­ thers — mit sehr bärbeissigem Gesicht — neben dem des Melanchthon das Wort. In der Ausführung tritt bei der lähmend gleichbleibenden Serie der Blinddruckbände ein Unterschied zwischen den Arbeiten des C. K ., der um 1568 vermutlich gestorben war, und Hans Krück nicht hervor. Hans Krück war ganz in das Fahrwasser seines Vaters eingelenkt. Auf vergoldete Einbände verzichtete er in dieser Zeit ganz. Weder die kleineren ornamentalen Schmuckplatten, noch das grosse Arabeskenmuster hat er später noch einmal gebraucht. Als er 1566 mit einem Prachtbande I I 68, für den Pfalzgrafen Christoph, der wenige Jahre später auf der Mokkener Heide fiel, beauftragt wurde, borgte er sich seinen Schmuck von an­ deren Meistern in der Stadt: die schöne Vollmaureskenplatte mit dem krie­ gerisch behelmten Kopf von Petrus Betz, die vergoldete Salvatorrolle von einem unbekannten Heidelberger Binder. Nur die beiden Rankenrollen und die Kranzrolle waren sein Eigentum. Mit ihnen bestritt er den Aufbau, Platte an Platte, Rolle an Rolle gebaut, in einem rapportierenden Muster, wie auf dem Prachtband des Petrus Betz für Albrecht Alcibiades, ein ausgesprochen deutscher Entwurf. Elias Petersheim folgte ihm später auf seinen vergolde­ ten Prachtbänden für Ludwig VI. mit ähnlichen Entwürfen nach. E rst bei dem Regierungsantritt Ludwigs VI. belebte sich wieder seine Kunst. Aber es war zur Realisierung eines eigenen originellen Stils fast schon zu spät. Der Buchbinder F . D. hatte alle seine künstlerischen Kräfte in der Zeit des Umbruchs in einfachen Rolleneinbänden gespart, beim Wiederauf­ leben der Bibliophilie am pfälzischen Hof brach seine schöpferische Phan­ tasie in einem aufleuchtenden Nachsommer noch einmal hervor. Hans Krück hatte sich in der langen Zwischenzeit mit den vielen mittelmässigen Plat­ teneinbänden künstlerisch vertan. Auch als ihn das Interesse des Fürsten wieder trug, gewann er den Hochflug seiner hoffnungsvollen Anfänge nicht wieder zurück. Für die Einbände, die er gelegentlich nur für Ludwig VI. zu arbeiten bekam, hatte er sich eine Bildnisplatte des Fürsten, « Ludwig VGG Pfalts D H R » unterschrieben, angeschafft und eine Wappenplatte als Gegen­ stück I 69. I I 311 und 320. Die lichte Umrahmung der Ranken und der star­ ke Akzent der figürlichen Rollen geben einen schattenden Hintergrund für die gut geschnittenen Platten, die von der Umrahmung abgesetzt eindring­ lich zur Wirkung kommen. E s überrascht, besonders im Vergleich zu den Einbänden des Elias Petersheim mit einem sehr ähnlichen Kurfürstenbildnis, wie fest Hans Krück noch in der aufteilenden, gliedernden und formgebenden Kunst der Renaissance verwurzelt war. Petersheim wirkt daneben schon fa st

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barock. In den 80er Jahren, besonders aber nach dem Tode des F . D., gewann Hans Krück noch einmal einen stärkeren Anschluss an den Hof. E r bekam einige Einbände für Friedrich IV. zu binden und schmückte sie mit einer Wappenplatte in rhombischer Kartusche aus, die er mit einer zweiten rhombischen Linienumrahmung umgab in bewusster Anlehnung an die Ottheinricheinbände. Aber das Ergebnis der weissen rauscheivergoldeten Schweins­ lederbände wirkte doch nur epigonenhaft. Auch die Verwendung des lyra­ förmigen Blattstempels, der seine frühesten Golddruckbände ausgeschmückt hatte, rief den Zauber dieser ersten und so hoffnungsvoll begonnenen Ein­ bandkunst nicht wieder herauf. Man beliess den alternden Hans Krück in seinem Amt als Universitätsbuchbinder bis zu seinem Tod 1605. Seinen Sohn Matthäus nahm man als solchen nicht wieder auf. Beide Heidelberger Stadtbuchbinder, F . D. und Hans Krück, haben mit ihren Einbänden in der Stadt Schule gemacht. Den Rolleneinbänden des F. D. schloss sich ein Meister E. H. an, den Haebler in Esslingen ver­ mutete, der aber wahrscheinlich - des mehrfach verwendeten Wasserzeichens mit dem pfälzischen Wappen wegen - innerhalb der Pfalz, wenn auch viel­ leicht nicht in Heidelberg selbst, beheimatet gewesen ist. Seine Rolleneinbände, durch eine breite E . H. bezeichnete Salvatorrolle und eine Kranzrolle mit Engelsköpfen, die ein Stirnband tragen, gekennzeichnet, zeigen inso­ fern einen eigenen Zug, als sie das schmale Mittelfeld in der Regel unverziert und auch zwischen den Rollen mehr Atemfreiheit lassen. Auf einem seiner palatinischen Bände hat er auch eine Platte gebraucht, ein Bandwerk­ muster mit sechs grotesken Köpfen: ein phantasievoller Entwurf, der den Einfluss der württembergischen Stecherkunst verrät I I 235. Dem Charakter der Krück-Werkstatt entsprachen die späten Blinddruck­ bände des Perlrollen-Meisters, der uns schon bei den Ottheinrichbänden mit dem Thronsesselbildnis begegnet war. Der Meister ist nur einmal noch mit einem reicher verzierten Band hervorgetreten; er schmückte ihn mit der von Petersheim entliehenen Bildnisplatte des Kurfürsten Ludwig aus, vielleicht um sich seinen Diensten, wenn auch vergebens, zu empfehlen S. 34. Seine übrigen Blinddruckbände sind schlichtester Art, nur mit zwei Kranzrollenstreifen in der Mitte geschmückt, von einer Reformatorenrolle um­ rahmt IV 985 oder mit der Lucretia-Justitia-Platte versehen und der Perl­ rolle als Rahmenschmuck wie bei IV 47. Das Plattenpaar ähnelt sehr der schmäleren Fassung, die Krück gebraucht hat. Dasselbe Motiv in derselben auffallend schmalen Fassung begegnet uns nun ein drittes Mal bei einem Meister, der in Heidelberg oder vielleicht im Umkreis tätig war und durch ein auffallend gepflegtes Stempelmaterial ausgezeichnet ist, z. B. V 1816. Seine Rechtfertigungsrolle mit Evangelisten 1544 ist vortrefflich gearbeitet; die einzige Golddruckplatte, die er besass, eine Kreuzigung, stammt aus Wittenberg V 991. Aber eine Überraschung besonderer Art bieten zwei Blind­ druckplatten V 1739, die er besass und die nach dem Motiv (Sol und Luna, das Sinnbild von Lüneburg) und den springenden Pferden oben (das braun­ schweigische Wappen) einen so ausgesprochen niedersächsischen Charakter tragen, dass man an ihrer Zuweisung irre werden kann. Aber der enge stili-

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Abb. 21

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stische Zusammenhang, der zwischen den Einbänden dieser Gruppe und den Entwürfen des Krück wie des Perlrollen-Meisters besteht, ebenso wie der Umstand, dass diese Einbände nur in der Palatina Vorkommen (einer der­ selben in Stuttgart) lässt ihre Entstehung in der Pfalz, nicht in Medersach­ sen, zur Wahrscheinlichkeit werden. Innerhalb der handwerklich kargen Blinddruckschnitte in Heidelberg freilich stehen die beiden künstlerisch originellen Platten ganz allein.

21.

Heidelberg

Platten des Planeten-Meisters

Pal. V 1739

Die Bildaussage im Einbandschmuck hatte in Heidelberg allen Sinn verloren. Weder die natürliche Schmuck- und Bildfreudigkeit unter Ottheinrich, aus dem ästhetischen Genuss am Schönen erwachsen, noch auch die gedanklich propagandistische Auswertung der Bilder, wie sie die Witten­ berger liebten, konnte der schmucklosen Sachlichkeit der pfälzischen Kalvi­ nisten Genüge tun. Wo immer sich in der Pfalz noch eine belebende Welle figürlichen Stempelschnitts zeigte, war es in den versprengten Gebieten der protestantisch gebliebenen Landesteile, in Oberfranken vor allem, dieser Hochburg des Protestantismus, von der nach 1576 der grosse Wandel in der Einbandkunst kam, und vereinzelt in Simmern oder in der linksrheinischen Pfalz. So verwahrt die Palatina ein protestantisches Gesangbuch, das sich laut Eintrag Friedrich Wesel 1564 für 14 alb in Simmern kaufte, ein braunes Kalblederbändchen, mit einem mit Rauschei vergoldeten, überaus

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reizvollen Bilderschmuck: Taufe Christi und Vertreibung aus dem Paradies, im Stil den Stichen des Aldegrever verwandt, VT 56. Sehr viel bedeutsamer aber war der Zuwachs an Einbänden deutschfigürlicher Art, die in Kaiserslautern, in der Residenz des Pfalzgrafen Johann Kasimir, gerade dem Vorkämpfer aller kalvinistischen Bestrebungen, wie in einer Diaspora entstand. Diese kleine, in sich geschlossene, protestantische Bibliothek gehörte der Pfalzgräfin Elisabeth, einer geborenen kursächsi­ schen Prinzessin. Die Heirat der ältesten Tochter des Kurfürsten August von Sachsen mit dem zweiten Sohn des pfalzgräflichen Kurfürsten, Johann Kasimir, war in Zeiten einer Annäherung unter den evangelischen Reichs fürsten aus politischen Gründen erfolgt. Trotz der Versicherung gegensei­ tiger Duldung suchte doch jeder Teil auf den andern durch diese verwandt­ schaftlichen Beziehungen einen Einfluss zu gewinnen. E s wurde ein Misser­ folg, auf menschlichem wie auf politischem Gebiet. In der Büchersammlung, die sich die Pfalzgräfin in Kaiserslautern anlegte, spiegelt sich das Erlebte eindringlich zurück. Jeder ihrer Töchter hatte die Kurfürstin-Mutter Anna von Sachsen bei der Verheiratung eine stattliche Anzahl religiöser Bücher mitgegeben. Für die älteste Tochter, die in ein kalvinistisches Land kam, wurden sie mit besonderem Bedacht ausgewählt. Schon im Schmuck der Einbände, die vorwiegend von Brosius Faust, aber auch von Metzger, Weid­ lich und vor allem Krause stammten, trat diese iiberzeugungstreue Gesin­ nung deutlich hervor. Faust hatte sich neue Bilderplatten und Rollen ange­ schafft: eine Platte mit dem sündigen Menschen unter dem Lebensbaum und eine Rolle mit den kämpferischen Gestalten von Judith, Jae l und Lucretia; sie wurde auf keinem Einbande des Kurfürsten August, aber auch — aus Klugheit — auf keinem der Kurfürstin Anna gebraucht. Der Tochter war sie wie ein verpflichtendes Symbol zur Seite gestellt; es drängt sie in eine missionierende Berufung hinein. Immer wieder versuchte sie, durch Bücher eine Einwirkung auf den Pfalzgrafen zu gewinnen. Seit ihrer Verheiratung hielt sie an dem Brauch fest, die Bücher, die sie ihrem Mann schenkte oder von ihm ge­ schenkt bekam, durch einen gemeinsamen handschriftlichen Eintrag zu kenn­ zeichnen. Der Pfalzgraf schrieb seine Devise, wohl auch einen mutwilligen Spruch « Thue Recht, schewe niemand » hinein, die Pfalzgräfin ihren Wahl­ spruch «Regier mich Herr nach Deinem Wort » oder einen biblischen Spruch. Diese gemeinsamen Einträge waren für sie eine fromme Bestätigung ihrer ehe­ lichen Zusammengehörigkeit und einer religiösen Übereinstimmung, die ein Wunschbild war und auch blieb. So dringlich sie sich, selbst in dem Eintrag in einem kalvinistischen Katechismus, den Kurfürst Friedrich III. seinen Kindern zugeschickt hatte, « als meins hern trewes gemahl, weil ich lebe» bezeichnete, war eine Verständigung in den letzten Fragen der Religion, deren freie Ausübung ihr im Ehevertrag zugebilligt war, nicht zu erreichen. Noch mehr wie je zog sie sich auf die Bücher zurück. Sie vermehrte, zunächst mit dem Pfalzgrafen, dann allein, den eingebrachten Buchbestand. Die Bücher, stets deutsch, enthielten die Pastoralliteratur der Zeit von Maior, Selneccer, Glaser, auch manche neugedruckte lutherische Schriften, Spruchsammlungen und Gebete, den Druckorten nach eher aus Nürnberg 6 ( 216)

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und Frankfurt als aus Sachsen (um Ärgernis zu vermeiden) bezogen. Die Bücher wurden nach heimischer Art in vortrefflichem Leder gebunden, in weissem Schweinsleder bei blindem, in braunem Leder bei vergoldetem Druck; in jedem Fall aber waren sie reich mit figürlichen Darstellungen bedeckt. In dem Bilderschmuck ihrer Einbände schuf sich die Pfalzgräfin die Welt, die sie sich gewünscht hätte. Christus selbst kam zu der Frau am Brunnen, um ihr das Wasser des ewigen Lebens zu geben; die Taufe, die Verkündigung hatten auch ihr eine Verpflichtung auferlegt; das Vorbild der kühnen Vorkämpfe­ rinnen eines religiösen Volkstums, Judith und Jael: ein Wunschtraum, sehr entrückt. Um so zahlreicher werden die Bücher des Trostes « Wie der Chri­ sten Trawrigkeit zu stillen s e y » und die Darstellung des Kreuzes, das ein wahrer Christ auf sich zu nehmen hat. So lange die kurfürstlichen Eltern noch lebten, war die Stellung der Pfalzgräfin geschützt; als sie starben, ging man ernstlich daran, die Ehe zu scheiden, die im Grunde schon nicht mehr bestand. Um dem Gesetz Genüge zu tun, versuchte man, ihr eine eheli­ che Untreue nachzuweisen. Da nahm sie, die mit dem Pfalzgrafen zu reden «schon sehr bawfällig w ar», der Tod hinweg. In der langen Reihe ihrer Erbau­ ungsbücher, mit handschriftlichen Einträgen und Gebeten der Pfalzgräfin erfüllt, hat sie sich und ihrem nicht leichten Geschick ein Denkmal gesetzt; diese kurzen tragischemAnrufe einer Unterliegenden bewegen noch heute. Zwei Meister vornehmlich haben für die Pfalzgräfin in Kaiserslautern die Einbände geliefert. Der erste band die Erbauungsbücher fast überein­ stimmend ein; er besass nur ein Plattenpaar mit Taufe Christi ohne Unter­ schrift und der ganz ungewöhnlichen Darstellung von Christus und der Sam a­ riterin am Brunnen. Mit Gold auf Kalbleder gedruckt, sind die Platten nur noch am Rand mit einer schmalen Blinddruckrolle umsäumt, einer Medail­ lonrolle mit sächsischem Wappen und waagerechten Schildern, auf denen der Spruch Also / hatt / Gott / Die W(elt geliebt) verteilt worden ist. Der Leerstreifen über und unter dem Bild ist leer oder nur mit einem sehr klei­ nen Stempel bedruckt; die Rückenfelder sind von Spiralranken bedeckt z. B . V 887. Keines der Bücher der Pfalzgräfin ist mit einem Namensaufdruck auf dem Deckel versehen, ein bescheidener Zug und gewiss auch, um sich gegenüber den pfalzgräflichen Büchern nicht hervorzutun. In der ganzen Anlage, — die umrahmende Rolle blind, die mittlere Platte vergoldet ge­ druckt, — schliessen sich die Bändchen des Samariterin-Meisters den zahl­ reichen Einbänden an, die die Pfalzgräfin von Brosius Faust aus Dresden mitgebracht hatte. E s ist gut möglich, dass der Buchbinder ein Geselle des Faust gewesen ist. Ihm stand, durch keinerlei Stempelmaterial verbunden, ein anderer Buchbinder zur Seite, der sich den Dresdner Bänden — den deutsch-figür­ lichen Einbänden von Krause zum Beispiel — fast noch unmittelbarer an­ geschlossen hat. Auf den braunen Kalblederbänden von hervorragend guter Qualität sind die Golddruckplatten durch viele dünne Streicheisenlinien hervorgehoben; sehr sicher stehen die beiden kleinen Blütenstempel in den Leerstreifen oben und unten. Eine Reformatorenrolle (wie die Krauses, doch ohne Initialen) umrahmt, in kräftigem Relief eingedrückt. Auch die

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Bünde sind mit spitzwinkelig zulaufenden Streicheisenlinien straff umsäumt; die Bückenfelder stets gemustert mit einem blinden rapportierenden Stem­ pelschmuck. Fast immer nimmt die vordere Seite die Kreuzigungsplatte in Golddruck ein, während die Bückseite durch die schmale und hohe Dar­ stellung der Judith in blindem Druck ausgezeichnet ist V 1020. Auch vergoldet wurde das beliebte Motiv wie ein grosser Stempel in die Mitte des Dekkels gedruckt z. B. V 877. Die Blinddruckplatte dagegen erscheint häufig im Zusammenhang mit einer Jaelplatte in blindem Druck V 1195 und 1437. Nur zweimal traten an ihre Stelle die Blinddruckplatten Verkündigung und Taufe Christi, die, besonders schön, von dem Wittenberger Stecher Matthias Unger gerschnitten und durch die Jahreszahl 1561 gekennzeichnet sind V 67. 417. 575. Eine Vase mit Blumen, die vor dem Betpult der Jungfrau Maria steht und mit dem redenden Wappen Krauses (eine Vase mit gewelltem Band = Krause) genau übereinstimmt, lässt darauf schliessen, dass wahr­ scheinlich auch Krause sein Blinddruckmaterial bei diesem Wittenberger Stecher Matthias Unger bezogen hat, als er nach seiner Meisterprüfung 1561 durch Wittenberg kam. Zu den zwei Kaiserslauterner Einbandgruppen in der Bibliothek der Pfalzgräfin Elisabeth kommen noch einige Einzelgänger hinzu, die ihnen in der Wahl der Stempel wie in der Anwendung derselben nahe stehen. Der Meister mit der Taufe Christi-Platte 1546, nach welchem der Judith-Meister seine Platte schneiden liess, ist mit drei Einbänden in der Palatina vertreten V 663. V I 107. 153. Er dürfte aus Leipzig gekommen sein oder hat dort seine Lehrzeit verbracht. Seine beiden vortrefflichen Blinddruckrollen, eine Putten-und Tugendenrolle 1546 sind bestes Leipziger Stechergut, von einem Meister B E geschnitten. Ein anderer Meister ist mit einem Bändchen vertreten, das der Art des Samariterin-Meisters besonders in der Bücken­ verzierung sehr entspricht V 597. Ein dritter mit zwei Einbänden für die Pfalzgräfin Elisabeth gab sich mit seinen Passionplatten und Christkindrol­ len ganz konventionell V 1549 und VT 50. Ob Wellers Hausregiment, Nürn­ berg 1557, das in weisses Schweinsleder gebunden und mit blinden Bollen bedruckt wurde V 450, während der Schnitt rosa gefärbt und mit Kande­ laberrollen und Blütenstempeln vergoldet ist, aus der Bibliothek der Pfalzgrä­ fin stammte, muss dahingestellt bleiben. Der festlich geschmückte Schnitt zum mindesten spricht für die Bibliothek einer fürstlichen Frau. Wahrscheinlich aus Neustadt a. d. Hardt kommt der Einband eines Meisters L. P., ein Schweinslederband mit Fortuna und Justitia in K artu­ scheneinfassung, der von mehreren indifferenten Bollen umrahmt ist und einen in Neustadt gefertigten Druck umschliesst; er wurde für Lorentz Baibussen, Stadtschreiber zu Dettelbach, gebunden I I 77. In der Karlsruher Bibliothek fand sich ein Einband, der mit der Palatina V 1684 in den Platten und in der Bolle genau übereinstimmt, nur dass die Bolle in Karlsruhe, schief eingeblockt, die Initialen M.H. (Haebler I I 324) besitzt. Ich möchte annehmen, dass beide Bände von dem gleichen Karlsruher Buchbinder gearbeitet wurden, der seine Bolle erst ohne, dann mit Initialen verwendet hat. Ein ähnlicher Vorgang liegt bei der negativen Tugendenrolle des Samuel Streler vor.

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Guillaume Plunion

5. K a pitel Guillaume Plunion und die vergoldeten Einbände in Heidelberg

Die französische Einbandkunst wurde in den 60er Jahren in ganz Europa bedeutungsvoll. Der Herzog von Este, der Kurfürst von Sachsen liessen sich zwischen 1564/5 in Paris grössere Büchersammlungen von einem fran­ zösischen Meister, dem sogen. Languetbuchbinder, einbinden. Die Buchbin­ der in Antwerpen kamen aus Frankreich wie Plantin oder waren in Paris ausgebildet wie der Meister der Fleischhauer-Akten; auch England stand in engster Fühlung zu der französischen Kunst: ein Lyoneser Flüchtling Jean de Planche arbeitete verschiedene Prachtbände für die Königin Elisabeth. Wo aber wie in München ein unmittelbarer Bezug aus Frankreich nicht vor­ lag, waren die Buchbinder zum mindesten mit den französischen Arbeiten vertraut und bildeten ihre Einbände gelegentlich «uf frantzosisch, uf welsch». E s konnte nicht fehlen, dass auch die Pfalz, so nah benachbart dem fran­ zösischen Gebiet, in Kenntnis mit den buchkünstlerischen Bestrebungen in Frankreich stand; noch nicht Ottheinrich, dessen reine Benaissanceeinbände viel eher mit Italien (wenn schon eine ausländische Anregung in Frage kom­ men sollte) als mit Frankreich verankert waren, wohl aber die Pfalzgrafen aus dem Simmemschen Geschlecht. Die Söhne des Pfalzgrafen Friedrichs III. waren in Frankreich erzogen. Johann Kasimir lebte vom 9. bis 16. Jah r am Hof Heinrichs II. in Paris; sein älterer Bruder Ludwig hatte in Döle stu­ diert; Pfalzgraf Christoph erhielt seine Ausbildung in Genf. Aber der buch­ künstlerische Gewinn war bei den jungen Prinzen nur gering; Pfalzgraf Christoph allein brachte sich einige schön gebundene Bücher aus Genf mit. Die französischen, besonders Pariser Einbände, die sich in der Palatina finden, stammen fast alle aus Ulrich Fuggers Bibliothek. Nicht buchkünst­ lerische Interessen, sondern politische und religiöse Motive verbanden Frankreich mit der Pfalz. Seit dem offenen Bekenntnis Friedrichs III. zur kalvinistischen Glau­ benslehre war die Pfalz zu einem Befugium geworden für die wallonischen Flüchtlinge aus den Niederlanden wie für die aus Frankreich vertriebenen Hugenotten. Sie wurden linksrheinisch angesiedelt, in Frankenthal und Mannheim vor allem; Kaiserslautern und Neustadt an der Hardt, die Besidenzen des Pfalzgrafen Johann Kasimir, wurden zum geistigen Mittelpunkt für die ringsum auf blühenden Flüchtlingskolonien. Zu diesem Kreise ge­ hörte auch jener Maréchal, der von Speyer aus einen Buchhandel in Heidel­ berg eröffnet hatte. Die eingesessenen Meister Krück, Betz und Zimmermann wehrten sich 1569 durch eine Eingabe gegen seine Konkurrenz, aber die Entwicklung war nicht mehr aufzuhalten. Sie bedrohte sie auch in ihrer buch­ binderischen Existenz. Am Ende des Jahres 1569 hatte sich Guillaume Plu­ nion in Heidelberg niedergelassen, er wird 1573 ausdrücklich als Belieur de Monseigneur Electeur bezeichnet. Was er mitbrachte, war der reine orna­ mentale Stil, die Verwendung von Gold auf bestem Leder oder Pergament

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Guillaume Plunion

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der farbige Auftrag von Lack, die neuen Kompositionsformen der Ein­ zelstempelbände, aus Bogen und Stempeln gebildet. Wenige Platten, kaum eine Bolle zum Schmuck. E s war ein völlig neuer Stil, für den in der pfalzgräflichen Kunst, auch bei Betz, noch kaum eine Bereitschaft bestand. Eine gleiche Entwicklung war zu derselben Zeit auch in Dresden am Hof des Kurfürsten August vor sich gegangen. Auch hier kam Krause mit seinem or­ namentalen Stil in eine blühende, bodenständige Einbandkunst. Auch hier erfolgte eine grundlegende Änderung. Die älteren Meister, die beiden Metzger und Brosius Faust, traten in ihre besonderen Arbeitsgebiete — der Belieferung der städtischen Kreise oder der höfischen Frauen — zurück und blieben dort wie sie waren, in ihrem heimischen Stil. Jacob Weidlich, der wendigste von ihnen, passte sich ausprobend dem Yorbilde Krauses an. Aber das Ausschlaggebende bei diesem Umbruch war doch, dass er von seiten eines Einheimischen, eines Sachsen, wie die Stadtbuch­ binder selbst, geschah und dass in Krauses Kunst das deutsche Element, der Stil seiner Heimat, so intensiv spürbar war, dass man die ornamentale Kunst, die er brachte, wohl als Ausdruck neuartigsten Geschmacks, doch ganz innerhalb der eigenen einheimischen Entwicklung verstand. Sie prägte der gesamten Kunst in Dresden ihren Stempel auf. Nicht nur durch seinen Schüler und Nachfolger Meuser, auch in der künftigen Buchbindergenera­ tion bis in den dreissigjährigen Krieg hinein, wirkte die Kunst Jakob Krauses form- und grundbestimmend in Dresden nach. Für die Heidelberger Kunst dagegen ist das Auftreten des französischen Meisters nür eine Episode ge­ wesen ohne nachhaltende Kraft. Aber sie brach in eine natürliche Entwick­ lung ein und bog sie um, ohne Möglichkeit, sich ihr assimilieren zu kön­ nen. Die Wittenbergische Bichtung aber, die unter der Begierung Lud­ wigs YI. aufkam, bedeutete gegenüber den französischen Bänden einen völligen Bruch. E rst unter Friedrich V. fand sich die pfälzische Einband­ kunst dem ruhig dahinfliessenden Strom traditioneller Entwicklung zu­ rückgegeben. Wir wissen nicht, durch welche Vermittlung Plunion nach Heidelberg kam. Zu den Lyoneser Flüchtlingen zumindest gehörte er nicht. Der Stil seiner Einbände lässt eher darauf schliessen, dass er in Paris, und zwar bei dem sog. Marx Fugger-Meister ausgebildet war, der von Gruel (mehr und mehr überzeugend) mit Claude de Picques identifiziert worden ist. E s könnte möglich sein, dass er durch Johann Kasimir, der seit 1568 mit den Führern der französischen Hugenotten in engster Fühlung stand — er führte ihnen die in Deutschland geworbenen Söldnerheere zu — veranlasst wurde, nach Heidelberg zu gehen, um den religiösen Verfolgungen in Paris auszuweichen. Jedenfalls war er Kalvinist und gehörte zu der reformierten Gemeinde in Frankenthal; er verliess Heidelberg als hier unter Ludwig VI. erneut eine protestantische Strömung zur Herrschaft kam. Er dürfte auch schon älter gewesen sein, denn er kam bereits mit Frau und Kind nach Heidelberg. Von 1570 an hat er für den Kurfürsten, wenn auch nur wenig, und für Pfalz­ graf Johann Kasimir eingebunden. In seiner Kunst trat er als fertiger Meister auf den Plan.

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Guillaume Plunion

Schon der erste Band IY 1217, den er für das Hochzeitscarmen des Brantz bei der Vermählung Johann Kasimirs mit Elisabeth von Sachsen gearbeitet hat, zeigt alle Vorzüge seiner Kunst: das vortreffliche hellbraune Kalbleder, die brillante Vergoldung (die allen seinen Arbeiten zu eigen ist), die zierlich geschnittenen Rollen und Einzelstempel, mit denen er den sehr schlichten und eleganten Entwurf ausgeführt hat. Kur eine grosse ovale Bandwerk­ platte schmückt die Mitte, von einer schmalen Vollmaureskenrolle mit Eckstempeln begleitet. Der Rücken bleibt ohne Bünde glatt und ist mit Bordürenstempeln und Linienkaros abwechselnd verziert. Der glatte Gold­ schnitt ist ungemustert. Wie so oft bei den Pariser Bänden sind die Papp­ deckel dick und etwas weich, auch die Bindung ist mehr verschleifend, kei­ neswegs wie in Deutschland gestrafft. Ungewohnt für die französischen Bände die beiden roten Seidenbänder, mit denen das Buch zusammengebun­ den ist: ein deutscher Brauch und wahrscheinlich von dem Auftraggeber gewünscht. Bei den Einbänden, die Plunion seit 1571 für den pfalzgräflichen Hof band, wählte er sich die Form der Superexlibrisbände aus, wie sie sich unter Heinrich II. von Frankreich eingebürgert, unter seinen Söhnen durch Claude de Picques weiterentwickelt hatte, während Ursprung und erste Anre­ gung von den Farnese-Plaketteneinbänden in Rom ausgegangen sind. In der charakteristischen Form der Farneseplaketten wurde das grosse schmale Oval der pfälzischen Wappenplatten geschnitten, das künftig die Vorder­ seite der kurfürstlichen Einbände schmückt, während die Rückseite von der grossen ovalen Bandwerkplatte ausgefüllt ist, die auch auf dem Hoch­ zeitsbuche die mittlere Verzierung gab. Das pfälzische Wappen wurde wahr­ scheinlich in einem mechanischen Verfahren mehrfach geschnitten, einmal mit dem kurfürstlichen Herzschild, einmal ohne dasselbe, und zuletzt mit einer breiten Umschrift mit dem Sinnspruch Johann Kasimirs «Constan­ ter et sincere». Ausserdem wurde für den Pfalzgrafen noch ein zweites Plattenpaar mit dem pfälzischen und kursächsischen Wappen angeschafft, von einem ovalen Kranz mit abschliessendem Engelskopf eingefasst. Mit diesen grossen dekorativen Wappenplatten nun setzte Plunion den stärk­ sten Akzent im Entwurf. Die Umrahmung, nur mit Linien und Eckstempeln ausgeführt, kommt dagegen kaum zu Wort. Nur Besitzeraufdruck und Jahr, in ein von Linien umzogenes Schild gestellt, halten dem schweren Goldton Abb. 22 des Wappens das Gleichgewicht. Auch diese Beschriftungsschilder waren von den französischen und ursprünglich farnesinischen Einbänden übernommen. Plunion aber gab ihrem spröden Lineament mit der Zeit ein stärkeres Ge­ wicht: er umrahmte, durch schraffierte ineinander gehängte Blattstempel gebildet, Besitzerangabe und Jah r mit einem anmutigen Vignetten­ schmuck. T»f. Lvni Der erste Einband II 152 in dieser Art um Kalvins Auslegung der Apostelgeschichte wurde 1571 in Heidelberg gebunden und ist mit dem Namen des Kurfürsten Friedrich III. ausgezeichnet, -war aber wahrschein­ lich nicht in seinem Auftrag, sondern in dem des Druckers oder Heraus­ gebers gearbeitet worden. Er wurde zum feststehenden Typ für alle wei-

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Guillaume Plunion

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teren Bibliothekseinbände, in braunem Kalbleder und bester Vergoldung ausgeführt, die Wappenplatte durch bunte Lackmalerei erhöht, die Linien­ umrahmung in breitem Abstand vom Rand elegant abgesetzt und durch Eckstempel akzentuierend begleitet. Über und unter dem Wappen steht im­ mer der gleiche anmutige Vignettenschmuck. In der vortrefflichen Ausführung wirkt das Vorbild von Plunions Lehrmeister, von Claude de Picques, rühmlich nach, aber auch in der lähmenden Gleichmässigkeit des Entwurfes. Der Schmuck des Kalvin-Einbandes wird auf allen weiteren Einbänden fast genau über­ einstimmend wiederholt. Die künstlerische Phantasie ward zu rasch auf ei­ nen einmaligen Kenner gebracht; es gab nichts mehr zu sagen ausserhalb dieses sachlichen und eleganten Entwurfs. Selbst bei einem Wechsel im Ma­ terial, Pergament anstelle des Kalbleders, wie auf dem Geschenkband 1 171, den Volker Coiter an Friedrich III. 1575 gab, änderte sich an der schmükkenden Aussage nichts. Es ist stets das gleiche Bild, das wir bei Plunion vor uns sehen.

b| BH ■ C . P . B . R . H . I

22.

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Heidelberg

Guillaume Plunion Beschriftungsschild

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Es kann kein Zweifel daran sein, dass dieser gleichbleibende Schmuck dem virtuosen Können des Plunion auf die Dauer nicht Genüge tat. E r hat sich 1571 mit zwei Entwürfen in sehr viel reicherer Dekoration versucht. Beide Prachtbände II 489 und 491 waren als Geschenke an Kurfürst Friedrich III. bestimmt; sie umschliessen Heidelberger Drucke, die Predigtsammlung des Bullinger von 1568 und Wirsungs Arzneibuch von 1569. Beide Bände, in braunes Kalbleder gebunden, sind mit farbig bemaltem Bandwerk und reich vergoldeten Stempelranken durchaus bedeckt. Das Bandwerk, in einer rollwerkartigen Kartusche zusammengefasst, füllt das Mittelfeld und ist von schön geschwungenen Stempelranken umfasst, die zum Teil in das Band­ werkmuster selbst übergreifen. Die leeren Kompartimente an den Ecken und in der Mitte sind durch Lederintarsien hervorgehoben, die glatten Rücken — ausnehmend schön, — sind bald mit einem Arabeskenmuster, bald mit einzelnen Stempelgruppen und abgrenzender Vierpassbordüre ver­ ziert. Auch die Schnitte sind lebhafter gehalten, mit orangefarbenem Unter-

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grund und einem kraftvoll ziselierten Arabeskenmuster. Der Schnitt auf dem Wirsungband trägt vorn das Datum 1571. Zur gleichen Zeit wurde das gleiche Buch auch für den Pfalzgrafen Johann Kasimir gebunden, etwas ver­ einfachter im Schmuck, nur mit einer dekorativen Stempelgruppe in der Mitte und umrahmenden Stempelranken versehen, in einer Schmuckweise, die einer Anregung aus der Genfer Einbandkunst jener Zeit entsprach (II 454).

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Mit diesen schönen Geschenkbänden hatte Plunion am Hof nur einen schwa­ chen Widerhall gefunden. Erst 1575 griff Kurfürst Friedrich III. auf die ihm gebotene prunkvolle Verzierungsform zurück, als es galt, die in Frankfurt gedruckte pfälzische Kurfürstenbibel in zwei Bänden für den hessischen Hof wie für den Kurfürsten selbst in repräsentativer Weise nahezu überein­ stimmend einzubinden. Die hessischen Einbände sind bei Loubier Abb. 185 abgebildet. Die Bibelbände des Kurfürsten I 211 sind in der Palatina erhalten und mit einem der Bückdeckel auf Taf. 60 wiedergegeben. Alle Begister des Schmuckes sind gezogen: Bandwerk und Stempelgerank, Gold

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und Lackmalerei, braunes Kalbleder mit reicher Lederintarsie in weiss und rot. Das mittlere Wappen und die Stempelgruppe auf der Rückseite sind in ein engmaschiges Bandwerkmuster gestellt, das ersichtlich aus einem franzö­ sischen Musterbuch entnommen, von Plunion in eigenartiger und geistvol­ ler Weise in nierenförmige Gebilde abgewandelt wurde, die dem Oval des Wappens ausbuchtend nachgeben und mit vielen konkaven Verschlingungen ausgestattet sind. Die von Bandwerk umschriebenen Kompartimente sind mit verschiedenartigem Leder ausgelegt. Das Bandwerk ist buntfarbig, blau, rot, weiss, hell- und dunkelgrün bemalt und mit goldenen und farbigen Punkten grundiert. Die ovalen und nierenförmig abgegrenzten Flächen sind mit vergoldeten Stempelranken dicht überzogen. Der Rücken, ausnahms­ weise und wahrscheinlich auf Verlangen des Kurfürsten mit erhabenen Bünden in deutscher Manier gearbeitet, ist mit einer breiten Vierpassbordüre bedeckt. Der Goldschnitt ist mit zierlichen, etwas verblassten Ranken ziseliert. Mit diesen hervorragend schönen Bänden schliesst aber auch schon die Reihe der Prachteinbände, die Plunion für den pfalzgräflichen Hof geschaffen hat. Zwei kleinere Bände seiner Hand mit farbigem Bandwerk und Stempelran­ ken wurden nach Heidelberg Cod. Pal. Germ. 607 zurückgegeben oder kaAbb. 24 men als Geschenk Friedrichs III. an den Dresdner Hof. Der reizvolle Einband kleineren Formates aber, der noch heute in der Palatina in festli­ cherem Gewände aufprunkt, ging auf eine Bestellung des polnischen MagnaTaf. l x i v ten Johannes a Lasco zurück V 1980. E s war dem Buchbinder auch kaum Zeit gegeben, sich in ruhigerer Weise zu entfalten. Mit dem Tod Friedrichs III. brach bereits seine Tätigkeit in Heidelberg ab. E r wich der protestantischen Regierung Ludwigs VI. aus, indem er 1577 mit Johann Kasimir in die kalvinistische linksrheinische Pfalz überging. Auf den Einbänden, die er hier, wahrscheinlich in Kaisers­ lautern, für die wirtschaftlich begrenzten Ansprüche des Pfalzgrafen schuf, — vorwiegend Schreibkalender, in denen dieser seine täglichen Erlebnisse ein­ zutragen pflegte, ein geschichtlich überaus ergiebiges Quellenmaterial, — führte er den Superexlibris-Charakter der ersten Bibliothekseinbände ohne Änderung fort, nur dass jetzt weisses Pergament verbilligend an Stelle des braunen Kalbleders getreten ist. Aber die schönen Ovalwappen sind nach wie vor vergoldet und mit Lackfarben bemalt. Die Umrahmung hält sich wie immer zurück, die reizvoll umrankten Vignetten umschliessen Besitzerangabe und Bindejahr. Diese lange Reihe vergoldeter Wappeneinbände, aus ganz hervorragendem Pergamentmaterial gearbeitet, sind in dem gleichförmig wiederholten Entwurf als Einzelheit vielleicht weniger interessant als in der Tat. l x v Gesamtwirkung, die imponierend ist. In diesen serienweisen Aufzügen ge­ fiel sich die Zeit; ein uniformierender Charakter ist ohnedies dem Wesen des Superexlibrisbandes vertraut; die Vielfältigkeit des individuellen Entwur­ fes wird durch eine neue, ordnende, gruppenbildende, normierende Tendenz abgelöst; sie leitet unmerklich über in die Zeit des Barock. Auch im Stil trat ein kraftvollerer, stärker akzentuierender Zug hervor. Auf einem Pergamentband V 1713 für den Pfalzgrafen 1579 z. B. löste Plunion aus der Vignetteneinfassung des Aufdruckes einzelne Stempelranken los,

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um das Wappen mit ihnen gefällig zu umspielen, von zahlreichen rot und goldenen Punkten — fast schon zu lebhaft— unterbaut. Man suchte nach stär­ kerem Effekt. Als es galt, für Ludwig VI. einen Geschenkband IY 1147 auszuschmücken, beschwerte er das mittlere Wappen mit grossen, kraftvollen Platten an den Ecken und bedeckte den Untergrund mit einem derben Streumuster von Blattstempeln und Punkten, ein ausgesprochen « rusti­ kaler » Entwurf. Auch die Superexlibrisbände, die er 1583, nach Heidel­ berg zurückgekehrt, unter der vormundschaftlichen Regierung Johann Kasimirs für den Hof zu arbeiten bekam, wurden von dieser bekräf­ tigenden Strömung erfasst. Plunion hob das ovale Wappen durch Umrah­ mung oder umrahmende Streifen markanter hervor und bedeckte die Ekken mit grossen goldstrotzenden Platten, die in plastischer Prägung wie ein erhabenes Schmuckstück auf dem glatten braunen Leder stehen. In dieser Art ist der abgebildete Einband Stamp. Chigi II 21 für Johann Kasimir von 1584, der ein theologisches, ihm gewidmetes Werk umschliesst, ausgeschmückt. Auf anderen Bänden, zumal Pergamenteinbänden, wurde der Unter­ grund zwischen Wappen und Rahmen durchaus mit einem flimmernden Streu­ muster bedeckt; auch die Lackmalerei nimmt lebhaftere Farben an IV 1147. Vor allem aber wurden, grössere ornamentale Platten angeschafft, nicht nur für die Ecken, wie auf dem Geschenkband für Ludwig VI. oder auf ei­ nem nach Dresden versendeten Pergamenteinband Mscr. Dresd. H 113, der lange für eine Arbeit von Krause gehalten wurde, sondern vor allem auch für die Mitte, die künftig auf den zahlreichen Einbänden für Friedrich IV. in den späten 80er-90er Jahren mit einer grossen Bandwerkrautenplatte ausgefüllt ist, wie z. B. 1 135. Jh r starker sonorer Schmuck deckt deswegen auf Bänden kleineren Formates fast die gesamte Deckelfläche zu, von verschleifenden Eckstempeln gefällig begleitet z. B. München Aich. 78. 8°. Mit diesen grossen rustikalen Mittel- und Eckplatten schuf Plunion noch ein­ mal einen festlicheren Stil. E r hat ihn auf einem braunen Kalblederband, der als Geschenk nach Dresden lus Rom. B 50 kam, mit einer breiten Stem­ pelbordüre wie auf dem Wirsung-Einband für Johann-Kasimir aus seinen ersten Jahren ausgeführt, aber alles ist schwerer, nüchterner, entschiedener geworden. Kaum dass sich diese Bände im Entwurf wie im Schnitt der Stem­ pel, besonders der grossen Rautenplatte, von ähnlichen Arbeiten in Genf, Antwerpen und London unterscheiden lassen. Sie alle eint der gleiche.kämp­ ferische Zug, der monumentale Schmuck, die Beschränkung auf das sach­ lich Notwendige. In Genf wurde dieser neue kalvinistische Stil ins Leben ge­ rufen; er zog alle religionsverwandten Kreise in die gleiche künstlerische Atmosphäre hinein. Auch Plunion ging allmählich wie die Antwerpener Meister um Plantin, wie John de Planche in London in dieser grossen ver­ einheitlichenden Welle auf. Selbst von den grossen ausländischen Meistern ver­ langte die Zeit einen konfessionsbedingten Entscheid. Die Welt des schönen Scheines mit ihrem vielfältig aufprunkenden Bandwerk und dem zierlichen Stempelgerank, die noch die Prachtbände Plunions in seiner ersten Zeit ausgezeichnet hatte, war vorbei. Sie hatte in der Pfalz ohnedies keine Wur­ zel geschlagen.

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Aber auch Plunion setzte sich nicht sonderlich aktiv für sie ein. Wie der flämische Fuggerbuchbinder Anton Ludwig und mehrere Pariser Meister, besonders sein eigener Lehrmeister Claude de Picques, war es ihm mehr um eine vollendete Ausführung als um eine reichere Entfaltung seiner schöp­ ferischen Phantasie zu tun. Sein Ziel war die Schaffung eines typischen, nicht individuellen Entwurfs. Daher schloss er sich auch verhältnismässig un­ beschwert dem Genfer kosmopolitischen Stile an. Es kam ihm gar nicht so sehr auf einen eigenen künstlerischen Ausdruck als auf die werkkünstle­ risch korrekte Arbeit an. Und in dieser erwies er sich in der Tat meisterhaft. Nur in der Verzierung der Rücken erlaubte er sich mitunter eine heiter aus­ schweifende Phantasie. Als ob er sich für das allzu gleichmässige Schema seines Deckelschmuckes entschädigen wolle, deckte er die glatte Rücken­ fläche mit dicht gedrängten Stempelranken oder einem Stempelmuster im reinsten Fanfarenstile V 526 und 1713 zu. Die Schnitte, meist glatt vergol­ det, sind nur in vereinzelten Fällen mit einem Arabeskenmuster auf rötlich eingefärbtem Grund in der Art der Pariser Einbände verziert (V 1876. 2001). Von den Einbänden des Plunion waren nur sieben, vorwiegend Dedikationseinbände, für Kurfürst Friedrich III. gearbeitet; zwei Bände, gleich­ falls Geschenke, waren für Ludwig VI. bestimmt. Zweiundzwanzig Einbän­ de tragen den Besitzervermerk Johann Kasimirs; mehr als die Hälfte davon sind Kalender, die übrige Literatur ist deutsch z. B. Wirsungs Arzneibuch, Kriegsbücher, dazu einige französisch geschriebene Werke, wie das Architektur­ buch des de L ’Orme oder der Bericht über die Religionslage in Frankreich. Die meisten Einbände, 32, haben der Bibliothek Friedrich IV. angehört. Mit gerin­ gem persönlichen Anteil seinerseits dürften diese Bücher von dem derzei­ tigen kurfürstlichen Bibliothekar Schede-Melissus in Auftrag gegeben wor­ den sein, der die Bücher der Hofbibliothek von den verschiedensten Buchbindern in Heidelberg, darunter auch Plunion, einbinden liess. Ein­ zelne Bücher wie der deutsche Cicero und der Apuleius, 1587 gebunden, könnten zum Gebrauch des jungen Fürsten bestimmt gewesen sein; die mei­ sten andern aber enthalten eine vorzüglich ausgewählte lateinisch-wissen­ schaftliche Literatur mit besonderer Bevorzugung der klassischen Autoren und einer stärkeren Berücksichtigung von Recht neben Geschichte und Me­ dizin. Die Wirkung des Plunion auf die Heidelberger Einbandkunst war nur auf einzelne Arbeiten bescheidenster Art beschränkt. Weder die Pracht­ bände, die den heimischen Meistern fremd blieben, noch die Superexlibris­ bände mit ihrem farbigen Wappenschmuck sind in den pfälzischen Ein­ bandstil form- und richtunggebend eingegangen. Die Bibliothekseinbände, die sich Wilhelm von Oranien in Brüssel auf braunem Kalbleder mit einfa­ chem Goldlinienrahmen, das Wappen in farbiger Lackmalerei, binden liess, standen sehr viel eher in einer Nachfolge der Superexlibrisbände des Plunion. In Heidelberg selbst begegnen sich nur einige Kleinstbände, meist in Per­ gament steif broschiert und allein mit einem mittleren Stempel oder kleinem Plattenoval geschmückt, mit den gleichgerichteten Arbeiten des Plunion. Nur bei diesen schlichtesten Bändchen war eine Anknüpfung an den tradi-

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tionellen pfälzisch-kalvinistischen Stil unter Betz und Krück gegeben. Aber das Resultat war nicht sehr bedeutungsvoll und nicht wesentlich fördernd. Wie viel ausdrucksvoller, bodenständiger wirken selbst die einfachen Kleinstbände des Petrus Betz gegenüber der langen Reihe der nachfolgenden Ar­ beiten gleicher Art mit ihrem kosmopolitisch abgeschliffenen Stil. Ihre künst­ lerische Aussage ist so unpersönlich, daß sie im folgenden zusammenfassend nach den Schmuckarten, nicht nach den Buchbindern, besprochen werden. Schon Betz hatte die Kleinstbände in der Mitte nur mit einem Stempel, z. B. dem Engelskopf, auf VI 31 und 32 schön vergoldet. Ihm schloß sich Hans Krück mit einer Reihe von kleinen Einbänden an, die in der Mitte nur eine Lilie V 25 oder mauresken Blattstempel IV 87. 128. 1623 tragen. Vielleicht werden wir ihm auch die Bände mit dem mittleren Blattstempel in rhombischer oder einer langettenartigen Einfassung zuzuschreiben haben IV 663 und 940; ein liebenswürdiger Einfall für diese Nichtigkeit von Schmuck, sowie das neunfach zusammengesetzte Blütenmo­ saik IV 1011. Der Schmuck dieser Kleinstbändchen, meist für Pfalzgraf Ludwig zwischen 1560/62 gebunden, belebte sich erst wieder, als er 1576 als Kurfürst die Regierung an­ getreten hatte, und wurde von da ab symptomatisch für die Heidelberger Einbandkunst. Der gefiederte Blattstempel z. B ., ein typisches Heidelberger Motiv und wahrscheinlich dem Perlrollen-Meister zugehörig, kommt auf IV 80 und 978 als einziger mittlerer Schmuck noch bis in das 17. Jahrhundert hinein, von einem Türkenbundstempel an den Ecken begleitet, vor. Auch Plunion hat mitunter — auf drei Bänden VI 39 des Actuarius, Lyon 1556 — nur einen Stempel in der Mitte gedruckt. Nach einem Lyoneser Vorbild mit gegenseitig gestellten Dreiecksmauresken, von denen Hans Krück auf den Bänden V 882 und 908 eine Abart besaß, ist der Band V 146 ge­ schmückt; er zeigte sich auch in der Bindeweise — Doppel- und Zwischen­ bünde im Wechsel wie in Italien — an ausländischen Vorbildern geschult. Im 17. Jahrhundert wird in der Mitte der meist rot überstrichenen Steifbroschüren gern ein urnenähnlicher Vasenstempel mit einer Rose als Eckstempel verwendet IV 522. 647. 1122. 1995. Der wichtigste Schmuck aber auf den Bänden kleineren Formates wurde eine kleine ovale Ornamentplatte. Sie ist in zahlreichen Variationen von den verschiedenen Heidelberger 26. Pal. Buchbindern verwendet worden. In dieser Hinsicht hatte Hans IV 522 Krück in den ersten 60er Jahren schon vorgearbeitet. Unter den schönen Ornamentplatten, die den einzigen Schmuck auf seinen schlichten, vergoldeten Kalblederbänden bilden, besass er zwei ovale F as­ sungen, von denen die erste, mit Linien umschrieben, auf den Bänden IV 547. 581 und V 883 erscheint, während die andere mit offenem Oval als Nachzügler auf dem Geschenkband des Theologen Philipp Keyser 1577 Ver­ wendung fand IV 1091. In den 80er und 90er Jahren wurden die Oval­ platten zum beliebtesten Schmuck auf den vergoldeten Einbänden einfa­ cherer Art. So besass Petersheim und die Pfalzwerkstatt, die sein Material

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weiterführte, ein Ovalornament in der Grösse eines Stempels 17 x 15, auf einem späten Bande Y 1168 für Friedrich IV. 1601 verwendet. In Form einer Platte 30 x 25 mit einer Blüte in der Mitte z. B . V I 229 wird sie oft zusammen mit dem Eichelstempel (mit gepunktetem Kelch, ein charakteristisches Kenn­ zeichen des Petersheim) auf verschiedenen Kleinstbänden der 90er Jahre ge­ braucht, während eine grössere Fassung 40 x 32 in der Kegel von einer schma­ len Bolle, Kandelaber- oder Spiralranken begleitet und mit Vorliebe mit einem kleinen gefiederten Dreiblatt in den Ecken ausgeschmückt ist. Eine vierte grösste Fassung 45 x 35 erscheint nur vereinzelt auf einem Einband im Quart-Formate (s. Register). Eine zweite Gruppe von Einbänden mit der Ovalplatte ist wegen des begleitenden Eckstempels, einem Lindenblatt mit schräg abgeschnittenem Stengel, der Werkstatt des F. D. zuzuweisen. Auch hier beginnt die Reihe mit einem Ovalstempel 18 x 12, der Grösse der kleinen Wappenstempel ent­ sprechend, die meist in der Mitte vorn, der Ovalstempel hinten, auf weissem Schweinsleder nur blind aufgedruckt sind V 1493. Die Ovalplatten des F. D. dagegen werden auf Pergament wie auf braunem Leder in bester Vergoldung gebraucht. Die kleinere Fassung 32 x 25 erscheint von Lilien oder einer schma­ len Kandelaberrolle umsäumt gern in Begleitung eines Eichelstempels z. B. V 828 mit schraffiertem Kelch. Die mittlere Form 40 x 32 wurde nur einmal auf V 1386 gebraucht. Die grössere Fassung 46 x 39, zwischen 1594 und 1617 verwendet, zeichnet sich durch eine festlichere Kote aus z. B. IV 88. Die grösste Ovalplatte des F . D. 51 x 41 ist auf Taf. 68 abgebildet. Nicht selten sind bei diesen Einbänden die Schnitte vergoldet und in Ranken ziseliert. Übrigens besass die Werkstatt aus der alten Ottheinrich-Buchbinderei die Dreiecksmaureske, die auf zwei späten Widmungsbänden an Friedrich IV. 1608 und 1609 verwendet ist, bei dem einen Einband sogar zusammen mit der spitzovalen Platte der Spes IV 1134. V 569. Auch Plunion besass mehrere Platten in der kleinen ovalen Form. Die erste, 33 x 25, zeichnet sich durch ein besonders markantes Bandwerkmuster aus z. B. IV 942. Die zweite, 41 x 32, gleichfalls sehr schön im Schnitt, ist zwischen 1587 und 91 häufig verwendet worden Eine eigenartige schmale, spitzovale Bandwerkplatte IV 86 und eine vollgedeckte Form IV 622 hat Plunion nur einmal gebraucht. Der glatte Rücken wird wie stets bei den französischen Meistern durch Spiralranken in einzelne Felder geteilt und mit je einem Stempel bedruckt. Die Schnitte werden auf diesen Kleinstbän­ den häufig verziert. Auch die Krückwerkstatt beteiligte sich um die Jahrhundertwende er­ neut an diesem Kleinstbände-Schmuck. Sie verwendete eine schraffierte Or­ namentplatte auf geschrotetem Untergrund, die schon 1562 bei Jo st Zim­ mermann in Gebrauch gewesen war, V 819, und jetzt, 1613, von neuem mit dem modischen Türkenbundstempel auf zwei Geschenkbänden V 539 und IV 1131 erscheint, die wir wahrscheinlich schon dem Enkel Matthäus Kriick zuzuschreiben haben. Damit schliesst bereits die Reihe der Kleinsteinbände, auf denen sich die pfälzische Schmuckweise mit der des Plunion in seiner schlichtesten Ausgestaltung begegnete.

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Was später, besonders seit dem Regierungsantritt Ludwigs VI. 1576 an vergoldeten Einbänden einfacherer Art geschaffen wurde, war ausgesprochen deutscher Art. Die Einbände wurden solid über Holzdeckel gearbeitet und mit dunklem Leder bezogen. Hur selten ist ein steifbroschierter Perga­ mentband an ihre Stelle getreten. Die Vergoldung wurde mit Rauschei ausgeführt. Hur eine Rolle, meist die Kandelaberrolle, gibt mit flankierenden Blattstempeln die Umrahmung ab. Die mittlere, ornamentale Platte dient in den meisten Fällen als Gegenstück zu einer Wappenplatte auf dem Vorderdeckel, nur selten schmückt sie beide Deckel allein. Ein besonderes Kennzeichen dieser ornamental vergoldeten Bände der 80er Jahre liegt darin, dass die Schliessen in ihrer Stellung wechseln, die obere schliesst von unten nach oben, die untere von oben nach unten. Die am meisten verwendete Platte, wiederum ein Oval, 51 x 42 mit vollmaureskem Blattwerk wird zuerst auf einem Geschenkband IV 578 für Pfalz­ graf Ludwig 1572 und auf IV 545 für Friedrich III. 1573 gebraucht; als einziger mittlerer Schmuck zunächst, 1574 dagegen als Gegenstück auf S. 12 zu einer grossen pfälzischen Wappenplatte, die später nicht mehr verwendet worden ist. Der Einband enthält Wagners Beschreibung der Münchner Hochzeit, die der Pfalzgraf Ludwig von Heidelberg aus zugeschickt bekam. E r ist wahr­ scheinlich von dem sog. Perlrollenmeister, der die einfacheren buchbinderischen Arbeiten am Hofe erledigte, gebunden worden. Hach dem Regierungs­ antritt Ludwigs VI. 1576 wurde die Platte mit dem gesamten Material der Hofwerkstatt von Elias Petersheim übernommen und als Gegenstück zu zwei neuen pfälzischen Wappen verwendet, einem offenen, schmalen und einem ovalen Wappen, das nach Grösse und Begrenzung der vollmauresken Platte genau entsprach. Wappen und Ornamentplatte wurden seitdem auf zahlreichen braunen Kalblederbänden rauschelvergoldet, während die Oval­ platte allein in der Regel auf den Einbänden, die sich Ulrich Fugger in Hei­ delberg herstellen liess, Verwendung fand z. B . S. 27. I I 345. 357 u. a. m. Eine geschlossene rhombische Bandwerkplatte, die ursprünglich viel­ leicht im Besitz des Petrus Betz war, — sie erscheint zuerst I I 544 mit sei­ nem Blattstempel als Eckenschmuck — wird zur bevorzugten Verzierung einiger brauner Kalblederbände des F. D. in Rauschelvergoldung, mit der breiten Kandelaberrolle umrahmt und von einem breiten Blattstempel flan­ kiert, der später oft auf den Fridericus-Quartus-Bänden der Pfalzbücherei Ver­ wendung fand IV 81 und 1028. Fast alle Wappen und Stempel mündeten zuletzt in die Pfalzwerkstatt ein. Eine zierlichere Fassung der rhombischen Platte, in der Mitte mit einem leeren Oval, diente dem Petersheim und der Pfalz­ werkstatt als Gegenstück zu der offenen Wappenplatte, ist aber auch als alleiniger Schmuck auf Vorder- und Rückseite verwendet worden z. B. IV 769. Ein sehr beliebtes ornamentales Muster im letzten Jahrhundertviertel war eine schmale Lilie und Vollmaureskenplatte in rhombischer Form. Zu­ nächst nur als Gegenstück zu dem offenen Wappen gebraucht, kommen sie auch allein auf zahlreichen braunen Lederbänden von 1563 bis in die 90er Jahre vor, auch diese meist über Holzdeckel gearbeitet und mit der eigenar­ tig wechselnden Schliessenstellung versehen. Von diesem Plattenpaar sind

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mehrere Fassungen in Umlauf gekommen. Etwas breiter in der Lilie vorn, auf der Eüekseite von einer verflochtenen Yollmaureskenraute begleitet, erscheint das Plattenpaar 1568 zunächst auf einem Geschenkband V I 47 für Ludwig VI., der zwei Leipziger Gebetbücher umschliesst, und ein Jah r später auf einem Schreibkalender des Christian Heiden aus Nürnberg Cod. Pal. Lat. 2023, ging aber später in den Besitz der Pfalzwerkstatt über und wurde hier als Gegenstück zu dem kleinen Wappen Friedrichs IV. benützt V 1403. Das zweite schmale Plattenpaar war im Besitz des Petersheim und ist mit Vorliebe auf den Büchern für Fugger verwendet worden z. B . Stamp. Barb. U V III 87. Die rückseitige Vollmaureskenraute mit einem vierekkigen Bandwerk innen ist mitunter auch allein, auf Vorder- und Rückdeekel verwendet worden IV 1083. Ein vergrösserter Schnitt dieser Platte 70 x 44 erscheint als einziger Schmuck auf IV 625 oder als Gegenstück zu dem runden Wappen auf IV 632. Endlich findet sich noch eine weitere Va­ riante von Lilien- und Bautenplatte, sonst nicht wieder verwendet, auf dem Pergamentbezug eines Einbandes IV 970 um ein Hochzeitsgedicht des Weckherlin 1616. Platten wie Einband dürften in Stuttgart entstanden sein. Die negativen, für die Vergoldung bestimmten pfälzischen Wappenplatten: das offene, das oval umgrenzte und das runde Wappen mit der Um­ schrift Friedrichs IV. sind auf den zahlreichen pfälzischen Bibliotheksein­ bänden entgegen dem üblichen Gebrauch mit Vorliebe blind, nur selten auch mit Auflage von Gold, auf weissem Schweinsleder oder Pergament aufgedruckt worden (Taf. 71). In den nicht sehr häufigen Fällen, in denen sie rausehelvergoldet auf braunem Kalbleder stehen, handelt es sich stets um Ein­ bände festlichen Charakters, die in die fürstliche Privatbibliothek im Schloss gekommen sind. So wurde die ovale Wappenplatte auf Feyerabends Stammund Wappenbuch Frankfurt 1579 auf rosa gefärbtem Schweinsleder mit Goldrauschei gedruckt IV 235 und von Puttenecken, — ein sehr beliebter Schmuck auf den fürstlichen Einbänden, der sich z. B . auch bei Meuser auf den Dresdner Einbänden befindet, — begleitet. Auch der Schnitt ist auf die­ sem repräsentativen Band, der Einträge des Kurfürsten Ludwig VI. und der pfalzgräflichen Prinzen trägt, vergoldet und mit Stempeln und Bogenlinien verziert. Auf diesen vergoldeten Einbänden der Hofbibliothek wurde die offene Wappenplatte unter Ludwig VI. am häufigsten verwendet, während die ovale und natürlich auch die runde miUseinem Namen umschriftete Platte unter Friedrich IV. bis in das 17. Jahrhundert erscheint. Nach dem Ableben Ludwigs VI. 1583 wurde sein Bruder Johann K asi­ mir mit der administrativen Regierung bis zur Mündigkeitserklärung Frie­ drich IV. beauftragt. In dieser Zeit der Regentschaft kamen eine Reihe neuer Wappenplatten in Gebrauch. So schaffte sich Petersheim eine Platte mit dem Wappenpaar des Pfalzgrafen und der Pfalzgräfin, einer sächsischen Prinzessin, in ovaler Form mit Punktrahmen an und schmückte mit ihm mehrere Bücher für die Pfalzgräfin, deutsche Erbauungsschriften der mittle­ ren 80er Jahre z. B. V 53 aus, während die Bücher, die er für den Pfalzgra­ fen band, wie bei Plunion vorwiegend Kalenderbücher gewesen sind Cod. Pal. lat. 2010. 2012, 2015. Für einige Geschenkbücher Heidelberger Auto-

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ren Sehopper I 132/3, Kirchner IV 91 Melissus IV 624 liess sich ein Meister C. M. ein neues schmäleres Ovalwappen und eine sehr wirkungsvolle Band­ werkplatte, C. M. bezeichnet, als Gegenstück schneiden. E r arbeitete nur für das Schloss, nicht für die Landbibliothek und besass aus dem Nachlass des Perlrollenmeisters einen kleinen gefiederten Blattstempel, mit dem er seine vortrefflich gearbeiteten, rauscheivergoldeten Einbände neben vielen eigenen Stücken ausgeschmückt hat. Noch ein anderer Meister teilte sich während der Regentschaft in die Arbeiten der Hofwerkstatt. E r war wahrscheinlich mit dem Pfalzgrafen aus dem linksrheinischen Gebiet bei der Übernahme der Regentschaft nach Heidelberg gekommen. Ein besonders auffallender Stempel mit einem Apfel und zwei Birnen am Zweig ist dem gleichen Stem­ pel bei dem Harnisch-Meister in Neustadt a. d. Hardt nahe verwandt, und auch die Eckplatten mit gleichseitigen Schenkeln verweisen mit ähnlichen Mustern auf Neustadt in ihrem Bezug. Von diesem vermutlich aus Neu· Stadt kommenden Johann-Kasimir-Meister wurden mehrere repräsentative Geschenkbände an den Pfalzgrafen gebunden, die sich durch die übergrosse wirkungsvolle Bildnisplatte Johann Kasimirs auszeichnen, nach einem Holz­ schnitt des Dominik Custos geschnitten, während die entsprechend grosse Wappenplatte mit den Initialen der Pfalzgrafen die Rückseite der Einbände schmückt I I 490. Tat. l x x In diesen übergrossen Formen wurden unter Friedrich IV. zwei offene Plattenpaare mit dem pfälzischen und oranischen Wappen geschnitten. Die erste Fassung 84 x70 hat zu beiden Seiten des Löwen nur Quasten I I 279. Tai. l x x i Sie wurde von M. F. gebraucht und schmückt die Pergamentbände wie die braunen Kalblederbände in Goldrauschei aus, in weitem Abstand mit Linien und Eckstempeln umrahmt, unter denen mitunter die altertümliche Heidel­ berger Stempelform der Kamillenblüte erscheint I I 264. Die Schnitte sind bei den Lederbänden rot und blau marmoriert, bei den Pergamentbänden vergoldet und grob ziseliert. Nur einmal erhoben sich die Entwürfe des M. F. zu reicherer Phantasie; das Wappen ist durch eine zweite stark ein­ gerückte Umrahmung dekorativ umschlossen I I 377. Auf dem Rückdeckel wird mitunter eine rautenförmige Rollwerkplatte aufgedruckt, die mit den Initialen des Meisters versehen ist. Auch seine *·>». 27 einzige Blinddruckrolle, eine sehr schmale Medaillonrolle, zeigt dieselben, Spiegel verdreht M. 'I. Die entsprechend grosse Wappenplatte, die Petersheim, später die Pfalzwerkstatt, gebrauchten 74x58, mit Quasten und Hörnern neben dem Löwen, ist auf grossen Pergament- und Kalblederbänden verwendet worden und in Goldrauschei gedruckt I I I 143, 174. Die Umrahmung, nur eine Linie mit zwei Eckstempeln, ist womöglich noch weniger ausdrucksvoll als bei dem Meister M. F. Die grosse Gruppe von braunen Kalbleder- und Pergament­ bänden mit den kleinen Wappenpaaren Pfalz und Oranien, einer Kleinstovalplatte als Gegenstück, ist fast nur für die Pfalzbücherei, nicht für den kurfürstlichen Hof gearbeitet worden z. B. V 1331. Vier Einbände schliess- Tat. l x x i lieh mit einem vergoldeten rechteckigen Wappen, einem steigenden Löwen im Herzschild, wurden Friedrich IV. von dem Pfalzgrafen Johann von Zwei7 (216)

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brücken geschenkt Cod. Pal. Lat. 1610 und 1797. Pal. V 942. 977. Jh r Entwurf — das mittlere Rechteck ist in weitem Abstand von einer negativen Salvatorrolle am Rand begleitet — geht auf das Vorbild der pfälzischen Bibliothekseinbände unter Petersheim zurück; auch der elegante Vasenstempel an den Ecken deutet bei diesen Zweibrückener Bän­ den auf eine engere künstlerische Verbindung mit Heidelberg hin. Auf das Ganze gesehen treten die Einbände in Heidelberg mit ver­ goldetem Wappen oder einer orna­ mentalen Platte in der Mitte aus einem gewissen Mittelmass nicht heraus. Sie unterscheiden sich, von der eigenartigen Schliessenstellung 27. Heidelberg Platte des M. P. Pal. III 60 abgesehen, kaum von den zahlreichen ähnlichen rauscheivergoldeten Kalbund Pergamentbänden in Deutschland aus gleicher Zeit. Nur die Kleinstbände zeichneten sich durch ihre vortrefflich geschnittenen kleinen Ovalplatten aus; hier bestand von Betz und Krück her bereits eine gewisse Tradition, unterstützt von dem Vorbild des Plunion. Alle anderen Einbände aber sind nach Motiv und Entwurf Allgemeingut der Zeit und auch im Schnitt nicht besonders ausdrucksvoll. Die Wappenplatten, besonders die grossen, sind sehr flach geschnitten und haben sich unverhältnismässig rasch abgenutzt. Überhaupt wurde die Ausführung der Golddruckbände seit den 90er Jahren mehr und mehr lässig. Die Pappdeckel werden zu weich genommen, die Steifbroschur wenig gut verstärkt. Die Vergoldung hat sich fast ganz auf Rauschei beschränkt. Alles Interesse in der pfälzischen Einbandkunst unter Friedrich IV. und V. konzentrierte sich auf die Einbände der Landbiblio­ thek. Hier wurde, gestützt von einem Stab tätiger Bibliothekare, der die För­ derung der Fürsten zu gewinnen verstand, ein grossartiger Aufbau in die Wege geleitet und ein Einbandstil geschaffen, der sich von Petersheim ange­ regt in grossen füllenden Plattenpressungen oder zahlreichen verschiedenen Wappeneinbänden, alle in blindem Druck auf weissem Schweinsleder aus­ geführt, gefiel und eine einheitliche für die Bibliothekseinbände geradezu klassische Aussageform gewann.

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Die Amberger Bibliothek des Pfalzgrafen Ludwig

Unter den Pfalzgrafen von der Simmernschen Linie besass Pfalzgraf Ludwig das meiste Interesse und Verständnis für das Buch. Schon in seinen jungen Jahren, als er seinem Vater als Statthalter von Heidelberg zur Seite stand, war er bemüht, sich eine eigene Bücherei anzulegen, durch seinen Besitzeraufdruck und das Erwerbungsjahr gekennzeichnet. Die schlicht ver­ zierten vergoldeten Einbände, die Betz, einer neuen Zeit Rechnung tragend, schuf, waren fast ausschliesslich für Ludwig bestimmt. Auch für die ver­ goldeten Einbände des jungen Hans Krück, die zwischen 1561 und 63 entstan­ den, ist Pfalzgraf Ludwig fast der alleinige Abnehmer gewesen. E s bedeu­ tete für beide Buchbinder wie auch für die Heidelberger Einbandkunst, die er gefördert hatte, einen Verlust, als er unter dem Druck sich zuspitzender religiöser Ereignisse nach Amberg als Statthalter in die protestantisch ge­ bliebene Oberpfalz ging. Der Aufenthalt in Franken 1563-76 führte ihn nur um so intensiver in die Welt der Bücher ein. Die Abgeschiedenheit seiner oberpfälzischen Resi­ denz, das langwierige Leiden, das ihn mehr als es sonst bei den Fürsten der Fall gewesen wäre, an das Haus gefesselt hielt, unterstützten seine Neigung zum Lesen, die seiner ernsten, in sich gekehrten Natur ohnedies entsprach. Er erwarb die Bücher nicht aus Freude am Sammeln, wie es Ottheinrich tat, um der Eigenart ihres Inhaltes oder der Schönheit ihrer Drucke und Hand­ schriftenmalereien willen, sondern aus Freude am Lesen und für den eigenen, später— als K urfürst— für den akademischen Gebrauch. Er hatte von Otthein­ rich gelernt, an dessen Hof er während seiner kurfürstlichen Regierung auf­ gewachsen war, und verstand, worum es jenem bei der geplanten Gründung einer allgemeinen Landbibliothek in der Heilig-Geist-Kirche in Heidelberg ging. Der Ruhm und der persönliche Zauber, den die Palatina durch ihre Handschriften, Inkunabeln und Einbände gewann, war durch Ottheinrichs Bibliophilie begründet. Jh r literarischer Charakter, jener reizvolle Durch­ schnitt durch die aktuellen Neuerscheinungen der Zeit — wissenschaftlicher wie häuslicher Art, — geht auf die bibliophilen Bestrebungen des Pfalzgra­ fen Ludwig zurück. Man darf seine Bedeutung für die Palatina nicht zu ge­ ring einschätzen, schon rein zahlenmässig. Sein Anteil an den palatinischen Einbänden umfasst etwa das Dreifache der Ottheinrich-Einbände. Aber auch inhaltlich haben seine Bücher den Charakter der Palatina grundlegend bestimmt. Jenes zeitgeschichtlich Gegenwärtige, die Feststellung, was hat den durch­ schnittlich Gebildeten im 16. Jahrhundert in Deutschland vornehmlich interes­ siert, ist nicht zuletzt durch sein Zutun in der Palatina ausgeprägt worden. In zwei Epochen haben sich die Anschaffungen des Pfalzgrafen Ludwig vollzogen. Sie lassen sich an den meist datierten Einbänden ohne Mühe un­ terscheiden. Die erste Bibliothek ist in Amberg während seiner Statthal­ terschaft in der Oberpflalz 1563-76 entstanden. Sie enthält fast nur deutsch-

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sprachige Bücher und wurde von verschiedenen Amberger Buchbindern ge­ bunden. Die Buchanschaffungen in Heidelberg während der kurfürstlichen Regierung Ludwigs VI. 1576-83 waren vornehmlich für die Landbibliothek bestimmt, tragen wissenschaftlichen Charakter und sind von den Heidel­ berger Buchbindern und Elias Petersheim, den sich der Kurfürst aus Am­ berg mitbrachte, gebunden worden. Die weitaus grösste Zahl der Amber­ gischen Bücher haben einen religiösen Gehalt, Auslegungen der Schrift, E r­ bauliches, Predigten und Gebete, aber auch sehr viele Kirchenordnungen und kirchlich rechtliche Fragen. Diesen etwa 183 Bänden stehen die anderen Disziplinen in weitem Abstand gegenüber, Medizin mit 46, Geschichte mit 36, praktische Oekonomie mit 21 Bänden. In dieser letzten Gruppe sind Rechnen, Haushaltung, Destillier- und Kochbücher, Pflanzen- und Tier­ bücher, Feldbau, Bergwerk und Pferdezucht zusammengefasst. Auch die neun Rechtsbücher behandeln vornehmlich Probleme der Praxis, die B e­ fragung der Gefangenen, Formularbücher, alles in deutsch. Auffallend reich sind die Kunstbücher vertreten. Dürers De Symmetria ist eines der wenigen Bücher in lateinischer Sprache neben einem lateinischen Werk des Para­ celsus und dem lateinischen Gratulationsgedicht des Georg Agricola. Den Holzschnittbüchern des Solis, Beham, Tobias Stimmer sind die biblischen Figuren des Rebenstock und die Kunstbücher des Pedemontanus und Fallop, letzterer in zwei Ausgaben, angeschlossen. Ein besonderes Augenmerk des Pfalzgrafen galt der deutschen Dichtung. Seine Sammlungen deutscher Lie­ der und Einblattdrucke sind berühmt; er liess sie in mehreren grossen Sam­ melbänden zusammenbinden. Auch einige Rittergeschichten besass er, die Romane der Zeit. Daneben vor allem Didaktisch-Satirisches, Ciceros Buch der Pflichten, Lucians Spiegel menschlicher Blödigkeit, Aesop, die Problemata des Aristoteles und eine deutsche Bearbeitung von Ovids Metamorphosen. Aus deutscher Literatur kamen Freydank, Wickram, der Grobianus in seine Bibliothek; aus der italienischen Castigliones wohlgezierter Hofmann in deutscher Übertragung. Eine typische Erscheinung in der Palatina sind die vielen aufgehobenen Jalireskalenüer, reich mit den Einträgen der ver­ schiedenen Pfalzgrafen versehen, für die Darstellung ihrer Persönlichkeit ein vortreffliches Quellenmaterial. So verschieden wie sich Ottheinrich und Ludwig in der Art ihres Bücher­ sammelns verhielten, so verschieden entwickelte sich auch ihr Einband­ schmuck. Die Ottheinrichbände sind das Spiegelbild einer Persönlichkeit, die Bücher Ludwigs einer Jdee. Die Anweisungen Ottheinrichs für seine Einbände sind eigenwillig und originell: dass man das empfindliche Kalbleder über Holz- und nicht Pappdeckel zog und mit Beschlägen und Ecken versah, dass man im Schmuck blinden und goldenen Druck mischte, was auf den übrigen Prunkbänden in Dresden und München, auch in Wolfenbüttel ver­ mieden wurde: dies alles ergab einen ausgeprägt individuellen Stil, dessen Nachfolge nur in der Person des gleichen Buchbinders annähernd gewähr­ leistet werden konnte. Bei Ludwig dagegen ist alles typisch geworden und programmatisch vorbestimmt: die Verarbeitung von weissem Schweinsleder über Holz (bei Folio) und Pappdeckeln (bei kleinen Formaten), der vorwie-

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gend blinde Druck, die Wahl figürlicher Platten und Rollen, selbst ihre An­ wendung. Das Vorbild, nach dem er sich im geistigen Leben wie im Einband­ schmuck richtete, war Wittenberg. Der Wittenberger Einbandstil, aus dem Geist des Protestantismus entstan­ den, strebte nach einer Sichtbarmachung seiner religiösen Vorstellungswelt. In Bildern suchte man sich die Glaubenslehren verständlich zu machen. Erläutern­ de Unterschriften unterstützten das belehrende Moment. Der Einbandschmuck wurde zu einer Lehrfibel im kleinen. Bild und Schrift wurden auf einen einheit­ lichen Nenner gebracht; in der steten Wiederholung derselben Worte, dersel­ ben Darstellungen lag die suggestive Schlagkraft der Wittenberger Einband­ kunst. In ihrer Entwicklung spiegelt sie die jeweilige religiöse Situation. Die frühesten Bände, vor dem Schmalkaldener Krieg, sind in der Regel in braunes Kalbleder gebunden und waren, meist für die Flugschriften der Reformation bestimmt, nur von mittlerer Grösse. Auch das mittlere P lat­ tenbild ist nicht sonderlich gross, aber durch Vergoldung festlich hervorge­ hoben und von Rollen mit Christkind und Putten aufleuchtend umgeben. Die Bilder stellen die Fürsten und Reformatoren dar, beide noch unmittel­ bar gegenwärig, oder die wichtigsten Heilsfragen, Opfertod und Auferste­ hung Christi. Alles ist noch im Werden; man hofft auf eine friedliche Durch­ dringung von geistlichen und weltlichen Elementen, Kirche und Staat. Nach der Niederlage bei Mühlberg war Wittenberg der weltlichen Macht beraubt und nur noch auf das Gebiet des Geistigen gestellt. Die grossen Folioserien der Lutherschriften, Postillen, Konkordanzen kommen heraus, vereinfacht, nur in weisses Schweinsleder gebunden und blind bedruckt. Aber die Rollen und Platten sind grösser und mitteilsamer geworden; die typischen Bilder­ folgen der Salvator- Reehtfertigungs- und Leben Jesu-Rollen beherrschen den Schmuck. Die Platten werden zu zweit, ja zu viert nebeneinander gestellt. Ihre Bilder trugen den protestantischen Gedanken bis in die entfernteste Diaspora. Die langen Reihen weisser Schweinslederbände im Wittenberger Stil, die sich in Ungarn, Polen, in den nordischen Ländern, England und Hol­ land finden, geben Kunde von der Spannkraft, die von Wittenberg in dieser zweiten mittleren Periode ausgegangen ist. Aber auch dieser Geltungsan­ spruch verblasste, sobald der religiöse Entscheid — seit dem Religionsfrie­ den — in die Hände der Fürsten übergegangen war. Immer häufiger erschei­ nen nach der Jahrhundertmitte die Bildnisse und Wappen der Landesfür­ sten im Einbandschmuck, kein Abzeichen mehr für eine besondere Persön­ lichkeit wie Ottheinrich, auch nicht für eine bestimmte Dynastie, sondern für die Fürstenmacht schlechthin, die Gewalt hatte, die Religion im Lande zu bestimmen. Vergeblich suchte Wittenberg die dahinschwindende gei­ stige Führung durch reichere Vergoldung, grössere Platten zurückzugewinnen; die Reformatoren füllen in grossen Standfiguren geschnitten den ganzen Einbanddeckel aus, selbst grosse ornamentale Platten werden gegen die Für­ stenbildnisse ausgespielt. Sie beschleunigten nur einen vorschreitenden Ver­ fall. In dem Maße wie die Wittenberger Einbandkunst von Bildern und Be­ schriftung Abstand nahm, verlor sie ihre weltumspannende Superiorität und schwand zu einer Angelegenheit rein provinzieller Art dahin.

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Alle drei Phasen dieser Wittenberger Entwicklung nun spiegeln sich in den Einbänden der Amberger Bibliothek zurück. Zunächst hatte Pfalz­ graf Ludwig genommen, was sich ihm an heimischen Meistern bot. Ein Buchbinder mit einer altertümlichen Eosenstabrolle band ihm eine grössere Anzahl von Bänden fast übereinstimmend ein, in weisses Schweinsleder über Holz und nur mit ornamentalen Mustern: Kranz-, Vasen-, und R o­ senstabrollen wie auf einem bäuerischen Beiderwandtuch blind bedruckt. Der Vorderdeckel ist mit einem schönen dekorativen Frakturaufdruck ver­ sehen. Aber schon neben diesem älteren bodenständigen Meister zog der Pfalzgraf einen zweiten Buchbinder W. G. für seine Arbeiten heran, der sehr viel überzeugungskräftiger seine Einbände mit dem reichen Bilderschmuck Wittenberger Prägung versah. E r hatte seine Lehrzeit ersichtlich in Witten­ berg verbracht. Seine Rollen 1545, 46 und 47 datiert, sind wie seine Platten von Wittenberger Stechern bezogen und wurden wie die Wittenberger Ein­ bände der ersten Stilentwicklung verwendet. In dieser Art hatte W. G. schon vor Ludwigs Amtsantritt in Amberg zwei Dedikationsexemplare v o d Georg Agricolas Widmungsgedicht an Friedrich III. bei dessen Regierungs­ antritt gebunden, von denen das eine jetzt in Heidelberg, das andere mit der pfalzgräflichen Bibliothek Ludwigs in die Palatina nach Rom gekommen ist. Beide spiegeln den Typ der frühen Wittenberger Einbände vortrefflich zu­ rück. In der Deckelmitte als Blickfang wurden die vergoldeten Bilderplatten mit Kreuzigung und Auferstehung gestellt, von auflockernden Streustempeln und begleitenden Golddruckrollen umgeben. Zwischen Bild und Rahmen bleibt nicht viel Raum, aber am Rand ist ein Leerstreifen freigelassen, von kleinsten Streustempeln — waagerecht an den Bundstellen, senkrecht bei den Schliessen — besät, ein typisch Wittenberger Zug, den der Meister W. G. wie auch seine ganz vortreffliche Bindeweise aus Wittenberg übernahm. Das Streu­ muster mochte ihm vor allem gelegen haben. E r erlaubte sich selbst einen breiteren Abstand zwischen Rahmen und Bild, um das auf sprühende Feuer­ werk verstreuter Stempelchen entfalten zu können, oder bestritt den mittleren Schmuck allein mit ihrer schön verteilten lichten Musterung. Auf dem Band X V 140 einer Paracelsusschrift sind die Deckel an allen drei Seiten mit Schliessen versehen. Der Meister gefiel sich mitunter in solchem aussergewöhnlichen Schmuck. So arbeitete er auch einmal ein Doppelbuch V 904, auf dem zwei Bücher mit ihrem gemeinsamen hinteren Deckel zusammengebunden sind, so dass das vordere Buch in der Schaulage, das hintere auf dem Kopf zu stehen kommt, eine beliebte Spielerei der Zeit und vor allem als Geschenk für die fürstlichen Frauen bevorzugt. Wahrscheinlich war auch das Gebetbuch in grünem Atlas als ein frauliches Geschenk, etwa an die Pfalzgräfin, bestimmt, zurückhaltend nur mit einer kleinen runden Golddruckplatte in der Mitte, L i­ nien und Stempeln zur Umrahmung geschmückt V 1563. Hier wie auch bei den braunen, vergoldeten Lederbänden ist der Schnitt vergoldet und mit einzelnen Stempeln, Halbmonden, kleinen Eicheln und Blütenstempeln in gleichmässiger Aufteilung bedruckt in einer Art, wie sie für die Wittenberger Einbände typisch war. Neben den vergoldeten Bänden arbeitete W. G. auch eine Reihe weisser

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Schweinslederbände im blinden Druck, meist in der Mitte mit einem Streu­ muster kleinster Stempel bedeckt und in eine überaus klare, wohlverteilte Ordnung gebracht IV 891. Auf den Bänden der letzten Zeit ist die Mitte durch grössere markante Stempel gefüllt, besonders ein breiter Lilienstempel zeich­ net sich aus. Sie halten der immer figurenreicheren Aussage der umrahmen­ den Rollen das Gleichgewicht. Die Einbände des W. G. für die pfalzgräfliche Bibliothek in Amberg sind zwischen 1564 und 71 datiert. Seit 1571 tritt ein anderer Buchbinder, Elias Petersheim, an seine Stelle. E s könnte sein, dass W. G. damals verstorben war. Vorher aber wurde ihm bereits ein jüngerer Vertreter des gleichen N a­ mens J . G. zu seiner Entlastung zur Seite gestellt. Beide tauschten unterein­ ander die Vergoldungsplatten aus, z. B. die Salvatorplatte im Rund oder die Christkindplatte V 935, führten aber im übrigen mit signiertenRollen, Platten und Stempeln einen getrennten Werkstattbetrieb. Aus diesem Grund werden wir wahrscheinlich nicht Vater und Sohn in ihnen zu sehen haben, sondern nur entferntere Verwandte, doch könnten sie beide der Amberger Buchbinderfamilie der Gruckhofer zugehört haben, die 1600 in den Buch­ händlerakten Erwähnung findet. J . G. übernahm mehrere Rollen und wahr­ scheinlich auch die Werkstatt des Rosenstabmeisters und führte sie mit ei­ genem Material durchsetzt in selbständiger Weise weiter fort. Auch er war in Wittenberg und zwar in der zweiten mittleren Epoche ausgebildet wor­ den. Man merkt es sogleich an dem kämpferischen Zug, der mit ihm in die Amberger Einbandkunst dringt. Zunächst wird die Ausstattung der Ein­ bände auf das schlichteste Maß reduziert: weisses Schweinsleder und blinder Druck. Um so dominierender die bildliche Darstellung im Rollen- und Plat­ tenschnitt. Breite beschriftete Rollen, das Plattenpaar mit Lucretia und Ju stitia in wortreicher dreizeiliger Unterschrift, ganz im protestantischen Sinne ausgelegt, beherrschen seine Entwürfe. Oft selbst sind zwei Platten untereinander gestellt. Man kann sich nicht genug tun an belehrendem, um nicht zu sagen propagandistischem Schmuck. Die vortreffliche Ausführung seiner Blinddruckbände, der wohlabgewogene Abstand zwischen Rahmen und Mittelfeld legen die Vermutung nahe, dass er bei Thomas Krüger in Wit­ tenberg in der Lehre stand. Die zahlreichen Einbände (75) mit der Justitia und Lucretia-Platte, nur durch die wechselnde Aussage der Rollen variiert, sind ganz von jener suggestiven Einheitlichkeit erfüllt, die der langen Rei­ he Wittenberger blindgedruckter Schweinslederbände aus der mittleren Periode ihre Schlagkraft gab. Der Pfalzgraf schätzte diesen Schmuck. Von 1564-75, kurz bevor er nach Heidelberg übersiedelte, hat ihm der Meister J . G. die meisten Bibliothekseinbände geliefert. Die Rolleneinbände ohne Plattenschmuck treten demgegenüber unverbindlich zurück, unverbind­ lich auch in ihren Rollen, die zumeist von zwei gegenseitig gestellten Kranz­ rollen in der Mitte und einer mehrfachen Rollenumrahmung bestritten werden. Umso interessanter sind die wenigen vergoldeten Bände, die es von dem Meister J . G. gibt (8), meist Geschenke an die Pfalzgräfin. Die frühesten Ar­ beiten, mit dem von W. G. entliehenen Plattenpaar Christkind und Sün-" denfall 1546 geschmückt, sind mit der Rosenstabrolle umgeben. Aber er

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führte auch eigene J . G. gezeichnete Platten in seinem Besitz. Immerhin verwendete er dieselben nur selten und wandte sich, einer vorschreitenden Zeit angepasst, stärker den beiden Bundplatten als Mittelschmucb zu. Bei diesen vergoldeten Bänden, auf braunem Leder, wie üblich, ausgeführt, ist der Schnitt stets vergoldet und nach Wittenberger Art bestempelt worden. Mit Elias Petersheim trat 1571 ein Buchbinder auf den Plan, der den Bestrebungen des Pfalzgrafen am besten entsprechend, der ganzen Aera den Stempel seiner künstlerischen Persönlichkeit aufgeprägt hat. Der Kurfürst schätzte ihn so sehr, dass er ihn auch als Hofbuchbinder nach Heidelberg beim Antritt seiner kurfürstlichen Begierung mitgenommen hat. Und auch in Heidelberg setzte er sich mit seinem Stile durch; er hat den Charakter der Pfalzbücherei bis in das 17. Jahrhundert grundlegend bestimmt. Wie Bern­ hardt war er in Görlitz geboren, aber in seinem Stil wurde er in Wittenberg ausgebildet. Er gehörte zu der jüngsten, manieristischen Generation mit ih­ rer Vorliebe für gehäuften Schmuck, übergrosse Platten — die Beformatoren gleich in ganzer Figur — und flächenbedeckende ornamentale Platten­ pressungen. Die vergoldeten Bände werden überladen mit dem verschieden­ artigsten Schmuck, mit einem dicken Auftrag von Lack und lebhaften F ar­ ben überzogen, von andersfarbigem aufgelegten Leder abwechslungsvoll belebt. In dieser Art hatte Severin Bötter seine altarähnlichen Torbogen auf die Deckel gebaut; (Baer K at. 690, 1), Wolf Eichhorn überzog die Bücher mit Lack wie bei einem Kastenschmuck (Schwerin L B Bb IV 1160); eine verwirrende Fülle der verschiedenartigsten Golddruckplatten wurde in dem Werkstattbetrieb des Thomas Krüger auf einer einzigen Deckelfläche ver­ eint (Holmes, Specimens of Boyal Bindings. London 1893 Taf. 141). In ei­ nem Material gearbeitet, das oft keineswegs wählerisch ausgesucht war, und mit vorwiegend mechanischen Schmuckwerkzeugen (Plattenpressungen, breite Füllstücke, sehr grosse Bollen) ausgeführt, sind diese späten Witten­ berger Bände mitunter mehr prächtig als schön, aber immer überzeugend durch ihre reiche Phantasie und eine herbstlich verschwenderisch ausströ­ mende Schmuckfreudigkeit. Aus dieser reichen künstlerischen Umwelt traf Elias Petersheim in Am­ berg ein. E r moderierte sich wesentlich, den schüchteren Ansprüchen und besonderen Wünschen des Pfalzgrafen angepasst. Dennoch verraten schon seine ersten blindgedruckten Bände den neuen Kurs, den er zielstrebig in der Pfalz durchgeführt hat. Er schmückte die blindgedruckten Schweinsle­ derbände mit einer grossen ornamentalen Plattenpressung — Bandwerk viereckig gebrochen und dichtes vollmaureskes Gerank — aus. Mehrere sehr verschiedenartige Bollen umrahmen; die Platte selbst wird von einer Zick­ zacklinie oder KrabbenroUe noch einmal umfasst; auflockernd, verflüchti­ gend wirken sie wie sich kräuselndes Spitzenwerk, ein Eindruck, der sich auch auf den späteren Einbänden des Petersheim erhielt I I 155. Die orna­ mentale Platte und ihr Gegenstück, ein sechsfach verschlungenes Bandgeflecht, wurden noch mehrere Male mit stetig wechselnden Bollen verwendet; mit ersichtlichem WohlgefaUen von seiten des Buchbinders, aber bei dem Pfalzgrafen, wie es scheint, zunächst nicht beliebt. Denn den grössten Teil der

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pfalzgräflichen Bibliotheksbände hat Petersheim in der Folgezeit wieder wie die Amberger Stadtbuchbinder mit figürlichen Bollen und Platten ge­ schmückt. E rst am Ende der Amberger Jahre belebte sich wieder der orna­ mentale Schmuck durch einige neue Platten, eine Art Bollwerk Y 1567 und eine umschriftete Platte mit Mittel- und Eekstücken Y 934. Diese letztere Platte mit ihrer frommen Umschriftung: — Jch Weisz Nichts / Bessers im Him­ mel Und Auf Erden / Dann Das Wir Dur / Ch Christum Selig Werden — schlug klug eine Brücke zwischen dem rein ornamentalen und dem weltanschau­ lich ausgerichteten Schmuck. Yon einem Nürnberger Stecher geschnitten, wurde sie in verschiedenen Fassungen in Franken gebraucht, so auf einem Agentbüchlein für die Pfarrherren auf dem Land (Nürnberg 1567), jetzt in Bamberg, oder auf einem Begensburger Einband Secr. 365 für Johannes Scheurer, beide Male in schönstem Golde auf sprödem braunen Leder ausge­ führt, mit einem spürbaren Einschlag provinziellen Stils. Auch dem Pfalz­ grafen schienen die ornamentalen Platten in der Vergoldung am sinnvoll­ sten angewandt. Jedenfalls hat sie Petersheim auf den letzten Amberger Bänden stets nur vergoldet gebraucht, einmal sogar über einer Unterlage von rotem Leder auf weissem Schweinsledergrund I I 232, ein anderers Mal Y 1729. Für die Bibliothekseinbände mit blindgedrucktem figürlichen Schmuck wüsste Petersheim mit einer Fülle bestens geschnittener Bollen und Platten, die er aus Wittenberg mitgebracht hatte, aufzuwarten: die Beformatorenbildnisse, die Tugendendoppelbilder, die Passionsszenen, letztere so genau mit der Platte des Andreas Bernutz übereinstimmend, dass man annehmen muss, Petersheim habe sie alt von ihm gekauft. Auch bei der Anwendung dieser figürlichen Stücke herrschte Überfluss. Zwei, selbst vier Platten wer­ den nebeneinander auf die Deckel gedruckt IY 817; vier bis sogar sechs Bollenstreifen drängen sich eng im Bahmen zusammen. Jener geregelte Ablauf, der in Wittenberg wie in Augsburg stets beobachtet wurde, die Bol­ len von aussen nach innen verjüngen zu lassen, wurde von Petersheim nicht respektiert. Breite und schmale, ornamentale und figürliche Bollen werden ohne ersichtliche Überlegung aneinander gereiht, ohne Abstand vom Band, ohne Atempause vor den Platten. Mit einer Sorglosigkeit, die seine Arbei­ ten von der Gewissenhaftigkeit der Blinddruckbände des J . G. deutlich trennt, setzte er sich über diese Begeln hinweg und entwickelte auch auf dem immer etwas trockenen hausbackenen Gebiete des Blinddrucks, der diesem Auf­ wand kaum entsprach, eine temperamentvolle Phantasie. Beruhigend die breiten, sehr nachdrücklichen Streicheisenlinien, mit denen er Bollen und Platten begleitet hat. Ein Zug in die Länge herrscht bei seinen Blinddruck­ bänden vor, durch zwei Platten übereinander oder eine Platte mit vielen kurzen Kreuz-und Querstreifen darüber und darunter hervorgerufen. Auch die wenigen Einbände ohne Plattenschmuck überbetonen die Längsrichtung mit ganz schmalen Kandelaberrollen eng nebeneinander — wie ein aufgestell­ tes Saitenspiel — als Schmuck im mittleren Feld I I 162. In den vorschreitenden 70er Jahren trat der Bilderschmuck bei Petersheim mehr und mehr zurück und gab den Wappenplatten des Pfalzgrafen und

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xxvii der Pfalzgräfin in schönen dekorativen Schnitten Raum IV 1126. Zugleich

gewann der Einhandstil, der sich der dritten Entwicklungsperiode der Wit­ tenberger Einbandkunst zunächst angeschlossen hatte, ein bodenständig verwurzeltes, eigenständiges Bild. Neben etwa siebzig Einbänden mit figür­ lichen Platten und Rollen sind bereits fünfzig in den letzten Amberger Ja h ­ ren von Petersheim nur noch mit den Wappen geschmückt. Die Kennzeichen der geistigen Führung Wittenbergs werden von denen eines fürstlichen P a­ tronates abgelöst. Die Wappenplatten Ludwigs in Amberg bedeuten ein protestantisches Regiment im Gegensatz zu der kalvinistischen Regierung, die sein Vater in Heidelberg aufgetan hatte. Wie schicksalhaft wirkten sich diese Wappen aus, als er 157.6 zur Regierung kam. E r drückte mit ihnen dem Lande wie den Büchern den Stempel seines Geistes, seiner religiösen Gesin­ nung auf. Bei dieser übertragenen Bedeutung ist .es nicht zu verwundern, wenn dieser für sich so bescheidene Fürst sein Wappen auch auf allen seinen fest­ licheren Einbänden in reicher Vergoldung aufdrucken liess. Der Schnitt dieser Golddruckplatten ist ebenso flach wie oft bei den Ottheinrichbänden; er druckt nicht scharf aus und nutzte sich bald ab. Dazu kam, dass die Ver­ goldung, entgegen dem sonstigen Brauch, auf weissem Schweinsleder ausge­ führt worden ist, ein manieristicher Zug, der in der Wittenberger 3. Periode sehr beliebt war, Gleichgerichtetes aber auch im Ausland, zum Beispiel auf den weissen, mit Silber und Gold verzierten Einbänden der Diana von Poitiers in Paris fand. Von den zwanzig vergoldeten Einbänden aus Amberg sind vier­ zehn auf Schweinsleder und nur sechs auf braunem Leder ausgeführt. Auch die Platten mit den stehenden Reformatorenbildnissen und die meisten or­ namentalen Platten wurden auf Schweinsleder vergoldet; nur bei einem Auftrag von Lackmalerei erscheint das geschmeidigere Kalbleder als Unter­ grund. Wie üblich sind bei diesen festlicheren Einbänden auch die Schnitte verziert, aber nicht alle und die wenigen mit Zurückhaltung nur. Mit Vor­ liebe hat Petersheim den langgeschwungenen Ranken einzelne figürliche Bilder, Tulpen oder Früchte eingefügt und mitunter auch bunt bemalt; aber alles in allem gewinnt man doch den Eindruck, dass ein grösseres künstlerisches Interesse des Meisters zunächst nicht auf diesem Gebiete lag. Zu den Erwerbungen Ludwigs VI. aus seiner Amberger Zeit gehört auch die vortreffliche medizinische Bibliothek, die er von dem Arzt Dr. Ambro­ sius Prechtl erwarb. Dieser, der seinen Namen in alle seine Einbände ein­ geschrieben hat, dürfte nicht in Amberg selbst, sondern wahrscheinlich in Neumarkt wohnhaft gewesen sein; nicht einer seiner Einbände ist von einem der Amberger Meister gearbeitet worden, so ähnlich sie sich auch in den Rollen und in der Ausführung — blindgedruckte schweinslederne Rollenein­ bände—sind. Prechtl kam aus Regensburg (nach freundlicher Mitteilung des Regensburger Museumsdirektors Dr. W. Boll), wo er 1542 als Schüler des Gymnasiums poeticum nachweisbar ist. Wahrscheinlich studierte er in In­ golstadt; eines seiner Bücher V 1985, alt erworben, ist mit einer breiten Um­ schrift in dicken Antiqualettern und der Jahreszahl 1512 in der Art des Hans Stumpf versehen. Ein anderer Einband verweist in das Regensburger Ge-

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Die Pfalzbücherei

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biet. Jedenfalls ist die schöne negativ geschnittene Bolle mit Füllhörnern und Meergöttern in quer in einer sehr ähnlichen Fassung auf einem Straubinger Einband zu finden (München Libr. impr. membr. 46). In Neumarkt haben vornehmlich zwei Buchbinder für Prechtl gearbeitet. Der erste ist durch die Groteskenrolle mit einer Manneshalbfigur, die Jonas darstellen soll, — ein beliebtes Nürnberger Motiv — gekennzeichnet, z. B. V 9. Eine zweite Gruppe ist von einem Meister L. W. gebunden, z. B . V 548, und mit Wittenberger Handelsrollen ohne wesentliche lokale Eigenart verziert. Neben dem hand­ schriftlichen Besitzervermerk ist auf dem Deckelinneren mitunter ein pr. pr. eingetragen, ein Zeichen dafür, dass diese medizinische Bibliothek zu eige­ nem Gebrauch des Pfalzgrafen in die Heidelberger Schlossbibliothek mit­ genommen wurde.

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7. K a p it el Ludwig V I. und die Ausbildung der Pfalzbücherei

Bei dem Begierungsantritt Ludwigs VI. 1576 war der pfälzische Einband­ stil in seinen Grundformen stabilisiert. Nachdem er in Amberg die verschie­ denen Entwicklungsstadien des Wittenberger deutschen Stils durchlaufen hatte, war er zu dem hindurchgedrungen, was ihm art- und formgerecht war: der deutsche Gebrauchseinband mit Holzdeckeln — zu besserem Schutz vor der Witterung —, das weisse Schweinsleder, das sich auf allen deutschen Bibliothekseinbänden der Zeit sieghaft behauptete, das blinde Hochdruck­ relief. Nur der figürliche Schmuck hatte sich mit vorschreitender Zeit ver­ wandelt. E s bedurfte der propagandistischen Auswertung von Bild und Wort nicht mehr. Das Wappen des Landesfürsten genügte zur Kenntnisnah­ me der jeweiligen kirchlichen Situation. Die Einbände, die Ludwig VI. von Elias Petersheim, den er aus Am­ berg mitgebracht hatte, für die Bibliothek binden liess, sind fast nur noch mit dem Landeswappen geschmückt. E s wurden neue Platten geschnitten zu den weiter geführten beiden Amberger Platten hinzu, mit dem Beichsapfel in der Mitte und der zusätzlichen kurfürstlichen Bezeichnung in der Un­ terschrift. Der Wahlspruch Ludwigs VI. «Alle Ding zergenglich» fasst jedes der Wappen torbogenartig ein. E r diente auch seinem Sohn Friedrich IV. als bekrönender Schmuck. Der Machtanspruch, den das Landeswappen verlieh, wurde dadurch bescheiden eingeschränkt, von jeder persönlichen Beziehung abgelenkt. In zwei Fassungen vornehmlich wurden die Wappen­ paare (stets mit dem Wappen der Kurfürstin Elisabeth, einer geb. hessi­ schen Prinzessin, als Gegenstück) auf den Blinddruckbänden gebraucht. Die

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erste 90 x 52 hat eine dreizeilige Unterschrift auf einem einfachen Schild. Sie ist auf etwa 84 Bänden verwendet worden. Die Beschriftung der zwei­ ten Platte 96 x 64 ist in einen Kartuschenrahmen gestellt; das Wappenbild selbst steht auf einem geschroteten Untergrund. Das Schild auf dieser Platte ist dem auf dem Amberger Wappen nahe verwandt, nur etwas breiter und hat eine dreizeilige, nicht zweizeilige Unterschrift. Mit dem neuen K artu­ schenwappen wurden 54, mit dem Amberger noch 14 Einbände bedruckt. Der Gebrauch der Platten richtete sich nach dem Format des Buches. Die Platte mit einfachem Schild wurde für die schmäleren Foliobände benutzt, das sehr breite Kartuschenwappen für Bücher grösseren Folioformates. Die Zunahme der Folioeinbände ist charakteristisch für das siebente und achte Jahrzehnt. Um diese Zeit kamen die grossen klassischen und philologischen Publikationen in Antwerpen, Frankfurt und Genf heraus, die niederländi­ schen Atlanten und die illustrierten Landesbeschreibungen aus Köln. Mit ihnen veränderte sich auch der literarische Charakter der Bibliothek. Sie wurde unter Ludwig VI. in stärkerem Maße den Anforderungen der Universität angepasst und mit lateinisch geschriebenen, wissenschaftli­ chen Werken versehen. Philologie, Naturwissenschaft und Becht treten fast gleichwertig neben Medizin und Geschichte, den beiden wichtigsten Ele­ menten der weltlichen Literatur in der palatinischen Bibliothek. Aber die Theologie bleibt allem gegenüber noch weit im Übergewicht, vorwiegend mit deutschsprachigem Schrifttum besetzt. Anlage, Schmuck und zeitliche Verwendung bleibt sich bei allen Blind­ druckbänden mit den drei Wappenplatten gleich. Die Platten sind nach wie vor in eine festgefügte Umrahmung mehrfacher Rollenstreifen eingespannt. In den umrahmenden Rollen, Salvator-, Leben Jesu-und Reformatorenrollen, blieb der propagandistisch überzeugende Charakter der protestantischen Einbandkunst noch immer gewahrt. Aber das Nebeneinander der Rollen ist nicht mehr so ungestüm wie auf den Amberger Bänden des Petersheim; sie folgen sich in einem abgewogenen Wechsel von figürlichen Rollen und Ranken. Die innere Umrahmung ist in der Regel negativ im Schnitt: Kandelaber- Krabben- Vollmaureskenrollen. Jh r zierliches Gerank ergibt mit der vortrefflich geschnittenen Wappenplatte der Mitte ein lichtes aufgelokkertes Bild. Zu der Gruppe dieser Blinddruckbände gehören auch die Ein­ bände mit dem Bildnis des Kurfürsten, von denen zwei positiv, in erhaben prägendem Relief, geschnitten sind. Die erste, die den Kurfürsten wahrscheinlieh nach Dominik Custos Holzschnitt im Hofkleid zeigt V 1081, wurde zunächst auf einem Einband gebraucht, der einige Stücke des PerlrollenMeisters verwendet hat, erscheint aber später ausschliesslich mit Peters­ heims Material. E s ist möglich, dass dieser, als er mit dem Kurfürsten nach Heidelberg kam, die hinterlassene Werkstatt des Perlrollen-Meisters mit dessen Rollen übernahm; auch die Thronsesselplatte mit Ottheinrich ist damals in den Besitz des Petersheim übergegangen. Die zweite Platte V 1086 zeigt den Kurfürsten in der Rüstung, einen Reichsapfel in der Hand, in einer repräsentativ abgeschliffenen Darstellung, die sich auch Krück in einer nur wenig abweichenden Fassung für seine kurfürstlichen Bi-

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bliothekseinbände schneiden liess. Beide Bildnisplatten, meist mit der ein­ fachen Wappenplatte als Gegenstück, wurden von Petersheim mit mehre­ ren Bollen blind umrahmt. Dass man mit dem Bildnis des Kurfürsten die Bücher, die ihm besonders beliebt waren, ausgezeichnet hätte, wie es z.B . bei dem Kurfürsten August von Sachsen der Fall gewesen ist, lässt sich nicht sagen. Die Einbände, die der Kurfürst besonders auszeichnen wollte, wurden vergoldet geschmückt. Das Gold wurde, wie schon in Amberg, stets in Ver­ bindung mit weissem Schweinsleder gebraucht. Bei der Neigung der Zeit zu sinndeutender Auslegung könnte es durchaus möglich sein, dass der Kurfürst mit der aesthetischen Freude an dem makellos weissen Leder eine ethische Vorstellung von Reinheit verband. Der starke Golddruck hob das Weiss des Untergrundes aufstrahlepd hervor. In den meisten Fällen bildete auch bei den vergoldeten Bänden ein Wappen den mittleren Schmuck. Die negative Wappenplatte, sehr ähnlich der gleichen negativen Fassung in Am­ berg, ist in der Mitte durch den Reichsapfel ausgezeichnet. Diese und die Amberger Fassung wurden auf den Heidelberger Einbänden ohne Unter­ schied gebraucht, meist nur mit einer Rolle umrahmt oder mit Streustem­ peln umgeben und erst am Rand von einer Engelskopfranke eingefasst IV 280. Der Schnitt ist in der Regel vergoldet und mit Blüten und Früchten, den beliebten Schnittmotiven des Petersheim, farbig geschmückt. Auch die Wappen mit dem Kartuschenschild sind in einer negativen Fassung für die Vergoldung ohne geschroteten Untergrund geschnitten worden. Ihre üppige Dekoration reizte zu einem phantasiereicheren Entwurf. Bald wird das Schweinsleder zwischen Wappen und Engelskopfranke rosa gefärbt — auf einem Geschenkband wahrscheinlich für die Pfalzgräfin IV 459 — oder mit einer sonst nicht mehr verwendeten Puttenrolle umrahmt IV 240, bald drän­ gen sich die Golddruckrollen wie beim Blinddruck in mehreren Streifen um das Wappen zusammen I I 183 oder rahmen in Abständen mit Streumuster dazwischen, ein wirkungsvoller Entwurf II 484. Mit vorschreitender Zeit entwickelte sich aus dem Kartuschenwappen selbst der dekorative E nt­ wurf; die Platte löst sich von vollmauresken Dreiecken umgeben in einem lockeren Geflimmer gleichsam auf I 80. Die abgeschrägten Ecken in der Umrahmung gleichen sich der Form der vollmauresken Zierstücke gefällig an. In dem gleichen Jahre 1579 ist ein zweiter Prachtband mit dem grossen K ar­ tuschenwappen entstanden. Petersheim hat ihm fast gleichgrosse vollmaureske Platten zur Seite gestellt, die neben- und aneinander gereiht in ei­ nem kontinuierlichen Muster die Flächen überziehen, nur einen schmalen Abstand von den Wappen lassend, der von Puttenecken — so beliebt auf den fürstlichen Einbänden der damaligen Zeit — verschleifend gefüllt ist I 182. Diese grossen, aneinander gesetzten Platten nahmen den Ent­ wurf des Petrus Betz auf dem Münchner Albrecht Alcibiades-Band auf; sie knüpften zugleich an das Vorbild der Wittenberger manieristischen Bän­ de an, boten aber doch im Endergebnis etwas völlig Neues und ein eigenes Bild. Auf beiden Prachtbänden zeigte sich die besondere Begabung des Pe­ tersheim, aus der Sprache der Stempelformen selbst die Komposition zu entwickeln; sie wächst gleichsam natürlich aus der Gegebenheit der Platten,

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Rollen und Stempel hervor. E s war ein ausgesprochen deutsches Prinzip, das auf diesen Einhänden Ausdruck gewann, formvollendet und werkgerecht, wie die ersten grossen ornamentalen Plattenpressungsbände, mit denen sich Petersheim in Amberg eingeführt hatte. Doch wie bei diesen vermisste der Kurfürst in ihnen ein gewisses geistiges Moment. Petersheim holte es nach. Auf einem 1580 gebundenen Bande wurde die grosse mnschriftete Vollmaureskenplatte aus Nürnberg, die ihm schon in Amberg die Gunst des Pfalzgrafen gewann, in Gold anfgedruckt — mit der Standfigur Luthers als Gegenstück — und von vier Platten in den Ekken, kleinen Zierstücken in den Zwischenräumen begleitet, ein allzu bered­ ter Schmuck, der in dem engen Nebeneinander heterogenster Schmuckformen, die rauscheivergoldet, jetzt schwarz, auf dem weissen Leder stehen, wie ein Musterblatt wirkt II 486. Petersheim empfand diesen Mangel an überleitenden Formen selbst. Auf einem anderen Einband II 434, der 1582 gebunden ist, stellt die vollmaureske Platte, in kontinuierlicher Folge anein­ ander gereiht, die Verbindung zwischen den einzelnen Platten her. Neben der beschrifteten Nürnberger Plattenpressung sind hier das Bildnis des K ur­ fürsten im Hofkleid (wie die entsprechende Blinddruckplatte geschnitten) und eine Wappenplatte, die der einfachen blindgedruckten Wappenform, nur negativ geschnitten, entspricht, verwendet worden, dazu die alte Platte mit Ottheinrieh im Thronsessel und die entsprechende Wappenplatte als Gegenstück. Der Prachtband umschloss den Druck der Heidelberger Concordienformel und war dem kurfürstlichen Bruder Johann Kasimir zu­ gedacht. Auch für sich selbst liess der Kurfürst das ihm wichtige Werk I I 435 binden, nur beruhigter noch im Entwurf, der das Bildnis des Kurfür­ sten im kontinuierlich gemusterten Rahmen der Vollmaureskenplatten zeigt. In diesem Entwurf begegneten sich Auftraggeber und Ausführender ganz. E r wurde im folgenden Jah r mit nur geringen Abweichungen noch zweimal wiederholt I I 487 und 90. Die zahlreichen auf diesen Prachtbänden verwendeten Platten treten auch einzeln auf vergoldeten Einbänden auf. Das vergoldete Kurfürsten­ bild vor allem ist auf eine Reihe von Einbänden aufgedruckt, von der ein­ fachen negativen Wappenplatte auf der Rückseite begleitet. Die Umrah­ mung, meist nur mit einer Rolle ausgeführt, passt sich der Grösse der je­ weiligen Einbände an, legt Atempausen zwischen die einzelnen Rollen bei Einbänden im Folioformat I I 147, schiebt bei kleineren Bänden die Kandelabersäulchen eng an das Bild heran V 506 oder überlässt, besonders bei den Einbänden der letzten Jahre, der mittleren Platte allein das Wort. Von begleitenden Eckstempeln akzentuiert hervorgehoben, beherrscht sie das mittlere Feld, nur hart am Rand noch von einer schmalen Krabbenrolle um­ grenzt V 585. Auf diesen letzten vergoldeten Wappeneinbänden, die Peters­ heim für Ludwig VT. gearbeitet hat, bildete sich bereits der Charakter jener Superexlibrisbände heraus, der für die Pfalzbücher in den 90er Jahren und im Beginn des 17. Jahrhunderts typisch werden sollte. Mit dem Tode Ludwigs VI. 1583 änderte sich in der Pfalz noch einmal der Kurs. Durch den Bruder Johann Kasimir wurde der Kalvinismus erneut

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und nunmehr für immer in der Pfalz eingeführt. Die Umstellung zog auch im Buchwesen ihre Folgen nach sich. Aber der wissenschaftliche Charakter der Landbibliothek und die Ausprägung eines spezifisch pfälzischen Stiles erwiesen sich doch als zu fest begründet; die Änderung wirkte sich mehr auf personalem als auf sachlichem Gebiete aus. Der Zuwachs an Büchern war zunächst nicht gross. Dies änderte sich seit der Beformation, die Johann Kasimir 1590 für die Bibliothek erliess, und durch die Berufung ständiger, amtlich besoldeter Bibliothekare sowohl für die Schloss- wie für die Landbibliothek. Durch die Anlage eines Kataloges wurden die Buchbestände festgehalten und ihnen durch systematische Anschaffungen auf allen Gebieten ein gleichmässiges, kontinuierliches Wachs­ tum gesichert. Die Verwaltung der Schlossbibliothek war Paul Schede-Melissus, später Gruterus übergeben; in der Verwaltung der Landbibliothek wechselten Pithopoeus mit Sylburg und Hepp. Unter der Leitung dieser be­ währten Bibüothekare erhielt die Palatina ihren wichtigsten Zuwachs an wissenschaftlicher Literatur. Den Ruf, die beste Bibliothek für die klassi­ schen Studien zu sein, vorbereitet bereits unter Ludwig VI., verdankte sie vornehmlich den zielbewussten Erwerbungen der drei Jahrzehnte 1590-1620. Für beide Bibliotheken wurden die gleichen Buchbinder zur Arbeit herangezogen. Kur darin bestand ein gewisser Unterschied, dass die vergol­ deten Einbände in der Regel für das Schloss (innen mit pr. pr. gekennzeich­ net), die blindgedruckten Schweinslederbände aber für die Pfalzbücherei bestimmt gewesen sind. Plunion freilich arbeitete vorwiegend für das Schloss, während Petersheim, infolge der kirchlichen Änderung aus seiner Hofbuch­ binderstellung entlassen, nur mit einigen Geschenkbänden an den Pfalz­ grafen und seine protestantisch gebliebene Gemahlin vertreten ist. Als Uni­ versitätsbuchbinder bereits seit 1577 verpflichtet und 1592 in gleicher Stel­ lung bestätigt, dürfte Petersheim zwischen 1583 und 1591 vorwiegend für die Belange der Stadt und der Universität tätig gewesen sein. Die Beliefe­ rung der Einbände für die Landbibliothek dagegen ging auf einen anderen Binder in Heidelberg, jenen Meister F. D. über, der sich schon in den 70 er und 80er Jahren als rühriger Buchführer empfohlen hatte. Die Einbände, die F. D. bisher geschaffen hatte, waren einfachster Art: Rollen- und sehr schlichte Platteneinbände. Erst jetzt seit der Mitte der 80er Jahre entwickelte er sich zu einem reicheren, künstlerischen Stil. E r knüpf­ te an die Kunst des Elias Petersheim an. An den Gebrauch von Rollen und Platten zu sehr gewöhnt, schloss er sich zunächst mehr den Einbänden des Petersheim aus seiner Amberger Zeit, als den Einbänden der Heidelberger Jahre an. Er führte den pfälzischen Stil des Petersheim in kongenialer Weise fort. Kür dass er lautere Töne anschlug in seiner Kunst. Platten mit Bildern, Platten mit Ornamenten, grosse Akzente beherrschen den kleinmustrigen Rollenschnitt. Kein erneuter Bruch in der Wahl der Materials. Das weisse Schweinsleder, der blinde Druck sind seit Petersheim für die Pfalzbücher verbindlich geblieben. Ornamentale Muster gewinnen auch bei den Rollen an Gewicht. Sie umschliessen im Wechsel mit seinen alten figürlichen Rollen die mittleren Bilderplatten Ju stitia und Fortuna, beide durch breite ovale

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Kartuschen eingeschränkt, nach dem Stil der Zeit dekorativ abstrahiert. Und diese dekorative Einstellung wird noch vertieft auf der langen Serie ornamentaler Plattenpressungsbände, die von P. D. zwischen 1586 und 91 fast alle mit dem Aufdruck des Kurfürsten Friedrich VI. gebunden worden sind. Am häufigsten wurde die Bandwerkplatte mit schraffierten Blattstempeln in der Mitte benutzt IV 427, sehr verwandt den Platten bei Petersheim, während die Platte mit dem verschlungenen Arabeskenmuster, fast ein Druidenfuss, die gepunkteten Arabesken V 180, die Bollwerkplatte (wie ein Eisengitter) I II 173 und die Bandwerkplatte mit den Vollmauresken IV 1258 in Heidelberg erst in den letzten 80er Jahren geschnitten worden sind, nicht nach berühmten Vorlagen und im Muster fast ein wenig plump, aber überaus eindrucksvoll und besonders geeignet für den blinden Schweins­ lederdruck. Die Platten, je nach der Deckelgrösse von einer oder mehreren Rollen umzogen, ergaben auf dem weissen Schweinsleder einen von Licht und Schatten gleichmässig belebten Flächenschmuck. Mit Pappdeckeln, hart fast wie Holz, durch straff verstrichene Bünde zusammengehalten, im Blinddruck tief eingeprägt, besitzen diese Pfalzbücher des F. D. alle Vor­ züge einer ausgeruhten, handwerklichen Tradition. Auch die Vergoldung beim Aufdruck von Kamen und Bindejahr ist brillant. Vergoldete Einbände dagegen wurden von ihm nur in vereinzelten Fällen geschaffen. Selbst das oval umgrenzte Wappen des Guillaume Plunion, das er ein einziges Mal auf einem Einband für Friedrich IV. verwendete, hat er nicht vergoldet, sondern blind in die Deckelmitte gesetzt. Er erreichte damit eine vortreffliche Wir­ kung. Gerade beim Blinddruck trat die Zeichnung der negativ geschnittenen Platte auf das eindrucksvollste hervor. Der Meister hatte Gefallen an diesem Effekt. Etwa die Hälfte seiner Pfalz­ bücher hat er mit einer spitzovalen Vergoldungsplatte blind gedruckt. Das in weiten Bogen auslangettierte arabeske Muster beherrscht allein das leere Mittelfeld, das nur am Band von einer oder zwei schmalen Bollen ab­ gegrenzt wird, von dem Besitzeraufdruck und Jah r ganz oben und unten in Vergoldung begleitet, ein ausgesprochen vornehmer Schmuck. Mitunter werden die Ecken von einer kleinen Dreiecksmaureske verschliffen oder ein Blattstempel gibt, in die Ecken der umrahmenden Banken gesetzt, die Überleitung zu der Arabeskenplatte im Mittelpunkt. Mit diesem Entwurf: schmale Umrahmung mit überleitenden Ecken, in der Mitte allein der wich­ tigste Schmuck, nähern sich diese Arabeskeneinbände des F. D. den späten Arbeiten des Petersheim mit den Wappen im Mittelpunkt. Kur in zwei F äl­ len tritt die schöne Arabeskenplatte auch vergoldet auf. Das eine Mal hat sie ein Kachfolger des F. D. 1610 auf einen braunen Kalblederband in Gold­ rauschei aufgedruckt, von kleinen Ovalplatten zu Seiten der rhombischen Linienumrahmung begleitet. Aber die Anspruchslosigkeit des blinden Drucks hob die Platte fast schöner hervor, als der schwarz gewordene Auftrag von Bauscheigold. Besser schon wirkte sie auf dem 1590 vergoldeten Pergament­ einband mit dem herzförmigen Maureskenstempel und der spiralförmigen schmalen Banke (beide noch aus der Pfalzwerkstatt des Petrus Betz) als umrahmender Schmuck, das mittlere Plattenbild strahlt in reinstem Gold V 1143.

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Seit dem Regierungsantritt des bisher unmündigen Kurfürsten Friedrich IV. 1591 trat Elias Petersheim wieder bedeutsamer auf den Plan. E s scheint, dass der Meister F. D. um diese Zeit gestorben ist. Jedenfalls finden sich nach 1591 keine datierten Einbände mehr von ihm vor. An seiner Statt über­ nahm nun Petersheim wieder die Arbeiten an der Bibliothek. E r führte den pfälzischen Stil, der von dem Meister F. D. repetierend fast von den orna­ mentalen Plattenpressungen der ersten Amberger Zeit bis zu den Wappen­ bänden des Petersheim in Heidelberg kongenial unterbaut worden war, nur um so entschiedener weiter fort. Während die Geschichtsschreibung (Häusser, Bezold) gern betont, wie sehr Friedrich IV. die eingeschlagene Politik des Pfalzgrafen Johann Kasimir fortgeführt habe, in seinen Bemü­ hungen um die Bibliothek trat er, schon durch die Berufung des ehemali­ gen Hofbuchbinders Petersheim, durchaus in die Fusstapfen seines Vaters, des Kurfürsten Ludwig VI. Eine ausgesprochen vermittelnde Natur, suchte er durch die Union eine Verbindung zwischen Protestanten und K al­ vinisten zu gewinnen. Er fühlte sich in diesen Bestrebungen eins mit den Wissenschaftlern und Künstlern im Land. Man war des streitenden Hin und Her müde, man wollte nur arbeiten. Ein sachlicher Zug kennzeichnet künftig die Arbeiten für die Bibliothek. Die Ankäufe wurden von den Bibliothekaren geleitet, selbst auf den Einbän­ den fällt künftig der Name des Fürsten fort, das Wappen genügt: die Anschaf­ fung erfolgte unter seinem Regime. Der unmittelbare Anteil des Fürsten an der Bibliothek, so. persönlich gehalten bei Ottheinrich, so verpflichtend emp­ funden bei Ludwig VI., schweigt sich mehr und mehr aus. Die Sorge für die Bibliothek, einmal eingeleitet, ist zu einer dienstlichen Amtshandlung ge­ worden; jetzt in Wirklichkeit objektivierte sich die Büchersammlung in der Heiligen Geist-Kirche zur Landesbibliothek. Eine Reihe neuer Wappen, ein Bibliothekszeichen fast mehr als ein Besitzerhinweis für den Fürsten, wurde geschnitten; die Platten wurden zunächst noch ohne Unterschied für das Schloss wie für die Pfalzbibliothek gebraucht. Igrst allmählich bildete sich auch für sie eine bewusste Scheidung heraus. Von den rechteckigen Wappenplatten wurde ein etwas breiterer Schnitt mit der Unterschrift Friderich... V 1189 auf einigen vierzig Bänden gebraucht, während die Fridericus quartus Platte IV 431, stets mit der Wappenplatte seiner Mutter, nicht seiner Frau gebraucht, — wie ferngerückt jedes dynastische Interesse! — den Schmuck auf ca. 230 Einbänden der Pfalzbücherei abgegeben hat. Bei den negativen, zur Vergoldung bestimmten Wappen ist die Verwendung noch nicht einheitlich ausgerichtet. Die kleine runde Wappenplatte mit der Umschrift Friedrichs IV. ist stets auf weissem Schweinsleder, bald blind, bald vergoldet, gebraucht worden, und zwar meist für die Landbibliothek z .B . I 3. Die viel verwendete ovale Bandwerkplatte auf der Rückseite dient bei einigen 145 Einbänden als Gegenstück zu der ovalen Wappenplatte, stets nur blindgedruckt zVB. S. 14. Die offene Wappenplatte, schon unter Ludwig VI. von Petersheim häufig verwendet, dient auch im 8. und 9. Jahrzehnt rauscheivergoldet vornehmlich dem Schmuck der Einbände in der Schloss­ bibliothek z. B. S. 53. 8

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Auch die Kunst des Petersheim versachlichte sich und gewann einen entpersönlichten typischen Stil. Wie sehr der Buchbinder hinter dem Ge­ schaffenen in den Schatten trat, geht daraus hervor, dass man bei den Pfalz­ büchern nicht mehr erkennen kann, wann die Tätigkeit des Petersheim aufhörte und wann ein Nachfolger für ihn eingetreten ist. Als Stichjahr wurde aus praktischen Gründen, freilich auch gestützt auf gewisse Ände­ rungen in den stilistischen Gewohnheiten, das Jah r 1600 gewählt. Bis 1599 werden die Wappen-Einbände als Arbeiten des Petersheim, von 1600 an als solche der Pfalzwerkstatt bezeichnet. E rst 1617 hören wir von einem Wilhelm Deps (scheinbar nicht mit dem F . D. verwandt, denn er kam aus Steinbach), der seit diesem Jah r als Universitätsbuchbinder «hinfürters Pfaltzbücher uff die bibliothecam zu binden » übernahm (Wilken, S. 183). Zwischen ihm und Petersheim ist noch ein anderer Meister M. F. tä ­ tig gewesen. Ihrer aller Arbeiten gingen in einem einheitlichen Schmuck, dem pfälzischen Wappeneinband auf. Auch bei dem Regierungsantritt eines neuen Kurfürsten, Friedrich V., 1610-1632, änderte sich nichts an den Einbänden ausser dem Wappen, das teils mit seinem Namen, IY 636, teils ohne jede Unterschrift VI 5, ausgestattet war. Unpersönlicher konnte der Schmuck nicht sein. In dieser Versachlichung hat die pfälzische Einbandkunst ihren reinsten künstlerischen Ausdruck gefunden. Sie ging von dem sicheren Nährboden deutscher Einbandkunst aus, bevorzugte nach wie vor die Holzdeckel mit Schliessen, das weisse Schweinsleder, den blinden Druck, nicht anders wie es auch auf den Württemberger Einbänden der Jahrhundertwende mit den Fürstenbildnissen in reichem Bandwerkornament und auf den zahlreichen Kloster- und Superexlibriseinbänden im beginnenden 17. Jahrhundert geschah und wie es in den Bestimmungen zur Meisterprüfung in Deutsch­ land bis in das 19. Jahrhundert vorgeschrieben war. Die Haltbarkeit des Schweinsleders hatte sich bewährt. Es genügte, als Ausweis das Wappen in die Mitte zu drucken, den Rand mit einer Blindlinie zu markieren. Noch immer mit einigen Variationen auf den Pfalzbüchern des Petersheim ge­ braucht, schematisierte sich der Schmuck unter seinen Nachfolgern mehr und mehr und kristallisierte zu einem stereotyp wiederholten Entwurf. Die Ein­ bände mit dem Wappen Friedrichs V. sind fast nur noch mit dem grossen Lilienstempel in den Ecken der Linienumrahmung geschmückt. Die Binde­ weise ist mustergültig. Auch wenn Pappdeckel, fest wie Holz gewählt wurden, ist das Leder über den erhabenen Bünden überaus straff in plastischer Modellierung gezogen, die Bundstellen prägnant verstrichen. Auf dem weissen Leder, sehr sauber erhalten, tritt das scharfe Blinddruckrelief des Wappens eindringlich hervor, untadelig in seiner Exaktheit, wie in dem sparsam begleitenden Schmuck. Mit diesen vortrefflichen Arbeiten wurde die Entwicklung des blindgedruckten weissen Sohweinslederbandes, dieser typischen Form des deutschen Renaissance-Gebrauchseinbandes, auf eine letzte, vorbildliche und vollendete Lösung gebracht. Innerhalb der deutschen Superexlibrisbände bedeuten diese Einbände der Heidelberger Pfalzbücherei die reifste Frucht.

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8. K a p it el Der süddeutsche spätfigürliche Stil

Die süddeutschen Einbände in der zweiten Jahrhunderthälfte sind, soweit sie einen figürlichen Schmuck in Blinddruck oder in Vergoldung tra­ gen, nach zwei Seiten bemerkenswert. Zunächst kam bei den Blinddruck­ bänden nach der Periode der reinen Bolleneinbände der Gebrauch von Bol­ len und Platten auf. Anderseits stehen blinde wie vergoldete Bollen und Platten mit ihrem Bilderschmuck unter einem zunehmenden Einfluss von Wittenberg. Die grosse Originalität, die den Stempelschnitt der ersten Jah r­ hunderthälfte im Bheingebiet ausgezeichnet hatte, ist nach dem Ableben des N? verstummt. Man glich sich in immer stärkerer Weise der alles über­ flutenden Massenproduktion der Wittenberger Stecher an. Es hängt mit dem sinndeutenden Charakter dieser Bollen und Platten zusammen, wenn ihre Verbreitung vornehmlich an die protestantischen Gebiete gebunden war. Die katholische Gegenbewegung, die mit dem Jahrhundertende immer stärker in Erscheinung trat, wandte sich bewusst einer rein ornamentalen Verzierung ohne Bilderschmuck zu. Mit ihr begann im Einbandschmuck die grosse Entpersönlichung. In weitem Bogen um Heidelberg gespannt, durch Ankäufe, als Geschenke an die Fürsten öder durch zufällig hinzugekommene Buchbestände von Privaten dem Sammelbecken der Palatina zugeflossen, bieten die süd­ deutschen Bände ein farbiges Bild spätfigürlichen Einbandstils. Zu­ meist natürlich waren es Bücher für den praktischen Gebrauch, einfach in weisses blindgedrucktes Schweinsleder gebunden, handwerklich vortrefflich gearbeitet und mit ausgezeichnet geschnittenem, wenn auch etwas stereo­ typem Blinddruckmaterial verziert. Gleichwohl finden sich auch in den gangläufigsten Motiven charakteristische Unterschiede, die auf eine bestimmte Gegend schliessen lassen. Selbst wenn die Stücke Wittenberger Handels­ ware waren, in Frankfurt auf der Messe eingehandelt, ist doch die Aus­ wahl der Themen oder die Anordnung der Bilderfolgen bezeichnend für einzelne Städte und Länder. Und in sehr vielen Fällen werden wir damit rechnen müssen, dass die massgebenden Wittenberger Themen zwar akzep­ tiert, aber doch von heimischen Stechern nachgeschnitten worden sind. Die Stecher, besonders die Goldschmiede, waren zu hoch entwickelt in Süd­ deutschland, als dass sie ihr bewährtes Können vor dem Primatanspruch der Wittenberger Stecherzentralen völlig aufgegeben hätten. Die Origina­ lität in der Bildauswahl freilich war dahin. Was sich an Bollen und Platten in der zweiten Jahrhunderthälfte in Süddeutschland anbietet, war weltan­ schaulich uniform ausgerichtet und von dem Geist protestantischer Wer­ bung erfüllt. Noch am ehesten bewahrte sich der figürliche vergoldete Einband­ schmuck eine Note eigener Art, sowohl im Schnitt der Stempel wie in ihrer Anwendung. Bei den blindgedruckten Bollen und Plattenbänden war ein

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Süddeutachland. Spätfigürlicher Stil

gewisser Duktus notwendig vorgeschrieben: die rechteckige Platte in der Mitte wird von mehreren rechteckigen Rollenstreifen umgeben. Die vergol­ deten Bilderplatten und Rollen dagegen liessen, schon wegen der abwechs­ lungsreicheren Form der Platten, — bald breit, viereckig, bald ganz schmal, bald oval, kreisförmig, auch im Rhombus geschnitten, — die verschiedenar­ tigsten Aufbaumöglichkeiten zu. Ein neuer, dem ornamentalen Schmuck entsprechender Entwurf, eine auf Mittel- und Eckstücke eingestellte Kom­ position, bildete sich auch für den vergoldeten figürlichen Schmuck heraus. Während der deutsche Blinddruckband in diesen Jahrzehnten seine fest­ stehende und durch drei Jahrhunderte fortdauernde typische Fassung ge­ wann, zeigte der vergoldete deutsch-figürliche Band noch einmal eine Wand­ lungsfähigkeit und reiche phantasievolle Ausgestaltung, die die Einbände « uf teutsch» aus dieser Periode zu einem der reizvollsten Kapitel innerhalb der Einbandgeschichte machen. Es ist lehrreich zu beobachten, welche Wirkung das Vordringen der Wit­ tenberger Ikonographie auf die beiden grossen führenden Buchstädte B a ­ sel und Strassburg um die Mitte des Jahrhunderts ausgeübt hat. In Basel bewirkte das Übergewicht der mitteldeutschen Rollen und Platten, die der reformiert eingestellten Schweiz nichts zu geben hatten, eine zunehmende Zurückhaltung gegenüber jeglicher Art des Bilderschmucks. In Strassburg aber gab man sich, gedrängt von der wachsenden Buchnachfrage in dem Umkreis der Sturmschen Akademie, der erleichterten Beschaffung Witten­ berger fertiger Rollen und Platten hin und versank um die Jahrhundert­ mitte in die lähmende Monotonie der Justitia-und Lucretia-Einbände eines Philipp Hoffot, Hans Klein und des Domkapitelmeisters, dessen zahlreiche Einbände in der Palatina ursprünglich für einen Strassburger Bakkalau­ reus Richard Lahr, R L A B bezeichnet, gebunden worden sind. Nur Ludwig Gremp von Freudenberg, dem Kyriss eine Sonderstudie widmete, versuchte in seinen Einbänden, unter denen sich freilich manche Tübinger Arbeiten befanden, ein etwas abwechslungsreicheres Bild zu gewinnen. Eine eigene Note auch liegt in dem Dedikationseinband des Marbach vor, der innerhalb einer Rechtfertigungsumrahmung ein ziemlich breites Plattenbild ohne xc Unterschrift mit einer eigenartigen Darstellung zeigt. Einen Mann, der auf einer Leiter zum Himmel steigt, suchen Tod, Krankheit, Armut und Sünde mit Seilen, die ihn um den Leib fassen, an die Erde zu fesseln. Die Vorlage stammt aus Petrarcas Glücksbuch und geht in ihrem symbolhaften Gehalt auf einen Florentinischen Holzschnitt (Pollard nach S. 60) zurück, der den Vorgang stark ideologisch wiedergibt: jede Sprosse der Leiter ist mit dem Namen einer Tugend bezeichnet, während die deutsche Version, die in dem Prognostikon des Lichtenberger Heidelberg 1480 erschien, die Einwirkung der göttlichen Offenbarung auf den Menschen, der mit vier Seilen an die Erde gefesselt ist, hinzugefügt hat. In der Illustration zu Petrarcas Glücks­ buch wie auf der Platte des Marbach nun ist diese göttliche Hilfe durch die haltende Hand Gottes wiedergegeben, die den Bedrängten nach oben zieht. Hier wirkte noch einmal die reiche Tradition graphischer Vorlagen auf den oberrheinischen Stempelschnitt zurück.

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Süddeutschland. Spätfigürlicher Stil

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Sehr viel bewusster, auf bester heimischer Stechertradition aufgebaut, entwickelte sich der Bilderschmuck in Baden und am Bodensee. Der kleine abgebildete Einband aus Konstanz gibt ein gutes Beispiel dafür, wie sich noch immer im Rolleneinband trotz Angleichung an die Wittenberger F i­ gurinen, z. B. in der Spes, ein Einschlag bodenständiger Kunst aus den wegbereitenden Tagen des Stechers WG erhalten hat Y 492. Auch in Schwaben war eine natürliche plaudernde Beredsamkeit nie ganz verstummt. Der schwäbische Stecher mit der Presse vor allem tat sich mit seinen zierlichen, spiralförmigen Ranken hervor, als Wegbereiter für den kleinfigurigen Stil, der in Tübingen wie in Ulm in schönster Blüte stand. Aus dieser künstlerischen Umwelt stammt die dicht gerankte Medaillon­ rolle eines Meisters mit der Presse und drei Blumen, die das Bild einer sit­ zenden Fortunagestalt, modisch aufgeputzt wie eine Backmodel, umrahmt V 1504. Und einen ähnlichen Charakter gewinnt die viel verbreitete Lucretiadarstellung auf dem Band V 284, die oben am Torbogen durch einen Blütenzweig gekennzeichnet ist. Auch das kleine Blinddruckbändchen V 643, dessen Rolle auf einem Stuttgarter Band (Haebler I I 37 R 9) wiederkehrt, gehört in diesen Kreis. Obwohl sie alle drei Strassburger Drucke umschliessen, stammen die Einbände nicht aus dieser Stadt. Das Filigrangerank ihrer Rollen verweist sie vielmehr untrüglich nach Württemberg. Die Bilderplatten aber, in der Wichtigkeit des mitgeteilten modischen Bei­ werks, sind Kunstgut der Kleinstadt und dürften einer kleineren Stadt aus dem Gebiet um den Neckar zuzuschreiben sein. In Heilbronn wurde ein blind­ gedruckter Schweinslederband, 1565 « für VI B a z iis» erworben IV 706, altfränkisch in seiner breiten Salvatorrolle und dem Bild der behäbigen Bürgerfrauen, die als Vertreterinnen heidnischer Allegorien auf der Deckelmitte stehen. Jhnen schliesst sich ein Einband aus Schwäbisch Hall V 1543 an, das sich schon in der ersten Jahrhunderthälfte durch besonders eigenartige Entwürfe ausgezeichnet hatte, ein Dedikationseinband des Johannes Brentz mit vergoldeter Christkindplatte und vergoldeten Tugendenrollen, unter dem Eindruck der Tübinger Truberbände ent­ standen. In Tübingen, das auf eine reiche Stecherkunst in der ersten Jahrhun­ derthälfte zurücksah, belebte sich der Einbandschmuck, durch das grosse Unternehmen der slovenischen Drucke hervorgerufen, die festlich gebun­ den an alle Förderer verteilt wurden, welche das verdienstliche Werk — die Übersetzung biblischer und liturgischer Texte in die slovenische Sprache und ihren Druck mit kyrillischen und glagolitischen Lettern — finanziell un­ terstützt hatten. Die Drucke wurden von den Tübinger Buchbindern in Gemeinschaftsarbeit gebunden und mit gemeinsamen Platten, Rollen und Stempeln geschmückt. Die Hauptarbeit freilich lag auf Seiten des Samuel Streler. Von ihm wurden vor allem die Einbände mit den Bildnisplatten der drei Übersetzer Trüber, Konsul und Dalmata gearbeitet, während Pfi­ ster und der Meister S. T. dieselben nur gelegentlich mit verwendet haben. Auch die beiden Truberbände der Palatina sind von Samuel Streler gebun­ den IV 1222 und 1257. Die Umrahmung ist hier noch, 1562, mit der Tugen-

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denrolle des Meisters N? 1551 ausgeführt worden, dessen Stecherzeichen Streler ein Jah r später durch seine eigenen Initialen S. S. ersetzen liess. Mit diesen Truberbänden suchte sich Süddeutschland bewusst durch einen ei­ genen figürlichen Stil von den Wittenberger Bänden abzusetzen. Nichts­ destoweniger tritt ihr Vorbild in den Bildnisplatten der Beformatoren wie im umrahmenden, figürlich vergoldeten Bollenschmuck unverkennbar her­ vor. Aber alles hat einen Stich ins Volkstümliche bekommen, Bauernkunst, auch in der Verwendung neumodisch-mauresker Zierformen, die in fremd­ artiger Prächtigkeit um den groblinigen Holzschnittcharakter der Platten und Bollen stehen. Nicht weniger prächtig der Schnitt, aufprunkend in sei­ ner tief eingeprägten Ziselierung und dem reich ausgemalten farbigen Schmuck. Streler, der sich zu einem eigenen, sehr persönlichen Stil im kommenden Jahrzehnt mit blinden und vergoldeten ornamentalen Platten entwickeln sollte, rückte von dem auftrumpfenden Goldton der Truberbände später ab, gab aber mit ihnen gleichwohl das Vorbild für einige spätere Bepräsentationseinbände ab, z. B. für den Berichtband der württembergischen Hoch­ zeit in Tübingen 1578, der auf rötlich gefärbtem Schweinsleder ausgeführt, eine schraffierte Ornamentplatte in der Mitte und eine negative Tugen­ denrolle in der Art des N?, 1554 geschnitten, rauscheivergoldet zeigt IV 503. Hans Pfister, in seinen buchhändlerischen und künstlerischen Neigungen seinem Vorgänger Wolfconrad Schwickart nahe verwandt, schöpfte auf den Einbänden der slovenischen Drucke aus dem reichen Vorrat seines nach vortrefflichen graphischen Vorlagen geschnittenen Materials. Der eine Ein­ band IV 1255 hat neben dem württembergischen Wappen vom die Gestalt des guten Hirten, negativ und zur Vergoldung geschnitten, als rückseitigen T»f. xci Schmuck. Der andere IV 1221 ist vornehm, gepflegt und schön mit einer vergoldeten Platte nach Dürers Schmerzensmann und einer Puttenleiste nach Brosamers Entwurf geschmückt. Mit dem reifen, künstlerischen Ge­ halt seines Stempelmaterials gewinnen auch seine Einbandentwürfe an Ge­ wicht. Das Wappen ist durch mehrere sich staffelnde Leerstreifen wirkungs­ voll in die Mitte des Deckels gerückt, die Christusdarstellung von K an­ delaber- und Puttenrollen wie von einem breiten Altarrahmen umfasst. Von den Tübinger figürlichen Blinddruckbänden gibt der abgebildete T»f. lxxxviii kleine Band des Meisters S. T. V 1770 ein vortreffliches Beispiel ab. In der Mitte stehen die Platten von Isaaks Opfer und vom guten Hirten, nach Behams Stichen von dem Tübinger Stecher mit dem S geschnitten; zur Um­ rahmung dient eine Beformatorenrolle, ein typischer Bollenschnitt des Presse­ meisters. Der sehr sauber gebundene, vortrefflich geprägte Band trägt alle Zeichen einer ausgeruhten Buchkultur. Sie bewegte sich auch bei den klei­ neren Meistern in umfriedeter Bahn. Der Blinddruckband IV 1160, mit der ausgezeichnet geschnittenen alttestamentlichen Bolle (unter dem Eindruck, wenn nicht von der Hand des N? entstanden) umrahmt, dürfte, die Predigten des Jakob Andreae umschliessend, in Tübingen gebunden sein. Die breite Bolle, die die Salvatorfolge mit den Beformatorenbildnissen auf einem blindgedruckten Folioband II 198 vereint, ist eine charakteristische Arbeit des Stechers mit der Presse und steht der Bolle auf dem abgebil-

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detenBand des S. T. nah. Jedenfalls bewahrte sich Tübingen viel stärker wie Basel und Strassburg den selbständigen Charakter seines Bilderschmucks und seiner Einbandentwürfe. Bald angeregt, bald bekämpfend setzte man sich auseinander mit der Wittenberger Kunst. Nicht so in Frankfurt. Hier wie in Strassburg brachte der stärkere Buch­ umsatz die allmähliche Aufgabe einer persönlichen Eigenart mit sich. So sehr auch die frühen ßolleneinbände in Frankfurt eine eigene bodenstän­ dige Note besassen, so schwand diese unter der zunehmenden Zuwanderung fremder Buchbinder und der bequemen Erwerbsmöglichkeit fertiger Rollen und Platten auf den Frankfurter Messen mehr und mehr dahin. Die Schnitte des Meisters N?, die die Frankfurter Buchbinder in so reichem Maße ver­ wendeten, halfen über den unpersönlichen Charakter ihrer zahlreichen Han­ delseinbände zunächst noch hinweg. Aber schon die lange Reihe der Blind­ druckeinbände des Thomas Drechsler, des Jörg Kundt und des Volksbü­ chermeisters, die nach Heidelberg wie nach Amberg geliefert wurden, hiel­ ten sich in ihrer künstlerischen Aussage indifferent zurück. Und dieser un­ persönliche Eindruck vertiefte sich noch bei dem zunehmenden Eindringen Wittenberger Stempelmaterials. So virtuos auch die Wittenberger Stempel geschnitten sind, so zog das lähmende Gleichmass ihrer Themen doch ein allmähliches Verlöschen der schöpferischen Phantasie nach sich. Ein Blind­ druckband wie I I 525 mit Luther und Melanchthon neben der gewohnten Rollenikonographie könnte in Wittenberg wie in Frankfurt entstanden sein und kann nur nach Wasserzeichen, Vorbesitzer und eventuell dem Druck des Buches für Süddeutschland in Anspruch genommen werden. Noch stär­ ker ist dies bei den einfachen nur mit Rollen verzierten Einbänden der Fall. Nur eine Rollenform scheint mir für Frankfurt in der spätfigürlichen Zeit vor allem charakteristisch gewesen zu sein: ein breites Stück mit den Bildnisköpfen der Reformatoren in Münzgrösse. Sie wurde von einem Frank­ furter Stecher in verschiedenen Fassungen geschnitten. Zwei von ihnen wur­ den von Frankfurter Buchbindern benutzt; der Regensburger Ratsbuch­ binder I. H., Hans Krück in Heidelberg und der Nördlinger Meister des Brumann arbeiteten mit Rollen dieser Art. Auf den palatinischen Bänden be­ gegnet uns diese Frankfurter Medaillonrolle noch in einer weiteren, aber etwas abweichenden Form, die ersichtlich einen karikierenden Einschlag verrät und wie andere ähnlich karikierende Medaillonrollen sehr wahrschein­ lich in Worms geschnitten worden ist, das für diese übertreibende Darstel­ lung eine besondere Vorliebe besass. Auch im Entwurf — der mittlere Kranz­ rollenstreifen ist stets in einem grösseren Abstand zu den umrahmenden Rollen gebracht — zeigen diese Wormser Einbände einen typischen Ein­ schlag linksrheinischen Stils I V 1127. V 1238. Beziehungen zwischen den Gelehrten wie auch die verwandtschaftli­ chen Bindungen der Fürstenhäuser untereinander begünstigten einen Buch­ austausch zwischen Hessen und Pfalz. Die Einbände des Universitäts­ buchbinders in Marburg Georg Harder treten unter der Fülle süddeutscher Blinddruckbände mit einer eigenen Note deutlich hervor. Trotz der pro­ testantischen Ikonographie: den Reformatorenbildnissen, den Salvator-

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und Medaillonrollen, welche überraschende Formenfülle, die neuen Vorla­ gen, die charakteristische Darstellung! Man war Melanchthon in Hessen nicht wohlgesinnt. Die Unterschrift Columbi oculus in serpentino corde und die Teufelsfratze im Torbogen (bei Luther ein Engelskopf) legen Zeugnis davon ab II 226. Die Verwendung von Engelsköpfen als dekoratives Motiv scheint in Marburg besonders beliebt gewesen zu sein. Sie fallen auf den verschiedenen Reformatorenrollen als charakteristisches Kennzeichen auf II. 93. IV 303. V 291. Mit einem Einzelgänger nur führt sich die späte, bebilderte Kölner Einbandkunst in der Palatina Stamp. Barb. F F I 58 ein. Er gehört fast mehr in die Gruppe der vergoldeten Bände, nur der Bilderschmuck und die ein­ gefügten Initialen des Buchbinders weisen ihn noch in den spätfigürlichen Zusammenhang. Das Bändchen ist in weissem Pergament steifbroschiert, mit Klappen über dem Schnitt gebunden und mit Goldrauschei bedruckt. In ovalem Lorbeerkranz sind vorn Justitia, hinten Fortuna, letztere E. L. bezeichnet, aufgedruckt. Eine Perlrolle mit Blattstempeln in den Ecken umrahmt. Der Kölner Druck wurde als Dedikationsexemplar des Verfassers Andreas Gill dem Pfalzgrafen Johann Kasimir 1586 überreicht. Der Buch­ binder des Bändchens E. L. ist der aus den Kölner Urkunden bekannte Engell Lützenkirchen, der als Hauseigentümer in der Mariengartengasse wohnte und der Goldschmiedegaffel (die Buchbinderinnung in Köln wurde erst im 17. Jahrh. begründet) von 1579-89 angehört hat. Die nahe Verwandtschaft des Pfalzgrafen mit dem Hause Neuburg und die politische Zugehörigkeit von Oberfranken zur Pfalz hat der Palatina manche Einbände aus der Donaugegend, wie vor allem aus Nürnberg ein­ gebracht. Dabei ist es eigenartig zu beobachten, dass Pfalzgraf Ludwig wäh­ rend seiner Amberger Regierung nur sehr wenige Bücher aus Nürnberg bezog; seine Agenten sassen in Frankfurt; während der pfalzgräfliche Bruder Johann Kasimir von Kaiserslautern aus einen Agenten für die verschieden­ sten Ankäufe in Nürnberg besass. Aus dem oberen Donautal, aus Ulm, sind zwei Schwenckfelder Drucke in die Palatina gekommen, ohne Besitzerein­ trag, wie es für diese unwillig geduldete religiöse Richtung ratenswert war, aber im Einband so charakteristisch wie nur je ein Buch aus diesem Kreis. E s ist alles ganz schlicht geworden, ohne Prunk, ohne den lauten Sprech­ chor des programmatischen, protestantischen Bilderschmucks. Der abgebildete palatinische Einband legt dafür ein eindrucksvolles Zeugnis ab. Der Blick wird von der unverzierten braunen Lederfläche durch Gehrungslinien in die Mitte geführt zu dem kleinen Rundbild mit dem betenden David, dem als Umschrift das Psalmenwort: Beatus vir qui non abiit dient. Angesichts die­ ses kleinen Bändchens wird es recht bewusst, wie stark doch das seelische Moment im Bilderschmuck der deutschen Einbände im 16. Jahrhundert werden konnte. Was bedeutete demgegenüber schon der modisch indiffe­ rente Schmuck auf dem Kölner Dedikationseinband an Johann Kasimir Stamp. Barb. F F I 58, ein Aufputz hier, dort eine geistig wirkende K raft. Das Fluidum, das von den Schwenckfelder-Bänden ausgeht, ist unverkenn­ bar. Man stutzt, wenn man den unansehnlichen Einband in die Hand be-

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kommt und möchte einen Schwenckfelder Druck vermuten, dem dann ein Blick auf das Titelblatt innen Bestätigung gibt. In der Nördlinger Stadtbibliothek befindet sich ein Einband, die Nürn­ berger Reformation von 1564, auffallend durch den besonders schönen Bol-

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lenschnitt: eine breite Beformatorenrolle, die eine Eigenart Frankfurter Stecher war. Der interessante Buchbinder ist noch öfter in der Nördlinger Bibliothek vertreten; einer der Bände war für Jacobo Brumanno Nordlingensi 1551 gearbeitet, die Nördlinger Herkunft aller dieser Einbände be-

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Taf. xc

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stätigend. Aus der gleichen Werkstatt nun sind drei Bände in die Palatina gekommen I I 267 und 315. IV 261; die beiden letzteren waren 1562 für den Pfalzgrafen Ludwig bestimmt, vortrefflich gearbeitete Scliweinslederbände, durch einen markanten reichen Blinddruck ausgezeichnet. Das biblio­ phile Leben blühte in der Stadt. Nur zwei Jahrzehnte später hat sich Lud­ wig Kyllinger die stattliche Reihe seiner Superexlibrisbände von einem Nördlinger Buchbinder arbeiten lassen. Man wird sich des künstlerischen Charakters dieser Nördlinger Bände erst recht bewusst, wenn man die Neu­ burger Einbände danebenhält, die als Geschenk der Pfalzgrafen von der Zweibrückener Linie in die Palatina gekommen sind, gut gearbeitete weisse Schweinslederbände auch Sie, aber ganz unpersönlich im Schmuck. Der künstlerische Einbandstil hob sich hier erst unter einem Meister, der eine negativ geschnittene Kreuzigungsplatte und eine ältere Wittenberger Rolle mit den Standfiguren der reformatorischem Fürsten besass I Y 117. Die ei­ genartige Plattendarstellung mit Abraham als Vertreter des Alten Testa­ mentes, der den sündigen Menschen auf den Opfertod Christi verweist, stammt aus Ulm, wo die gleiche Platte spiegelverdreht gebraucht worden ist. Sie ist wie die meisten vergoldeten Platten auf braunem Leder gedruckt und steht allein in dem Mittelfeld, von der breit rahmenden Rolle in einem gefälligen Abstand begleitet, ein typisch donauländischer Zug. Die Beschrif­ tung ist bereits deutsch, sie verrät die Nähe von Nürnberg. Auf diese Stadt weist auch die schöne maureske Schmuckplatte, die einen anderen Einband desselben Meisters schmückt und auf einem Dedikationseinband des Hie­ ronymus Rauscher 1563 an den Pfalzgrafen Ludwig verwendet worden ist Y 866. Solche Platten bildeten in Nürnberg einen sehr beliebten rücksei­ tigen Schmuck. Der Name das Neuburger Meisters kann nur vermutet wer­ den. In den Akten wird um diese Zeit ein Thomas Krapf genannt, der 1584 als sehr alt bezeichnet ist. Man lehnte die Niederlassung eines zweiten Mei­ sters ab, so lang er noch lebte. E s ist gut möglich, dass er es war, der die Neu­ burger Einbände aus den 60er und 70er Jahren gebunden hat. Unter den oberfränkischen Einbänden fällt eine Einbandgruppe auf, die neben Wittenberger Platten und Rollen allgemeiner Art eine 1551 bezeichnete Medaillonrolle als Kennzeichen trägt. Die meisten dieser Einbände waren für Pfalzgraf Ludwig zwischen 1570 und 73 bestimmt. Dass ein Bezug aus Frankfurt vorlag, muss des fränkischen Wasserzeichens wegen abge­ lehnt werden; aber auch Amberg, als der Herstellungsort, der für diese Zeit am natürlichsten gegeben war, wird zweifelhaft: die Verwendung von Melanchthon, nie aber von Luther im Plattenschmuck, ein Kennzeichen kalvinistischer Einstellung, ist für das oberfränkische streng protestantische Gebiet verwunderlich. Vielleicht wird man vorsichtig folgern können, dass der Buchbinder mit dem 1570 aufgedrungenen kalvinistischen Gymnasium nach Amberg kam, und dass er sich hier nur für kurze Dauer hielt. Die Einbände, korrekt und sauber gebunden, sind ohne hervortretende Eigenart; nur die vortrefflich geschnittenen Platten, von dem besten Wittenberger Stecher, dem Siegelgräber Matthias Urban gearbeitet, treten auszeichnend hervor. Selbst die kalvinistischen Kreise bezogen mitunter,

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wenn auch mit Auswahl und Vorsicht, das bildliche Stempelmaterial aus Wittenberg. Für Nürnberg kam ein solcher Bezug nicht in Betracht. Diese Stadt, seit dem Jahrhundertbeginn berühmt durch die Herstellung zahlreicher Bollen im Webmusterstil, die als Handelsartikel in weitestem Umkreis Ver­ wendung fanden, bewahrte sich nach wie vor eine selbständige Stellung im Stempelschnitt wie im Einbandschmuck. Von den frühen Eolleneinbänden sind nur vereinzelte Proben in die Palatina gekommen, darunter ein blind­ gedruckter Bolleneinband mit abgesetzter, schön ausbalancierter Bollen­ umrahmung, der von dem Batsbuchbinder der Jahre 1529-33 gebunden worden ist I 210. Von dem gleichen Meister stammen, im Aufbau abwechs­ lungsreicher und interessanter, der kleine Band aus der Sammlung Meu­ sebach in Berlin B u 9227 und die beiden reich vergoldeten Bände der deut­ schen Bibeln (Mainz 1524 und Wittenberg 1534), die aus dem Besitze des Brentius in das St. Annenkolleg, jetzt die Stadtbibliothek Augsburg, gekom­ men sind. Sowohl der Berliner wie die beiden Augsburger Bände tragen ein charakteristisches Nürnberger Kennzeichen: den Titelaufdruck in bester, rauschelvergoldeter Fraktur, eine so beliebte Auszeichnung auf den Nürn­ berger Blinddruckbänden seit Kobergers Zeit. Ein anderer Nürnberger Bolleneinband Stamp. Barb. M X 34, gleich­ falls einfach rechteckig umrahmt, ist von dem Meister mit der Jonasrolle gearbeitet worden, von dem Hieronymus Wolf einen Einband mit ausführ­ lichem Kaufvermerk in Nürnberg erwarb (jetzt in Neuburg 40 B W 65). Auf diesem Band findet sich eine eigenartige Jonasrolle: der Prophet steigt aus dem aufgerissenen Maul des Walfisches empor, ornamental verblassend in der zweiten begleitenden Bolle mit der Manneshalbfigur und dem beleh­ rend erhobenen Arm abgewandelt. Eben diese Bolle nun bildet auf dem palatinischen Band neben dem Nürnbergischen Bosenstab und einer mauresken Vasenrolle den ebenmässig umrahmenden Schmuck. Auch der dritte Nürnberger Bolleneinband II 67 ist mehr typisch als künstlerisch interessant. Da haben wir das vertraute Nürnberger Handelsmaterial, die Halbfigurenrolle mit Engelsbüsten dazwischen und im Abstand zwei verschiedene Formen der Pärchenrolle in engen Streifen aneinanderge­ reiht. Die Bollen sind bei Haebler I I 164 E 3 und I 189 B 1 angeführt; der Meister ist durch ein dekoratives Signet, das zur Hälfte seine Hausmarke und zur Hälfte das Nürnberger Wappen von zwei Löwen gehalten zeigt, bekannt geworden. Hier auch finden sich seine Initialen vor I. H. G. (Haebler Taf II. 44). Die Bückenfelder des Bandes sind blind und mit einem schönen gotischen Knospenstempel bester Nürnberger Tradition bedruckt. Die Verwendung von figürlichen Vergoldungsplatten war in Nürnberg von langer Hand vorbereitet. Schon beim Ausgang des 15. Jahrhunderts hatte man die Darstellung vom Jessebaum, fast die ganze Fläche füllend, auf den Schweinslederdeckel der Schedelschen Weltchronik aufgedruckt. Eine Sammlung Sermones aus dem Besitz der Pirkheimerschen Familie war mit einer grossen Bilderplatte von der heiligen Jag d ausgeschmückt. Die

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Erinnerung an diese Platten lebte um die Mitte des 16. Jahrhunderts noch einmal in der übergross geschnittenen Platte (145 x 80) eines stehenden Christkindes mit zweizeiliger deutscher Unterschrift wieder auf, leider so stark verwittert, dass man von ihr wie von der Umrahmung — eine Salva­ torrolle mit Evangelistensymbolen negativ und vergoldet — kaum mehr etwas erkennen kann II 516. Auch die Platten mit dem Eautengerank, viel­ verwendet auf den gotischen Einbänden in Nürnberg, wurden noch bis in die Mitte des 16. Jh . gebraucht. Der Meister, der sie besonders bevorzugte, ist Wilhelm Franck. Er druckte sie rauschelvergoldet in die Mitte eines braunen Lederbandes, jetzt in Dresden Lit. Eom. B 815 oder vergoldete mit ihr auf dem abgebildeten palatinischen Band einen dunkelgrünen SamtTat. xcn einband I I 24. Der farbig vortrefflich abgestimmte Band umschliesst ein Tur­ nierbuch und gehörte wahrscheinlich in Pfalzgraf Ludwigs Bibliothek. Wie zumeist bei den Samtbänden ist der Schnitt' schön vergoldet und mit weit geschwungenen Banken, Blättern und Blüten ziseliert. Von Wilhelm Franck ist auch ein einfacher Blinddruckband in der Palatina IV 752 ge­ arbeitet, auffallend durch die sehr schöne breite Antikenrolle und charakte­ ristisch durch seinen Entwurf: die mittlere Eollenumrahmung ist fast zum Quadrat zusammengeschoben, ein beliebter Zug in der Nürnberger Einband­ kunst. Von den Bilderplatten, die Franck besass, ist die mit dem stehend psalmodierenden David (Dresden Hist. nat. B 61) für die palatinischen Bän­ de bedeutsam geworden; sie erscheint, nur wenig abweichend und von dem gleichen Stecher bezogen, auf den Ottheinrichbänden des « Alten Buchbin­ ders » in Heidelberg. Das in dieser Fassung ungewöhnliche Motiv zeugt von der Selbständigkeit der Nürnberger Stecherkunst. Sie bewährte sichi aber auch bei Themen allgemeiner Art. So ist der schöne Einband des Michael Taf. xcv Endner IV 1104 mit den Bildnisplatten von Luther und Melanchthon geschmückt, die trotz einer Anlehnung an die bekannte Cranachsche Iko­ nographie in Anlage und Ausführung eine eigene, charakteristische Note besitzen. Diese Selbständigkeit des Nürnberger Stempelschnitts trat vor allem in der Verwendung mauresker Stempelformen hervor. In Nürnberg hatte Pe­ ter Flötner ihre Motive aufgebracht; Hans Manuel Teutsch hatte sie mit eigenen Entwürfen untermischt in Flötners Kunstbuch herausgegeben. Sie schufen einen neuen, deutschen, ornamentalen Stil. Eine besondere Eigen­ art der Nürnberger Einbandkunst lag darin, dass sie diese mauresken Stem­ pel mit reichem figürlichen Schmuck zu verbinden verstand. In dieser HinTat. xciv sicht gibt der abgebildete Einband I I 459 des Hans Bopp ein vortreffliches Beispiel ab. Das Plattenbild, deutsch beschriftet und von einem dekora­ tiven Frakturtitel oben und unten umfasst, ist ganz in das Geflimmer mau­ resker Stempel, Gitter und Bandspiralen getaucht und von figürlichen Ele­ menten, Putten, einem antiken Triumphzug begleitet. Der Triumphzug am unteren Eand, nach einem Holzschnittbild des Beham aus der Bottweiler Hoffgerichts Ordenung. Frankfurt Egenolph o .J. geschnitten, zeigt einen Triumphator auf dem Wagen mit einer allegorischen Frauengestalt zur Seite und gefolgt von einem bacchischen Zug, der über einen Mosaikboden

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mit der Inschrift Salve schreitet. Der hintere Deckel ist ganz mit mauresken Füllstücken und Platten bedeckt, auch der Bücken ist mit einem mauresken Muster dicht überzogen; selbst die Innenkante nimmt in einer schma­ len mauresken Bolle das Motiv des Hauptthemas auf. Mit diesem palatinischen Band wurde eine Eeihe ähnlicher Entwürfe des Bopp eingeleitet, die zumeist für den Markgrafen von Brandenburg bestimmt heute in die Erlanger Universitätsbibliothek gekommen sind. Von Hans Bopp befindet sich in der Palatina nur noch ein schweinslederner Blinddruckband mit einer sehr schönen breiten Leben Jesu-Bolle und einem eingerückten, fast gleichseitigen Bollenviereck in der Mitte. Um so zahlreicher sind die vergoldeten Einbände der anderen Nürnber­ ger Meister. Caspar Hermann entwarf den kleinen, mauresk umrahmten Band VI 837 in der Art der mauresken Bände des Hans Bopp. Andreas Ober- Taf. xcvi meher (meyer) stellte die sehr schön geschnittene, breite Bilderplatte, von der Bopp eine ähnliche Passung besass, in den Bahmen einer schmalen Or­ namentleiste hinein V 767. Der Nürnberger Buchbinder Hans Pfister tritt Tat. xcvii in der Palatina mit zwei schön vergoldeten Quarteinbänden auf den Plan. Die figürliche Ovalplatte in der Mitte, eine Taufe Christi, ist im Hochrelief vergoldet und steht wie eine schöne Schaumünze auf dem braunen Leder­ untergrund V 1724. Von den Blinddruckbänden des Pfister, meist durch Tat. xcvii seine Tugendenrolle H. P. 1557 ausgezeichnet, finden sich ziemlich viele in der Palatina vor, ohne Vorbesitzer zwar, doch des lateinisch-theologischen Inhalts wegen wahrscheinlich durch einen aus Nürnberg kommenden Theo­ logen nach Heidelberg mitgebracht z. B. IV 382. Auch Christoph Heusler, der dritte der grossen Vergoldungsmeister in Nürnberg, kommt zunächst mit einem Blinddruckband zu Wort, sehr schön mit der breiten figürlichen Leben Jesu-Bolle geschmückt, grosszügig im Aufbau und mit einem wir­ kungsvoll abgesetzten Mittelfeld I I 248. Diese breiten Szenenrollen wurden in Nürnberg Trumpf. Hans Welcker d. Ä. ist mit seiner H. W. gezeichneten Leben Jesu-Bolle auf mehreren palatinischen Einbänden zu finden z. B. 1 176. Der Buchbinder T. W., vielleicht auch ein Mitglied der Buchbinderfa­ milie Welcker, schliesst sich mit einer durch die Evangelistensymbole un­ terbrochenen Salvatorrolle, ein beliebtes Nürnberger Motiv, und einer T. W. bezeichneten Tugendenrolle an II 495. Ein unbekannter Meister zeichnete sich noch im 17. Jahrhundert durch eine besonders ausdrucksvolle Szenen­ rolle mit Christi Geburt: Puer Nadu ... Verkündigung, Opferung und Him­ melsleiter aus I I 213. Die Meister J . P. (Jörg Popp) mit II 303 und H. T. mit V 176, die Haebler für Nürnberg in Anspruch genommen hatte, sind in der Palatina mit einigen Bolleneinbänden vertreten; auch eine grössere Werk­ statt mit der Tugendenrolle Prudenci, von der Haebler zahlreiche Einbände nachweisen konnte, dürfte in Nürnberg bestanden haben V 1204. Ein wei­ terer Bolleneinband ist durch den ausführlichen Kaufvermerk Noremberge in seiner Herkunft gesichert II 192. Von zwei bestimmten Gattungen vergoldeter und reich bebilderter Ein­ bände aus Nürnberg finden sich viele Beispielein der Palatina vor. Es handelt sich um die Erbauungsbücher im Kleinstformat und die Bücher gleichen

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Inhalts in Sedez. In der Veröffentlichung dieser Pastoralliteratur hatten sich die Nürnberger Drucker spezialisiert; Gerlach vornehmlich zeichnete sich durch seine illustrierten Kleinstdrucke aus. Sie fanden ihren Abneh­ merkreis vornehmlich unter Kindern und Frauen. Diese Schulbücher und Erbauungsschriften wurden in der Regel schon in gebundenem Zustande verkauft, einmal um ihres kleinen Formates willen, aber auch weil es sich rentierte, diese sehr begehrte Literatur schon in mehreren fertig gebundenen Einbänden auf Lager zu halten. Der Buchbinder nun, der diese bebilderten Kleinstdrucke vornehmlich eingebunden hat, ist ein Meister V, der vielleicht mit dem Buchbinder Gilgen (Leonhard) Vogel identisch ist. Seine Werk­ statt sah auf einen langen Bestand zurück; sie wurzelt mit ihren Rollen und Stempeln noch stark im Boden der gotischen Kunst. Von diesen spät­ gotischen Entwürfen hat Kyriss unter Nr. 164 mehrere namhaft gemacht; die charakteristische Rolle, Halbfiguren aus einer Blüte wachsend, und ein Pelikanstempel begegnen uns in Jen a auf einer Nürnberger Reformation PhE b 281 a und in Salzburg I V 1 E 60, beide Bände durch einen charakteristischen Stempel, ein springendes Einhorn verbunden. Der Salzburger Band ist über­ dies durch eine Rolle mit den kämpfenden Putten in quer ausgezeichnet, die auf einem Dortmunder Blinddruckband 776 Ht 1-4 wie auf einem Blind­ druckband der Palatina V 75 und auf dem Rückdeckel des palatinischen Erbauungsbuches V 873 wiederkehrt. Der Meister wechselte viel mit seinem Rollenmaterial; wahrscheinlich war sein Umsatz sehr gross. Aber auch seine Bilderplatten sind überaus zahlreich und mit höchst originellen Entwürfen versehen. Die kleinen Stücke, die fast alle sein Monogramm tragen, sind vortrefflich im Schnitt. Sie schmücken in der Regel die Vorderdeckel in Rauschelvergoldung aus, während die Rückseiten nur blind und mit Rollen, erst in vorgerückter Zeit auch mit einer Golddruckplatte bedruckt worden sind. Für die pfalzgräflichen Besteller wechselte er mit seinen Platten auf jedem Band: Verkündigung, Pauli Bekehrung, Roswitha von Gandersheim « vor H om er» (nach Dürers Holzschnitt geschnitten) VI 33, Josua, Venus und Amor VI 173 (letztere beide unbezeichnet), und die Jakobsleiter VI 216. Ob der kleine Band VI 38 mit David und einer schönen mauresken Bandwerkplatte als Gegenstück noch von Vogel stammt, muss dahinge­ stellt bleiben. Denn natürlich schlossen sich sehr viele der Nürnberger Meister seiner liebenswürdigen, erzählfreudigen Einbandkunst an. Eine besonders reizvolle Probe dieser modischen Kleinstbände, von einem unbekannten Nürnberger Buchbinder gebunden, liegt in dem abgebildeten Band mit dem Verhör der Susanna: God Erhord Susanna Geped und dem Salomonsurteil vor, von kleinsten Figurenstempeln, — einem Nürnberger Brautpaar wie es scheint, — und einer schmalen vergoldeten Figurenrolle, die Krieger und Venus mit dem Stundenglas zeigt, begleitet V 57. Von dem Platten­ paar des Gilgen Vogel Josu a und Venus mit Amor kursiert noch ein Zweit­ schnitt, wahrscheinlich auch von einem Nürnberger Meister mit der H aus­ marke 00 auf zwei Notenbüchern des Joh. Ott in München Mus. pr. 177 und Augsburg 4. Tonk. 241 gebraucht. Eine spätere Entwicklung liegt in dem Einband eines Kleinstdruckes VT 28 vor: hier überwuchert das umgebende

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Bollwerk fast das mittlere Bild. Ob wir in dem G. L. der vorderen Kreuzi­ gungsplatte den Nürnberger Buchbinder Georg Lencker, der vor 1573 er­ wähnt wird, zu sehen haben, scheint mir angesichts der späten Platte nicht recht wahrscheinlich. Drei Palatinabände dürften durch ihren Frakturauf­ druck wie durch den Charakter der begleitenden Bollen in Nürnberg gebun­ den worden sein. Der eine IY 595 ist mit einem dekorativen Aufdruck: Das wort unsers Gotts bleibt ewig über der reizvollen Bilderplatte (einer Taufe Christi) geschmückt; die Initialen W. G. und J . G. auf den umrahmenden Bollen stehen zu den Amberger Meistern gleicher Anfangsbuchstaben in keinem Zusammenhang. Auf dem anderen Bändchen V I 220 ist der Frak­ turtitel Evangelia mit dem segnenden Gottvater im Bund und einer mauresken Stempelgruppe auf einem einzigen Plattenschnitt vereint: ein prak­ tisches Hilfsmittel um mehrere Exemplare dieses vielbegehrten Evangelienund Epistelbuches Nürnberg 1567 in gleicher Weise zu schmücken; beschei­ dener Anfang für einen frühen Yerlagseinband. Der dritte Band V 914 ist bis auf den Frakturtitel völlig verwittert. Beliebt auf den Nürnberger Kleinstbänden war ein Kruzifixstempel offen, ungerahmt, und von einer Vollmaureskenrolle begleitet. Auch Krause hat sich aus Nürnberg einen solchen offenen Kruzifixstempel, etwas verkleinert, mitgebracht. E r ist auf dem Kreuzesstamm mit seinen Initialen J . K . versehen. Die zweite Gruppe, die Erbauungsbücher in Sedez, zeichnen sich gleich­ falls durch einen reichen Bilderschmuck aus, aber die Platten sind hier übergross geschnitten, mussten im Block aufgesetzt werden und deckten den ganzen Deckel in Bauschei oder reiner Vergoldung zu. Die Herstellung dieser sehr grossen (c. 130 x 70 mm), äusserst feinlinig geschnittenen Plat­ tenpressungen muss sehr kostbar gewesen sein. Aus diesem Grund wurden sie, wahrscheinlich in einem mechanischen Verfahren, mehrfach gegossen und nachträglich nur etwas abweichend justiert. Von der gleichen Platte sind meh­ rere Versionen mit ganz geringfügigen Änderungen (etwas verschnitten oben oder unten) in den Handel gekommen und von verschiedenen Nürnberger Buchbindern gleichzeitig verwendet worden. Wohl der schönste Plattenschjnitt dieser Gruppe liegt in dem abgebildeten Einband VT 191 mit der Kreuzigungsdarstellung vor; sie ist durch die Initialen L. F. rechts unten auf dem Kartuschenrahmen als Arbeit des Ludwig Florer gekennzeichnet. Die gleiche Darstellung mit der für Nürnberg charakteristischen deutschen Unterschrift· wurde noch ein zweites Mal geschnitten, nur mit Zweigen statt dem Stern hinter den Köpfen von Maria und Johannes und mit den Initialen H. B . auf den Kreuzesarmen versehen (ehemals Leipzig Buchmuseum Sgl. Becher 571). Sie gehörte dem Nürnberger Meister Hans Bumboldt an. Die Platte des Florer findet sich noch auf einem zweiten palatinischen Einband VI 121 vor. ; Auf der Gegenseite dieses zweiten Bandes ist eine Auferstehung kaum mehr sichtbar gedruckt. Beide Einbände waren für die zwei Auflagen von Bocks Würtzgertlin gearbeitet, ein beliebtes Erbauungsbuch der Zeit. Von Florer nun findet sich noch ein zweites Plattenpaar auf dem palatini­ schen Einbande VI 165 vor, auch dieses für ein Erbauungsbuch in Sedez,

Tat.

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Süddeutschland. Spätfigürlicher Stil

Savonarolas Sündenspiegel, gearbeitet. Der Entwurf, von dem gleichen Ste­ cher wie die Kreuzigungsplatte ausgeführt, ist diesmal noch reicher an de­ korativem umrahmenden Schmuck; vorn die Trinität, auf der Rückseite der betende David von hinten, ein überaus häufig nachgeschnittenes oder abgegossenes Motiv, von dem die Palatina die verschiedensten Versionen be­ sitzt. So gehört eine zweite Davidplatte dem Georg Markgraf an; sie ist auf zwei Einbänden VI 19 und 129 als Gegenstück zu einer grossfigurigen Taufe Christi-Platte verwendet worden. Eine dritte fast ganz verwitterte Darstellung V I 188 stammt aus der Werkstatt des Christoph Heusler, dessen Tugendenrolle die Rückseite schmückt. Die Platte wurde auf einem Einbande des ehema­ ligen Leipziger Buchmuseums als Gegenstück zu einer besonders schönen grossen Platte mit dem Hlg. Christophorus gebraucht, die vielleicht eine An­ spielung auf den Vornamen des Buchbinders enthält. Sie gibt uns im Zusam­ menhang mit der umrahmenden C. H. bezeichneten Tugendenrolle die Gewiss­ heit, dass diese Initialen auf Heusler, nicht auf Caspar Hermann zu deuten sind. Eine vierte dem J . G. zugehörende Davidplatte ist in der Palatina nicht vorhanden, aber ihr Gegenstück, ein Schmerzensmann, ist in einem sehr schönen Nachschnitt auf einem hellgrünen Seideneinband, dem Dedikationsband V 702 eines Egerer Verfassers an den Pfalzgrafen Ludwig, verwendet worden. Es ist sehr wahrscheinlich, dass der Buchbinder aus Eger seine Platten in Nürnberg gekauft hatte. Er benutzte sie zusammen mit dem verschlungenen Bandwerk der Rückseite noch einmal auf dem Dedikationsbande eines anderen Egerer Schriftstellers Gregor Zechendorf, der sein Buch über die Gebrechen der Rosse 1571 an den Dresdner Hof schickte (Dresden Oec. B 8). Das Bandwerkmuster von der Rückseite von Florers Kreuzigungseinband ist noch zweimal in abweichenden Fassungen geschnitten und als einzigster Schmuck auf beiden Deckeln verwendet worden: auf einem Dedikationseinband an den Pfalzgrafen Ludwig V 852 und auf einem Gebetbucheinband VI 202. Diese grossen Nürnberger Bilder- und Ornamentplatten sind meister­ haft im Entwurf wie im Schnitt. Ein bestimmter Stecher, kenntlich an den Rollwerkschildern, den Engelsköpfen, Grotesken und gefiederten Blüten, tritt vornehmlich hervor. Er übertrifft an künstlerischer Bedeutung und Regsamkeit selbst den Stecher, der die viel veröffentlichten Rollwerkbilder und Füllstücke des Abraham Gutmann (Schunke LW K Taf. 25) ge­ schnitten hat, so wirkungsvoll auch diese schon ausgefallen sind. Die künstlerische K raft Nürnbergs war noch keineswegs vorbei. Sie beschenkte noch immer.

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Süddeutsehland. Ornamentaler Schmuck

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9. K a p it el Der vergoldete ornamentale Schmuck in Süddeutschland

Der anspruchsvollere Schmuck der vergoldeten, ornamental verzierten Prachtbände setzte leistungsfähige Werkstätten und Abnehmer voraus. Der Blinddruck war ein ausgesprochen demokratischer Schmuck, für jede, selbst die kleinste Stadt tragfähig und durch die Kleinkunst volkstümlicher Bollen mit ihrem reichen, bildlichen Schmuck wahrhaft populär gemacht. Anders die Neutralität des ornamentalen Schmuckes. Er fusste auf der Kennt­ nis internationaler Zierformen, einer Eenaissanceornamentik, die nur schmückt und nicht deutet, und um dieses Zieles willen alle Register einer Ausdruck­ steigerung im Ledermaterial, in der Benutzung von Bauschei, Gold und Lack­ malerei und in den verschieden geformten Stempeln spielen liess. Diese un­ beschwerte Prachtentfaltung war nur möglich in einem wirtschaftlich sa­ turierten Kreis, unter der hohen Geistlichkeit in Born, bei den grossen B i­ bliophilen in Paris, an den fürstlichen Höfen im deutschen Beich. Selbst das reiche Patriziat in den deutschen Reichsstädten schied als Konkurrent in diesem bibliophilen Wettstreit mehr und mehr aus, nachdem Ulrich Fug­ ger in Augsburg unter Kuratel, sein Bruder Jakob in Bankrott geraten waren. Wie sehr wirkte dieser Ausfall auf die Augsburger Buchbinder zurück; sie gaben der neuen Kräfteverlagerung nach: Anton Ludwig bewarb sich, wenn auch vergebens, als Hofbuchbinder nach München; Gregor Schenck d. J . ging an den fürstbischöflichen Würzburger Hof, Krause nach Dresden. Und nicht in Augsburg allein. Auch Plantin in Antwerpen hatte, unbefriedigt von der buchbinderischen Nachfrage unter Gelehrten und Kaufleuten in der Stadt, einen Anschluss an den königlich Brüsseler Hof versucht, ehe er sich durch seine Verwundung ohnedies auf ein anderes Arbeitsgebiet abgedrängt sah. Die Pflege des ornamentalen Einbandstils wurde mehr und mehr zum Reservat der fürstlichen Residenz. So auch in Süddeutschland. Während der figürliche, blinde wie vergol­ dete Einbandstil ziemlich gleichmässig in allen Landesteilen zu finden war, zentralisierte sich die Herstellung der ornamental verzierten Bände auf die Fürstenhöfe von Baden, Württemberg, Pfalz und Bayern, und lebte abklingend nur in den grossen Reichsstädten Strassburg, Frankfurt, Nürnberg und Augsburg fort. Daneben kamen wohl vereinzelt auch in anderen Städten einige reicher vergoldete Einbände vor, Meisterstücke oder Dedikationseinbände zumeist. Aber ihr Schmuck blieb provinziell be­ grenzt, und ihre Wirkung setzte sich nicht in weiteren Kreisen fort. Noch am ehesten bewahrte sich der Oberrhein den Fortbestand seiner einbandkünstlerischen Tradition. Strassburg vor allem trat jetzt wieder bedeutungsvoll hervor, getragen von dem bibliophilen Anspruch der jungen Adligen und Patrizier, die von dem Ruhm der Sturmschen Akademie an­ gezogen in Strassburg ihre grosse Bildungs- und Kavalierstour begannen, die 9

( 216 )

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Taf.

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Süddeutscliland. Ornamentaler Schmuck

sie nach Italien und Frankreich führen sollte. Man verlangte eine prunkvol­ lere Note im Einbandschmuck. Sie war in der Verwendung grosser, fast deckelfüllender, ornamentaler Plattenpressungen geboten, die seit den sech­ ziger Jahren aufgekommen und aus einer gemeinsamen, wahrscheinlich württembergischen Werkstatt hervorgegangen, in Strassburg wie in Tü­ bingen in zahlreichen, oft nur wenig unterschiedenen Fassungen verbrei­ tet gewesen sind. Sie besaßen innerhalb der modischen Ornamentik einen ausgesprochen deutschen Charakter. Die Platten wurden für das Hochdruckre­ lief geschnitten mit schraffiertem Untergrund. Bänder und Bollwerk, Gro­ tesken und vereinzelte Blätter ballen sich eng um das mittlere Kartuschen­ oval: ein kraftvoll körperhafter, rustikaler Stil, demgegenüber das lichte Bandwerkmuster in Lyon und Paris eine deutlich abweichende Note be­ sitzt. Der Druck dieser grossen Plattenpressungen, die im Block aufgesetzt wurden, erfolgte blind oder mit Auflage von Gold. Bei vergoldeten Drucken wurde das Hochdruckrelief in der Regel noch mit Lackfarben prunkvoll verziert. In dieser reicheren Ausstattung führten sich die ornamentalen Plat­ tenpressungen in Strassburg ein. Man druckte sie zunächst wie die Modeln bei einem Tapetendruck neben- und untereinander in einer kontinuierlichen Folge auf dem Deckel ab, z. B. auf dem bunt bemalten Strassburger Dedikationseinband an den kaiserlichen Hof (Wien. 21 W 69), in einer Verzierungs­ art, die wir auch bei demHeidelberger Alten Buchbinder, der ja in Strassburg ausgebildet war, auf seinem Münchner Prachtbande und bei Petrus Betz später auf seinem Albrecht-Alcibiades-Bande angewendet sehen. Mit vor­ schreitender Zeit aber hat man die grossen ornamentalen Plattenpressungen vorwiegend allein, als dominierenden mittleren Schmuck gebraucht, in einem breiten Abstande vom Rand abgesetzt, der nachträglich dann mit einer zier­ lichen mauresken Bordüre umrahmt oder — ein charakteristisches Kenn­ zeichen für Strassburg — nur mit Linien und überleitenden Gehrungs­ streifen umgeben worden ist. Als Muster für die ornamentalen Platten war ein Rollwerkmotiv mit vier seitlichen Grotesken im Profil besonders be­ liebt. E s begegnet uns zuerst bei dem Erytliräus-Meister Collijn Taf. 5, wird etwas abgeschwächt von einer anderen Werkstatt auf drei Einbänden ge­ braucht, von denen der eine bei Schmidt Taf. 56, ein anderer bei Libri 29, 1 abgebildet sind, während sich der dritte in Tübingen (Sleidan, De Statu religionis. Strassburg 1561) befindet, und erscheint endlich nur unwesentlieh verändert auf dem Palatina-Band IV 1100 auf hochrot gefärbtem Schweinsleder in guter Vergoldung gedruckt und vom Rand in breitem Ab­ stande gehalten. Auch Streler in Tübingen (Stuttgart L B Protokoll... des Maulbronnsehen Gesprächs. Tübingen 1565) besass einen ähnlichen Plat­ tenschnitt. Aber seine Einbände sind von den Strassburgern durch die B e­ handlung des Rückens deutlich getrennt. Die Tübinger Bände werden mit erhabenen Bünden und gleichmässig verzierten Rückenfeldern gearbei­ tet; die Strassburger Meister nehmen die Rücken glatt, hohl über die Bünde gesetzt, und teilen die gewölbte Fläche durch Zwischenstreifen und Stem­ pelgruppen abwechslungsreich und gefällig auf. Auch auf dem abgebildeten

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Süddeutschland. Ornamentaler Schmuck

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palatinischen Band ist der Rücken in dieser charakteristischen Weise ver­ ziert. Ein anderes in Strassburg oft verwendetes Plattenmuster zeigt den grotesken Kopf en face, nur oben und unten. E s wurde in zwei verschiede­ nen Fassungen bereits vom Erythräus-Meister gebraucht und wiederholt sich etwas verkleinert auf dem palatinischen Band V 65. Die Platte ist, wie so oft in Strassburg, mit breitem Leerrahmen vom Rand abgesetzt, aber blind diesmal nur und auf weisses Schweinsleder gedruckt. Kach dem Plat­ tenmuster und der Ausführung zu schliessen, dürfte auch der buntfarbene prunkende Rollwerkband Stamp. Barb. J I I 52 in Strassburg gearbeitet worden sein, obwohl das Buch, das ersichtlich als Geschenk gedacht war, einen dem Pfalzgrafen Friedrich III. gewidmeten Druck aus Basel umschliesst. In Basel jedenfalls kannte man diese grossen ornamentalen Platten­ pressungen nicht. Die Rollwerkmuster aber, die man in Heidelberg gebrauch­ te, nähern sich mehr dem Genfer Stil. Man steigerte in Strassburg bewusst den rustikal lastenden Charakter der grossen Rollwerkplatten, indem man ihnen schmälere Bandwerkplatten in kontinuierlicher Folge als Rahmen zur Seite gab. In dieser Weise waren die beiden Dedikationseinbände des Erythräus an Münsinger und den Her­ zog von Braunschweig ausgestattet. Zwei palatinische Einbände, auch sie Dedikationsexemplare, sind in gleich prächtiger Form gehalten. Der Band Stamp. Barb. M III 44, durch das eingemalte pfälzische Wappen mit der Devise Friedrichs III. in seiner palatinischen Zugehörigkeit ausgewiesen, ist trotz des ausländischen Druckes (ein Antwerpener Plantindruck, Ex. réglé und illuminiert) mit grösster Wahrscheinlichkeit in Strassburg gebunden worden. Auch der Schnitt ist typisch für die Stadt. Die umrahmenden Band­ werkplatten wie auch die Mittelplatte, bunt auf das braune Leder gedruckt, kehren in sehr ähnlichen Mustern auf dem abgebildeten roten Samteinband wieder, der einen Strassburger Druck des Carolus Stephanus I I 450 umschliesst und mit einer grossen Plattenpressung in der Mitte und einer Folge von ornamentalen Bandwerkplatten in der Umrahmung ausgeschmückt ist. Der kleine ornamentale Ovalstempel auf den Rückenfeldern entspricht im Typ dem Stempel auf dem Wolfenbütteler Erythräusband (stets etwas gedrungener als die Stempel gleicher Art in Heidelberg). E r scheint in Strass­ burg besonders beliebt gewesen zu sein. Wenn sich wieder ein solcher kleiner Rundstempel auf zwei Pergamentbänden mit Strassburger Drucken des Pantaleon Candidus 1588 vorfindet, beide Exemplare dem pfalzgräf­ lichen Hause geschenkt, ist das für uns ein Beweis, dass sie wahrscheinlich am Druckort, nämlich in Strassburg, nicht in der Heimat des Verfassers, Zwei­ brücken, gebunden worden sind V 1772/3. Ein anderes Strassburger Bänd­ chen mit dem kleinen Ovalstempel in der Mitte um Sturms Dialecticarum libri. Strassburg 1571 (jetzt in Heidelberg) hat einen Eckstempel: B latt­ zweig in bauchiger Vase, der sehr ähnlich auf dem palatinischen Einband um Georg von Sayms Ausschreiben. Strassburg 1585 IV 1064 wiederkehrt. Mit diesem Band aber betreten wir wieder den festen Boden Strassburger Provenienz. Der gleiche Vasenstempel, von dem gleichen Meister verwendet,

Tai.

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Süddeutscliland. Ornamentaler Schmuck

begegnet uns auf der grossen Reihe der R L A B (Richard Lahr Argentit»i.

Taf.

c nensis Baccalaureus) bezeichneten Einbände, die der bei den früheren Rol­

leneinbänden bereits erwähnte Domkapitelmeister in Strassburg gearbeitet hat. Mit der Serie dieser geschmackvollen, rauscheivergoldeten Bibliotheks­ einbände schlägt er eine Brücke von der rühmlichen Epoche des Strassbur­ ger frühfigürlichen Rollenschnitts zu jenen künstlerisch wiederbelebten Zeiten der studentischen Bibliophilie an der Sturmschen Akademie. In die­ sem Zusammenhang müssen noch einmal die beiden Geschenkbände des Pro­ fessors Nicolaus Reussner an den pfälzischen Hof V 1155 und 1512 erwähnt werden, deren vortrefflich geschnittene, ovale Mittelplatte wegen ihrer Abwei­ chung von den Heidelberger Platten gleicher Art bei diesen bereits Erwäh­ nung gefunden hat. Abklingend schliessen sich die beiden sehr einfach ver­ zierten Bände des Stephan Schneidbacher in Erbach an, IV 172 und 179. Sie rufen mit ihren rauscheivergoldeten Stempeln in der Mitte, die von Sternstempeln vielfältig aufgelichtet sind, noch einmal die Erinnerung an das Streumuster der spätgotischen Einbände im mittelrheinischen Gebiete wach. In Stuttgart und Tübingen hat man die grossen, ornamentalen Platten­ pressungen in erster Linie blind und auf weisses Schweinsleder abgedruckt; in der Ovalkartusche der Mitte waren Bildnis und Wappen der Herzoge, gleichfalls in blindem Druck, eingefügt. In dieser Form sind die Rollwerk­ platten zum charakteristischen Schmuck der Württemberger Bibliotheks­ einbände geworden (Schmidt Taf. 49). Den grossen Tübinger Meistern frei­ lich war damit nicht Genüge getan. Sowohl Pfister wie Streler haben die Bandwerkplatten auch auf vergoldeten und mit Lackfarben erhöhten Ein­ bänden gebraucht; der schöne Kasseler Einband des Pfister ist bei Bickel Taf. 18, ein Bandwerkeinband des Streler bei Schmidt Taf. 31. Abb. 44 in farbiger Reproduktion wiedergegeben. Streler vor allem kultivierte diesen Schmuck; er hat ihn in zahlreichen Variationen in Tübingen heimisch ge­ macht. Die Arbeit eines seiner Schüler Pal. IV 503 wurde bereits bei Strelers figürlichen Einbänden erwähnt. Ein anderer besonders prächtig verzier­ ter Band liegt in dem abgebildeten Palatinabuch 1 165, ein Geschenkband des ic Jakob Andreä, vor; auch er wie es scheint nicht von Streler selbst, sondern von einem Schüler gebunden. Der Tübinger Theologe Jakob Andreä, der an dem Zustandekommen der Konkordienformel unter den Protestanten maßgebend beteiligt war, hat die zahlreichen Geschenkbände, die er bei seinem Vermittlungsversuch an die fürstlichen Höfe verteilte, mit Vorliebe mit bunten Plattenpressungen verzieren lassen. Eine seiner Predigtensammlungen, die er dem kursächsischen Hof schenkte (Dresden LB Tlieol. ev. asc. 168) ist mit einer farbigen Bandwerkplatte in der Mitte, einer vergoldeten Krabbenund Figuren-Rolle zur Umrahmung geschmückt. Die gleiche Platte, im Wechsel mit einer anderen viermal nebeneinander gedruckt, und die glei­ chen umrahmenden Rollen nun sind auch auf dem abgebildeten PalatinaEinband I 165 gebraucht. Mit seiner lebhaften, sonoren Farbgebung, der kraftvollen Zeichnung des Bandgeflechts, den plastisch erhabenen Bünden und einem zierlichen mauresken Muster im Rückenfeld bietet er ein beson­ ders prächtiges Beispiel für den Tübinger Bandwerkschmuck.

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Tübingen erlebte, von vielfältigen fremdländischen Einflüssen belebt, im 6. und 7. Jahrzehnt seine grosse Zeit. Der slovenische Einschlag auf den Prim Trüber Bänden wurde von einer zweiten Welle ausländischer, diesmal venezianischer Kunst abgelöst, die im Zusammenhang mit den Verhandlun­ gen auf dem Tridentiner Konzil stand. Zu diesem hatte der württembergische Herzog Christoph selbst ein Bekenntnis ausgearbeitet, das er von Petrus Vergerius ins Italienische übersetzen und 1553 in Tübingen drucken liess. Der vortreffliche Einband, den dieser Druck erhielt (Berlin SB Ca 397) und der sich sehr ähnlich auf einem italienischen Psalmenbüchlein aus Stutt­ gart- (Psalmi di David übers, von Bruccioli. Venedig 1544), wahrscheinlich aus Vergerius’ Besitz wiederholt, geht ohne Zweifel auf eine venezianische Anre­ gung, wenn nicht auf einen venezianischen Meister zurück. Das Vorbild zum mindesten rief einen starken Eindruck auf die Tübinger Kunst hervor. Nicht anders dürfte der auf Pergament in venezianischer Manier (de Marinis, Rilegature Veneziane Taf. 30) gemalte Bandwerkeinband zu erklären sein, der mit einer kleinen Kruzifixdarstellung in der Mitte den palatinischen Band V 194 aus Tübingen schmückt. Wahrscheinlich ist auch der in lebhaften Lackfarben bemalte, braunlederne Gebetbucheinband VI 24 in Tü­ bingen gebunden. Der leermaureske Arabeskenrahmen steht im Stil der Rolle nah, die sich Petrus Betz für den Prachtband Friedrichs III. Taf. 43 schneiden liess und geht wie dieser auf ein italienisches Muster zurück. Das Motiv der Mit­ telplatte aber, ein Christuskopf in länglichem Profil, war auf Tübinger Ein­ bänden vornehmlich beliebt. Sie findet sich mit einigen Abweichungen auch auf dem Einband eines Carmen seculare von Erhard Cellius, 1578 in Tübin­ gen gedruckt (Tübingen UB), und noch 1609 auf einem Tübinger Dedikationseinband, jetzt in Dresden L B (Theol. ev. dogm. 1609) vor. Vielleicht gehört auch der mit roten Lackfarben ausgemalte Pergamenteinband VI 190 in diesen Kreis. Die verwendeten Platten — Mitteloval und stumpfe Ekken — sind zwar ohne deutlich erkennbare lokale Eigenart (nur die Eck­ platten wiederholen sich in der Grösse etwas abweichend bei dem Buchbin­ der des Harnisch in Neustadt a. d. Hardt), aber der leere Dreiblattstempel auf dem Rücken steht dem bemalten Tübinger Bande im « venezianischen S t il» überaus nah. Wo immer das repräsentative Schmuckbändchen mit seinem vortrefflich verzierten Schnitt, das nur Egerer Drucke — Erbauungs­ schriften allgemeiner Art — umschliesst, entstand, die künstlerische Anre­ gung zu diesem reich auf Pergament gemalten Einbandschmuck hatte der Buchbinder, wandernd oder beheimatet, aus Tübingen bekommen. Auf sachlich gesichertem Boden stehen wir bei der Zuweisung der ver­ goldeten Prachteinbände, die durch ein Württemberger Wappen in ihrer Herkunft aus Stuttgart oder Tübingen eindeutig gekennzeichnet sind. Sie sind nach Heidelberg in der Regel als Geschenke des herzoglichen Hauses gekommen. Ein treffliches Bändchen dieser Art dürfte dem Stuttgarter Buchbinder Michael Hermann zuzuschreiben sein; Wappen und umrahmende Rolle — eine negative Tugendenrolle — sind rauschelvergoldet V 1734. Zwei weitere Geschenkbände in hochrotem gefärbten Schweinsleder IV 137 und 446 sind von dem Tübinger Herzog Ludwig-Meister gearbeitet, von

Taf.

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Taf.

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Süddeutschland. Ornamentaler Schmuck

dem sich mehrere charakteristische Einbände in Tübingen und Stuttgart befinden, (z. B. Tübingen U B : Gi 112. Gf. 236 — Stuttgart L B Theol. Philos. fol. 277) zwischen 1569 und 78 gebunden, während ein versprengter, datier­ ter Einzelgänger 1581 bis nach Hamburg X III 2. Biblia. Frankfurt 1565 gekommen ist. Ein württembergisches Wappen in Ovalkartusche mit stei­ genden Wappentieren zur Seite, identisch mit dem « Wappen in freiem Kranz » bei Haebler II S. 95 und Kyriss S. 190, gehörte dem Stuttgarter Buchbinder Ludwig Weltzlin, der von 1602-25 tätig war. Er hat die Platte auf dem Einband um Oettingens Fürstlich Württembergischen Pomp. Stuttgart 1607, IV 178 gebraucht, auf fast schwarzem Leder vergoldet und mit mehreren ornamentalen Rollen rhombisch und dann zweimal rechteckig umrahmt, von den in Fürstenkreisen sehr beliebten Engelsecken begleitet. Einen Einband gleichen Entwurfes, den Weltzlin für das Theatrum orbis terrarum des Ortelius, Antwerpen 1603 gearbeitet hat, ist nach Prag ver­ schlagen worden (UB X I X Z 29); er trägt einen schönen, mit Bildern reich bemalten Schnitt. Nicht ein fürstliches, sondern wahrscheinlich ein persönliches Geschenk des Verfassers mochte bei den zwei Exemplaren von Matthias Vogels Schatz­ kammer. Tübingen 1581 vorliegen, die sich in drei, resp. vier Bänden gebunT»f. cii den in der Palatina befinden I I 40 und 149. Die prunkvollere Ausgabe, in braunes Kalbleder gebunden und mit vollmauresken Ranken und breiter Kandelaberrolle umrahmt, erhält ihren besonderen Reiz durch die vor­ trefflich geschnittenen Platten, ein Bildnis des Herzogs Christoph und des Christkindes in breitem Oval. Der Schmuck der zweiten Ausgabe in vier Bänden war demgegenüber denkbar schlicht: eine vierfach zusammenge­ setzte Leerrosette in der Mitte, Linien und Blattstempel zur Umrahmung. Einige Festgedichte der württembergischen Dichter Frischlin und Weckherlin dürften mit grosser Wahrscheinlichkeit bereits im Einband überreicht worden sein; sie waren in Pergamentbändchen einfachster Art gebunden. Der Einband des Frischlin von 1585 ist noch mit einer schönen kraftvollen Vollmaureske in reinstem Renaissancestil geschmückt; die Verzierungen auf den Weckherlin-Bänden 1616 und 18 zeigen schon alle Zeichen eines Übergangs zum Barock. Das kleine Pergamentbändchen IV 1021 des Tübinger Predi­ gers Huber steht im Schmuck dem Frischlinbande nah und ist vielleicht auch von dem gleichen Meister gebunden; das Wasserzeichen im Vorsatz, ein springender Hirsch, bestätigt seine Württemberger Provenienz. Zwei Einbände IV 131 und 464 mit ganz unwesentlichem oder konventionellem Schmuck können Tübingen nur wegen des Druckortes zugeschrieben werden. Auch aus dem Inhalt der Bücher, theologische Traktate, oder aus dem Vor­ besitzer lassen sich keine gesicherteren Zuweisungen gewinnen. Von den linksrheinischen Städten liegen immer nur vereinzelte Einbände, meist Dedikationseinbände in festlicherem Schmucke vor. Zwei auf weissem T»r. civ Leder reich vergoldete Einbände aus Speyer IV 457 und 610 waren für die Pfalzgrafen Ludwig 1569 und Johann Kasimir 1571 gebunden. Die Bücher umschließen protestantische Drucke, eine Frankfurter Bibel und eine E r­ bauungsschrift. Beide Bände sind in der mittleren Kartusche mit einem

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Christusmonogramm geschmückt, das hier noch nicht wie in späteren Zei­ ten zumeist mit einem Jesuitenkolleg in Zusammenhang gebracht werden kann. Eahmen und Eckplatten halten sich das Gegengewicht, auf dem Pfalzgraf Ludwig-Band von einem Streumuster reich unterbaut; die B e­ schriftung wird durch umrahmende Linien schilderartig hervorgehoben. Auch der Schnitt mit einer vortrefflichen Arabeskenranke verrät einen guten, an besten französischen Vorbildern geschulten Geschmack. Von dem gleichen Meister kam ein hochrot gefärbter Schweinslederband, nur mit Mittel- und Eckplatten geschmückt, in das Strassburger Thomasstift (An­ dreas Hyperius, Ein christlicher Eitter. Mühlhausen 1562). Die Eckplatten allein sind auf einem Stuttgarter Band zusammen mit dem Wappen des B i­ schofs Eberhard von Speyer verwendet worden (Ambrosius, De Officiis libri très. Mainz 1563). Das Wappen hat für die Zuweisung der ganzen Gruppe an einen Speyerer Buchbinder den Ausschlag gegeben. Mit Jean Maréchal, der am Ende der 60er Jahre in Speyer einen Buchladen besass und auf den Märk­ ten in Heidelberg den eingesessenen Buchbindern Konkurrenz machte, dürfte der Meister als Lieferant des Bischofs kaum zu identifizieren sein. Trotz ge­ wisser Pariser Anklänge weist der breit angelegte Aufbau seines Entwur­ fes, die Art, die Arabeskenranken auf dem Schnitt mit geflochtenen Bän­ dern zu begrenzen, auf einen deutschen Meister hin. Der Werkstatt des Eberhard-Meisters stehen einige einfache Speyerer Bände nah. Bei dem ei­ nen Einband V 734 wie auch 736 ist eine rhombische Maureske von beson­ ders schönem Schnitt verwendet worden; die Blattstempel an den Ecken sind denen des Eberhard-Meisters stilverwandt. Bei einem anderen stehen die Eckplatten mit jenem in nahem stilistischen Zusammenhang IV 1069. Als kleiner, gepflegter Einzelgänger schliesst sich der Einband aus Worms IV 502 an. Die offene, maureske Baute ist wie das gleiche Motiv bei dem Alten Buchbinder Flötners Musterbuch S. 27 entnommen. E s kann kein Zweifel daran sein, dass durch die emigrierten Buchbinder in der linksrheinischen Pfalz mitunter ein fremder französischer Zug in die Einbandkunst kam. So dürfte das anspruchslos verzierte Bändchen V 783 einem französischen Emigranten zuzuschreiben sein wegen dem zierlichen Blattstempel an den Ecken, den Zwischbünden oben und unten und dem spar­ sam-elegant verzierten Schnitt. Auch der in den 80er Jahren gebundene Pergamentband V 1999 mit grosser blind eingeprägter Eautenplatte von sehr schönem Schnitt dürfte im Umkreis der linksrheinischen Fremdenko­ lonie entstanden sein. Der Schnitt weist ein schönes, rötlich gefärbtes Ara­ beskenmuster auf. Endlich gehören die beiden sehr schönen Pergamentein­ bände Stamp. Barb. G I 35 und Stamp. Barb. V IX 18 in diesen Zusammenhang. E s ist möglich, dass sich der ersichtlich in Paris geschulte Meister dieser Bände in Frankfurt a. M. niedergelassen hatte. Einer der Bände umschliesst die Schrift «L a Defense des Eglises estrangieres de Francfort en Allemagne» 1562. Vier Einbände Cod. Pal. Lat. 1610 und 1797, Pal. V 942 und 977 weisen sich durch das vergoldete rechteckige Pfalzwappen mit einem steigenden Lö­ wen im Herzschild als Arbeiten eines Zweibrückener Buchbinders aus. Die

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breite Wappenplatte, in bester Vergoldung auf braunes Kalbleder gedruckt, wird von einer negativen Salvatorrolle oder überhaupt nur von Linien und Eckstempeln im Abstand gut und geschmackvoll umrahmt. Das Vorbild des Petersheim tritt bei diesen Bänden, die als Geschenk des Zweibrückener Pfalzgrafen in die Palatina kamen, unverkennbar hervor. Auch der elegante Vasenstempel an den Ecken verrät den nachbarlichen Einfluss von Heidelberg. Matthias Harnisch, der als vereidigter Universitätsbuchhändler 1570 die Fuggersche Bibliothek in der Heiligen Geistkirche von Heidelberg zu inventarisieren bekam, hatte sich als Vertreter der entschiedensten kalvinistischen Richtung nach dem Regierungsantritt des Kurfürsten Ludwig 1576 nach Neustadt a. d. Hardt zurückgezogen und begründete hier, unter­ stützt von den zahlreichen Heidelberger Universitätsprofessoren, die gleich­ falls in die linksrheinische Pfalz übergesiedelt waren, einen auf blühenden Verlag, der auch noch während der Regentschaft des Pfalzgrafen Johann Kasimir seine führende Bedeutung beibehielt. Wie alle Kalvinisten so war auch Harnisch an der Ausschmückung seiner Geschenkeinbände nicht son­ derlich interessiert. J a , es muss durchaus dahingestellt bleiben, ob die schöne Blinddruckplatte mit seinem Signet — zwei sich fassende Hände — in sei­ nem Auftrag geschnitten und für seine eigenen Bücher verwendet worden ist. Der weisse Schweinslederband aus Stuttgart zum mindesten, der das schöne dekorative Signet als Deckelschmuck zeigt, umschliesst ein grie­ chisches Testament, das bei Voegelin in Leipzig 1564 erschien, und steht zu Harnisch in keinem Zusammenhang. Wie so oft z. B . bei dem Greif des Gryphius, so wurde auch hier das Signet nur als dekorative Vorlage benutzt und blieb zu dem Signetträger ohne unmittelbaren Bezug. Dagegen wird man bei einigen festlich geschmückten, palatinischen Einbänden, die Verlagswerke des Harnisch umschliessen, mit einiger Sicherheit annehmen können, dass sie von diesem als Geschenke an die pfälzischen Fürsten in Arbeit gegeben wurden. Zu diesen zählt der palatinische Band V 54 mit Kurhut und offenem, dreiteiligen pfälzischen Wappen in der Mitte, einem Nachschnitt nach der Platte des Ottheinrichbandes, und mit dem charakteristischen Früchtezweig in den Ecken, eine beliebte Neustädter Stempelform. An den Seiten ist er mit einer quadratischen Maureske verziert, die auch allein als mittlerer Stempel auf einigen Geschenkbänden des Harnisch Verwendung fand. Ein anderer Dedikationseinband des Harnisch S. 24 um einen Johann Kasimir gewid­ meten Druck 1594 gewinnt mehr durch die farbige Bemalung des braunen Kalblederdeckels als durch den konventionellen Entwurf — Ovalplatte, rhombisch und rechteckig umrahmt, — an Beachtung. Die Umrahmung ist durch Pappunterlagen erhöht gearbeitet, um dem farbig bemalten Mittel­ spiegel einen besseren Schutz zu verleihen. Vortrefflich der farbig bemalte Schnitt, reich mit bildlichen Darstellungen versehen, dem sich auf dem Vorderschnitt auch das Druckersignet des Harnisch beigesellt (abgeb. Taf. 93). Die gleiche Ovalplatte ist noch einmal auf einem Pergamentband Cod. Pal. lat. 1738 verwendet worden. Zwei Pergamentbändchen IV 1019 und V 1355 mit Neustädter Drucken des Pareus und Tolmerus schliessen sich ohne wesentliche Eigenart an. Bei dem Einbande V 718 mit der vielverbrei-

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teten Plattenpressung mit Bandwerkviereck und Vollmauresken, der am Ende der 60er Jahre bereits in die Schlossbibliothek kam, kann eine Her­ stellung in Neustadt a. d. Hardt (für den Pfalzgrafen Johann Kasimir) nur vermutet werden. Was sich an vergoldeten Einbänden in der Palatina aus dem näheren Umkreis vorfindet, ist nicht sonderlich bedeutungsvoll. Meist Autorengeschenke, zeigen sich die Einbände in einem anspruchslosen Gewand, bei dem es oft schwer zu entscheiden ist, ob es am Wohnort des Schenkenden, am Druckort oder sogar erst in Heidelberg entstand. So dürfte der festliche Perga­ menteinband IV 885 um die Predigten des Brentz, die auf dem Fürsten­ tag in Schwäbisch Hall 1611 gehalten wurden, nicht in dieser Stadt und auch nicht in Heidelberg gearbeitet worden sein, sondern wahrscheinlich am Ort des Druckes: in Frankfurt a. Main. Die eleganten Spiralranken im Rahmen, der Federnelkenstempel auf dem Rücken haben einen grosstädtischen Zug, der für Schwäbisch Hall nicht in Frage kam; das mittlere Plattenoval aber weicht von den ähnlichen Schnitten in Heidelberg deutlich ab. Dagegen sind die Einbände um Küchlers Beschreibung der Württembergischen Hoch­ zeit 1609 und 1611, die in zwei Ausgaben I I 500 und I II 140 in die Palatina kam, wahrscheinlich als Geschenk des Autors in Schwäbisch Gmünd und nicht als herzogliche Gabe in Stuttgart gearbeitet worden. Die schweinsle­ dernen Deckel sind zu schlapp gehalten, um aus den bewährten Stuttgarter Werkstätten gekommen zu sein; auch die Medaillon- und Salvatorrolle um die grosse negativ geschnittene Lilienplatte in der Mitte findet sich nicht in dem Material der Stuttgarter Meister vor. Von der so interessanten, abwechslungsreichen, donauländischen Kunst sind immer nur vereinzelte und nicht einmal besondere wertvolle Stücke in die Palatina gekommen. Zu diesen gehört der Einband IV 458 mit der Wap­ penplatte des Pfalzgrafen Philipp Ludwig, die ursprünglich im Besitze des Balthasar Wernher in Lauingen war, nach seinem Tod 1575 aber in den B e­ sitz des Jo st Kalhardt überging. Von den vielen Einbänden mit dieser Platte verwahrt Augsburg einen Band, der mit Wernhers B . W. bezeichneter Rolle (mit Medaillons und Wappen, darunter dem Mohrenkopf, das Stadtwappen von Lauingen) umrahmt ist, ein Zeichen, dass Kalhardt auf diesem nach 1580 gebundenen Band nicht nur die Platten, sondern auch die Rollen des Wernher übernahm. Auch die beiden Einbände mit der Neuburgischen Wap­ penplatte in München Polem. 1499a und Eichstät D 1.12765 sind von K al­ hardt gebunden. Das Gleiche ist bei dem Palatinaband IV 458 der Fall; das Wappen ist hier auf rot gefärbtem Schweinsleder in nachgedunkeltem Rauschel aufgedruckt. Als Gegenstück dient auf dem Rückdeckel das Jülich-Clevische Wappen; es bezieht sich auf die Gemahlin Philipp Ludwigs, Anna von Cleve. Ein handschriftlicher Eintrag dieser Fürstin kennzeichnet eia unscheinbar gebundenes, kleines Erbauungsbuch aus der Palatina V 858 als ehemals Neuburgischen Besitz; es ist nur mit einem gefiederten Drei­ blattstempel in der Mitte und an den Ecken versehen. Ihm schliesst sich ein zweiter kleiner Band, V 867, durch den Gebrauch gleicher Stempel an. Nicht durch Vermittlung des Neuburger Pfalzgrafen, sondern direkt aus Lauin-

Taf.

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Tat.

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gen und von Seiten des dortigen Druckers Beinmichel dürfte Mayrs Be­ schreibung der weltlichen Obrigkeit 1580 an Kurfürst Ludwig YI. gekommen sein IV 469. Die pfalz-neuburgische Wappenplatte im Oval auf dem rauschelvergoldeten Pergamenteinband wurde für diesen Zweck eigens ge­ schnitten; die Superexlibrisbände des Pfalzgrafen, die er sich in Neuburg anfertigen liess, zeigen ein anderes Wappenbild. Eine ähnliche Gelegenheits­ arbeit ist der Einband IV 509, der mit einem sehr grossen, pfalzneubur­ gischen Wappen und einer derben Bautenplatte geschmückt ist. Dem Eckstempel nach scheint das prunkvolle Bändchen eher in Begensburg als in Neuburg gebunden zu sein. E s umschliesst einen Begensburger Druck von 1581, der den Pfalzgrafen Philipp Ludwig und Johann gewidmet war. Die Buchbeziehungen zwischen dem pfälzischen und bayrischen Hof waren verhältnismässig gering. Nur zwei Münchner Einbände lassen sich iD der Palatina nachweisen. Der erste Pal. I 48 enthält die Trophea Bavariea Sancto Michaeli Axchangelo dicata. München: Berg 1597 und ist sicher­ lich nicht in der Pfalz gebunden worden, sondern ein Autoren- resp. Drukkergeschenk. Darauf lässt schon die billige Herstellung schliessen. Das dünne Bändchen ist in rot überstrichenem Pergament gebunden und nur rauscheivergoldet. Als Schmuck dienen in der Mitte die weit verbreitete, schraffierte Ovalplatte (abweichend von den verschiedenen pfälzischen For­ men) und ein breiter Knospenstempel an den Ecken der Linienumrahmung. cm Der zweite Münchner Band I I 458 geht auf ein Geschenk Herzog Wilhelm IY. von Bayern bei seinem Begierungsantritt (daher der fromme Aufdruck Do­ minus mutat regna) zurück. E r umschliesst Schrots Wappenbuch, das 1581 in München erschien und in mehreren Exemplaren festlich gebunden an geistliche und weltliche Fürsten verschenkt worden ist. Die Einbände für dieses Buch wurden von verschiedenen Münchner Meistern gearbeitet; Bitter, Ostertag und ein Unbekannter sind an ihnen beteiligt gewesen. Der palatinische Band ist mit der grossen figürlichen Bahmenplatte ge­ schmückt, die nur auf vereinzelten, besonders hervorgehobenen Einbänden Verwendung fand. Die sehr feinlinig gearbeiteten Platten nutzten sich sehr rasch ab und mussten geschont werden. Auch diese Bahmenplatten wurden gemeinsam von Bitter wie von Ostertag gebraucht. So ist der Dresdner Ein­ band Herald. 72 durch die mittlere gleichseitige Bautenplatte als Arbeit Bitters gekennzeichnet. Bei dem palatinischen Band geben die den Auf­ druck umrahmenden dreieckigen Platten, die überleitenden Vollmaureskenstempel und der Blütenstempel bei dem Aufdruck Gewähr, dass hier eine Arbeit des Ostertag vor uns liegt. Auch die reiche Schnittverzierung, in grossem, etwas grobem Muster ziseliert, spricht für seine Kunst. Nur zögernd wage ich den mit Lackfarben schön ausgeschmückten Plat­ tenpressungsband V 980 zu bestimmen. Über das Plattenmuster kann kein Zweifel sein: dieses schöne, arabeske Gerank geht auf einen Holzschnitt in Flötners Kunstbuch S. 17 zurück. Die Vorlage wurde mehrfach als Ein­ bandplatte verarbeitet. Sie schmückt das Erbauungsbuch des Veit Diet­ rich im Germanischen Museum in Nürnberg (Essewein S. 63), von einer Schattenlinie innen begleitet. In Tübingen dagegen ist sie mit einer schraf-

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fierten Innenzeichnung versehen. Eine Strassburger Version hat sie zu brei­ ten, polligen Vollmauresken entfaltet, die mehr einer späteren Umzeichnung des Musterblattes durch Cock als der ursprünglichen Fassung bei Flötner zu folgen scheint. Die palatinische Platte von V 980 nun dürfte der erste Schnitt in dieser Eeihe gewesen sein; er steht dem Entwürfe des Flötner am unmittelbarsten nahe, bietet aber gerade deshalb für eine Lokalisierung umso weniger Anhaltspunkte. Die in Deutschland ganz ungewöhnliche Art, das Bindejahr in einzelnen Zahlen auf die verschiedenen Bückenfelder zu verteilen, lässt darauf schliessen, dass der Buchbinder mit den Nieder­ landen wandernd oder nach seiner Herkunft in Beziehung stand; nirgends sonst findet sich dieser Brauch. Und etwas ähnlich Ungewöhnliches bietet der Schnitt mit zahlreichen figürlichen Darstellungen überaus fein ziseliert und bemalt: oben Isaaks Opfer und Moses, auf dem Vorderschnitt Gottva­ ter segnend über dem pfälzischen Wappen, eine Vase mit Blumenstrauss zum Abschluss. Über dem Wappen sind die Initialen P L H I B eingraviert: der Einband war für den Pfalzgrafen Ludwig in Amberg bestimmt. E r umschliesst das Gebetbuch des Babus Frankfurt am Main 1571. E s ist mir nicht gelungen, weitere Einbände des Buchbinders ausfindig zu machen. Die zier­ lichen Banken seines Schnittes stehen dem Dedikationseinband des jünge­ ren Gregor Schenck an den B a t der Stadt Zwickau (Schunke, BenaissanceEinband Abb. 62 und 64) nah, die figürliche Darstellung auf dem Schnitt dem Fides-Kartuschenmeister in Würzburg, z. B . auf dem Münchner Band Liturg. 7. Aber mit keinem der beiden Würzburger Meister stimmen die we­ nigen Stempel, die er verwendet hat, überein. Würzburg war die einzige Stadt in der Nähe von Amberg, die die künstlerische Atmosphäre für ei­ nen so meisterlichen Band hätte bieten können. Nürnberg hatte einen völlig anderen Stil und Frankfurt ist wesentlich schweigsamer in der Phantasie. Man wird vielleicht dahin schliessen können, dass der Buchbinder bei dem jüngeren Gregor Schenck in Würzburg ausgebildet wurde und mit diesem Gebetbuch, mit dem er sich gleichzeitig bei Pfalzgraf Ludwig empfahl (ver­ geblich, denn dieser nahm damals gerade Petersheim in seinen Dienst), eines seiner Meisterstücke gearbeitet hat. Die Ausbeute an vergoldeten Einbänden in Frankfurt ist nicht gross. Wenn auch der blindgedruckte Buchführer-Bolleneinband eine starke Nach­ frage in der Buchhandelszentrale gewann, so mangelte es bei den gepfleg­ teren Prachtbänden an Absatz ganz. Denn wer sich von Frankfurt die neu­ sten literarischen Erscheinungen zuschicken liess, dem kam es mehr auf das Buch und nicht auf den Einband an, den er sich nur eben dauerhaft, nicht schön gehalten wünschte. Nur die Dedikationseinbände, vom Drucker oder Autor geschenkt, fallen aus dem Rahmen des Althergebrachten heraus. So begann Frankfurt mit einem besonders interessanten Versuch. Hartmann Beiers Historienbibel ist im Erscheinungsjahr 1555 nach Heidelberg ver­ schenkt worden. Sie ist in braunes Kalbleder gebunden und in der Mitte mit einem Bandwerkmuster geschmückt, das ähnlich wie die Wiener Plat­ ten der gleichen Zeit aus einem sehr frühen Musterbuch (an das sich auch der Bologneser Ebeleben-Meister gehalten hatte) entworfen worden ist.

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Jeder der Deckel ist anders verziert, in einem etwas verschwimmenden, stark abgegriffenen Gold. E s ist sogar möglich, dass diese Frankfurter Band­ werkmuster den Anlass zum Schnitt der ausnehmend schönen Bandwerk­ platten auf den Ottheinrichbänden gegeben haben. Aber diese originellen ersten Versuche in Frankfurt wurden bald von einer überflutenden Welle Wit­ tenberger Schmuckformen bedeckt. Thomas Drechsler und sein Machfolger Valentin Fischer haben für Landgraf Georg von Hessen im nahen Darmstadt 1567-96 zahlreiche Prachtbände geliefert, die durch grosse vergoldete P lat­ tenpressungen in der Mitte, vorn Christus Salvator, rückseitig ein vollmaureskes Muster mit einbeschriebenem Rhombus ausgezeichnet sind, typische Schnitte aus Wittenberg. Wenn auch von diesen beiden Buchbin­ dern keine Prachtbände in die Palatina gekommen sind, so doch eine grös­ sere Zahl gleichgerichteter Einbände von anderen Frankfurter Meistern. So schloss sich Weigand Bartscherer dem Vorbild der grossen vergoldeten Bil­ derplatten von Drechsler und Fischer an, als er die beiden Dedikationseinbände I II 114 und IV 450 für den pfalzgräflichen Hof 1572 schuf, in hoch­ rot gefärbtes Leder gebunden und mit den symbolischen Darstellungen von Bundeslade und Gotteslamm in reicher ornamentaler Einfassung, beide mit den Initialen des Bartscherer versehen, eindrucksvoll geschmückt. Auch das Vollmaureskenmuster auf der Rückseite der Prachtbände des Drechsler und Fischer hat in Frankfurt Schule gemacht. Es findet sich durch einen Kreis im Rhombus vermehrt auf einem braunen rauscheivergoldeten Pracht­ band, der durch einen dekorativen Widmungsaufdruck an Friedrich III. ausgezeichnet ist und wahrscheinlich ein Geschenk des Druckers an den Kurfürsten war I 49. Der Einband umschüesst Aventins berühmte Chro­ nik, die in Frankfurt 1566 gedruckt und im gleichen Jahre dem Kurfürsten überreicht wurde. Eine ähnliche etwas kleinere Version findet sich auf einem Erbauungsbuche des Musäus, das in Thorn gedruckt wurde IV [130. Der Einband dürfte kaum in Thorn, eher — des Plattenmusters und der Stempel wegen — in Frankfurt hergestellt worden sein. Mit vorschreitender Zeit werden die Platten kleiner, meist oval gewählt. Zur Umrahmung wird in Frankfurt besonders gern die mehrfach gebundene Rankenrolle gebraucht. In dieser Art hatte Velten Fischer (Frankfurt StB . Petrus Angelus, Poemata. Rom 1585) schon manche Einbände geschmückt. Ihm schloss sich der Meister des Tabernaemontanus mit zwei Einbänden um das Kräuterbuch 1588 (I 150 und 152) an; sie sind mit einem gewich­ tigen Bandwerkoval in der Mitte und einer zweifach abgesetzten Rollen­ umrahmung gepflegt und gefällig verziert. Die Platte wurde noch einmal auf einem Pergamentband in verblichener Vergoldung gebraucht I I 533. Auf dem Einband um die spätere Ausgabe des Kräuterbuches 1591 (S. 18) steigerte der Tabernaemontanusmeister seinen Schmuck, indem er die Zwi­ schenräume dicht mit den verschiedenartigsten Streustempeln bedeckte, ein wenig zerflatternd in ihrer Redseligkeit, aber in der Gesamtwirkung doch festlich erregt. Sehr viel nüchterner wirkt demgegenüber der vergol­ dete Band, der die zweite Ausgabe von Simon Musäus’ Postilla 1583 (I 140) umschliesst und mit gangläufigem Material, einer schmalen Rautenplatte in

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der Mitte und Engelsecken, Perlketten und Bankenrollen zur Umrahmung, ausgestattet ist; nur die Linienbündel, die rhombisch abschrägend, den Innen­ spiegel begrenzen, geben dem Entwurf ein persönlicheres, wohltuend gestraff­ tes Bild. Auch die erste Ausgabe der Postilla 1576 war als Geschenk an den Pfalzgrafen Ludwig in Frankfurt gebunden worden, in einem einfachen Bol­ leneinband mit einer breiten Salvatorrolle, die auf den Frankfurter Buch­ binder Matthias Widmann verweist. Ihm auch den vergoldeten oben er­ wähnten Prachtband um die 2. Auflage zuzuschreiben, kommt nicht in B e­ tracht; er war Anfang der 80er Jahre bereits verstorben. Dagegen wäre es nicht ausgeschlossen, dass ihm Musäus den oben erwähnten Plattenpres­ sungsband IV 130, den er dem Pfalzgrafen gewidmet hatte, zum Einbinden nach Frankfurt 1569 zugeschickt hat. Der ornamentale Schmuck auf den kleineren Bänden in Frankfurt hat etwas derbes, grobmustriges an sich, gleichviel ob es sich um eine breite Vollmaureskenraute oder eine ovale Vollmaureskenplatte IV 902 und 973, beide ungerahmt, handelt, oder nur um einen einzelnen Stempel, weit aus­ buchtend als Blattstempel, globig als Blütenstempel, kurz und gedrungen als Lilienstempel gebraucht (V 1379. 1076. IV. 889). Die Stempel füllen die Ecken der äusseren Umrahmung oder der zweiten in Frankfurt besonders verbreiteten rhombischen Einfassung aus. Charakteristisch für Frankfurt ist auch die Verbindung von ornamentalem und bildlichem Schmuck. Die figürliche Darstellung wird der ornamentalen Platte als Gegenstück beigegeben (zI B. V 196) oder bildet das Mittelstück in einem rechteckigen Plattenornament: IV 889. Joachim Strüppius, Stadtarzt in Frankfurt und vorübergehend Erzieher am Darmstädter und Heidelberger Hof, bevorzugte für die zahlrei­ chen Fürstengeschenke diesen gemischten Schmuck. E r liess die Bücher in Pergament oder gefärbtem Leder — nicht gerade der besten Art — von ei­ nem einfachen Frankfurter Meister binden, anspruchslos umrahmt und von einem derben Eckstempel begleitet, während die Mitte mit Vorliebe mit einer Bilderplatte von primitivem volkstümlichen Charakter versehen ist: Christkind und Gotteslamm, Allegorien in hausbackenem Gewand, ein Dreieinigkeitsbild von fast groteskem Entwurf (Gottvater und Sohn wer­ den als sich umarmende Kinder dargestellt V. 889 und 459). Auf einigen seiner Bände begnügte sich der Meister nur mit einem Blattstempel als m itt­ iefem Schmuck IV 858. V 1550. VI 171. Von Frankfurt beeinflusst ist der Dedikationseinband aus Lieh (Graf­ schaft Solms): Bautenplatte in der Mitte, mit Bollen rechteckig und rhombisch umrahmt. Unter den Bollen tritt ein schuppenartiges Muster als interessanteres Moment hervor 1 158. Auch Herborn ist mit einer Beihe von Einbänden vertre­ ten, Pergamentbänden zumeist mit nur rauscheivergoldetem Schmuck, eine kleinere oder grössere Ovalplatte im Mittelpunkt: IV 968. 1178 und V 1200. Mitunter sind auch die Ecken von einem grossen Lilienstempel begleitet I I I 115. E s war der Schmuck, mit dem sich die einfachsten Dedikationsbände begnügten, z. B. jener Einband um ein Jülicher Hochzeitsgedicht aus Arn­ heim IV 666, oder der Geschenkband an den Grafen von Hanau V 1030, durch das Hanausche Wappen in der Mitte gekennzeichnet. Einem Samt-

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Abb. 29

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band aus Kreuznach mit indifferentem mauresken Schmuck V 751 schliesst sich mit grösserem Gewicht der gepflegte kleine Prachtband aus Giessen an, durch eine reizvolle Platte mit Vögeln im offenen Gezweig ausgezeichnet. Mainz führt sich mit einem eleganten, von französischem Vorbild ersicht­ lich beeinflussten Einbande, einem Geschenk des Verlegers, in der Palatina ein I I 329. Oppenheim, das sich durch seine ungarischen Drucke ausgezeich­ net hatte, bietet auch im Einband mit seinem teils heraldischen, teils ein­ fach bestempelten Schmuck ein künstlerisch belebteres Bild IV 540. 1223. Die ornamentale Kunst in Nürnberg war von langer Hand vorbereitet, schon in den figürlichen Entwürfen des Hans Bopp mischten sich maureske Elemente; der abgebildete Kartuscheneinband des Hans Pfister gibt eine vortreffliche Vorstellung von dem Ineinandergreifen von Bild und Ornament in Nürnberg; die Einbände mit der grossen Bilderplatte in Sedez waren in der Regel auf der Gegenseite mit einer ornamentalen Plattenpressung ge­ schmückt, z. B . V 702. Von den reichen und originellen ornamentalen Ent­ würfen freilich, die sich in Nürnberg schon in den ausgehenden 50er und beginnenden 60er Jahren bildeten — den leermauresken Stempelbänden des Hans Pfister und dem zierlichen Filigran des Christoph Heusler — sind nur Einzelgänger in die Palatina gekommen; von den beiden Hermann dagegen liegen mehrere Prachteinbände vor. Auf Christoph Heusler geht nur ein Einband mit den charakteristischen Filigranplatten zurück R. I. II. 960; sie stehen in bestem Gold auf dem braunen Ledergrund, von Linien umrahmt und mit den entsprechenden Viertelkreismauresken in den Ecken begleitet. Man hat seine Einbände häufig als florentinische Einbände bezeichnet. Das vortreffliche Material, die wohlabgewogenen Verhältnisse von Rahmen-Ecken- und Mittelschmuck, die vortrefflich geschnittenen Mauresken, ersichtlich unter Flötners unmittelbarer Einwirkung entstanden, stellen seine Einbände in der Tat ebenbürtig neben die besten Werke der italienischen Kunst. Hans Pfister dagegen be­ vorzugte kraftvollere Töne, im Entwurf wie in seinem Stempelmaterial. Derbe leermaureske Stempel, ein enges Geflecht von Band werk und B lät­ tern geben seinen Einbänden Gewicht, von einem dekorativen Frakturauf­ druck bekrönt. Die Umrahmung wird in der Regel durch mehrere eng aneinandergefügte Rollen gebildet: eine schmale Kandelaber- oder herzförmi­ ge Rolle, von zwei Krabbenrollen flankiert. E s kennzeichnet Pfisters männ­ lich plastischen Stil, wenn er auf dem abgebildeten Band die Bilderplatte im Hochdruck vergoldet hat. Wie eine schöne Schaumünze hebt sich das Bildrelief aus dem braunen Lederuntergrund V 1724. Ein anatomischer Atlas, den Volker Coiter als Geschenk für den Pfalzgrafen Ludwig 1571 ar­ beiten liess, nur in Steifpergament, allzu weich, lappig fast für das Buch im Grossfolioformat, wurde von Pfister in der Mitte mit einer Maureske im Rhombus geschmückt, die abweichend von seinen gewohnten Platten in ihrem vorgeschrittenen Stil wohl zu seinen spätesten Anschaffungen gehört. Unwillkürlich ist man bemüht, in dem dichten Geflecht nach seinen Initialen, wenn auch vergebens, zu suchen: Stamp. Barb. M X 55. Nur der grosse, sehr ausdrucksvolle Blattstempel an den Ecken schlägt die Verbin-

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29. Nürnberg Christoph Heusler Vat. E I II 960

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Tat.

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düng zu seinem übrigen Werk. Die Platte ist noch einmal auf der Postilla des Spangenberg in Prag U B 34 B 159 verwendet worden. Die dritte der führenden, mit ornamentalen Vergoldungsplatten arbei­ tenden Werkstätten in Nürnberg, die W erkstatt des Caspar und Hans Her­ mann, ist mit einer reichen Ernte in der Palatina vertreten. Von dem Vater Caspar liegen zwei fast übereinstimmende Einbände vor, mit einer kleinen mauresken ßautenplatte in der Mitte, einer Linie oder Krabbenrolle am äussersten Band und einem grossen Blattstempel an den Ecken geschmückt, der ähnlich aber doch deutlich abweichend von Pfisters Stempelform ist. Eines dieser Erbauungsbücher war für die Kurfürstin-Witwe Dorothea von der Pfalz gebunden VI 228. Ein anderes VI 58 umschliesst eine Reihe Nürnberger erbaulicher Schriften, vermutlich gleichfalls für ein weibliches Mitglied der pfalzgräflichen Familie bestimmt. Platten und Stempel wurden von Caspar Hermann, der sonst noch ganz auf dem Boden des figürlichen Schmuckes steht — einer seiner Bände mit Taufe Christi und David ist Taf. 93 abgebildet — schon seit 1564 gebraucht. E r verwendete die Platte noch einmal auf der Nürnberger Reformation, die im gleichen Jah r erschien (jetzt in Mainz StB) und schaffte sich für diese amtliche Publikation, die in zahlreichen Exemplaren zu binden war, auch eine grössere Arabeskenplatte mit Löwenköpfen an, die er vergoldet (Dresden L B Ju s priv. Germ. B 163 und auf einem Notenbuch aus dem Antiquariatshandel Baer, K at. 770 Taf. 29) oder auch blind gebrauchte, so auf jenem Einband für Leonhard Mennwardt, ehemals im Leipziger Buchmuseum 1916/681. Wie sehr hat die Notwendigkeit, die vielen amtlichen Geschenkbände um die Reformation zu schaffen, dem Aufkommen und der Ausbildung eines rein ornamentalen Stiles in Nürnberg Auftrieb gegeben! Der volle Durchbruch zum ornamentalen Gestalten erfolgte bei Caspar Hermann freilich erst mit dem Eintritt des Sohnes Hans in die Werkstatt, der 1574 nach einer längeren Ausbildung bei Krause in Dresden erfolgt ist. Auch er führte sich zunächst mit einem Prunkband um die Nürnberger Reformation, jetzt im Britischen Museum (Wheatley Taf. 31) ein und arbei­ tete fast in gleicher Ausstattung noch drei Einbände in Quart, von denen der eine bei Libri 36,3 abgebildet ist, die beiden anderen aber in die Palatina cxi gekommen sind IV 1101. 1102. Sie schliessen sich im Stil jener langen Serie von Prachtbänden an, die Hans Hermann in Dresden als Meisterstücke gemeinsam mit dem Leipziger Urban Köblitz gearbeitet hatte und die des öfteren beschrieben und abgebildet worden sind (Chr. Schmidt Abb. 17. Schunke, Bindings PI. 3). Der Einfluss seines Lehrherrn Krause verrät sich bei diesen Einbänden unverkennbar in der Wahl des vortrefflichen Mate­ rials, der glänzenden Vergoldung, der Behandlung von Rücken und Schnitt. Grosse kraftvolle Mittel- und Eckplatten heben sich aus dem glänzend braunen Leder in Gold und bunter Lackmalerei farbenprächtig hervor. Zum Schutz des Lackes ist die Umrahmung des Einbandes durch Auflage eines Papprahmens erhöht gearbeitet worden und steht schattend über dem vertieft liegenden Mittelfeld. Zwischen Mittel- und Eckplatten ver­ mittelt die Bogenlinienkartusche. Ihre ausschwingenden Bogen umschrei-

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ben die Konturen der Ecken und gleichen sie dem Oval der Mitte an: das ist beste Krausesche Tradition. Aber alles ist bei Hermann breiter, gewichti­ ger geworden, den stark konturierten Schmuckflächen der Platten angepasst, deren grossflächige Arabesken ihm besonders willkommen bei dem Aufträge von Lack gewesen sein mussten. Die Platten waren von einem Nürnberger Stecher im Stil der frühbarocken Formen von Cocks Musterbuch geschnitten. Sie wurden von Hermann in mehreren Fassungen gebraucht. So sehr sich durch diese kraftvolleren Platten der Charakter seiner Entwürfe gegen­ über der reinen Renaissance-Einbandkunst Krauses verschob, so sehr tritt dessen Einfluss noch immer bei der brillanten Behandlung der Rückenfelder und der schönen Ziselierung der Schnitte hervor. Mit Bogenlinien, Stempel­ bordüren und Stempelgruppen staffelte er den Schmuck der Rückenfelder bis ztir Mitte und repetierte dann rückläufig, so wie es auch Krause tat. Die Arabesken auf dem Schnitt aber, und besonders die Jagdscenen mit Ein­ horn und Hirsch, sind nach den gleichen Vorlageblättern gearbeitet worden, die auch Meuser nur wenige Jahre später für seine Schnitte benutzt hat. Die beiden palatinischen Einbände umschliessen zwei der damals viel gele­ senen Erbauungsbücher von Christoph Vischer und sind wahrscheinlich auf Bestellung des Pfalzgrafen Johann Kasimir und der Pfalzgräfin Elisabeth, einer geborenen kursächsischen Prinzessin, gearbeitet worden. Der Pfalzgraf bezog seine Bücher vornehmlich aus Nürnberg. Auch die weiteren palatini­ schen Einbände Vv937 und V I 193 des Hans Hermann dürften von ihm bestellt Tat. et gewesen sein. Beide Einbände sind im Stock mit einer einzigen Plattenpres­ sung bedruckt worden. Der Zusammenhang mit Hans Hermanns Werk ist nur durch die Schnitt Verzierung: Artischocken und Sternstempel im Wech­ sel, die sich auf einem seiner einfacheren Einbände im Germanischen Museum 28667 wiederholen, und durch den Rückenstempel, einen schmalen, mauresken Riegel, gegeben. Zwei weitere Einbände mit der gleichen Platte finden sich bei Börner 42 in farbiger Wiedergabe oder in München Catech. 668 auf einem Erbauungsbuch Wellers aus Nürnberg 1581. Die kleineren Prachtbände des Hans Hermann haben in Nürnberg noch einen Doppelgänger gefunden. Das Muster der Plattenpressung wurde noch einmal für einen Nürnberger Meister geschnitten. Es weicht nur geringfügig von dem Schnitt des Hermann ab (die Eckplatten greifen übereinander) und ist auf zwei Bänden der Palatina VI 184 und 206 verwendet worden, die wahrscheinlich dem Christoph Heusler zuzuschreiben sind. Jedenfalls stammt der Druck von einem dieser Bücher, einer Erbauungsschrift, aus seiner Offizin. Allzu häufig wurde der farbige Schmuck in Nürnberg nicht angewandt. Nur auf einem Hochzeitsgedichte des Georg Agricola 1573 ist die zierliche Maureskenplatte in der Mitte bunt bemalt I V 1218. Das Filigran der Krabbenrolle, die Tat. ci am Rand den Abschluss gibt, wiederholt sich auf einem Steifpergamenteinband, ein deutsch-französisches Wörterbuch IV 631, nur mit einer vierfach zusam­ mengesetzten Stempelgruppe in der Mitte geschmückt. Bei Bänden mit nur einem einzigen Stempel in der Mitte gibt das Wasserzeichen — das Nürnberger Wappen — den Ausschlag für eine Zuweisung an Nürnberg II 481, oder eine besonders altertümliche Form des As-Stempels, für die in Nürnberg 10

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länger als in anderen Städten eine Vorliebe bestand VI 17. Ein Geschenk­ band V 493 mit einer mauresken Baute im Bhombus als Mittelplatte schliesst sich fast ohne lokale Eigenart an. Die maureske Raute ist in Eger, das von jeher in seinem Stempelmaterial eng mit Nürnberg zusammenhängt, vergrössert und vergröbert nachgeschnitten worden Pal. V 757. Bei dem Einband IV 1076 mit gleichseitiger Rautenplatte — soviel verbreitet! — gibt nur die waagerecht zusammengebundene Maureskenranke und der Knospen­ stempel mit den Punkten auf dem Querriegel den Hinweis auf Nürnberg an, wo beide Motive mit Vorliebe gebraucht waren, z. B. IV 520. Früher als sonst wohl in Deutschland gingen die vergoldeten Einbände in Nürnberg in einen frühbarocken Stil über. Abraham Gutmann vornehm­ lich leitet ihn mit seiner aus grossen Platten zusammengesetzten Rollwerkt » j . ci dekoration ein. Das zierliche Bändchen von seiner Hand in der Palatina V 1977 war für das Wappenbuch des Virgil Solis bestimmt. Einband und Buch sind auf den gleichen Stil eingestellt. In der Verzierung des Einbandes, auf das korrekteste ausgeführt und nur auf wenige sehr preziöse Stempel beschränkt, findet die virtuos dekorative Kunst des Solis ihr Widerspiel. Ein türken­ bundartiger Stempel wurde auf den Nürnberger Einbänden um die Jahrhun­ dertwende mit besonderer Vorliebe gebraucht. In einer seiner zahlreichen Variationen flankiert er die ovale Fidesplatte auf dem palatinischen Ein­ band IV 487, der in einer ansehnlichen Nürnberger Werkstatt gearbeitet wurde, deren langjähriger Bestand in dem Kaufeintrag einer Endtnerschen Bibel von 1649 bestätigt ist. Dieser Bibeleinband, jetzt im Germanischen Museum Rel. 343, ist mit dem gleichen Türkenbundstempel, der gleichen Rolle und mittleren Platte wie der palatinische Einband verziert; er wurde 1653 in Nürnberg von einem Buchbinder Velten Weiss gekauft. Der palatinische Band, sehr viel früher entstanden, dürfte von dem Vorgänger und Begründer der Werkstatt gebunden worden sein. Eine andere gleichfalls in das 17. Jahrhundert reichende Werkstatt in Nürnberg ist durch die Wap­ penplatte des Sigismund Horl 1618 gekennzeichnet (Nürnberg Ebd 245). Der Türkenbundstempel, der hier die Ecken schmückt, wiederholt sich wie auch die Platte der Gegenseite — ein Blumenstrauss in der Vase — auf dem palatinischen Einband IV 1283, der eine der vielen Hutterschen P o­ lyglottenbibeln umschliesst. Auf dem zweiten abgebildeten palatinischen Tat. ci Einband des Horl-Meisters IV 1077 umrahmen die gleiche Rankenrolle und der gleiche Türkenbundstempel eine Maureskenplatte mit groteskem Kopf in der Mitte, deren zierlicher Schnitt an die Rollwerkplatten des Gutmann erinnert, während die Rankenrolle allein die Umrahmung für eine fast dekkelfüllende Ornamentplatte mit mittlerem auswechselbaren Oval auf Pal. V 765 bildet.

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Mittel- und Norddeutschland

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K a p it el 10 Die Einbände aus Mittel- und Norddeutschland

Die Einbände aus Mittel - und Norddeutschland, die in die Palatina kamen, waren sehr viel bewusster gelenkt, als die ziemlich ebenmäßig ver­ teilten Zugänge, die ihr aus dem näheren Umkreis Heidelbergs und aus Süd­ deutschland zugeströmt sind. In der Eegel handelte es sich in Mitteldeutsch­ land um Geschenke, die den Pfalzgrafen von befreundeten Höfen zuge­ schickt wurden. Mehr als die Hälfte aller Einbände stammt aus sächsischen Werkstätten, vornehmlich aus Dresden, Leipzig und Wittenberg. Sie ge­ hörten zu dem Hochzeitsgut, das der kursächsischen Prinzessin Elisabeth bei ihrer Verheiratung in die Pfalz mitgegeben wurde. Vereinzelte Stücke freilich dürften auch durch Ulrich Fugger, der das Reformationsschrifttum systematich sammelte, in ihren Wittenberger Einbänden alt erworben worden sein. Die Bücherei, welche die Kurfürstin Anna von Sachsen ihrer Tochter in die Pfalz mitgegeben hatte, wurde vornehmlich in Dresden zusammen­ gestellt; doch hatte die Kurfürstin auch einige Arbeiten aus Leipzig und Wittenberg hinzugefügt.Wahrscheinlich handelte es sich bei den letztgenannten Büchern um Doppelstücke aus ihrer eigenen, sehr beträchtlichen Bibliothek. Zu diesen älteren Büchern aus eigenem Bestand dürften vor allen die Einbände des Hans Oantzler in Wittenberg und des Andreas Vicker in Leipzig gehört haben, beide Lieferanten der Kurfürstin von altersher. Bei den Besuchen der Pfalzgräfin in der Heimat, die sie vornehmlich in Schloß Annaburg in der Torgauer Heide verbrachte, hat sie vor allem Urban Köblitz in Leipzig und Nikolaus Müller in Wittenberg mit ihren Aufträgen bedacht. Aber der Hauptbestand ihrer Bücher war doch schon mit ihrer Ausstattung von den städtischen und fürstlichen Buchbindern in Dresden geliefert worden. Allen voran stand Brosius Faust, der nach der Arbeitsteilung unter den Dresdner Buchbindern, die sich bei Krauses Berufung nötig machte, die zahlreich anfallenden Arbeiten für das Frauenzimmer im Schloß und für die Kanzlei übernommen hatte. Faust gehört zu den ältesten Buchbindern in der Stadt und ist mit Akteneinbänden, blind gedruckten Rollenbänden, seit den 30er Jahren nachweisbar. An dem Aufbau der Augusteischen B i­ bliothek neben Metzger und Weidlich maßgebend beteiligt, zeichnete er sich durch einige sehr anmutig geschnittene, rauschelvergoldete Bilderplatten aus. Auch eine schöne, vergoldete Bandwerkplatte war bereits in den 50er Jahren in seinem Besitz. Sie steht im Stil den Wiener Ornamentplatten des Gregor Eberhardt nah. Für die Werke des Pirnaer Geistlichen Laurentius Fuchs (Von der königlichen Würden) hat er mehrere Dedikationseinbände gearbeitet, von denen auch die Palatina ein Exemplar besitzt: IV 510. Der dunkelbraune Ledereinband ist vorn mit dem gekrönten Doppeladler und dem schönen Frakturaufdruck Soli Deo Gloria, auf dem Rückdeckel mit einer

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schmalen Bandwerkplatte geschmückt. Es ist fast derselbe Entwurf, der sich auch auf dem Geschenkband an den Braunschweiger Hof, jetzt in L ü­ neburg K l 48 findet; der Widmungsband an den Erzherzog Ferdinand dagegen ist nur mit einem dekorativen Aufdruck vorn und der Bandwerkplatte auf der Rückseite versehen (Innsbruck 201.773). Auch andere Schriften des Fuchs wurden von Faust mit dem wirkungsvollen, gekrönten Doppeladler eingebunden, so in Dresden Hist. Turc. 470 und Erlangen Cim. III. 2. Ein anderes Erbauungsbuch des Pirnaer Geistlichen trägt auf der Rückseite die reizvolle Schulszene (Dresden Theol. ev. cat. 30, abgeb. Schunke LW K S. 17). Auch dieser Einband des Faust zeichnet sich auf dem Yorderdeckel durch einen vorzüglichen, freihändig gesetzten Frakturaufdruck aus. Für die Bibliothekseinbände der Pfalzgräfin Elisabeth hatte sich Faust — wahr­ scheinlich im Auftrag der Kurfürstin — ein neues Plattenpaar (Tau­ fe Christi und Rechtfertigung) und eine Rolle mit den kämpferischen T»t. cvi Frauengestalten der Judith, Jae l und Lucretia angeschafft V 735. Sie waren für die Pfalzgräfin eigens bestimmt und schmücken etwa die Hälfte aller ih­ rer Dresdner Einbände aus. Nur als Einzelgänger ist das Plattenpaar auch einmal auf Büchern des kurfürstlichen Vaters z. B. Dresden Hist. nat. B 55 verwendet worden. Einige Einbände der Pfalzgräfin sind mit der Bilder­ platte der Erschaffung Evas geschmückt, mit Gottvater unter dem schat­ tenden Baum, einem Hirsch im Hintergrund: ein rechtes Cranach’ sches Waldidyll. Als Gegenstück dient die Platte mit der Vertreibung aus dem T»f. cvi Paradies, gleichfalls nach Cranach’schen Vorlagen geschnitten VI 160. Auch diese Platten waren vorwiegend für die Einbände der Pfalzgräfin bestimmt und lassen sich nur vereinzelt in Dresden (Aesth. 80) und auf einem ver­ sprengten Buch in Nördlingen, das vielleicht ursprünglich der pfalzgräfli­ chen Bibliothek zugehörte, nachweisen (Pedacus Dioscorides, De materia medica über. Lyon 1554). Sogar von anderen borgte sich Faust einige Bilderplatten aus, um einen abwechslungsreicheren Schmuck für die pfalzgräflichen Bücher zu gewinnen. So hat ihm Krause seine I. K . gezeichnete Kreuzigungs - und Auferstehungsplatte auf zwei Bänden ausgeliehen V 754. VI 159. E s war nicht das erste Mal, daß er den städtischen Meistern mit seinem Material ausgeholfen hat. Bei den Einbänden der mehrbändigen lateinisch-deutschen Bibel, die als Geschenk an verschiedene Fürsten gehen sollten, und bei den slovenischen Drucken, die von den Dresdner Meistern und Krause in gemeinsamer Arbeit in der kurfürstlichen Werkstatt einge­ bunden wurden, hatte er erst kürzlich dem Faust seine Platten gegeben, während er sich selbst mit Weidlich sogar in einer gemeinsamen I. K . und I. W. gezeichneten Golddruckrolle zusammenfand. Dass die beiden Bände mit Krauses Platten von Faust gearbeitet sind, geht aus der Judith-JaelRolle des Faust, aus seinen Stempeln, dem Muster der Rückenfelder, auch aus dem charakteristischen Schnitt seines Streicheisens und der ganzen technischen Ausführung hervor. Denn so vortrefflich der alte Dresdner Meister sein Handwerk verstand, so gut verarbeitet das dunkelbraune K alb­ leder, der Blinddruck und das Rauschelgold, so exakt die Bünde, in spitzen Winkeln auf den Deckeln verstrichen: gegen die souveräne Meisterschaft

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Krauses, der zur gleichen Zeit mit den gleichen Platten den Einband V 727 für die Pfalzgräfin gearbeitet hatte, kommen die Bände des Dresdner Altmeisters nicht auf. Wie stark war bei Krause der Buchkörper in seinen natürlichen Gegebenheiten empfunden und bei der Formung des Einbandes sichtbar gemacht: die scharfe Abschrägung der Holzdeckel wird durch die tiefen Rillen der Streicheisenlinien bestätigt, die konstruktive Funktion der ausschwingenden Gelenke durch die pralle Rundung der Doppelbünde in ihrer technischen Notwendigkeit begründet! Wie brillant steht das Blind­ druckrelief auf dem dunklen Ledergrund, von der schattenden Folie beglei­ tender Streicheisenlinien getragen! Und auch die Golddruckplatten treten aus der Mitte soviel überzeugender hervor, nicht, weil sie im Schnitt besser waren, sondern, weil sie mit besonderem Nachdruck aufgesetzt sind. Auch innerhalb der vortrefflichen Buchbindetechnik der Dresdner tritt Krauses Meisterschaft überragend hervor. Die Einbände Krauses stehen neben den Arbeiten der anderen wie die Werke Bachs neben denen des Telemann. Abschließend hat Faust noch eine Reihe von Schweinslederbänden in blindem Druck für die Pfalzgräfin gearbeitet, meist Bücher in größeren For­ maten. Nur in einem Fall sind auch sie mit einem Plattenpaar, blindgedruckt und von altertümlicher Form, geschmückt V 1392. Auf allen übrigen Bänden ist die Mitte von Streifen sehr sauber aneinandergereihter Einzelstempel bedeckt, meist mit einem Engelskopfstempel ausgeführt, dessen anspruchs­ lose Frömmigkeit für die liebenswürdige Kunst des Brosius Faust ein cha­ rakteristisches Kennzeichen gibt. Von dem zweiten städtischen Meister Barthel Metzger, der in der Nähe der Lateinschule wohnend, vornehmlich die Gelehrten der Stadt mit B ü­ chern und Einbänden versah, liegen nur zwei Arbeiten in der Palatina vor. Zwar besaß die Kurfürstin Anna von ihm manches deutschsprachige protestantische Erbauungsbuch, mit Vorliebe in Samt und Seide gebunden und mit Rauschei vergoldet, aber doch mehr als Geschenk von Seiten der theologischen Verfasser als in ihrem Auftrag gebunden. Für eine Belieferung der kurfürstlichen Tochter mit Büchern kam er weniger in Betracht. Gleich­ wohl besaß die Pfalzgräfin von Metzger, mit einem handschriftlichen Ein­ trag noch von ihrer Mädchenzeit her, ein Weller’ sches Erbauungsbuch V 37. Die Salvatorrolle mit den Evangelistensymbolen, die eine Kreuzigungsplatte in der konventionellen Art überzeugungstreuer Dedikationseinbände umrahmt, trägt seine Initialen B . M. E s ist die gleiche Rolle, die noch auf zahlreichen Blinddruckbänden in Dresden von ihm verwendet worden ist. Interessanter der verhältnismäßig späte und wahrscheinlich von seinem Sohn Velten Metz­ ger gearbeitete Plattenpressungsband VI 182, dessen ornamentales mit Delphinen durchsetztes Muster auf rötlich gefärbtem Schweinsleder rauschelvergoldet ist und von den Bemühungen der Dresdner Meister gegenüber der künstlerischen Überlegenheit Krauses eine selbständige Verzierungsform zu gewinnen, ein vortreffliches Zeugnis gibt. In dieser Art sind in Dresden noch zahlreiche Einbände des Metzger nachweisbar; einer derselben mit einem Druck ven 1567 ist bei Schunke LW K S. 61 abgebildet. Auch Jakob Weidlich, der begabteste unter den Dresdner Stadtbuch-

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bindern, war bemüht, sich einen eigenen ornamentalen Stil zu schaffen. Er knüpfte an die Paduaner Studenteneinbände an, die er in der Bibliothek des Meißner Rektors Georg Fabricius vor sich sah, und an die Bologneser Bücher, die Nikolaus von Ebeleben, damals Domherr in Meißen, besaß, und entwickelte daraus einen von vollmauresken Stempelbordüren mehrfach um­ rahmten, reich vergoldeten Prachteinband, den er in der Mitte mit den großen runden sächsisch-dänischen Wappen schmückte und auf zahlreichen Biblio­ theksbüchern des Kurfürsten August, vornehmlich aber auf seinen Münzbüchem, in wechselvollen Entwürfen ausgeführt hat. Unter dem Eindruck dieser Bände ist der kleine palatinische Band IV 94 entstanden, der nur eine Stempelgruppe in der Mitte zeigt, die der gleichen Gruppe auf dem Rücken eines kursächsischen Prachteinbandes entspricht, den Weidlich für Daniel Wintzenbergers Beschreibung der Stadt Dresden 1583 angefertigt hat (Dresden Hist. univ. A 181). Die schöngeschwungene Weinblattranke in der Umrahmung — nach Paduaner Vorbildern geschnitten, — wurde auf seinen Einbänden, soviel sich sehen lässt nicht wieder gebraucht, ist aber in einer zweiten kleineren Fassung oftmals verwendet worden, z. B. auf dem Dresde­ ner Druck der Digesten und Pandekten von 1584 (Leipzig Buchmuseum I. C. F . 5). Mit vorschreitender Zeit wandte er sich in stärkerem Maße dem Gebrauch großer Plattenpressungen zu, von denen er sich zunächst zwei vollmaureske Muster in zwei verschiedenen Größen, nach den Vorlagen von Peter Flötner schneiden ließ, dann aber fertige Platten aus Wittenberg bezog: ein Arabeskenmuster mit Rechteck, Rhombus und Kreis und das abgebildete Delphinmuster, das auf Pal. V 1717 gedruckt, nur als ein Einzelgänger Verwendung fand. Aber die Stempel in den Rückenfeldern sind die gleichen wie auf den Einbänden mit der vielverwendeten Vollmaureskenplatte. Auch der Schnitt, ein stark eingedrücktes, gepunktetes Stäbchenmuster, ist charakteristisch für Weidlichs Kunst. Im figürlichen Stil arbeitete er einen Einband mit Kreuzigung und Auf­ erstehung in konventionell ausgefahrenen Bahnen V 750 und den kleinen, fast ganz verwitterten Einband VI 175 mit David und Pauli Bekehrung, oben von mehreren Stempeln: dahinjagenden Hunden, begleitet, kleinste figürliche Stempelformen, die er auf Dresdner Einbänden mitunter mit einem Hirsch und Jägerstempel zu kleinen in sich geschlossenen Jagdszenen verei-· nigt hat. Als letzte Arbeit des Weidlich in der Palatina liegt ein schweinsle­ derner Blinddruckband, nur mit Rollen verziert, vor I I 238. Er umschließt ein Exemplar der Konkordienformel Dresden 1580, die als Geschenk an die verschiedenen Fürsten von den Dresdner Meistern in Gemeinschaftsarbeit eingebunden wurde. So auch in diesem Fall. Zum Ausfüllen der Großfolio­ deckel hat sich Weidlich neben seinen eigenen Rollen noch die breite Leben Jesu-Rolle des Valentin Metzger entliehen. Welcher der Dresdner Buchbin­ der den kleinen Geschenkband Selneccers IV 74, der 1576 in Dresden gedruckt wurde, band, lässt sich nicht sagen. Ich kann den Blattstempel, der an den Ecken der Linienumrahmung den einzigen Schmuck des Buches bildet, bei keinem von ihnen nachweisen, aber das Ledermaterial, ein dunkles,

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stark genarbtes Leder, wurde von den Dresdner Stadtbuchbindern des öf­ teren gebraucht. Nur drei ornamental verzierte und vergoldete Prachteinbände des J a ­ kob Krause sind in die Palatina gekommen V 1710. 1715. VI 203, von dem bereits oben erwähnten deutschfigürlichen Bändchen mit blinden Rollen und rauschelvergoldetem Plattenschmuck V 727 abgesehen. Einer derselben war als Geschenk des Kurfürsten an seinen Schwiegersohn, den Pfalzgra­ fen Johann Kasimir, bei Krause in Auftrag gegeben und von diesem mit dem entsprechenden Besitzeraufdruck versehen. Die anderen beiden Bände, mit dem kursächsischen und dänischen Wappen des kurfürstlichen Paares im Mittelpunkt geschmückt, gehörten ersichtlich zunächst in die kurfürst­ liche Bibliothek und wurden der Tochter — vermutlich als Doppelstücke — in die Aussteuer mitgegeben. Alle diese Bände umschließen deutsche Erbau­ ungsschriften des Hofpredigers Philipp Wagner, der als theologischer Be­ rater der Pfalzgräfin in Kaiserslautern zur Seite gestellt war. Das Geschenk des Kurfürsten an den Pfalzgrafen muß als besondere Gunst gewertet werden. Wie bei jedem seiner Hofbeamten, z. B. dem Feldzeugmeister Büchner oder dem Architekten Nosseni, so sah der Kurfürst auch Krause gegenüber auf das strengste darauf, daß er nur für ihn, nicht für andere Arbeiten übernahm. Die wenigen Krause-Einbände, die sich in der Bibliothek der Kurfürstin Anna befinden, waren ihr immer nur von Fall zu Fall, als ein Geschenk des Kurfürsten, vornehmlich zu Weihnachten, zugegangen. Für den laufenden Bedarf der Kurfürstin dagegen standen ihr nur die städtischen Buchbinder zur Verfügung, später auch der junge Meuser, der zugleich die Belieferung für den heranwachsenden Kurprinzen und die jüngeren Töchter des K ur­ fürsten übernahm. Unter den 8000 palatinischen Einbänden heben sich die Arbeiten Krau­ ses mit untrüglicher Sicherheit hervor. E s sind nur kleine und nicht einmal besonders prächtige Stücke, die hier vertreten sind. Aber jeder dieser Bände ist ein Meisterwerk für sich. Selbst bei dem einfachsten Bändchen VI 203: wie schmiegt sich dieser plastisch geformte Buchblock in die umfassende Hand! Eine Nichtigkeit nur an Schmuck — Wappen, Bogenlinienkartusche, verstreute Stempel, mit vielen blinden Streicheisenlinien unterbaut und auch in den Rückenfeldern nur bewußt zurückhaltend mit einer einzigen Leer­ kreisblüte verziert — welch ein Wohlklang gleichwohl in diesem Entwurf! Wie der sonore Goldton des Wappens in dem krausen Blätterwerk des Eck­ stempels und dem Knospenstempel oben und unten sein Gegengewicht fin­ det, die Form der leermauresken Stempel in der Mitte aber der lichten Kon­ tur der Bogenlinienkartusche entspricht, wie diese wiederum die Verbin­ dung zwischen den einzelnen Stempeln und dem Wappen und eine Anglei­ chung der kreisförmigen Platte an das Rechtecksformat des Buches schafft, auf das einfachste aus der Sprache der Stempel selbst entwickelt, « dies all war nötig und ich bildete es schön»: das ist wahrhaft meisterliche Kunst. Der Einband für den Pfalzgrafen V 1715 ist auf beiden Deckeln mit einer Rollwerkplatte im Block, in einem Arbeitsgang bedruckt; nur die spitz­ ovale Mitte wurde nachträglich mit Jahr, Besitzer und Stempelaufdruck

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versehen. Das sehr schöne Muster dürfte wie die meisten Plattenpressungen Krauses von einem Augsburger Stecher gearbeitet worden sein, vielleicht von Thomas Rückart, dem Schwertfeger, der, wie wir aus Urkunden wissen, ver­ schiedene Arbeiten an Krause geliefert hat und vorübergehend auch in Dresden wohnte, um dem Kurfürsten die bestellten Rüstungen anzuferti­ gen. Wie meist bei den Plattenpressungsbänden entschädigte sich Krause für den gleichmäßigen Plattendruck durch eine besonders reiche Ausstat­ tung der Rückenfelder; sie wechseln im Muster bis zur Mitte und repetieren dann rücklaufend. Auch der Schnitt ist besonders prächtig mit einer leb­ haft gebogenen Arabeskenranke verziert; die Blätter, rostrot und rötlich gefärbt, stehen auf leuchtend goldenem Grund. Der am reichsten ausgeTai. cvhi schmückte Band V 1710 dürfte wie die beiden anderen 1570 gebunden worden sein. Die Umrahmung ist bereits mit einer mauresken Rolle, nicht mit der mauresken Stempelbordüre gleichen Musters wie auf den ersten Dresdener Krause-Bänden zwischen 1566 und 70 ausgeführt. Der Einband, auf der Abbildung etwas vergrößert, gibt für die Arbeitsweise Krauses ein gutes Bild. E s kommt gar nicht darauf an, daß die Bogen absolut korrekt ineinander greifen, der eine ist auch wohl einmal stärker als der andere ein­ gedrückt, genug, wenn das Leitmotiv des Entwurfes, dieses schwerelose Vor- und Zurückschwingen der Bogen, in ihrer konstruktiven Bedeutung als Bindung zwischen den vielen Stempeln und als harmonischer Ausgleich zwischen Schmuck und Buchformat überzeugend zum Ausdruck kommt. Selbst an den Seiten perlen die Bogenlinien noch einmal in abklingenden Langetten auf. Und auch auf diesem Band sind Einzelstempel, Rollen und Platten in ihrem Goldton bewusst aufeinander abgestimmt. Die Mitte schmükken kraftvollere Stempel als auf dem Einbande VI 203, um dem mauresken Rahmen die Antwort zu geben; der punktierte Untergrund und der Strahlen­ kranz um das Wappen — das Umkehrungsmotiv der Bogenlinien — vermitteln schattierend zwischen dem vielen aufleuchtenden Gold. Die Rückenfelder sind, wie auf deD meisten Krause-Bänden, mit abwechselnden Mustern bis zur Mitte und dann rücklaufend geschmückt. Auch die Schnitte sind auf diesem Bande mit einem Arabeskenmuster auf das schönste verziert. Caspar Meuser kommt mit seinen Arbeiten in der Palatina nicht für die Aussteuer der Pfalzgräfin in Betracht. Vielmehr stammen die Einbände, die sich von ihm in der Palatina finden, erst aus einer wesentlich späteren Zeit und sind Geschenkbände, so die beiden Grabpredigten des Hofpredigers Tai. cvn Mirus IV 873 und V 442 bei dem Tod der Kurfürstin Anna und des K ur­ fürsten gehalten, und der Pfalzgräfin durch ihre Schwägerin, einer geborenen brandenburgischen Prinzessin, zugeschickt, zurückhaltend nur in Pergament­ broschur gebunden, aber mit eigens angefertigten Mittelplatten — einer Al­ legorie mit Särgen und Tugenden oder den beiden Wappen des neuen kurfürst­ lichen Paares Kursachsen und Brandenburg-geschmückt. Auch die beiden an­ deren Meuser-Einbände, gleichfalls Pergamenteinbände mit entsprechend einfachem Schmuck, sind der Pfalzgräfin erst in den beginnenden 80er Ja h ­ ren zugegangen. Der eine Einband V 1085 ist mit dem Ovalwappen von K ur­ sachsen und Dänemark und mit einer breit einfassenden Rankenrolle be-

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druckt und wiederholt fast übereinstimmend den Schmuck eines Dresdner Handschriftenbandes (Mscr J 355 = K A 922), «die Goldbeschikkung auf Rheinisch Goldt gülden ».,;J)as sächsische Ovalwappen und die Fidesplatte im Ovalrahmen als Gegenstück (kaum mehr sichtbar) geben auf dem abge­ bildeten Pergamenteinband V 1343 die mittlere Verzierung ab. Die Um­ schlagklappe hat den für Kursachsen charakteristischen Verschluß mit Mes­ singschließen auf der Mitte des Vorderdeckels. Wie gepflegt und ge­ schmackvoll der sparsame Schmuck: nur drei Leerrosetten sind auf dem Umschlag verteilt! Das war bester Meuserscher Stil. Krause hätte die Umschlagklappe entsprechend den orientalischen Bänden, die ihm dabei als Anregung dienten, genau wie den Vorderdeckel verziert z. B . Chr. Schmidt Taf. 44. Von den vergoldeten Ledereinbänden Meusers ist nur I I 485 als einzi­ ges, — wenn auch besonders prächtiges — Beispiel in die Palatina gekommen. E s handelt sich um eine der ersten Arbeiten, die Meuser nach seiner Ausbil­ dung bei Krause selbständig ausgeführt hat. Das Buch umschließt L ’Obels Nova stirpium adversaria in einem Plantindruck von 1576 und bildet das Gegenstück zu der Historia plantarum seu stirpium desselben Verfassers, die im gleichen Jah r und bei demselben Verleger erschien. Beide Werke waren laut Aufdruck für den Kurfürsten August gebunden. Auf dem Historia-Band (Dresden L B K A 248) ist auch das Bindejahr angegeben 1577. E s mochten die Einbände sein, die Meuser am 22. Februar 1577 ein Ehren­ kleid von Seiten des Kurfürsten und die Meisterwürde nach vierjähriger Gesellenzeit bei Krause eingebracht haben. E s lässt sich schwer sagen, wie man dazu kam, nur den einen der beiden Bände aus der kurfürstlichen Biblio­ thek abzugeben. Wahrscheinlich wurde er dem kurfürstlichen Schwieger­ sohn Johann Kasimir irrtümlich als Doppelstück bei einem seiner Dresdner Besuche verehrt. Beide Werke, gemeinsam und zur gleichen Zeit gebunden, sind mit teilweise übereinstimmenden Stempeln, wenn auch in verschiedener Anord­ nung, geschmückt. Auf dem Historienband wird das Kurfürstenbildnis und das kursächsische offene Wappen in der Mitte mit einem flächenfüllenden Geflecht von Stempelranken umgeben; auf dem palatinischen Band stehen die spitzovalen Wappen in einem rechteckig abgegrenzten Mittelfeld, wäh­ rend die breiten Umrahmungsflächen von prachtvollen Stempelgruppen ausgefüllt sind. E s waren die beiden charakteristischen Kompositionsformen, die Krause bei seinen Einbänden der Polyglottenbibel 1575 und 76, also während der Lehrzeit Meusers, entwickelt hatte. Sie wirkten auf Meuser beim Aufbau seiner beiden « Meisterstücke» als Vorbild zurück. Und nicht auf ihn allein. Noch in den ersten 80er Jahren sind die Polyglottenbibeln des Krause von einem anderen, dem sog. Münchner Krauseschüler mit ver­ kleinerten Stempeln nachgebildet worden. Diese klassischen Arbeiten K rau­ ses wurden zum Prüfstein und begehrenswertesten Ziel für die gesamte jün­ gere Buchbindergeneration. Nicht ohne daß jedem von ihnen, Meuser wie dem Münchner Schüler, gerade in der Anpassung an Krauses Kunst der eigene persönliche Stil voll zum Bewußtsein gekommen wäre. Schon das

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veränderte Stempelmaterial rief einen anderen Ausdruck hervor. Meuser, in der alten Waffenstadt Suhla in Thüringen geboren und in Augsburg bei Krauses Freund Horneffer ausgebildet, hatte sieh seine Stempel bei einem Augsburger Schwertfeger nach den neuesten Mustern schneiden lassen, manirierte, übersteigerte Formen, ausschweifend, stark gezackt,· mit großen rollwerkartigen Zwischengliedern und von halb naturalistischen Gebilden wie Melonen und großen Sonnenrosen durchsetzt, kompakte flächenfüllende Stücke, vielfältig schraffiert und vortrefflich geschnitten. Wie Kettenglieder aneinandergereiht, schlossen sie sich zur Rollwerkkartusche zusammen (auf dem Historienband). Zu gegenseitig entwickelten Gruppen zusammenge­ stellt, erwiesen sie ihre groß6 architektonische Wirkungskraft (auf dem P a­ latina-Band). Mit untrüglichem Augenmaß hat Meuser Seite und Gegen­ seite entwickelt, Bogen auf Bogen stimmen genau überein. E r war Virtuos in der technischen Akribie. Jene Harmonie der Formen, die bei Krause aus einem gleichsam natürlichen Wachstum entsteht, aus der intuitiven Ver­ bundenheit zwischen dem Schaffenden und den Gegebenheiten von Mate­ rial, Werkzeug und Schmuck, durch die er sich bei der Anlage seines E n t­ wurfes leiten lässt, wird bei Meuser durch eine a priori bestimmte Gesetz­ mäßigkeit erreicht. E r baut seinen Entwurf nach bestimmten statischen Gesichtspunkten auf, klar, korrekt, elegant. So auch die Stempelgruppen auf dem palatinischen Band. Das Kandelaber-Motiv der Stempelgruppen an den Seiten und die eiförmig scharf umzogenen Gruppen kommen in ähnlichen Zusammensetzungen auch auf einem späteren Meuser-Einband 1581 mit dem großen kursächsischen Ovalwappen (Chr. Schmidt T af. 62 K A 164) vor. Und auch hier steht das rechteckig scharf umgrenzte Mittel­ feld zu den breiten Umrahmungsflächen in betontem Gegensatz, gefällig gemildert zwar durch überleitende Stempel auf dem späteren Band, aber auch auf dem palatinischen durch das Rosettenmotiv oben und unten, das sich mit dem mittleren Wappen zur dominierenden Mittelachse verbindet, ausgleichend abgeschwächt. Die Rückenverzierung des palatinischen B an­ des wechselt in dem Muster bis zur Mitte und wiederholt dann rücklaufend wie bei Krause. Die Schnitte sind mit Ranken von Blüten und Früchten scharf ziseliert und mit satten Farben auf dem glänzenden Goldgrund bemalt. Die beiden letzten Einbände aus Dresden, bereits aus dem 17. Jahrhun­ dert, höfische Geschenke vermutlich und ohne unmittelbaren verwandtschaft­ lichen Bezug, sind von Matthes Hauffe gebunden, der durch die Heirat mit Meusers Witwe vergeblich bemüht war, die vakant gewordene Hofbuch­ binderstellung für sich zu gewinnen. Sie wurde auf Betreiben des Administra­ tors und der Geistlichkeit einem Leipziger Meister Bastian Ebert zugespro­ chen Hauffe, der zugleich Stecher und Buchbinder war, ist in der Liebens­ würdigkeit seiner Entwürfe mit Brosius Faust artverwandt. E r kultivierte noch einmal einen plauderfreudigen, figürlichen Stil, indem er äußerst reiz­ volle ovale Bilderplatten entwarf und auf seine Einbände mit schlichter Linienumrahmung aufdruckte, ohne dadurch die Fühlung ganz aufzugeben mit einem rein ornamentalen Stil, den er mit Rauten- und Ovalplatten

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auf den beiden Geschenkbänden des Kurfürsten Johann Georg in vortreffli­ cher Ausführung noch einmal rühmlich zur Geltung gebracht hat (Pal. II 48. I 163). Aus dem Erzgebirge sind vier versprengte Einzelgänger in die Palatina gekommen. Ein weißer Schweinslederband V 23 erweist sich durch die A. S. bezeichneten Bildnisplatten von Luther und Melanchthon als Arbeit des Zwickauer Buchbinders Abraham Schenck, eines Neffen des älteren Gregor Schenck und wie dieser Buchführer und Belieferer der Batsschulbücherei. Ein Einband Y 1774 mit großer rechteckiger Bandwerkplatte im Stil der frühen Platten aus Österreich, das künstlerisch mit dem Erzgebirge von jeher in befruchtender Pühlung stand, dürfte am Wohnort des Verfassers und Geschenkgebers, in Marienberg, und nicht am Druckort, in Leipzig, ge­ bunden worden sein. Die reiche Bergwerkstadt Preiberg ist mit einem be­ sonders gepflegten, figürlich geschmückten Erbauungsbuche V 863 vertreten, einem Geschenk des literarisch wohlangesehenen Stadtpfarrers Hieronymus Weller an Kurfürstin Anna von Sachsen. D as Plattenpaar ist ausnehmend schön im Schnitt und zeigt die Kreuzigungsdarstellung exzentrisch, wie sie vor allem in Leipzig beliebt war. Auf diese Stadt nun weist auch das Monogramm des Stechers MA auf der rückseitigen Auferstehungsplatte hin; das Plattenpaar kann als eine der schönsten Arbeiten des Leipziger Stechers MA bezeichnet werden. Der Freiberger Buchbinder, der diese Leipziger Platten auf dem palatinischen und einem sehr ähnlichen Einband in Dres­ den Exeg. B 109 — einem Erbauungsbuch Wellers für den Kurfürsten August 1557 — gebraucht hat, zeichnete sich durch einen sehr gefälligen Stil mit viel aufgelockerten Streustempeln zwischen den Rollenumrahmungen aus. Wie Meißen und Zwickau, so besaß auch Preiberg eine im stillen wirkende, sehr geschmackvolle buchkünstlerische Kultur. Auch im beginnenden 17. Jahrhundert noch klang sie, wenn auch nur abgeschwächt, nach, z. B. auf dem Preiberger Dedikationseinband V 1637 mit dem Blumenstraußmotiv, schon etwas lässig in der Wahl des Materials und dem unscharf aufge­ druckten Schmuck. Die Buchdruck- und Messestadt Leipzig, die mit einigen 30 Bänden in der Palatina vertreten ist, bietet auf einbandkünstlerischem Gebiet ein ähnliches Bild wie Frankfurt am Main: einen ziemlich starken Umsatz an blindgedruckten Rolleneinbänden und eine verhältnismäßig wenig originel­ le Ausbeute an vergoldetem Schmuck. Einer der frühesten Rolleneinbände ist durch die Salvatorrolle des vortrefflichen Leipziger Stechers MA ausge­ zeichnet V 1790. Ein vergoldetes Bändchen mit der 1547 geschnittenen Christ­ kind-Rolle und den Platten von Christkind und Sündenfall ist dem Stil nach mit ähnlichen Rollen und Platten in Leipzig auf das engste verbunden V 944. Ein anderer vergoldeter figürlicher Band ist mit einer 1549 bezeich­ neten Kreuzigungs- und Auferstehungsplatte geschmückt, die sich noch auf mehreren Einbänden und zwar stets mit Leipziger Drucken nachweisen lässt. Das Buch ist sehr wahrscheinlich auch in dieser Stadt gebunden V 1575. Drei Einbände dürften dem Leipziger Buchbinder Matthias Radman zuzuschreiben sein: I I 173. V 29. 279. Zwei von ihnen sind blindgedruckte

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Rolleneinbände und ausgesprochen gepflegt; der dritte mit dem vergoldeten und in Leipzig besonders beliebten Plattenpaar Christkind und Sündenfall kann ihm nur des gleichen Bestellers Johannes Pfefünger wegen zugespro­ chen werden. Mit besonderer Vorliebe wurde in Leipzig die KreuzigungsPlatte exzentrisch geschnitten; Radman und Ambrosius Hirsch besaßen davon je ein Exemplar, ein drittes für den Leipziger Buchbinder J . F . wurde auf dem palatinischen Band V 1520 als Gegenstück zu einer gleichfalls bezeichneten Taufe Christi-Platte verwendet. Ein Einband mit indifferenter Medaillonrolle kann durch Haeblers Ver­ zeichnis der Rollen- und Plattenstempel für den Leipziger Meister G. K . in Anspruch genommen werden, während das schöne Plattenpaar auf dem blindgedruckten Folioeinband I I 89 von Haebler dem Oswald Schöniger zugeschrieben wird. Von den blinden Rolleneinbänden ohne wesentliche Eigenart dürften I I 108 des Verfassers und I V 1065 des Inhaltes wegen — eine Leichpredigt für Herzog Moritz von Sachsen — in Leipzig gebunden worden sein. Auch bei der zweibändigen Postille des Nicolaus Henning V 1205 scheint mir trotz der Verwendung einer Bilderplatte des Wittenberger vielverbrei­ teten Stechers MV eine Leipziger Arbeit vorzuliegen. Der Leipziger Buchbinder Andreas Vicker hatte den kursächsischen Hof vor Krauses Antritt öfters mit Büchern versorgt. E s konnte daher nicht fehlen, daß mehrere seiner Arbeiten aus dem Besitz der Kurfürstin Anna in den ihrer Tochter übergegangen sind. Zu diesen gehören drei Erbau­ ungsbücher, die er mit der vergoldeten runden David- und Salvatorplatte, mit seiner rechteckigen Davidplatte bez. A. V. 1545 und blindgedruckt mit einer cxvi Medaillonrolle A. V. verziert hat (Pal. V 860. 48. 1257). Dagegen ist der Trostspiegel des Policarius I I 65, in schwarzes Leder gebunden, nicht über Dresden gekommen, sondern war im Besitz des lange gefangen gehaltenen sächsischen Herzogs Johann Friedrich des Mittleren, dessen Gemahlin eine geborene pfälzische Prinzessin war. Bei Vicker wie auch bei dem WerthernBuchbinder S. T. und dem Meister des Simon Simonis lag bewußt die Ten­ denz vor, sich von dem reichfigürlichen, einbandkünstlerischen Übergewicht Wittenbergs unabhängig zu halten. Man versuchte sich in einem eigenen « humanistischen» Stil; nur die mittlere Platte blieb der figürlichen D ar­ stellung oder dem Wappen Vorbehalten, die Umrahmung wurde in mehreren Abständen von ornamentalen Rollen sehr sparsam ausgeführt. In dem Be­ mühen, sich von der starken Beredsamkeit der figürlichen Rollen und Platten in Wittenberg zu distanzieren, fallen die Leipziger Entwürfe freilich mitunter etwas nüchtern und wortkarg aus. Dies änderte sich, sobald die großen bebilderten Plattenpressungen in Aufnahme kamen. Der einfachen Handhabe dieser in einem Arbeitsgang verzierten Bände konnte sich die Buchhandelsstadt ebenso wenig entzie­ hen, wie der suggestiv gesteigerten Nachfrage nach einem bildhaften, sinn­ deutenden Schmuck. Es schien empfehlenswerter, mit eigenen Bilderplatten, in eigener Zusammenstellung der Produktion der Wittenberger Stecher Konkurrenz zu machen. Der Leipziger Stempelschnitt hat dadurch erneut einen Auftrieb gewonnen. Vicker selbst war es, der den neuen Kurs mit einer

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großen Bilderplatte David in der Mitte, die vier Reformatoren Luther, Melanchthon, Jonas und Cruciger in der Umrahmung, eingeleitet hat. Die Platte ging später in den Besitz des Urban Köblitz über. E r hat sie gemeinsam mit seiner V. K . bezeichneten Kruzifix-Platte auf dem Palatina-Band V I 120 gebraucht. Vicker hatte auf der Rückseite seiner Bilderplatte ein rein orna­ mentales Muster, Vollmauresken im Rechteck, Rhombus und Kreis verwen­ det (z. B . Dresden L B Exeg. B 752). Dieses überaus häufig nachgeschnit­ tene Motiv hatte in Leipzig noch zwei verschiedene Fassungen gefunden. Die erste, von der Plattenpressung des Vicker durch die abweichende Um­ rahmung — Lorbeer, Punkte, Lorbeer hier statt Kandelaberrahmen dort — unterschieden, ist durch eine handschriftliche Widmung und das Wasser­ zeichen in seiner Leipziger Provenienz sichergestellt (Dresden L B Lit. Rom. A 2595 und 2591). Die zweite mit gleicher Umrahmung, aber einem Viereck in der Mitte liegt in dem palatinischen Einbande V 1921 — wahrscheinlich ein Autorengeschenk aus Leipzig — vor. Eine besondere Eigenart der Leipziger Stecher bestand in der Verbindung von Bandwerk mit figürlichem Schmuck. Ein von Wien angeregtes Bandwerkmotiv mit dem Überschlag war in Leipzig mit einer figürlichen Kruzifix-Darstellung für die Einbände des Druckers Valentin Bapst geschnitten worden V 1025. In dieser Kom ­ bination bürgerte sich die Platte in Leipzig ein. Sie erscheint erneut auf einem Leipziger Band in der Dessauer Georgs-Bibliothek 545, nur mit et­ was reicherem Bandwerk umrahmt und lebt in den beiden Kruzifix-Platten des Urban Köblitz in unverminderter Frische fort. In einem Fall ist in dem Bandwerkrahmen auch eine Dreifaltigkeitsdarstellung eingefügt worden, so auf dem Einband des Leipzigers Balthasar Ziehenaus VI 18. Die modisch beliebte Plattenpressung mit dem Reichsadler in der Mitte, für Leipzig ei­ gentlich ohne heraldischen Bezug, ist hier gleichwohl in den verschiedensten Fassungen mit Vorliebe verwendet worden. So findet sich die ReichsadlerPlatte von Pal. V 1150 noch drei mal, in Augsburg B 707, Bremen IV c 44 und in Wien SB (Gottlieb Nr. 379) vor. Das Plattenmotiv ist auch noch ein zweites Mal in verkleinerten Ausmaßen zu Leipzig in Umlauf gewesen (Bautzen St B. G f. 32). Urban Köblitz, der mit den Platten des Andreas Vicker auch dessen Erbschaft, die bevorzugte Belieferung des kursächsischen Hofes, übernahm, ist in der Einband-Literatur bereits durch die Dresdner Prachtbände, die er gemeinsam mit Hans Hermann als Schüler Jakob Krauses anfertigte, be­ kanntgeworden. Nach Leipzig zurückgekehrt, hat er auch weiterhin viel für den kursächsischen Hof gearbeitet und auch die Pfalzgräfin bei ihren Dresdner Besuchen mit der neuesten Erbauungsliteratur aus Leipzig be­ liefert. An die Pracht der reich mit Lackfarben bemalten Dresdner Mei­ sterstücke freilich kam er mit seinen Leipziger Arbeiten nicht wieder heran, obwohl er sich einen Teil der dort verwendeten Platten mitgebracht hatte. Nur auf dem Dedikationseinband des Juristen Christoff Zobel an Kurfürst Christän I. 1589 Dresden L B Ju s Priv. Germ. A 47 entwickelte er noch ein­ mal einen aufprunkenden Stil. E r bediente sich freilich dabei eines zusätz­ lichen Schmuckes: in der Mitte ist das kursächsische Wappen auf Pergament

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TaJ.

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gemalt und vertieft in den Vorderdeckel eingelassen worden. Von seinen Dresdner Platten benutzte er die schönen dekorativen Mittel-und Eckplatten noch mehrmals, aber nur vergoldet ohne Lackmalerei. Sie stehen in brillantem Druck auf dem braunen Lederuntergrund, durch einen erhöht gearbeiteten äußeren Eahmen noch besonders geschützt. Einbände dieser Art sind nach Kassel (Frondsperger, Vom Kriegsrechten. Frankfurt 1571) und Stuttgart H B (Schauwenburg, Vita Caroli. Antwerpen 1596) gekommen. Ihnen schließt sich mit vereinfachter mittlerer Raute, aber den gleichen de­ korativen Ecken der palatinische Band I I 455 an; auch er mit erhöhter Um­ rahmung gearbeitet und in den Rückenfeldern wie auf allen Arbeiten der Krause-Schüler Köblitz und Hermann überaus abwechslungsreich verziert. Der Schnitt, ziemlich schematisch ziseliert, steht gegenüber dem reichen arabesken Schmuck auf den Dresdner Meisterstücken sehr zurück und legt die Vermutung nah, daß bei der Gemeinschaftsarbeit in Dresden die Schnitte vornehmlich von Hermann ausgeführt worden sind. Geschmackvoll das cxvi kleine farbig bemalte Erbauungsbüchlein VI 200, das im Mittelspiegel mit einer einzigen großen Plattenpressung bedruckt ist, während die Umrah­ mung zum Schutz des Lackes erhöht gearbeitet wurde. Das Muster der Plattenpressung überträgt auf den mechanischen Druck den mit Bogen­ linien, Rollen, Mittel-und Eckplatten kunstvoll ausgeführten Entwurf der Dresdner Meistereinbände. Auch der Schnitt mit dem kleinen Hirsch­ stempel versucht, sich den reichen ziselierten Jagdszenen auf den Dresdener Bänden anzupassen. Von der Kreuzigungsdarstellung im Bandwerkrahmen, die in Leipzig besonders beliebt war, hat Köblitz zwei Fassungen benutzt, einmal mit dem sündigen Menschen VI 60. 62. 123 und einmal mit Maria und Johannes ne­ ben dem Kruzifix VI 120. 127, aber beide nahezu übereinstimmend in der Bandwerkumrahmung und mit Monogramm und Hausmarke versehen. Sie wurden für die Pfalzgräfin Elisabeth auf Samt, Atlas oder rosa gefärbtem Schweinsleder meist doppelseitig gedruckt; einmal nur bietet die große Platten­ pressung mit David und den Reformatoren des Andreas Vicker, ein anderes Mal das Vollmaureskenmuster: Kreis und Rhombus im Rechteck das Gegenstück. Ein einziger Einband des Köblitz mit dem Besitzeraufdruck des Pfalzgrafen Ludwig 1575 ist nur in Schweinsleder gebunden und blind bedruckt. Auf den Platten wird das Bildnis Kaiser Maximilians II. dem des Kurfürsten August gegenübergestellt. Diese betont kaisertreue Gesinnung, die sich auch in der Verwendung der Reichsadlerplatte zu erkennen gab, ist bezeichnend für Leipzig wie für die gesamte kursächsische Politik in dieser Zeit. Die Kruzifixdarstellungen des Köblitz finden wir auf Einbänden anderer Bibliotheken des öfteren vor, meist für die weiblichen Mitglieder des kursächsischen Hauses bestimmt. Von der größeren Form (mit sündigem Men­ schen) liegt mir ein Dresdner Einband Biblia 1762 neben vielen anderen vor. Die kleinere Form, auf rosa Samt gedruckt, ist in dem Schausaal der Luther­ halle in Wittenberg 826 ausgelegt. Das Buch dürfte mit der Merseburger Bibliothek der Kurfürstin-Witwe Sophie, Gemahlin Christians I., nach Wittenberg gekommen sein.

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Die wittenbergischen Einbände scheinen eher mit der Sammlung der Beformationsschriften von Ulrich Fugger als durch Vermittlung des kur­ sächsischen Hofes in die Palatina gekommen zu sein. Sie sind mit den ver­ schiedensten Vorbesitzern ausgezeichnet und wurden in vielen Fällen schon alt für die Fuggersche Bibliothek angekauft. Von den zahlreichen Bän­ den, nahezu fünfzig, ist ein gutes Drittel blind, nur mit Bollen, verziert. Sie fallen ingesamt durch ihre vortreffliche Bindetechnik auf. Das Bewusst­ sein, im Mittelpunkt einer geistigen Bewegung zu stehen, verpflichtete die Wittenberger Buchkunst auch auf dem Gebiete der Einbände zu Lei­ stungen ersten Banges. Die buchbinderische Akribie, die Wittenberg, be­ flügelt durch den starken Umsatz, erreicht hatte, war nicht zu überbieten. Die Vorschriften der Buchbinderinnung im ganzen Beich richteten sich be­ wusst oder unwillkürlich nach den Entwürfen und der technischen Binde­ weise, wie sie in Wittenberg im Laufe von sechs Jahrzehnten 1520 bis 80 entwickelt worden waren, und ähnlich dominierend erwies sich der Witten­ berger Stempelschnitt. Nicht durch die dargestellten Bilder allein und den geistigen Gehalt, der in ihnen programmatisch verborgen war, auch in der Technik waren die Blinddruckrollen und -platten in Wittenberg uner­ reicht; sie ergaben auf dem weißen Schweinsleder ein brillantes Belief. Ein bestimmter Turnus bildete sich für die Wittenberger blindgedruck­ ten Bolleneinbände heraus. Um die sehr kurzen Mittelstreifen, die den E n t­ würfen ein gedrungenes, breit gelagertes Aussehen geben, schließt sich ein Leerrahmen mit Streustempeln an. Zwei Querstreifen mit Besitzer und Bin­ dejahr gleichen das Mittelfeld dem Bechtecksformat der Bücher an, ein breiter Bollenrahmen schließt ab. In dieser Art ist der Einband des Andreas Franckow gehalten IV 324 und die frühesten Bände des Caspar Genseier, der die ersten Bibliothekseinbände der Wittenberger Universität gearbeitet hat V 667. Seine Tugendenrolle mit breiten, fülligen Halbfiguren wurde auf den mit­ teldeutschen Einbänden des 3. und 4. Jahrzehntes vor allem vorbildlich. Sie tritt uns, in zahlreichen Variationen geschnitten, auf den Akteneinbän­ den in Dresden, im Erzgebirge, aber auch in Wittenberg selbst: auf dem meisterlichen Bande des Gregor Bernutz IV 1180, — liebenswürdigstes Zeug­ nis des frühen Wittenberger Bolleneinbandes, — bei einem Meister C. L. auf Pal. V 529 und auf dem Halblederband eines Unbekannten mit einer 1531 bezeichneten Bolle I I 190 entgegen. Um die Jahrhundertmitte streckten sich die Figurinen und werden in ihren weiblichen Beizen weniger interes­ sant. Dem gegenüber gewinnen die biblischen Szenen und Salvator-Bollen an Gewicht mit ihrem aktiven, programmatisch werbenden Gehalt, breite, herrlich geschnittene Bilderfolgen bester Wittenberger Stecherkunst, so die Leben Jesu-Bolle auf dem Einband des Paul Thiele I 103, die als breiter um­ rahmender Streifen die dominierende Note gegenüber dem lichten Streumuster des Mittelfeldes gibt. Auch auf zwei weiteren Blinddruckbänden IV 299 und V 224 begnügte sich Thiele mit einer einzigen Bolle zum eindrucksvoll rah­ menden Schmuck. Auf seinem Golddruckbande V 1573 überließ er der Bil­ derplatte allein das Wort, nur von Streustempeln und von einer vergolde­ ten Ornamentleiste umgeben. Der Schmuck dieses Dedikationseinbandes

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an den Kurfürsten August, auf rosa gefärbtem Schweinsleder ausgeführt, wiederholt sich in gleichem Material und gleicher Verzierung auf einem Dresd­ ner Band (Exeg. C 935). Überhaupt scheint Paul Thiele einen großen Ab­ satz gehabt zu haben. Einbände von ihm finden sich in Lüneburg Ke 52. Bremen X 2 c 3. Hamburg Biblia lat. germ. Wittenberg 1565. Rostock Fg 1523. Baer K at. 740 Nr. 25. Und nicht seine Einbände allein. Die Witten­ berger Buchbindekunst hatte um diese Zeit ihre größte kosmopolitische Geltung gewonnen. Eine ähnlich gewichtige Leben Jesu-Rolle wie die des Thiele schmückt den palatinischen Einband des Conrad Neidei I I 482. Er brachte aus seiner Prager Heimat die Vorliebe für ein hochwertiges Stem­ pelmaterial mit und wusste demselben auch in seinen Entwürfen eine ei­ gene Note zu geben. Nur oben und unten wird ein Rollenstreifen quer ge­ legt, die seitlichen Leisten, mit zierlichen Stempelgruppen belegt, dienen allein zur Verbindung. Auch Wolfgang Schreiber fällt durch seinen gefäl­ ligen Entwurf V 1290 angenehm auf. Die Mitte wird mit einer mauresken Bordüre verziert: eine Konzession an den welschen Stil, die von Thomas Drechsler später auch nach Frankfurt getragen wurde. Einige Rollenein­ bände weniger bedeutender oder fraglicher Art können Wittenberg nur bedingt zugesprochen werden. Die Tugenden-Rolle von 1548 auf Pal. VI 225, die Haebler I I S. 25 R 2 auf einem Einband der Oelser Sammlung in Dresden fand, ist mir auf Arbeiten der schlesischen Meister nicht wieder begegnet und dürfte wahrscheinlich in Wittenberg gebraucht worden sein. Auch der Einband mit der indifferenten Salvator-Rolle V 267, die Haebler I I S . 283 R 49 aus der Zwickauer Ratsschulbibliothek zitiert, war nicht in Zwickau gearbeitet, sondern dürfte eher auf einen zentralen Bezug aus Wittenberg verweisen. Von den späteren Wittenberger Blinddruck-Bänden mit Rollen undPlatten ist neben der vierbändigen Bibelserie des Wenzel Dörffler und Paul Heinrich Stamp. Barb. A X 8 — 11 und dem Einband des jüngeren Caspar Kraft mit Ju stitia und Ja e l Stamp. Barb. W V I 153 noch ein besonders interessan­ ter Band mit der Bilderplatte von drei allegorischen Frauengestalten Pax, Ju stitia und Liberalitas in der Palatina vertreten I I 508. Sie wird nach Haebler I S . 438 zusammen mit einer E . T. gezeichneten Medaillon-Rolle, die sich auf Pal. V I 79 findet, gebraucht. In der Stadt im Hintergrund der PaxPlatte glaubte Haebler Erfurt oder Wittenberg zu sehen. Vielleicht doch am ehesten Wittenberg. Das ganz ungewöhnliche Motiv findet sich auf Einbän­ den noch zweimal, und zwar jedesmal bei Wittenberger Meistern vor, bei Nicolaus Müller (Weimar. G. Nigrinus, Papistische Inquisition, o. 0 . 1589) und Andreas Güttig (Davenport C X X X V III). Von den vergoldeten Wittenberger Einbänden ist in dem abgebildeten Palatinischen Band I 208 des Hans Cantzier eine besonders schöne und cha­ rakteristische Probe gegeben. Cantzier, Ratsmitglied und Obmeister der Wittenberger Innung, reicht mit seinen Einbänden bis in die klassische Zeit der Wittenberger Einbandkunst — eine seiner Platten ist 1544 datiert — zurück, gibt sich aber auf dem abgebildeten Entwurf 1557 bereits mit jener drängenden Beredsamkeit, die das Zeichen eines abnehmenden Einflusses ist. Material und Vergoldung sind vortrefflich; die untereinander gesetzten

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Platten betonen die Längsrichtung und unterstützen den Bechteck-Charakter des Buches, ein charakteristisches Zeichen für die Wittenberger Ein­ bände der mittleren Zeit. Wie gepflegt die ausgesparten Ecken in der äus­ seren Kranzrollenumrahmung, von Streustempeln symbolischen Gehaltes, Taube und Sterne, bedeckt! Die gleichen Platten und Bollen wiederholen sich 1558 auf einem Bändchen kleineren Formates V 44. Aus der Bibliothek des Heidelberger Bibliothekars Jan u s Gruterus stammt noch in den 90er Jahren ein weißer Schweinslederband mit einer Blinddruckplatte des Hans Cantzier, der aber von seinem Nachfolger Georg Kammerberger im ausge­ henden 16. Jahrhundert gebunden worden ist PV 7. In der Art des vergoldeten Plattenbandes von Paul Thiele sind die beiden Einbände des Hans Zieseler V 41 und 1725 gehalten. Ähnliche Entwürfe mit der gleichen Platte des Zieseler Anden sich in Dresden Theol. cath. A 687 und in Frankfurt a. M. (Maior, Psalterium. Wittenberg 1558 geh. 1559). Mit Nicolaus Müller setzt die dritte der buchbinderischen Epochen in Wittenberg ein mit übergroßen, zum Teil auch schon ornamentalen Platten, überreich vergoldet und z. T. farbig bemalt. Die übergroßen Bilderplatten wurden für Müller vor allen bedeutungsvoll; er hat 5 verschiedene Platten­ paare von ihnen besessen und sie auf zahlreichen Einbänden angewandt. Die Palatina besitzt eine vortreffliche Auswahl von Einbänden seiner Hand: Luther und Melanchthon IV 590. V 26. 1590, dieselben, etwas kleiner, III 161, Salvator und Taufe Christi I II 162, IV 907, Dreifaltigkeit und Kreuzigung I II 146. V I 161. Nur das Plattenpaar Bechtfertigung und Jüngstes Gericht fehlt auf den Palatinischen Bänden (Dresden Theol. ev. asc. 887 und Theol. ev. gen. 89 und Darmstadt. Schmidt Taf. 35). Das Besondere an den Palatinischen Bänden liegt im Entwurf. Die Plattenpressungen sind nicht, wie zumeist in Dresden, mit vergoldeten Ornament- und Puttenrollen um­ rahmt, sondern von Dreiecksplatten kartuschenartig umgeben, ein ungewöhn­ licher, manierierter, aber sehr wirkungsvoller Entwurf. Severin Boetters Großbetrieb mit dem vollen Orchester seiner zahlreichen Platten und dem reichen Auftrag von Gold und Lackmalerei, — charakteristisch gekenn­ zeichnet auf dem bei Loubier 167 abgedruckten Wolfenbüttler Band, — ist in Pal. IV 1214 nur mit einem Quartband mit den übergroßen Beformatorenstandfiguren, einem verhältnismäßig schlichten Entwurf, vertreten. Umso zahlreicher sind die Einbände, die von dem dritten Wittenberger Manie­ risten, Thomas Krüger, in der Palatina vorhanden sind. Auffallend einheit­ lich gehalten sind die meisten mit der großen mauresken Plattenpressung nach Flötners Kunstbuch S. 24 geschmückt II 73. IV 83. V 685. 1719 und 1720. Krüger durchlief in seinem langen Werkstattbestand fast alle Phasen des mittleren und späten Wittenberger Stils. Berühmt durch seine brillan­ ten Blinddruck-Entwürfe, suchte er mit vorschreitender Zeit den Anschluß an einen rein ornamentalen Stil zu gewinnen, zunächst noch in Verbindung mit den großen figürlichen Plattenpressungen gebracht, die er mit freihän­ dig im Bogensatz gewonnenen Arabesken (z. B . Pal. I I 73 und Dresden Exeg. A 318) oder mit sehr zierlichen mauresken Platten umgab (Baer Frank­ furter Bücherfreund 13. 1919-20 Nr. 735). Später nahm er ornamentale Plat-

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tenpressungen allein, von denen er neben dem Flötnerschen Muster auch eine Platte mit Delphinen Pal. Y 1593 und 2006 und Dresden Ling. Semit. 7 und eine Kartuschen-Platte mit einem springenden Pferd in der Mitte be­ saß (Erlangen Ju r. Y 16). Die ornamentalen Plattenpressungen des Krüger machten Schule in Wittenberg. Pal. V 760 zeigt die Vollmauresken-Platte in einem Nach­ schnitt als Gegenstück zu einer Platte mit Bandwerk-Viereck in der Mitte, Kreis, Rhombus und Rechteck, von dem auch Roetter eine Version, doch ohne Bandwerk-Viereck, besaß. Das Plattenpaar wurde auf mehreren sehr gepflegten Bänden in Dresden, ersichtlich als Professoren-Geschenke, ge­ braucht (Lit. Rom. B 439. 469. 2592. Exeg. B 1286). V 856 wiederholt mit geringfügigen, aber deutlich erkennbaren Abweichungen die Delphin-Platte des Krüger (auch in Dresden Theol. ev. asc. 1658) Nur mit Vorsicht kön­ nen für Wittenberg die beiden Einbände V 852 und 679 in Anspruch genom­ men werden. Das hier verwendete Bandwerkmuster mit leermauresken Formen, zuerst in Nürnberg aufgekommen, hatte in Leipzig bei Wolters, dann aber auch in Wittenberg z. B. im Schnitt der Eckplatten des Krüger einen lebhaften Widerhall gefunden. Daher könnte es schon möglich sein, dass die beiden Blinddruck-Bände von einem Wittenberger Buchbinder gearbeitet worden sind. Jena, seit dem Übergang der Kurwürde an die albertinische (Dresdener) Linie, fühlte sich als Konkurrent zu Kursachsen wie zu der Universität Wit­ tenberg, deren rechtes Erbe man in der Jenaer Universität (1548 als hohe Schule, 1558 als Universität anerkannt) fortzuführen bemüht war. Auch den literarischen Ruhm Wittenbergs suchte man zu gewinnen. Die großen Wittenberger Veröffentlichungen, Luthers Bibelübersetzung und seine ge­ sammelten Werke, wurden nunmehr in Jen a verbessert herausgegeben und auf besondere Veranlassung der sächsischen Herzoge in festlichem Ein­ bande an die verschiedenen religionsverwandten Fürsten geschenkt. Zwei Meister waren es, die 1559 diese Geschenkbände ausgeführt haben, ein Meister K . D., in dem wir wahrscheinlich den Sohn des 1543 verstorbenen Buchbinders Barthel Daniel zu sehen haben, und Valentin Geyer, der sich 1559, wahrscheinlich aus Nürnberg kommend, in Jen a niederließ. Beide zeichnen sich durch einen eigenwilligen und von der Wittenberger Über­ lieferung bewußt abweichenden Stil aus. Bei beiden ist das verarbeitete Material nicht sonderlich gut; die Vergoldung fällt brüchig aus. Der Schnitt der Rollenplatten ist besonders bei K . Daniel von einer für die zweite Jah r­ hunderthälfte überraschenden Primitivität. Die Bilderplatten bleiben ohne erläuternden Text: eine betonte Absage an Wittenberg. Und doch zeigte es sich, z. B. auf den beiden palatinischen Einbänden I I 42 und 378, die von K . Daniel gebunden sind, wie stark gleichwohl der künstlerische Ein­ fluß von Wittenberg bei der Anlage des Entwurfes — zwei Platten unter­ einander, wie bei dem abgebildeten Cantzlerschen Band — noch immer wirksam war. In der Art der Palatina-Bände hatte Daniel auch die acht­ bändige Luther-Ausgabe in der Nürnberger Stadtbibliothek verziert; die ersten Bände sind hier sogar noch — am Anfang der 60er Jahre — mit einem

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30. Wittenberg Thomas Krüger Ecken aus Stempeln und Bogensatz Pal. II 73

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gotischen Rautengerank bedeckt (Theol. 407. 2° ff). Auf das reichste ver­ goldet mit Engelsköpfen und zahlreichen figürlichen Darstellungen durch­ setzt, sind seine Entwürfe von einer etwas gewaltsamen Prächtigkeit. Wie es scheint, war der sächsische Herzog selbst bemüht, die Einband­ kunst in Jen a den vorgeschrittenen Ansprüchen der Reichsstädte und um­ gebenden Fürstenhäuser anzugleichen. Es liegen Verhandlungen vor, um Jakob Krause, damals noch in Augsburg, als Universitäts-Buchbinder zu verpflichten. Sie sind beim Ausbruch des Gothaer Krieges 1565 nicht zum Abschluß gekommen. An seiner Stelle wurde Johannes Weiscliner 1567 mit der Verwaltung der Universitätsbibliothek betraut. Weischner, der ver­ mutlich aus Erfurt kam, hatte sich schon 1550 als Buchbinder und einge­ sessener Bürger in Jen a niedergelassen. Mit ihm wurde eine besonders glück­ liche Wahl getroffen, denn was Daniel und Geyer nur eben erstrebt hatten, die Gewinnung eines prunkvollen, ornamentalen und doch protestantischen Stiles (mit der entsprechenden Ikonographie durchsetzt), das ist auf den Prachtbänden des Weischner vortrefflich zum Ausdruck gekommen. Die Einbände um die achtbändige Lutherausgabe in Güssing, Kassel Op. Lutli. fol. 4 und Zwickau X V I. 5. V. 3, die Corpus doctrinae-Bände von 1570 in Kassel und Gotha, verschiedene kleinere Bände in Dresden und Jen a geben von seiner Kunst ein charakteristisches Bild: eine Häufung or­ namentaler und figürlicher Rollen im Rahmen, in der Mitte ein oder zwei Rhomben übereinandergestellt mit einer figürlichen Darstellung im Mit­ telpunkt, das Ganze in das Spitzenwerk mauresker Eckplatten und Stempel getaucht. Der Zusammenklang zwischen dem rötlich-braunen Leder — auch bei Weischner kein sonderlich gutes Material — und der halb in Rauschei, halb in Gold ausgeführten Verzierung ruft eine beunruhigende Prächtig­ keit hervor, die durch die verschieden geformten und gemusterten Stempel noch erheblich gesteigert wird. Auch als er später zum Gebrauch ornamentaler, den halben Deckel füllender Zierplatten überging, blieb der Charakter dieses überstürzt aussagebereiten Stiles bestehen. E r hat seine volle Aus­ wirkung auf den Einbänden des Sohnes Lukas Weischner gefunden, der von 1572 - 79 die Bibliothekseinbände des Braunschweiger Herzogs in Wol­ fenbüttel und Helmstedt gebunden hat. Von den beiden Weiscliners nun sind in die Palatina einige, wenn auch nur kleinere, Arbeiten gekommen. Der abgebildete Band des Johannes Weischner mit der kleinen Bildnisplatte Johann Friedrichs des GrossmüTai. cxvi tigen in der Mitte V 1640 wurde mit seinem sehr schlichten, aber kultivier­ ten Entwurf vorbildlich für ähnliche Einbände im Land, z. B. für den Einband um die Confessionsschrift der Greizer Prädikanten IV 1107, der auch in den mauresken Eckstempeln Anklänge an Weischner besitzt. Ein zweiter Band Weischners V 861, mit mehreren Bilderplatten und reicher Bandwerkumrah­ mung geschmückt, ist für seine Arbeitsweise charakteristischer, aber leider sehr schlecht erhalten. Den Bilderplatten Weischners ähnlich, aber nicht über­ einstimmend, sind die Platten auf Pal. V 850. Wahrscheinlich liegt hier die Arbeit einer kleineren Jenaer Buchbinderwerkstatt vor, die von Haebler I I S. 154 unter P I II von einem Jenaer Druck mit Jenaer Besitzereintrag

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nachgewiesen ist. Auch auf dem Weimeraner Erbauungsbuch Y 58 der Herzogin Dorothea Susanna, einer geborenen pfälzischen Prinzessin, das in rötlich gefärbtem Schweinsleder gebunden ist, tritt der Einfluß des Hans Weischner in den Bilderplatten wie in der Ausführung deutlich hervor. Von dem Sohne Lukas Weischner, der von 1585 bis 1608 als Mitarbeiter und künftiger Nachfolger des Vaters wieder in Jen a arbeitete, liegt nur ein sehr später Band, 1592 gebunden, vor, ein Geschenkband des Nikolaus Beusner an Kurfürst Friedrich IV. von der Pfalz, mit den typischen Bollen der Weischner-Werkstatt umrahmt, in der Mitte aber mit einer modisch indiffe­ renten Bautenplatte geschmückt, I I 346. Ein Sohn Johanns des Mittleren von Sachsen, Friedrich Wilhelm, re­ sidierte in Torgau. Literarisch tätig und für das Buchwesen besonders in­ teressiert, richtete er sich in Torgau eine Druckwerkstatt mit silbernen Let­ tern ein und förderte zugleich eine aufblühende Einbandkultur in der Stadt. Der Torgauer Meister, der für ihn die zahlreichen Geschenkbände der herzog­ lichen Presse band, gibt sich zunächst ziemlich schlicht, dem erbaulichen Charakter der ersten Privatdrucke angepasst, und entwickelte sich erst all­ mählich mit sehr großen Wappenplatten, überreichem Streumuster und dicht umrahmenden Bollen, alles in bester Vergoldung ausgeführt, zu einem prunkvollen Stil, ersichtlich von dem Vorbild der nachkrausischen Kunst am Hof in Dresden angeregt, mit dem der Herzog als Administrator der kursächsischen Lande während der Unmündigkeit der Söhne Christians I. in enger Fühlung stand. Nur von den schlichten Einbänden sind zwei Arbeiten V 7 und 1910 an den verwandten pfälzischen Hof (die Mutter des Herzogs war eine Tochter des Kurfürsten Friedrich III.) gekommen, beide mit der gleichen schmalen rustikalen Baute und zwei verschieden geformten kraftvollen Ecken geschmückt. Mittel- und Eckplatten sind noch auf verschiedenen Einbänden des Meisters in anderen Bibliotheken verwendet worden, z. B . in Erlangen Theol. III 126 a und Stuttgart Altes und Neues Testament. Erfurt 16011604. Sie wurden vor allem auf den Torgauer Prachtdrucken der Precationes 1595 gebraucht (so Pal. V 1910, aber auch in Stuttgart und Weimar B 3: 1 a). Der Weimaraner Band ist bei sonst üblichem Schmuck in der Mitte mit dem kursächsischen Wappen, das dem Herzog während der Ad­ ministration zustand, geschmückt, und dieser fürstlich repräsentative Cha­ rakter trat auf den späteren Arbeiten des Torgauer Meisters immer stär­ ker hervor (Gotha Th ff. p. 324. Heidelberg Q 16994. Bostock Fm 1022). Er steigerte sich auch in der Umrahmung, von kleinen Wappenplatten reich umsäumt, zu festlichem Prunk, von dem der Band bei Stockbauer Taf. 2 eine gute Vorstellung gibt, und kristallisierte schließlich auf den mehr­ bändigen Bibelserien und Torgauer Drucken in der Gothaer Bibliothek (Theol. fol. 3. Theol. fol. p. 226. Phil. 4 p. 190. Phil. fol. 256) zu einem früh­ barocken, mit naturalistischen Stempeln und Bandwerk reich überschüt­ teten Schmuck. Mit dem aufleuehtenden Fanal dieser Torgauer Prachtbän­ de endete die rühmliche Epoche der sächsisch-thüringischen Einbandkunst. Der sächsische Herzog hatte mit seinen bibliophilen und literarischen Bestrebungen bereits ein halbes Jahrhundert vorher im benachbarten Des-

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sau einen berühmten Vorgänger gefunden. Fürst Georg von Anhalt, letz­ ter Bischof in Meißen und Merseburg, hatte sich als Verfasser verschiedener Predigten und frühreformatorischer Schriften ausgezeichnet. E r legte sich eine große Bücherei an, die als Georgs-Bibliothek noch heute in Dessau verwahrt und von Haebler eingehend beschrieben worden ist. Die Einbände, die er sich binden liess, zeichnen sich durch eine jugendliche Bildfreudigkeit aus, die mit den Wittenberger Einbänden der ersten Periode gleiche Schritte hält, ja, sie mitunter noch zu übertreffen versteht. So auf dem abgebildeten palatinischen Band IV 139, der eine Predigtsammlung des Fürsten 1553 umschließt. Der braune Lederband ist mit vergoldeten Bollen und Platten breitesten Formates geschmückt, zeigt in der Mitte vorn das Bild des beten­ den David und das anhaltinisehe Wappen hinten. Die Platten gehörten zum festen Werkzeugbestand der fürstlichen Buchbinderei und wurden zuerst von dem anhaltinischen Buchbinder Joachim Linck, nach 1548 aber von dem Buchbinder H. H. gebraucht, der dem Fürsten Georg während dessen Meißner Amtstätigkeit die Einbände geliefert hat, während sich Linck als Stadtbuchbinder in Halle niederließ. Der Buchbinder H. H., von dem auch der palatinische Einband herrührt, dürfte schon ein älterer Mann gewesen sein; einige seiner Bollen sind bereits 1528 und 29 datiert (Dessau Georgsbibi. 1022. Frankfurt Symb. Luth. 163 a). Mehrere Akteneinbände von ihm aus Alten-Dresden (Dresden Hauptstaatsarchiv Loc. 8585 z. B.) lassen vermuten, daß er hier, in dem heutigen Dresden-Neustadt seine W erkstatt hatte und die Domherren in Meißen belieferte, so wie es sein Nachfolger Jakob Weidlich gleichfalls tat, der zunächst in Alten-Dresden wohnend, dem Bektor der Meißner Fürstenschule Fabricius und dem Domherrn Nikolaus von Ebeleben in Meißen die Bücher gebunden hat. In der Art des abgebildeten palatinischen Bandes ist ein sehr schöner Entwurf in der Georgsbibliothek 684 gehalten, nur mit einer Bundplatte vom anstelle des David. Ein anderer Einband des H. H., wie der palatinische ein Geschenk des Fürsten, diesmal an seinen Neffen Bernhard von Anhalt, wird in der Georgsbibliothek 889 verwahrt. E r ist vom mit der Sündenfallplatte geschmückt, hinten ist stets das anhaltinische Wappen aufgedruckt. In den Umkreis der anhaltinischen Bände gehört Pal. V 55; die hier verwendeten Platten David und Pauli Bekeh­ rung sind der gleichen Darstellung bei Linck nahe verwandt. Durch die Ge­ mahlin des Fürsten Bernhard von Anhalt, Eleonore, eine geborene Württembergische Prinzessin, drangen zeitweilig Einflüsse der Tübinger Ein­ bandkunst in Dessau ein: jene leermaureske Bahmenplatte z. B., die dem Tübinger farbig verzierten Einband mit dem Christus-Profil nahe steht (Dessau Georgbibi. 905). Doch nur vorübergehend. Mit dem schweins­ ledernen blindgedruckten Bande des Dessauer Buchbinders C. Z. (Pal. II 163) glitt Dessau wieder in die reiche Bildaussage der Wittenberger Einbän­ de der mittleren Periode zurück. Die Bildnisse des fürstlichen Paares Bern­ hard und Eleonore von Anhalt sind durch Lackmalerei in lebhaften Farben aus dem blindschattenden Hochrelief des Schweinsleders herausgehoben. Magdeburg stand mit Halle in engem kulturellen Zusammenhang. In beiden Städten residierte der Erzbischof, später Administrator von Magde-

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bürg. Einheimische Stecher, z. B. Johannes Igerlin in Halle, aber auch in Magdeburg, lieferten das Stempelmaterial für den blinden wie vergoldeten Druck. Die Stempel zeichnen sich gegenüber den üblichen Wittenberger Stücken, deren ikonographisclier Darstellung sie folgten, durch eine be­ sondere Vorliebe für das ausschmückende Beiwerk aus. Die reichen Bergwerks­ magnaten in Halle, die bibliophilen Domherren und Centuriatoren in Mag­ deburg (Domsdorf, Meyendorf, Tileman Heslius) unterstützten die Origi­ nalität dieses zierlichen, an dekorativen Eigenwerten ausgezeichneten Stempelschnitts, von dem selbst so indifferente Bollen, wie die Beformatoren- und Medaillon-Bolle auf Pal. V 344 und 577 noch eine charakteristi­ sche Vorstellung vermitteln. Im Mansfeldischen, zwischen Magdeburg und Braunschweig, bildete sich eine beachtliche Einbandkultur, von einem guten heimischen Stempel­ schnitt getragen, der aus der metallurgischen Tradition des alten Berg­ werksgebietes erwachsen war. Die Einbände sind durch verschiedene vor­ trefflich geschnittene Mansfeldische Wappen für den blinden wie vergolde­ ten Druck ausgezeichnet, bieten aber auch an mauresken und figürlichen Platten, Vierpass-Eollen und vollmauresken Banken einen eigenen, boden­ ständig entwickelten Stil. Nicht anders im Entwurf. Der Buchbinder, der diese Mansfeldischen Einbände auf dunkelbraunem Kalbleder in bester Vergoldung ausgeführt hat, dürfte in Eisleben gelebt haben. F ast alle sei­ ne zahlreichen Einbände umschließen Eislebener Drucke und wurden als Geschenke an Fürsten und Städte geschickt. (Trier Z V I34. Dessau Georgsbibi. 796. Dresden Theol. ev. pol. 501. Jen a Th. X L V II. g. 3 aus Sangerhausen. Augsburg 2° Th. Bef. Luthers Tischreden. Eisleben 1566. Braunschweig M. 143. 2°.). Das Vorbild seiner gepflegten Kunst wirkte auch im weiteren Umkreis nach. So dürfte der Einband um Pal. I I 76, der die Mansfeldische Chronik des Spangenberg Eisleben 1572 umschließt, nicht am Druckort gebunden worden sein — er besitzt keine Beziehungen zu der stark ausge­ prägten Kunst des Eislebener Buchbinders — sondern am Wohnort des Geschenkgebers Spangenberg in Nordhausen. In diese Stadt verweist auch ein zweiter Spangenberg-Druck, eine Übersetzung von Savonarolas Schrift V 857, mit einem Nachschnitt des vielverbreiteten Bandwerkmusters ge­ schmückt. Einzelheiten wie der Fraktur-Aufdruck, die Eckbeschläge, auch verschiedene Stempelformen tragen Züge der Nürnberger Kunst an sich. E s ist möglich, daß der Nordhausener Buchbinder des Spangenberg seine Lehrzeit in Nürnberg verbracht hat. Und diese Vermutung bietet sich um so eher an, als auch auf anderen Einbänden in dieser Stadt noch mehrfach ein Ein­ schlag Nürnberger Stiles spürbar wird, so auf dem Nordhausener Bande in Berlin Ebd Slg 93-70 oder auf den Einbänden der Bibliothek Gerhardiana in Jena Theol. 4° p 414 und Theol. fol. p. 339. Zwei Geschenkbände aus E is­ leben und Mühlhausen, der eine V 1382 auf Pergament mit kleiner ornamen­ taler Mittelplatte, der andere V 1628 auf grünem Atlas mit rustikalen Mittel­ und Eckstücken ausgeführt, schließen sich als indifferente Einzelgänger ohne wesentliche Eigenart an. In Erfurt dürften die beiden Gebetbücher VI 119 und 201, beide mit

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Erfurter Drucken, ihre Einbände erhalten haben. Das ältere, 1556 gedruckt, VI 119, ist mit einer kaum mehr erkennbaren Platte geschmückt. Das an­ dere VI 201, das den Eintrag des jugendlichen Prinzen Friedrich (als K ur­ fürst der V.) 1601 besitzt, aber vorher wahrscheinlich schon einem kursächsischen Prinzen angehört hatte (des kursächsischen und brandenburgischen Wappens wegen), fällt durch seinen eigenartigen herzförmigen Einband auf. Das Buch schlägt sich, in der Mitte zusammengeheftet, nach beiden Seiten auf. In diesen Spielereien gefiel sich das ausgehende 16. Jahrhundert sehr, und auch die mit dicken Lackfarben wie mit einer Email-Schicht aufge­ tragenen Verzierungen, die geeigneter für eine Schmuckkassette als für einen Bucheinband sind, waren in den aufkommenden manieristischen Zeiten sehr beliebt. Wir finden ähnliche emailierte Bände bei Baer. K at. 690 Taf. 1, im Archiv für Buchgewerbe 58. 1921. S. 278, .auf dem Band des Wolf Eichhorn, jetzt in Schwerin, Bb I V 1160 und auf den G-eschenkbänden des Jenaer Theo­ logen Gerhardt, die nach Dessau Asc. 237 und Dresden Theol. ev. asc. 244 gekommen sind. Sie alle waren als repräsentative Geschenke für Fürstlichkeiten bestimmt. In der Einbandkunst der kleineren Städte bietet sich immer wieder die Beobachtung an, daß die blindgedruckten Bolleneinbände der einheimischen Meister sehr viel ausdrucksvoller ausgefallen waren, als die vereinzelten Proben eines vergoldeten Schmucks. Für diesen war nur selten Gelegenheit geboten worden. In jenem kristallisierte die tägliche Gewohnheit zu einem charakteristischen lokalen Stil. Zwei Geschenkbände sind dem Pfalz­ grafen Johann Kasimir auf seinen verschiedenen Besuchsreisen nach Kursachsen unterwegs überreicht worden. Der eine IV 379 wurde ihm in Eisenach gegeben. E r ist in Schweinsleder gebunden und mit Bollen blind verziert. Von einer Salvator-Bolle im Wittenberger Stil eingeleitet, gewinnt der Entwurf doch durch die begleitenden Stücke — eine Medaillon-Bolle mit alttestamentlichen Helden und eine schmale Ornamentleiste mit K öp­ fen im Profil — einem Ausdruck bodenständiger Art, mit einem leisen Ein­ schlag nach Hessen hin (in den großen Engelsköpfen zwisc hen den Medail­ lons), der durch die landschaftliche Nähe begrü ndet war. Der zweite Band V 874, der dem Pfalzgrafen in Schleusingen mit dem Text eines auf geführ­ ten Komödienspiels überreicht wurde, war ein vergoldeter Lederband, nur mit einer kleinen Bundplatte mit biblischen Szenen in der Mitte und einer Kandelaber-Bolle am Bande geschmückt, genau in der Art, wie Andreas Vicker seine Leipziger Bände zu halten pflegte, und eben deshalb wenig originell und auch in der Ausführung und der Wahl des Leders nicht son­ derlich gepflegt. Selbst in einer fürstlichen Besidenz wie Kassel fallen die vergoldeten Einbände, die den verschiedenen pfälzischen Fürsten bei ge­ legentlichen Besuchen von den Autoren gegeben wurden, nur mit einem Stempel oder einer Platte in der Mitte auf Pergament in Bauschei ausge­ schmückt, denkbar schlicht und bedeutungslos aus, IV 877 und 972. Umso überraschender wirkt eine Enklave gepflegtester Buchkunst, die sich in Schmalkalden aufgetan hatte. Zunächst liegt ein blindgedruck­ ter Bolleneinband Pal. I I 119 vor, dessen Szenenrolle N .K . bezeichnet

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eine ganz ungewöhnliche Bilderfölge: Opferung Isaaks, Auferstehung, Taufe und Verkündigung und einen ebenfalls ungewöhnlichen Wechsel von latei­ nischer und deutscher Beschriftung zeigt « Abraham Hat Gegle (ubt) », die auf einen einheimischen Stecher, und wahrscheinlich in Schmalkalden selbst, schließen lässt. Das Buch umschließt Vischers Auslegung der Evangelien und ist dem Pfalzgrafen sehr wahrscheinlich als Geschenk zugegangen. Jeden­ falls hat Vischer noch eine ganze Beihe weiterer in Schmalkalden gedruck­ ter und eingebundener Dedikations-Einbände an den Pfalzgrafen geschickt. Zwei von ihnen sind mit Bandwerk-Platten auf schraffiertem Untergrund vergoldet und mit Lackfarben sehr dezent und geschmackvoll bedeckt. Der Schnitt mit ziselierten Arabesken und Blüten ist auf das schönste be­ malt und in einem Fall sogar mit dem Wappen und den Initialen des Pfalz­ grafen Ludwig gekennzeichnet V 854 und 1709. Den gleichen repräsentati­ ven Charakter tragen die beiden übereinstimmend gebundenen Einbände V 1723 und VI 196 um Vischers Spruchsammlung Schmalkalden 1580; sie sind mit den Wappen des regierenden hessischen Landgrafen und seiner württembergischen Gemahlin geschmückt, auf hellbraunem Leder (nachgedun­ keltem Schweinsleder?) vergoldet und mit Lackfarben bemalt. Selbst der Maureskenstempel auf den Bückenfeldern wird durch dazwischengesetzte schwarze Lackpunkte farbig belebt. Ein Samtband mit kleiner mittlerer Bandwerkplatte schließt sich ohne wesentliche Eigenart an, V 1834. Mit dem hessischen Wappenband aus Schmalkalden steht der abgebil­ dete Braunschweiger Wappeneinband V 1714 inhaltlich — auch er enthält ein Erbauungsbuch Vischers — wie auch künstlerisch auf einer Ebene. Auch er ist mit großen, fast deckelfüllenden Platten vereinfacht geschmückt. Während aber das große runde Wappen vorn ersichtlich unter dem Ein­ druck der kursächsischen Bibliotheks-Einbände des Kurfürsten August geschnitten wurde, ist die rückseitige Platte, eine Dreifaltigkeits-Darstel­ lung, von kleineren Bilddarstellungen umgeben und durch jene heitere Bild­ freudigkeit ausgezeichnet, die die Braunschweiger Kunst unter dem Ein­ fluß der Lüneburger Bildschnitzer und der Buchillustrationen der Sternschen Offizin im 7. und 8. Jahrzehnt gewann. Für die zahlreichen Braun­ schweiger Buchbinder M. B ., L. M., B. G. und H. K . haben mehrere Stecher in der Stadt gearbeitet. Der Stecher des Levin Michels vor allem zeichnete sich durch seine schwungvollen, in breiten Zügen entfalteten Bilderplatten aus. In dem Bemühen, größere und kleinere Bilderszenen auf einer Platte zu vereinen, — wofür die oben erwähnte Dreifaltigkeitsplatte ein gutes B ei­ spiel gibt, — mochte ihm jene Darstellung der Weltschöpfung, die ein Meister M. S. (Schwarzenberg) als Titel-Holzschnitt für die Wittenberger Bibel 1547 gearbeitet hatte, vor allem willkommen sein. E r hat dieses Motiv in fünf verschiedenen Exemplaren als große deckelfüllende Golddruck-Platten ge­ schnitten. Die erste und beste Fassung war für Levin Michels bestimmt, in etwas verkleinerten Formen hat sie ein Celler Meister C. T., jener Buchbin­ der der Herzogin-Witwe Dorothee, gebraucht, von dem auch der oben er­ wähnte Wappen-Einband gearbeitet worden war (Gotha Th. Fol. S. 305). Verkleinert erscheint sie bei einem unbekannten Buchbinder im Mansfel-

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disehen, der vielleicht mit dem Eislebener Wappen-Meister identisch ist (ab­ geb. Zimmermann Arch. 26 S. 123 Abb. 154/55). Die fünfte Passung, die drei Einbände der Palatina schmückt VI 41, 128 und 130 und vorwiegend Selnecker-Drucke umschließt, gibt die Darstellung von der Gegenseite und begnügt sich mit der Weltschöpfung ohne das Gegenstück des Sündenfalls. Die eindrucksvolle Darstellung des « uralten heiligen Vaters » freilich ist auf den Palatinisclien Bänden bis zur Unkenntlichkeit verwittert, nur eine Abb. 3i Nachzeichnung der Platte Levin Michels gibt von den vortrefflichen Schnit­ ten, die der Stecher der Holzschnitt-Vorlage in kluger Anpassung an die besonderen Erfordernisse des Lederdruckes gab, ein überzeugendes Bild. Tileman Heshusius hät dem Kurfürsten Ludwig VI. aus Helmstedt zu wiederholten Malen Bücher zugesandt; vier von ihnen sind auf das schlichteste in Steifbroschur mit einer schraffierten Blüte in der Mitte gearbeitet V 1342. 1444 bis 1446. Zwei andere dagegen, die Polio-Einbände II 383 und 385, sind prunkvoller gehalten, in braunes Leder gebunden und mit Mittel- und Eckplatten ausgeschmückt. D as mittlere Bautenornament um­ schließt im Mitteloval einen Adler resp. Löwen ohne unmittelbaren heraldi­ schen Bezug. Es ist, wie es scheint, nur eben als Nachschnitt eines gern verwen­ deten Wittenberger Musters zu bewerten. Der Meister, der diese Bände und wahrscheinlich auch das Geschenk des Theologen Bünting an die Pfalzgräfin Elisabeth 1582 gebunden hat, I I 368, dürfte der Nachfolger des Lucas Weiscliner in seinem Amt als Helmstedter Universitätsbuchbinder gewesen sein. Jedenfalls war Weischner um diese Zeit schon nicht mehr in Braunschweig. Wo er sich freilich in der Zeit zwischen seinem Abgang aus Helmstedt 1579 und seinem erneuten Dienstantritt in Jen a 1585 aufgehalten hat, muß da­ hingestellt bleiben. Daher lässt sich auch der große blindgedruckte Schweins­ lederband Pal. I 76, den Weischner 1581 für den Pfalzgrafen Ludwig gear­ beitet hat, nicht mit letzter Sicherheit lokalisieren. Das Wasserzeichen des Vorsatzes zeigt einen kleinen steigenden Greif. Im Stil besitzt der vortreffich gearbeitete Blinddruckband alle Vorzüge von Weischners traditionell geschulter Kunst. Das Kochbuch des Bontzier, IV 850, ein Pergamentband, mit Bollen und Platten vorgeschrittenen Stiles geschmückt, scheint mir ein Geschenk des Autors aus Wolfenbüttel zu sein. Zwei Bändchen mit den üblichen Bilderplatten Kreuzigung und Auferstehung sind durch einen Eintrag, eine handschriftliche Widmung Selneckers aus Celle an den Pfalz­ grafen 1572, als Arbeit dieser Stadt gekennzeichnet V 740 und 1594. Der Einband um die Leichpredigt der Herzogin von Mecklenburg, in Ülzen ge­ druckt und mit billiger Eleganz in Pergament rauscheivergoldet, zeigt mit seinen Platten Ju stitia und Lucretia ein charakteristisches niedersächsi­ sches Bild. Sie sind auffallend schmal und hoch, haben eine dreizeilige Unterschrift und passen sich dem beliebten Format der niedersächsischen Gebetbücher, ein sehr schmales, hohes Sedez, gefügig an. Die Darstellung der modisch aufgeputzten Figurinen ist von provinzieller Beredsamkeit. In Vortlage bei Tecklenburg (Friesland) hatte der Patronatsherr J o ­ hannes von Münster eine Beihe erbaulicher mystischer Schriften verfasst, die er zwischen 1590 und 1618 in Bremen, Steinfurt, Münster und Frankfurt

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Braunschweig Platte des Levin Michels Dresden LB Theol. ev. dogm. 211

a. M. drucken ließ und in repräsentativer Weise gebunden an die verschie­ densten Fürsten verschenkt hat. In die Palatina sind drei von diesen Dedikationsexemplaren I 73. IY 831 und 960 gekommen, alle in Pergament­ steifbroschur gebunden und mit Goldrauschei verziert. Nur sparsam um­ rahmt, ziert die Mitte das dekorative Wappen des Johannes von Münster vorn, während der hintere Deckel mit der Darstellung der Religio und einer breiten Schrifttafel mit biblischen Texten geschmückt ist. Auch Heinrich von Rantzau in Holstein und Tycho de Brahe auf der Insel Fön hatten ihre

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eigenen Schriften in ähnlich vergoldeten Steifpergament-Einbänden zu Geschenkzwecken binden lassen. Was die Bände des Münster — selbst ge­ genüber dem charakteristischen Ovalporträt Tycho de Brahes — heraushebt, ist der vortreffliche Schnitt der beiden Platten. Positiv im Schnitt und ei­ gentlich für den Blinddruck berechnet, heben sich Bild und Schrift im Hoch­ druck-Relief weiß vom vergoldeten Hintergrund wirkungsvoll ab. Im Stil stehen die ausgezeichneten Platten den Braunschweiger Stecherarbeiten nah; die Einbände selbst dürften in Vortlage, in der Privatbuchbinderei des Münster gebunden worden sein. Weder in Bremen, noch im weiteren Umkreis findet sich etwas Gleiches, wenn auch manches Ähnliche vor, z. B. die Einbände des Bremer Senators Gerhard Koch (Bremen X III 10 b 260 und IV c 59) oder der Privatdruck des Hogerbetius aus Horn in Westfries­ land (ebenda IV c 354), oder das rauscheivergoldete Pergamentbändchen der Palatina IV 965, das in Münster gearbeitet worden ist. Die Hansestädte sind in der pfälzischen Bibliothek nur mit verspreng­ ten Einzelgängern vertreten. Der Widmungsband des Pezelius an den K ur­ fürsten Friedrich IV. 1589 dürfte sicher in Bremen gebunden worden sein, ohne daß man bei dem unpersönlichen Entwurf — Pergamentsteifbroschur mit derb rustikaler Rauschelplatte — eine bestimmte lokale Note oder gar Werkstatt erkennen könnte, es sei denn in dem nachbarlich übereinstimmen­ den Stil eines Meisters I. B., der in Hamburg mit ähnlich wortkargen und ähnlich rustikalen Platten seine Pergamentbände gearbeitet hat (Lüne­ burg K 64 a. Dresden H. Sax. L 122, beide Male mit Hamburger Drucken. Stuttgart L a saincte bible. Lyon 1582). Zwei Hamburger Bändchen eines Unbekannten, den wir als Fides-Meister bezeichnen mögen, finden sich in cxvn der palatinischen Bibliothek V I 1 und 150 vor. Sie sind in dem charakteristi­ schen niedersächsischen schmal-länglichen Sedez-Format gehalten und mit dem gleichen Plattenpaar bald blind auf Schweinsleder, bald vergoldet auf braunem Leder, bedruckt. Die figürliche Darstellung, 1565 geschnitten, zeigt die Frauengestalten von Ju stitia und Fides in überlangen, fast schon manieristisch gestreckten Formen. Die Justitia mit dem langen Schwert hat — nur mit dem Rad statt der Waage — noch 1606 als Vorlage für die beiden positiv und negativ geschnittenen großen Bilderplatten mit der hlg. K ath a­ rina gedient, die als Superexlibris den Einbänden der Hamburger Stadt­ bibliothek in der Katharinenkirche bis in das 18. Jh . hinein aufgedruckt worden sind. Die Rostocker Universitätsbibliothek verwahrt einen Großfolioband, Fd 32, der für Herzog Johann Albrecht 1563 in repräsentativer Weise gebunden und mit einer Fülle von Bilderplatten, vier vorn, sechs hinten, und vielen figürlichen umrahmenden Rollen ausgeschmückt ist. Einige dieser Bilder­ platten nun finden sich auch auf der Güssinger Einband-Serie um Luthers lateinische Werke, die in Jen a am Ende der 50er Jahre gedruckt und als Geschenk an die verschiedensten Fürsten von Hans Weischner eingebunden worden sind. Sehr möglich, daß sich Weischner bei diesem umfangreichen Werk der Hilfe seiner soeben ausgelernten Gesellen bedient hat, die auf diesen gemeinsam gearbeiteten Bänden das eigene, neu erworbene Material mit dem

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ihres Lehrherrn vermischten. So auch der Mecklenburger. E r kehrte nach seiner Jenaer Lehrzeit in seine Heimat zurück und hat hier in den 60er Jahren den oben erwähnten Prachtband für Johann Albrecht gearbeitet. Ob er mit Hans Balemann in Schwerin identisch ist, von dem wir aus Rechnungen wissen, dass er den Herzog in dieser Zeit öfters mit Einbänden belieferte, muß zunächst dahingestellt bleiben. Genug, daß es in seiner Kunst bei dieser einmaligen Begegnung zwischen Jen a und Mecklenburg nicht geblieben ist. Denn auf dem Geschenkband IV 171, den Chytraeus dem Pfalzgrafen Ludwig VI. aus Rostock zusandte und der von dem Johann Albrecht-Meister gebunden worden ist, hat er zur Umrahmung eine Flecht­ werkrolle von ganz ungewöhnlichem Muster verwendet, die aber dem Geflecht bei Johann Weischner unmittelbar nachgebildet ist. In den 70er Jahren kam in Rostock eine Reihe vortrefflich geschnittener mauresker Plattenpressungen in Gebrauch, die auf verschiedene Weise, bald mit den Initialen A. L ., bald mit den zum Monogramm vereinten Buchsta­ ben AL signiert worden sind. Gewiß nicht ohne tieferen Grund. Analog dem Vorgang bei Matthias Hauffe in Dresden werden wir damit rechnen müssen, daß der Stecher dieser interessanten Platte zugleich Buchbinder war und die Platten zu eigenem Gebrauch in getrennten Buchstaben, diejenigen aber, die er an andere abgab, als Stecher mit dem Monogramm bezeichnet hat. Jedenfalls sind die von ihm geschnittenen Platten von verschiedenen Meistern in Rostock gebraucht worden. Ihre Entwürfe zeichnen sich durch größte Mannigfaltigkeit aus; wahrscheinlich waren sie alle nach einem Model­ buch für Intarsien oder Möbeltischler geschnitten worden; sie sind mit aus­ drucksvollem mauresken Gerank, Torbogen, auch perspektivischen Innen­ räumen ausgestattet. In der Umrahmung, mitunter auch innen, wurde eine reiche Beschriftung — biblische Sprüche — in überaus wechselnden, höchst dekorativen Typen eingraviert. Sechs verschiedene Fassungen hatte der Meister A.L. selbst in Gebrauch; sie wurden in der Regel wie auf dem palätinischen Einband I V 1108, der für den Kurfürsten Ludwig VI. 1577 als Geschenk T a t . cxvii bestimmt war, in nachgedunkelter Vergoldung auf rotgefärbtem Schweins­ leder gedruckt und von Kandelaber- und Rankenrollen umrahmt (Schwe­ rin Policev Ordnung Rostock 1572. Lüneburg K c 34. Bremen V II 5b 106. Dresden Ling. lat. rec. B 497 und Ling. scand. 51), doch schmücken sie mitunter auch im Blinddruck einen weißen Schweinslederband, von vielen fi­ gürlichen Blinddruckrollen umgeben (Rostock Fc 58. Dresden Mscr. Dresd. C 294). Von den Plattenpressungen, die A. L. mit seinem Monogramm als Ste­ cher gearbeitet und an andere abgegeben hatte, wurden drei verschiedene F a s­ sungen von Dietrich vom Lohe gebraucht (Rostock F l 1156 und Dresden Theol. ev. asc. 177). Aus der großen Werkstatt des Dietrich vom Lohe, der akademischer Buchführer und Verfasser einer Rostocker Chronik war, ging auch der blindgedruckte palatinische Schweinslederband V 1291 hervor, geschmack- Tat. cxvih voll in dem sparsam abgerückten, nur von einer Rolle umrahmten, mittleren Plattenschmuck, vorn mit der Kreuzigung in gedrungenen, etwas plumpen Formen — wir finden ähnliches bei Matz in Königsberg —, auf dem hin­ teren Deckel aber mit der reizvollen Darstellung einer lautenspielenden Frau

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Musica ausgeschmückt, die nach dem Titelholzschnitt des bei Eichhorn in Frankfurt a. d. O. 1573 gedruckten Lautentabulaturbuches geschnitten und von dem Münzschneider und Kupferstecher Frantz Friderich entwor­ fen worden ist (Grimm. Gutenberg Jb . 1956 S. 213). Yon dem gleichen Künstler wurde das ausgezeichnete Porträt des brandenburgischen Kurfürsten Johann Georg von 1571 gefertigt (ebenda S. 211), das die Vorlage für den Plattenschnitt des abgebildeten palatinischen cxvm Einbandes IV 289 abgegeben hat. Der vortrefflich gearbeitete blindgedruck­ te Schweinslederband ist mit den Initialen und dem redenden Wappen — eine schreibende Hand — des Hans Schreiber versehen, der von Haebler mit überzeugenden Gründen als eine selbständige, von dem Wittenberger Hans Schreiber unterschiedene Persönlichkeit (vielleicht sein Sohn?) aufgefasst worden ist. Jedenfalls hatte der in Brandenburg lebende Meister sowohl im Entwurf — mit seiner sparsam gelockerten Verzierung — wie in der begleitenden Evangelisten-Rolle — in umkränzten Ovalen — einen eigenen, von dem Wittenberger Typus deutlich abweichenden Stil gewonnen. Vielleicht wurde auch die geschmackvolle und in ihrem Entwurf individuell gehaltene Rolle wie die Bildnisplatte des Kurfürsten nach einer Vorlage des Frankfurter Stechers Frantz Friderich gearbeitet. Die Rahmenplatte zum­ mindesten, die auf einem anderen brandenburgischen Einband von unbe­ kannter Herkunft ein Kartuschen-Bildnis des Kurfürsten umschließt, ist dem Musiktitel Friderichs von 1568 nachgeschnitten (Grimm, Gutenberg Jb . 1956 S. 212). Der Einband befindet sich in Berlin Ebd Slg 81-98. In gleicher Weise wie der palatinische Einband des Schreiber, mit gleicher Platte und gleicher Rolle, waren noch mehrere Schweinslederbände geschmückt, von denen sich zwei in der Berliner Marienkirche 355 und 306c befanden, jetzt Kriegsver­ lust zwar, aber von Schwenke in seinen Durchreibungen festgehalten, ein weiterer Band aber in die Einbandsammlung Berlin 81 — 97 B gekom­ men ist. Beide Platten des Schreiber wurden mit ganz geringfügigen Än­ derungen noch ein zweites Mal für den brandenburgischen Buchbinder I. F . geschnitten und von diesem vergoldet und mit Lackfarbe erhöht auf meh­ reren festlich geschmückten, braunen Lederbänden gebraucht. Die Einbände werden heute, durch Erbgang an das brandenburgisch-ansbachische Haus gekommen, in der Universitätsbibliothek Erlangen aufbewahrt (Schunke, Brandenburgische Einbände S. 39 ff). Die übrigen vergoldeten Einbände in Brandenburg freilich treten gegenüber den immer vortrefflich gearbei­ teten Blinddruekbänden erheblich zurück, sowohl in der geringeren Qua­ lität des verarbeiteten Schafleders und in der rötlich schimmernden Vergol­ dung, als auch in dem kargen Entwurf: Bildnis und Wappen des Kurfürsten schmücken in der Regel die Mitte, von einer schmalen Rolle oder Randlinie begleitet. In dieser Art, gleichfalls in Schafleder und schlechter Vergoldung und nur mit einem Wappen in der Mitte geschmückt, liegt der Geschenkband des kurfürstlichen Leibarztes Thurneisser an den pfälzischen Hof vor uns Pal. 1 155. Das gut geschnittene Wappen allein, ein Globus mit dem Sinn­ spruch Festina lente, entschädigt für den sonst unansehnlichen Entwurf. Der brandenburgische Adler mit dem Szepter im Brustschild wurde

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mit besonderer Vorliebe zum Schmuck der Einbände an der Universität Frankfurt a. d. Oder gebraucht, meist als Mittelstück in eine große deckel­ füllende Ornamentplatte eingefügt, so auf dem Einband eines G. L. (Bres­ lau U B . Theol. prot. ted. 8° 938. Dresden Theol. ev. asc. 1421 u. a. m.) oder auf dem schönen bei Loubier Abb. 182 abgebildeten Plattenpressungsband eines H. H. In der Palatina sind die heraldischen Zeichen in eine kleine vollmaureske Baute eingefangen und auf einem Steifbroschurband in Bauschei ohne grösseren künstlerischen Anspruch aufgedruckt, IV 637. Adler und Szepter dienen auch der schmalen Medaillonrolle zum Schmuck, die mit der Hausmarke und den Initialen eines Buchbinders S.K . versehen, den schweins­ ledernen Blinddruckband V 1405 umrahmt, der ein Geschenk des Frankfurter Professors für Theologie Schosser an den pfälzischen Superintendenten An­ dreas Stolz umschließt und wahrscheinlich am Wohnort des Geschenk­ gebers, in Frankfurt a. d. Oder, gebunden worden ist. Weitere Einbände des S. K . sind mir nicht begegnet. Durch den Besitzeraufdruck und die handschriftlichen Einträge pomme­ rischer Fürsten ist der Einband um ein geistliches Liederbuch V 1026 in seiner pommerschen Herkunft sichergestellt. Weit stärker noch als auf ei­ nigen der vergoldeten brandenburgischen Bände treten bei diesem Stetti­ ner Band die Züge des provinziell Ungewohnten hervor: die geringe Quali­ tät des Schafleders, die fast völlig verwischte Vergoldung, der ungelenke Schnitt der heimischen Bilderplatten. Selbst die linkisch aneinandergereih­ ten Engelsköpfe oben und unten ergeben mehr den Eindruck volkstümli­ chen Hausgewerbes, als eines einbandkünstlerischen Schmuckes. Man muß sich den Stand dieser pommerschen Golddruck-Bände recht vor Augen führen, um zu ermessen, wie bedeutsam die buchkünstlerische Mission des Herzogs Albrecht von Preußen war, der in seinem Land aus einem ähnlich kargen künstlerischen Boden eine aufblühende fürstliche Einbandkunst hervorgerufen hat. Natürlich kamen für ihn bei seinen biblio­ philen Bestrebungen auch noch andere, politische Gesichtspunkte in B e­ tracht. E s galt, das preußische Ordensland in ein weltliches Herzogtum um­ zuwandeln. Durch die Einführung der Beformation in Preußen wurde eine Festigung des Deutschtums und ein engerer Anschluß an das kulturelle Leben im Beich erreicht. In dem Bilderschmuck der Einbände schien ein besonders geeignetes Mittel geboten, um diese neugewonnenen religiösen und künstlerischen Bildungswerte in weitesten Kreisen zu verbreiten. Die figürlichen Darstellungen auf den Bollen und Platten wirkten unmittelbarer, allgemein verständlicher, als die abstrakten Zeichen des Drucks und der dogmatische, für den Laien oft schwer verständliche Gehalt; auch der Laie fühlte sich in Bildern der Umwelt der Gebildeten in Deutschland einbezo­ gen. Die Großwerkstatt des herzoglichen Buchbinders K aspar Angler besaß mehr als 80 Platten und 63 Bollen, die er in immer wieder wechselnden E n t­ würfen verwendet hat. Das kleine abgebildete Gebetbuch V 1528 von seiner Hand, ein Weihnachtsgeschenk an Jakob Andreä, wie der Eintrag besagt, gibt von der reichen Bildaussage dieses aufnahmebereiten preußischen K ul­ turlandes eine charakteristische Vorstellung. Von den beiden in Königs-

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berg gedruckten Büchern I I 375 und I II 172 ist das zweite in rotem Atlas gebunden und mit mauresken Golddruckplatten bedruckt, wahrscheinlich ein Repräsentationsgeschenk an den pfälzischen Hof; aber auch der erste Band, mit einer modischen Rollwerkplatte bedruckt, abweichend von allen pfälzischen, aber auch Wittenberger Mustern der gleichen Art, dürfte mit großer Wahrscheinlichkeit am Druckort selbst, in Königsberg, gebunden worden sein. Der Nachfolger des K aspar Angler, Wolfgang Artzt, hat derar­ tige Muster oft gebraucht. Mit ähnlich jugendfrischer Aufnahmefähigkeit entwickelte sich die Ein­ bandkunst im mittleren Osten, in Schlesien, Böhmen und Mähren. J a , die Saat wuchs hier umso reicher empor, weil sie bereits auf einen traditionell vorbereiteten Kulturboden fiel. Schon um die Jahrhundertwende (15. zum 16. Jh .) bildete sich unter den Buchbindern in Breslau und Krakau, die un­ ter dem Eindruck der Wiener Frührenaissance-Bände und der Auseinander­ setzung mit der corvinischen Kunst früh schon zur Benutzung mauresker Stempelformen und zu der Technik der Handvergoldung übergegangen waren, ein überaus eigenartiger und selbständiger Stil. Die polnische Chro­ nik, die Gasser während seiner Studien in Leipzig erwarb, ist in Breslau von einem Buchbinder H. B . in den 20er Jahren bereits gebunden worden. E s ist derselbe Meister H. B., der die zahlreichen Einbände für den Breslauer Reformator Johann Hess, die mit der Oelser Sammlung nach Dresden ge­ kommen sind, gebunden hat, auffallend durch den frühen Gebrauch einer Rauschelvergoldung und gekennzeichnet durch die große runde Wappen­ platte des Reformators auf dem vorderen Deckel z. B. Dresden Patr. Graec. 227 a. Der palatinische Einband I I 493 dürfte zu den frühesten Arbeiten des H. B . gehört haben; die altertümliche Schotenrolle in der Umrahmung findet sich auf seinen späteren Bänden nicht mehr vor. Und auch in der mittleren Verzierung — drei rhombische Knospenstempel spätgotischen Charakters untereinander, rauscheivergoldet — verrät sich noch eine gewisse Abhängigkeit von dem Vorbild eines älteren Breslauer Meisters, der für den Bischof Johannes Thurzo die Einbände mit einer Reihe rhombischer Wappenstempel in der Mitte ausgeschmückt hat (Warmbrunn G 585 geb. 1505. Dresden Ine. 11 geb. 1508. Liegnitz KirchenB. 631 geb. 1512). Der zweite palatinische Band aus Breslau V 1948 umschließt ein Widmungsge­ dicht des Moibanus an den Breslauer Bischof Balthasar und ist unmittel­ bar nach dem Erscheinen 1541 gebunden worden. Auch für Moibanus hatte der Meister H. B. mitunter die Einbände gearbeitet, so den schönen In­ schriftenband aus dem Jahre 1521, der in der Art der Arma-Hessicabände in der Mitte mit dem runden Superexlibris des Moibanus ausgeschmückt ist (Schunke, Gutenberg-Jb. 1942/43 S. 440). Aber der festliche Palatina-Band um das Widmungsgedicht stammt nicht von seiner Hand. Weder die beiden Rollen, vortreffliche und wahrscheinlich von einem Krakauer Stecher bezogene Schnitte, noch die Platte gehören zu seinem Material. E s ist möglich, dass der Einband von einem Schüler des H. B. gearbeitet wurde. Denn darüber kann kein Zweifel sein, daß er in Breslau entstand. Beide Rollen finden sich noch einmal auf einem Dresdner Einband Lit. Graec. B 604 vor, dessen Deckel

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oben durch einen Titelaufdruck in drei stetig abgestuften Zeilen und einem kraftvollen Antiqua-Druck ausgezeichnet ist. Dies war Breslauer Brauch. In Österreich und Böhmen schob man den dreizeiligen Titel blockartig ge­ schlossen zwischen die beiden seitlichen Bollen ein; in Krakau fielen die Drucktypen bei ähnlich gestufter Anordnung zierlicher aus. Auch die Bil­ derplatte vorn spricht für eine Breslauer Provenienz. Die Darstellung der Caritas, fern von allen routinierten Schematen, schließt sich einer bestimm­ ten graphischen Vorlage (man möchte an Pencz denken) an; die Gestalt ist mit breiten, fülligen Strichen in einen weiten Torbogen — wie auf allen Breslauer Platten — gestellt. Sowohl die eigenartige Wahl des Motives wie der leider allzu flächige Schnitt, auf dem die Zeichnung fast nicht mehr zu erkennen ist, sind charakteristisch für diesen wie für alle Bände in Ostdeutsch­ land. Und auch das ist charakteristisch für sie, daß die Verwendung von Gold und Plattenschmuck allein dem vorderen Deckel Vorbehalten bleibt, während der Bückendeckel nur blind mit senkrechten Streifen in der Mitte ausgeschmückt ist. Der dritte palatinische Band, ein Kalenderbuch von 1567 aus privatem Besitz Cod. Pal. lat. 2018, zeigt die Breslauer Einbandkunst des 16. Jah r­ hunderts in ihrer letzten Entwicklung. Eine Neigung zu manieristischer Häufung, ein Überwuchern des barocken Beiwerks über die figürliche Darstel­ lung fällt auf. Zwei verschieden geformte Platten werden ohne formalen und inhaltlichen Bezug kühn untereinander gebaut, von großen, streumuster­ artig verteilten Stempeln umgeben. Dicke Mauresken — es gibt einen charakteristischen, ostdeutschen Maureskenstil — in rötlich schimmerndem Gold aufgedruckt, drängen die äußerste Blinddruckrolle zur Bedeutungs­ losigkeit herab. Etwas ausgesprochen Verwildertes lebt in diesem späten ostdeutschen Stil. Auch die Technik verwuchert. Die Zeit der großen Blüte war vorbei; sie hatte ein volles Jahrhundert hindurch Werke vortrefflicher Eigenart geschenkt. Die Krakauer Buchbindekunst stand in engem Austauch mit Breslau und Wien. Jene Evangelisten-Halbfigurenrolle, von einem Straßburger Stecher in den 20er Jahren entworfen (Kap. 2), hatte in Wien und Breslau eine charakteristische Weiterbildung gefunden. Sie ging als fester Bestand in das Werkstatt-Material der zahlreichen Krakauer Meister ein. Aus der Zeit des protestantenfreundlichen Königs August Sigismund von Polen ist der braune Lederband I I 526 in die Palatina gekommen, mit umrahmenden und senkrechten Bollen in blindem Druck, Titel und Bindejahr 1546 in Quer­ streifen oben und unten rauscheivergoldet. Auch die mittlern Tierstempel, z. B. ein Käuzchen, sind vergoldet. Das Käuzchen ist das Abzeichen der Prager Buchbinderfamilie der Neidei z. B. auf der Bolle des Conrad Neidei. E s ist möglich, daß wir in diesem Krakauer Meister mit dem Käuzchenstempel einen Vertreter der weitverbreiteten Buchbinderfamilie der Neidei vor uns sehen. Zwei weitere Einbände von ihm, 1541 und c. 1548 gebunden, sind mir in Krakau Inc. 1012 und Bautzen Tn 11 in die Hand gekommen. Die Einbände sind vortrefflich exakt gebunden und können dafür bestätigend sein, daß der Meister aus einer alten deutschen Buchbinder-Tradition hervorgegangen ist. 12 ( 216)

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

11. K a pit el D ie Bibliothelc U lrich F u g g e rs. Ih re Entstehung

Die Einbände, die bisher besprochen waren, standen fast alle in einer unmittelbaren Beziehung zu dem pfälzischen Hof oder der Universität Heidelberg; sie waren zugewachsenes Gut der palatinischen Landbibliothek. Bei der grossen Gruppe der Augsburger Einbände dagegen haben wir es vorwiegend, ja fast ausschliesslich mit Einbänden zu tun, die erst mit der Bibliothek Ulrich Fuggers nach Heidelberg gekommen sind. Auch viele der ausländischen, besonders aber die Genfer Einbände, gehen auf seine Schen­ kung an die Palatina zurück. Um dieses einheitlichen Bezuges willen mag es gerechtfertigt erscheinen, diese Einbandgruppen als Zeugnisse von Ul­ rich Fuggers Bibliophilie für sich zu betrachten. Ulrich Fugger wurde 1526 als vierter Sohn des Baimund Fugger ge­ boren. Sein Vater, ein Neffe Jacobs des Beichen, war frühzeitig schon von der aktiven Teilnahme an der berühmten Handelsfirma zurückgetreten und zu einer mehr nutzniessenden, auf breiteste Basis gestellten und von künstle­ rischen und literarischen Unternehmungen belebten Lebensführung über­ gegangen. Die Mutter stammte aus der Bergwerksmagnatenfamilie der Thurzo, die wirtschaftlich wie kirchlich den mitteleuropäischen Osten beherrsch­ te; Vertreter derselben lebten als Bischöfe in Breslau, Olmütz, Grosswar­ dein. Leidend, gab sie ihrem vierten Sohn Ulrich die verhängnisvolle Krank­ heit (Epilepsie) mit auf den Weg; auch der fünfte Sohn war Zeit seines Lebens kränklich. In dem Stadthaus in Augsburg und auf den schwäbi­ schen Gütern wuchsen die Geschwister auf, in grösseren Altersabständen gleichwohl und von den beiden Ältesten, Johann Jakob und Georg, bald überflügelt. Als Baimund Fugger 1535 starb, war Ulrich erst neunjährig, während seine älteren Brüder schon ihre Bildungsreise nach Frankreich und Italien begonnen hatten. Die Fürsorge des Vaters hatte ihnen die künftige Laufbahn vorgezeichnet. Johann Jakob kam als Edelknappe und Mitschüler der kaiserlichen Prinzen an den habsburgischen Hof nach Wien, Vorschule für seine künftige diplomatische Tätigkeit. Georg und Christoph waren für den Handel bestimmt; Georg entzog sich demselben bald; Christoph, vorwiegend in Spanien eingesetzt, blieb eine längere Zeit; er galt, unver­ heiratet wie die beiden jüngsten, als der reichste der Fuggerbrüder. Ulrich, zum Geistlichen bestimmt, schien durch seine wissenschaftlichen Neigungen für diese Laufbahn vor allem geeignet zu sein. Durch den Beichtum des Elternhauses in gesellschaftlichem Abstand zu seiner Umwelt gehalten, von Hofmeister und Präceptor vorsorglich gelenkt, zu einer gewissen Ver­ borgenheit schon durch sein Leiden verpflichtet, wuchs er mehr und mehr in eine isolierte und eigenbrötlerische Stellung hinein. Sein Leben vollzog sich wie hinter vielen Kulissen, undurchsichtig, unpersönlich und nur von

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

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gelegentlich ausbrechenden Zügen einer zähen Hartnäckigkeit durch­ pulst. In Zeiten, in denen alles auf eine freie Entfaltung und Sichtbarmachung der eigenen Persönlichkeit drängte, fiel seine Zurückhaltung doppelt be­ fremdend auf. Das Gerücht konnte aufkommen, er sei geistig nicht gesund: unbegründet durchaus. E r war nur im erweiterten Sinne der Renaissance, etwa der Melancholia Dürers, ein «homo singularis melancholicus». Sein Bild, im Holzschnitt des Dominicus Custos festgehalten, zeigt einen grossen breit­ schultrigen, ausnehmend schönen Mann, in festlich prunkendem Gewand, aber mit einem merkwürdig toten Blick. Reichtum und Schönheit waren für ihn des Einsatzes nicht wert. E r hatte es selbst ausgesprochen, dass ihm «nullos chariores esse the­ sauros quam libri». Die Berichte der Zeitgenossen heben es hervor, dass er dem Studium der Bücher bis tief in die Nacht ergeben war. In grosszügiger Freigebigkeit setzte er sich für die Förderung der Wissenschaft ein, ein «homo generosus», Grandseigneur, wie ihn Gasser nennt. Aber er pflegte die Wissenschaft auch selbst und erwies sich als Schirmherr für beide, patro­ nus literarum et literatorum. Gleichwohl hielt er sich auch auf diesem ihm vertrauten Gebiet ganz zurück; er veröffentlichte nichts, er trat mit seiner Bibliophilie repräsentativ nie . hervor. Jene unmittelbare Verbindung zwi­ schen Mensch und Buch, die sich als besonderer Reiz in dem individuellen Schmuck der Renaissance-Einbände widerspiegelt, ist bei ihm nicht in Erschei­ nung getreten, weil .seine Persönlichkeit überhaupt nicht im Spiele stand. Die Einbände U lrichFuggers schweigen sich aus wie er selbst; wo sie fest­ lich aufprunken, stammten sie aus dem Genfer Freundeskreis. Immerhin sind sie noch die nächsten, die von dem Schweigsamsten aller Schweig­ samen Kunde geben könnten. Aus der Verschlossenheit ihrer Aussage heben sich die Umrisse seines Wesens andeutend hervor. Als eines der frühesten Bücher aus Ulrichs Bibliothek dürfte vielleicht das kleine Eichstädter Breviarium Membr. IV 13 anzusehen sein. E s ist in Ingolstadt gebunden worden und kann als Bestätigung dafür dienen, dass Ulrich zunächst wie seine älteren Brüder in der benachbarten Univer­ sität Ingolstadt mit seinem Präceptor Wohnung nahm, noch nicht als Stu­ dent eingetragen, sondern zunächst nur Scholar. Das Buch ist in Holzdeckel gebunden und in altertümlicher Form mit Schliessen und Beschlägen ver­ sehen. Die Deckel, mit dunkelbraunem Leder überzogen, sind von zwei Or­ namentleisten blind umrahmt und in der Mitte nur mit Streicheisenlinien bedeckt. Die schönen Beschläge legten dem Buchbinder ersichtlich eine gewisse Reserve auf. In die Ornamentleisten sind Phönix und Eule, die akademischen Vögel, einbeschrieben; sie kennzeichnen den Buchbinder als Angehörigen der Universität. Er hat für Johannes Eck, die bedeutsamste Persönlichkeit an der Universität, die Geschenkbände eingebunden. Zwei von ihnen, an Clemens VII. mit dem eingemalten Papstwappen 1534 über­ geben, befinden sich in der Vatikanbibliothek R. I. III. 245 A und B; ein Tai. anderer Geschenkband, dem Erzbischof von Trier gewidmet, wird in der Trierer Stadtbibliothek verwahrt (Eck, Christlicher vnderricht. Ingolstadt 1533), ein dritter ist nach Eichstädt gekommen D II 791. Allen diesen Ge-

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schenkbänden gemeinsam ist ein gewisser eigenwilliger Zug, der für die Ingolstädter Einbandkunst überhaupt kennzeichnend ist. In den Quer­ streifen werden die gotischen Eautenranken kühn überkreuzt, in der Mitte ballen sich die gefiederten Blütenstempel oder die übereinandergetürmten mauresken Eautenplatten, von einem frühen, überraschend reinen italieni­ schen Stil. Die Umrahmung ist blind, die Mitte in bester Vergoldung ausge­ führt. Den Arbeiten des Eck-Buchbinders sehr ähnlich, doch mit anderen Bollen und Platten ausgeführt, ist der Einband um eine Sammlung von Streitschriften des Cochläus, die zunächst im Collegium de Propaganda fide, jetzt in der Sondersammlung der Vatikanbibliothek aufbewahrt wird. Auch hier eine blinde Umrahmung und in der Mitte, gut vergoldet, ein maureskes, ausgesprochen italienisches Eautenmotiv. Das Bändchen, viel­ leicht von einem Schüler des Eck-Meisters, sicherlich aber in Ingolstadt gebunden, kann den Büchern des jungen Ulrich Fugger nur bedingt zuge­ sprochen werden. Mit umso grösserer Sicherheit lassen sich die Bücher bestimmen, die sich Fugger während seiner Studienjahre in Italien erwarb. Die Studienbi­ bliothek in Salzburg F. I. 600 verwahrt eine Erstausgabe von Vidas Christiados über 1535, deren Einband den Namen Ulrich Fuggers und die E r­ werbung Bononiae 1543 im Aufdruck zeigt; ein Beweis, dass Fugger bereits in diesem Jahre als siebzehnjähriger zum Studium in Bologna eingetroffen war. Die Eintragung in die Matrikel der Deutschen Nation dagegen erfolgte für ihn und seinen Präceptor Ludovicus Carinus erst im kommenden Jah r 1544; und auch aus diesem Jah r liegt ein Bologneser Einband mit Ulrichs Namensaufdruck vor, der ursprünglich der Palatina angehörend, jetzt bei Taf. cxxxiv den Pergamentdrucken der Vatikanbibliothek Membr. V 6 aufbewarht wird und eine Aldinenausgabe der Werke des Lucian 1502 umschliesst. E s ist möglich, dass dieses Buch dem jungen Fugger als Textunterlage bei den Vorlesungen des Sebastiano Corrado gedient hat, der in diesem Jah r den berühmten ciceronianischen Stilisten Eomolo Amaseo abgelöst hatte — dieser wurde in die Kanzlei Pauls III. Farnese nach Eom abberufen — und eine neue mehr die Literatur und die kulturelle Umwelt berücksichtigende Vortragsweise einzuführen begann. Das dritte Buch, das sich Fugger in BoTai. cxxxv logna binden liess, ist eine lateinische Bibel im Grossfolioformat S. 22, ein Züricher Druck. Der Einband wurde mit seinem Namen, dem Datum 1545 und einer Eeihe biblischer Sprüche im Lorbeerkranz zwischen der reichen Stempelverzierung ausgezeichnet. Mit diesen drei reich vergoldeten Bänden öffnete sich für Fugger eine neue Welt. Man könnte sich mit Fug fragen, ob es der Einfluss seines neuen Mentors Ludwig Carinus (Kiel) war, der sie ihm erschloss. Carinus, bereits bejahrt, war als Schüler des Erasmus sehr geschätzt, vor allem von Anton Fugger, dem Chef des Hauses — wie gern hätte er Erasmus selbst nach Augsburg gezogen! — E r vertraute dem Carinus später auch seine eigenen Söhne Marx und Hans Fugger auf ihren Studienreisen an. Schweizer von Geburt und Canonicus in Beromünster, hatte sich Carinus als Sekretär bei Capito in Mainz und als Pädagog in den Gymnasien von Frankfurt am Main

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und Marburg vielseitig bewährt, ehe er seine grossen Reisen als Studienbe­ gleiter junger Adeliger und Patrizier nach Frankreich und Italien unter­ nahm. Die Gelehrten schätzten ihn wegen der zahlreichen Beziehungen, die er besass und die er als Vermittler zwischen den Verlegern und den Geld­ gebern, namentlich den Fugger, zum besten der Wissenschaftler selbstlos verwertet hat. E r leitete auch einen grösseren Bücherankauf für Anton Fugger ein, als er 1546 ein Summissariat am St. Thomasstift in Strassburg übernahm, und besass selbst eine kleine Bücherei, die nach seinem Tod 1569 in den Besitz eines Fugger, wahrscheinlich an einen der Antonssöhne, überging. Aber gerade im Hinblick auf diese bescheidene Bücherei wird es klar, dass die in Bologna gewonnene bibliophile Offenbarung nicht von seiten des älteren Gelehrten ausgegangen ist. Hier sprach der Einfluss einer jüngeren Generation. Unter den Studenten der Deutschen Nation in Bologna, die eine Elite der deutschen Jugend, durch Intelligenz, Geburts- oder Geldadel ausge­ zeichnet, umschloss, sah sich Ulrich Fugger zum ersten Mai einer grösseren Gemeinschaft Gleichaltriger und Gleichgestellter einbezogen. In ihrem Kreis wurden ihm die Tendenzen der Zeit, eine kosmopolitische Humani­ tät und die freie Entfaltung der eigenen Persönlichkeit, unmittelbar und lebendig vor Augen geführt. Bildung und Originalität begegneten sich in einer freudig aufprunkenden Bibliophilie. Der kühne Vorkämpfer eines individuellen Einbandstiles Niklas von Ebeleben, war gerade in dieser Zeit zum procurator der deutschen Nation ernannt und wirkte mit seinen ge­ pflegten Einbänden auf die jungen Studenten beispielhaft, unterstützt von seinem Vetter und bibliophilen Gesinnungsgenossen Damian von Pflugk, der ein Jah r vorher in den Vorsitz der Studentenschaft gewählt worden war. Wie viele der Studenten, die mit Fugger in Bologna studierten, nahmen die Verpflichtung einer intensiven Pflege des Buchs und der Wissenschaft als wichtigsten Ertrag ihrer italienischen Studienzeit in die Heimat mit! E ras­ mus Neustetter legte sich in Comburg eine Stiftsbibliothek an, die das höch­ ste Lob eines bibliographischen Kenners wie Gessner gewann; er stiftete der Universität Würzburg ein Legat zum Ankauf von Büchern für unbemit­ telte Studenten. Caspar von Nidpruck, Schwager des Sleidan, nützte seine Stellung am kaiserlichen Hof in Wien zu einer tatkräftigen Förderung der Gelehrten und ihrer Veröffentlichungen aus. Martin von Schaumburg, der immer wieder ausgleichende Begleiter des Augsburger Bischofs Otto von Truchsess, besass selbst eine gepflegte Bücherei, durch sein farbiges Wap­ pen als Superexlibris ausgezeichnet. Nicht anders Urban von Trenbach, später Bischof in Passau, der sich als singularis patronus der Wissenschaften erwies; ihnen allen wurden die gemeinsamen bologneser Studienjahre zum wichtigsten Ansporn für ihre spätere Bibliophilie. Nikolaus von Ebeleben hatte mit seinen Einbänden einen eigenwilligen, sehr individuellen Stil heraufbeschworen. Die Pappdeckel, mit bestem Le­ der überzogen, sind von einem dichten, vielfältig gebrochenen Bandwerk­ netz mit verstreuten Stempeln dazwischen bedeckt, in der Mitte aber mit den ausführlichen Angaben von Titel, Besitzer, Ort und Bindejahr verse­ hen, die den persönlichen Charakter des Entwurfes noch bestärken, ein be-

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

liebter Brauch auf den deutschen Studentenbüchern der Zeit, aber nur selten in dieser Ausführlichkeit angewandt. Das eigenartig abstrakte, etwas sperrige Bandgeflecht verband Elemente des maurisch-spanischen Kno­ tenwerks mit Anklängen an das deutsche spätgotische Bautengerüst und an Vorlagen aus den neuesten Musterbüchern, wie sie die berühmte Zunft der Bologneser Kunsttischler bei ihren Einlegarbeiten zu verwenden pflegte. Der Buchbinder, dem diese an Spannungen reiche Synthese gelang, gehörte dem Verband der deutschen Nation in Bologna an und dürfte vielleicht mit jenem Georgius identisch sein, der 1542 als neuer Pedell und Buchführer angenommen wurde. Seine Bandwerkeinbände leiteten eine ganze Epoche ähnlicher Entwürfe in Perugia, Bom und Venedig ein. In Bologna hat er noch eine grössere Anzahl von Einbänden für Damian Pflugk gearbeitet; auch Ulrich Fugger hat sich bei ihm einen Einband mit dem Bandwerkmuster, den oben erwähnten Salzburger Band, bestellt. Aber er blieb nicht bei diesem Entwurf. Schon der Einband von 1544 mit den Werken des Lucian bietet, obwohl von dem gleichen Buchbinder geliefert, ein anderes Bild. Anstelle des Bandwerkgeschlinges ist ein dichtes Netz mauresker Banken getreten; ihr zierliches Filigran deckt die ganze Deckelfläche zu, nur am Band von einigen Streifen umfasst. E s war eine weniger abstrakte, mehr gegenständliche Dekoration. Auch Pflugk hatte sich auf seinen letzten Bänden dieser natürlicheren Ausdrucksweise zuge­ wandt; Ebeleben selbst besass unter seinen Büchern, wenn auch nur wider­ strebend, vereinzelte Proben dieses Stils. In der Wahl dieses zweiten Einbandtypes äusserte sich bei Ulrich Fugger ein selbständiger Entschluss. Das von Ebeleben so sehr propagandierte Bandwerk war ihm zu extravagant. Er fühlte sich in dieser Einstellung verstärkt durch einen anderen Buchbinder in der Stadt, der vorwiegend die geistlichen Kreise belieferte und durch den schönen Einband um das Zunftbuch der falegnami als Meister der Kunst­ tischlerakten bezeichnet wird (Bologna Bibi. Com. Mscr. B 1256). Der E n t­ wurf, den er für die Fuggersche Prachtbibel arbeitete, ist den mauresken Einbänden des Ebeleben-Meisters stilverwandt. Auch die Stempel sind sich sehr ähnlich und ersichtlich von dem gleichen Stecher in Bologna bezogen, aber der Gesamteindruck ist, verglichen mit den deutschen Studentenbü­ chern, ein anderer geworden. Zwar überzieht auch der Bologneser Binder die ganze Fläche mit dichtem Bankenwerk, aber alles ist stärker umgrenzt, in grösseren Abständen gehalten, die Flächenmuster der Mitte und des Bahmens stehen zueinander im Gleichgewicht. Kein flutendes Ineinander­ übergehen wie auf den deutschen Einbänden. Von anderen Einbänden des Meisters ist eine Schrift gegen die Lutheraner in die Stadtbibliothek von Bologna Bibi. Com. 16 Q X V 66 gekommen; zwei weitere Einbände mit dem Aufdruck F(rater?) Hip. Ub. V. werden in Padua Mus. Civ. C 1286/87 verwahrt. Auch dem Kardinal Banuccio Farnese (de Marinis Farnese 16) hat der Meister der Kunsttischlerakten einen Prachtband während seiner Studien in Bologna gearbeitet. Ein zweiter Einband um das Züricher B i­ belbuch, fast genau mit dem Fuggerschen übereinstimmend, ist bei De Marinis La Legatura in Italia II Taf. 229 abgebildet worden.

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Gerade im Hinblick auf diesen streng klerikalen Kundenkreis fällt es doppelt auf, dass unter den lateinischen Sprüchen, die auf Fuggers Bibel­ einband von Lorbeerkränzen umgeben in das ßankenwerk eingefügt sind, der protestantische Kampfruf: Verbum domini manet in eternum erscheint; er war gerade zu dieser Zeit auf die Fahnen der Augsburger protestanti­ schen Hilfstruppen geschrieben, die man für den Schmalkaldischen Bund aufgestellt hatte. In diesen kämpferischen Zeiten waren die Gemüter in Deutschland gegenüber solchen schlagwortartigen Sprüchen sehr empfindlich geworden. Wenn dies in Bologna nicht der Fall war, zeigt es nur an, wie sehr man im Ausland noch dem Widerstreit der religiösen Meinungen fern­ gerückt war. Die deutsche Nation in Bologna umfasste protestantisch wie katholisch Gesinnte. E rst bei der Rückkehr nach Deutschland erfolgte der bindende Entscheid. Ebeleben und Pflugk, ursprünglich Domherren, traten in den diplomatischen Dienst, ein Vetter von ihnen fiel im protestantischen Heer. Der süddeutsche Adel fand sich eher in den Reihen der Gegenrefor­ mation; einer der Studiengenossen, Johannes von Planta, büßte die zu lei­ denschaftlich durchgeführte Rekatholisierung in Graubünden mit dem Tod. Was die paritätische deutsche Studentenschaft in Bologna noch immer zu einer wirksamen Einheit zusammenschloss, war die Hingabe an ein klas­ sisches, humanistisches Jdeal, das an der Universität noch unvermindert in Wirkung stand. Man fühlte sich einem geistigen Kosmos einbezogen und fand auch eine eigene Sprache für den Zauber dieser in sich abgeschlossenen Welt. In der Beherrschung der griechischen Sprache schien der Zugang zu ihr am besten gewährleistet zu sein. E rst vor einem Jah r war einer der besten Grä­ zisten der Zeit, der Niederländer Arlenius, vorübergehend nach Bologna ge­ kommen; man hatte ihn ehrenvoll zum Procurator der deutschen Nation ernannt. Er war inzwischen nach Florenz als gelehrter Berater des Druckers Torrentinus berufen worden und stellte im Auftrag des spanisch-deutschen Gesandten Hurtado de Mendoza eine weithin berühmte Bibliothek von griechi­ schen Handschriften und Drucken zusammen. Aber auch für die anderen deut­ schen Studenten galt das Studium der griechischen Sprache als höchstes Ziel. Ebeleben und Pflugk hatten schon in ihrem ersten Auslandsemester in Paris mit dem Studium des Griechischen begonnen. Mit Stolz fügten sie ihrem Eintrag in die Akten der deutschen Nation in Bologna einige grie­ chische Ausdrücke hinzu. Aber es blieb für sie bei diesem mehr modisch bedingten Versuch. Wie viel mehr musste der Gedanke, in diese verborgene Welt einzudringen, dem in sich gekehrten und verschlossenen Wesen Fug­ gers entsprechend sein! Das Interesse am Griechischen, das sein ganzes Leben erfüllen sollte, wurde hier in Bologna zuerst erweckt. Man hätte annehmen können, dass die beiden grossen Erlebnisse aus Bologna, die Begegnung mit dem Griechischen und die Forderung einer weit aufgetanen Urbanität gegenüber den Büchern und der Wissenschaft in Rom eine weitere Steigerung finden würde. Aber wir haben keine Anhalts­ punkte dafür. Papst Paul III. Farnese hatte Ulrich Fugger zum päpstli­ chen Kämmerer ernannt.Wahrscheinlich erfolgte dieser ehrenvolle Akt bei einem persönlichen Besuch Fuggers in Rom, und sehr wahrscheinlich

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wurde derselbe nach Abschluss seiner bologneser Studienzeit 1543-45 vor­ genommen. Die Fugger besassen in Rom von jeher eine eigene Faktorei, die sich in unmittelbarer Nähe zu dem päpstlichen Rechnungshof, der Zecca, befand. Seit 1499 waren sie mercatores (Bankiers) der Kurie; die kirchlichen Gelder (Palliengelder) wurden per manus de Fucker bezahlt. Die Verwal­ tung dieser päpstlichen Gelder unterstand einem Generalthesaurar, dem sieben clerici camerae zur Seite gestellt waren. Wenn auch Ulrich Fugger zu einem solchen päpstlichen Kämmerer ernannt wurde, dürfte dies weni­ ger als Amt denn als ehrende Bezeichnung für einen Vertreter des Fuggerschen Bankhauses anzusehen sein. Auch sein Onkel Anton, ein Laie, war bei einem Besuch in Rom 1530 durch die Ernennung zum päpstlichen Ritter, Hof- und Pfalzgrafen ausgezeichnet worden. Aber die Anwesenheit des gewiegten Kaufherren mochte der Kurie von grösserer praktischer B e­ deutung gewesen sein als der Besuch des jungen Ulrich Fugger. Jedenfalls ist über seinen Aufenthalt in Rom nichts bekannt; keinerlei Hinweise, die auf eine politische oder finanzielle Verhandlung mit der Kurie — so wichtig unmittelbar vor dem Ausbruch des Schmalkaldener Krieges! — schliessen liessen. E r gewann scheinbar keine nähere Fühlung mit dem Vatikan, keine Verbindung mit dem illustren Kreis von Gelehrten und Künstlern, die sich um den Hof des Farnese-Papstes scharten; und auch sein Mentor Carinus scheint nicht der Mann gewesen zu sein, sich wie Georg Fabricius, der ge­ lehrte Begleiter von Wolfgang von Werthern, durch seine archäologischen Arbeiten in den Blickpunkt des wissenschaftlichen Interesses zu rücken. Von Ulrich Fuggers Bruder Johann Jakob wurde gesagt, dass er dem berühm­ ten wissenschaftlichen Gremium des Kardinals Alexander Farnese in Caprarola angehört habe; es war nur ein Wunsch und nicht Wirklichkeit. Aber von Ulrich Fugger ist nicht einmal der Wunsch, diesem Kreis näherzutre­ ten, bekannt. Nicht, dass er zu jung dafür gewesen wäre. Zwei Jahre später kam ein gleichaltriger, neunzehnjährig, nach Rom: Heinrich, der Sohn des berühmten Druckers Stephanus. Was bedeutete für ihn die Begegnung mit dem römischen Gelehrtenkreis! Er wusste das Interesse des Kardinals Sirlet zu gewinnen, der ihn den reichen Schatz unveröffentlichter Handschrif­ tenbestände einsehen liess, damit er sie bei seinen wissenschaftlichen Ausga­ ben verwerten konnte. Er schöpfte aus den reichsten, den urtümlichsten Quellen, hier wie auf seinen Reisen in Neapel, Florenz, Padua und Venedig und gewann alle anregend und angeregt durch den hinreissenden Schwung seiner wissenschaftlichen Forschungstätigkeit. Für Ulrich Fugger war die Beschäftigung mit den Handschriften bei seinem römischen Aufenthalt noch ein unbekanntes Gebiet. Nur einige ge­ druckte Bücher dürften in dieser Zeit in seine Hände gekommen sein: ein Pontificale, Florenz 1510 Pal. I 223, ein griechischer Bibeldruck, Venedig 1518 Stamp. Barb. CCCVI 19 und der Inkunabeldruck des Petrus de Crescentiis, der den Eintrag der Fuggerbibliothek trägt, Vat. Inc. III 307. Die Bücher sind in zwei verschiedenen, für den päpstlichen Hof arbeitenden Werk­ stätten gebunden. Von einem älteren Meister stammt der prunkvolle Pontificale-Einband, in stumpfbraunes Leder gebunden und in nachgedunkel-

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ter Vergoldung reich mit Bordürenstreifen aus Einzelstempeln geschmückt. Sie sind in typisch römischer Weise in vielen Querstreifen oben und unten angeordnet und schieben das Mittelfeld fast zu einem reinen Quadrat zusam­ men. Rhombische und rechteckige Linien füllen dasselbe mit einem stern­ förmigen Liniengerüst, dem ein strahlenförmiger Kranz einbeschrieben ist. In der äusseren Umrahmung — auch dies ein charakteristisch römischer Zug — sind die Rankenstempel nicht neben, sondern übereinander zu breit ausfüllenden Streifen abgedruckt. Das Buch dürfte von dem Meister Leos X . gebunden worden sein. Die Kettenbordüre findet sich erneut auf einem Bembo-Einband aus Privatbesitz (Rossi im Dedalo I I I S. 377). Die Blütenranke hier ist die gleiche, die den Einband mit Leos X . Emblemen bei De Marinis 168 und auf der AldineI3d aus der Vatibanbibliothek schmückt, beide am äusseren Rand von Bordürenstempeln mit dem Eselsrücken um­ rahmt. Diese Bordüre nun begegnet uns noch häufig z. B . Rom Bibi. K at. 70. 2 E 1 und auf dem vatikanischen Plato-Einband Aldine I 27, beide mit mauresken Viertelkreisecken verschilften, die den charakteristischen Schmuck auf einem kleinen Bändchen der Bologneser Biblioteca Comunale 16 P I I 15 und auf dem Einband Pal. I I 367 bilden. Trotz der Palatinanummer stammt dieser letzte Band nicht aus Ulrich Fuggers Bibliothek und überhaupt nicht aus dem palatinischen Bestand; er gehörte dem Fondo Vaticano an und ist erst in neuerer Zeit in die Palatina eingereiht worden. Palmwedel und Lor­ beerzweig bei De Marinis 168 wiederholen sich auf einem Geschenkband des Stopius an Leo X . Vat. R. I I V 1796. Dass sich so viele Einbände des Meisters in Rom finden, erklärt sich durch die offizielle Stellung, die er als Buchbinder Leos X . eingenommen hat. Auch der Pontificale Band P al. I 223 war urs­ prünglich wahrscheinlich für den Vatikan bestimmt und dürfte Ulrich Fugger bei seinem Besuche als Repräsentationsgeschenk überreicht worden sein. Die beiden anderen Bücher dagegen gingen auf eine eigene Erwerbung Fuggers zurück und waren in einer jüngeren päpstüchen Werkstatt gearbei­ tet. Die griechische Bibel Stump. Barb. CCC VI 19 ist in dicke Holzdeckel mit zwei Riemenschliessen gebunden. Der glatte gewölbte Rücken hat ein erhöhtes, auf die Kanten übergreifendes Kapital « alla greca turchino». Die Verzierung auf dem hellbraunen stumpfen Maroquin ist blind ausgeführt. Aus dem vorderen Deckel oben ist eine rechteckige Vertiefung ausgestemmt, in die das Titelschild, auf Pergament geschrieben, eingelassen werden sollte, ein charakteristischer Brauch, der uns auf den Einbänden der Vatikanbi­ bliothek des öfteren begegnet z. B. auf dem Einband Membr. I 4/5, den der Leo-Meister gebunden hat. Der Inkunabeldruck de Orescentiis Inc. I II 307 ist in dasselbe Leder, aber über Pappdeckel mit dreiseitigem roten Band­ verschluss gebunden und mit den gleichen mittleren Stempelgruppen, aber einem abweichenden Bordürenrahmen blind geschmückt. In dieser Art sind eine ganze Reihe ähnlicher Einbände von dem Buchbinder um die Jah r­ hundertmitte gearbeitet worden. Als Heinrich Scrimger einige Jahre später nach Rom kam, hat er für Ulrich Fugger noch mehrere Bände von ihm auf­ gekauft: eine Ausgabe des Philo Judaeus von 1554 R. I I 338 und die beiden Folgen der Werke des Titus Flavius Clemens Alexandrinus 1550

Tat.

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und 1551, die teils in der Palatina 1 193, teils in der Sondersammlung R. 1 1 344 verwahrt werden. Der Buchbinder, der diese und zahlreiche Vatikaneinbände gearbeitet hat, dürfte nach einem Geschenk des Beroaldus an Papst Clemens VII. von 1530 (B. I IV 1729) als Beroaldus-Meister zu bezeichnen sein. Seine Entwürfe und Stempel verraten den Einfluss des oberitalienischen Stiles (Bologna, Florenz). In der Vatikanbibliothek ist er mit zahlreichen Beispielen vertreten: R. I IV 841 und 1795. E . I II 401. R. G. SS. Patri I I 73. Stamp. Barb. CCC V 17. Seine späteren Arbeiten, für den FarnesePapst Paul H I. R. I I I 391 und IV 1669 bestimmt, nehmen das Streu­ muster der französischen Königsbände — sehr reizvoll gewandelt — in die italienische Einbandkunst auf: R. I I V 814 und 1666. Der dreieckige maureske Eckstempel ging später in den Besitz des Vatikanischen Meisters über, der auch der Nachfolger des Beroaldus Meisters in der Belieferung der vati­ kanischen Bibliothek geworden ist. Ein ähnlicher Übergang in den Werkstätten lässt sich zwischen dem Buchbinder der päpstlichen Rechnungskammer (De Marinis 170) und dem Filareto-Meister feststellen, der wie der Vatikanische Buchbinder an der berühmten Serie der farnesinischen Plaketteneinbände beteiligt war. Auf diesen ältesten römischen Buchbinder, den Meister der päpstlichen Rech­ nungskammer, gehen drei Motetteneinbände Cod. Pal. Lat. 1980-82 in der Palatina zurück, die mit dem Kardinalswappen des Giovanni de Medici (als Papst dann Leo X .) aussen oder innen gekennzeichnet, wahrscheincxxxiii lieh erst durch Heinrich Scrimger in Rom alt erworben worden sind. Die Entwürfe sind mit einer Blütenranke, die von der des Leo-Meisters, und einem Flechtwerkmotiv, das von dem des Beroaldus-Meisters deutlich un­ terschieden ist, ausgeführt. In ähnlicher Weise wie die Motetteneinbände hat der Meister der Rechnungskammer auch die Einbände Burlington 33 B und Zürich Gal. IV 363 verziert. Die Strahlenecken des Tenorbandes wie­ derholen sich auf dem Band Venedig Bibi. Marc. Mscr. 4194 und vor allem Vatikan R. I IV 1791. Der Meister der Rechnungskammer stand, wie es scheint, dem deutschen Drucker in Rom Johannes Besicke besonders nahe; er könnte wie sein Nachfolger, der Filareto-Meister, ein Deutscher gewesen sein. Wir wissen nicht, auf welchem Wege Ulrich Fugger von Rom nacli Deutschland zurückgekehrt ist. Verschiedene norditalienische Einbände finden sich unter seinen Büchern vor, aber sie scheinen erst Erwerbungen aus einer späteren Zeit zu sein. Einer dieser Bände mit dem Eintrag der Fuggerbicxxxiv bliothek V 1986 stammt aus Padua. E r umschliesst die Gedichte von Vater und Sohn Strozzi und war ursprünglich für einen unbekannten Besitzer G. S. eingebunden. Diese Gedichtsammlung war unter den Studenten, wie es scheint, besonders beliebt. Jch finde sie in einem absolut übereinstimmen­ den Einband noch einmal in Dresden unter den Büchern des Wolfgang von Werthern vor. Auch dieses Buch trägt fremde Besitzerinitialen C. A. T. und ist von Werthern in Padua wahrscheinlich einem deutschen Kommili­ tonen abgekauft worden. Die Bände sind charakteristisch für die deutschen Studentenbücher in Padua. Doppel- und Zwischbünde sind im Wechsel

Tat.

Taf.

Taf.

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gebraucht und mit Blindlinien spitz zulaufend auf dem Deckel verstrichen. Der Deckelschmuck wird sehr einfach nur von etwas eingerückten, umrah­ menden Linien, Titelaufdruck und verstreuten Stempeln an den Ecken bestritten. Von demselben Meister liegen zwei fast übereinstimmende E n t­ würfe in der Aldinensammlung der Bibliotheca Marciana in Venedig Nr. 258 und 648 vor, wahrscheinlich ursprünglich auch sie für deutsche Studen­ ten in Padua eingebunden. Ein anderer versprengter oberitalienischer Ein­ band der Fuggerbibliothek V 909 kam aus Pavia und ist gleichfalls eine Erwerbung aus zweiter Hand. Die gesamte Deckelfläche ist hier mit einem schraffierten Kreuzstempel in Abständen gefällig bedeckt, eine schmale Maureskenbordüre schliesst den Schmuck hart am Band umrahmend ab. Aus Venedig endlich stammen zwei Bücher, astronomische Tafeln und Seekarten, die für Fugger aufgekauft worden sind. Der erste, ein Halble­ derband IV 481 mit gerauteten Linien, dazwischen ein Doppelkreisstempel ist denkbar schlicht; es ist die Verzierung, mit der in der Regel die glatten Bücken der venezianischen Einbände im zweiten und dritten Jahrzehnt ausgeschmückt sind. Der zweite Cod. Pal. Lat. 1886 ist mit vier goldenen Tat. cxxxiv Knotenstempeln in der Mitte und einer blinden Linienumrahmung ver­ sehen. Der Einband dürfte dem Meister des Andreas Gritti (1520-31) zuzu­ schreiben sein, von dem sich sehr ähnliche Bände — nur mit einer Bordüre statt der Linie als Rahmen — in Dresden Mscr. F 136. Padua UB Mscr. 1199. Venedig Bibi. Marc. Mscr. 7377 und 3258 vorfinden, meist Relationen aus der Regierungsperiode des Gritti enthaltend. Wahrscheinlich gehörten die beiden venezianischen Einbände zu den Erwerbungen, von denen Martin Gerstmann in seinem Brief an Ulrich Fugger Juni 1557 (Lehmann I I S. 52/3) berichtet; sie wurden ihm, wie wohl auch die Einbände aus Padua und Pavia, nachträglich erst nach Augsburg geschickt. Der Gedanke lässt sich nicht abweisen, dass Ulrich Fugger seine Los­ lösung aus der alten Kirche nicht so entscheidend vollzogen hätte, wenn er bei seinem römischen Aufenthalt in einen stärkeren persönlichen und wis­ senschaftlichen Kontakt gekommen wäre. Selbst Heinrich Stephanus, der Drucker der Kalvinschriften in Genf, ging in seinen späteren Jahren wieder in das katholische Frankreich zurück; er bedurfte einer immer wieder erneu­ ten Fühlung mit der lateinischen Welt. Für Ulrich Fugger war die Trennung definitiv, als er in Augsburg entschlossen auf eine andere Ebene, in den Um­ kreis der gelehrten Forschung protestantischer Prägung, hinübertrat. Augsburg war in dem dritten und beginnenden vierten Jahrzehnt zu einer protestantischen Stadt geworden. 1539 wurden die katholischen Geist­ lichen ausgewiesen, nur in der Moritzkirche machte Anton Fugger sein P a­ tronatsrecht geltend. Die Priester fanden zunächst auf den Gütern der ka­ tholisch gebliebenen Patrizier eine schützende Unterkunft. In der Stadt selbst aber suchten die alten Kreise mit den Vertretern der neuen vorwärts­ stürmenden Geistesriehtung ins Einvernehmen zu kommen. Anton Fugger, der Senior des Hauses, hielt sich ab wartend zurück. Aber Johann J a ­ kob, der in den kleinen, 1542 auch in den grossen R at berufen wurde, griff so tatkräftig in die Neuordnung z. B. die neue Schulordnung 1543 ein, dass

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die Vermutung auf kommen konnte, er gehöre dem Kreis der protestan­ tisch Gesinnten an. Nichts konnte irriger sein; er hatte nur überall seine Hand. Ein Mitarbeiter der Schulordnung, Sixt Birck, war Rektor des neu­ gegründeten protestantischen St. Annengymnasiums. Zu seinem Nachfol­ ger wurde 1557 der gelehrte Bibliothekar Johann Jakobs, Hieronymus Wolf, ernannt. In dem verlassenen Dominikaner Kloster war, wie auch sonst wohl in den protestantischen Städten, eine Stadtbibliothek eingerichtet worden; sie wurde dem protestantischen Geistlichen von St. Ulrich, Held, zur Verwaltung übergeben. 1544 glückte es dem R at, aus dem Nachlass des vertriebenen Bischofs von Corcyra 45 griechische Handschriften zu er­ werben. Sie ergaben ein willkbmmenes Quellenmaterial in Zeiten, die für die kirchengeschichtliche Entwicklung und die Konsolidierung des römischkatholischen Dogmas hellhörig geworden waren. Auf Grund dieser historischen Studien erschien die erste grosse Publikation der protestantischen Wissen­ schaft, die Kirchengeschichte der Centuriatoren in Magdeburg. Bei diesem grossen Werk aber waren die Augsburger Gelehrten durch Vermittlung von Quellen und wissenschaftlichen Auskünften in entscheidendem Maße beteiligt. E s kann kein Zweifel daran sein, dass das katholisch gebliebene Patri­ ziat in Augsburg die Stoßkraft dieser jungen emanzipierten protestanti­ schen Wissenschaft erkannte und sie durch gleichgerichtete Unternehmun­ gen zu temperieren versuchte. Anton Fugger gab Carinus 1546, als er, von Italien zurückgekehrt, die Stellung eines Supernumerarius am Thomasstift in Strassburg angenommen hatte, den Auftrag, in Basel und Lyon in grös­ serem Stile Bücher zu erwerben und einbinden zu lassen. Er legte dadurch den Grundstock zu einer Fuggerischen Hausbibliothek, die durch seinen Sohn Marx systematisch vermehrt in seltener Geschlossenheit bis zu ihrer kürzlich erfolgten Veräusserung in Schloss Maihingen aufgestellt war. J o ­ hann Jakob aber begann im gleichen Jahre mit seinen grosszügig eingelei­ teten Handschriftenankäufen in Venedig, die einmalige Erwerbung der Stadt bei weitem überflügelnd. Sie boten, auch wo es sich um Abschriften handelte, den Gelehrten eine reiche Beute an bisher unbekannter griechi­ scher, byzantinischer und orientalischer Literatur. Nach wie vor wurden die Studienunterstützungen auch den protestantisch gewordenen Studen­ ten gewährt; die Arbeiten der protestantischen Gelehrten wurden durch finanzielle Zuschüsse unterstützt; manche der Wissenschaftler waren, wie Hieronymus Wolf, als Hausgenossen in die Fuggersche Familie aufgenom­ men. Unmerklich wurden die grossen wissenschaftlichen Veröffentlichun­ gen der Zeit durch die Anteilnahme der Fugger überwacht und gelenkt. Das Ziel war nicht zu verkennen. Die Unternehmungen Johann Jakobs sollten in der Gesamtausgabe der Werke des päpstlichen Bibliothekars Onuphrius Panvinius, die er handschriftlich gesammelt hatte, gipfeln; sein Vetter Marx Fugger gab als Gegenstück zu der Magdeburger Kirchengeschichte das von ihm selbst übersetzte Geschichtswerk des Nicephorus heraus, « damit auch der Laie durch solche Schriften der H. Väter im catholischen Glauben gestärkt werden» möchte.

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In den Widerstreit dieser religiösen und wissenschaftlichen Bestrebun­ gen trat Ulrich Fugger, als er von Italien zurückgekehrt war. E s lässt sich nicht erkennen, inwieweit er zu ihm Stellung nahm. An den Buchankäufen, die sein Onkel Anton Fugger durch Ulrichs Mentor Carinus von Strassburg aus einleiten liess, hatte er nach den palatinischen Bänden zu urteilen keinen Teil. J a , er absentierte sich bewußt, indem er an Stelle des Carinus einen anderen gelehrten Hausgenossen annahm, als er zur Fortsetzung seiner Studien nach Frankreich gegangen war. In stärkerem Maße dürften ihn die Handschriftenankäufe seines Bruders beeindruckt haben. Jedenfalls fing auch er seit seinem Aufenthalt an der Universität Bourges an, sich Hand­ schriften im grösseren Stil anzuschaffen. Sie bedeuteten ihm mehr als die gelegentlichen Buchankäufe in Bologna und Born mit ihrer Wertschätzung des Einbandschmuckes, dieser Sichtbarmachung der eigenen Persönlichkeit, die ihm nicht lag. Aber die Leidenschaft, mit der sich die Studenten in Bologna der Welt der Bücher verschrieben hatten, hatte auch ihn erfasst und be­ wahrte ihn vor einer unsachlichen Nutzniessung seiner Bibliophilie für einen repräsentativen oder gar politischen Zweck. E r machte Ernst mit der Forderung humanistischer Geistigkeit, als er sich in Bourges ganz dem Stu­ dium der griechischen Sprache überliess. E r hatte 1546 einen Mentor, den gelehrten Schotten Edward Henryson, angenommen, damit er ihn im Grie­ chischen und in anderen wissenschaftlichen Gebieten unterweisen möchte. Die Zusammenarbeit war auf zwei Jahre geplant und sollte auch ausser­ halb von Bourges, z. B. bei gelegentlichen Reisen nach Augsburg, Geltung haben. An der Universität hörte Fugger vornehmlich bei dem Juristen Equinarius Baron, der ihm 1548 sein Werk De nobilitate widmete. E r redet ihn in der Widmung als compater, Mitbewohner der Stadt, an, ein Zeichen, dass Ulrich Fugger um diese Zeit noch in Bourges war. In welchem Umfange der Plan, sich Handschriften anzuschaffen, bereits in Bourges Gestalt gewann, ist aus den Einbänden nicht mehr zu ersehen. Die juristischen und klassischen Handschriften französischer Provenienz zum mindesten, die später in seinem Besitz waren, sind in der Vatikanbi­ bliothek umgebunden worden und dürften überhaupt erst aus dem Nach­ lass des Baron 1555/6 aufgekauft worden sein. Aber die Sammeltätigkeit seines Lehrers, der einige wertvolle klassische Werke, so eine Ovidhandschrift aus Angers, besass, wirkte anregend und wegweisend auf ihn. E s spricht viel dafür, dass Fugger bereits in Bourges durch Equinarius Baron oder seinen Hausgenossen Henryson mit Heinrich Scrimger bekannt wurde, der sein bedeutendster Mittelsmann bei der Erwerbung von Handschriften in Italien werden sollte. Scrimger, auch Schotte von Geburt, hatte zehn Jahre zuvor bei Baron studiert und wurde als Sekretär von dem französischen Gesandten Bernardin Bochetel, Bischof von Bennes, zu längerem Aufent­ halt nach Italien mitgenommen. Seine wissenschaftlichen Studien, die Erforschung byzantinisch-griechischer Rechtsquellen, verschafften ihm eine subtile Kenntnis bisher unveröffentlichter Handschriften und ihrer Fund­ stellen im privaten wie im öffentlichen Besitz. Wenn wir ihm 1549 erneut in Venedig begegnen, wo er in der Markuskirche die Abschriften der Novellen

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der griechischen Kaiser nahm, die dann in Fuggers Besitz und mit seiner finanziellen Unterstützung 1558 durch Heinrich Stephanus in Genf gedruckt worden sind, so werden wir annehmen dürfen, dass diese Reise bereits im Auftrag Ulrich Fuggers geschah und dass mit diesem Zeitpunkt der Beginn der grossartigen Sammeltätigkeit Scrimgers für Ulrich Fugger anzusetzen ist. Vielleicht war er es auch, der ihm zum Ankauf der hebräischen von Capsali gesammelten Handschriften, der schon ein Jah r zuvor 1548 erfolgte, geraten hat. Jedenfalls waren die 167 Hebraica, zu denen später nur noch vereinzelte Stücke aus Manettis Bibliothek und aus deutschem Besitz hinzutraten, die erste grosse in sich geschlossene Sammlung, die Fugger noch von Bourges aus erwarb. Sie hat den Grundstock zu einem weiteren syste­ matischen Ankauf von griechischen, lateinischen und deutschen Hand­ schriftensammlungen abgegeben. Wie sehr kontrastrierte Ulrich Fuggers Sammeltätigkeit von der seines Bruders! Auch Johann Jakobs grosse Handschriftenerwerbungen datie­ ren aus dieser Zeit. Auch für ihn war Venedig der grösste Umschlagplatz. Aber sein Mittelsmann Stopius war mehr Antiquar als Forscher wie Scrimger und sein Helferkreis, und die Handschriften, die er vermittelte, waren, wenn es sich nicht um Abschriften handelte, im Handel befindliche Stücke, nicht wie bei Ulrich Fugger geschlossene Privatsammlungen, von einem ge­ wiegten Kenner langjährig und umsichtig zusammengetragen. Und auch ihr Ziel war verschieden ausgerichtet. Was Johann Jakob Fugger wie auch Granvella und der spanische Gesandte Mendoza erstrebten, war die mög­ lichst rasche Gewinnung von grösseren Handschriftenbeständen, mit de­ nen sie ihre wissenschaftliche Bildung und fördernde Bestrebungen un­ ter Beweis stellen konnten. Jhre Handschriftensammlungen besaßen einen repräsentativen Charakter, sie dienten ihrer Persönlichkeit als vornehmer Hintergrund. Ulrich Fugger vertrat demgegenüber eine jüngere Generation und einen anderen Typ. Seine Sammlung war nicht für ihn bestimmt, son­ dern für die Wissenschaft. E s war die gleiche Einstellung, die auch Fulvio Orsini, den berühmten Bibliothekar des Kardinals Farnese beseelte, als er davon sprach, aus der farnesinischen Bibliothek una scuola publica del mondo zu machen. So sehr empfand Johann Jakob seine Bibliothek als Mittel und nicht in ihrem eigenen Wert, dass er sie, als der Ruhm seiner Bibliophi­ lie durch sie für immer gefestigt war, an den bayrischen Herzog gegen Über­ nahme seiner finanziellen Verpflichtungen veräussern konnte. Für Ulrich Fugger war eine Bibliothek nur ein anvertrautes, der Nutzmessung aller Wissenschaftler dienendes Gut; er hat sie in Genf wie später in Heidelberg noch zu seinen Lebzeiten einer allgemeinen Benutzung freigegeben. Mit der pfälzischen Landbibliothek vereint ist sie hier in der Tat una scuola pu­ blica del mondo geworden. Bei diesem Ausscheiden aller persönlichen Beweggründe musste auch jede persönliche Äusserung im Einbandschmuck überschattet sein. J e mehr Ulrich Fugger in die sachliche Atmosphäre seiner Buch- und Handschrif­ tenankäufe hineinwuchs, um so schweigsamer wurde die Ausstattung, die er ihnen geben liess. F ast wirkt es folgerichtig, wenn alle Fuggerhand-

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Schriften in Rom — ein Höchstmaß der Entpersönlichung — umgebunden worden sind. Aber auch die Druckschriften, die im alten Einbande ver­ blieben, sind häufig von einer nicht zu überbietenden Unpersönlichkeit. Von den französischen Einbänden, die sich in der Palatina befinden, kommt etwa die Hälfte ursprünglich aus Ulrich Fuggers Bibliothek. Sie dürften vorwiegend während seiner Studienjahre in Bourges erworben wor­ den sein. Bourges, zwischen Paris und Lyon, wurde von beiden Seiten von zufahrenden Buchführern bedient. Gegenüber den beiden überragenden Buch­ städten tritt die eigene Produktion wenig bedeutsam hervor. Eine Reihe von Blinddruckbänden aus der Fuggerbibliothek scheint mir in Bourges ent­ standen zu sein, und dürfte, wenn auch nicht von einem französischen, so doch von einem Buchbinder aus der Schweiz oder dem Hennegau herrühren, (einem deutsch sprechenden Buchbinder für die Studenten der deutschen Nation wie z. B. auch in Orléans). Für die Schweiz zum mindesten spricht die Vorliebe für die Rosenstabbordüre, die in zwei verschiedenen Grössen die Ausschmükkung der braunen Blinddruckbände bestimmt. Die Rosenstabbordüre fin­ det sich auf Einbänden in Bischofszell und St. Gallen (aus Goldasts Besitz in Bremen), wie auf den Einbänden in Beromünster und Freiburg in der Schweiz. Aber in allen diesen Fällen werden die mittleren Streifen durch einen Leerrahmen von der äusseren Einfassung in Abstand gehalten. Auf den Einbänden in Bourges dagegen werden sie in mehreren senkrechten Streifen bis an den Rahmen geführt, — das war übernommener französi­ scher Brauch, — sind aber untereinander durch Leerstreifen unterbrochen: das war Schweizer Art. Die drei Einbände Pal. IV 704. 743. 802 umschrei­ ben das erweiterte Interessengebiet Fuggers, in der ersten Zeit seines Aufent­ haltes in Bourges: Astronomie, Medizin und eine Pindarausgabe, noch la­ teinisch und nicht im Original. Andere Bücher dürfte er bereits gebunden von einem Lyoneser Buchführer gekauft haben, so das Buch mit der seitlich gepunkteten Tierrankenrolle IV 539, ein sehr beliebtes burgundisches Motiv, das sich von Antwerpen über Strassburg (z. B. Kyriss 147) bis Lyon verfolgen läßt. Für Lyon spricht die Bindeweise, drei Doppelbünde mit deutlich markierten Zwischbünden oben und unten und das fran­ zösische Wasserzeichen; das Kapital blau und braun liegt wie geflochten über dem Schnitt. Auch der spätgotische Band IV 805 mit einem der we- Abb. 32 nigen theologischen Bücher Ulrich Fuggers aus dieser Zeit dürfte in Lyon gebunden worden sein. In der Anwendung allgemein verbreiteter Motive, Rautengerank und Rosetten, tritt auf den Lyoneser Bänden eine Stileigen­ tümlichkeit charakteristisch hervor: die Neigung, den zentralen Schmuck in breitem Abstand von den Seiten zu halten, die mittlere Stempelgruppe aber mit zahlreichen umgebenden Rosetten oder Blütenstempeln aufzulockern. Wir finden diesen typischen Zug bei dem abgebildeten Einband des Fugger IV 805 wie bei dem etwas späteren schon mit Renaissancemotiven äusgeführten Bändchen aus altem Heidelberger Akademiebesitz VI 76. Selbst bei Abb. 33 den farbig bemalten Bandwerkeinbänden in Lyon aus der 2. Jahrhundert­ hälfte begegnet uns dieser in die Mittelachse gerückte Entwurf, von Ro­ settenstempeln gefällig umspielt Stamp. Barb. K I 26. Tat. cxxxvm

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w\U/,

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32.

Lyon

Spätgotischer Einband

Pal. IV 805

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33. Lyon

Frührenaissance-Einband

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Pal. VI 76

Ein charakteristisches Beispiel für den französischen blindgedruckten Bolleneinband bietet der braune Bindslederband, den der Augsburger Arzt Gasser, dessen Bibliothek Fugger übernahm, in Montpellier erwarb V 720. Tat. cxxxvi Eine Bosettenranke dient zur Umrahmung, und in diese sind ohne Zwischen­ raum drei Bollenstreifen längsseits enganeinander eingefügt. E s ist das glei­ che Entwurfsschema, wie es auch auf zahlreichen Pariser Bolleneinbänden z. B. VI 240 und Stamp. Barb. D III 32 zu finden ist. Zur Umrahmung wird hier mit Vorliebe eine breite, korbähnliche Bolle, für die Mitte aber mehrere Streifen des charakteristischen Fliegenstempels verwendet (Vat. B . I I V 863 und B . I I I 1824). So gewöhnt war man an diese Zusammen­ stellung, dass man sie auch als Plattenpressung geschnitten hat. Sie diente in diesem Fall zumeist als Gegenstück zu einer figürlichen Darstellung, die den vorderen Deckel schmückt, so auf dem Pariser Buchführereinband mit 13 (216)

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

dem Hlg. Yves, dem Berufsheiligen der Rechtsgelehrten, der in verhältnis­ mässig später Zeit 1558 gearbeitet als schöner Einzelgänger ohne nähere T»f· cxxvi Provenienz in die Palatina kam IY 485. Mit vorschreitender Zeit begnügte man sich mit den umrahmenden Rollen allein, nur von einem vergoldeten Blattstempel an den Ecken V 1019 und mitunter auch in der Mitte begleitet. Ein solcher trefflich gearbeiteter Rolleneinband mit mittlerer Rosette Stamp. Barb. K VI 50 dürfte einem Tai. cxxxvi Pariser Buchbinder zuzuschreiben sein. Er ist derselbe, der sich durch seinen mit Lackfarben und reicher Vergoldung geschmückten Prachteinband mit der Bildnisplakette Heinrichs II. im Profil nach links und der Um­ schrift: Henricus/Francorum Rex ausgezeichnet hat (E. Droz, Trésors I V 1931 Taf. 13). Vielleicht war er ein Schüler jenes Lyoneser Meisters, der die zahl­ reichen bunten Prachtbände mit dem Münzbild Heinrichs II. und der Sie­ gesgöttin, die il Grechino im Auftrag des Kardinals Alexander Farnese schnitt, geschaffen. hat (ebenda Taf. 9). Die mittlere Rosette war in Paris modisch beliebt. Wir finden dieselbe von einem Strahlenkranz eingefasst auf den Einbänden des Michael-Meisters in Paris wie auf den urkundlich bezeugten Arbeiten der Madeleine Bourette. Um die Gewich­ tigkeit der umrahmenden Blinddruckrollen (Ornamentleisten oft von Schnurleisten begleitet) auszugleichen, steigerte man den mittleren Schmuck durch eine vierfach zusammengesetzte Stempelgruppe aus Lilien II 79 oder einen lyraförmigen Blattstempel in verschiedenen Fassungen V 974. V 2042. Stamp. Barb. R I X 23. Der letztgenannte Band mit dem Eintrag der Fuggerbibliothek könnte in Bourges gebunden worden sein. Allen diesen braunen Lederbänden gemeinsam sind die dicken, aber nicht festen, fast etwas schlappigen Pappdeckel, die mit dem Buchblock gradli­ nig abschliessen, während der Rücken fast ohne jede Wölbung den gleichen gradlinigen Abschluss zeigt. Diese französischen Bändchen wirken wie ein rechteckiger, nach allen Seiten senkrecht abgeschnittener Block. Der Schnitt ist in der Regel bräunlich gefärbt; das Kapital, zumeist rosa und blau, ist mit dem Zwischbund, der auf keinem dieser Bände fehlt, oben und unten verbunden. Bei Pal. V 1519 ist gut zu erkennen, wie das gestickte Kapital fünfmal in einer Schlaufe in die Naht des Zwischbundes greift. Buchbinde­ rische Beobachtungen geben auch den Ausschlag bei der Zuweisung der unverzierten, nur mit Linien umrahmten Einbände, die Fugger in Bourges V 33, Gasser in Lyon IV 537 und in Avignon IV 467 erwarb. Einer der Ein­ bände für Gasser aus Montpellier ist nur in Wildleder gebunden, unverziert III 135. Der Einband um einen Nachruf des in Frankreich gestorbenen Fürsten Friedrich Moritz von Anhalt ist nach der Vergoldung des Schnittes im Deckel unüberzogen geblieben. Auch das Vorsatzblatt war noch nicht angepappt. Sehr schön sieht man den für die französichen Einbände charak­ teristischen trapezförmigen Ansatzfalz aus Pergament I II 26. Die Mehrzahl der vergoldeten französischen Einbände in der Palatina ist auf die schlichteste Art mit wenigen vergoldeten Stempeln an den Ecken und in der Mitte innerhalb einer blinden Linienumrahmung geschmückt, die typische Form des französischen Buchführereinbandes. Ein gutes Bei-

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34.

Paris

Charles FAngelier

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Pal. VI 113

spiel dafür liegt in dem lateinisch-französischen Wörterbuch vor II 428, das Ulrich Fugger wahrscheinlich als eines der ersten Bücher in Frankreich er­ warb. E s ist ein Pariser Druck des Stephanus und dürfte als vielbegehrtes Buch sehr wahrscheinlich schon gebunden in den Handel gekommen sein. Ähnliche einfache Buchführereinbände VI 113 und Stump. Barb. J I II 13 gingen aus der Werkstatt des Charles l’Angelier hervor; der kleine graziöse Blattstempel an den Ecken hat das gleiche Muster, wenn auch in einer zweiten etwas verkleinerten Fassung, wie der Blattstempel, der die Ecken der Signet­ einbände der Brüder Les Angebers verziert. Die Lyoneser Buchbinder belebten die Schlichtheit dieser Stempelbändchen, z. B. auf V I 106, gern durch ein besonders eigenartiges mittleres Motiv, durch einen Blütenzweig auf einer Ciceroausgabe V 711, oder durch die kleine Leerblattblüte auf einem Lyoneser Druck VI 101, beide Bändchen aus Fuggers Besitz. Auch kleine Tierstempel waren in Lyon als mittlerer Schmuck beliebt, z. B. eine kleine dahinlaufende Henne VI 321 oder der Greifenstempel, der in diesem Fall nicht als das Signet des Gryphius aufzufassen ist, sondern ein modisch allgemein ver-

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

T»f. cxxxvi breitetes Motiv wiedergibt. Er ist auf dem palatiuischen Baud VI 133 für einen Lyoneser Druck des Anton Vincentras verwendet worden. Zu diesen allgemein üblichen Emblemen gehörte auch der bekrönte Delphin, der in zahlreichen Variationen auf zumeist Pariser Einbänden erscheint. Der ge­ krönte Delphin von V 1559 ist nach Grösse und Zeichnung das genau spie­ gelverkehrte Gegenstück von IV 1274. Den Abschluss dieser Gruppe bildet der geschmackvolle Einband um ein juristisches Werk des Franz Hot­ mann aus Fuggers Besitz V 1561, der in der Mitte mit einem bisher unbekann*bb. 85 ten Münzbild Heinrichs II. und einer Dreipassmaureske an den Ecken aus­ geschmückt ist. Der Einband dürfte, wie die oben erwähnten Bücher mit der Heinrichsmedaille in Lyon entstanden sein. Zu den reicher vergoldeten Bänden ist der Übergang durch zwei Kleinstdrucke gegeben, die in der Mitte mit zwei gegenseitig gestellten herzförmigen Mauresken aus•geschmückt sind: mit einem deutschen Stileinschlag auf dem kleinen Bändchen für Caspar Waldis (und daher vielleicht in Strassburg entstanden) VI 105 oder in ty­ pisch Pariser Formen mit Auftrag von buntem Lack belebt auf dem geschmackvollen Band für Helyon Payen V 999. Die schilderartig gegebene Umrahmung des 35. Münzbild Namens weist auf ('ine vorgeschrittene Zeit, etwa auf Heinrichs II. das sechste Jahrzehnt. Der Mittelstempel findet sich sehr Pal. V 1561 ähnlich, aber weniger gestreckt bei dem Meister des Goswin von Mersen, mit einer abweichenden Innenzeichnung aber auf den Einbänden des Michael-Meisters. Wahrscheinlich gehörte der Buchbinder des Payen in den Umkreis der Sorbonne, wie cs auch bei dem Meister des Goswin von Mersen der Fall gewesen ist, von dessen gepflegter Kunst der abgebildete Geschenkband des Schede-Melissus an Friedrich IV. von der Pfalz mit einem vortrefflichen Widmungsaufdruck und den kleinen KreisTai. c x x x v i i rosetten an den Schnittpunkten ein charakteristisches Beispiel gibt V 1638. Die Ausbeute an französischen Prachtbänden in der Palatina ist nur gering im Vergleich mit den zahlreichen, sehr kostbaren Pariser Bänden, die Marx Fugger in seiner Bibliothek, später in Maihingen, besass. Aber es finden sich manche besonders interessante Stücke darunter, wenn auch nicht immer ganz sicher in ihrer Fuggerschen Provenienz. Zu diesen gehört der Frührenaissanceeinband aus der Aldinen-Sammlung der Vatikanbibliothek Abb. 36 I I I 100, der im Entwurf eine überraschende Ähnlichkeit mit dem GrolierEinband des Lilienmeisters in London, South-Kensington-Museum Draver 59 besitzt: eine maureske Umrahmung mit einem Lilienstempel an den Ecken umschliesst drei Längsstreifen von Knoten- und Flammenstempeln. Knotenund Flammenstempel stehen dem Material des Meisters von Blois nahe, ohne identisch zu sein, stimmen aber auch mit keinem der Meister der dreißiger Jahre (dein Eustace-, Bailleux-oder Lilien-Meister) überein. Aber die beiden französischen Einbände der Christinabibliothek im Vatikan die De Marinis I. Tav. OIII abgebildet hat, geben die Richtung an, in die man diese wie den kleinen abgebildeten Band zu lokalisieren haben wird: es ist

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36.

Paris

Meister der Estienne-Bibel

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Vat. Aldine III 100

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

der Meister der Estiennebibel m Paris, dem alle diese drei Bände zuzusschreiben sind. Von den vielverbreite­ ten, buntfarbig ausgemalten Bandwerkeinbänden ist ein Lyoneser Plattenpressungs­ band in Ulrich Fuggers B i­ Atb. 87 bliothek gekommen VI 195; der schraffierte, stark eingezogene Dreiblattstempel in der Mitte — charakteristisch für Lyon — wiederholt sich auf dem farbigen Bandwerk­ entwurf in Stuttgart, der für Georg Wilhelm Herbst­ haimer gearbeitet worden ist und einen Index sive Direc­ torium Horarum canonica­ rum, Lyon 1567 umschliesst. Auch die Bückenverzierung, mit einem zusammenhängen­ den mauresken Muster aus­ geführt, weist beide Bände als Lyoneser, nicht Pariser Arbeiten aus. Der gleiche maureske Rückenschmuck nun wiederholt sich auf einem zweiten palatinischen Band T*l. CXXXIX VI 230; er dürfte von dem gleichen Meister gearbeitet 37. Lyon Meister des Herbsthaimer worden sein. Die Deckel sind Pal. VI 195 mit einer in lebhaften Farben kolorierten Arabeskenplatte bedruckt. Die Reihe der berühmten Pariser Meister eröffnet Guillaume Lenoir mit einer seiner frühesten t»i. cxxxviu Arbeiten VI 194, unverkennbar in der Zeichnung des aufrollenden Schildes und des schuppenartigen Streumusters, das den glatten Rücken eines Einbandes für Diana von Poitiers (Kyster 69) in der gleichen charak­ teristischen Weise schmückt. Leider lässt es sich bei einigen meisterhaften Entwürfen des Lenoir aus der Vatikanbibliothek, einer fünfbändigen Galen­ ausgabe auf Pergament, später im Colleg. Soc. Jesu, jetzt wieder unter den Pergamentdrucken im Vatikan, und der Homer-Ausgabe auf Pergament Membr. IV 4 nicht mit Sicherheit nachweisen, dass sie früher einmal in Fuggers B e­ sitz und dadurch in der Palatina gewesen sind; sie können daher in diesem Zusammenhang nicht mit besprochen werden. Dagegen ist wenigstens Claude de Picques, der so viele Einbände für Marx Fugger gearbeitet hat, mit einer

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Die Entstehung der Fuggerbibliothek

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Reihe schlichtester Kleinstbände in Ulrich Fuggers Bibliothek vertreten E . I V 991. Aldine I II 101; wahr­ scheinlich stammt auch der Band VI 189 aus seiner Offizin. Ein interessantes Problem bietet die Zuwei­ sung des grünen Maroquin­ bandes Stamp. Barb. Y V 87, nach Stempel und Stil er­ sichtlich dem Umkreis des Picques zugehörig und ihm in der bewusst archaisieren­ den Neigung seiner Entwürfe so sehr verwandt, dass man auf einen Schüler desselben schliessen möchte. In der Verbindung von schraffierten und leermauresken Stempeln freilich steht er auch dem zeigenössischen Äsop-Meister (Gruppe I bei Hobson) nahe. Ob die beiden Einbände des Languet - Buchbinders, der vornehmlich die Fürsten der Verständigungspolitik, den Herzog von Este wie auch den Kurfürsten von Sachsen, belieferte, durch die Fugger­ bibliothek in die Vaticana gekommen sind (R. I II 354 und 729), muss ohne nähere Kennzeichen ebenso offengelassen bleiben wie die Provenienz des charakteristischen Einbandes eines Buchbinders an der Sorbonne Stamp. Barb. K X I 37, dessen rustikale Bandwerkplatte mit dem groben Kleeblattstreumuster als Untergrund auf zahlreichen Einbänden der verschiedensten Bibliotheken erscheint (Nilsson 34 für Khevenhiller. Porcher Fig. 11 und Maihingen II 4 Fol. 28 aus Marx Fuggers Bibliothek). Charakte­ ristisch für die Pariser Steifbroschureinbände aus Pergament ist Pal. V 2074, wahrscheinlich einen Widmungsband umschliessend, und blockähnlich mit weitübergreifenden Klappen gearbeitet, die das Buch wie einen Kasten umfassen, während die Mitte von einer brillant vergoldeten ovalen Ornamentplatte ausgeschmückt ist; ein in seiner exakten Arbeitsweise ausgezeichneter Entwurf. Das Bändchen V I 100 mit der kleinen Ovalplatte im Mittelfeld ist so sehr Allgemeingut der Zeit, dass nur der kleine überdruckte. Sternstempel auf den Schnittpunkten der Linienumrahmung einen Hinweis auf Frankreich geben könnte. Freilich findet sich ähnliches auch in Genf.

am».

38

Tat. cxxxvm

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3 90

Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

Nur ein Teil der hier im Zusammenhang besprochenen französischen Einbände ist von Ulrich Fugger während seiner französischen Studienjahre erworben worden. Ausser den drei Bänden des Meisters mit dem ßosenstab in Bourges, die seine drei Hauptgebiete, Astronomie, Medizin und klassische Literatur betreffen, kamen seine Bücher vor allem aus Lyon. Zwei juri­ stische, drei theologische Werke treten zu den zahlreichen klassischen und medizinischen Büchern hinzu; ein schmuckloses Büchlein umschloss die aquitanischen Annalen, französisch geschrieben. Die prunkvollen Bänd­ chen, die er von Pariser Buchführem erwarb, galten ausschliesslich der klas­ sischen Literatur; die fünf Bändchen des Claude de Picques umschliessen einen hebräischen Bibeldruck aus Paris. Kaum ein Jah r später liess sich sein Vetter Marx Fugger in Paris während seiner Studienreise eine kleine gepflegte Privatbibliothek zusam­ menstellen, zum Teil mit den prunkvollsten Einbänden von Lenoir und vor allem de Picques geschmückt — Prachtwerke französischer Einband­ kunst —, die die Bewunderung aller bei der so bedauerlichen Veräusserung der Maihinger Bibliothek hervorgerufen haben. Weder von der Systematik, mit der hier die Bibliothek eines vornehmen gebildeten Herren zusam­ mengestellt wurde, noch von der Schönheit und dem Geschmack ihrer Einbände findet sich in der kargen Ausbeute französischer Einbände des Ulrich Fugger eine Spur. E r kaufte die Bücher, wie sie ihm im Augenblicke gerade notwendig waren, und wie er sie zu diesem praktischen Zweck von einem Buchführer geliefert bekam. Während er in dieser Zeit bereits die ersten grossen Handschrifteneinkäufe tätigte, hielt er sich bei seinen gedruckten Büchern noch ganz zurück. Die Verpflichtung, auch diese im grossen Stil zu sammeln, ist ihm erst in Augsburg lebendig geworden.

12. K apitel Die Augsburger Einbände in Ulrich Fuggers Bibliothek

Als Fugger etwa 1549 nach Augsburg zurückkehrte, war die politische Lage sehr verändert in der Stadt. Der Schmalkaldener Krieg hatte zu einer vollen Niederlage der Protestanten geführt. Während sich in Mitteldeutsch­ land, trotz der Gefangennahme der Fürsten, der kirchliche und territoriale Zustand im wesentlichen erhielt, war der Süden, von den kaiserlichen Trup­ pen überrannt, sehr viel härteren Bedingungen ausgesetzt. Neuburg wurde schwer verwüstet. Ulm musste kapitulieren, auch Augsburg ergab sich unter harten Bedingungen, die Anton Fugger nach Möglichkeit zu mildern ver­ suchte. Die Stadt musste das Interim annehmen; die Vorherrschaft der

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

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Zünfte war vorbei. Ein neues Stadtregiment wurde errichtet mit Hans J a ­ kob Fugger als einem der Bürgermeister. Die Prediger, die sich dem Inte­ rim nicht fügten, mussten die Stadt verlassen; viele bei denen der animus manendi grösser als der animus evangelizandi war, unterschrieben. Dass der gefangene sächsische Kurfürst, der zunächst in Augsburg interniert war, nicht die Unterschrift leistete, war ein moralischer Erfolg, der die po­ litische Niederlage des « feisten und trägen H erren» vielfältig wettgemacht hat. Die Reichsstädte dagegen gaben nach, sie hatten « mehr Achtung auf ihr G-ewerb, Reichtum und Verderben, dann auf den Glauben ». Der voll­ zogene Kompromiss lastete schwer auf den Protestanten in der Stadt; sie hatten ein « schlechtes Gewissen ». Sich gerade in dieser Zeit ihren Reihen anzuschliessen, war ein Akt moralischer Selbständigkeit,, der umso mehr ins Gewicht fallen musste, wenn man wie Ulrich Fugger von Geburt aus dem gegnerischen Patriziat und dem päpstlichen Bankhaus zugehörig war. Sein Übertritt wird für 1553 angenommen. E r schloss sich in Augsburg dem Kreis jener Wissenschaftler an, die an dem Werk der Magdeburger Centuriatoren, jener grossen Proklamation protestantischer Forschungsarbeit, maßgebend beteiligt gewesen sind. Schon in Bourges hatte er sich aus der erasmischen Gelehrsamkeit gelöst, aus jener älteren Generation, die durch seinen Lehrer Carinus und den Gelehrtenkreis um seinen Bruder Johann Jakob: Strada, Arlenius, Stopius vertreten war. J e mehr er sich nun der jüngeren Generation und ihrer sachlichen, auf Philologie und geschichtlichen Quellenstudien beruhenden Ar­ beitsweise verschrieb, näherte er sich bereits dem Umkreis protestantischer Denkungsart. Die dogmatischen Fragen selbst lagen ihm fern; es ist auffal­ lend, wie wenige theologische Werke sich unter den Büchern dieses ange­ henden Geistlichen befinden. Und auch im Widerstreit der dissentierenden Lehrmeinungen hielt er sich indifferent zurück. E r konnte zur gleichen Zeit in Genf das Hauptwerk des Kalvin auf seine Kosten drucken und in Wit­ tenberg die {Handschriften und frühen Flugschriften Luthers aufkaufen lassen. Sowohl mit der Genfer wie mit der orthodox - lutherischen Richtung eines Flaccius Illyricus stand er in austauschendem Verkehr. Was seinen Vetter Marx Fugger gerade von den Protestanten abschreckte, jene Abwei­ chungen innerhalb ihrer Lehrmeinungen, denen er die klaren katholischen Richtlinien « una sancta ecclesia catholica» entgegenhielt, das empfand Ulrich als [den positiven Gewinn der Reformation, die Verselbständigung in den Fragen des Glaubens und die Unabhängigkeit einer freien, von keiner geistlichen Rücksicht begrenzten wissenschaftlichen Forschungsarbeit. Das Suchen wurde für ihn wichtiger als das Gefestigtsein. E s waren die Strömungen der modernen Welt, die er vertrat. Unmerklich scharten sich um ihn die protestantischen Gelehrten, die sich in Augsburg zusammengefunden und in den vierziger Jahren eine rühm­ liche, zukunftversprechende Tätigkeit im geistigen wie auch politischen und sozialen Leben entfaltet hatten. Jetz t waren sie in ihren kühnen Plä­ nen zurückgeworfen, in ihrer kirchlichen Selbstbestimmung begrenzt, zu lavierenden Kompromissen verpflichtet. Um so nachhaltiger gaben sie sich

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

dem wissenschaftlichen Studium hin, dieser einzigen Sphäre, in der die Selb­ ständigkeit einer freien Entscheidung noch gewährleistet schien. Pirmin Gasser, Hausarzt bei Ulrich Fugger und selbst als eifriger Büchersammler berühmt, hielt die Verbindung mit den Wittenberger Gelehrten durch seine Freundschaft mit Flaccius Illyricus aufrecht, dem er die Treue auch wahrte, als jener in späteren Zeiten immer tiefer in heftige Polemik und dogmatische Übertreibungen geriet. Flaccius, ein Schüler des Egnatius in Venedig, ver­ mittelte Ulrich Fugger den Ankauf der berühmten an Handschriften reichen Egnatischen Bibliothek. Den Mittelsmann beim K auf und bei der Katalogi­ sierung spielte Martin Gerstmann, dem Freundespaar Gasser und Flaccius eng verbunden und auch mit Heinrich Scrimger bekannt, mit dem er in Venedig und Padua zusammentraf. Als Vierter in ihrem Bund kam Simon Schardius hinzu, der sich nach seinen italienischen Studienjahren, den Kreis um Fugger bereichernd, in Augsburg niederliess. Jüngere Kräfte, die von Fugger die Mittel zu einem Studium in Italien bekommen hatten, Andreas Bosetus, D. Joh. Stadmüller stellten durch Briefe und Besuche die Verbin­ dung zwischen dem italienischen und dem Augsburger Freundeskreise her. Während von dieser Seite vornehmlich die italienischen Handschriftenan­ käufe eingeleitet wurden, brachten die Beziehungen der Augsburger Freunde zu den Wittenbergern einen nicht weniger reichen Gewinn. Johannes Aurifaber versorgte Ulrich Fugger wie Gasser mit dem Reformationsschrifttum, Handschriften und Drucken; der Magdeburger Centuriatorenkreis vermit­ telte den Ankauf alter deutscher Handschriften und lateinischer Manu­ skripte aus deutschem Klosterbesitz. Die Freundschaft in diesem Kreis pro­ testantischer Wissenschaftler äusserte sich in einer allseitigen Förderung der Fuggerschen Bibliothek. Sie konsolidierte sich mehr und mehr, seitdem sich Ulrich Fugger in Augsburg eine eigene Hofhaltung bei St. Ulrich, drei Häuser in eines umbauend, geschaffen hatte. Die Häuser umschlossen ein weites Gartenland, in dem der Hausherr seiner Liebhaberei, der Zucht sel­ tener Bäume und Pflanzen, nachgehen konnte. E s war das Gebiet, auf dem er sich zuerst in Freundschaft mit den Pfälzer Fürsten begegnen sollte: er tauschte mit Ottheinrich Samen und fremdländische Gewächse aus. Nachdem ein dauernder Wohnsitz gewonnen war, erhielten auch die Druckschriften, die ihn bisher nur vereinzelt begleitet hatten, einen feste­ ren Bestand. Erst jetzt entwickelte sich bei ihm, von Gasser, dem « B ü ­ cherprasser » angeregt, auch für die gedruckten Bücher der Sammeltrieb. Sie vermehrten sich durch laufende Erwerbungen auf der Frankfurter Messe, antiquarische Ankäufe und Übernahme grösserer Sammlungen, privater Bibliotheken oder eines ganzen Sortimentes rasch zu einem beträchtlichen Umfang und füllten bald das durch den Umbau erweiterte Haus. Von den jährlichen Ankäufen auf der Messe sind uns die Rechnungen des Augs­ burger Buchhändlers Hans Portenbach zwischen 1556 und 1559 erhalten geblieben; sie enthalten fast alles, was der Buchmarkt an Neuerscheinun­ gen in diesen Jahren zu bieten hatte, lateinische wie deutsche Schriften, Theologie, Klassisches, Geschichte, Astronomie, aber auch viele Flugund Streitschriften, Zeitberichte und volkstümliche Literatur. Der Ankauf

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

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älterer Bücher erfolgte « uff eim grempelmarkt» oder in den offenen Buchlä­ den « Vor sant Ulrich ». Und auch in diesem Falle sind einige Verzeichnisse der gelieferten Bücher, von dem Buchbinder Hans Sick zusammengestellt, erhalten geblieben, sogar mitunter mit Angaben des Einbandes «m it pirment schlecht überzogen»; es waren meist Einbände einfachster Art. Beim Tode des Sick wurde Fugger, der bereits in Heidelberg war, das gesamte hinterlassene Inventar an Büchern angeboten. Das Verzeichnis zeigt, wie umfangreich sein Sortiment war. Bei den angekauften alten Büchern han­ delte es sich zumeist um ältere Reformationsschriften, die bei der Rekatholisierung Augsburgs in grösserer Zahl auf den Markt zurückströmten, aber auch um ältere wissenschaftliche Werke, die selbst nach einem halben Jah r­ hundert noch immer im Kurs standen. Daneben freilich bot Hans Sick auch die neu erschienenen Werke für den Tagesgebrauch an. Diese Mischung von älterer und neuester Literatur ist sehr bezeichnend für den Büchermarkt im ersten drucktechnischen Jahrhundert. Der Begriff einer veralteten — eher schon verbotenen — Literatur war noch nicht geprägt. Der Unterschied zwischen beiden war mehr im Einband begründet; die ältere Literatur war, wenn auch noch lange nicht in allen Fällen, bereits gebunden. Die Neu­ erwerbungen auf der Frankfurter Messe wurden bis auf ganz wenige Aus­ nahmen ungebunden geliefert. Von den alt erworbenen Büchern dürfte der grösste Teil in Augsburg selbst gebunden worden sein. Jedenfalls gehen die Augsburger Einbände, die sich in der Palatina befinden, fast alle auf Ul­ rich Fuggers oder Gassers Bibliothek zurück. Die Bücher Gassers sind mit ausführlichen Besitzeinträgen, mit Angabe von Ort, Zeit und Kaufpreis der erworbenen Schriften versehen. Für die Einbände der meist in mehre­ ren Schriften zusammengebundenen Miscellenbände kommt der Eintrag auf dem Vorsatzblatt des hinteren Deckels in Betracht. Aus ihm lässt sich bei Abzug der Preise, die für die Drucke gezahlt wurden, erkennen, wieviel dem Buchbinder für seine Arbeit zugewiesen wurde. Pirmin Gasser hat fast nur bei zwei Meistern in der Stadt, bei dem Hieronymus Wolf-Meister, der wahrscheinlich mit Hans Sick identisch ist, und bei Caspar Horneffer, der ihn unterstützte und später ganz ablöste, arbeiten lassen. Die Augsbur­ ger Einbände Fuggers dagegen stammen aus sehr verschiedenen Werkstät­ ten in der Stadt und geben von der Entwicklung der Augsburger Einband­ kunst ein vortreffliches Bild. Sie sind in der Regel innen durch eine Bleistift­ notiz aus dem 17. Jahrhundert mit dem Hinweis auf einen inzwischen ver­ lorengegangenen Fugger-Katalog gekennzeichnet. Der früheste Augsburger Einband IV 715 geht bis in die gotische Zeit zurück: ein Halblederband um einen Wimpfelingdruck von 1506, der auf dem schmalen Schweinslederstreifen mit fünf Kelchstempeln mit Blumen, schwärz­ lich mit Farbe oder Rauschei auf der weissen Folie, bedruckt worden ist und nach Stempeln und schwarzem Aufdruck den Arbeiten des Jö rg Schapf nahesteht. Der Einband, mit dem Eintrag der Fuggerbibliothek versehen, dürfte alt gekauft worden sein. Auch der nächste Einband IV 228 ist nur ein Halblederband mit zwei Streifen der Rosenstabbordüre bedeckt; wahr­ scheinlich auch dieser aus altem Besitz übernommen und vielleicht nicht

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Tai. cxi.iv

Tai. cxliii

Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

einmal in Augsburg, sondern eher in Nürnberg gebunden; der Rosenstab Stempel ist dem des Wilhelm Franck nah verwandt. Mit dem Meister der Hirschrolle 1 (Kyriss 84) wird die Reihe der frühen Rolleneinbände in Augs­ burg eingeleitet, die vorwiegend durch den Gebrauch von Jagdrollen ausge­ zeichnet sind. Fünf Einbände liegen von ihm vor. Der erste, noch stark go­ tischen Charakters, ist mit dem Wappenstempel der Stadt Augsburg ge­ schmückt VI 55; drei andere sind Rolleneinbände mit zwei Längsstreifen in der Mitte, die durch einen breiten Abstand von einer Rollen- und Bor­ dürenumrahmung abgesetzt sind (III 203. Y 231 und 955). Der Halbleder­ band IV 322 ist nur mit zwei Streifen der schmalen Blütenranke bedruckt. Die zweite grössere Werkstatt, der Jagdrollenmeister 3 (Kyriss 87), ist gleich­ falls mit mehreren Einbänden vertreten. Seine Einbände zeichnen sich da­ durch aus, dass der Rahmen stets weit vom Rand abgesetzt ist. Auch zu den senkrechten Streifen in der Mitte bleibt viel leerer Raum I I 366 und Y 164, nur bei Bänden, wie z. B. I I 54, die oben den Titelaufdruck in Rauschei zeigen, ist der Zwischenraum mit rauschelvergoldeten vereinzelten Stempeln bedruckt. Bei Bänden kleineren Formats z. B. V 1767 schliesst der Rahmen unmittelbar an die mittleren Streifen oder an das Rautengerank an. Die Halblederbände sind meist mit zwei Rollenstreifen bedruckt, IV 109. I I 528. IV 1233. Nur mit dieser einfachsten Einbandform ist der Ja g d ­ rollenmeister 4 (Kyriss 88) vertreten IV 371. Und auch der Jagdrollen­ meister 5 (Kyriss 81) führt sich zunächst nur mit Halblederbänden mit ei­ nem oder zwei Rollenstreifen zum Schmucke ein IV 368, ehe er zu einem prunkvolleren Rollenband mit Titelaufdruck und seitlich verstreuten rauschel­ vergoldeten Stempeln überging I II 205. Die Periode der Jagdrollen wurde von einer zweiten modischen Welle innerhalb der Handelsrollen abgelöst, die in stärkerem Maße einer figürli­ chen Darstellung in der Art der Webmustervorlagen—Pärchen oder Halb­ figuren mit Quasten—zugewandt waren. Auch diese Rollen, in ganz Schwaben verbreitet, wurden hauptsächlich in Augsburg für den Grossumsatz herge­ stellt. Sie finden sich in zahlreichen Variationen vor. Ein wahres Musterbuch für diese Rollen im Webmusterstil bieten die Einbände des Ratsaktenmei­ sters. E r besass eine breite Parisrolle, eine Pärchenfolge mit Affen und eine Blütenrankc nit Schelm S 1. S 4. IV 29. Die beiden letzteren bilden die Überleitung zu seinen späteren Einbänden mit schmälerem Parisurteil II 262. IV 269 und I II 98. Die spiralförmige breite Rankenrolle, die auf III 98 als Querstreifen dient, erscheint leicht abgewandelt auch auf V 1824 und V 239. Eine Variation des Parisurteils besass der Meister der Metzgerakten Haebler II S. 98 R. 4. 8. 13; sie wird in der Regel von einer sehr schönen Rankenrolle im Profil begleitet. Auch bei diesem Buchbinder werden die Rollen, wie üblich in Augsburg, in breitem Abstand vom Rand und von den mittleren Streifen auf Bänden im Folioformat, eng aneinandergesetzt dagegen auf Einbänden kleinerer Grössen gebraucht z. B. V 36. Eine Fassung der Pärchenrolle mit Pfeifer und Lukretia in Halbfigur besass ein Buchbin­ der, dessen Band S. 9 durch eine eigenartige Sonnenrolle mit Voluten da-

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

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zwischen ausgezeichnet ist. Man würde ihn, der mit Einbänden Ottheinrichs in Neuburg vertreten ist, (2° Med. 45) in dieser Stadt vermuten, wäre nicht ein Erlanger Einband von ihm Thl. X V III 91 a in der Mitte mit einem Augsburger Wappenstempel geschmückt, seine Augsburger Tätig­ keit bestätigend. Den Bollen dieses Meisters verwandt, wenn auch nicht gleich, sind die Halblederbände mit den Vasenrollen in quer IV 425 und mit der Rolle: Kugeln und Quasten IV 946, indifferente Stücke, die wie die Halb­ lederbände mit der Rolle: Kugeln und Kreise IV 1052 und der Köpfchenrolle mit Quasten V 1000 wahrscheinlich in kleineren Augsburger Werkstätten entstanden und als alt aufgekaufter Besitz in die Bibliothek Fuggers gekommen sind. Die Neuburger Nachbarschaft, die sich schon bei dem Meister mit dem Augsburger Wappen bemerkbar machte, tritt verstärkt auf zwei Rolleneinbänden hervor, deren auffallend gespreizte Schliessen Beziehungen nach den westlichen Gebieten, zwischen Donau und Neckar, verraten. Und in diese Richtung dürften auch die Rollen verweisen: eine Blütenranke mit Kopf V 253, die sehr ähnlich bei dem Stuttgarter Konrad Kühne verwendet ist, die Blütenranke mit Einzelfigürchen, die Haebler in der Esslinger Archivbibliothek fand V 1186, oder die Rolle mit Halbfiguren und Vasen V 1762, deren langgestreckte Formen Reminiszenzen an die Ornamentleisten aus dem Neckargebiet erwecken. Auch der Buchbinder, der für Philippus Adelgais Rauenspurgensis 1552 in Augsburg einen Einband arbeitete (Augsburg StB Ceporinus, Compendium grammaticae. Zürich 1550), besass einen grösseren Absatz im schwäbischen Landgebiet. Ein Ein­ band I II e 6 von ihm lag in Ansbach vor; die zwei Einbände von Pal. I 168, sind neben den Webmusterrollen—Vasen und Negerkopf — mit den ersten szenischen Stücken, einer Folge von Rechtfertigungsbildern, geschmückt, die in etwas breiterer Form den mittleren Streifenschmuck auf einem Augs­ burger Halblederband II 322 bildet. Die Entwicklung des Augsburger Rolleneinbandes von den webmuster­ artigen Motiven der Jagd- und Figürchenrollen zu den breiten biblischen Darstellungen propagandistischen Gehaltes ist von zwei andersgearteten Strömungen reizvoll unterbrochen und vermischt worden. Die eine Richtung ging von dem Raimund Fugger-Meister aus und brachte einen Einschlag oberrheinischer, Strassburger, Kunst in die Stadt. Die zweite kam in den Kreisen Augsburger Gelehrter auf und suchte, wenn auch zunächst mit bescheidenen Mitteln, einen Anschluss an den welschen Stil zu gewinnen; die Meister sind nach ihren wichtigsten Auftraggebern Sixt Birck-, Hie­ ronymus Wolf- und Leovitius-Meister genannt. Die schönen frühvergol­ deten Superexlibrisbände, die sich Raimund Fugger seit 1528 anfertigen liess, waren im Erbteil fast alle an seinen zweiten Sohn Georg gegangen und sind von seiner Familie in der dritten Generation an die Wiener Hofbiblio­ thek abgegeben worden. Nur versprengte Stücke dürften an Ulrich gekom­ men sein; einige Einzelgänger sind mit der Bibliothek der Heidelberger J e ­ suiten nach Mainz In 2° 274 oder durch Goldasts in Heidelberg angekaufte Bücher nach Bremen gekommen VI 9 a 16. Diese Superexlibrisbände des Raimund Fugger bedeuteten etwas ganz neues in der deutschen Einband-

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rat . cxlvi

Die Augsburger Einbände der Puggerbibliothek

kunst, sowohl durch die Vergoldung und die Lackmalerei, mit der das Wap­ pen blau und weiss ausgemalt ist, wie durch das Stäbchenmuster der Schnitte, das unter dem Einfluss italienischer Bände entstand. Aber im Gesamtein­ druck tritt das Deutsche auf den Bänden des Raimund Fugger-Meisters doch unverkennbar hervor, und nicht nur in der Wahl des Leders, bei dem er sich mit Schafleder statt dem italienischen Maroquin begnügt. Die umrahmen­ den Goldlinien werden breit genommen wie die breit ausgezogenen Rillen des Streicheisens. Deutsch sind die Stempel: Eichel, Schellen, Lilie, deutsch der Titelaufdruck über dem Wappen, mitunter von dem Bindejahr darunter begleitet, deutsch die Verzierung der Rückenfelder, durch eine Schräglinie in zwei Felder mit je einem gotischen Knospenstempel geteilt. Sowohl die ausgezeichnete Vergoldung als auch das Stäbchenmuster der Schnitte wa­ ren um diese frühe Zeit, 1528, nur am Oberrhein, in Basel und Strassburg, zu finden. (Auch der « alte Buchbinder » in Heidelberg hatte in Strassburg gelernt). Und nach Strassburg verweisen auch die Blinddruckrollen, die auf einigen der Fuggerschen Wappenbände die äussere Umrahmung bilden Wien NB I I G 17 und 16 F 20. Sie verankern das Werk des Raimund Fu g­ ger-Meisters mit seinen zahlreichen Blinddruckbänden, die er nach R ai­ munds frühem Tod für private Besteller in Augsburg gearbeitet hat. Für die vergoldeten Einbände fand er keine Besteller mehr. Nur die Schnitte sind noch öfters vergoldet und mit dem charakteristischen Stäbchenmuster ver­ ziert. Auch Ulrich Fugger hat sich bei den Einbänden, die ihm der Raimund Fugger-Meister arbeitete, vorwiegend mit einem blinden Druck begnügt. Nur zwei vergoldete Bände sind mit seiner Bibliothek nach Heidelberg ge­ kommen, der eine ist Pal. V 1737, der andere wurde aus ehemals Heidel­ berger Besitz nach Köln verschlagen G. B. IV 35241. Beide Bände sind ab­ solut übereinstimmend verziert, mit einer Blütenbordüre als Rahmen, ei­ nem Knotenstempel in der Mitte, während Rücken und Schnitte wie die Superexlibrisbände des Raimund ausgeschmückt sind und im Zusammen­ hang mit der Lederart — dem rötlichen Schafleder — die Vermutung nahe­ legen, dass auch diese beiden vergoldeten Stücke ursprünglich für Raimund gearbeitet waren und seinem Sohn nur im Erbe zugekommen sind. Die Werkstatt des Raimund-Fugger-Meisters hatte einen langen Bestand; zwei charakteristische Rollen sind noch 1587 auf dem Zunftbuch der K auf­ leute verwendet worden. E s spricht viel dafür, dass sie dem Simon und Friedrich Thumb zugehörig war, von denen der ältere, vermutlich der Vater, von 1528-1550, der jüngere von 1538-bis mindestens 1569 in den Akten nachweisbar sind. Soviel ist sicher, dass die künstlerischen Impulse der Werkstatt sowohl im Schnitt der Rollen wie in ihrer Anwendung aus Strass­ burg gekommen sind. Wahrscheinlich ist der Vater Simon Thumb ein Schü­ ler des Konrad Schwieker gewesen, der seit 1520 in Strassburg urkundlich nachweisbar ist. Wie Schwieker besass er eine Ornamentleiste mit eingescho­ benen Jahrestäfelchen, 1520 bei diesem, 1524 bei ihm; Schwickers Ornament­ leiste mit dem Tuba blasenden Putto ist von dem gleichen Stecher ge­ schnitten wie das verwandte Stück des Raimund Fugger-Meisters mit dem Krieger mit Speer und Schild. Die gestrichelte Tierspirale, eigentlich ein

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

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burgundisches Motiv, lässt sich in Strassburg noch bei zwei Meistern und bei Schwicker nachweisen; der Rosenstab ist auch bei Schwicker oft gebraucht* selbst die Groteskenrolle, durch die sich dieser besonders ausgezeichnet hat, findet etwas Artverwandtes in der Zirkusrolle (Nürnberg German. Mus. L 2501), die der Raimund Fugger-Meister besass. Noch deutlicher spricht die Strassburger Schulung im Entwurf. Jene für Deutschland so seltene Spar­ samkeit eines nur mit dem Wappen verzierten Entwurfes hatte einen Vorgän­ ger in dem schönen Plaketteneinband des Schwicker; die Neigung, das Mit­ telfeld in zwei oder mehrere Quadrate aufzuteilen, weist auf ähnliche K on­ struktionen in Strassburg hin. Und auch dies passt gut in den Strassburger Zusammenhang, dass sich unter den eingebundenen Drucken so viele Zwingli­ schriften finden. Wahrscheinlich stand der aus Strassburg gekommene Fugger-Meister in Augsburg dem Kreis der Zwinglianer unter dem H aupt­ prediger Musculus nahe. Auch sein Sohn, der das Zunftbuch der Kaufleute band, dürfte der freieren, protestantisch-sozialen Richtung unter Herwart angehört haben. E s ist gut möglich, dass die ersichtlich karikierende Rolle, die er besass, einen Angriff auf das reiche Patriziat enthalten sollte: ein Affe, der mit Eifer die Waren abwiegt, wird von einem Fuchs, der sein Geldsäckel zuschnürt, begleitet (Augsburg StB 2° Th. B. Biblia Germ. o. O. 1524). Jedenfalls hat die W erkstatt in Augsburg einen bedeutenden Absatz gehabt. In Ulrich Fuggers Bibliothek sind zweiundzwanzig Bände von ihm gekom­ men, davon gehörte ein Band ursprünglich seinem jüngeren Bruder Raimund, einer kam aus Gassers Bibliothek. Nach Strassburger Brauch hat die Raimund Fugger-Werkstatt die Anfertigung von Halblederbänden bis auf zwei, IV 10 und V 1028, vermie­ den. Von ’'hren blindgedruckten Ganzlederbänden dürften die Entwürfe mit der 1524 datierten Ornamentleiste die frühesten gewesen sein V 1922 und 1818; sie gehörten wahrscheinlich noch in Raimund Fuggers Bibliothek. Zu den Blumen-, Spiralen- und Blütenranken, die die letzten Superex­ librisbände des Raimund umsäumten, tritt auf den Blinddruckbänden gern die breite gestrichelte Tierspirale hinzu, meist mit einem breiten Abstand vom Rand abgesetzt, während in der Mitte Streifen und Umrahmung zu einem kompakten Muster zusammengefasst sind IV 321. 819. 146 und II 114. Auf dem hinteren Deckel ist die Mitte nur mit Linien überkreuzt. Bei kleineren Bänden verschwindet der Leerrahmen am Rand V 1882. Spätere Bände lassen in Angleichung an die Augsburger Form zwischen Rahmen und Mittelstreifen eine Atempause frei V I 217 und 222, vielleicht eine Konzession von seiten der jüngeren Generation (des Sohnes), dem man auch die stärkere Zunahme figürlicher Rollen: einer Köpfchenrolle mit Kugeln und Quasten, desgleichen mit unterpunktetem Grund und einer Jagdrolle Augsburger Prove­ nienz zuschreiben möchte V 688. 699. IV 491 und 23. Einen dieser späten Ta«, cxlv Einbände der Werkstatt um eine handschriftliche Ausgburger Konfession, die jetzt unter Pal. germ. 420 in Heidelberg aufbewahrt wird, hat Ulrich Fugger erst durch die Vermittlung des Hans Sick gekauft. E s ist gut mög­ lich, dass er auch noch andere Einbände der Raimund Fugger-Werkstatt nicht direkt, sondern erst aus zweiter Hand, alt, übernahm. Die beiden

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Tar. cxliii

Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

Halblederbände mit Erdbeer- und Blütenranke IY 740 und V 1028 stehen der Werkstatt des Baimund Fugger-Meisters nur bedingt nahe. Der Einband mit dem vierfach zusammengesetzten Blattstempel in der Mitte, der sich mit dem handschriftlichen Eintrag Palatina unter den Bänden der BarberinaBibliothek A YI 128 befand, dürfte nach Leder und farbigen Bändern, blau und weiss — die Farben der Fugger —, zu schliessen, in einem späteren S ta ­ dium der Werkstatt und für Ulrich direkt gebunden worden sein. Die Buchbinder für den Augsburger Gelehrtenkreis waren bei aller Zu­ rückhaltung, die die Einbände des Sixt Birck, Gasser, Wolf und Ulrich Fug­ ger auszeichnen, ersichtlich bemüht, ihren Entwürfen einen freieren weit­ räumigeren Zug, einen Anklang « uff welsch » zu geben. In den Einbänden der Palatina tritt diese Tendenz nur verdeckt, aber doch immer noch spür­ bar hervor. Der Buchbinder, der für Sixt Birck, Bektor des Annengymnasiums und zeitweilig Betreuer der Stadtbibliothek, arbeitete, kam aus dem eingesessenen Augsburger Handwerkerkreis. Zwei Akteneinbände, die Haebler I I S . 98 anführt «Ewig Grund und Ablösung» 1549 und der «Nachlass des Lienhard Stöcklin» 1551, sind von ihm gebunden. In seinem Material ist vor allem eine Pärchenrolle mit stehender Lukretia zwischen zwei Lilien bemerkenswert; das schöne Stück hat eine fast übereinstimmende Nachbil­ dung — die Blumen zur Seite der Lukretia sind nun eingebogen — bei einem anderen Augsburger Buchbinder V 528 gefunden. Die Bibliotheksbände des Sixt Birck, die, durch seinen Eintrag innen gekennzeichnet, zum gros­ sen Teil später in die Fuggersche Bibliothek übergingen, sind sehr schlicht mit zwei Bollenstreifen im Mittelfeld und einer eng umrahmenden Bolle verziert. Auf dem hinteren Deckel wird das Mittelfeld von diagonalen L i­ nien überstrichen, ohne weiteren Schmuck. E s war ein Entwurf, der für die Augsburger Blinddruckbände charakteristisch ist und durch die Buchfüh­ rereinbände im weitesten Umkreis, z. B. im Erzgebirge, Schule gemacht hat Y 1551. Für die Geschenkbände des Sixt Birck (Betuleius) an den B at suchte sein Buchbinder eine Synthese zwischen dem ornamentalen, welschen und dem deutschen Stil zu gewinnen. Nur eine einzige Schmuckleiste um­ rahmt ein betont altertümliches gotisches Bautengewind, aber der reiche Widmungsaufdruck ist in schönsten Antiqualettern ausgeführt und die Mitte oft nur mit einem einzigen Stempel oder einer Stempelgruppe in welscher Manier geschmückt. Diesem sparsamen mittleren Verzicht ent­ sprechen die palatinischen Bände II 339 und V 418/419. Bei dem Sixt BirckMeister mehren sich bereits die Halblederbände IV 334 und V 1934, die der Baimund Fugger-Meister vermied. Sie sollten noch eine grössere Bedeutung gewinnen bei dem Hieronymus Wolf-Meister; auf seinen Einbänden für Pirmin Gasser bilden die Halblederbände bei weitem das stärkste Kontin­ gent. Achilles Pirmin Gasser aus Lindau war Hausarzt und Hausfreund bei Ulrich Fugger. Leidenschaftlicher Büchersammler, hatte er sich schon wäh­ rend seiner Studien einige Bücher aus Frankreich (Montpellier, Avignon) und vor allem aus Wittenberg mitgebracht, wo er die entscheidende Ver­ bindung mit den führenden reformatorischen Kreisen gewann, die ihn spä-

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ter als Mittelsmann Fuggers beim Ankauf des reformatorischen Schrifttums vor allem geeignet erscheinen liess. Zunächst in der Heimat, Lindau, und im nahen Feldkirch als Stadtarzt tätig, wurde er in gleicher Funktion 1546 nach Augsburg berufen und wirkte hier mitbestimmend bei dem kulturellen Aufbau des Augsburger protestantischen Stadtregimentes: der neuen Schul­ ordnung, der Gründung der Stadtbibliothek und den von der Stadt unter­ stützten, wissenschaftlichen Publikationen. Beim Einsetzen der katholischen Gegenbewegung zog er sich mehr und mehr auf seine wissenschaftlichen Arbeiten zurück, die, vorwiegend historisch gerichtet, 1554 zur Veröffent­ lichung seines Catalogus regum omnium führten, während seine bis 1576 reichende Augsburger Chronik erst nach seinem Tod herausgegeben worden ist. Selbstlos überliess er die Abschrift und seine Anmerkungen über die Evangelienharmonie des Otfried von Weissenburg seinem Freund Flaccius zur Veröffentlichung. Gasser, nur auf die sachliche Förderung der Wissenschaft gerichtet, blieb auch ganz sachlich gegenüber der äusseren Ausschmückung des Buches; er stimmte in dieser Beziehung mit Ulrich Fug­ ger sehr überein. Wirtschaftliche und praktische Erwägungen veranlassten ihn überdies, seine einfachen Blinddruckbände vorwiegend mit Holzdeckeln und nur als Halblederbände arbeiten zu lassen. Seine Bibliothek, mit grosser Sachkenntnis und leidenschaftlicher Bibliophilie zusammen getragen, wurde nach seinem Tod 1577 von Ulrich Fugger übernommen; durch ihn ist sie in die Bestände der Palatina eingegangen. Schon die erste grössere Serie von Bibliothekseinbänden, die sich Gas­ ser in Lindau von einem dortigen Meister arbeiten liess, zeigt alle Merkmale, die seine späteren Einbände ausgezeichnet haben: die Holzdeckel, den blin­ den Druck, die Bevorzugung von Halblederbänden. Der Meister besass nur sehr wenig Stempelmaterial; eine schöne Benaissanceornamentleiste mit Trommel und Putto ist besonders häufig von ihm verwendet worden, mitun­ ter noch von gotischen Einzelstempeln begleitet II 497 oder mit Streu­ stempeln auf dem Bespektrand und an den Bünden ausgeschmückt I I 466. Seine späteren Einbände zeigen innerhalb der mehrfach umrahmenden Bol­ len ein neuzeitlicheres Stempelmotiv, die Eichel, mehrfach neben- und un­ tereinander abgedruckt, IV 532 und V 929. In der Begel aber ist das eng umrahmte Mittelfeld nur von ein bis zwei Bollenstreifen ausgefüllt V 939, 1526, 1697. E s ist reizvoll zu beobachten, mit welcher fröhlichen Ver­ schwendung der Meister seine Phantasie selbst bei den schlichtesten seiner Entwürfe, beim Schmuck der Halblederbände, spielen liess. In der Begel werden auf dem schmal übergreifenden Lederstreifen zwei Streifen dersel­ ben Bolle nebeneinander gedruckt. Der Buchbinder arbeitete auch einige Bände in dieser Art, legte dann aber eine Atempause zwischen die Bollen ein oder schob sie durch Querstreifen oben und unten, die er mit einer Bolle oder vereinzelten Stempeln bedruckte, nach der Mitte zusammen. Ein Ein­ band mit einer fremden Bolle, einem Schotenmotiv, fällt aus dem Bahmen der Arbeiten des Lindauer Meisters heraus I II 120. Wahrscheinlich war dieser Halblederband in Feldkirch gearbeitet worden. Die Lindauer Ein­ bände sind zwischen 1523 und 46 entstanden und durch die ausführlichen 14

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Einträge Gassers gekennzeichnet. Nur zwei Lindauer Einbände, die aus unbekannten Gründen in die Palatina kamen, stammen aus späterer Zeit und waren für andere Besitzer bestimmt. Der eine V 1953 ist, wie der ab­ gebildete Konstanzer Band, mit einer Tugendenrolle seeländischer P rä­ gung geschmückt, der andere V 1417 ist in hochrot gefärbtem Schweinsle­ der mit kaum mehr erkennbarem Schmuck eingebunden und umschliesst einen Lindauer Druck von 1608. Als Gasser 1546 nach Augsburg als Stadtarzt kam, war der Typ seiner Bibliothekseinbände in ihrer anspruchslosen Aussage bereits geprägt. Er übergab die Aufträge fast ausschliesslich einem Meister, der in der Litera­ tur bereits als der Hieronymus Wolf-Meister eingeführt ist und für die verschiedensten protestantischen Gelehrten in Augsburg tätig gewesen war. Trotzdem wird sein Name mit gutem Grund mit dem des Hieronymus Wolf verknüpft, denn auf den Geschenkeinbänden, die er für diesen arbei­ tete, hat seine Kunst erst ihre volle Entfaltung gefunden. Die Bände für Gasser dagegen (wie auch die für Ulrich Fugger) sind nur in der schlichtesten Art gebunden: in Holzdeckel mit weissem Schweinsleder, selten mit brau­ nem Kalbleder überzogen und mit Rollen blind bedruckt. Eine dieser Rollen fällt, wie die breite Ornamentleiste mit dem Putto in Lindau, durch ihre schönen Frührenaissancemotive auf: Grotesken, Halbfiguren mit stüt­ zend erhobenen Armen, zwei Stehfigürchen an einer Yase, eine Karyatide, deren Arme in Laubwerk übergehen, zwei delphinartige Wesen, zwei auf einem Schalendeckel kauernde Putten. Zu dieser eigenartigen und in Augs­ burg nicht wieder vertretenen Groteskenrolle, die stets nur auf Gassers Bänden verwendet wurde und wahrscheinlich sein Eigentum war, zog der Buchbinder allgemein verbreitete Augsburger Handelsrollen hinzu. Bei diesen bevorzugte er Rollen mit möglichst wenig figürlichem Schmuck: eine Rosenstabrolle nur mit einer Halbfigur oder eine Vasenrolle mit K u ­ geln. Von den palatinischen Einbänden des Gasser, die der Hieronymus Wolf-Meister band, ist die weitaus grössere Hälfte (54) als Halb'lederbände, die kleinere als Ganzlederbände (42) gearbeitet worden. Bei den Halbleder­ bänden wird in der Regel ein Leerstreifen oben und unten freigelassen, dann gerahmt, dann kommen wieder leere Querstreifen oben und unten und an­ schliessend zwei die Mitte ausfüllende Rollenstreifen. In dieser Weise sind die Halblederbände ziemlich ebenmässig verziert. Die Ganzlederbände werden meist mit zwei Rollen hart am Rand gerahmt, dann ein Leerrahmen, dann wieder zwei Rollenrahmen und mehrere ausfüllende senkrechte Rol­ lenstreifen eng aneinander gesetzt. Der Spiegel des Hinterdeckels ist nach Augsburger Brauch von Diagonallinien überkreuzt. Erst in vorschrei­ tender Zeit mischen sich, dem Zeitstil Rechnung tragend, Wittenbergische figürliche Rollen in sein Schmuckmaterial ein, eine stehende Tugendenrolle z. B ., die sich von dem sehr ähnlichen Schnitt des Caspar Horneffer durch die ein-, nicht zweizeilige Beschriftung unterscheidet. Caspar Horneffer trat in den sechziger Jahren entlastend neben dem Meister ein. Gleichwohl hat der Hieronymus Wolf-Meister an Gasser von 1546 bis zu dessen Tod 1577 den Hauptbestand seiner Bibliotheksbände geliefert. Die

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Werkstatt muss einen langen Bestand und einen grossen Absatz gehabt haben. In der Art der Gasserchen Blinddruckbände hat der Hieronymus WolfMeister auch verschiedene Einbände für andere Besteller in der Stadt ge­ arbeitet. Zwei der Einbände, für Sixt Birck bestimmt V 147 und 1588, sind mit Fuggers Büchern in die Palatina gekommen. Aber auch für Ulrich Fug­ ger selbst hat er eine grössere Anzahl blinder Rolleneinbände gebunden. Sie sind von denen Gassers durch zwei charakteristische Merkmale unterschie­ den. Bei Ulrich Fugger sind die Einbanddeckel stets ganz mit Leder bezo­ gen; die Halblederbände, die sich in seiner Bibliothek befinden, waren alt übernommen. E s hätte dem Reichtum des Fuggerhauses zu wenig ange­ standen, Einbände in der sparsamen und weniger haltbaren Form der Halb­ lederbände in Auftrag zu geben. Und auch in der Wahl der Rollen liegt ein Unterschied vor; die Groteskenrolle, vermutlich Gassers Eigentum, wird nie benutzt, aber auch der Rosenstab und die Vasenrolle finden sich nur selten, öfters dagegen figürliche Stücke, besonders eine breite stehende Sal­ vatorrolle vor. Wahrscheinlich hatte sich diese unterschiedliche Ausschmükkung von Fuggers und Gassers Bänden in der Werkstatt als fester Brauch eingespielt; Fugger selbst dürfte den Unterschied gar nicht beobachtet haben. Sehr viel bewusster aber veränderte der Hieronymus Wolf-Meister seine Entwürfe, wenn es sich um die Einbände für Hieronymus Wolf selbst handelte, die er ihm seit seiner Ankunft in Augsburg 1551 zunächst als B i­ bliothekar Johann Jakob Fuggers, später als Rektor in St. Annen bis in die siebziger Jahre hinein gearbeitet hat. Auch hier handelt es sich zunächst um schweinslederne Rolleneinbände, aber die Deckel sind sehr viel häufiger aus Pappe und mit Lederriemchen verschlossen, nicht aus Holz mit Schliessen, auch bleibt das Mittelfeld in der Regel leer, nur mit einem gotischen Knospenstempel im Zentrum verziert. E s ist der gleiche Entwurf, der uns auf dem Dedikationseinband des Sixt Birck an die Stadtbibliothek und auf den Akteneinbänden begegnet, die Jeremias Mair für das Fugger- t »j . cxliv archiv gearbeitet hat; er entsprach in seinem Verzicht auf einen deckelausfüllenden Schmuck — ein deutsches Prinzip — der Vorstellung eines « wel­ schen » Stils. In der Gymnasialbibliothek in Neuburg an der Donau, wohin die Bücher Wolfs nach seinem Tode gekommen sind, finden sich zahlreiche von diesen Einbänden vor, z. B. 2° BW 9. 11-15, 18. 22. Auf der Höhe seines wissenschaftlichen Ruhmes hat Hieronymus Wolf wie vordem Sixt Birck der Augsburger Stadtbibliothek eine Reihe festlicher Einbände ge­ schenkt. Aufdruck und Mittelstempel sind mit Gold, die Rahmen blind oder auch schon vergoldet gedruckt (Augsburg StB Epictet 1560 und Cicero De officiis 1563). Seit 1569 trat eine breitrahmende vergoldete Maureskenrolle Augsburger Prägung hinzu (ebd. Demosthenes 1569). Sie schmückte die Geschenkbände der siebziger Jahre aus, die in der Mitte eine offene maureske Raute oder Rotunde zeigen, Nachschnitte nach den Entwürfen des Hans Manuel Deutsch aus Flötners vielverbreitetem Musterbuch, tech­ nisch vortrefflich gearbeitet und in bester Vergoldung ausgeführt (ebd. Isokrates 1570 und Suidas 1564, gebunden 1570 und 1571). In dem geschmack-

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vollen, leider sehr schlecht erhaltenen Einband um den Demosthenes von 1572, der von Wolf der Bibliothek im gleichen Jahre geschenkt wurde, dürf­ te die letzte und reifste Arbeit des Hieronymus Wolf-Buchbinders gegeben sein. Rollen, Rahmen und Streustempel wechseln, die Mitte, leer, trägt wie alle die Dedikationsbände einen vortrefflich gesetzten Widmungsdruck und ein schönes maureskes, spitzovales Mittelstück (Schunke Augsburg Abb. 77). In den Kreis dieser vergoldeten Prachtbände nun gehören zwei Ein­ bände des Hieronymus Wolf-Meisters aus der Palatina, der eine IV 1063 ist 1566 gebunden und in der Mitte mit der offenen mauresken Rautenplatte des Isocratesbandes geschmückt; der andere, ein Begrüssungsgedicht Reusners an den pfälzischen Kurfürsten Friedrich III. bei seinem Augsburger Aufenthalt 1566 Pal. V 1726 ist vortrefflich vergoldet und nur mit einer ovalen mittleren Platte und vereinzelten Stempeln an der Kandelaberum­ rahmung geschmückt. E s war ein Entwurf, der in Augsburg auf lange Sicht Schule gemacht hat, z. B. auf einem Geschenkband des Flaxinius an Pfalz­ graf Christoph 1573, Pal. V 950, der von einem unbekannten Meister mit einer ovalen Mittelplatte und verstreuten Stempeln zwischen Rahmen und Rand gearbeitet worden ist. Die eigenwillige Form des Blattstempels, der hier vierfach zusammengesetzt die Mitte des hinteren Deckels schmückt, wiederholt sich auf Kreuzbergers Contrafactur der Zeumung 1562 in Dresden L B Gymnast. 28 und rückt diese beiden Einbände in den Umkreis des Marx Fugger, für den der gleiche Meister ein sehr schlichtes Pergamentbändchen um sein Werk « Wie man ein Gestüt von Kriegssrossen auf richten so ll» 1578 band, das mit einer handschriftlichen Widmung an Pfalzgraf Reichardt in die Palatina III 111 gekommen ist. E s fällt auf, dass die letzten Geschenkbände des Hieronymus Wolf 1573 an die Augsburger Stadtbibliothek nicht mehr von seinem altbewähr­ ten, sondern von einem anderen Meister gearbeitet worden sind. E s sind die Isocrates- und Plutarch-Ausgaben von 1572 und das Compendium hi­ storiarum des Zonaras von 1557, das er erst 1573 mit einem handschrif­ tlichen Eintrag an die Stadtbibliothek von Augsburg geschenk t hatte (jetzt Salzburg I II 8377). Trotz der grossen Übereinstimmung im Entwurf: nur ein Stempel oder eine Platte in der Mitte, schlichte Umrahmung, reicher Wid­ mungsaufdruck, muss hier eine andere Hand am Werk gewesen sein, die sich durch abweichende Stempel und die charakteristische Gewohnheit, zwischen die einzelnen Worte und Zahlen Punkte oder kleine Stempel ab­ grenzend einzusetzen, bemerkbar gemacht hat. Auch dieser Buchbinder war in Augsburg sesshaft und ist mit einer längeren Reihe von Werken nach­ weisbar (Augsburg Nov. Test. Paris Robert Stephanus 1550. Tübingen Konvikt G 331. geb. 1567. Maihingen Lexicon graecolatinum. Antwerpen Plantin 1572. Göttingen Cod. Mscr. Philos. 65. München Cod. germ. 960), von denen der früheste, der Tübinger Band, aus Peutingers Bibliothek stammt und dem Buchbinder der ganzen Gruppe den Namen eines PeutingerMeisters geben mag. Auch von diesem Peutinger-Meister ist in der Palatina ein Einband V 1616, die Isocrates-Ausgabe des Hieronymus Wolf von 1572 umfassend, gekommen. Sie ist mit der schraffierten Dreiecksmaureske in

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der Mitte geschmückt, die sicli auch auf den beiden erstgenannten Einbän­ den von 1573 aus der Stadtbibliothek Augsburg, ebenso wie auf einer Madrigalsammlung des Cypriano de Rore Venedig 1564 geb. 1566 in der gleichen Bibliothek findet. Der Umstand, dass Wolf seit 1572 einen anderen Buch­ binder nahm, lässt darauf schliessen, dass ihm sein bisheriger Meister ver­ storben war. In diesem Zusammenhang bietet sich die Vermutung an, dass der Hieronymus Wolf-Meister mit Hans Sick identisch ist, denn Sick war in der T at zwischen 1572 und 1573 verstorben. Er war es, der Ulrich Fugger und seinen Freundeskreis nach den zahlreichen Rechnungen, Katalogen und urkundlichen Berichten, die Lehmann veröffentlichte, vornehmlich belie­ fert hat. Nach seinem Tod versuchte man Fugger zum Ankauf des hinterlassenen Sortiments zu veranlassen. Das Verzeichnis, das, man für diesen Zweck einschickte, war von dem jungen Sohn des Sick angelegt. Sehr mög­ lich, dass dieser, der gleichfalls Buchführer und Buchbinder war, die Weiter­ belieferung der einfacheren Bibliothekseinbände an Gasser zwar bis zu dessen Tod übernahm, aber nicht die nötigen Fähigkeiten besass, kostba­ rere vergoldete Prachtbände zu arbeiten, so dass sich Wolf bei seinen letz­ ten Dedikationseinbänden an einen anderen, den Peutinger-Meister, wenden musste. Immer entschiedener traten auf den Einbänden der Augsburger Ge­ lehrtenkreise die Züge eines deutsch-welschen Stiles hervor. E r äusserte sich in einer stärkeren Bevorzugung rein ornamentaler, mauresker Mo­ tive italienischer Provenienz, durch deutsche Modelbücher vermittelt, in einer verhältnismässig frühen vortrefflichen Vergoldung und in dem befrei­ ten Gefühl für die Aussagefähigkeit auch des leeren Raumes. In dieser E nt­ wicklung hatte der dritte Buchbinder der Augsburger Gelehrten, der Leovitius-Meister, noch einen weiteren Schritt getan. Der Buchbinder, nur in den fünfziger Jahren nachweisbar, dürfte nach dem Dedikationseinband IV 466 zu nennen sein, den sich der Astronom Leovitius um seine Tabula ascensionum o. J . als Geschenk für Ulrich Fugger arbeiten liess, in bestes braunes Kalbleder gebunden, über Pappdeckel, mit roten Samtbändern zum Verschluss. Der reich vergoldete Schmuck wird von einer grossen Maureskenplatte bestritten, die einem Flötnerschen Muster aus dem Kunstbuch nachgeschnitten ist und fast den ganzen Deckel deckt, nur von einem B latt­ stempel an den Ecken und zwei gegeneinander gestellten ausschwingenden Zweigen, sogen. Lotusblättem, an den Seiten begleitet: ein sehr beliebtes venetianisches Stempelmotiv. Diese elegante Einfassung mit Stempeln an den Ecken und Seiten hat der Meister auch ohne Vergoldung und auch ohne deckelausfüllende Mittelplatte noch mehrfach auf blindgedruckten Schweinslederbänden wiederholt, nur mit einem kleinen mauresken BlattStempel in der Mitte ausgezeichnet. Auf dickem weissen, etwas glänzenden Schweinsleder blind ausgeführt, tritt der sparsame Schmuck kaum sicht­ bar bis zur Selbstaufgabe zurück I I 131. 193. 524. Das Vorbild zu diesem zurückhaltenden Entwurf wie auch zu den verwendeten Stempeln war in venetianischen Einbänden gegeben. So zeigt der Einband um einen venetianischen Bibelkommentar in Frankfurt a. M. Bibi. Vet. Test. Psalmi 175

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dieselbe leere Mitte, dieselbe Linienumrahmung mit sehr ähnlichen B latt­ stempeln an den Ecken und die weit geschwungenen Blattzweige an den Seiten. Die zahlreichen Einbände des Leovitius-Meisters in Augsburg müs­ sen einen solchen venetianischen Einband vor Augen gehabt haben; sie ko­ pieren ihn geradezu im Schnitt der Stempel wie in der Anwendung. In ver­ einzelten Fällen wurde sogar die Vorlage wie in Venedig auf braunem oder grünem Maroquin und in bester Vergoldung ausgeführt V 1991. 1695. 906 709. 694. IV 79. Doch sind diese vergoldeten Stücke immer nur Einzelheiten geblieben. Dagegen hat der Meister in der Art der blindgedruckten Schweins­ lederbände noch viele Arbeiten auch für andere Besteller in Augsburg ge­ liefert. Ein typisches Bändchen war für Christophori Jacobi Lauberi Augustä anno 58 gebunden (jetzt in Augsburg StB); verschiedene Foliobände kamen in Hieronymus Wolfs Bibliothek (Neuburg 2° BW 23. 4° BW 128). Zahlreiche dieser schlichten Blinddruckbände wurden mit Johann Jakob Fuggers Bibliothek von München übernommen; ein versprengter Einzel­ gänger kam nach Braunau, in die Langersche Bibliothek (III. 11 F. 1. Luther, Auslegung der Evangelien. Leipzig 1546). Trotz seiner für Deutschland ganz ungewöhnlichen Weiträumigkeit im Entwurf scheint der Leovitius-Meister kein Fremder gewesen zu sein. Die Übertragung der venetianischen Stempel und Entwürfe auf Schweins­ leder und blinden Druck, die Muster der Platten, die dem Flötnerschen Musterbuch entnommen sind, z. B. auch eine maureske offene Rautenplatte, nach Vorlagen des Hans Manuel Deutsch geschnitten IV 508 und 386, end­ lich einzelne figürliche Stempel wie der Engelskopfstempel oder ein da­ hinjagender Hirsch I I 36. 131. 376 zeigen es deutlich an, dass bei diesen Einbänden ein deutscher Meister am Werke war. Seinem Schaffen war nur eine kurze Dauer gesetzt; vereinzelte seiner Stempel sind später in den Be­ sitz des Hieronymus Wolf-Meisters übergegangen. Gleichwohl zog sein Auftreten in Augsburg, so kurz es auch war, eine ganze Epoche sparsamsten Stempelschmuckes im fünften und sechsten Jahrzehnt nach sich. Unter den Einbänden von Schad in Ulm finden wir Entwürfe, die denen des Leovitius-Meisters im Prinzip genau entsprechen (Ulm Schad 4042. 4487/88). Mit vierfach zusammengesetztem Blattstempel (nur etwas grösser als der bei Hieronymus Wolf), Goldlinien, Streustempel und einer Vierblattblüte auf dem Rücken, die der des Horneffer etwas vergrössert entspricht, ist der Einband für den Augsburger Dompropst Wolf­ gang Andreas Rem a Ketz (Augsburg StB Valerian, Hieroglyphica 1556) ausgestattet, auch er unzweifelhaft Augsburger Provenienz. Ihm steht der Band aus München Cod. germ. 946 geb. 1557 stilverwandt nah, ein wenig unbeholfen verziert und dem gefiederten Blattstempel nach wahrscheinlich aus der Werkstatt des Jeremias Mair gekommen. Ihm zum mindesten dürfte der unscheinbare Palatinaband V 1570 mit seinem blinden Linienrahmen und gefiedertem Blattstempel zuzuschreiben sein. Auch der kleine Band Pal. V 911, den wir des Eckstempels wegen dem Peutinger-Meister zuteilen möchten, ist nur blind bedruckt; der kleine Stempel in der Mitte zeigt in stark abgewandelter Form ein beliebtes Pariser Motiv: die Hand mit dem

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Blumenstrauss. Der vierfach zusammengesetzte Blattstempel auf Pal. V 981 ist im Prinzip augsburgisch, ohne dass sich aus den stark verwischten Eindrücken eine genauere Zuweisung gewinnen liesse. Der kleine Geschenk­ band an Ulrich mit dem Fuggerwappen, Lilien und Löwen, und dem Augs­ burger Stadtwappen, der Pinie, auf dem Hinterdeckel V 1814 schliesst sich mit seinen verstreuten Stempeln am Rahmen der Gruppe der sparsam ver­ zierten Stempelbändchen im fünften und sechsten Jahrzehnt ohne wesent­ liche Eigenart an. Von dieser im Stempelschmuck kargen Aussage war es zum gänzlichen Verzicht nur ein Schritt. Eine grosse Anzahl der Fugger- und GasserEinbände sind am Rand nur mit einer Blindlinie verziert. Bei den Fugger­ bänden handelt es sich meist um alterworbene Bücher, teilweise könnten sie auch schon aus Frankreich mitgebracht worden sein, z. B. der Wildleder­ band IV 298 oder die beiden Einbände um Lyoneser Drucke VI 51 und 212, durch die Zwischbünde oben und unten in ihrer französischen Provenienz sichergestellt. Die beiden nur mit Blindlinien geschmückten Bände I I 361 und V 1794 sind durch die charakteristischen diagonal überkreuzten Mittelfelder als frühe Augsburger Arbeiten gekennzeichnet. Zwei Einbände IV 478 und V 1613, nur mit Blindlinien am Rand bedruckt, tragen Gassers Besitzerein­ trag. Eine grössere Gruppe von Bänden der gleichen Art befand sich in Fug­ gers Bibliothek z. T. sogar in braunem Maroquin gebunden; sie dürften der Werkstatt des Leovitius-Meisters zuzuschreiben sein V 1555. 1581. 1645. 1764. VI 137. Unter den eingesessenen Buchbindern der Stadt stand dieser Meister dem Geschmack Ulrich Fuggers vielleicht am meisten nah. Aber es wird, so schweigsam wie sich dieser seinen Einbänden gegenüber verhielt, immer schwer zu sagen sein, welcher Buchbinder ihm vor allem entsprach. Für die Augsburger Buchbinder, die sich in der zweiten Jahrhundert­ hälfte so zahlreich in der Stadt niedergelassen hatten, dass die Aufnahme in die Zunft zeitweilig gesperrt werden musste, war es nicht leicht, gegen­ über den gehobenen Ansprüchen der Gelehrten-Buchbinder und der aus­ ländischen Meister, die durch die Fugger herbeigezogen wurden, einen ei­ genen Stand zu gewinnen. Was Jakob Holl und Jeremias Mair, bei denen Krause und Horneifer ihre Meisterprüfung ablegten, an Einbänden zu bie­ ten hatten, waren blindgedruckte Schweinslederbände mit Rollen, die zum grössten Teil aus Wittenberg bezogen oder ihrem Vorbild nachgeschnitten waren. Die Augsburger Handelsrollen, die die Einbände der vierziger Jahre beherrschten, finden wir jetzt nicht mehr vor. Mehrere der Buchbinder wa­ ren auch Sachsen von Geburt, wie Podenstaff, Horneffer und Hans Trechsel, von Krause, Meuser und dem jungen Schenck, die in Augsburg nur ihre Lehrzeit verbrachten, abgesehen. Ihnen allen war der Gebrauch von Witten­ berger Rollen und Platten von Haus aus geläufig. Aber auch die alteingesesse­ nen Augsburger Meister konnten sich dieser Entwicklung nicht entziehen. Mit den Wittenberger Rollen kamen die Bilderplatten in Gebrauch: auch sie zunächst ziemlich abhängig von der Wittenberger Ikonographie. Ein solcher Rollen- und Platteneinband ist in Pal. V 315 gegeben, er ist von Jakob Bitner gearbeitet, der zwischen 1540 und 93 Meister in Augsburg und Vorste-

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her der Innung war. Die umrahmende Tugendenrolle des 1556 gebundenen palatinischen Bandes ist typisch süddeutsch; die mittlere Platte aber ganz Wittenbergisch im Stil. Erst auf Einbänden der achtziger Jahre verschaffte sich Bitner auch für seine Platten einheimische, fast schon barocke Schnitte von grosser Originalität, deren späte Blüte freilich nicht recht zur Entfal­ tung kam. Die umrahmenden Bollen auf den Augsburger Bänden der Jah r­ hundertwende sind schon rein ornamental, ohne jeden figürlichen Schmuck, und unter dieser grossen entpersönlichenden Welle gewann auch der mittlere Plattenschmuck eine versachlichte Form; er bietet künftig nur noch ein Wappen als Superexlibris dar. Aus dem mittleren sechzehnten Jahrhundert liegt noch ein weiterer vereinzelter Plattenband Y 1761 vor, mit den Dar­ stellungen von Geburt Christi und David, die den Platten des Hans Waiblin­ ger nahestehen, ohne übereinstimmend zu sein: sie dürften einem unbekann­ ten Augsburger Meister zugehört haben. Alle übrigen Augsburger blindgedruckten Bände des sechsten und sie­ benten Jahrzehntes in der Palatina sind Bolleneinbände; fast jeder der be­ deutenderen Meister ist mit Beispielen vertreten. Von Jeremias Mair liegt in IV 1224 ein typischer Blinddruckband mit seinen schönen und aparten Bollen vor, originell selbst in der Passung der vielverbreiteten Kranzrolle, die auf dem hübschen Band V 150 in der Art der Gelehrteneinbände die einzige Umrahmung um den blindgedruckten gotischen Knospenstempel in der Mitte bildet. Fast der gleiche Entwurf findet sich auch auf Einbänden, die Mair für Johann Jakob Fugger gearbeitet hat (München SB 8° Exeg. 677. Conc. 349). Zwei Halblederbände mit einer Medaillonrolle Pal. IV 196 und V 353 schliessen sich ohne wesentliche Eigenart an; die Medaillonrolle unterscheidet sich von der sehr ähnlichen Fassung bei Horneffer dadurch, dass nur zwei Köpfe bebärtet sind. Von Matthias Gärtner, der die späten Bibliothekseinbände für das Annengymnasium band, sind zwei charakte­ ristische Bolleneinbände vertreten IV 1480 und V 1493, im Entwurf den Arbeiten Horneffers nahestehend. Und in gleicher Art mit einem Bollen­ rahmen und mehreren Mittelstreifen, die oben und unten von leeren Quer­ streifen abgegrenzt sind, sind auch die Blinddruckbände des Andreas Wekherlin V 64 und des Niklas Wielandt gehalten V 1580, alle durch die Buchbinder­ initialen in den Bollen ohne Schwierigkeit zuweisbar. Eine eigene Note besitzt das Bändchen V 63; es erinnert auffallend an die Blinddruckbände des jungen Krause während seines Augsburger Aufenthaltes: dieselbe schmale Medaillonrolle (doch ohne seine Initialen) im Bahmen, das gleiche zierliche Streumuster in der Mitte, von einem Leerstreifen mit vereinzelten Stempeln abklingend umgeben, auch sie überaus ähnlich aber nicht über­ einstimmend mit Krauses Material. F ast ist man verführt, hier eine Ar­ beit seiner Frau, von der wir urkundlich wissen, dass sie ihm bei seinen Blinddruckbänden geholfen hat, vor ihrer Verheiratung anzunehmen. E s könnte sein, dass sie eine Tochter des Friedrich Ziegler war, dessen schwä­ bisches Absatzgebiet Jakob Krause in seinen ersten Augsburger Meisterj äh­ ren übernahm. Zwei Bolleneinbände mit den Einträgen von Augsburger Besitzern können der Stadt nur bedingt zugesprochen werden; beide sind

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mit antiken Rollen geschmückt, die in Augsburg nicht besonders gebräuch­ lich waren, aber natürlich von auswärts bezogen sein konnten. Der eine Band IV 163 ist in der begleitenden Tugendenrolle mit den Initialen eines unbekan­ nten Meisters F . D. {nicht der pfalzgräfliche Buchbinder) versehen; bei dem anderen V 1841 lässt sich aus der Rolle, die mit keiner der zahlreichen Fund­ stellen bei Haebler übereinstimmt, nichts Gegenteiliges ersehen. So wird man doch annehmen müssen, dass diese so ausdrücklich als Augsburgisch bezeichneten Bände auch in Augsburg gebunden worden sind. Der bei weitem grösste Anteil an Augsburger Blinddruckbänden der zweiten Jahrhunderthälfte in der Palatina stammt von Caspar Homeffers Hand. Dieser Meister, aus Suhl in Thüringen gebürtig, Freund Jakob K rau­ ses in Augsburg, Schüler des Jeremias Mair und Schwiegersohn des Jakob Holl, hat nach seiner Meisterschaft 1564 die Belieferung Gassers neben dem Hieronymus Wolf-Meister übernommen. Die palatinischen Blinddruckbände sind sämtlich in Gassers Auftrag gebunden; die Hälfte sind Halb-, die Hälfte Ganzlederbände. Von dem abwechslungsvollen Reiz, den Horneffers Blinddruckbände tragen können, geben sie freilich nur eine bedingte Vor­ stellung. Seine Entwürfe wirken schmal, langgestreckt; die Bindung ist immer vortrefflich, die Ausführung, besonders das klar ausgeprägte Blind­ druckrelief, ausgezeichnet V 345. Von dem grossen Auftrieb, den die Augsburger Buchbindekunst durch die Wiederbelebung der klösterlichen Bibliotheken in der Gegenreforma­ tion erhielt, lässt sich auf den Einbänden für Fugger und Gasser, die nur bis in die ersten siebziger Jahre reichen, noch nichts spüren. Gärtner arbei­ tete für Neresheim, Lietz für Fultenbach, Sebastian Mair für das Augs­ burger Jesuitenkolleg, Johannes Müller für St. Ulrich und Afra, Blinddruck­ bände zumeist mit dem vergoldeten Klosterwappen im Mittelpunkt, aber auch manches reich vergoldete Stück. Beispiele dieser Prachtentfaltung sind in der Palatina nur sparsam gegeben. So band Horneffer den Nachruf des Matschperger auf den Tod des Hieronymus Wolf als Geschenk an Ul­ rich Fugger in braunes Kalbleder mit Rauscheivergoldung, Rautenplatte und Ecken mit Streustempeln wirkungsvoll unterbaut IV 1097, und schmückte auch den Pergamentband des Hoeschelius, ein Geschenk an Friedrich IV., schlicht und geschmackvoll aus V 1071. Ein anderer Geschenkband an Ulrich Fugger ist von Matthias Gärtner, dem Buchbinder des protestantischen St. Annengymnasiums, gebunden worden V 749. E r umschliesst eineTacitusAusgabe des Simon Fabricius in Augsburg von 1580 und wurde in braunes Kalbleder gebunden, goldlinig umrahmt und mit einer runden Platte in der Mitte verziert, vorn Fortuna, rückseitig ein Vollmaureskenmotiv, ein wenig unbeholfen im Schnitt und fast provinziell in der Darstellung. Der künstle­ rische Fortschritt lag nicht mehr auf seiten der protestantischen Gelehrsam­ keit. Immerhin versuchte Gärtner auf einem Einband aus Privatbesitz die gleichen mittleren Platten durch eine achteckige Kartusche mit Stempel­ ranken « uff frantzosisch» interessant zu machen, ein eigenartiger Versuch, der es fast glaubhaft machen kann, dass auch der palatinische Band V 679, ein Geschenk Xylanders an Ulrich Fugger mit dem Augsburger Wasserzeichen

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im Vorsatzpapier, von seiner Hand gebunden worden ist. Die Plattenpres­ sung, die hier den ganzen Deckel deckt, ahmt einen französischen Einzel­ stempelband mit schraffierten Stempeln und Bogenlinien nach und fällt, sehr schön vergoldet, prächtig und eindrucksvoll aus. Wahrscheinlich ist auch der Dedikationseinband Paysers I I 456 an Friedrich IV. von der Pfalz 1583 von Gärtner gebunden. Aus seinem Material zum mindesten stammt die umrahmende Federnelkenrolle, die im Fuggerarchiv II, 1, 2 zusammen mit einer M. G. gezeichneten Rolle gebraucht worden ist, und die charakte­ ristische Leerrosette auf dem Rücken. Aber die mauresken Ecken sind nicht nur bei Gärtner, sondern auch bei dem Peutinger- und Philipp Eduard Fugger-Meister ohne sichtbare Unterschiede zu finden. Die Augsburger Stecher hatten sich nach der Rollenproduktion der ersten Jahrhunderthälfte erneut spezialisiert. Sie wurden maßgebend für den Schnitt von Stempeln, Rollen und Platten im ornamentalen Stil. Ein und dasselbe Muster wurde nach der Schablone zu wiederholten Malen geschnitten. Vereinzelte Platten, aber auch manche Stempel stimmen genau überein. In diesem Fall müssen neben der Stempelvergleichung noch andere stilistische Merkmale heran­ gezogen werden, um den Einband einem bestimmten Meister zuweisen zu können. So auch bei dem Geschenkband des Fayser I I 456. Die Platte, die auf diesem Band die mittlere Verzierung gibt, ist der Platte des Pariser Sorbonne-Meisters, von dem auch Fugger Einbände besass, nahe verwandt. Diese Neigung aber, sich einem französischen Vorbild anzugleichen, lag mehr auf der Linie des Gärtner als auf der des Peutinger- oder Philipp Eduard Fugger-Meisters, von denen der erstere mehr den Frührenaissance­ entwürfen, der letztere mehr italienisch-römischen Vorbildern zugewandt war. Von den Augsburger Prachtbänden des siebzehnten Jahrhunderts ist in den beiden Bänden um Kirchners Konkordanz 1607 ein gutes Beispiel gegeben IV 1117. Beide Bände sind von dem Werkstattnachfolger des Horneffer, der vornehmlich für Friedrich Fugger gearbeitet hat, gebunden worden und zeigen in der Mitte eine grosse Kartusche mit zwei Engelsköp­ fen und Lilien, die auch auf dem Urkundenbuch der Fuggerschen Stiftun­ gen im Augsburger Fuggerarchiv verwendet ist, nur dass hier im Kartuschen­ rahmen das Ordenszeichen de la Estada anstelle des Blumenstrausses einge­ fügt ist. Die Kartusche dagegen und der eingefügte Blumenstrauss wie­ derholen sich genau auf dem Einband um die Werke des Photius 1601 in der Augsburger Stadtbibliothek, von den gleichen Eckplatten, den gleichen Eckstempeln begleitet, und auf dem Stammbuch des Johann Georg Mettinger 1607 in dem Germanischen Museum in Nürnberg (Essenwein Taf. 3). Die umrahmende Ornamentleiste hier findet sich noch mehrfach zusammen mit der alten ornamentalen Rautenplatte aus Horneffers Besitz auf den Einbänden des Friedrich Fugger-Meisters zwischen 1601 und 18, so auf den Scriptores latini minores 1601 oder auf der Chrysostomus -Ausgabe Eton 1612, beide in der Augsburger Stadtbibliothek. Abschliessend ist noch der schmale Einband um das Apothekerbuch des Occo Membr. II 15 zu er­ wähnen, der sehr wahrscheinlich als Geschenk des Verfassers an Ulrich

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Di© Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

39.

Augsburg

Matthias Gärtner

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Privatbesitz

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Die Augsburger Einbände der Fuggerbibliothek

Fugger kam. E r schliesst sich mit seiner schmalen Rautenplatte, dreimal untereinandergesetzt, mit der breitmustrigen Maureskenrolle und den Spi­ ralranken im Rücken den Augsburger vergoldeten Einbänden stilverwandt, wenn auch als Einzelgänger an. Die schmale Rautenplatte habe ich nur noch einmal, auf einem Einband um das Stammbuch eines Joachim Jennigerus mit dem Eintrag « Conuentus Eystettensis » in der Bibliothek in Warm­ brunn F a 22 gefunden. E s kann kein Zweifel daran sein, dass die Bedeutung, die Augsburg als Mittelpunkt der deutschen Einbandkunst und als Lehrstätte für so viele deutsche Meister der Zeit: Krause, Meuser, Schenck, Horneffer, den Münch­ ner Krauseschüler gewann,, nicht nur den einheimischen Kräften, Buch­ bindern wie Stechern, zu verdanken war, sondern zugleich dem Einwirken zugewanderter Meister und den mannigfachen Anregungen, die der Stadt als europäischer Handelszentrale auch au f dem Gebiete des Buch- und Einbandwesens von allen Seiten zugewachsen sind. Schon der Raimund Fugger-Meister brachte von Strassburg ein neues Stilelement in die Stadt; die venetianischen Einbände gaben den Buchbindern der Gelehrtenkreise den charakteristischen Einschlag kosmopolitisch geweiteter Kunst. Wie viel unmittelbarer musste die Einwirkung fremder Formen sein, sobald sie von ausländischen Buchbindern in der Stadt selbst, interpretiert und vor­ gelebt wurden! Die Handschriftenankäufe des J . J . Fugger in Venedig hatten ihn in geschäftliche Beziehung zu einem Niederländer Stopius gebracht. Dieser vermittelte die Bekanntschaft mit Quicchelbergs, gleichfalls Nieder­ länder, der 1557 als Bibliothekar und Nachfolger des Hieronymus Wolf nach Augsburg berufen wurde; mit ihm kam auch ein niederländischer Buchbinder in die Stadt. Zwei blindgedruckte Schweinslederbände zum mindesten, die sich Hieronymus Wolf 1560 in Augsburg binden liess, (sie umschliessen die zweibändigen Ephemeriden des Leovitius von 1557, jetzt Neuburg 2° BW 4 und 5) tragen in der reichen Anwendung von Kranzrollen neben nur einem figürlichen Stück, einer Medaillonrolle, und in dem grossmustrigen, dicht verstreuten Stempelschmuck deutlich die Kennzeichen niederländischer Kunst an sich. Die hervorragend geschnittene Medaillon­ rolle zeigt in den vier Ovalen die Nachschnitte berühmter antiker Plaketten: eine Frau mit Diadem (Bange 214), das Bildnis eines Knaben (Bange 212), Pompejus mit Vollbart und Lorbeerkranz (Bange 176) und Herkules mit dem Löwenfell (Bange 221). E s sind dieselben Bildnisköpfe, die als Ein­ zelplaketten geschnitten die Einbände der Rechnungsbücher aus dem Han­ sischen Kontor in Antwerpen schmücken, auch sie mit einer Fülle grossformiger, verstreuter Blattstempel umgeben. Wer immer der Buchbinder dieser in Augsburg gefertigten Blinddruckbände war, er musste die Han­ seatischen Kontorbücher gekannt, ja vielleicht bei dem Buchbinder der­ selben in Antwerpen seine Ausbildung erhalten haben. Von diesem nieder­ ländischen Buchbinder nun liegen in der Palatina drei Einbände vor, H alb­ lederbände nur und sehr schlecht erhalten; aber das Muster der schönen Medaillonrolle tritt auch bei der Verwitterung unverkennbar hervor S 51. I I 420. V 260.

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Der Buchbinder, der zum Vertreter italienischer Einbandkunst in Augs­ burg wurde, Antonius Lodovicus Flander, war gleichfalls Flame von Ge­ burt. Aber das Vorbild der heimischen Kunst hatte ihn weit weniger geformt als das Erlebnis der italienischen, vor allem der venetianischen Kunst. Er war in Venedig bei dem venetianischen Fugger-Meister ausgebildet worden, der die von Stopius besorgten Handschriften für Johann Jakob Fugger band, und wurde zu weiteren Arbeiten nach Augsburg angefordert, als sich Quicchelbergs bei seinem Antritt als Bibliothekar vor eine Fülle noch ungebun­ dener und unkatalogisierter Bücher gestellt sah. Ludwig, an den Grossum­ satz der venetianischen Werkstätten gewöhnt, bewältigte den angewach­ senen buchbinderischen Aufgabenkreis. Koch als die Bibliothek an den Her­ zog Albrecht von Bayern überging, hat er die letzten Bestbestände an Ein­ bänden abgeliefert. E r lebte sich in Augsburg unter den heimischen Meistern ein; man ehrte sein Können, indem man ihn zum Vorsteher in der Innung nahm. Da er in erster Linie für J . J . Fugger tätig war, finden sich nur verhält­ nismässig wenig seiner Einbände in der Palatina vor. Die Fuggerbrüder hielten sich mit vorschreitender Zeit in ihren Sammlungen wie in ihren Künstlern sehr getrennt. Selbst bei der reizenden dreibändigen CiceroAusgabe Stamp. Barb. K I 50-52 kann nicht mit letzter Sicherheit gesagt werden, ob sie ursprünglich der Palatina und der Bücherei Ulrich Fuggers angehört hat. Gleichwohl geben gerade diese drei Bändchen von dem Stil des Anton Ludwig ein so charakteristisches Bild, dass sie in einer Darstel­ lung der Augsburger Einbandentwicklung notwendig mit einbezogen werden möchten. Zwei der Bändchen sind in braunes Kalbleder, einer in rotem Ma­ roquin gebunden, alle drei aber in absolut übereinstimmender Weise ver­ ziert. Eine Linienumrahmung mit abgeteilten herzförmigen Abschnitten an den Ecken, ovalen und runden an den Seiten, grenzt die Deckel an den Bändern ab, nur von einem Knospenstempel an den Ecken belebt, und drängt den übrigen Stempelschmuck auf das Mittelfeld zusammen, das von Stempeln und umschreibenden Bogenlinien dicht ausgefüllt ist. E s war der­ selbe typische Entwurf, den Ludwig von seiner ersten Arbeit, dem in Vene­ dig gefertigten Dedikationseinband für den Wiener Hof, an bis zu seinen letzten Augsburger Prachteinbänden für die Patrizier Osterricher und Höch­ stetter immer wieder vorgetragen hatte. Wahrscheinlich beruhte die grosse erzieherische Wirkung, die Ludwig auf die junge Buchbindergeneration in Augsburg, vor allem auf Krause, Meuser und Schenck ausgeübt hat, gerade auf diesem programmatisch festgelegten, immer wieder von neuem vorgetra­ genen Entwurf. E r wurde zum Inbegriff eines klassischen « welschen » Stils. Auch die schlichten Bändchen Ludwigs verharren auf einem einmal festge­ legten Typ: an den Ecken des Linienrahmens ist ein Knospenstempel, in der Mitte der maureske Dreiecksstempel, zweimal gegeneinander gestellt. Wir finden den gleichen Schmuck auf zahlreichen Einbänden aus seinen Augsburger Jahren vor; (Schunke Ludwig Abb. 5), einer von ihnen ist in die Palatina gekommen I I 421, in braunem Leder und bester Vergoldung, aber leider fast ganz verwittert. Auch die französische Kunst ist den Augsburger Meistern erst durch

Tal. CXLVI

Abb. 40

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zweite Hand, durch einen Schweizer, nahegebracht worden. In dieser Hinsicht öffnete die Palatina eine völlig neue Sicht. Ein Buchbinder, in dem ich ir r tü m lic h Jakob von S e v e n h o v e n zu sehen glaubte, der als Flüchtling aus Lyon kam und 1572 in Heidelberg und Fran­ kenthal Zuflucht und Arbeit fand, muss nach den zahlreichen neuen Funden in der palatinischen, ursprünglich Fuggerschen Bibliothek schon um 1557 und zwar in Augsburg und für Ulrich Fugger tätig gewesen sein. Soviel stand bei der bis­ herigen Zuweisung fest: der Meister hatte seine Schulung in Lyon erhal­ ten; sein Stil, seine Stem­ pel verweisen ihn in diese Stadt. E r musste aber später in Deutschland ge­ lebt haben, da er ziemlich viele deutsche protestan­ tische Bücher gebunden hat; er musste schliesslich für Fugger gearbeitet haben, denn alle seine Einbände haben innen 40. Augsburg Anton Ludwig den Fuggerschen K a ta ­ München SB A. gr. b. 842 logseintrag. So bot sich zunächst die Vermutung an, in ihm einen der vertriebenen Lyoneser Buchbinder zu sehen, die in der Pfalz unter Friedrich III. eine Unterkunft fanden, in einer Zeit, als sich auch Ulrich Fugger für dauernd in Heidelberg niederliess. Nach den zahlreichen neuen Funden im Vatikan aber verschiebt sich das Bild. E s war ungewöhnlich, dass kein einziger Einband für den Schirm­ herrn der Hugenotten, den Pfalzgrafen, gearbeitet war; es fiel auf, dass alle Einbände nur Drucke der fünfziger Jahre (als letzten 1559) umschlos­ sen: sie konnten nicht in Heidelberg, nicht erst von Sevenhoven in den sieb­ ziger Jahren gebunden worden sein. Weitere Arbeiten mussten dem Meister

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auf Grund von Stempelvergleichung zugesprochen werden; eine derselben aus der Neuburger Bibliothek von Wolf 2° BW 12 war durch dessen hand­ schriftlichen Eintrag gekennzeichnet: E x liberalitate magnifici et generosis­ simi D. Hulderichi Fuggeri ds Hieronymi Wolfii Oetingensis. Augusta Vin­ delicorum 6. Nonas Mart. Ao 1559. Der Einband umschloss den von Fugger finanzierten Stephanusdruck, die Constitutiones Justiniani von 1559, und dürfte unmittelbar nach dem Erscheinen gearbeitet worden sein. E s fragte sich nur, an welchem Ort. Der Stil trägt alle Kennzeichen Lyoneser Schu­ lung an sich; der Druckort ist Genf. So naheliegend der Schluss wäre, die Einbände einem Buchbinder in Genf zuzuschreiben, sind wir doch genö­ tigt, seinen Aufenthalt in Augsburg zum mindesten zwischen 1557 und 59 anzunehmen. Das Wasserzeichen im Vorsatz ist das gleiche, das wir auf zahlreichen Augsburger Einbänden dieser Zeit finden. Die Druckorte der von ihm gebundenen Bücher sind zum überwiegenden Teil deutsch, nur zwei kamen aus Genf, mehrere Drucke enthalten deutsche protestantische Literatur. Kaum glaubhaft, dass die achtbändige Ausgabe von Luthers deutschen Schriften in den Zeiten leidenschaftlicher Religionskämpfe in dem kalvinistischen Genf hätte eingebunden werden dürfen. Vorsichtig lassen sich daraus folgende Schlüsse ziehen. Der Buchbinder, der in Lyon ausgebildet wurde und von 1557 bis 59 in Augsburg arbeitete hat die stärkste Nachwirkung in seiner Kunst in Genf gefunden, es ist mög­ lich, dass er hier, zum mindesten aber in der Schweiz, beheimatet war. Seine Berufung nach Augsburg steht im Zusammenhang mit den grossen biblio­ philen Unternehmungen, die zwischen Augsburg und Genf seit dem Auf­ treten Scrimgers, der in eben diesen Jahren als Hausgenosse und wissen­ schaftlicher Berater bei Ulrich Fugger wohnte, stattgefunden haben. Der Schotte Heinrich Scrimger, mit Ulrich Fugger schon seit seinen Studienjahren in Bourges bekannt, hatte ihm bei seinen Handschriftener­ werbungen durch seine grosse Vertrautheit mit Sammlungen und Gelehr­ ten, die er bei seinen wissenschaftlichen Studien in Italien kennen gelernt hatte, die wichtigsten Dienste geleistet. Wahrscheinlich war schon der erste Kauf, die Sammlung der hebräischen Handschriften 1548, von ihm ange­ regt; noch bedeutsamer wurde seine Hilfe bei der Übernahme der griechi­ schen Handschriften des Manetti, Egnatius und Hieronymus Tragodistes Cyprius; einige hundert Handschriften wurden von ihm von verschiedenen Seiten zusammengetragen, auch in der Erwerbung lateinischer Handschriften besass er eine glückliche Hand. In Venedig hatte er mit dem Kreis der ita­ lienischen Protestanten Fühlung gewonnen; er wurde Kalvinist und kam als Professor der Philosophie an die Genfer Universität, ohne seine häufigen Reisen nach Italien und die Vermittlung von Handschriftenankäufen für Ulrich Fugger aufzugeben. Diese stete Verbindung mit jenem führte dazu, dass Scrimger, als sein Haus bei einer Feuersbrunst in Genf zerstört wurde, der Einladung Fuggers folgte und für mehrere Jahre zu ihm nach Augsburg zog, wo er «eiusque sumptibus bibliothecam magnam librorum rariorum tam graecorum quam latinorum manuscriptorum copia instruxit». Durch ihn vornehmlich wurde die Verbindung zwischen Ulrich Fugger und Hein-

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rieh Stephanus in Genf hergestellt, durch ihn der Plan einer Akademiebi­ bliothek in Genf ins Auge gefasst. Jene plötzliche Belebung im Einband­ schmuck der Fuggerschen Bücher, die seit seiner Anwesenheit in Augsburg erfolgte, ging in erster Linie auf seine Initiative zurück. Der grossartige Plan Fulvios in Bom, aus der famesinischen Bibliothek una scuola publica del mondo zu machen, schwebte auch Scrimger vor, als er versuchte, die reichen Bestände an Handschriften und Büchern, die er bei Fugger in Augsburg vorfand, durch eine öffentliche Bibliotheksgrün­ dung pour servir à perpétuel au profit publique nutzbar zu machen. Jene uferlose Form des Sammelns, die Fugger in seinen Augsburger Jahren un­ ter dem Einfluss Gassers, des « grossen Bücherprassers », durchgeführt hatte, ein grossartiger Netzfang aller alten, aber auch der laufend neu erschienenen Literatur, wie sie auf der Frankfurter Messe oder auf dem Augsburger Grempelmarkt angeboten wurde — unter besonderer Berücksichtigung der klas­ sischen und protestantischen Literatur, — wurde im Sinn einer Auswahl­ sammlung bester Bücher abgelöst. Diese Auswahlsammlung aber sollte als una scuola publica del mondo dem öffentlichen Gebrauch übergeben werden, und für diesen Zweck als Ehrung für das Buch, nicht für den Besitzer, konnte sie gar nicht schön genug eingebunden sein. Nichts könnte für die gewan­ delte Bibliophilie im Umkreis der gelehrten Freunde Fuggers bezeichnender sein. Was Erasmus noch von der Bibliophilie des Grolier sagen konnte, non tu libris sed tibi debent libri aetemam per te apud posteros memoriam habituri, das war in diesem Falle gerade umgekehrt. Die Prunkeinbände, für eine Genfer Akademiebibliothek gedacht, haben nichts, das auf Fugger als Auftraggeber verweisen könnte. Sie sind kein monumentum de suo wie bei Grolier, sondern allein ein Denkmal für das Buch. Der Buchbinder nun, der auf Veranlassung des Scrimger in Augsburg diese repräsentative Hul­ digung an das Buch vollzog, mag mit gutem Grund nach ihm den Namen eines Scrimger-Meisters tragen. Von dem Scrimger-Meister sind in der Palatina zwanzig Prachtbände und einige schlichtere Bändchen nachweisbar. Die Einbände umschliessen vorwiegend Literatur der fünfziger Jahre, die Hälfte davon stammt aus deutschen Druckereien. Nur zwei der von Fugger finanzierten StephanusDrucke sind von dem Scrimger-Meister gebunden, die Institutiones und der Diodorus Siculus, beides Werke, deren Herausgabe von Scrimger selbst besorgt worden war. Wie es scheint, war die Tätigkeit des Buchbinders in Augsburg nur auf wenige Jahre beschränkt, jedenfalls dürfte er 1560 bereits ausgeschieden sein, weil Scrimger von dieser Zeit an andere, in Genf wohnende Meister für Fugger arbeiten liess. Einer derselben, der Pariser Buchführer, hat die Eckplatten des Scrimger-Meisters übernommen. So kurz die Zeitspanne war, die das Schaffen dieses interessanten Mei­ sters umfasst, so reich an künstlerischen Offenbarungen. Sie wurzelten im Nährboden französischer Kunst. Von hier übernahm er die überaus dicken, etwas lappig gearbeiteten Deckel und die Behandlung der Rücken mit Zwisehbünden oben und unten, von hier die Vorliebe für braunes Kalbleder und die ganz brillante Vergoldung, von hier den Auftrag von Lackfarben und

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das kunstvolle Ledermosaik. Auch einzelne Schmuckmotive, wie die Halb­ monde der Diana, gingen als fester Bestand in seine Einbände ein. Aber es war nicht die Kunst aus Paris, der er sich anschloss, sondern einer provin­ ziell gewandelten Form, aus Lyon. Lyon hatte sich, besonders auf dem Ge­ biet des Buchwesens, zum vermittelnden Handelsplatz zwischen Basel und Venedig entwickelt. Beich mit deutschen Elementen durchsetzt, bil­ dete sich hier ein eigenartig gemischter Stil, der auch im Einbandschmuck ganz bestimmte Formen gewann. Die Umrahmung setzt stets hart am Bande an, während die Pariser in grösserem Abstand rahmen. Ohne gefällige Über­ leitung durch Eckplatten oder ein vermittelndes Streumuster wie in Paris wird der umrahmenden Stempelbordüre die grosse Schmuckplatte oder eine Stempelgruppe aus schraffierten Stempeln in der Mitte entgegenge­ setzt. Wo aber die Stempel den ganzen Deckel bedecken, da waren sie nicht nach einer a priori gegebenen Zeichnung zusammengefügt, sondern schlos­ sen sich wie es ihre Formen ergaben in einem gleichsam natürlichen Wachs­ tum einander an. Es waren dieselben Stilelemente, die später in der Gen­ fer wie in der deutschen Kunst z. B. bei dem jungen Krause wirksam ge­ worden sind. Der Scrimger-Meister war es, der ihren Einfluss erstmalig nach Augsburg trug. E r passte Stempel und Stilformen den neuen Verhältnissen an. Wie es scheint, hatte er sich nur die Einzelstempel aus Lyon mitgebracht. Die breit­ ovale Vollmaureskenplatte, mit der er eine ganze Gruppe von Einbänden schmückte, dürfte von einem Augsburger Stecher nach einem Musterbuch, wahrscheinlich dem des Hieronymus Cock geschnitten worden sein; denn sie findet sich bis zur Verwechslung ähnlich ein Jahrzehnt später auch unter dem Stempelmaterial des Münchner Krauseschülers vor. Bei diesen Einbän­ den mit der Platte im Mittelpunkt wird die Umrahmung von einer Stem­ pelbordüre hart am Band gebildet, in ihren Mustern fast übereinstimmend auf Stamp. Barb. B I X 16 und auf den Iflustrations de Jean le Maire, Lyon 1549, jetzt Köln GB III 4. 94. Mit abwechslungsreicherem Stempelgerank sind Pal. II 78, B . I II 1026, Mainz StB Im 2° 218 und der Geschenkband an Hie­ ronymus Wolf aus Neuburg umrahmt; auf letzterem und B . I I I 1026 tritt an den Ecken bereits jener eigenartige Kopfstempel mit dem strahlen­ förmigen Diadem hinzu, der der Gruppe der Einzelstempelbände das charak­ teristische Kennzeichen gibt. Nur auf einem Band wird die mittlere Platte von Eckplatten begleitet Stamp. Barb. Q V III 47. Es sind dieselben Ecken, Tat. CLI die später auf den Bänden des Pariser Buchführers in Genf verwendet wor­ den sind. Eine weitere Gruppe von Einbänden des Scrimger-Meisters ist in der Mitte mit einer kunstvoll verschlungenen Stempelgruppe geschmückt, wäh­ rend die umrahmenden Bordüren sehr ebenmässig aus einem einzigen Stempel CLIV oder einer Folge gleicher Stempel zusammengesetzt sind II 363 und 1 156. Auf Tat. und CLVIII einem späteren Bande I 159 ist die mittlere Stempelgruppe bereits auf einer andersfarbigen Ledereinlage — hellbraunes Leder auf grünem Maroquin — ab­ gedruckt. E s war ein Effekt, den der Meister in den verschiedensten Varia­ tionem in der Gruppe der Praehtbände angewendet hat. 15 (21C.)

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Diese Prachtbände werden von der achtbändigen Ausgabe der deutschen Lutherschriften II 453 eingeleitet, in rotbraunem Kalbleder gebunden; Rücken und Deckel sind mit Bandwerk und Stempeln in reicher Fülle be­ deckt. Das Bandwerk teilt die Umrahmung in herzförmige und ovale Kom ­ partimente an den Ecken und Seiten in ähnlicher Weise auf, wie es auf An­ ton Ludwigs Bänden geschah. Die mittlere Stempelgruppe ist von einem spitz­ ovalen Bandwerk umfasst, das gesamte Mittelfeld aber von eng ineinander übergehenden Stempeln überzogen. Die Bänder sind mit Lackfarben schwarz und grau, die Stempel grün und rot ausgemalt. E s war ein E nt­ wurf, der zunächst von dem Rahmenwerk Ludwigs angeregt, nun auch sei­ nerseits durch die reiche Lackmalerei, das Bandwerk und die Stempelran­ ken einen grossen Einfluss auf die Augsburger Einbände, sowohl bei Lud­ wig wie bei dem jungen Krause z. B. Geldner Taf. 71 gewann. Andere Pracht­ bände schmückte der Scrimger-Meister mit Lackmalerei und Ledermosaik, so den Justinian-Einband aus Fuggers Besitz I 227, bei dem das umrahmende Bandwerk in Form von Scherengitter und Übereinandergreifenden Ketten wie auf dem glatten Rücken der Lutherausgabe gebildet ist, während die spitzovale Mitte durch ein andersfarbiges Leder (grün auf rotem Maroquin) wirkungsvoll abgehoben wird. Das Bandwerk im Rahmen ist schwarz und silbergrau bemalt. Auf einem anderen Einbande I 226 dagegen sind die um­ rahmenden Kettenglieder aus abstechendem Leder rot und weiss ausgeschnit­ ten und in den dunkelgrünen Lederbezug eingelegt; nur die mittlere Raute ist innerhalb des reich überdeckenden Stempelgerankes schwarz und grau gemalt. Der Scrimger-Meister hat den gleichen Entwurf noch einmal, fast nur mit Bandwerk ohne Stempelschmuck wiederholt. Der Einband findet sich heute als Kriegsbeute versprengt in der Wolfenbütteler Bibliothek (Herbst Taf. 6). Eine letzte und grossartige Steigerung gewann seine Kunst auf den beiden Bibelbänden Pal. I 229/230 = Membr. I 14/15. Bandwerk, Arabesken und Grotesken sind hier in Ledermosaik von einem ganz mit Streupunkten oder Schuppenmuster bedeckten Untergrund wirkungsvoll abgehoben. Das etwas grobe grossformige Mosaik ist mit verschiedenfar­ bigem Leder, schwarz, grün, lila und rot auf braunem Kalbleder ausgelegt. Die orchestrale Vielstimmigkeit· dieses Entwurfes wurde später nur noch einmal auf dem unfertigen Einband des Genfer Königsbuchbinders für Tho­ mas Rehdinger in Breslau StB 2° B 76 zu erreichen versucht. Den Prachtbänden des Scrimger-Meisters schliesst sich eine kleine Grup­ pe schlicht verzierter Einbände an, nur mit einem Stempel in der Mitte und an den Ecken der Linienumrahmung geschmückt. Sie sind von den ähnlich einfachen Einbänden des Leovitius-Meisters durch das Ledermaterial, vor­ wiegend braunes Kalbleder, und durch die Art der Stempel unterschieden, die anstelle der welschen Formen schraffierte Blätter und gedrungene Li­ lienstempel französischer Provenienz zeigen. Zu der Gruppe mit dem L i­ lienstempel gehören V 2008, 1596 und 993. Der schraffierte Dreiblattstempel in der Mitte findet sich auf I I 460 vor. Abgewandelte breitschraffierte B latt­ formen, die uns schon auf seinen Prachtbänden begegneten, bilden den Schmuck von V 994, Cod. Pal. lat. 1426 und 1428, letztere beide in Schweins-

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leder gebunden und mit Rauschei vergoldet; ihnen schliessen sich die Bände Cod. Pal. lat. 1429. 1431 und 1432 A mit kleinem mauresken Rautenstempel in Blinddruck an. IV 1256 erhebt mit seiner mittleren Stempelgruppe und dem Ahornblatt an den Ecken einen höheren künstlerischen Anspruch; ihm steht der vergoldete Pergamentband, der den Kopfstempel mit dem Diadem an den Ecken, eine schraffierte Dreiecksmaureske in der Mitte zeigt, stilverwandt nah IV 1066. Der Entwurf wiederholt sich, nur mit einem an- Tat. cli deren Rückenstempel, auf einem Einband aus Stuttgart, der die Historien des Flavius Josephus Strassburg 1556 umschliesst. Die Einbände des Scrimger-Meisters brachten den Augsburger Buch­ bindern das Erlebnis der französischen Kunst. Auch andre Buchbinder in der Stadt, z. B. Matthias Gärtner, haben sich später mitunter in der Nachbil­ dung französischer Entwürfe versucht, aber eklektisch nur und in Anleh­ nung an französische Bände der spätesten Zeit. Was aber hier durch den Scrimger-Meister unmittelbar vorgeführt wurde, das war die klassische fran­ zösische Einbandkunst des fünften Jahrzehntes, und ihre Vermittlung war um­ so wirkungsvoller, als sie durch einen Schweizer, durch ein artverwandtes Temperament, geboten war. Die Lyoneser Lehrzeit, die ich früher für Krause wie für (den irrtümlichen) Sevenhoven und die Genfer Meister anzunehmen glaubte, erübrigt sich, sobald der (irrtümliche) Sevenhoven mit dem ScrimgerMeister identisch wird und die Lyoneser Schulung, die Krause erhielt, durch eben diesen und in Augsburg selbst vor sich gegangen ist. Nach wie vor möchte ich glauben, dass Krause auf seiner Wanderschaft in Paris gewesen ist; er übernahm zu viele Stempel, zu viele technische Eigenheiten von dort. Aber sein Aufenthalt in Lyon braucht nicht mehr angenommen zu werden, wenn es sich für sicher erweist, dass ihm der Scrimger-Meister während seiner Augsburger Lehr- und Meisterjahre zwischen 1557-59 die Kenntnis des « frantzosischen» Stils (Lyoneser Art) vermittelt hat. Mit den « fran zö ­ sischen » Einbänden des Schweizer Meisters wie mit den Bänden Anton Ludwigs « in welschem S t il» gewinnt die Entwicklung des jungen Krause einen neuen, wesentlich gefestigteren Hintergrund. Er schuf die Synthese zwischen beiden. Die schöne Stempelgruppe auf dem Dedikationseinband an den Zwickauer R at (Schunke Krause Taf. 2) ist dem Einbande des Scrim­ ger-Meisters mit Rahmen und Stempelgruppen stilverwandt, passt aber die mittlere Dekoration mit der Bogenlinienkartusche den Arbeiten Ludwigs an. Die beiden Bibelbände für Ehinger haben im Mittelfeld eine Fülle von Stempeln zusammengeballt wie auf den Prachtbänden des Scrimger-Meisters, geben aber in der leeren Umrahmung mit vereinzelten Stempeln an den Ecken und Seiten dem Einfluss der von Ludwig vermittelten italienischen Bände Raum. Die spitzovale Form der mittleren Stempelgruppe, die der ScrimgerMeister besonders liebte, ging mit den spitzovalen sächsisch-dänischen Wap­ penplatten als fester Bestand in das Werk Jakob Krauses ein; dem breiten Vollmaureskenoval hat er in gewandelten Schnitten Nachfolge gegeben; sein Schüler, der sogen. Münchner Krauseschüler, schloss sich dem Muster mit einem bis zur Verwechslung ähnlichen Schnitte an. Abklingend zeigte sich die Wirkung, die der Scrimger-Meister in Augs-

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Die Genfer Einbände der Fuggerbibliothek

bürg hervorgerufen hatte, in den Werken des jungen Schenck wie in dem Prachtband, den sich der Magister Jakobus Kyllinger in Nördlingen arbeiten liess (Nördlingen StB Joach. Mynsinger, Apotelesma. Helmstedt 1589). Eine unmittelbare Nachbildung aber haben die Entwürfe des Scrimger-Buchbinders auf den beiden Bibelbänden gefunden, die sich Helmhart Jörger Zu Tolet-Khöpach, Obrister Hofmeister des Erzherzogtum Österreich ob der Enns im Jahre 1581 einbinden liess (Salzburg UB I II 22 D 2981). Man kann kaum anders glauben, als dass der Buchbinder dieser Bände als Lehr­ ling oder Geselle bei dem Scrimger-Meister in Augsburg gearbeitet hat. In artverwandtester Fühlung endlich wurde sein Werk in der Schweiz selbst, unter den Genfer Buchbindern, fortgesetzt.

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a p it e l

Die Genfer Einbände in Ulrich Fuggers Bibliothek

Es lag in der Bibliophilie, wie sie Ulrich Fugger vertrat, begründet, dass man die Handschriften und Bücher, die man sammelte, auch zu ver­ werten verstand, indem man sie selbst studierte (die griechischen Kennt­ nisse Ulrich Fuggers waren rühmlich bekannt), sie anderen zur Veröffent­ lichung gab und ihre Drucklegung auf das grosszügigste förderte. In diesem Sinne verwendete er auch seine Augsburger Bibliothek. Bisher war von sei­ ten der Fugger, z. B. von seiten seines Vaters, einzelne Werke verdienter Gelehrter in ihrem Druck finanziert worden, durch dankende Widmungs­ epistel am Anfang des Buches bestätigt. Der Plan, den Ulrich Fugger fasste, ging darauf aus, seine gesamte Bibliothek durch allmähliche Veröffentli­ chung allen wissenschaftlich Interessierten zugänglich zu machen. Scrim­ ger, der in Italien die grosszügigen Publikationen aus dem Farnesekreis ken­ nengelernt hatte, schönste Nachblüte des florentinischen wie des aragonesischen Mäzenatentums, stand ihm bei diesen Plänen mit bestem Verständ­ nis zur Seite. E r leitete auch ihre reale Durchführung ein oder dürfte einen grossen Teil der Vermittlung übernommen haben. Seit 1557 setzten die Verhandlungen ein, um einen der besten Philologen und Verleger seiner Zeit, Henricus Stephanus in Genf, als Mitarbeiter und Drucker für diese Publikationen zu gewinnen. Schon mehrmals hatte Heinrich Stephanus die Wege des jungen Fugger gekreuzt, ohne ihm noch direkt begegnet zu sein. Seine häufigen Hand­ schriftenstudien in Italien führten ihn mit dem Gelehrtenkreis Ulrich Fuggers zusammen, mit Scrimger, mit Gerstmann, mit Schardius; ihnen allen ge­ meinsam war der Eifer, wertvolle Handschriften zu entdecken und für die Wissenschaft nutzbar zu machen. Auch die Ankäufe für Fuggers Bibliothek waren von dem Gesichtspunkt geleitet, die kostbaren Funde, die sie gemacht

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Die Genfer Einbände der Fuggerbibliothek

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hatten, für eine spätere Veröffentlichung sicherzustellen. In diesem sachli­ chen Ziel trafen sich die Interessen aller. Wie bedeutsam musste Heinrich Stephanus dieser Zusammenklang von wissenschaftlicher Forschung und grosszügiger Förderung sein, als er mit einer reichen Ernte selbstgesammel­ ter unveröffentlichter Handschriften nach dem Tod seines Vaters Robert die Genfer Druckerei übernahm! Soviel war sicher, für einen wirtschaftlich rentablen Absatz von wis­ senschaftlichen Veröffentlichungen fehlte es durchaus an der nötigen R e­ sonanz. Aus diesem Grunde hatten sich die gelehrten Drucker den geistigen Institutionen und den fürstlichen Herren beigesellt; als «Drucker des K ö­ nigs » konnte man einer finanziellen Beihilfe bei seinen Veröffentlichungen sicher sein. Der Vater Robert Stephanus hatte diese Stütze wie auch seine Heimat verloren, als er um seines Glaubens willen nach Genf entwich. Zwar erhielt er hier bald eine privilegierte Stellung als kalvinistischer Drucker in der Stadt. Aber das sparsame Stadtregiment bot eine Hilfe nur bei den Werken der Theologie. Für die Wissenschaft waren die Mittel begrenzt und die geistige Duldsamkeit eng: jede wissenschaftliche Veröffentlichung muss­ te vorher zur Prüfung vorgelegt werden. Auch ein anderer grosser wissen­ schaftlicher Drucker der Zeit, Plantin, hatte mit der Schwierigkeit zu kämp­ fen, dass gerade die wissenschaftlich wertvollsten Bücher vom wirt­ schaftlichen Standpunkt nur als Zusatzunternehmungen zu betrachten wa­ ren. E r half sich dadurch, dass er sich durch die Drucke leicht verkäuflicher Bücher (Bibeln, Breviere) in kostbarer und reich illustrierter Ausstattung eine beachtliche Einnahmequelle schuf. Für Heinrich Stephanus kam dieser Ausweg nicht in Frage. Einmal waren die Kalvinisten bei den religiösen B ü ­ chern überhaupt gegen jeden Schmuck; anderseits aber ging ihm selbst das Verständnis für eine künstlerische Ausstattung ab. Wie Ulrich Fugger — und auch darin begegneten sich beide — war er von einer wissenschaftlich puritanischen Sachlichkeit. Als er die Druckerei seines Vaters übernahm mit der Verpflichtung, in erster Linie für die kalvinistische Stadt die ein­ schlägigen religiösen Bücher zu drucken, selbst aber einen reichen Schatz druckfertiger wissenschaftlicher Manuskripte vor sich sah, musste ihm die Möglichkeit, als typographus illustris viri Huldrichi Fuggeri den nötigen finanziellen Untergrund zu finden, wie eine Erlösung sein. Sie war es nur bedingt. Seine Wünsche und die Pläne Fuggers waren nicht in allem konform. Das Ziel, das Fugger vor Augen stand, hat Scrimger selbst in einem Pro­ zess gegen Stephanus klar und eindeutig formuliert. Fugger habe seit langem in verschiedenen Ländern gesammelt « tous les anciens et meilleurs exem­ plaires de bons autheurs en toutes sciences, bonnes disciplines et langues pour dresser et conserver une librairie et bibliothèque pour servir à perpétuel au profit public ». (E. H. Kaden: Ulrich Fugger et son projet de créer à Genève une librairie publique - Genava 1959 S. 127 ff.). Die wissen­ schaftlichen Schätze, die er gesammelt hatte, sollten durch einen Verlag und eine öffentliche Bibliothek der Allgemeinheit zugänglich gemacht werden. Wem musste an diesem Plan mehr gelegen sein als Scrimger, der die Handschriften zum grössten Teil selbst entdeckt, für Fugger

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gekauft und in zahlreichen wissenschaftlichen Noten verarbeitet hatte! Die Constitutiones Justiniani hatte er aus mehreren Fugger-Handschrif­ ten mustergültig zusammengetragen. Sie bildeten den ersten Druck in dem gemeinsamen Unternehmen mit Stephanus. Bei dem zweiten Druck, den Büchern des Diodorus Siculus, trat schon die philologische Mitarbeit des Stephanus zu der des Scrimger hinzu. Das dritte Buch mit den Wappen der römischen Familien, von dem Baron Streinnius gesammelt, war ein reiner Gefälligkeitsdruck Es kann gar kein Zweifel sein, dass sich Stephanus nur sehr ungern auf die Rolle eines Druckers, nicht der eines selbständigen wis­ senschaftlichen Herausgebers zurückgedrängt sah. E r zögerte daher zunächst mit dem Abschluss des Vertrages und edierte noch einmal in dem einzigen Jah r, das ihm zwischen der Übernahme der Druckerei und dem neuen Ar­ beitsverhältnis mit Fugger übrigblieb, so viel von seinen wissenschaftlichen Arbeiten, wie es ihm nur irgend möglich war. Die Unkosten, die ihm dadurch entstanden, wurden von Fugger beim Abschluss des Vertrages in einer ein­ maligen Zuweisung grosszügig getilgt. Im übrigen wurde Stephanus für seine Tätigkeit als Typographus Huldrichi Fuggeri ein jährlicher Zuschuss garantiert mit der Verpflichtung, einige Belegexemplare — auf Pergament gedruckt, das ihm von Augsburg gestellt wurde — von jedem Drucke an Fug­ ger abzugeben. Mit diesen Pergamentdrucken sollte der Grundstein zu ei­ ner Akademiebibliothek gelegt werden, die von Fugger zunächst für Genf ins Auge gefasst war. Hier am Druckorte der Bücher sollten sie auch dem Gebrauch aller wissenschaftlich Interessierten offenstehen, als eine Art « et amicorum » Bibliothek; nur dass in diesem Fall der Name des Besitzers als Stifter fehlte und der Begriff der Freunde fern jeder persönlichen B e­ ziehung die Allgemeinheit aller geistig Arbeitenden umschloss. Fugger hatte sogar Bedenken, die Stephanusdrucke überhaupt nach Augsburg kommen zu lassen. Stephanus klagte, ihm fehle dann jede Möglichkeit eines geisti­ gen Austauschs mit Fugger, wenn man von einer Zusendung der für Fugger gedruckten Bücher absehen würde. Aber es ist kennzeichnend für die un­ persönliche Haltung Fuggers, dass er sich sogar bei den Unternehmungen, die er selbst in die Wege geleitet hatte, einer Nutzniessung für seine Person enthielt. Wenn er auch von dieser übersteigerten Zurückhaltung Abstand nahm — die Pflichtlieferungen der Stephanusdrucke wurden ihm nach Augs­ burg zugeschickt — so achtete er doch entschieden darauf, dass der Vertrag in allen übrigen Punkten eingehalten würde. Im dritten Verlagsjahr 1560 hatte Stephanus noch seine Veröffentlichungen aus den Handschriftenbeständen der Fuggerbibliothek zum grössten Teil, wie vereinbart, genommen, aber im Jah r 1561 schwieg er sich mit einem Neudruck der von Wolf besorgten Ausgabe der Werke des Xenophon fast völlig aus, ja er hatte einen Teil seines Letternbestandes, besonders die griechischen Lettern, an seinen Bruder François verkauft; wahrscheinlich um sich bei diesem die Möglich­ keit für den Druck seiner eigenen wissenschaftlichen Bearbeitungen zu verschaffen. E s kam zu einem Prozess, der von Scrimger als Jurist und von einem Genfer Advokaten gewandt geleitet, den Beklagten sehr in die Enge trieb. Stephanus musste den Letternverkauf rückgängig machen und geriet

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ausserdem unter die Kontrolle des Genfer Rates, dem an der Förderung der grossartig eingeleiteten Bibliotheksstiftung viel gelegen war. Aber diese Stiftung war doch eben nur geplant. Selbst der im Prozess erwähnte Ankauf eines Hauses für die Bibliothek war nur Wunsch und scheint nicht Tatsache geworden zu sein. Aber auch in dem Verhältnis zu Stephanus trat eine Änderung ein. Fugger muss das Gefühl gehabt haben, dass der Genialität dieses Mannes Zwang geschah, wenn man ihn ausschliesslich auf die Veröffentlichung von Handschriften aus Fuggers Bibliothek und der Bear­ beitung derselben durch den von ihm bestimmten Freundeskreis festlegte. Er liess Stephanus bei seinen weiteren Publikationen freie Hand, und dies schien umso mehr geboten, als Scrimger wohl viele der Fuggerschen Hand­ schriften mit grosser Sachkenntnis bearbeitet hatte, aber anscheinend nie recht fertigzuwerden verstand. Was er an Noten besass, die Kommentare zum Athenaeus, Strabon, Plutarch und viele andere, ist erst nach seinem Tod von seinem angeheirateten Neffen Isaac Casaubonus bei dessen Publi­ kationen verwertet worden. Vielleicht war sich Scrimger dieser Sachlage selbst bewusst. E r ging 1563 wieder nach Genf zurück, wo er als Professor der Rechtswissenschaft einen angesehenen Ruf gewann und auch mit Ste­ phanus von neuem in ein freundschaftliches, durch Verwandtschaft be­ kräftigtes Verhältnis kam. Er leistete aber auch Fugger nach wie vor durch seine Anwesenheit in Genf einen wichtigen Dienst, indem er seine Inter­ essen gegenüber dem Drucker vertrat und die Unstetigkeit des Stephanus in heilsamen Schranken hielt. Die Publikationen nahmen mit den von Ste­ phanus selbst bestimmten Werken in den folgenden Jahren einen gleichmässig stetigen Verlauf. Wie in Augsburg so wurde es Scrimger auch in Genf zu einer angenehmen Pflicht, die von Fugger für die geplante Akademie­ bibliothek bestimmten Exemplare in repräsentativer Weise einbinden zu lassen. E s waren verschiedene Buchbinder in der Stadt, die er seit 1559 beschäf­ tigt hat. Einzelne Einbände kamen als versprengte Einzelgänger aus äl­ teren Genfer Beständen hinzu. Sie runden das Bild, das sich von der Genfer Einbandkunst durch die palatinischen Einbände gewinnen lässt, in vor­ trefflicher Weise ab. Die blindgedruckten Rolleneinbände in Genf mit ver­ goldeten Stempeln in der Mitte und an den Ecken unterscheiden sich von den sehr ähnlichen Erwerbungen Ulrich Fuggers in Bourges, Lyon und Paris nur durch einige besondere Motive in den Ornamentleisten — zwei gegenseitig gestellte Delphine und Pinguine z. B. — und einen bestimmten Typ der Stempel, beliebt vor allem eine Lilie mit zwei Blüten. Pal. V 998 kann als charakteristisches Beispiel eines solchen Rolleneinbandes dienen; der Entwurf ist von dem gleichen Meister fast übereinstimmend auf einem Buch wiederholt worden, das Goldast um die Jahrhundertwende alt in Genf erwarb (Bremen III 2 c 44). Besondere Merkmale, die sich auf Grund weiterer Beobachtungen ergaben, (Schunke Genf S. 46) z. B . das verhält­ nismässig frühe Vorkommen von Rückentiteln und die Vorliebe für ein achteckiges Rautenornament als mittlerer Plattenschmuck, finden sich auf den palatinischen Bänden V 1185 und 855 bestätigt; die Platte des letz-

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teren Bandes gehörte dem Buchbinder, der auch die beiden Tiraquellusbände aus der Duisburger Akademiebibliothek (jetzt Bonn J d 1174 und J o 80) gearbeitet hat. Bei drei Genfer Buchbindern vornehmlich hat Scrimger die von Fugger finanzierten Stephanusdrucke und die wichtigsten Neuerscheinungen der Literatur für eine künftige Genfer Akademiebibliothek in Arbeit gegeben. Der wichtigste Lieferant dürfte der Goldast-Meister gewesen sein. E r ist mit 38 Bänden in der Palatina vertreten. Sein Name geht auf einige seiner Ein­ bände aus dem Besitz des Melchior Goldast von Haiminsfeld zurück, der um die Jahrhundertwende in Genf zahlreiche Bücher aufkaufte, die nach Bremen gekommen sind und den Meister zuerst in der Literatur bekannt­ gemacht haben (Schunke Bremen S. 498). Man wird, wie es damals die Regel war, annehmen können, dass die Genfer Buchbinder sowohl den An­ kauf wie das Einbinden der Bücher besorgten. Von den Drucken, die der Goldast-Meister band, war der grösste Teil (14) aus Lyon bezogen, je 8 ka­ men aus den Buchzentralen Basel und Paris, vereinzelte waren in Frank­ furt, Strassburg und Zürich gedruckt, 4 Stephanusdrucke kamen aus Genf. Die Bücher waren mit grösster Sorgfalt ausgewählt und boten inhaltlich das Beste, was an wissen­ schaftlicher Literatur in der zweiten Hälfte des fünften Jahrzehntes veröffentlicht worden war. E s war ganz deutlich, diese geplante Akademiebiblioth'ek sollte nicht, wie die Buchankäufe der Augsburger Portenbach und Sick, die gesamte Ernte der Neuerscheinungen einholen, sondern nur die Elite wissenschaftlicher Produktion. Und dieser Einstellung entsprach auch der Einbandschmuck: bestes 41. Genf Goldast-Meister Material, beste Vergoldung, sorgfältige Behandlung des Pal. VI 131 Schnittes. Der Schmuck ist mit Vorliebe auf ein einziges, aber sehr schönes Ornament in der Mitte beschränkt. E s war im Grunde der gleiche Typ, den der Scrimger-Meister auf seinen Einbänden mit der grossen, breitovalen Vollmaureskenplatte eingeführt hatte. Bände in reicherer Ausstattung, wie sie der Scrimger-Meister liebte, finden sich dagegen bei dem Goldast-Binder nicht; erst in späteren Jahren belebte er den schlichten geschmackvollen mittleren Schmuck durch ein umrahmendes Stempelgerank. Der einfachste Typ seines Entwurfes ist in Pal. VI 131. 135 und 185 gegeben; nur zwei schraffierte Blattstempel, gegenseitig gestellt, ergeben den mittleren Schmuck. Die Umrahmung wird von zwei Goldlinien herge­ stellt, die an den Ecken durch Schräglinien geschmackvoll zusammenge­ fasst sind. Der Goldast-Meister hat nie wie die anderen Genfer Buchbinder einen kleinen Stern oder Blütenstempel auf die Schnittpunkte der umrah­ menden Linien gesetzt. Eine grössere Gruppe seiner Einbände zeigt in der Mitte eine Ovalplatte mit schraffierten Mauresken, von zwei Linien umzo­ gen. An den Ecken der Linienumrahmung ist stets ein schraffierter kleiner Dreiblattstempel aufgedruckt V 957. Der vierte Teil aller Goldast-Einbände ist in dieser Weise geschmückt, darunter drei Bücher der Barberini-Sammlung.

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Die Genfer Einbände der Fuggerbibliothek

E s ist auffallend, wie viele Einbände dieses Buchbinders in die BarberiniBibliothek gekommen sind; sehr zu begreifen, sie enthalten das Beste der auch im 17. Jahrhundert noch geltenden wissenschaftlichen Literatur. Das ovale Plattenmuster wurde noch einmal ohne Linieneinfassung geschnitten und auf Pal. V 1609. 1614 und 1692 verwendet. Bei diesen wie bei der ersten Gruppe sind die Schnitte mit rötlich gefärbten Arabesken auf goldenem Grund aufs beste verziert. Nur in einem Schulzusammenhang mit dem Goldast-Meister dürfte Pal. V I 57 zu stellen sein. Der Schnitt ist zwar mit den typischen Arabeskenranken vortrefflich verziert, aber die kleine Vierblatt­ blüte in den Bückenfeldern scheint etwas kleiner zu sein und die Ovalplatte nur stilverwandt: vor allem aber greifen die umrahmenden Linien ohne

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42. Platten Genf Goldast-Meister (Pal. V 1609), Königsbuchbinder (Pal. V 1608) und Löwen (Pal. V 1532)

Gehrungslinien so ungelenk ineinander ein, daß eine Zuweisung an die mei­ sterliche Ausführung des Goldast-Meisters nicht in Frage kommen kann. Die zweite etwas prunkvollere Gruppe der Bibliothekseinbände, die der Goldast-Binder gearbeitet hat, ist in der Mitte durch eine spitzovale Maureskenplatte ausgezeichnet, deren besonders reizvoller Schnitt auf persisch­ orientalische Muster zurückzuführen ist, die im 5. und 6. Jahrzehnt zur großen Mode in Venedig geworden waren. Von hier durch die italienische Kolonie in Genf, die sich vornehmlich aus geflüchteten venetianischen Pro­ testanten zusammensetzte, eingeführt, haben ihre eigenwilligen Formen bei den Genfer Stechern in mehrfachen Nachschnitten Verbreitung gefunden. Auch der Goldast-Meister besaß das Muster in drei Ausführungen. Die erste und am meisten gebrauchte Platte 70 x 42 mm druckt das vollmaureske Muster in Gold auf die braune Lederfläche ein. Sie ist, oben und unten spitz zulaufend (und in dieser originalen Fassung auf einem später nach Breslau ÜB gekommenen Band A N III 34 gebraucht), auf allen palatinischen Bän­ den noch mit einem Stempel zum Abschluß versehen, mit einem großen schraffierten Dreiblatt zumeist, seltener mit einem Dreipass-Stempel, der,

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fächerförmig, dem persischen Muster der Platte angepasst ist Y 1600 und 1727. Vereinzelte Bände, z. B . IV 1098, sind mit einer schmalen Stempel­ rankenbordüre umrahmt. Mitunter ist eine Dreiecksmaureske an den Ecken, ähnlich dem Stempel bei dem Scrimger-Meister, verschleifend eingefügt Stamp. Barb. S V II 44. E s sind dieselben Ecken, auf Grund deren Pal. V I 162 dem Werk des Goldast-Meisters trotz der sonst nie gebrauchten Kartuschenplatte in der Mitte zugeschrieben werden muß. Während diese spitzovale Platte, wie es scheint, vornehmlich zum Schmuck der künftigen Genfer Bibliothekseinbände Vorbehalten blieb, fin­ det sich die zweite, vergrößerte Fassung 92 x 52 mm, die den einen der Bremer Goldast-Bände (Msor b 25 abgeb. Schunke Bremen Taf. 5) und ein Buch, wahrscheinlich der ehemaligen Becher-Sammlung, abgeb. bei Boettinger Taf. 70,8, schmückt, auf keinem der palatinischen Bände vor. Aber mit der dritten Fassung, einem positiv geschnittenen Spitzoval, 69 x 44, das das Muster braun auf goldenem Untergrund druckt, sind mehrere palatinische Einbände, z. B. VI 178 wie auch der kleinere Bremer Handschriftenband Mscr 8, abgeb. Schunke Genf Taf. 4, 3 geschmückt, von einem DreipassStempel oben und unten begleitet, an den Ecken aber wie stets bei den kleineren Bänden des Meisters mit einem schraffierten Dreiblatt verziert. Auf dem schmalen Bändchen der Pindar-Gedichte, ein Stephanusdruck von 1560, haben Platten und Abschlußstempel allein das Wort. F ast sieht es so aus, als wären beide eigens für diese Kleinstausgaben geschnitten worden. Sie wurden von Ulrich Fugger mehrfach in dieser Ausstattung verschenkt, an einen unbekannten Gelehrten, jetzt Ulm Slg. Schad. 6073-95 und an sei­ nen Vetter Marx Fugger, ehemals Maihingen II 4 8° 136. An diesen sind übrigens noch andere Einbände des Goldast-Meisters geschenkt worden. Sie waren in der einfachsten Art der Genfer Bibliothekseinbände ausge­ schmückt: mit der linienumzogenen Ovalplatte in Maihingen I I 5 8° 77 oder mit der offenen Platte ebenda X 1 8° 15 und I I 5 8° 60. Für die Bücher größeren Formates benutzte der Goldast-Meister eine große Bautenplatte, nicht in der zackig achteckigen Form, die die Genfer Bautenplatten sonst auszeichnet, sondern wie seine spitzovalen Stücke mit Languetten weich ausklingend umschrieben I 149 und 161. Eine zweite Gruppe ist mit einer großen Ovalplatte mit einem Leeroval innen geschmückt. Zu ihr gehören die beiden Quartbände IV 1041 (in zwei Bänden) und IV 1050, nur mit einer Spiralrankenbordüre umrahmt, während der Folioband I 148 um die ovale Platte einen Kranz von Bogen, Linien und Stempeln legt und den Band mit einer schön gemusterten Stempelbordüre abgegrenzt hat. Diese Umrahmung wiederholt sich in ähnlicher Zusammensetzung und mit den gleichen Stempeln auf dem großen Bauteneinband I 161 und auf dem Dresdner Einband Theol. ev. gen. 126, abgeb. Schunke Genf Taf. 4, 4. Auf dem Dresdner Band ist die Mitte mit einer kunstvollen Gruppe von Einzel­ stempeln geschmückt, wie sie der Scrimger-Meister in seiner zweiten Ein­ bandgruppe in besten Beispielen vorgeführt hatte. Bei beiden Buchbindern auch wird die aus Einzelstempeln gebildete Bordüre bald als spiralförmige Stempelranke, bald als rapportierendes Muster zusammengesetzt. Selbst

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in der Art, die mit einer Platte verzierten Einbände stets hart am Eand zu umrahmen, ohne eine verschleifende Überleitung an den Ecken, stimmen die Einbände des Goldast-Meisters mit denen des Scrimger-Buchbinders im Prinzip sehr überein. Ohne daß man auf ein unmittelbares Lehrverhält­ nis zwischen den beiden schließen dürfte, sind sie doch miteinander durch die gleiche lokale und künstlerische Atmosphäre verbunden. Aber der Goldast-Meister ist gegenüber dem Scrimger-Buchbinder weniger kühn. Es gibt keinen Prunkband bei ihm, bemalt oder mit farbigem Leder ausgelegt; nur einmal erscheint in seinem Entwurf eine mittlere Stempelgruppe und einmal eine Stempelgirlande um den mittleren Plattendruck. Seine Stärke lag mehr auf dem Gebiet des einfach umrahmten Platteneinbandes, den er in den verschiedensten Variationen in hervorragend schönem Leder, meister­ hafter Ausführung und Vergoldung ausgeführt hat. Seine Entwürfe wirken ausgesprochen elegant. Die Schnitte, mit schön geschwungenen Arabesken­ ranken ziseliert, weiß oder rötlich getönt, sind auf allen Bänden mit größter Meisterschaft ausgeführt. Sie sind es auch, die bei einem Einband mit abge­ gangenem Deckel die Zuweisung an den Goldast-Meister ermöglichen V 913. Dem Scrimger-Meister noch unmittelbarer verbunden scheint der zweite Genfer Buchbinder zu sein. E r hatte von ihm die kleine Dreiecksmaureske übernommen und schloß sich ihm auch in der lebhaften Bewegung der um­ rahmenden Stempelranken an. E r steigerte nur ihren Ausdruck, indem er eine Reihe wahrhaft barocker Stempel von ganz ungewöhnlichen Auswüch­ sen und Formen verwendet hat. E s könnte möglich sein, daß er sich diese außergewöhnlichen Gebilde selber geschnitten hat. Bei keinem Stecher in Genf, aber noch weniger in Paris, finden sich solche skurrile Stücke vor. Aber sie passen ganz in seinen Stil. Etwas wild Ausschweifendes, Ungezügeltes herrscht bei seinen Entwürfen vor. Zwar hielt er sich im Aufbau an bestimmte Grenzen. Die Stempelbordüre am Rand, ein ausnehmend breites, umrahmen­ des Stempelgerank, hebt sich im scharfen Winkel ohne überleitende Ecken von dem dunklen Ledergrund des Mittelfeldes ab. Die mittlere Stempel­ gruppe ist kreisförmig I 130, oval languettiert I 136, spitzoval umschrieben I 157 und Stamp. Barb. R I X 31, aber schon hier bricht das Temperament des Künstlers durch. Die geballten, sich lebhaft drängenden Stempelgruppen schlagen flammenartig über die Linienumgrenzung heraus. Selbst eine dop­ pelte Linienumrahmung oder fast kartuschenähnliche Voluten halten dem Ungestüm nur mühsam stand I 138. II 53. Stamp. Barb. X V I I 148. Immerhin ist es bezeichnend, daß der wahrscheinlich fran zösisch e Schweizer seine Stempelgruppen stets umgrenzt, der Scrimger-Meister als deutscher Schwei­ zer lässt seine Gruppen offen, ohne Linien, in einem frei schwebenden Gleich­ gewicht. Wahrscheinlich hat dieser 2. Genfer Buchbinder auch den Einband mit der «persischen» Platte IV 1042 gebunden. Der Dreipass-Stempel zum Abschluß und die Rückenstempel sind noch einmal auf I 138 verwendet. Ein bedauerliches Mißgeschick, wahrscheinlich beim Grundieren, bringt es mit sich, daß nahezu alle Einbände des Meisters im Leder fast ganz zer­ fressen sind und die Vergoldung bis zur Unkenntlichkeit verwittert ist. Kur an wenigen Stücken lässt sich noch von der Eigenart seiner Entwürfe eine

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entsprechende Vorstellung gewinnen. Einer seiner Bände, wahrscheinlich ursprünglich auch der Palatina zugehörig, ist in die Kölner Bibliothek GB X I 163 e gekommen. Von den 10 palatinischen Einbänden des Meisters umschliessen alle, bis auf den einen Druck aus Genf, hochwertige wissenschaftliche Literatur aus Paris und zumeist aus zurückliegender Zeit. Wie es scheint, hat der Buch­ binder auf seinem Lager vorwiegend Pariser Drucke gehalten. E r dürfte daher als Pariser Buchführer zu bezeichnen sein.

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Der einzige Genfer Druck aus der Offizin des Stephanus, den der Pariser Buchführer band, stammt aus dem Jah r 1558. Auch der Goldast-Meister hatte nur drei Stephanusdrucke aus den Jahren 1556, 1558 und 1561 ge­ bunden. Bei beiden Meistern handelte es sich dabei um Einbände aus ihrer letzten Arbeitszeit. Wie es scheint, sind sie in Scrimgers Aufträge nur bis 1560/61 etwa tätig gewesen. Von da ab tritt ein dritter Meister auf, der von beiden einzelne Stempel, die persische Platte von dem Pariser Buchführer, das schraffierte Maureskenoval mit zweifacher Linienumrahmung von dem Goldast-Meister, übernahm und sie auch in der Belieferung Fuggers mehr und mehr abgelöst hat. Ihm dürften die meisten repräsentativen Prachtein­ bände um die von Fugger subventionierten Stephanus-Drucke zuzuschrei­ ben sein. Er begann mit dem dritten Stephanus-Druck 1559, die Wappen der römischen Familien betreffend, und schloß ihm die Veröffentlichungen des ertragsreichen Jahres 1560 an: die Constitutionen des Leo (2 mal), Appians Hispanica, die Pindar-Ausgaben und die Carmina poetarum. Auch die Werke, die von Stephanus allein noch vor seiner Zusammenarbeit mit Fugger 1557 gedruckt worden waren, sind fast alle von diesem dritten Gen­ fer Meister nachträglich, etwa 1561/2, eingebunden worden: der Aeschy­ lus, der Athenagoras, der Aristoteles und das Ciceronianische Lexikon, dazu eine Genfer Justinian-Ausgabe, die bereits 1555 erschienen war. Nach dem Prozeß 1561 wurde er ausschließlich zum Einbinden der Verlagswerke, die in der Zusammenarbeit mit Fugger herausgegeben wurden, verwendet. Die Folio-Ausgabe des Neuen Testaments, griechisch und lateinisch, von 1569 ist das letzte Buch, das er nach Auflösung der Beziehungen zu Stephanus für Fugger eingebunden hat. Dieser dritte Genfer Meister, der die glänzende Serie prunkvoller Bepräsentationseinbände in der Palatina geschaffen hat, ist der Genfer K ö­ nigsbuchbinder, der durch die beiden Geschenkbände an Heinrich III. und Heinrich IV. von Frankreich in der Literatur (Hobson, Schunke) bereits bekannt und besprochen worden ist. Seine Werkstatt, die sich bisher nur bis in die 90er Jahre verfolgen liess, muss nach den palatinischen Funden bis in das 17. Jahrhundert, letztes Druckjahr 1614, bestanden haben, — wenn auch vielleicht schon von einem Nachfolger geführt. Aber auch der Beginn seiner Tätigkeit rückt durch die Arbeiten, die für Fugger bestimmt waren, um­ ein volles Dezenium vor; er kann nicht erst im Zusammenhang mit der Bartho­ lomäusnacht, wie ich früher annahm, nach Genf gekommen sein, sondern dürfte die verschiedenen Fugger-Drucke bald nach ihrem Erscheinen, von 1559 an, zunächst vereinzelt, später fast ausschliesslich gebunden haben. Es ist gut möglich, dass er von Stephanus besonders empfohlen war. Jeden­ falls kam er wie dieser aus Paris. Von Anfang an tritt der Königsbuchbinder als fertiger Meister grössten Formates auf den Plan. In Paris ausgebildet, steht er in seinem Stil am meisten dem grand doreur inconnu nahe; es ist möglich, dass er bei ihm in der Lehre stand. Jedenfalls reiht er sich diesem wie auch den drei grossen Hofbuchbindern in Paris: Lenoir, dem Lyoneser und Claude de Picques eben­ bürtig an. J a , die Vielseitigkeit seiner Techniken und seiner Entwürfe so-

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wie der lange Werkstattbestand, bei dem man wahrscheinlich mit mehreren mitarbeitenden Gesellen rechnen muss, gibt seiner Werkstatt die Spann­ weite der Lenoirschen Generationsbuchbinderei. Wahrscheinlich waren es religiöse Gründe, die ihn veranlassten, am Ende der fünfziger Jahre nach Genf überzusiedeln. Er führte sich hier mit den fünf Bänden von I I I 157, einer hebräischen Bibelausgabe Paris 1539-44, ein. Die Bände sind in braunes Kalbleder mit aufgelegtem Rahmen gebunden. Das vertiefte Mittelfeld ist mit einem ge­ zeichneten Arabeskenmuster aufs schönste vergoldet und mit silbernen Lack­ farben ausgemalt; der erhöhte breite Rand ist mit schraffierten Stempel­ ranken in Silber bedeckt, die Ecken, ausgespart, sind abweichend verziert. Es war ein meisterhafter Entwurf, den der Königsbuchbinder auf den Pracht­ bänden der achtziger Jahre z. B. auf den Berner Dedikationsbüchern und den beiden Königseinbänden in immer prächtigeren Variationen, doch im Prinzip übereinstimmend, mehrfach ausgeführt hat. Dieser Typ lag sei­ ner Kunst vor allem. In den Stempelranken ist ein Kaninchen eingefügt. Kun waren zwar Jagdtiere als Stempel ganz allgemein beliebt und wurden auch von dem Königsbuchbinder z. B. in einer springenden Gemse auf dem Münchner Band (Geldner Taf. 47) gern angewandt. Aber bei diesem sehr seltenen Tierstempel könnte auch eine bestimmte Beziehung auf das Wohn­ haus des Meisters, vielleicht auch auf seinen Kamen (Lapereau?) Vorgelegen haben. Die Rücken sind bei dem Königsbuchbinder in der Regel hohl auf­ gesetzt und nicht mit erhaben aufliegenden Bünden, wie es sonst bei den Genfer Meistern üblich war, gearbeitet. Die Bundstellen werden von Bor­ dürenstreifen in quer markiert, die Zwischenfelder mit Streustempeln bedeckt. Auf dem nächsten Prachtband I 218, dem Stephanus-Druck des rö­ mischen Wappenbuches, füllt die Arabeskenzeichnung die Deckel durchaus, nur von einer sehr schmalen Stempelbordüre eingefasst. Das Muster, auf braunem Leder vergoldet und mit silberner Lackmalerei ausgeführt, zeigt eine aegyptische Karyatide mit zwei hockenden Kobolden zur Seite. Die Karyatide wurde von dem Meister noch einmal auf dem Einband bei Baer, Frankfurter Bücherfreund 12. 1914 Kr. 74 um einen Pariser B i­ beldruck von 1567 variiert. Der Kopftyp in der Umrahmung steht dem gleichen auf einem weiteren Einband bei Henry Joly, Exposition de Reliures Lyon 1925 Taf. 7 nahe. Das Buch umschliesst einen Genfer Sleidan-Druck 1558 und ist in mehrfarbigem Leder gearbeitet. Ein ähnliches Ledermosaik, leider nicht vollständig ausgeführt, liegt bei Pal. II 511 vor. Mitte wie auf­ gelegter breiter Rahmen sind mit einer Arabeskenzeichnung auf braunem Leder blind vorgedruckt und schwarz und grau bemalt, während der Frauenkopf mit dem aegyptischen Federputz und Blattornamenten an den Ecken in rotem und dunkelgrünem Leder aufgelegt ist. Der Untergrund unter dem Kopf wurde überdies schwarz bemalt: ein farbenprächtiger Effekt. Die kleineren Bände des Königsbuchbinders sind nur mit Arabesken bedeckt und mit schwarzer Lackfarbe erhöht V 1728. Bei einigen V I 1 und 2 tritt ein silberner Auftrag hinzu; ein anderer Stump. Barb. J VI 50 ist nur silbern bei reicher Vergoldung bemalt. Dem Entwurf dieser Bände steht die Pariser

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StephanusBibel von 1551 in Dresden Biblia 1536 nahe; sie schlägt die Brücke zu dem Geschenkbändchen an Solms in Leipzig UB Poet. gr. 159, das uns bisher als die früheste Arbeit des Meisters bekannt gewesen ist. Eine zweite Gruppe der Prachtbände des Königsbuchbinders ist in stär­ kerem Maße mit Bogenlinien und Einzelstempeln geschmückt. Sie umrah­ men in der Eegel, von einem Liniengerüst unterstützt, ein dekoratives Mit­ telstück, das in arabesker Zeichnung V 1716 oder als mittleres Bandwerkoval V 1978 in Bogenlinien ausgeführt ist, mit vorschreitender Zeit aber vereinfacht durch eine mittlere Platte ersetzt wurde: durch eine grosse Platte im persischen Stil I II 163 oder durch die kleinere Fassung mit dem persischen Muster, die von dem Pariser Buchführer entlehnt worden war Stamp. Barb. J V III 36. Auf beiden Bänden sind die Platten in meisterlicher Weise mit Stempelranken und Streumuster, Bogenlinien­ kartuschen und umspielendem Bandwerk umgeben und in Vergoldung und schwarz-silberner Lackmalerei ausgeführt. Ein zweifach umschriebenes schraffiertes Maureskenoval ist, wenn es sich nicht um einen zweiten, fast übereinstimmenden Schnitt desselben Stechers handelt, aus dem Material des Goldast-Meisters übernommen worden. In der Anwendung der Platte zum mindesten verrät sich zu deutlich des Königsbuchbinders Meisterhand. Mit einem Gestöber von Streustempeln übersät, hebt sich das Mauresken­ oval flimmernd aus der andersfarbig aufgelegten Kartusche oder einem Ge­ hänge von Stempelranken hervor V 1608. Stamp. Barb. D V I I 17. Auf einer letzten Gruppe von Einbänden kleineren Formates erhalten die Platten allein das Wort; zunächst noch einmal die kleinere persische Platte Stamp. Barb. K I 1, von einer mauresken Eckplatte begleitet; dann, durch diesel­ ben Eckplatten gekennzeichnet, die beiden Bände mit dem grossen mittle­ ren Bandwerkoval VI 197 und Stamp. Barb. K I 123. Auch die eigenartige stark durchbrochene Vollmaureskenplatte, die silbern auf stumpfbraunem Leder auf gedruckt wie ein Metallbeschlag wirkt, dürfte der Verzierung von Bücken und Schnitten wegen dem Königsbuchbinder zuzuschreiben sein V I 198. Der letzte Einband, den der Königsbuchbinder für Ulrich Fugger gear­ beitet hat S 44, ein Neues Testament griechisch und lateinisch, von Stephanus 1569 gedruckt, hat sich unter dem Zwang vereinfachter wirtschaftlicher Verhältnisse einem stärkeren Gebrauch grosser flächenfüllender Platten zugewandt. Grosse Mittel- und Eckplatten bilden von Streumustern un­ terbaut den beherrschenden Deckelschmuck; schmal rechteckige Platten eng aneinandergedruckt ergeben eine breite ornamentale Bahmenfläche, von einer schmal abschliessenden Einzelstempelbordüre begleitet, die in einem rapportierenden Muster sehr ebenmässig gehalten ist. F ast gleichzei­ tig wurde derselbe Druck mit den gleichen Schmuckplatten als Geschenk an die Augsburger Fuggerfamilie, München SB. Geldner Taf. 47, ein­ gebunden, doch mit reicherem Stempelgerank. Für die Zukunft freilich wurde der strengeren Fassung der Vorzug gegeben. 1599 noch wurde die Platte auf einem palatinischen Einband S. 49, wahrscheinlich ein Geschenk an den Kurfürsten Friedrich IV., verwendet und nur durch einige aufspros-

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sende Stempelgruppen an den Spitzen der Platte belebt, ein vorgeschrittenes und später in England sehr beliebtes Motiv. Die schmal rechteckigen R ah­ menplatten von S 44, die auch hier die Einfassung hersteilen, verankern die dreibändige Thesaurus-Ausgabe in Dresden Ling. Graec. 26, die etwa 1572 gebunden wurde, mit dem Werk des Königsbuchbinders. Die Bände sind in der Mitte mit einer abweichenden Rautenplatte mit zwei Engelsköpfen zwischen dem Bandwerk ausgeschmückt. E s ist dieselbe Platte, die dem palatinischen Geschenkband an Pfalzgraf Johann Kasimir von 1588 aufge­ druckt ist S 48. Diese Rautenplatte mit den Engelsköpfen wurde zur belieb­ testen Verzierung auf den Einbänden der grossen französischen Genfer Bibelausgabe von 1588 z. B. in Kassel und Stuttgart; sie schmückt auch einen der Geschenkbände an die Stadt Bern P 92. Nach den grossen Aufträgen für Fugger im sechsten Jahrzehnt erlebte der Königsbuchbinder erst im achten Jahrzehnt wieder eine mit vollem Orchester spielende Prachtentfaltung. E r wurde beauftragt, die Geschenk­ bände an die Könige Heinrich III. und Heinrich IV., von 1583 und 88 und die Serie der Prachtbände, die der Genfer R at der Stadt Bern wahrschein­ lich im Zusammenhang mit ihrem Anschluss an die Schweizer Eidgenossen­ schaft schenkte, einzubinden. In den Kreis dieser an anderer Stelle (Hobson, Schunke) eingehend beschriebenen Prachtbände gehört auch der schöne Wappeneinband, den Tremelius dem Pfalzgrafen Friedrich zum Geschenke gab (Libri 30, 3). Die kleinen Eckplatten hier wiederholen sich zusammen mit einer Bordüre des Königsbuchbinders auf einem Pergamenteinband bei Hobson « Une Reliure de Henri I I I ». Taf. 9 und auf einem Berliner Band, den Husung Taf. 64 abgebildet hat. Die Vollmaureskenplatte von Hobson Taf. 9 stimmt mit der auf dem palatinischen Pergamentbändchen V 1857 überein, während sich die charakteristische herzförmige Stempelbordüre von Hobson Taf. 9 auch auf den Rücken des Plattenpressungsbandes La Bible. Genf 1567 in der Breslauer Stadtbibliothek und des Prachtbandes um Bezas, Psalmen. Genf 1581, gleichfalls in Breslau, von neuem vorfindet. Beide Einbände gehörten ursprünglich in den Besitz des böhmischen Adligen Karl von Zerotin. Für diesen ist (gleichfalls in Breslau unter 4° N 31) einer der schönsten Stempeleinbände des Königsbuchbinders gebunden worden, im Entwurf dem Prachtband für einen hessischen Fürsten (Libri 31, 4) nah­ stehend, in den Lorbeerranken des Rückens aber wie in dem zierlichen F i­ ligran kleinster Blattstempel bereits dem Aufkommen eines neuen Stiles, des Fanfarenstiles, zugewandt. Es ist möglich, dass bei diesem Bande des Zerotin bereits die Hilfe einer jüngeren K raft beteiligt gewesen ist. Von einem Werkstattnachfolger zum mindesten dürfte der abgebildete palatinische Einband V 2000 für Karl von Zerotin gearbeitet worden sein, in rotem Maroquin gebunden und von Stempelspiralen und kleinsten mehrfach umgrenzten Kompartimenten bedeckt, die sich, oft aus an­ dersfarbigem Leder gearbeitet, wie gefasste Steine aus dem umgebenden Goldfiligran hervorheben (z. B. auf dem Bibeleinband der Anne Roca. Schun­ ke Genf Taf. 6, 4). Von derselben Hand ist auch der palatinische Pergamentband V 842 gearbeitet, in schlichterer Form, aber reich mit Streustempeln

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unterbaut. Auch der Plattenpressungsband für einen Genfer Besteller E . D. (Vat. Bibi. Bis. 2197) ist von ihm gebunden und mit einem ausnehmend schönen Bückenschmuck versehen, der die Verbindung zu einer Eeihe wei­ terer Platteneinbände schlägt, die den Genfer Bibeldruck von 1588 wie in der Vatikan-Bibliothek B . 2197 oder in Stuttgart L B umschliessen, oder einen Homer-Druck des Stephanus (Breslau StB N 1002, wahrscheinlich aus Zerotins Besitz) oder einen von Goldast in Genf gekauften Corpus Juris-Druck, jetzt in Bremen X I I I 2 b 11. Zu den drei grossen Werkstätten in Genf, die in den sechziger Jahren die Einbände für Ulrich Fuggers geplante Akademie-Bibliothek lieferten, kommen noch eine Anzahl kleinerer, aber selbständiger Werkstätten hinzu. Die künstlerisch bedeutendste ist die Werkstatt eines Buchbinders, der die Constitutionen Kaiser Leos 1560 für Fugger zweimal gebunden hat: V 1001 und Stamp. Barb. A A I I 15. Der Einband Stamp. Barb AA I I 15, aus dunkelbraunem Leder, ist nur mit Goldlinien rechteckig umzogen, in der Mitte befindet sich ein kleines Ornament: zwei Dreiecksmauresken gegenseitig. Brillant ist die Technik: wie ein Block, Bücken- und Vorderschnitt nahezu senkrecht gehalten, liegt das Büchlein vor uns. Die geringe Straffung des Bückens erlaubt ein bequemes Aufschlagen. Die Deckel liegen flach auf dem Tisch. E s war ein Entwurf, der ganz dem Geschmack Ulrich Fuggers ent­ sprach. Der Meister hat ihm noch zwei Bände geliefert, der eine in grünem Maroquin, der andere in Pergament gebunden, beide annähernd überein­ stimmend mit einer Bandwerkraute in der Mitte, Streustempeln und klei­ nen Platten an den Ecken geschmückt V 1001 und VI 64. Ein anderer Meister, der Pfalzgraf Christoph-Meister, stimmt trotz gro­ ßer Ähnlichkeit mit keinem der großen Genfer Meister überein. E r hat sei­ nen Kamen nach einer dem Pfalzgrafen gewidmeten Grammatik des Gen­ fer Professors Bonaventura bekommen, die nach dem frühen Tode des Für­ sten der pfälzischen Landbibliothek 1587 in repräsentativem Einband zu­ geschickt wurde III 159 (Schunke Genf Taf. 42), Der Christoph-Meister ist wahrscheinlich ein Schüler des Goldast-Buchbinders gewesen. Die mittlere Vollmaureske ist ein Nachschnitt nach seiner spitzovalen Platte und die schönen Arabesken der Schnittverzierung stehen unter dem Einfluß seiner Kunst; aber die Schnittpunkte der Bahmenlinien werden bei ihm mit einem Blütenstempel überdruckt, eine Erleichterung, die der Goldast-Meister ver­ mied. Auch der Einband um die Betrachtungen Bezas VI 92 mit einem Filigranstempel in der Mitte und die beiden späten Einbände mit dem rustikalen Bollwerk im Mittelpunkt I 143/144 haben an den umrahmenden Linien einen ähnlichen Blütenstempel aufgedruckt. Der Einband des Genfer Professors Simon Simonius IV 1257 steht in bester Genfer Einband-Tradition, ohne mit einer der bisher erwähnten Werkstätten übereinstimmend zu sein. Fraglich bleibt die Zuweisung bei Pal. V 1999, einem Speyerer Druck, dessen palmettenartiger Eckstempel mit dem gleichen des Königsbuchbinders (Breslau StB 2 K 47) verwandt ist und auch im Muster der Baute und in der Verzierung des Schnittes einen Zusammenhang, vielleicht in den Lehrjahren, mit Genf verrät.

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Eine Eeihe von Pergamenteinbänden mit einer kleinen Ovalplatte im Mittelpunkt dürfte der Drucke wegen, die Tagesberichte über die religiöse Lage der französischen Protestanten aus Paris und Lyon enthalten, an einer gemeinsamen Informationsstelle, in Genf, gebunden worden sein. Auch hier begegnet uns der kleine Blütenstempel an den Schnittpunkten der zwei umrahmenden Linien, sehr geschmackvoll zwischen beide, nicht auf sie gesetzt Stamp. Barb. N 1 28. B VI 86. R V III 44. Eine ähnliche Platte, stets auf braunem stark verwitterten Leder gesetzt, ist von einem der Genfer Meister, vielleicht von dem Pariser Buchführer, auf mehreren Einbänden der palatinisclien Bibliothek einheitlich verwendet worden V 1838. Stamp. Barb. M 11 40. 43/44. Der Einband IV 1111 scheint mir eher in Paris als in Genf gebunden worden zu sein. Ganz ungewiß muß die Verwendung einer rustikalen großen Ovalplatte sein, die einen Prager Druck von Matthiolis Kräuterbuch schmückt I 131. Nur die E ck- und Rückenstempel sprechen bei diesem indifferenten Schmuck für Genf. Der groß angelegte Plan Ulrich Fuggers, mit den Veröffentlichungen des Henricus Stephanus und den Einbänden der Genfer Meister eine Biblio­ thek pour servir à perpétuel au profit public zu bilden, war einer schweren Belastungsprobe ausgesetzt. 31 Drucke waren von 1558-1568 aus der Offizin des Henricus Stephanus mit dem charakteristischen Zusatz typograplius Huldrichi Fuggeri hervorgegangen, berühmte Erstausgaben und muster­ gültig revidierte Texte auf Grund der Fuggerschen Handschriftensammlung und der Abschriften, die sich Stephanus selbst gemacht hatte. Eine vor­ treffliche Auswahlsammlung wertvollster Literatur war durch die Genfer Buchführer und Buchbinder zusammengestellt und in repräsentativer Weise für die geplante Bibliothek gebunden worden. Nur die ersten vier Jahre hatte Ulrich das Unternehmen ungehindert durchführen können. Am 9. Ju li 1562 wurde er infolge der zu starken Belastung des Fugger-Vermögens unter Kuratel gestellt. Nach dem Tod Anton Fuggers 1560 hatten sich die wirtschaftlichen Grundlagen der Fugger-Familie nicht mehr stark genug erwiesen, um den stetig gesteigerten Ansprüchen der zahlreichen Mitglieder entsprechen zu können Die Beträge, über die Ulrich Fugger als stiller Teil­ haber am Geschäft verfügt hatte, wurden auf 200 Tausend Gulden geschätzt. Auch der jüngste Bruder Ulrichs wurde unter Vermögensaufsicht gestellt; der älteste Johann Jakob kam mit einer sechsfachen Verschuldung zum Bank­ rott. Christoph aber, der keine Unterbilanz hatte, forderte seine Auszah­ lung; für die Firma ein weiterer Aderlaß. Sie übernahm bei den anderen die Deckung des Defizits gegen Verzicht auf eine weitere Gewinnbeteiligung an dem Geschäft. Die Brüder sanierten sich durch einen Verkauf ihrer Sammlun­ gen; als sichere Rückdeckung blieb ihnen noch immer der Großgrundbesitz. Wenn die geschäftliche Auseinandersetzung bei Ulrich Fugger soviel rigorosere Formen annahm — er wurde 9 Monate, wenn auch im eigenen Haus, in Schuldhaft genommen und konnte erst durch das Eintreten seiner Augsburger Freunde bei dem Kaiser wieder auf freien Fuß gesetzt werden, — dann lagen die Gründe auf einem anderen Gebiet. Man wollte nicht ih n tref­ fen, nicht einmal seinen Übertritt zur protestantischen Religion, die man

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ihm als eigenbrötlerischem Junggesellen, wenn auch nur mißmutig, nachge­ sehen hätte, sondern seine großzügige Förderung der protestantischen Wis­ senschaft und seine Verbindung mit Genf. Man nutzte die wirtschaftliche Lage aus, um seine wissenschaftlichen und bibliophilen Unternehmungen lahmzulegen: jene schwindelerregenden Handschriften-Ankäufe, über deren hohe Bedeutung man sich keineswegs im unklaren war, die königliche Sub­ ventionierung eines Verlages von höchstem Format, den ungeheuerlichen Plan einer Bibliotheksgründung in Genf, dem feindlichsten der feindlichen Lager, zur Aktivierung aller wissenschaftlich Gleichgesinnten bestimmt. Man verschloß sich nicht der Einsicht, wie genial dieser Plan eingeleitet war. E r war den Bestrebungen der katholischen Gegenbewegung, besonders der Jesuiten, die an der Fugger-Familie in Augsburg ihre wichtigste Stütze fanden, diametral entgegengesetzt. Nachdem die Auswirkung der protestan­ tischen Wissenschaft in Augsburg durch das wachsende katholische Über­ gewicht kaum mehr möglich geworden war, hatte sich Genf, für das Scrimger warb, als Refugium für eine freie Entfaltung protestantischer Forschungs­ arbeit angeboten. Auf dem Grundstein der Fuggerschen Handschriftensamm­ lung aufgebaut, durch die berühmte Editorentätigkeit des Henricus Stephanus für die Wissenschaft ausgenutzt, sollte sie hier, von einer sorgsam gewählten Bibliothek unterstützt, ihre glänzende Pflegstätte finden. Um diesen Plan ging sechs Jahre hindurch ein hartnäckiger Kampf, während dem Fugger wie bisher die laufenden Veröffentlichungen des Stephanus subventionierte, gelegentliche Handschriften aufkaufte und die Bibliotheksbände in Genf kostbar binden ließ. E rst mit dem Jahre 1568 -wurde, wahrscheinlich infolge eines Entscheides von seiten des Reichskammergerichtes, diesen Zuwendun­ gen ein Ende gesetzt. Aber es war ein Verzicht nur im Hinblick auf Genf. Mit kühnem Weitblick hatte Ulrich Fugger bereits seine Unternehmungen auf ein weniger umstrittenes Gebiet verschoben; er ging mit allen seinen Büchern nach Heidelberg. In dem Maße wie der protestantische Süden verstummte, Wittenberg dogmatisch erstarrte, konsolidierten sich die Kräfte zum Aufbau einer neuen geistigen Welt in den reformierten Kreisen im Westen, in Genf, Pfalz, Nie­ derlanden und England. Auf dieser Seite waren die Garanten der Zukunft gegeben. Ihnen musste alles daran gelegen sein, die großartige Stiftung Fug­ gers, sollte sie schon nicht für Genf durchführbar sein, für eines der anderen Länder zu erhalten. Das Anerbieten des Pfalzgrafen Friedrich III., Ulrich Fugger und seiner Bibliothek in seinem Lande eine Wohnstatt zu bieten, musste allen Beteiligten als günstigste Lösung erscheinen. Hier war in der Universität ein geistiges Zentrum gegeben; Gelehrte von Rang garantier­ ten die Freiheit wissenschaftlicher Forschungsarbeit; die Kirche zum Hei­ ligen Geist bot neben der alten Stiftsbibliothek noch genügend Raum zur Aufstellung der Fugger-Bücherei. Sie blieb offiziell noch in Fuggers Besitz, aber er entäußerte sich schon ihrer, so wie er es für Genf ursprünglich auch ins Auge gefasst hatte. Sie sollte der Allgemeinheit zugänglich sein. Immer­ hin verzögerten sich Übernahme und Aufstellung noch auf einige Jahre. Am 2. Mai 1567 war der Transport von Augsburg nach Heidelberg erfolgt. Die

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Inventarisierung begann am 24/25. Januar 1568; sie wurde mit Ergänzungen versehen und durch einen alphabetischen Index zum Inventar brauchbar gemacht. Paulus Schede-Melissus, der als Hausgenosse und Bibliothekar bei Ulrich Fugger in Heidelberg lebte, begann für einige Teile der Bibliothek Spezialkataloge anzulegen. Nach Ulrich Fuggers Tod 1584 wurden die B e­ stände der Fugger-Bibliothek und die der pfälzischen Büchend ineinander­ gestellt und gemeinsam verzeichnet. Fast 20 Jahre hindurch, von 1565 bis zu seinem Tod 1584, lebte Ulrich Fugger in Heidelberg das Leben eines zurückgezogenen Gelehrten. Nach wie vor schaffte er sich hier vereinzelte Bücher, die ihn interessierten, an. Sie wurden von Elias Petersheim eingebunden, in braunes Kalbleder mit Holzdeckeln, mit einer ornamentalen Platte in der Mitte rauschelvergoldet, die Schließen in der Regel wechselnd, die eine von oben nach unten, die zwei­ te von unten nach oben schließend. E s war eine Gewohnheit, die sich da­ mals in Heidelberg — 'wahrscheinlich, um einen festeren Verschluß zu ge­ winnen, — auch auf den pfalzgräflichen Büchern eingeführt hatte. Ulrich Fugger schloß sich dem Brauch ohne persönliche Anteilnahme an. E s sagte ihm zu, seine Bücher schon jetzt der Landbibliothek, in die sie kommen sollten, im Einband anzugleichen. Er machte noch einige größere Erwer­ bungen: die Bibliothek seines ihm besonders nahestehenden Hausarztes, Pirmin Gasser, wurde nach dessen Tod 1577, wie es vereinbart war, von ihm übernommen. Die Überführung nach Heidelberg erfolgte 1583. Auch die Bibliothek des Heidelberger Professors Reuber soll er erworben haben, ohne daß sich aus Einbänden oder Besitzereinträgen etwas Genaueres darü­ ber sagen ließe. Ob dem Antrag, das gesamte Sortiment seines langjährigen Augsburger Buchbinders und Buchführers Hans Sick zu übernehmen, stattgegeben wurde, könnte nur an der Hand eines alphabetischen Gesamtre­ gisters der Palatina, das bisher noch nicht vorliegt, entschieden werden. In jedem Fall hat Fugger noch von Heidelberg aus Bücher und Handschrif­ ten aufgekauft, aber doch nur mit Maßen. Der Grund lag in der wirtschaft­ lichen Einschränkung, die nach der Vermögensauseinandersetzung für Ulrich Fugger geboten war. Denn wenn er auch unmittelbar vor seinem Tod noch einige größere Stiftungen machte — er übergab seine Kleinodien im Wert von 36 Tausend Gulden an den Pfalzgrafen Johann Kasimir als Subsidien beim Ausbruch des Kölnischen Krieges und vermachte sein restli­ ches Barvermögen der Universität für Stipendien an unbemittelte Studen­ ten — so war er doch in seiner wirtschaftlichen Bewegungsfreiheit seit der Übersiedelung nach Heidelberg wesentlich eingeschränkt. Hierin lag auch der Grund, warum er sich seit 1568 von jeder weiteren Verpflichtung gegenüber Stephanus zurückhalten musste. Bis zu diesem Jah r hatte er es noch möglich gemacht, daß jenem die Zuschüsse überwiesen wurden. 1568, drei Jahre nach seiner Übersiedelung nach Heidelberg, set­ zen diese Zuwendungen aus. So wenig die Person Fuggers bei seinen wis­ senschaftlichen Unternehmungen im Vordergrund stand, so wenig lag ein persönliches Moment vor, als er sich von allen seinen Genfer Verpflichtungen löste. Keine Handschriftenankäufe mehr durch Scrimgers Vermittlung, keine

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Drucke des Stephanus, keine Genfer Prachtbände. 1569 noch wurde ihm mit einem griechischen Neuen Testament, das Stephanus allein gedruckt hatte, ein Einband aus der Werkstatt des Königsbuchbinders zugesandt, als sollte die Verbindung ein wenig wieder hergestellt werden. Aber Ulrich Fugger schwieg sich aus. E r konnte nicht mehr helfen; dann wollte er auch nicht mehr Nutz­ nießer sein. Sowohl Scrimger wie Stephanus haben diese Zurückhaltung respektiert. Für Stephanus war der Ausfall am schwerwiegendsten. Er versuchte 1570, den Grafen Otto von Solms für seine Interessen zu gewin­ nen, doch nur mit geringem Erfolg. Der Breslauer Patrizier Thomas Ehe­ dinger, mit dem er in Fühlung trat, starb vorzeitig hinweg. E r glaubte sich sogar der Hoffnung hingeben zu können, daß die Fugger-Familie die Zu­ wendungen Ulrichs übernehmen würde, wenigstens zu einem Teil. Vergeb­ liches Bemühen. « Utinam vero mihi maecenatem aliquem nancisci posses » schrieb er nach diesen Fehlschlägen an Crato von Craftheim am Wiener Hof. Vorschläge, die ihm jener auf eine Wiederanknüpfung seiner Beziehungen zu Ulrich Fugger machte, lehnte er ab: « sed de illa via quam tenendam putas, nihil mihi polliceor; nec ipsi tibi quicquam pollicereris, si Huldrichum ipsum nosses ». E r wusste es, diese Türe öffnete sich für ihn nicht mehr; sie konnte es nicht. Aber Schede-Melissus, mit dem Stephanus soeben ein gemeinsames Zwiegespräch über die Druckkunst veröffentlicht hatte, wurde von Ulrich Fugger in Heidelberg als Hausgenosse und Bibliothekar wie vordem Scrimger in Augsburg aufgenommen und arbeitete, von dem Pfalz­ grafen auch nach Fuggers Tod 1584 als Bibliothekar beibehalten, an der Vereinigung der Fuggerschen und palatinischen Bibliothek. Stephanus selbst aber hat seinem Mäzen, je älter er wurde, ein umso treueres Andenken bewahrt. Noch 1593 gedenkt er in einem Widmungsschreiben an Marx F ü ­ ger mit Dank und Verehrung der großzügigen und verständnisvollen Hilfe, die er durch Ulrich Fugger ein volles Jahrzehnt hindurch genossen habe. In den Drucken, die er als typographus illustris viri Huldrichi Fuggeri veröf­ fentlichte, hat er ihm ein Denkmal, besser als in Erz und Stein, errichtet. In der Bibliophilie Ulrich Fuggers ist der kaufmännische Wagemut, der den Aufstieg des Fugger-Hauses bedingte, auf geistige Werte übertragen, erneut in Erscheinung getreten. Darin begegnete er sich mit der markan­ testen Persönlichkeit seiner Familie, mit Jakob Fugger dem Eeichen. Er war wie jener durch eine geistliche Disziplin hindurchgegangen und, auf ein Überpersönliches gestellt, auch in den weltlichen Unternehmungen zu einer objektiven Zielstrebigkeit, hier bibliophiler, dort geschäftlicher Art, ausgerichtet worden. Wie jener besaß er das untrügliche Tastgefühl für die Werte, bei denen sich der Einsatz lohnt, und die Hartnäckigkeit, diesen Einsatz allen Schwierigkeiten zum Trotz durchzuhalten. Man erschrak vor den enormen Summen, die er bei seinen Ankäufen investierte. Aber es zeigte sich stets erneut, daß der Wert des Erworbenen das Wagnis des Kaufes bei weitem überstieg. Was er unternahm, gewann einen Zug ins Große: die Handschriften, gleich in größeren Sammlungen angekauft, der großartige Fischfang aller neu erschienenen und greifbaren Literatur in Augsburg, "ein Querschnitt durch das gesamte literarische Schaffen seiner Zeit, die Nutz-

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barmachung beider für die Wissenschaft durch mustergültige Publikationen, mustergültige Büchereien, wirtschaftliche Förderung der Studentenschaft. Aber er wusste mit seinen Planungen auch rechtzeitig Schluß zu machen, als die hohen Einsätze für ihn nicht mehr in Frage kamen, damit das Gewon­ nene nicht zerrinnen möchte. Das war bester, umsichtiger Kaufmannsgeist. Wie klug schob er seine Unternehmungen, die in Augsburg gefährdet, in Genf schwersten Angriffen ausgesetzt waren, auf ein neutrales Gebiet! Wie Jakob dem Reichen gelang es ihm, einen Stab vortrefflicher Mitarbeiter zu gewinnen. Sie waren wie er dem Gedanken einer gelehrten Forschung und ihrer bibliophilen Förderung mit Leidenschaft ergeben und dienten ihm um der Wissenschaft willen; er diente ihnen, indem er ihre Existenz, ihre Forschungen, ihre Publikationen sicherstellte. Sie waren auf das gleiche Ziel ausgerichtet und standen unter dem gleichen geistigen Ruf. Um der Lauterkeit dieser Berufung willen ist ihr Wirken unvergänglich geblieben. Auch als man das Lebenswerk Ulrich Fuggers, schon ein Menschenalter nach seinem Tod, aus dem Heidelberger Refugium löste und in die Vatikan­ bibliothek überwies, trat es erneut in die Atmosphäre einer geistigen Uneigennützigkeit ein und ist durch die Jahrhunderte hindurch unversehrt für die wissenschaftliche Forschung erhalten geblieben.

14. K apitel Übriges Ausland und Erneuerung der Einbände im Vatikan Die ausländischen Einbände, die sich in der Palatina befinden, gehören soweit es sich um Italien, Frankreich und Genf handelt, zum größeren oder ganzen Teil in die Fuggersche Bibliothek. Die übrigen Einbände aus dem Ausland stammen aus früherer Zeit oder kamen um die Jahrhun­ dertwende als Geschenke an den pfalzgräflichen Hof. Von den Einbänden aus der Schweiz (alte Eidgenossenschaft, zu der Genf erst später hinzutrat,) gehört kein einziger in Ulrich Fuggers Bibliothek, dagegen finden sich häufig Widmungen und Aufdrucke bei ihnen, die auf die Pfalzgrafen als Besitzer verweisen. Während der blindgedruckte Rolleneinband in der Schweiz, vor allem aber in Basel, in engem Zusammenhang mit der gesamten oberrheinischen Einbandkunst steht, ja, ihre Entwicklung mit den frühesten künstlerischen Rollenschnitten des Urs Graf geradezu eingeleitet hat, trennen sich die Wege von der deutschen Kunst, sobald es sich um vergoldete Einbände handelt. Die Blinddruckbände blieben einheitlich innerhalb des deutschen Sprachge­ bietes; bei den vergoldeten Bänden aber bildete sich ein eigener Schweizer Stil. Natürlich kamen bei den vergoldeten Bänden Einflüsse aus dem buch­ händlerisch eng verbundenen Paris, aber sie haben den Charakter der eid-

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genössischen Kunst immer nur angeregt, nicht gebildet. Die Schweizer ver­ goldeten Bände sind von einer ausgeprägten landschaftlichen Eigenart. Die Vergoldung hat einen rotgoldenen Schimmer und ist leicht verschwom­ men, als Leder wurde häufig das weniger wertvolle Schafleder gewählt; eine etwas aufprunkende Note, — in den großen Stempeln, dem überreichen Schmuck — gibt ihnen das besondere Gesicht. Zwei Meister hatten die Führung in Basel, beide auch mit Blinddruck­ bänden vertreten und bei diesen bereits erwähnt. Der erste — der Granatap­ felmeister — hat seinen Namen nach der Vergoldungsrolle mit dem Granat­ apfelmotiv, das auf Membr. II 4 die äußere rechteckige Umrahmung gibt, t»i. cxxi während die zweite rhombische Rahmung — noch nicht frei schwebend in der Mitte eingefügt wie auf den späteren Baseler Golddruckbänden (Schunke Basel, Abb. 1) — von einer gleichfalls negativen und vergoldeten Eichelranke gebildet wird. Übergroße Sterne und Lilienstempel begleiten die mittlere zierliche maureske Rundplatte im Stil des Peter Flötner. Ähnhche Golddruck­ bände des Meisters finden sich in Basel F N V I I 9, hier mit Blinddruckrollen — schönsten Schnitten des Urs Graf — umgeben, oder in Kassel Theol. pol. 8° 241 und Basel E B I II 6. Auch ein zweiter bedeutender Rollenbuchbinder in Basel, der sogenannte Maureskenmeister, hat eine ganze Reihe interessanter vergol­ deter Einbände im « mauresken » Stile geschaffen. Bei ihm tritt der Einfluß französischer Kunst noch am meisten hervor, aber wie stark gleichwohl gewandelt und höchst eigenartig vorgetragen! Von dem Meister der EstienneBibel in Paris ausgebildet, dessen beide Entwürfe um die Barnoys’sche Bibel {Schunke Estienne-Bibel Taf. 2) er im Blinddruck ausgeführt in geist­ vollster Weise wiederholt, (Gotha Theol. fol. p. 203 und München A gr. b 818a) schuf er in einer Verbindung von braunem Kalbleder, guter Vergoldung und schwarzer Lackmalerei den schönen rhombisch umzogenen mauresken Band Pal. I I 536, eine Vorbereitung gleichsam zu dem Prachteinband, Tat. cxx den er für Wolfgang von Werthern Dresden Encycl. iur. 74 geschaffen hat. Alles ist schwerer, kraftvoller bei ihm geworden, die Streifen verbreitert, die Stempelformen gesteigert; welch einen Ausdruck wusste er dem Lo­ toszweig abzugewinnen, gegenseitig gestellt und wie eine Lyra geformt! Auf späteren Bänden umspielte er die rhombisch-rechteckige Umrahmung mit einem Kranz von Bogenlinien (Zürich G I I App 6); sie bestreiten auf dem Dedikationseinband des Musculus an Johann Jakob Fugger 1549 fast allein den Schmuck (München P Gr. G 62). In den Umkreis dieser Basler Bände dürfte auch Pal. V 1534 zu rücken sein, ein ungewöhnlicher, etwas Abb. m bizarrer Schmuck, aufprunkend in dem rotlackierten Kolorierung der brei­ ten rechteckigen und rhombischen Rahmenstreifen und den übergroßen Moti­ ven von Rosetten und Kronen, mit einzelnen Bogenlinien kunstvoll, wenn auch etwas derb, zusammengesetzt. Wo immer der Buchbinder diesen Ein­ band — vermutlich sein Meisterstück — gearbeitet hat, er dürfte in Basel angelernt worden sein; die Bindeweise — mit Zwischbünden oben und un­ ten — und das Wasserzeichen im Vorsatz — eine mittelbreite Krone — rücken ihn in die Nähe dieser Stadt. Die gleiche Bindeweise kennzeichnet d as schlichte Bändchen V 2076 als Baseler Arbeit; des Wasserzeichens we-

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Übriges Ausland und vatikanische Erneuerung

44.

Basel

Schüler des Mauresken-Meisters

Pal. V 1534

gen dürfte der Einband IV 73, ein Geschenk des Herausgebers Georg Henisch an Pfalzgraf Ludwig, in Basel entstanden sein. Einige Bändchen mit we­ nig ausgesprochenem Schmuck sind durch die gleiche Behandlung des Schnit­ tes — der Goldschnitt ist mit Einzelstempeln, besonders dem Lindenblatt streumusterartig bedeckt — miteinander verbunden; V 697 dürfte in Basel, V 803 und VI 90 in Zürich gebunden worden sein.

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Mit vorschreitender Zeit beschränkten sich die Baseler vergoldeten Bän­ de auf einen einzigen, sehr schönen mittleren Schmuck. Die Vorlage dafür wurde mit Vorliebe aus Flötners Musterbuch genommen, so die Einband­ platte auf Pantaleons Heldenbuch I I 534, das ein Motiv von Hans Manuel Deutsch aus dem Musterbuch verwertet, oder die wirkungsvolle MittelStück von Stamp. Barb Y V III 29, das nach einem Motiv des Kunstbuches S. 27 oben rechts gearbeitet worden ist. Die Platte ist noch auf mehreren Einbänden dieses Baseler Meisters verwendet worden, so in Wien 67 B 15, in Zürich Bibi. 105 und in Augsburg Plinius Historiae Basel 1554 (abgeb. Schunke Basel Abb. 100). Sie ist in jedem Fall nur von einer Linie in breitem Abstand vom Rande umrahmt, auf den Ecken aber mit einem Punktstempel bedruckt und von einem Blattstempel flankiert, ein geschmackvoller, sehr gepflegter Entwurf. Heben diesem ornamental ausgerichteten « humanistischen » Schmuck in Basel nun kam ein zweiter volkstümlicherer, bebilderter Typus auf, der sich vornehmlich in dem Umkreis der Zwinglianer, in Basel, Zürich und Bern, nachweisen lässt. Die Bilder enthalten weniger religiöse, als belehrende Darstellungen; der Entwurf, auf beiden Deckeln abweichend verziert, über­ stürzt sich an künstlerischen Einfällen zu Ungunsten der Ausführung; die vergoldeten Bilderbände sind in der Regel sehr schlecht erhalten. In der Palatina finden sich Beispiele für jede Stadt. Aus Basel dürfte der Einband II 548 stammen, ein Geschenkband des Autors vermutlich, der auf beiden Deckeln mit abweichenden Rollen, einer breiten, etwas verschwommenen Ornamentleiste vorn und einer zierlichen mauresken Ranke nach Flötners Motiven hinten verziert und an den Ecken mit einem bekrönten Reichs­ adler ausgeschmückt ist. Eine sehr ähnliche Ornamentleiste weist der Zü­ richer Einband Pal. I I 512, den Bibelkommentar des Gualtherus umschließend, auf; sie rahmt rechteckig und noch einmal rhombisch (wie so oft in der Schweiz) und umschreibt in der Mitte die schön geschnittene spitzovale Jael-Platte, ein origineller Entwurf. Am reichsten ist der Berner Band des Musculus ausgefallen II 569, der vorn das pfälzische Wappen und einen überreichen Widmungsaufdruck mit umrahmender Antikenrolle, auf dem hinteren Deckel aber zwei Bilderplatten untereinander und eine geschwät­ zige Fülle von Streustempeln und umrahmenden Rollen zeigt. Aus der Ber­ ner Werkstatt des Musculus-Meisters ist noch eine weitere Arbeit in die Palatina gekommen, der Band S 43, der vorübergehend einmal in der Bibliothek der Königin Christina von Schweden war, jetzt wiederum in der Palatina ist und Gessners Tierbuch umschließt. Ein dritter Einband derselben Werkstatt um das große Kirchengesangbuch von 1575 ist am Druckort, in Bern D 21 geblieben; er umrahmt mit den Blinddruckrollen des Christina-Bandes, ist aber in der Mitte mit der schmal rechteckigen Wap­ penplatte der Stadt Bern geschmückt. Diese Platte nun zeichnet einen vierten Einband des Musculus-Buchbinders aus, der gleichfalls in Bern C 25 geblieben ist und zur Umrahmung die Antikenrolle des palatinischen Widmungsbandes aufweist. In Zürich entwickelte sich unter den zahlreichen Gelehrten eine eigene

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Buchkultur. Eingeleitet von den Blinddruckbänden des Pelikan mit B au­ tenmuster innen, einer seltsamen Blumenstockranke im Bahmen Y 1826, bildete sich auf den verschiedenen Einhänden um Gessners Vogelbuch mit ihrer rechteckigen und rhombischen Umrahmung S. 23 und der dominie­ renden Mittelplatte I 160 allmählich ein eigener Stil. E r festigte sich auf den Geschenkbänden des Hospinian, von einem rautenförmigen schmalen Ornament in der Mitte gekennzeichnet und von entsprechenden Eckplatten neben der zweiten rhombischen Umrahmung begleitet, in den verwendeten Bollen seltsam gemischt zwischen frühen Ornamentleisten und Fruchtran­ ken fast schon barocker Art I I 74. 285, 515. Der Meister des Stuckius weist sich auf seinen Einbänden mit dem indifferenten kleinen Plattenoval zum mindesten in den Blütenstempeln auf dem Bücken mit einer eigenen Bote aus IV 629. 661. Schon dem 17. Jahrhundert gehören die etwas krausen, verschwommen gedruckten Vollmauresken auf dem Geschenkband des Leonhard Zubier an, IV 988 und 1034, in etwas größeren Ausmaßen auf einem Pergamentband V 593 und mit ähnlichen Eckstempeln auf einem St. Gallener Band V 1982 gebraucht. E s konnte nicht anders sein, als daß von Genf her eine Welle französisch gerichteter Kunst auch nach Zürich kam. Auch sie hat eine bodenständige charakteristische Umwandlung erfahren. An Stelle des beliebten Vogel­ stempels auf den französischen Bänden schmückt ein kleines laufendes Tier — ich möchte denken, ein Frettchen — den Züricher Gelehrtenband VI 214 aus. Die kleinen ovalen Omamentplatten gewinnen eine derbere Form, werden von einer Linie hart am Band umzogen, während die Eckstempel in das Mittelfeld vorgeschoben sind, eine von dem französischen Duktus sichtlich abweichende Form VI 219. Auf dem Bepräsentationseinband um ein Begrüßungsgedicht der Helvetia an Heinrich IV. von Frankreich V 1365 ist die schöne Ovalplatte von Linien, die sich an den Ecken über­ schneiden (was die Franzosen vermeiden) umrahmt und mit einem Blüten­ stempel auf den Bückenfeldern geschmückt, der über die Schweizer Her­ kunft keinen Zweifel entstehen lässt. Und selbst auf dem nur mit dem vorTat. cxxxix deren Deckel erhaltenen Einband VI 214, dessen Bollwerkmuster mit ein­ zelnen Bogenlinien kunstvoll ausgeschmückt ist, geht aus dem Material des spröden, stark glänzenden Leders, der etwas schwimmenden Vergoldung, der allzu gedrängten Fülle des Entwurfs die Eigenart eines von der fran­ zösischen Kunst deutlich abweichenden Schweizer Stiles hervor. Auch die Einbände aus den Habsburgischen Krön- und Erbländern in der Palatina gehörten zum größten Teil den pfalzgräflichen Fürsten, nur in einzelnen Stücken Ulrich Fugger an. Bei dem Innsbrucker Blinddruck­ band V 1836 fällt es auf, wie stark die Verbindung von Innsbruck zu Freiburg i. Br. (in kaiserlichem Besitz wie Innsbruck) in den drei ersten Jahrzehnten des 16. Jahrhlnderts gewesen ist — spürbar vor allem in der Arabeskenranke in quer auf dem Bückdeckel —, während der Einfluß von Augsburg, der später in Süddeutschland und Tirol maßgebend wurde, erst mit den Bollen im Webmusterstil stärker in Erscheinung trat. Die Ja g d ­ rolle auf dem Vorderdeckel des Innsbrucker Bändchens hat einen beson-

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ders zierlichen Schnitt mit viel blumigem Hintergrund, wie oft bei den frühen Bollen im Alpengebiet, ist nur leider im Belief so schwach erhalten, daß sich keine klare Wiedergabe durch Foto oder Durchreibung gewinnen lässt. Sehr geschmackvoll die ausgesparten und nachträglich mit einem Stempel überdruckten Ecken! Von dem Jagdrollenmeister sind mir in Innsbruck noch mehrere Einbände mit dem gleichen charakteristischen Eckenabsatz begegnet. Übrigens findet sich derselbe Brauch auch auf Einbänden in Sekkau vor. Aus sehr viel späterer Zeit — 1592 — datieren die repräsentativen Geschenkbände, die für die österreichischen Annalen des Gerald van Boo, einem Innsbrucker Druck, angefertigt worden sind. Auf dunkelrotem Ma­ roquin ist das übergroße erzherzogliche Wappen vorn, ein gekrönter ein­ köpfiger Adler hinten in bester Vergoldung aufgedruckt, von verschleifenden Ecken mit den Wappen der Landesteile begleitet (Stamp. Chigi I I 808). Das Buch, das innen eine ehemalige Palatinanummer trägt, dürfte dem K ur­ fürsten Friedrich IV. als ein Geschenk des Erzherzogs Ferdinand zugegan­ gen sein. In gleicher Aufmachung und absolut gleichem Stempelschmuck (die wenigen, sehr großen Stücke ließen kaum eine Variationsmöglichkeit zu) wurden die österreichischen Annalen des Boo in Jen a Bud. Austr. 7, Nürnberg Germanisches Museum B g 4285, Stuttgart Hofbibi. o. Sign, (hier mit abweichender Mittelplatte), endlich München Austr. 129 eingebunden. In etwas vereinfachter Form liegen sie in Colmar 2179 und Braunschweig C 124 vor. Auch Dresden besaß ursprünglich einen solchen Prachteinband. Nahezu einheitlich um ein und denselben Druck gebunden, haben diese Geschenkbände den Gedanken eines Verlagseinbandes im Prinzip vorge­ bildet, auch wenn es sich in diesem Fall um ein einheitlich gehaltenes re­ präsentatives Geschenk, nicht um die merkantile Ausnützung eines gleich­ mäßig wiederholten Entwurfes beim Einbinden ein und desselben Druck­ werkes handelt. Der Verkauf von Drucken bereits in gebundenem Zustande musste sich vor allem für die großen Mappen und Bilderwerke des 17. Jh . empfehlen, deren Versand in losen Bogen, der vielen Tafeln wegen, untun­ lich war. Die einheitlich eingebundenen Orbis terrarum-Bände des Braun und Hogenberg dürften daher als früheste Beispiele solcher Verlagseinbände zu bezeichnen sein. • Im Stil der Jagdrolle des Innsbrucker Meisters ist die breite Blinddruck­ rolle mit Jagdbildern und einer Kampfszene — einer Landsknechtsschlacht in quer gehalten — die die äußere blinde Umrahmung des im übrigen rauschelvergoldeten und mit zahlreichen Bollen und Platten bedeckten Ein­ bandes um Cod. Pal. lat. 1, eine lateinische Bibelhandschrift, bildet. Die Stecherkunst war hoch entwickelt im gesamten österreichischen Bergwerks­ gebiet. Auch der negative, zur Vergoldung bestimmte Stempelschnitt führ­ te sich hier eher als in Deutschland und mit sehr originellen Frührenaissance­ entwürfen ein, die die heimischen Schmuckformen mit Anregungen aus der angrenzenden italienischen Kunst und Zügen des corvinischen Stiles verbanden. Eine überaus große Vielseitigkeit in der Wahl der Bollen und Stempel wie auch in ihrer Anwendung zeichnet die österreichische, vor allem

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aber die Wiener Einbandkunst in der ersten Hälfte des 16. Jh . aus. Einer der originellsten Meister nun ist der Aldus-Buchbinder, von dem die Handschrift Cod. Pal. lat. 1 gebun­ den wurde, betont altfränkisch verziert (weil es sich um eine Bibel handelte), mit zahlrei­ chen, eng aneinandergefügten Bollenrahmen in nachgedunkelter Vergoldung auf einem braunen Leder von lilaer Tönung ausgeführt, ein fremdartiger, auch in den Rollenmustern ungewohnter, fast skurriler Schmuck. Der Einband ist an anderer Stelle (Gutenberg Jb . 1960. S. 388) im einzelnen beschrieben worden. E r gehört zu den spätesten Arbeiten des Buchbinders, 1552 gebunden (ebenda Abb. 5) und steht im Stil noch am ehesten dem Geschenkband des Wiener Erzbischofs Nausea an Erzherzog Ferdinand, Bruder Karls V., von 1551 aus der Universitätsbibliothek Inns­ bruck 219930 nah. Die Palatina besitzt noch einen Halblederband des Wiener AldusBuchbinders II 560. Das weiße Schweinsleder ist mit einem dichten Mosaik des Wiegenfuß­ stempels blindgedruckt. Kleine, dazwischen verstreute Sternstempel sind rauscheiver­ goldet, ein kultivierter Schmuck. Die Anor­ dnung der Streifen, zwei Bordüren senkrecht in der Mitte, von breiten, quer gelagerten Schmuckfläehen oben und unten abgrenzend begleitet, ist typisch für den Wiener Bordü­ reneinband der Frührenaissance. Der Einband gehörte in Fuggers Bibliothek. E s ist möglich, daß auch die Bibelhandschrift in seinem Besitze war. Von dem zweiten führenden Wiener Buchbinder um die Jahrhundertmitte, von Gregor Eberhart, ist das Begrüßungsgedicht des Martin Mylius an Ottheinrich eingebunden worden I V 1093. Nachfolger des Wiener Wap­ penmeisters aus den Tagen der corvinischen Invasion, ist Eberhart durch seine Initialen und einen Eintrag im Bürgerbuch 1546 als Buchbinder in der Stadt bestätigt. Seine Einbände, besonders die zahlreichen Geschenk­ bände des konvertierten Juden Lukas Weidner zeichnen sich durch den Gebrauch großer

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ornamentaler Mittelplatten aus, deren Vorlagen zum Teil aus Flötners, zum Teil aber auch aus einem noch früheren Musterbuch mit reichen Bandwerkverschlingungen gewonnen wurden, aus dem schon der EbelebenMeister in Bologna, alias der Pedell Georgius, die Anregung zu seinen mit Bogen, Linien und Einzelstempeln kunstvoll zusammengesetzten Entwürfen entnahm. Gregor Eberhart nutzte die Vorlage nur zum Schnitt großer deckelfüllender Platten aus und druckte sie auf braunem porösen Leder, Wahrscheinlich Schafleder, in nachgedunkelter Vergoldung auf, von einer gleichfalls vergoldeten figürlichen Bolle im Wiener Kleinmeisterstil umrahmt. Von den zahlreichen Einbänden seiner Hand mit verschiedenen Ornamentplatten als deckelfüllendem Schmuck sind mir Beispiele in Inns­ bruck 168. 6. Köln GB IV 430. Güssing (Hieronymus Cagnolus Vercellensis, Commentaria. Venedig 1559) und im Antiquariatshandel begegnet. Die fi­ gürliche Rolle im Wiener Kleinmeisterstil dagegen kehrt auf der Umrahmung eines Einbandes wieder, der in der Mitte vorn mit der G. E. bez. KruzifixPlatte des Eberhart, auf dem hinteren Deckel mit einer österreichischen Wap­ penplatte, dem Doppeladler, bedruckt ist, auch diesmal ein Geschenkband des Weidner um seine Loca praecipua, Wien 1559 und jetzt in der Augsburger Stadtbibliothek. Wenn uns die breite Doppeladler-Platte nur wenig abweichend noch einmal auf einem palatinischen Einband IV 38 entgegentritt, so wird man annehmen können, daß der Band gleichfalls in der Nähe von Wien ent­ stand. Der Umstand, daß der Druck — Kirchengesänge — ohne Druckort bleibt und die Umrahmung von einer Salvator-Bolle Wittenberger Ikono­ graphie gebildet wird, läßt vermuten, daß der Einband in einer protestan­ tischen Diaspora im Umkreis von Wien gebunden wurde, in jenen noch immer geduldeten Enklaven, die auf ihren Einbänden gern den österreichischen Doppeladler wie zu ihrem Schutze — sub umbra alarum tuarum protege nos — aufgedruckt haben. E s ist möglich, daß dies in Niederösterreich geschah, denn aus dieser Gegend stammt auch der Einband um die Kirchenagende der österreichischen Ritterschaft 1571 (Jena UB Th X X X V II f. 31), der mit einer Wappenplatte sehr ähnlicher Art ausgeschmückt ist. Eine Parallele zu diesen österreichischen Diaspora-Einbänden bilden die Gesangbuch-Einbände der böhmischen Brüder, die vornehmlich in Olmütz hergestellt wurden, in schlechtem, aber lebhaft gefärbten Leder ge­ bunden' und mit Goldrauschei zögernd bedruckt. Die verwendeten Stempel sind etwas verwilderte Nachschnitte von deutschen Platten, vornehmlich Nürnberger Provenienz Pal. III 154. Auf einem dieser Gesangbücher IV 1112 ist eine breite Wappenplatte aufgedruckt, diesmal nicht der österreichische Doppeladler, sondern bereits das pfälzische Wappenschild. Der kaiserliche Schutz hatte mit vorschreitender Zeit versagt; man sah sich nach einem an­ deren Protektor, dem pfälzischen Kurfürsten, um. E s war eine verhäng­ nisvolle: Wahl. In gleicher werbender Absicht dürfte die Apologie der böh­ mischen Stände nach Heidelberg gekommen sein V 799, betont prunkvoll in hochrotem Atlas gebunden und mit dem Laienkelch und dem böhmischen Löwen artausweisend verziert. In schlichtester Form schließt sich der Per­ gamentband mit dem österreichischen Wappen an IV 385; er enthält ein

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Gedicht auf Kaiser Rudolf II. in Prag und wurde dem Kurfürsten Friedrich IV. vom Verfasser handschriftlich zugeeignet. Auch das Geschichtswerk Reymers I 139, dessen Veröffentlichung Peter Wok von Rosenberg finan­ ziert hatte, wurde in einem Geschenkband mit der charakteristischen Bild­ nisplatte Woks — einem dahinsprengenden Ritter im Lorbeerkranz — und einer persönlichen Widmung an Kurfürst Friedrich IV. 1607 nach Heidelberg geschickt. In der Gründung eigener Druckereien und eigener Buchbinder­ werkstätten gefielen sich die böhmischen Magnaten sehr. Sie betonten damit ihre politische und religiöse Unabhängigkeit. Aber ihre Publikationen wirk­ ten herausfordernder und standen auf einem gefährdeteren Grund als die frommen Betrachtungen eines Münster in Tecklenburg oder die wissenschaft­ lichen Veröffentlichungen des Tycho de Brahe auf der Insel Hven, die in ähnlicher Weise mit dem Wappen oder Bildnis des Verfassers geschmückt, an die Fürsten in weitestem Umkreis geschickt worden sind. Die letzten böhmischen Einbände, die sich in der Palatina befinden I II 191 und IV 1291/94 kamen aus Kaiser Rudolfs II. Besitz und umcxxv schließen fünf chinesische Drucke zwischen 1594 und 1600. Diese weissen Per­ gamentbände mit dem prunkvollen Wappen des Kaisers und des Kronlandes Böhmen, von dem Dürerbuch-Meister in Prag gearbeitet, waren ersicht­ lich für den Kaiser selbst und seine Privatbibliothek bestimmt. E r wird sich kaum zu seinen Lebzeiten von diesen sehr seltenen Drucken getrennt haben; aber auch unter seinem Nachfolger lag kein Grund vor, die Bücher an die Pfalz abzutreten. Vielmehr dürften sie erst während der kurzen Re­ gierung Friedrichs V. als böhmischen Königs in Prag übernommen und als eine der letzten Erwerbungen der Palatina einverleibt worden sein. Auch das berühmteste Buch, das der Prager Meister für die Rudolfinische Biblio­ thek band und nach dem er seinen Namen erhielt, Dürers Skizzenbuch, hat um diese Zeit·, in die Kämpfe um Prag hineingezogen, eine lange und schicksalhafte Odyssee angetreten. Zu den bisher bekannten Einbänden des Prager Dürerbuch-Meisters nun, die im Archiv für Buchbinderei 42. 1942 S. 75 beschrieben und abge­ bildet worden sind, treten die fünf palatinischen Einbände ergänzend hinzu. Nicht so prunkvoll gebunden wie das Dürerbuch, das Adelsdiplom des Brei­ tenbach und Teuffenbachs Wappenband (ebenda Abb. 181. 182. 184) zeigen die weißen Pergamentbände, aufs beste vergoldet, den gepflegten Charak­ ter eines vornehmen Superexlibrisbandes. Gerade angesichts dieser reprä­ sentativen kaiserlichen Wappenplatten fällt es angenehm auf, daß es der Kaiser vermied, sie auf dem Einbände des Dürerbuches aufdrucken zu las­ sen. Auf diesem seinem wertvollsten Buche prunkte er nicht mit seinem per­ sönlichen Besitz. Bei den chinesischen Büchern dagegen sprach die Freude am Erwerb einer Kuriosität; er bezeichnete sie gern mit seinem Wappenschild. Die Kartusche, die das kaiserliche Wappen umschließt, wurde in zwei ver­ schiedenen Fassungen gebraucht. Die Mutter-Gottes-Kartusche von Pal. IV 1291 und III 191 wiederholt sich auch auf dem Hamburger Wappen­ einband des Pontanus von Breitenbach um Joh. Carthagena, Homiliae ca­ tholicae, Rom 1609. Die Fides-Kartusche der palatinischen Bände IV 1292-

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94 ist auf einem Dedikationseinband des Joh. Georg Godelmann an den Herzog Johann Philipp von Sachsen mit reichem Widmungsaufdruck ver­ wendet worden (Gotha Theol. fol. p. 91). Als eine Gruppe für sich müssen einige Einbände betrachtet werden, die erst im 17. Jh . dem pfalzgräflichen Hof aus Lothringen, aus Sedan und Metz, zugeschickt wurden. Die Geschenkgeber waren zumeist reformierte Geistliche, Tilesius und du Moulin. Die Einbände, in Pergament steifbro­ schiert, sind auf das beste vergoldet, in Wahrung der vortrefflichen fran­ zösischen Tradition; der filigranartige, sehr zierliche Schmuck steht unter dem Eindruck des spätesten kleinmustrigen Stiles von Eve. Die beiden Bände des du Moulin (Stamp. Chigi Y 293/294) sind mit dem modisch viel verbrei­ teten schmalovalen Lorbeerkranz auf dem einen und mit einem filigranar­ tigen Schmuckstück auf dem anderen verziert. Die Umrahmung wird von zwei Linien gebildet, die in breitem Abstand voneinander stehen und durch Gehrungslinien verbunden sind. In der gleichen Weise sind auch die beiden Pergamentbände des Tilesius umrahmt; die Mitte bleibt leer Y 1811 oder zeigt das Wappen der Stadt Sedan im Lorbeerkranz Y 1894. Sehr reich ist der glatte Bücken mit einem dichten Streumuster kleinster Lilienstempel bedruckt. Eine dritte Schrift des Tilesius wurde nur steifbroschiert und mit rot überstrichenem Papier überzogen; Ecken und Mitte sind mit einem klei­ nen vergoldeten Stempel markiert VI 237. Zwei Geschenkbände aus Sedan sind dem Pfalzgrafen in reicherem Schmuck über hellbraun glänzendem K alb­ leder überreicht worden; der eine Y 1712, die Apologie der reformierten Kirche in Sedan betreffend, ist mit zierlichen Stempelbordüren umrahmt, während die Mitte von einem Blumenmuster durchaus überzogen ist. Auch der Rücken ist ganz mit Lilienstempeln bedeckt: der Einband stammt er­ sichtlich von dem gleichen Meister, der auch für Tilesius gearbeitet hat. Der andere Prachtband V 1843 stammt aus Metz und steht im Stil eher den Einbänden des du Moulin nah. In jedem Fall handelt es sich bei diesen Geschenken um Bücher aus der Diaspora, aus den versprengten reformierten Flüchtlingsgemeinden, die in dem rekatholisierten Lothringen an dem pfäl­ zischen Kurfürsten ihre religiöse und politische Rückendeckung fanden. Ähnliche Beweggründe auch haben die Pfalz seit Friedrich III. in enge Beziehungen zu den Niederlanden gebracht. Geflüchtete Protestanten aus Flandern wurden von dem Pfalzgrafen auf linksrheinischem Gebiet angesiedelt. Hier entstand, unterstützt von dem Zustrom geflüchteter Huge­ notten, eine aufblühende Emigranten-Kolonie. Kriegerische Unterstützungen führten die Pfalzgrafen Johann Kasimir und Christoph zu wiederholten Ma­ len in die Staaten; sie wurden mit Büchern begrüßt; Gelehrte widmeten ihnen ihre Schriften. Aus diesem Grunde sind verhältnismäßig viele niederländische Einbände in die Palatina gekommen. Nur zwei Bände mit figürlichen P lat­ tenpressungen stammen aus Ulrich Fuggers Bibliothek; sie dürften von ihm erst aus zweiter Hand, als vielverbreitete Buchführereinbände, gekauft worden sein. Die palatinischen Einbände aus den Niederlanden werden von drei blindgedruckten Rolleneinbänden eingeleitet. Der erste, Stamp. Chigi IV 2074,

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zeigt einen im Verhältnis zu dem späten Druck 1551 auffallend altertüm­ lichen Schmuck, eine blinde Ornamentleiste, stark eingerückt zur Umrah­ mung und durch einen vergoldeten Blattstempel in der Mitte und an den Ecken belebt. E s ist ein Entwurf, wie er im Prinzip auch auf zahllosen fran­ zösischen, schweizerischen und deutschen Buchführerbänden im 3. und 4. Jahrzehnt zu finden ist. Charakteristisch für die Niederlande scheint mir die abgeteilte Form der Ornamentleiste in kleine, in sich geschlossene Kom­ partimente zu sein. Unter den Vögeln im Blattwerk ist ein Doppeladler auffallend, das kaiserliche Wappen, das um diese Zeit in den Niederlanden noch politisch begründet war. Wahrscheinlich dürfte der Einband wie der Druck des Buches in Löwen entstanden sein. Mit gleichem Entwurf und gleicher Rolle hat derselbe Meister ein zweites Büchlein gebunden, das ver­ mutlich ursprünglich auch palatinisch mit den Franziskanern zu den Oli­ ven nach Köln gekommen ist (Köln UB GB II d 164). Aus einer anderen Werkstatt dagegen dürfte Pal. IV 97 gekommen sein. Der blindgedruckte braune Rolleneinband ist schlicht und elegant nur mit einer Rolle — der vielverbreiteten Handelsrolle mit Pärchen und Lucretia stehend — ge­ schmückt, ein besonders schönes Stück, das bei Hulshof und Schretlen Taf. 18, 4 nach einem Einband aus Utrecht abgebildet worden ist. Die Rolle kam mir zum dritten Mal auf einem Einband in Groningen C f 29 in die Hand, der durch den handschriftlichen Kaufvermerk, « Löwen 1554 » für alle drei Bände die gesicherte Zuweisung an einen Löwener Meister gewährleisten kann. Aus Groningen stammt das palatinische Bändchen V 2080, das von dem Paris-Meister (Kluyver Gruppe 3, 2. Schunke Köln S. 132 R 57) gebunden, in dem reizvollen Zusammenklang spätgotischer Stempelformen und einer der schönsten Renaissance-Rollen des N* ein charakteristisches Beispiel für die aufblühende Buchkultur in dieser Stadt gibt. Die Groninger Ein­ bände waren wie zumeist im protestantisch-niederländischen Gebiet nur m it Rollen verziert, während man sich in den katholischen südlichen Ge­ genden sehr viel länger der großen Bilderplatten bediente, die den belieb­ testen Schmuck auf den niederländischen Buchführer- und Klostereinbän­ den im 15. wie im 16. Jh . gebildet haben. Die Ausbeute an solchen Bänden, die in einem einzigen Arbeitsgang mit einer großen, fast deckelfüllenden Platte in der Presse blindgedruckt wurden, ist in der Palatina verhältnis­ mäßig groß. Zunächst sind die beiden bekanntesten Motive, das Eichel­ muster und die Tierrankenplatte, mit je einem Beispiel vertreten. Die Eichel­ platte Stamp. Barb. M X I 47 ist bezeichnet P T Jan , es ist der Buchbinder Ja n Petit, der für die Werkstatt des Plantin in Antwerpen die einfachen Buchführer-Einbände gearbeitet hat und mit diesen Lieferungen in den plantinischen Rechnungsbüchern urkundlich bestätigt ist. Mit der Tierranken-Platte, viermal nebeneinander gedruckt, sind die handschriftlichen Motetten-Bände Cod. Pal. lat. 1976/1979 geschmückt. Das vielverbreitete Motiv mit der Umschrift deus dedit deus abstulit sit nomen domini benedietum ist ähnlich, aber nicht übereinstimmend mit der Abbildung bei Fischer Taf. 14 und dem Düsseldorfer Einband bei Schunke Köln S. 358. Bei den

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zahlreichen Nach schnitten, die diese Platten mit nur geringen Abweichungen in den Niederlanden fanden, lässt sich eine gesicherte Zuweisung ohne wei­ tere Kennzeichen nicht erbringen. Man könnte vermuten, daß die Einbände am gleichen Ort wie die Handschrift entstanden sind. Aber auch über deren Herkunft schweigt sich Bannister, der beste Kenner der vatikanischen Musik­ literatur, in seinen Angaben aus. Eine spätere, modisch beliebte Form der niederländischen Bilderplat­ ten, zwei Medaillonköpfe untereinandergestellt, ist in drei Exemplaren in der Palatina vertreten. Die Bildnisköpfe, ursprünglich nach römischen Mün­ zen geschnitten, aber im Laufe einer vorschreitenden Stilisierung zu Köp­ fen von fast assyrischem Aussehen verwandelt und bis zur Karikatur gestei­ gert, sind in zwei verschiedenen Größen, mit Quasten und Kugeln umgeben, auf einem Einband Stamp. Chigi V 1647 mit französischen Einträgen, aber palatinischer Provenienzangabe und auf einem ehemaligen Fugger-Einband IV 150 vertreten. Die Platten sind in jedem Fall zweimal nebeneinander Tat. c lxxv h i gedruckt und mit senkrechten resp. diagonalen Blindlinien in gefälligem Abstand gehalten. Die dritte, größte Platte mit den Medaillonköpfen im Vierpassrahmen dagegen füllt die Deckel allein; der schöne Schnitt — wie die beiden anderen wahrscheinlich Antwerpener Herkunft — steht im Mu­ ster zwischen der Platte von Cock und Willem Vorstermann, ohne mit einem von ihnen identisch zu sein VI 172. Von den Bilderplatten mit figürlichen Szenen finden sich mehrere schöne Stücke in der Palatina vor. Der früheste VI 241 um ein Antwerpener Gebet­ buch von 1535, mit dem Einträge der Fugger-Bibliothek versehen, zeigt, wie cs scheint, eine Adam- und Eva-Darstellung, die aber kaum mehr zu erkennen ist. Umso schöner präsentiert sich das zweite Stück, eine MariäVerkündigungs-Platte, die mit einem Vierpasstreifen dazwischen zweimal nebeneinander abgedruckt ist Stamp. Barb. A I 100. Der Einband wurde t»i. cxxvi nach dem handschriftlichen Besitzereintrag in Löwen gekauft. Gleichfalls in Löwen dürfte die Platte mit Johannes dem Täufer predigend Pal. VI 116 gebraucht worden sein. Die vielverwendete Fassung des beliebten Motivs weicht nur in der Größe 71 x 44 von den sonst übereinstimmenden Schnit­ ten bei Goldschmidt 69 x 45 aus Löwen und bei Schunke 67 x 44 aus Köl­ ner Besitz ab. In dem Maße, wie sich angesehene Bildhauer, wie Ja n Mone in Antwerpen, mit der Herstellung von Bilderplatten für die Einbände abgaben, gewann die Darstellung an künstlerischem Gewicht. Die Bildnisse werden realistischer, die allegorischen Darstellungen von italienischen Benaissancevorstellungen durchsetzt. Zu diesen ausgesprochen kultivierten Schnitten gehört die grosse dekorative Platte des Claus Doermael mit dem Bildnis Karls V. im mittleren Bund. Sie schmückt, in die Mitte des Folio­ deckels gestellt und nur durch Gehrungslinien mit der Umrahmung verbun­ den, einen Lyoneser Druck von 1539, Aventins Geschichtskommentar, und dürfte sehr wahrscheinlich aus ehemals palatinischem Bestand in die Sammlung Chigi IV 2182 gekommen sein. So vielgestaltig die niederländischen Einbände mit den Bilderplatten sind, so zurückhaltend verhielten sie sich bei dem ornamentalen vergolde17 (216)

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ten Schmuck. Diese Einbände aus dem mittleren sechzehnten Jahrhundert, meist nur mit zwei Linien in Abständen umrahmt, ein einziges Schmuck­ stück im Mittelpunkt, verraten kaum eine hervortretende Eigenart, es sei denn im Schnitt der Platten, die einen derben rustikalen Charakter tragen und untereinander überaus häufig nachgeschnitten worden sind. So stimmt die schraffierte Maureskenplatte, die Pal. V 1868 schmückt, im Muster sehr mit der Ovalplatte eines Leydener Buchbinders überein, der eine nieder­ deutsche Bibel von 1599 in Groningen und ein Neues Testament von 1606 aus der Stuttgarter Bibelsammlung gebunden hat, ist aber nicht identisch mit ihr, sondern dürfte, auf dem schönen Widmungsband an Kurfürst Frie­ drich III. von der Pfalz von 1563 verwendet, in Antwerpen gebraucht wor­ den sein. Aus der gleichen Stadt stammt der Einband um Stamp. Barb. G I II 72, der einen Plantindruck von 1566 umschliesst und mit einer schönen Ovalplatte, mit Arabesken auf schraffiertem Untergrund ausgeschmückt ist. Eine kleinere Fassung, gleichfalls auf derb schraffiertem Untergrund, dient einem anderen AntWerpener Widmungsband von 1565 (V 1603) als Mit­ telschmuck. Das Buch, von Plantin gedruckt, ist von dem Antwerpener Buchbinder mit den Genfer Platten gebunden worden (Schunke Plantin S. 138). F ast in gleicher Grösse, aber mit dichterem Bandwerkgeflecht, erscheint die Ovalplatte auf einem Pergamenteinband Stamp. Barb. G 1 19, gewidmet aux chrestiens du Pays bas und eine der vielen politischen Flugschriften enthaltend, die gleich broschiert versandt worden sind. Zu ihnen gehört auch der Pergamenteinband um die Akten der Dordrechter Synode Cod. Pal. Lat. 1860, in der Mitte mit einer kleinen Ovalplatte, Opferung Isaaks, geschmückt und auch in den Rückenfeldern mit einem Engelskopfstempel figürlich belebt. Verschiedene Einbände, Sammelbände von niederländischen Druckern, sind nur mit einer Linie, blind oder vergoldet, am Rand verziert: IV 504 und 1130 sowie VI 35, Geschenkbände des Lipsius aus Leyden an Friedrich IV., höchstens noch von einem Stempel an den Ecken begleitet VI 187, einmal selbst ohne Linienschmuck V 910. Aus dem schlichten Alltag dieser Bände heben sich drei vergoldete nie­ derländische Einbände in der Palatina aufmerkend hervor. Zwei von ihnen stammen aus dem Umkreis des Hubert Goltzius, der dritte dürfte dem Christoph Plantin während seiner kurzen Buchbindertätigkeit zuzuschrei­ ben sein. Hubert Goltzius hatte seine numismatischen Werke an die verschie­ densten Freunde zum Geschenke geschickt. Eines von diesen Exemplaren mit der eingemalten Widmung an Jo . Daniel Baro in Winenberg et Beyhelstain verwahrt die Palatina unter II 449. Der grosse braune Leder­ band, 1577 datiert, ist mit gewichtigen rollwerkartigen Mittel- und Eck­ platten bedruckt, die im Muster den vielverbreiteten Kölner Platten auf den Orbis-terrarum-Bänden von Braun und Hogenberg nahestehen. Der Gedanke lässt sich nicht abweisen, dass auch dieser wirkungsvoll reprä­ sentative Band in Köln gebunden worden sei. Jedenfalls sind die gleichen Ecken und Mittelplatten noch einmal, auf dem Geschenkband des Kölners Wilhelm Kyriander an Kaiser Maximilian II. um die von ihm besorgte Ausgabe der Descriptio Italiae von Alberti 1566 verwendet worden (Wien SB

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47 Mnn 3). Eine weitere Gruppe seiner Geschenkbände liess Goltzius in Löwen einbinden. Die eleganten Entwürfe — mit lorbeerumkränzter Beschriftung und verstreut einfassenden Stempeln im Bahmen — entneh­ men ihre Anregungen aus den vornehmsten Einbandentwürfen der Zeit: den farnesinischen Plaketteneinbänden in Rom, in die Sprache der nieder­ ländischen Stempel des 6. Jahrzehntes übertragen (Quaritch Cat. London 1921 Taf 37. — Padua Mus Civ. Goltz, Imperatorum numismatica. Brügge 1563). Derselbe Meister hat die griechischen Münzen des Goltzius 1576 als Geschenk an die Stadt Augsburg noch einmal in vereinfachten Formen gebunden (Augsburg StB ). Die offene schraffierte Ovalplatte, die hier die Mitte schmückt, ist von ihm auch auf Einbänden anderer Besteller verwendet worden, so in Güttingen Patr Gr. 516 oder auf dem palatinischen Einband V 1532 (Schunke, Plantin S. 132). Eine Überraschung besonderer Art bot der Einband um Stamp. Barb. Tai. cxxvm D Y II 60. E r ist in helles Kalbleder gebunden und vortrefflich vergoldet. Der elegante Schmuck beschränkt sich auf eine mit Bogenlinien verbun­ dene Stempelgruppe in der Mitte und einen markanten Leermaureskenstempel an den Ecken. Trotz seiner sehr schlechten Erhaltung — fast die ganze rechte Seite ist sehr zerstört — lässt die vortreffliche mittlere Stempelgruppe die Hand eines bedeutenden Meisters erkennen. Das Buch umschliesst einen Antwerpener Druck des Nutius von 1553, mit dem Plantin assoziiert war; er band ihm eine grössere Anzahl seiner Druckwerke ein. So auch den vorliegen­ den Palatinaband. Der schraffierte Stempel aus der Stempelgruppe wiederholt sich an den Ecken des Prachtbandes um Calvette (Wheatley 42) und in der Mitte des Melker Stempelbandes. Das leermaureske Blatt findet sich auf am>. 46 dem Breslauer Einband aus der Stadtbibliothek E 4173 und auf dem Granvella-Band in Besançon (Les Richesses I Taf. 22). Es kann gar kein Zweifel daran sein, dass wir hier einen der seltenen Einbände des Christoph Plantin aus dem kurzen Dezenium seiner buchbinderischen Tätigkeit vor uns haben. Den Abschluss der ausländischen Einbände in der Palatina bildet eine Reihe von englischen Einbänden, die durch die Heirat des Kurfürsten Frie­ drich Y. mit der Tochter des englischen Königs als Geschenk oder Mitgift in die pfälzische Landbibliothek gekommen sind. Auch hier wird der Rei­ gen mit einem blindgedruckten Rolleneinband eingeleitet, dessen Umrahmung eine Ornamentleiste — abklingender Kachschnitt festländischer, vor allem niederländischer Muster — bildet, während die Mitte von einer bekrönten Tudor-Rose festlich ausgeschmückt ist V 700. Es lässt sich nicht sagen, Taf. cxxvm auf welche Weise dieser um die Mitte des sechzehnten Jahrhunderts gebun­ dene Band in die Palatina gekommen ist; zu der Mitgift der Prinzessin dürf­ te das staatsrechtliche Werk kaum gehört haben. Um so deutlicher wird der Zusammenhang bei den Einbänden, die dem pfalzgräflichen Paar bei der Hochzeit in London 1613 überreicht wurden. Diese Geschenke, meist Festge­ dichte, sind in Pergament gebunden und mit den Hoheitszeichen versehen, die in Form gekrönter Lilien oder Federbüschen in Gruppen zu viert zusam­ mengestellt sind, von einem sehr groben Streumuster unterbaut, charak-

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teristisches Kennzeichen der englischen Renaissanceeinbandkunst (IY 675. V 237). Zu den Geschenken an den Kurprinzen dürften die prunkvoll gebun­ denen klassischen Autoren der Eton-Ausgabe 1613 gehört haben, auf stumpf­ braunem Leder mit übergrossen Wappenplatten und Löwen an den Ecken vergoldet, ein wirkungsvoller, wenn auch etwas zu leicht gewonnener Prunk T»f. cxxix I I 550 und R. I I I 406. Wir finden die gleiche Wappenplatte auf den Kirchenakten des John Fox, 1610 für die Company of Stationers in London gedruckt (Maggs Bros. Cat 650 London 1937 Nr. 27). Auch die Universi­ tätsstädte haben den Pfalzgrafen bei seiner Hochzeit mit Festgedichten in repräsentativem Einband begrüsst. So schenkte die Universität Oxford T»f. cxxx einen Pergamentband IV 1220, mit derbem Streumuster (sehr ähnlich aber nicht dasselbe wie auf Y 237) und einer mittleren Stempelgruppe geschmückt, Vasenstempel viermal gegeneinander gestellt, die durch Lackmalerei wir­ kungsvoll untergrundet sind. Auch Cambridge beteiligte sich mit einem HulT»f. cxxxi digungsgedicht Cod. Pal. lat 1736, in Pergament eingebunden und mit klein­ sten Stempeln in freier Streuung bedeckt, einige von ihnen sind durch rote Lackmalerei akzentuierend hervorgehoben. Der Universitätsbuchbinder, der dieses geschmackvolle Bändchen entwarf, ist von Hobson in der Li­ teratur bereits eingeführt. Er weist die Arbeiten desselben in seinem « Bookbindings in Cambridge Libraries» der Gruppe A der Universitätseinbände zu; der Meister wird von H. M. Davies als Cantrell Legge’s binder bezeichnet. Ein sehr schöner, repräsentativer englischer Wappenband, ursprünglich der Palatina zugehörig, wird jetzt in Heidelberg UB Q 397 aufbewahrt. Die für England sehr charakteristischen Eckplatten und das grobe Streu­ muster (ähnlich nicht übereinstimmend mit Pal. IV 1220) hat der gleiche Buchbinder noch auf zahlreichen weiteren Einbänden verwendet, wenn auch meist mit einer Rautenplatte in der Mitte statt dem englischen Wappen z. B. Maggs Bros. Cat. 650 Nr. 38. 47. 57, oder bei Wheatley 51 und 53, oder bei Davenport 15 und 17. Auch in Köln fand sich ein Einband dieses Mei­ sters GB IV 3568 a; er dürfte wie so viele Kölner Bände aus der palatinischen Bibliothek übernommen worden sein. Das grosse offene von zwei Löwen gehaltene englisch- pfälzische. Allianzwappen, das nach dem Vorbild der eng­ lischen Wappenplatten für Friedrich V. und seine Gemahlin, eine englische Prinzessin, geschnitten wurde, ist in der Palatina nur einmal IV 1216 auf einer italienischen Übersetzung von Sleidans Geschichtswerk vertreten, sehr einfach mit Linien umrahmt. Das gleiche Wappen wiederholt sich in gleich schlichter Umrahmung in Dessau III B 3425/3550 auf einem Common Prayerbook, London 1611. Wahrscheinlich waren beide Bände ursprünglich der Pfalzgräfin als Hochzeitsgut aus England mitgegeben worden. Jedenfalls deuten Leder und Wasserzeichen nicht auf die Pfalz; die Bindeweise aber, eine weiche, wenig prägnante Bindung und der puritanische Schmuck, nur Linien zur Umrahmung mit einer Kettenrolle auf der Innenkante, sind charakteristisch für die englischen Einbände der Zeit. Mit der einfachen Linienumrahmung sind noch mehrere englische Einbände in der Palatina geschmückt I I 57. I II 179. V 898. VI 151. Sehr früh und wahrscheinlich durch die vielen englischen gestickten Einbände begünstigt, führte sich der

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46.

Antwerpen

Christoph Plantin

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Melk 12237

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Brauch, Seide als Vorsatz zu wählen, in England ein. So ist der Vorsatz von Pal. IV 151, einem roten Samteinband, in hellblauer Seide gearbeitet; der starke und leuchtende Goldschnitt blieb unverziert. Zu den Einbänden, die ausserhalb von Deutschland gebunden worden sind, gehören auch die Bücher, die nach der Übergabe der Palatina an die Vatikanbibliothek von den vatikanischen Buchbindern umgebunden wor­ den sind. Die Gründe, warum so viele Palatinen in Eom einen neuen Ein­ band erhielten, waren verschiedener Art. Bei den Handschriften, die bis auf wenige Ausnahmen alle umgebunden wurden, hat ohne Zweifel der Wunsch Vorgelegen, diese wertvollen Bestände einheitlich auszustatten. Wahrscheinlich sind die Handschrifteneinbände schon in sehr schlechtem Zustand in die Vatikanbibliothek gekommen (auch die Einbände der äl­ teren Druckschriften sind auffallend schlecht erhalten). Was an Handschriften­ einbänden noch fest und solid war, z. B. die Ottheinrich-Bände, wurde nicht umgebunden; im Gedanken wahrscheinlich, dass in diesem Pall das Ablö­ sen der festen Deckel dem Papier oder Pergamentkodex mehr Schaden als — im neuen Einband — Nutzen bringen konnte. Anders bei den Druck­ schriften. Bei den fast 8000 Bänden konnte der Plan, sie einheitlich umbin­ den zu lassen, selbst in den Zeiten der uniformierten Barockbibliotheken nicht aufkommen. Was an Druckschriften (etwa 500) in der Vatikanbi­ bliothek umgebunden wurde, waren zerstörte Einbände meist grösseren For­ mates mit stark verwitterten oder abgegangenen Deckeln. Selten und nur im 20. Jahrhundert ist man daran gegangen, Convolute ungebunden über­ nommener Schriften, besonders alle Inkunabeln, einbinden zu lassen. Denn im Prinzip sind die ungebundenen oder noch ohne Deckel gebliebenen B ü­ cher in dem Zustand belassen worden, wie sie aus der Palatina kamen. Das Umbinden der Handschriften und Bücher erfolgte in verschiedenen Etappen, die in der Begel durch das jeweils aufgedruckte päpstliche Wappen gekenn­ zeichnet sind. Es fällt auf, wie häufig die umgebundenen Handschriftenein­ bände in späterer Zeit restauriert oder noch einmal umgebunden worden sind. Bei dieser Instandsetzung musste zumeist der Bücken erneuert werden. Bei den neu umgebundenen Einbänden aus dem 20. Jahrhundert hat man die Umsicht walten lassen, alle Stempel und Wappenplatten der alten Ein­ bände auf die festen Deckel innen aufkleben zu lassen; sie geben mitunter über drei Bestaurierungsepochen Bescheid. Die bibliothekarische Fürsorge und Verwaltung der Vatikanbibliothek lässt sich an diesen Bänden in ihrem geschichtlichen Werdegang vortrefflich verfolgen. Die Betreuung der Palatina setzte unmittelbar nach ihrer Überführung, mit dem Pontifikat Urbans V III. Barberini ein (1623-44). Die grösste Auf­ merksamkeit galt zunächst den lateinischen Handschriften, von denen 341 umgebunden wurden, neben nur 42 gedruckten Büchern, meistens palatinischen Samteinbänden in Folioformat, die man ihrer schönen Schnitte wegen erhalten wollte. Ein fester Typus bildete sich für die umzubindenden Einbände aus. Die Bücher wurden stets in sehr feste Pappdeckel (nicht Holz) gebunden; dicke prägnante Doppelbünde greifen in prallen Wülsten über den gerundeten Bücken; das Kapital in rosaer und hellblauer Seide ist sehr dicht umstochen.

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Zum Bezug wurde ein stumpfes poröses Pergament gewählt, mit olivgrü­ ner Farbe überstrichen; der Aufdruck von Stempeln und Wappen ist in bester Vergoldung ausgeführt. Auf dem Deckel vorn ist nur das grosse dekorative Papstwappen, auf dem hinteren Deckel das des amtierenden Kardinals auf­ gedruckt. Die eindrucksvollen Platten stehen auf der grünen Fläche ohne jeden begleitenden Schmuck, selbst ohne eine Linie am Band. In den Bükkenfeldern sind wiederum die beiden Wappen, als kleine Stempel geschnit­ ten, und eine Biene, das barberinische Hauswappen, abwechselnd aufge­ druckt. Diese Art fester Pergamenteinbänden ist für die umzubindenden palatinischen Einbände auch weiterhin massgebend geblieben. Auch in den späteren Jahrhunderten begegnen uns die gleichen technischen Voraus­ setzungen, die sehr festen Deckel, die stark hervortretenden Doppelbünde, die dick umstochenen Wülste des Kapitals; das gleiche poröse griffige Pergamentmaterial. Während der häufigen Eeparaturen, die sich bei diesen umgebundenen Pergamentbänden nötig machten, wurden die vatikanischen Buchbinder immer wieder von neuem an der Bindeweise und an dem Schmuck der Barberini-Einbände geschult. Der Einbandtyp war zuerst unter Kardinal Cobelluzzi 1612-26 aufgekommen, wurde aber auf den palatinischen Bänden vornehmlich unter Kardinal Franciscus Barberini durchgeführt. Unter dem Pontifikat Pius IX . 1846-78 musste bereits ein Drittel der Barberini-Bände restauriert werden. Die grünen Pergament­ bände mit dem Barberini-Wappen haben einen weissen Pergamentrücken mit den Wappenstempeln Pius IX . und seiner Kardinäle Lambruschini (149 Bde) Pitra (5), Tosti (1) und Mai (57) erhalten; zum Teil sind auch die K an­ ten mit unterlegtem Pergament ausgebessert worden. Einige siebzig Barbe­ rini-Bände sind unter Pius X II. 1939-58 durch den vatikanischen Buch­ binder Magliochetti in weissem Pergament in vorbildlicher Weise neu einge­ bunden worden, doch unter Erhaltung aller früheren Schmuckreste, die im Deckel innen aufgeklebt sind. Fünf Handschrifteneinbände (Cod. Pal. lat. 3. 65. 206, 214/5) aus dem Pontifikat Urbans V III. fallen aus dem Bahmen des üblichen heraus: sie sind in Holzdeckel gebunden und mit hochrotem stark genarbten Maroquin überzogen. Die Umrahmung — etwas abgerückt und mitunter noch von einer zweiten rhombischen begleitet — ist blind. Wappen und Eckstempel (die Biene) sind aufs beste vergoldet. E s ist die Form der päpstlichen Bibliotheks­ einbände, wie sie seit Papst Gregor X I I I. Boncompagni 1572-85, ehemals Bologneser Bechtsprofessor, als Superexlibrisband in der Vatikanbibliothek eingeführt worden war. Eine starke traditionelle Fühlung wurde auf den vatikanischen Einbänden in allen Jahrhunderten gewahrt. Selbst im J u ­ gendstil, unter dem Buchbinder Cristallini, ist ein Zusammenhang mit die­ sen Einbänden aus dem 16. Jahrhundert noch immer zu spüren. Bei dem zweiten grossen bibliophilen Papstgeschlecht der Chigi tritt die Fürsorge für die Palatina-Sammlung weniger hervor. Von den Hand­ schriften sind keine, von den Druckschriften nur zwei umgebunden wor­ den. Die eine, in grün überstrichenem Pergament, trägt das Papstwappen Alexanders VII. Chigi 1655-67 als kleinen Stempel auf dem Bücken (er

t » i . c lx x x

am.

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könnte auch nachträglich einem ehemaligen Barberini-Band aufgedruckt worden sein) I I 418. Eine andere I 220, in braunes Bindsieder gearbeitet, trägt den gleichen Stempel auch an den Ecken der Deckel, doch ohne wei­ teren Schmuck. E s ist immerhin möglich, dass sich in der Chigi-Sammlung, die sich jetzt wieder im Vatikan befindet, noch verschiedene Einbände nach wei­ sen lassen werden, die nicht ohne weiteres als Palatina-Bände zu erkennen waren, aber unter den Chigi in repräsentativerWeise umgebunden worden sind. Eine Gruppe von 23 Handschrifteneinbänden in der Palatina sind ein­ heitlich in braun marmoriertem Leder mit sehr starker Goldlinie am Band gebunden. Auf den Bückenfeldern sind die Wappenstempel der Albani auf-

47.

Rom

Rolle und Stempel der Einbände Urbans VIII.

gedruckt. Da die Papstinsignien fehlen, ist es nicht ganz sicher, ob diese Bücher schon während des Pontifikats Clemens X I. 1700-21 gebunden wurden oder erst auf Veranlassung seines Neffen Alessandro Albani, der, ein grosser Mäzen und Freund Winckelmanns, erst unter Innozenz X III. 1721-24 Kardinal und unter Clemens X III. 1758-69 mit der Verwaltung der Vati­ kanbibliothek beauftragt worden ist. Jedenfalls war das marmorierte Leder auf den Papsteinbänden der Jahrhundertmitte, unter Clemens X II. Corsini 1730-40 (II Libro Romano 41-44) wie unter Benedikt X IV . 1740-58, für den Pal. IV 543 gebunden wurde, sehr beliebt. Vielleicht ist es einem Einfluss Winkelmanns, der als Bibliothekar bei dem Kardinal Albani lebte, zuzuschreiben, wenn einige palatinische Handschriftenbände der späteren Zeit, Cod. Pal. lat. 20-23, in der Art der Bünauschen Einbände in Dresden in glänzendem hellbraunem Kalbleder gebunden wurden und ohne weiteren Deckelschmuck, nur mit einer grazilen Verzierung auf den Bückenfeldern und der schönen Ausschmückung der Steh- und Innenkanten ausgestattet sind; als Vorsatz dient das charakteristische marmorierte Glanzpapier.

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Das braune Kalbleder wurde auch auf dem einzigen Einbande Cod. Pal. lat. 1631 unter dem Pontifikat Clemens X IV . Ganganelli 1769-74, wenn auch nicht von dem Albani Buchbinder, sondern von dem Meister Cle­ mens’ X III. Rezzonico ge­ braucht; und schon hier er­ scheint jener charakteristische Deckelschmuck: nur zwei rah­ mende Goldlinien mit einem Blü­ tenstempel auf den Schnittpunk­ ten, der den zahlreichen unter Papst Pius VI. umgebundenen Palatinen das Kennzeichen gibt. Unter Papst Pius VI. Bru­ schi 1775-99 und dem Kardinal Zelada setzte die stärkste Aktion im Umbinden der palatinischen Einbände ein (1524 Bde). Das Augenmerk war vor allem auf die griechischen Handschriften gerichtet, von denen 366 Bände in rotem Maroquin und 6 in braunem Kalbleder gebunden und in der bereits gekenn­ zeichneten Weise nur mit einer schmalen Bordüre oder mit zwei Goldlinien am Rand und einem Blütenstempel auf den Schnitt­ punkten verziert wurden. Auf allen diesen Bänden sind die Rücken mit besonderer Sorgfalt verziert. In den einzelnen Fel­ dern, von einer schmalen Schmuckleiste begrenzt, wer­ 48. Rom Rückenschmuck den die Wappenstempel des der Einbände Pius VI. Papstes oben und des K ardi­ nales unten mit einigen der schönsten dekorativen Motive des Rokoko dawischen aufgedruckt. Leider sind diese Rücken nicht immer erhalten geblieben. In sehr vielen Fällen sind sie unter Pius IX . und Kardinal Mai zwischen 1853 und 54 ergänzt und mit deren Wappenstempeln bedruckt worden. Weniger kostbar war die Aus­ stattung, die Pius VI. den umzubindenden lateinischen Handschriften geben liess. Kur die wertvollsten (54 Bände) hat man wie die griechischen

am.

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Taf.

clxxx

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Handschriften in rotem Maroquin gebunden und dezent geschmückt, auch von diesen sind 32 im Bücken erneuert worden. Der Hauptteil der lateini­ schen Handschriften aber, 670 Bände, wurde nur in glänzendes, fast horn­ artiges Pergament über festem Pappdeckel mit erhabenen, stark markier­ ten Doppelbünden eingebunden, ohne jeden Schmuck; der Titel ist hand­ schriftlich auf dem zweiten Eückenfeld aufgeschrieben. Charakteristisch bei den Einbänden der Aera Pius VI. sind die Kapitalbünde, gelb und grau oder gelb und grün mit sehr dicken Seidenfäden in wulstartigen Nähten umstickt. Die wenigen Pergamenteinbände, die mit dem Wappen des Papstes und seines amtierenden Kardjnals ausgezeichnet sind, wurden im Kapital mit gelber und orangener Seide umstickt. Auch sechs griechische Handschriften­ bände und 38 Druckschriften sind in dieser Art eingebunden. Ein weiteres sehr starkes Kontingent umschliesst die Steifbroschurbände (146 lat. Hand­ schriften und 190 Drucke). Bei ihnen treten die Bünde nicht hervor, sie sind vertieft in den Bücken eingelassen und an den Pergamentumschlag ange­ klebt; nur die Kapitalbünde oben und unten sind durch die Pergamentdekkel durchgezogen. Der Falz ist sehr scharf gebrochen. Die Steifbroschur­ bände haben stets, die Pergamentbände mit Pappdeckeln dagegen nur ge­ legentlich Klappen über dem Schnitt. Aber das Kapital ist auch hier in der charakteristischen Weise leuchtend gelb mit grau, grün oder orange in er­ habenen, dicken Wülsten umstochen, und die Titel sind, wie auf den Papp­ bänden, handschriftlich auf dem Bücken, bei schmalen Bänden in quer, in einer schönen Humanistenkursive aufgeschrieben. Nur vereinzelt wurden die Pergamentpappbände (29) und Steif broschurbände (21) durch den Auf­ druck des vergoldeten Papstwappens in der Mitte und auf dem Bücken ausgezeichnet. Dieser bei weitem umfangreichsten Fürsorge wurden in den späteren Pon­ tifikaten nur selten neugebundene Einbände (z. B . der schöne Einzel­ gänger Cod. Pal. lat. 50) oder Beparaturen bereits umgebundener Einbände zur Seite gestellt. In der Begel handelte es sich dabei um Bücher von beson­ derem Interesse, Drucke mit handschriftlichen Einträgen berühmter Män­ ner, seltene neu entdeckte Drucke, besonders Inkunabeln, die zum Buhm des Pontifikats, unter dem der wissenschaftliche Fund gelang, in betont festlicher Weise eingebunden worden sind. So wurden unter dem Pontifikat Gregors X V I. 1834-46 zwei griechische Handschriften und zwei Drucke neu gebunden. Die Drucke sind wie die Pergamentpappbände unter Pius VI., doch mit rotem Titelschild gebunden und auf dem Bücken mit dem päpst­ lichen Wappenstempel und dem Lambruschinis ausgezeichnet. Die beiden Handschriftenbände sind kostbarer gebunden, das Material ist hochroter langstreifig genarbter Maroquin; eine schöne Empirekante dient der päpstli­ chen Wappenplatte in der Mitte zur Umrahmung. Cod. Pal. grec. 431 hat als Gegenstück das Wappen des Joseph Albani, Cod. Pal. grec. 308 das des Lambruschini. Beide Einbände dürften von demselben Buchbinder gear­ beitet worden sein. Mit Kardinal Lambruschini begann die zweite, grosse, fürsorgende Tätigkeit für die palatinische Bibliothek. Sie war zumeist auf die Bestau-

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rierung der Kücken gerichtet. Fast alle grünen Pergamentbände der Barberinizeit sind unter Lambruschini mit weissen Pergamentrücken und den entsprechenden Wappenstempeln versehen worden; fast alle griechischen Handschriftenbände aus der Zeit Pius VI. und Zelada erhielten, sorgfältigst angefügt, den ergänzenden Kücken. So kommt es, dass man in den palatinischen Handschriftenbeständen immer wieder dem Wappen Pius IX . und seiner Kardinäle Lambruschini, Mai, Tosti und Pitra begegnet, ohne dass die Einbanddeckel aus ihrer Zeit stammen. Selbst von den einfachen Pergamentpappdeckeln in der Zeit Pius VI. sind sehr viele Bände auf das vortrefflichste im Rücken ausgebessert worden. Was an eigenen Einbänden unter dem Pontifikat Pius IX . gebunden wurde, war unter dem Eindruck einer puritanisch sachlichen Welle, die damals alle Bibliotheken ergriffen, sowohl im Material wie im Schmuck denkbar karg. E s ist bezeichnend, daß um diese Zeit die Gewohnheit aufkam, ein gewebtes Kapitalband anstelle der handgestickten Naht zu verwenden. Die meisten umgebundenen B ü­ cher sind als Halbfranzbände gearbeitet, der Rücken oder der Deckel wird mit Kaliko überzogen. Auch Marmorpapier dient mit Vorliebe als Überzug. Die Pergamentpappbände sind stets mit einem roten Titelschild versehen. Aller Schmuck ist nur dem Rücken Vorbehalten, auf dem neben den Wap­ penstempeln und dem Titel nur einige verschieden gemusterte Kanten zur Einfassung der Bünde vergoldet aufgedruckt sind. Auch auf den wenigen Ganzlederbänden aus diesem Pontifikat Cod. Pal. lat. 4 und 5 bleiben die Deckel unverziert. Eine gleiche ökonomische Zurückhaltung kennzeichnet zunächst die Einbände unter dem Pontifikat Leos X III. Pecci 1878-1903. 88 lateinische, 2 griechische Handschriften und 7 Drucke sind wie die Halbfranzbände unter Pius IX . mit braunem Kalikorücken und marmoriertem Glanzpapier als Deckelbezug gebunden. Kur die Wappenstempel des Papstes und Pitras auf den Rückenfeldem sind in bester Vergoldung auf­ gedruckt. Auch die Signatur wird jetzt stets in grossen markanten Zahlen auf den Rückenfeldern vergoldet. Daneben wurde aber auch eine reprä­ sentativere Ausstattung angestrebt. 33 lateini­ sche, 2 griechische Handschriften und 1 Druck (letzterer unter Capecelatro) sind in dunkelrotem Maroquin durchaus eingebunden. Die Deckel sind mit einer blinden Rolle am Rande abge­ grenzt, die Rücken dagegen in bester Vergoldung mit Wappenstempeln und Signatur geschmückt. 49. Rom Bordüren Auch in diesem Fall überrascht das stete Zurück­ der Einbände Pius IX . greifen im Einbandschmuck auf eine ältere, vatikanische Tradition. So schliessen sich diese Entwürfe den vatikanischen Bibliothekseinbänden an, wie sie seit dem 16. Jahrhundert eingebürgert waren und unter Gregor XV I. vereinzelt wieder zur

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Verwendung gekommen sind. Selbst die umrahmende Schmuckleiste, eine Folge von Akanthusblättern mit schmalem, unterbrechenden Motiv liess sich der Buchbinder nach einer gleichen Bolle Gregors XV I. nach­ schneiden. E r besass daneben noch verschiedene ausgezeichnete Bollen. Die Werkstatt dürfte bedeutend gewesen sein. Leider geben die Namen, die sich seit Leo X III. mitunter auf dem hinteren Deckel der Bücher finden, keinen sicheren Hinweis an. Ein Halbpergamenteinband IV 1239 mit braun gemustertem Papierbezug und — wie stets in dieser Zeit — gewebtem K a ­ pital ist mit dem Namen Capobianchi ausgezeichnet. Ein Ganzpergament­ band mit braun und grünem Schild, Titelaufdruck und kleinem, kaum sicht­ baren Blütenstempel V 1206 trägt innen den Namen Feliciano. Bückschlüsse auf die Bibliotheksbände unter Leo X III., besonders auf seine Ganz-

50. Eom Bordüren von Einbänden unter Gregor XVI. und Leo X III.

lederbände, lassen diese anspruchslosen und im Schmuck schweigsamen Bände nicht zu. Ein Einzelgänger, eine Inkunabel I II 207 ist in weissem Atlas gebunden und auf dem Deckel mit einer stark vergoldeten Wappenplatte Leos X III. prunkvoll bedruckt. Worauf sich der handschriftliche Eintrag « Bilegato in Luglio 1920 » auf dem Innendeckel dieses Buches bezieht, lässt sich nicht sagen; vielleicht handelt es sich bei dieser Bindenotiz, siebzehn Jahre nach dem Tod des Papstes, nur um eine Beparatur. Um die Jahrhundertwende erlebte die Zurückhaltung im Einband­ schmuck auf den vatikanischen Einbänden ihren Höhepunkt: selbst die Bükkenstempel und die Wappenzeichen der Päpste und ihrer Kardinäle werden nicht mehr vergoldet, sondern schwarz aufgedruckt. Die Werkstatt, die dieses letzte Maß an Zurückhaltung ausübte, hat sich in VI 110 mit einem Buchbinderschild B . Boccitto e C. Lombardi selbst genannt. Sie lieferte zumeist Pergamenthalbfranzbände mit grünem Kaliko als Überzug. Von einem Kapital, selbst einem gewebten, wird abgesehen. Die Palatinen, die in dieser Art unter Papst Pius X . 1903-12 und Capecelatro umgebunden wur­ den, umschliessen 6 lateinische und 3 griechische Handschriften, dazu 9 Drucke, die ihrer Seltenheit oder Erstausgaben wegen zum Neubinden be­ stimmt wurden (Calvin I 147, Hutten IV 166, Paracelsus V 1169, Sachs VI 181). Angesichts der kleinen Kostbarkeiten, die sie umschliessen, bedau­ ert man das zu geringfügige Gewand und den Mangel an buchbinderischer

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Übriges Ausland und vatikanische Erneuerung

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Akribie. Die schön geschmückten Goldschnitte, die diese Bände besassen, sind schlecht erhalten geblieben. Unter Benedikt XV . und Gasqnet 1914-22 belebte sich die Einbandkul­ tur. Das Papier des Überzugs gewinnt künstlerische Formen IV 1006 und 1228, und wo sich noch braunes Kaliko als Bezug findet, wurde der Bücken wenigstens aus dauerhaftem, kariert genarbten braunen Maroquin, nicht aus Pergament ausgeführt. Mitunter auch sind die Deckel ganz in Maroquin eingebunden und nur von einer blinden Linie am Band begleitet: S. 54 und 56, V 683. Der Meister, dem diese Begeneration zu danken ist, dürfte Luigi Cristallini gewesen sein, der sich auf mehreren reich mit Blinddruck ver­ zierten Einbänden auf dem Deckel innen als Buchbinder nennt. Von die­ sen Bänden in reicherer Ausstattung hat Cristallini acht Großfolioeinbände, Meßbücher, Inkunabeln und Lutherschriften gearbeitet. Das stumpfbraune Leder ist marmoriert oder karriert genarbt. Der Entwurf des nur blind ausgeführten Schmuckes wird in der Eegel von einem Bautengerüst in der Mitte getragen, das von einer schönen Blinddruckbordüre am Band I 210 begleitet oder innerhalb der Bautenfelder noch einmal mit engeren Schraffuren und Punkten abwechslungsvoll belebt ist I 230. Die Wellen­ bordüre, die mitunter die Bautenlinien begleitet, ist dem etwas verkleinerten Muster der gleichen Bordüre aus der Zeit Pius VI. nachgeschnitten. Eine Gruppe von Einbänden ist durch einen ausschwingenden, vollmauresken Blattstempel gekennzeichnet. Auch er dient, nur blind, als begleitender Schmuck in dem schraffierten Bautengerüst I I 367. 578. 582. 587. Die Bücken mit rotem Titelschild sind nur mit einem Querriegel oder einem Wappen­ stempel bedruckt. Unter dem Pontifikat Pius X I. und X II. wurde der Vatikanbiblio­ thek eine hervortretende Buchbinderpersönlichkeit geschenkt. Zunächst unter dem Kardinalat Gasquets hatte man noch vereinzelte Handschriften in die Werkstatt des Boccitto und Lombardi gegeben; sie wurden als Pergamenthalbfranzbände mit grünem Kaliko als Deckelbezug und schwarzem Titelaufdruck eingebunden. Seit dem Kardinalat Ehrles wurde ein neuer Buchbinder Magliochetti verpflichtet. Von ihm stammen die Halbfranzeinbände mit gemustertem Überzug (11 Bde), die geschmackvolle Beihe der Halbpergamentbände mit Leinenbezug (12 Bde) und die Halb­ leineneinbände (2), während die vielen Pergamentganzbände, die er meist über feste Pappdeckel, selten als Steifbroschüren, arbeitete, für 1 griechische und 56 + 2 lateinische Handschriften 17 sowie + 5 Drucke bestimmt gewe­ sen sind. In der Bindeweise schloß er sieh der Tradition der Barberini-Bände an, mit stark hervortretenden Bünden auf gewölbten Bücken, aber er ver­ stärkte den Bücken oben und unten durch, eine wulstartig hervortretende Verdickung, die einem festen Zugriff beim Herausnehmen und Einstellen der Bücher standhielt und von der charakteristischen dicken Kapitalnaht unterbaut ist. Unnötig, zu sagen, daß das K apital jetzt wieder wie in den besten Zeiten der Barberini- und Pius VI.- Bände in zweifarbigem Wechsel handgenäht ist. Das Pergamentmaterial ist vortrefflich, griffig, porös. Außer gelegentlichen Wappenstempeln auf dem Bücken tragen diese Per-

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gamentbände keinen Schmuck; die hervorragende Bindeweise ist ihnen Ausschmückung genug. Auch die Steifbroschurbände, blockartig, scharfkantig gebrochen, sind von nicht zu überbietender Akribie und Eleganz. Magliochetti hat die Einbände, die schon einmal in Born umgebunden waren, nicht erneut ausgebessert, sondern die schadhaft gewordenen Bücher von neuem eingebunden, unter Erhaltung aller früheren Verzierungen, die in den Deckel innen eingeklebt worden sind, und zwar nicht nur das große mittlere Wappen der Barberini-Zeit, sondern auch die Wappenstempel auf den ergänzten Rücken unter dem Pontifikat Pius IX . Die Originaleinbände in der Palatina dagegen sind bis an die Grenze des Möglichen stets erhalten geblieben; sie wurden meisterhaft restauriert. Von der Sorgfalt, mit der Magliochetti bei diesen Ausbesserungen vorging, legen die Bände I I 461, 515 und VI 26 ein gutes Zeugnis ab. Das ergänzte Leder ist in der. gleichen Farbe getönt, abgegangene Stücke sind im Deckel innen erhalten, jede Ergänzung ist auf das technisch Notwendige beschränkt. In den seltenen Fällen, an denen einzelne Verzierungen, z. B. die Rücken­ stempel, nachgebildet wurden, ist die Nachbildung als solche ohne weiteres erkennbar und die schadhaften Bruchstücke des ursprünglichen Schmuckes im Deckel innen eingeklebt worden. Nur ganz schwer zerstörte Bücher wur­ den von ihm in Pergament neu gebunden, doch unter Hinzufügung eines Kartons, der alle Überreste des alten Bandes auf das sorgfältigste verwahrt. Aus dem Geist dieser vorbildlichen Restaurierung ging die Gründung des Istituto di Patologia del Libro von Alfonso Gallo in Rom hervor. E s über­ nahm das Erbe, das in der vorbildlichen Tätigkeit des vatikanischen Meisters begründet war.

15. K a p i t e l Verschiedenes Material Abschließend möchten noch diejenigen Einbände besprochen werden, die nicht durch ihre Verzierung, sondern allein durch das verwendete Ma­ terial Beachtung verdienen. Zu ihnen gehören die vielen Einbände, die mit Samt oder Atlas bezogen worden sind; die zahlreichen Pergamentbände, über Pappdeckel oder steifbroschiert, die ohne jeden Schmuck blieben, und zuletzt die Bücher in einfachem Papierumschlag. Die Samtbände waren zu Geschenkzwecken und repräsentativer Aus­ stattung in den fürstlichen Bibliotheken von jeher beliebt. Sie bildeten im 14. Jh . den bevorzugten Schmuck in den fürstlichen Büchereien von Frank­ reich und Burgund. Auch in der Pfalz wurden die Einbände für Kurfürst Ludwig III. «in Bretter mit vergoldeten silbernen Haken und Spangen» ge­ bunden und mit grünem Seidenzeug überzogen. In den Zeiten der Renais­ sance belebte sich die Verwendung von Stoffbänden erneut, in Mailand, in

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Neapel, in Budapest, betont retrospektiv ausgerichtet unter den grossen Büchersammlern, die an dem handgeschriebenen Buch im Gegensatz zu den ersten gedruckten Büchern noch immer festhielten, aber auch späterhin noch mit Vorliebe bei Büchern festlicherer Art, vor allem bei Bibeln und religiösen Schriften, beibehalten. Zu dieser Gruppe gehörten die Amberger Samteinbände, die mit der Bibliothek des Pfalzgrafen Ludwig VI. in die Palatina gekommen sind und während seiner Regentschaft in Oberfranken zwischen 1562 und 76 entstanden. Die Einbände, durch das Wasserzeichen in ihrer Amberger Provenienz bestätigt, enthalten nur deutschsprachige L i­ teratur, vorwiegend Theologisches, fast alle in Folio-Format. Sie wurden wahrscheinlich von dem Pfalzgrafen als Geschenke an seine Frau, die Pfalz­ gräfin Elisabeth, eine geborene hessische Prinzessin, in dieser festlicheren Ausstattung in Auftrag gegeben. Nur einige dreißig Bände haben sich noch in ihrem alten Zustand erhalten; der weitaus größere Teil, kenntlich an dem lebhaften, bunt ausgemalten Schnitt, musste in Born bereits in der er­ sten Barberinischen Ära durch neue Einbände ersetzt werden. Diese sind aus. Pappdeckeln hergestellt und mit grün überstrichenem Pergament überzogen und blieben ohne das Papstwappen, wahrscheinlich der ausgesprochen prote­ stantischen Erbauungsliteratur wegen. Die erhaltenen Samtbände, im Bezug schon wenig dauerhaft und im Gebrauch oft bis auf das Kettengewebe ab­ gegriffen, versagte vor allem in der Verbindung zwischen Holzdeckel und Bücken. Zu schwer belastet, sind die Deckel im Falz fast jedes Mal ausgerissen. In der Begel wurde dicker, dunkelgrüner Samt zum Überzug gewählt, nur einmal auch grünsamtener Brokat I I 25, mitunter wurde ein dunkles Lila verarbeitet, seltener rosa oder rot. Drei Bände sind in weißem Samt, der von schwarzen Webstreifen durchzogen ist, gebunden, I I 269, 437/8. Schwarzer Samt findet sich fast nur bei den kleineren Bänden vor; der Sam t ist in der Begel so stark abgegriffen, daß es sich nur beim Einschlag im Innendeckel feststellen lässt, ob es sich hier um Sam t oder um Atlas gehandelt hat. Ein besonderes Kennzeichen der Amberger Samteinbände ist im Schnitt gegeben,, der mit einem Muster von überschneidenden Bogen und Kreisen in sehr starker,, tief einprägender Ziselierung ausgeführt ist, in den einzelnen Abschnitten aber vielfarbig, lebhaft auskoloriert wurde: ein etwas rustikaler Schmuck. Der Gedanke drängt sich auf, daß diese Amberger Samteinbände wie auch die burgundischen Samtbände gar nicht von einem] Buchbinder, sondern von einem Futteralmacher von Beruf gearbeitet worden sind, der in einer der oberfränkischen Städte — des Wasserzeichens im Vorsatz wegen — lebte. Jedenfalls lassen sich die charakteristischen Schnitte der Samteinbände bei keinem der Buchbinder nachweisen, die der Pfalzgraf in Amberg für seine Bücher beschäftigt hat, weder bei W. G., noch bei#I. G.; auch Peters­ heim verziert seine Schnitte während der Amberger Jahre auf eine andereArt. Dagegen finden sich die typischen Schnitte des Petersheim, wie er sie in Amberg bevorzugte, — Blattranken mit lebhaft gefärbten Blüten und Früchten, besonders Äpfeln, — auf vereinzelten palatinischen Einbänden aus blauem (S. 16), lilaem (II 41) und schwarzem Samt (II 49) vor, während

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einige kleinere, meist schwarze Samtbände bereits das Arabeskenmuster seiner späteren Heidelberger Jahre zeigen; einer derselben ist durch den handschriftlichen Eintrag «1580 Hans Casimir P faltzgraf» und Sprächen seiner Gemahlin Elisabeth von Sachsen gekennzeichnet. Auch von Betz dürften gelegentlich einige Samtbände V 915/6 gear­ beitet worden sein, der sehr guten Schnittverzierungen wegen: Ranken mit kleinen Wappen dazwischen. Hier sprach noch einmal, 1560, die künstlerische Tradition der Sehnittverzierungen, wie sie seit dem Alten Buchbinder in Heidelberg eingeführt war. Die Samteinbände, die als Dedikationsexemplare oder fürstliche Ge­ schenke in Heidelberg hergestellt wurden, unterscheiden sich von den Am­ berger Bänden durch ihre Bindeweise. Der Rücken ist bei ihnen z. B . II 71 viel straffer gewölbt, der Schnitt rundet sich nach innen, während er in Amberg ziemlich flach bleibt und auch in der Straffung der Bünde nur leger gehandhabt wird, so daß auch aus diesem Grund so viele Amberger Bände neu gebunden werden mussten. Einige von den Heidelberger Samtbänden lassen sich durch den Schnitt lokalisieren, der sich in einem Bandwerksche­ rengitter oder Bogengehänge in quer gefiel (IV 78, 497 oder IV 528 und 1554, 1568). Andere sind durch den Druck (Cod. Pal. lat. 1732) oder durch das Wasserzeichen bestimmt, z. B. IV 78, 500. Ein besonders reizvoller Prachtband umschließt eine handschriftliche Predigtensammlung, die Frie­ drich IV. gewidmet war. Hier wurde der rote Samtbezug von einer zweiten Hülle aus Pergament bedeckt, aus der ein kontinuierliches Bogenmuster ausgestanzt und mit Goldlinien umrandet ist; sie bildet zu dem dunkelro­ ten Sam t der Unterlage einen wirkungsvollen farbigen Gegensatz, Cod. Pal. lat. 1862. Bei einigen schwarzen Samteinbänden werden wir der Einträge oder Widmungen wegen schließen können, daß sie in Kaiserslautern oder Neu­ stadt a. d. Hardt für den Pfalzgrafen Johann Kasimir und seine Frau gebun­ den worden sind VI 117/8. 167/8. Die ungewöhnliche Schnittverzierung, brauner Grund, das Muster in Rauschei ziseliert, fügt auch V 2040 der Kaiserslautener Gruppe an. Etwas Ähnliches— schwarze Arabesken auf goldenem Grund — wiederholt sich auf den vier Straßburger Samteinbänden um die Heiligen-Historien des Rabus IV 499. Einige andere Widmungsbände mit Samtbezug hegen aus Basel II 350, V 1032 und 1833 und aus Baden IV 448 vor. Der lila-schwarz gemustertete Samteinband um ein franzö­ sisches Pamphlet mit fingiertem Druckort I II 186 dürfte wahrscheinlich aus dem linksrheinischen Emigrantengebiet gekommen sein. Goldäst Reichssatzungen I I 21 wurden als Dedikationsexemplar aus Frankfurt dem Pfalzgrafen überreicht; der Schnitt ist durch ein sehr eben­ mäßiges Schuppenmuster ausgezeichnet. Von Mathesius in Nürnberg wurden mehrere Samtbände an den Heidelberger Hof geschenkt I I 47. 408. IV 72. Nürnberg, das sich durch den schönen mit vergoldeten Rollen und Platten ge­ schmückten Samteinband des Wilhelm Franck bereits auszeichnete, hat sich in vorschreitender Zeit erneut mit vergoldeten Platten auf Samtbezug ver­ sucht, wenn auch mit weniger Erfolg IV 167. Gassers Katalog aller Könige,

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den er 1554 in einem roten Samteinband mit handschriftlicher Widmung an Ulrich Fugger schenkte, ist ohne Zweifel in Augsburg gebunden, auch das Wasserzeichen im Vorsatz verweist auf diese Stadt. Widmungen und Wasserzeichen bieten auch bei den wenigen Samteinbänden aus Mittel­ und Norddeutschland eine Handhabe für ihre Herkunftsbestimmung, z. B. bei dem Herborner Band IV 66. Weitere Bände liegen aus Wittenberg IV 472 und Helmstedt IV 498 vor. Mehrere meist schwarze Samtbände mit Wittenberger und Leipziger Drucken der 60er Jahre dürften mit der Aus­ steuer der kurfürstlich-sächsischen Tochter Elisabeth in die Pfalz gekommen sein IV 461. V 1595. VI 12. 15. 147. 158. Ein anderer Samtband ist durch ein handkoloriertes Holzschnittbildnis des Brandenburgischen Kurfürsten Jo a ­ chim II. als Arbeit aus Köln a. d. Spree gekennzeichnet. Der Samtband mit dem Eintrag der pfälzischen Kurfürstin-Witwe Dorothee, Gemahlin Kur­ fürst Friedrichs II., ist als Geschenk der Mansfeldischen Prediger in Eisle­ ben mit besonders schönem Schnitt, dem die Anfangsbuchstaben des Wahl­ spruches der Kurfürstin W G W / D M Z eingraviert sind, ausgestattet worden IV 68. Auf einem Erbauungsbuch Wellers in schwarzem Samt IV 71 gibt die Schnittverzierung, die zwischen den Ranken verschiedene Wappenstempel, da­ runter den ansbachischen Bären, zeigt, den Hinweis auf Zerbst als Herstel­ lungsort an. Schließen und Beschläge, die nicht selten zum Schutz der Sam t­ bände angebracht sind, z. B . VI 147, bilden einen besonderen Schmuck auf den beiden Breslauer Samtbänden, die Peter Kirsten mit seinen arabischen Arbeiten an Kurfürst Friedrich IV. schenkte I I 540/1. Die mit rotem Sam t überzogenen Pappdeckel sind mit einer breiten Umschlagklappe ver­ sehen, die in zwei schön geschnittenen silbernen Schließen auf dem Vorderdekkel eingehakt ist. In solchem silbergetriebenen Schmuck gefiel sich das beginnende 17. Jh . sehr. Im benachbarten Böhmen vor allem erlebten die plastisch erhabenen und mit figürlichem Schmuck reich ausgestatteten Sil­ berbände ihre große Zeit (Hamanovä Taf. 132-138). Koch seltener als der Samt, der immerhin eine größere Dauer versprach, sind Atlas oder Seide zum Bezug von Gelegenheitsschriften, meist weniger umfangreicher Art, verarbeitet worden. So wurden einige repräsentative Universitätsschriften z. B. IV 194 und V 1633 in hellblauem Atlas mit glattem Goldschnitt gebunden, meist schon dem ausgehenden 16. und be­ ginnenden 17. Jh . zugehörig V 843/4. Nur einmal IV 554, bei einem aus dem Französischen übersetzten Zeitungsbericht, scheint der erdbeerfarbene Seideneinband schon früher — 1566 — als Geschenk des Übersetzers an den pfälzischen Hof gelangt zu sein. In der Regel waren es natürlich Widmungs­ bände, die in dieser festlicheren Form gebunden wurden, z. B . bei der P a­ pierhandschrift Cod. Pal. lat. 1275. Nur selten ist der Atlasbezug mit eini­ gen Goldstempeln bedruckt V 1635; das Büchlein dürfte der Werkstatt des pfalzgräflichen Buchbinders M. F. zuzuschreiben sein. Einige Atlaseinbände sind von auswärts zugesandt worden; sie wurden in der Regel in dem Wohn­ ort des Geschenkgebers gebunden, so der Straßburger Band des Franz Balduinus V 805 oder der Mühlhausener Druck, dessen Schnitt, — schwarz mit kleinen Stempelchen bedruckt, — die Nähe von Straßburg verrät. Das

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Gebetbuch V 1574 das den Besitzeintrag des jungen Pfalzgrafen Ludwig von 1555 trägt, ist mit seinem rosaen Atlasbezug und den metallenen Beschlägen wahrscheinlich schon am Druckort, in Nürnberg, gebunden worden. Eine Schrift des Frankfurter Arztes Tabernaemontanus liegt in einem roten Atlaseinband vor, der wahrscheinlich von dem gleichen Frankfurter Buch­ binder stammt, der ihm auch die übrigen lederüberzogenen Geschenkbände gearbeitet hat. Das Schuppenmuster im Schnitt der Handschrift Cod. Pal. lat. 382 verweist gleichfalls in diese Stadt, während das in Frankfurt gedruckte Buch des Lundorpius eher am Wohnort des Geschenkgebers, in Gelnhausen, als in Frankfurt seinen Brokateinband erhielt; der Schnitt wirkt zu provin­ ziell. Ein großer Bestand der palatinischen Bibliothek, etwa 700 Bände, war schon von altersher nur in Pergament ohne jeden Schmuck über Pappen oder steifbroschiert gebunden. Bei diesen Einbänden ist aus Mangel an näheren Kennzeichen eine genaue Zuweisung natürlich sehr erschwert. Gleichwohl ergeben sich durch Vergleichungen innerhalb der Pergamentbände selbst gewisse Merkmale, nach denen sich bestimmte Gruppen in ihrer lokalen Zugehörigkeit zusammenschließen lassen. Zunächst tritt der Gegensatz der in Born umgebundenen Pergamenteinbände zu den alt übernommenen palatinischen Beständen deutlich hervor. Das römische Pergamentmaterial zeichnet sich durch seine körnige, griffige Struktur aus, während das deutsche Pergament hochglänzend und glatt ist. Die Pergamentbünde werden bei den römischen Bänden kaschiert, und nur die Kapitalbünde oben und unten durchgezogen. Bei den deutschen Pergamentbänden sind alle Bünde — meist drei — ebenso wie die beiden Kapitalbünde beim Falz durchgezogen. Der Falz selbst ist in Born außerordentlich scharf gebrochen, während er in Deutschland mitunter etwas lax gehandhabt ist. Der Buchblock schließt in Born fast rechteckig an den Kanten ab, während man in Deutschland wie bei den Lederbänden eine ausges­ prochene Neigung zur Wölbung beim Bücken wie beim Vorderschnitt beobachten kann. Das dicht umstochene Kapital ist für die römischen Einbände geradezu kennzeichnend. Sehr wichtig die Aufschrift des Titels. Die charakteristische römische Kursivaufschrift ist mir nur auf den umgebundenen römischen Einbänden begegnet. Die alten palatinischen Bestände sind nachträglich, sowiel ich es sehen kann, in Born nicht beschrif­ tet worden. Scheidet somit der ganze Block der in Born umgebundenen Pergament­ einbände aus, so schliessen sich die übrigen im Originaleinband gebliebenen palatinischen Bestände, indem man sie untereinander vergleicht, zu be­ stimmten charakteristischen Gruppen unschwer zusammen. Am deutlich­ sten treten etwa zwanzig Pergamenteinbände hervor, die in Frankreich ge­ bunden worden sind. Frankreich nimmt in der Herstellung von Pergament­ bänden eine besondere Bolle ein. Diese Einbandart war für die französischen Meister nicht Notbehelf oder Schutzhülle für Bücher weniger wertvoller Art. Sie wussten der Pergamentsteifbroschur einen eigenen, künstlerischen Ausdruck abzugewinnen. Auch der unverzierte Band war für sie ein Stück

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Architektur, aus bestem Material in exaktester Technik und plastischem Formgefühl aufgebaut. Beim Vergleich der abgebildeten deutschen und französischen Pergamentsteifbroschur tritt der Unterschied überzeugend hervor V 1196 und 1542. Das verarbeitete Pergament in Frankreich hat etwas Samtiges an sich; es bewahrt sich in weit stärkerem Maße als in Deutsch­ land noch den Charakter des Felles. Die Versteifung wird durch breite, dreiseitige Einschläge, denen der Pergamentfalz an der Innenseite entspricht, gebildet. Die vordere Kante ist durch einen kleinen Klappeneinschlag ge­ schützt. Bei der deutschen Broschur werden die Einschläge, so wie es das Pergamentstück ergab, vorgenommen, bei V 1592 z. B. nur oben und unten. Die vordere Kante ist weder durch Einschlag, noch (in diesem Fall) durch eine Klappe verstärkt. Deutsche wie französische Bände ziehen Bünde und Kapitalbünde über den Falz in die Deckel ein; aber die französischen Meister legen mehr Wert auf den Kapitalbund, die Deutschen auf die Heftbünde. Die Bundstreifen sind in Frankreich vorwiegend aus weichem Leder geschnitten und kordelartig zusammengedreht, in Deutschland dagegen in voller Breite gelassen. Dem Falz schließt sich der ein wenig gerundete Rücken in Deutschland in einer tiefen Furche an und wird von den Leder­ bünden nur kurz überschnitten. Der Rücken in Frankreich ist absolut grad­ linig und in rechtem Winkel gegen die Deckel gebrochen, die sich fast ohne Falz in den Gelenken drehen. Die schmalen Bünde fassen wie längliche Scharniere in die, Deckel ein. Das charakteristische Kennzeichen franzö­ sischer Einbände, auf das schon Gottlieb verwies, der trapezförmig ge­ schnittene Ansatzfalz, ist auf dem photographierten Band V 1196 besonders im Schatten sehr schön zu erkennen. Bei den deutschen Bänden werden Pergamentstreifen (aus einer zerschnittenen Handschrift bei V 1542) zwi­ schen die Bünde über den Rücken geklebt und mit dem Vorsatz am inne­ ren Deckel befestigt, wodurch den von außen in die Deckel gezogenen Bün­ den der nötige Gegenzug geboten wird. Das Wasserzeichen im Vorsatz gibt bei der Bestimmung aller unverzierten Pergamentbände einen wichtigen Ausschlag ab. Auf den französischen Bänden ist vornehmlich als Wasser­ zeichen eine weisende Hand mit Blüte vorzufinden. Deutsche wie französische Pergamentsteifbroschüren sind in der Regel an der vorderen Deckelseite mit einem zweifachen Verschluß versehen. In Frankreich sind es vor allem Lederriemchen, in Deutschland dagegen Lederriemen und Bänder. Die verschiedene Art der Verankerung dieser Schließbände mit dem Pergament­ deckel ist auf den abgebildeten beiden Bänden vortrefflich zu sehen. Im geschlossenen Zustand zeigt der französische Band eine blockartige, recht­ eckige Form. Wenn keine Klappen übergreifen, schließt der Pergamentum­ schlag mit den Blättern des Vorderschnitts in einer einzigen, senkrechten Linie ab I I 182. Der Schnitt ist meist einfach, braun getönt. Das Kapital, sehr klein und gern blau und rosa umstochen, liegt flach in einer schmalen Kette auf dem Schnitt. In vereinzelten Fällen werden die Klappen an allen drei Seiten angebracht und so groß ausgeführt, daß sie die Schnitte völlig verdecken II 330, eine pflegsame Bindeweise, die auch von Plunion in Hei-

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delberg und von Meuser in Dresden auf mehreren Pergamentbänden ange­ wandt worden ist. In stärkstem Gegensatz zu den korrekten, französischen Arbeiten stehen die wenigen Pergamenteinbände, die sich mit einiger Sicherheit für die Nie­ derlande lokalisieren lassen. Mehr noch als in Deutschland empfand man hier die Steifbroschur als Behelf. Die wenigen Bände sind ausgesprochen nachlässig gebunden, wahrscheinlich waren sie nur als Schutzhülle bis zu einer späteren festen Bindeweise gedacht. Der Pergamentumschlag ist rot überstrichen I II 156, mitunter wurde auch nur versteiftes Papier zum Um­ schlag verwendet, IV 356 und 566. Zwischen den Bünden wurden keine Perga­ mentstreifen verstärkend geklebt. In manchen Fällen ist die Bundschnur am Block glatt abgeschnitten, so daß die Vorsatzseiten die einzige Verbin­ dung zwischen Deckel und Buch bilden V 2113. Karel van Manders «Leven der Italiänischen Schilder» IV 990 ist in Pergament mit Umschlagklappen und braunen, durchgezogenen Kordelbünden gebunden worden; auch dieses Buch dürfte seinen Einband bereits am Druckort, in Amsterdam, erhalten haben. In vorgerückter Zeit (1618) werden die niederländischen Perga­ mentbände mehr in der Art der Hornbände, stark glänzend über festen Pappdeckeln, gearbeitet z. B . VI 208/9. In Deutschland waren die unverzierten Pergamenteinbände als üb­ liche Form der Akteneinbände schon von jeher verbreitet und in abwechs­ lungsreicher Bindeweise vielfältig erprobt. Ein gutes Beispiel der verschie­ denen Heftweisen der deutschen Pergamentsteifbroschüren ist auf Taf. 176 gegeben. Die einfachste Art war es, die Druckseiten, nur eine Lage, mit dem Pergamentumschlag schreibheftartig zu verheften. Bei dickeren Büchern stach man die Bundheftung auf dem Pergamentrücken durch und verband Bund und Pergamentumschlag durch eine kordelartig umstochene Schnur auf dem Rücken, V 1149. Der gleiche Effekt begegnet uns, künstlerisch rei­ cher gestaltet, auf der Pergamentbroschur IV 957, wo die kordelartige Schnur auf dem Rücken zwischen Kapital und dem ersten resp. letzten Bund in diagonaler Überkreuzung durchgezogen ist. Das Buch hat eine Klappe, die bis in die Mitte des Vorderdeckels reicht. Sie wird mit einer Schnur, die um den ganzen Buchblock geschlungen ist, auf dem Rücken hinten verknüpft. Anstelle von neuem Pergament hat man in verhältnismäßig vielen Fällen (etwa dem dritten Teil aller Broschüren) alte beschriebene Pergamentseiten als Schutzhüllen verarbeitet. Dieser barbarischen Sitte sind viele mittelal­ terliche Handschriften zum Opfer gefallen. Die ältesten und wertvollsten Stücke der als Einbände verarbeiteten Handschriftenseiten sind daher auch unter Kardinal Ehrle abgelöst und gesondert aufbewahrt worden; die Hand­ schriftenreste mit Noten z. B . V 183, wurden von Bannister in seinem K a ta ­ log beschrieben und bestimmt. Auf diesen Einbänden mit handschriftlichen Pergamentresten ist der Heftfaden in der Regel von der Kapitalnaht zu dem ersten resp. letzten Bund durch den Pergamentumschlag durchgestochen und in eng aneinandergefügten senkrechten Stichen miteinander saitenar­ tig verankert worden. Mitunter hat man auch noch in der Mitte zwischen dem zweiten und dritten Bund die senkrechten Heftfaden durchgestochen. Das

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spröde, leicht brechende Material der alten Pergamentblätter bot gegen­ über diesen vielen durchlöchemden Stichen nur einen bedingten Halt. Daher wurde mitunter außen auf dem Pergament noch ein kurzes, sehr festes Le­ derröllchen aufgelegt und über dieses die Heftung vorgenommen V 1634. Der Versuch hat sich auf schmäleren Bändchen in seiner Brauchbarkeit trefflich bewährt. Bei umfangreicheren Bänden freilich versagte die Steif­ broschur. Selbst da, wo der Pergamentumschlag noch in fester Verbindung mit dem Buchblock steht, hat der Gebrauch, vielleicht auch das Aufstellen der Bücher, eine Verlagerung des schweren Buchblockes nach vorn ergeben; der Vorderschnitt wölbt sich vor, der Rücken biegt in einer tiefen Senkung ein. Eine ganz ungewöhnliche Verbindung von Buchblock und Pergament­ hülle — der Heftfaden wird seitlich am Falz durchgeführt — liegt in V 796 vor. F a st ist man verführt, anzunehmen, daß hier das Vorbild chinesischer Bücher eine Anregung gab, von denen die Palatina mehrere Proben aus der Prager Rudolflnisehen Bibliothek besaß. Einer der chinesischen Drucke war von einem Prager Buchbinder auf chinesische Weise am Falz mit gedreh­ ter Kordel über weißem Pergamentumschlag steifbroschiert, I II 190. Die meisten dieser steifbroschierten Einbände sind naturgemäß in Hei­ delberg selbst gebunden worden und zwar sowohl für die fürstliche Biblio­ thek wie für die Universität. Den Ausschlag bei der Zuweisung an Heidel­ berg gibt zunächst das Wasserzeichen im Vorsatz ab; neben den verschie­ denen pfälzischen Wappen finden sich häufig eine Dogge mit hängender Zunge, der Adler mit einem Kopf, auch wohl eine mittlere Krone vor. Nach technischen und zeitlichen Eigentümlichkeiten schließen sich die Heidelber­ ger Steifbroschüren zu bestimmten Gruppen wie folgt zusammen. Die frühesten Steifbroschurbände (bis zur Mitte des 16. Jh .) sind durch sehr breite, dicke Pergamentbünde ausgezeichnet und waren, wo immer sich ein Besitzereintrag nachweisen lässt, für die Universität z. B. V 486. 498. 522 und ihre Angehörigen, z. B . Andreas Stolz V 1884 bestimmt. Mehrere von ihnen hatte man zum besonderen Schutz mit einer Umschlag­ klappe versehen V 1149. 1823. Auch die Bergwerksordnung Friedrichs II., ersichtlich aus der Schloßbibliothek, ist in eine solche dicke Pergamenthülle mit Riemen zum Verschluß eingebunden worden I I 293. Titelaufschrift oder aufgeklebte Rückentitel finden sieh auf diesen frühen Heidelberger Steifbroschüren nicht. Eine besondere Gruppe, die sich fast das ganze Jahrhundert hindurch verfolgen lässt, umschließt die steifbroschierten oder über Pappdeckel gear­ beiteten Bände, bei denen als Pergamentbezug alte zerschnittene Pergament­ handschriften verarbeitet worden sind. Die Verwendung solcher Hand­ schriftenreste, meist zerstörte Handschriften aus den aufgehobenen Klöstern, lässt sieh zunächst nur auf den Universitätseinbänden in Heidelberg nach­ weisen. Unter Ottheinrichs Büchern finden sie sich nicht vor. Aber während der sparsamen bibliothekarischen Haushaltung Friedrichs III., besonders zwischen 1560-70, bürgerte sich der Brauch auch auf den fürstlichen Biblio­ thekseinbänden ein. Einige hundert Steifbroschüren sind in dieser Zeit mit den Pergamentseiten von Meßbüchern und liturgischen Schriften überzo-

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gen worden; meistens handelte es sich dabei um Bücher von geringerem Belang. Im 8. und 9. Jahrzehnt wurden nur noch ganz vereinzelte Steif­ broschüren aus den übriggebliebenen Blättern der Pergamenthandschrif­ ten gearbeitet, z. B. IV 916. Diejenigen Steifbroschüren, die mit den B lät­ tern ein und derselben Handschrift überzogen sind, dürften auch in ein und derselben Werkstatt gebunden worden sein. Wahrscheinlich waren es vor allem die beiden Krück, die das stärkste Kontingent unter Friedrich III. geliefert haben; doch dürfte auch der Buchbinder F. D. daran beteiligt ge­ wesen sein, dessen Halblederbände mitunter mit Handschriftenresten be­ zogen sind, während das übergreifende Schweinsleder des Rückens mit einer seiner Blinddruckrollen überstrichen ist. In ähnlicher Weise hat Petersheim drei Halblederbände S. 47. II 44 und V 1154 mit seiner Kranzrolle bedruckt, während eine handschriftliche Pergamentseite als Überzug dient. Nur in ganz wenigen Fällen hat man die in Pappdeckel gebundenen Bücher mit einer beschriebenen Pergamentseite überzogen, meist waren es studen­ tische Lehrbücher an der Universität. Für die Bücher der Landbibliothek bevorzugte man in diesem Falle ein unverbrauchtes weißes Pergament, das den über festen Pappen gebundenen Bänden einen dauerhafteren Schutz verlieh. Die Heidelberger Steifbroschurbände, die in weißes Pergament ge­ bunden wurden, unterscheiden sich in der Bindeweise von den mit Perga­ menthandschriften überzogenen Broschüren kaum. Stets bilden zwei Le­ derriemchen oder Bänder den vorderen Verschluß; die weichen Deckel sind in der Regel über dem Vorderschnitt zu einer kleinen Klappe umgebogen. Die Bünde werden durch den Pergamentumschlag durchgezogen und am Deckel innen verklebt. Bei Einbänden pflegsamerer Art sind auch die beiden Kapitalbünde durch die Deckel gestochen. Zwischen den Bünden werden Pergamentstreifen geklebt und auf der Innenseite des Deckels verankert; sie geben den von außen eingeführten Pergamentbünden den entsprechen­ den Gegenzug. Bei besonders schmalen Büchern wurden Druckseiten und Pergamentumschlag noch wie in frühesten Zeiten zusammengeheftet: IV 882 und 887, 1080. VI 236. Einige Bändchen sind zwar über Bünde gehef­ tet, aber diese sind abgeschnitten; und die Verbindung mit dem Pergament­ umschlag ist durch das angepappte Vorsatzblatt allein gegeben, IV 870. 905. V 1467. Nur gelegentlich hat man Steifbroschüren in Heidelberg auch in der zweiten Jahrhunderthälfte noch mit Umschlagklappen gearbeitet IV 800. 911. 921. 933 1033. V 1016/18. 1163. 1178. 1880, im Gegensatz zu Sachsen, wo Meuser dieser altertümlichen Schutzvorrichtung einen völlig neuen künstlerischen Ausdruck abzugewinnen verstand. Etwas abweichend sind immer die Steifbroschüren des Hofpredigers Willing gehalten, entwe­ der nur am Vorsatz verklebt IV 870. 1468. 1474 oder über zwei Bünde allein genäht, die den Buchblock gleichwohl sehr fest und stabil verbinden V 789. 790. 1766 und 1998. E s ist nicht ausgeschlossen, daß diese Broschüren von Petrus Betz gearbeitet worden sind, der auch den schönen, schweinsleder­ nen Blinddruckband für Willing gebunden hat. In besonders eleganten Formen präsentieren sich die Pergamentsteifbroschüren des Guillaume Plu-

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nion, die sich von den französischen Bänden, denen er gleichwohl in der Bindeweise folgt, nur durch das pfälzische Wasserzeichen im Vorsatz und die deutsche Art des Bandverschlusses unterscheiden. Bücken und Platten über dein Vorderschnitt sind in rechtem Winkel scharf gebrochen, Bünde und Zwischbünde, kaum sichtbar, durch die Pergamentdeckel gezogen; das verarbeitete Pergament ist hervorragend schön I 55, 56. II 236. I II 137. V 1034 und 1205. Für die Universitätsbibliothek bildete sich zwischen 1550 und 80 ein neuer Typ der Pergamentbroschüren heraus. Das Pergament wird sehr dick gewählt und stets farbig überstrichen, moosgrün oder mit einer orangenen Farbe, die in den alten Katalogen mit pomeranzfarben bezeichnet wird. Zwei bis drei sehr dicke, weiße Lederbünde werden durch die Pergament­ deckel gezogen; der Verschluß über dem vorderen mit schmalen Klappen gearbeiteten Deckel wird stets von zwei Lederriemen gebildet. Kapitalbün­ de treten nur ganz selten auf dem Deckel hervor, z. B. V 979. Dagegen wer­ den mitunter die breiten Lederbünde geschlitzt und in zwei Streifen ge­ spreizt auf dem Deckel oben eingestochen. Wahrscheinlich gehörte die Gruppe von weißen Pergamentbroschuren, die gleichfalls diesen gespreizt eingeführ­ ten Bund auf dem Deckel zeigen, ursprünglich auch in die Heidelberger Universitätsbibliothek. Nur vereinzelt sind die Pergamentbände der Universi­ tät über feste Pappdeckel gebunden II 353. 463 und 589. V 786. Dem In­ halt nach umschließen die steifbroschierten Universitätsbücher haupt­ sächlich Werke der Theologie und Medizin. Von den Pergamentbroschüren der Universität deutlich getrennt sind die Broschüren der Landbibliothek, die sich seit Ludwig VI., wahrschein­ lich unter dem Einfluß der uniformierenden blindgedruckten Wappenein­ bände des Elias Petersheim, auszubilden begannen. Ein festes Schema bil­ dete sich heraus. Die weiße Pergamentbroschur wird stets von zwei grünen Bändern zusammengehalten, die kleinen Klappen sind scharf gebrochen; der Schnitt wird jetzt öfters gefärbt, grün, mitunter auch rot. Am Ende des Jahrhunderts sind die Farben, blau und rot, in Streifen voneinander abge­ setzt. Eine größere Gruppe der Pergamentbände der Landbibliothek wurde mit Blindlinien, meist zwei, hart am Band umrahmt. Eine andere Gruppe ist durch ihre exakte Bindeweise: drei Bünde und zwei Kapitalbünde, aus­ gezeichnet. Beide Gruppen zeigen in der Begel ein auf dem Bücken auf­ geklebtes Papierschild mit der Titelaufschrift. Wenn sich diese typische Form der Pergamentbände der Landbibliothek auch vereinzelt auf Einbänden der Universitätsbibliothek findet z. B. V 591 und 1829, kann dies nur als Zeichen dafür gelten, wie sehr sich die uniformiert durchgeführten palatinischen Entwürfe auch in der Stadt selbst Geltung verschafft hatten. Sie prägten auch den Pergamentbänden mit festem Pappdeckel, die für die Landbibliothek in zunehmendem Maße gebunden wurden, ihren Stempel auf. Auch hier haben wir das gleiche Bild wie bei den Broschüren, ein sehr glattes, glänzendes Pergament als Bezug, zwei grüne Bänder zum Verschluß, ein oder zwei Blindlinien hart am Band als einziger Schmuck.' Die dauerhafte Form dieser Pergamentpappeinbände verdrängte die Bro-

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schür mehr und mehr und ergab um die Jahrhundertwende die am meisten gebrauchte Einbandform für die Bibliothekseinbände einfacherer Art. Die Schnitte sind auf den Pappbänden in der Begel blau-grün; im 17. Jh . begeg­ net uns häufig ein blau und rot gesprenkelter Schnitt S. 33. 46. II 439. 441. IV 650. Von diesen in großen Gruppen zusammengefassten Pergamentbänden aus Heidelberg heben sich andere Bestände mit abweichenden Kennzeichen deutlich ab. Zunächst ist auch hier das Wasserzeichen besonders wichtig. E s gibt für eine Beihe Amberger Pergamenteinbänden, die aus der Bibliothek Ludwigs VI. während seiner Begentschaft in Oberfranken stammen, die ersten Anhaltpunkte für eine Herkunftsbestimmung ab. Besonders häufig finden sich im Vorsatzpapier der Amberger Einbände das Begensburger Wappen, die gekreuzten Schlüssel und eine kurze Krone, mitunter auch die Baseler Lilie vor, viel verbreitet und ohne direkten lokalen Bezug. Der Verschluß besteht stets aus Lederriemchen, die zur größeren Sicherheit oft noch einmal durch die Deckel gezogen und in einer Schlaufe innen veran­ kert sind. Die Klappen über dem Schnitt sind kurz und mitunter etwas schlapp. Die Bünde sind stets durchgezogen; Kapitalbünde dagegen finden sich fast nie. Wo der Bezug farbig überstrichen ist, wurde ein dunkles Grün oder ein sehr sattes Burgunderrot verwendet, z. B. II 409. IV 562, das am Bücken mitunter stark verblichen ist. Auf mehreren der Amberger Steif­ broschüren ist der Titel in dekorativer Weise auf dem Vorderdeckel auf­ geschrieben IV 969. 997. V 195. 484. 1055. 1171 u. a. m. Derartige Auf­ schriften waren auf mitteldeutschen Pergamentbänden z. B . in Wittenberg, aber auch in Dresden sehr beliebt. E s ist möglich, daß sich dieser Brauch in Am­ berg durch die Amberger Meister, die in Wittenberg ausgebildet waren, ein­ geführt hat. Auch die häufigere Verwendung von Umschlagklappen folgt einer Anregung aus Mitteldeutschland. Die Klappe wurde zunächst noch ohne Verschluß gearbeitet V 1171, 1180. 1397. 1631. V I 34 und 149, später aber mit Bändern V 1045.1225.1318. 1539 oder mit einer kleinen, zierlichen Messingschließe in der Mitte versehen IV 570, 668. 825 und 833. Sehr viel schwieriger als die Amberger Bände lassen sich die stark aus­ einandergehenden Pergamentbände der verschiedenen pfalzgräflichen Ne­ benlinien bestimmen. Linksrheinisch, der französischen Emigrantenkolonie in Frankenthal zugehörig, dürften zum mindesten einige Pergamentbände sein, die nur die Kapitalbünde durchgezogen haben, ein charakteristischer französischer Zug V 1366. 1957. 2010. Einer von diesen Drucken war dem Pfalzgrafen Christoph gewidmet. Sein Bruder Johann Kasimir hat in meh­ reren anderen Pergamentbändchen seinen Namen eingetragen. Der Zeit nach dürften es Einbände sein, die während seiner Begentschaft in K a i­ serslautern angefertigt worden sind IV 879. V 796. 1179. Für seine Gemah­ lin, die Pfalzgräfin Elisabeth, liegen einige steifbroschierte deutsche Erbau­ ungsschriften vor, die sehr wahrscheinlich gleichfalls aus Kaiserslautern stammen IV 836. 914. 948. Ihnen schließt sich mit übereinstimmender Bin­ dung das Pergamentbändchen um die pfälzische Hofordnung IV 954 an, während das Kochbuch IV 577, auf dem zwei breite dunkelgrüne Leder-

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bünde durch das weiße Pergament gezogen sind, einen Einschlag Straßburger Stiles verrät. Die Schriften des Tossanus, Hofpredigers bei Johann K asi­ mir, haben ihre Pergamentbroschüren sehr wahrscheinlich auch in Lautern erhalten V 1175. 1216. 1395. Zwei französische politische Berichte dagegen dürften des Wasserzeichens wegen, Tor mit zwei Türmen, das von dem Drucker Harnisch mit Vorliebe gebraucht ist, in Neustadt a. d. Hardt steifbroschiert worden sein II 331. V 1035. Die Einbände um ein Wormser Agendebuch IV 1037 und ein Dante-Buch V 816 mit dem handschriftlichen Schenkungsvermerk Worms sind Wormser Herkunft. Jenes sehr schmale, Taf. 176 abgebildete Bändchen, das über ein aufgelegtes Lederröllchen außen am Bücken verstärkend zusammengeheftet ist, ist wahrscheinlich wie der Druck in Metz entstanden V 1634. Ein anderes Pergamentbändchen V 787 verweist der Widmung wegen nach Zweibrücken, während die Steifbroschüren IV 549 und 892 mit dem Besitzereintrag des Pfalzgrafen Beichardt aus Simmern gekommen sind. Die oberrheinischen Pergamentbände sind durch Schenkungseinträge und Wasserzeichen gekennzeichnet, denen gleichwohl stets gewisse techni­ sche Eigentümlichkeiten beigesellt sind. Jener Brauch, farbige Lederbünde in die weißen Pergamentdeckel einzuziehen, der uns auf dem Kochbuch­ einband in Kaiserslautern begegnete, ist auch in Straßburg V 1251 und Basel IV 1268 heimisch gewesen. Der Geschenkband des Johannes Marbach an Pfalzgraf Ludwig IV 961 hat einen schönen, dekorativen handschriftlichen Titel auf dem Vorderdeckel, ebenso wie IV 964. Ein anderer Straßburger Pergamentband trägt den handschriftlichen Titel auf dem Vorderschnitt I I 188; die Bünde sind auf diesem Band abgeschnitten und nur der K api­ talbund durch die Pergamentdeckel gezogen, die Nähe der französischen Bindetechnik verratend. IV 1038 hat das Straßburger Wappen als Wasser­ zeichen. Ein Disputationseinband IV 655 zeigt die in akademischen Kreisen beliebte Verwendung alter Pergamenthandschriften als Hülle mit Um­ schlagklappe. Basel und Zürich zeichnen sich in ihren Pergamentbänden durch einen sehr gradlinig abschließenden Buchblock aus. Die dicken und festen Perga­ mentdeckel sind in scharfem Winkel gebrochen und reichen genau bis an den Vorderschnitt; sie blieben ohne Klappen bei IV 1062 und 1268 in Basel, I I 433. 561/2 in Zürich, und wurden nur gelegentlich mit einer Umschlagklappe versehen, IV 1000 in Basel und IV 1031 in Zürich. Der Genfer Pergament­ band mit dem Kaufeintrag Wambolths IV 1271 zeigt ein grobgekörntes. Pergament und eine auffallend kleine Kapitalnaht, die grün gepresst, kaum wahrnehmbar, auf dem Schnitt liegt. Auch der Geschenkband des Simon Simonis I I 502 zeigt das gleiche, noch fellartig dicke Pergament; die Versteifung ist sehr fest, die Klappen dagegen ziemlich schlapp. Tübingen, das sich in handkolorierten Pergamenteinbänden gefiel, hat auch in den unverzierten Pergamentbroschüren eine eigene Note entwickelt. Der Katechismus in syrvischer Sprache dürfte hier gebunden worden sein V 1984, ebenso die drei Predigten IV 658. 857 und 1163 des Andreae, von denen die eine handschriftlich dem Grafen von Helfenstein gewidmet ist. Die

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Verschiedenes Material

Bünde werden in Tübingen recht dick und breit genommen und greifen in langem Streifen auf die Deckel ein. Das Pergament ist sehr gut, ein steifes, widerstandsfähiges Material I V 1165/6. Zwei Pergamenteinbände mit auffallend bräunlichem Pergament IV 955 und 983 umschließen Kölner Drucke und könnten in Köln gebunden worden sein. Das zweite Buch zeigt eine ungewöhn­ liche Kapitalbildung: ein Lederröllchen, blau und rötlich bemalt. Auch die beiden rötlich überstrichenen Pergamentbände IV 591 und V 772 weichen von ähnlichen Bänden in Heidelberg, aber auch in Amberg entschieden ab und könnten am Druckort, in Köln, gebunden worden sein. Der Buchblock ist kantig, der Bücken scharf gebrochen. Zwei sehr breite Bünde werden am Innendeckel in langen VII «0 S.

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und London Pal. V 700

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8.

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C L X X III

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CLXXIV

Ravensberg b. Heidelberg Cod. Pal. lat. 502

S. 9

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CLXXY

Breslau Pal. II 540/1

8 . 263

und Heidelberg Cod. Pal. lat. 1862

8 . 262

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CLXXVI

Pergamentsteifbroschuren Verschiedene Heftungen S . 266 f. Pal. V 1852 V 1149 V 1075 V 1634 IV 957 IV 800 V 796

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Deutsche und französische Bindeweise Pal. V 1542 V 1196

8 . 265

ΙΙΛΧΧΊΟ

Pergamentbände

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CLXXYIII

Durchreibungen aus der Sammlung Msgr. Stanislaus Le Grelle Pal. IV 150 8 . 247 Cod. Pal. lat. 1976 8 . 246 Pal. VI 10 III 72 www.torrossa.com - For non-commercial use by authorised users only. License restrictions apply.

CLXXIX

Durchreibungen aus der Sammlung Msgr. Stanislaus Le Grelle Pal. VI 120 8 . 147 VI 56 Stamp. Barb. FF I 58 8 . 110 www.torrossa.com - For non-commercial use by authorised users only. License restrictions apply.

CLXXX

Rom Umgebundene Bücher unter Papst Urban VIII. Cod. Pal. lat. 43 unter Papst Pius VI. Pal. V 1701 8 . 256 www.torrossa.com - For non-commercial use by authorised users only. License restrictions apply.

8 . 253

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CXXXI

Cambridge Cod. Pal. lat.

1736

S . 250

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CXXXII

Rom Meister des Beroaldus Pal. I 193

S . 170

und Inc. III 307

S . 175

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CXXXIII

Eom

Meister der päpstlichen Recbnungskammer Cod. Pal. lat. 1982 und 1980

S . 172

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CXXXIV

Padua Pal. V 1986

S . 170

Bologna

Venedig Meister des Andreas Gritli Cod. Pal. lat. 1886 Meister des Ebeleben Membr. V 6 8 . 170

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8 . 11

CXXXY

Bologna Meister der Kunsttischlerakten Pal. S. 22

8 . 170

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CXXXYI

Montpellier Pal. V 720 S . 183 Paris Stamp. Barb. K VI 50 S .

184

Lyon Genf

Pal. VI 133 Pal. V 998

8 . 186 S . 221

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C X H X S3Ü

Paris Schüler des Claude de Pieques Stam p. Bart), Y V §7 Mi 189 Meister des Mersen P al. Y 1638 8 . 186 Claude de Pieques Aldine I I I 101 2

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216 )

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Paris Guillaume Lenoir Pal. VI 194 8 . Paris Payen-Meister Pal. V 999 S . 186

188

Lyon Stamp Barb. K I 26 8 . 181 Sorbonne-Meister Stamp. Barb. K XI 37 S .

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Genf Königsbuchbinder Pal. YI 197-198 S . 229 on Meister des Herbsthaimer Pal. VI 230 8 . 188 Zürich Pal. VI 214

CXXXIX

8 . 240

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Sedan

Pal. V 1712

8 . 245

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S . 245

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Metz Pal. V 1843

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CXLII

Ingolstadt Meister des Johannes Eck

R. I III 245 A

S . 109

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CXLIII

ysburg Meister der Metzgerakten Pal. Y 36 S . 194 Lindau Gasser-Meister Pal. V 939 Augsburg Meister des Sixt Birck Pal. V 1551 S . 198

S . 199

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Augsburg Jeremias Maix

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Pal. IV 1224

S . 206

und Ratsaktenmeister Pal. IV 269

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Augsburg Hieronymus Wolf-Meister Pal. V 304 V 239 A. 200 Caspar Horneifer Pal. V 345 % ^ Λ*-«, Y i ·*>- , ; > ; > -. .. *. M f è ·? a Λ , »

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Frankfurt a. M. M eister des Tabernaem ontanus. S. 19

(greci o. Nr.)

Aristoteles. Operurn nova editio graece et latine. Lyon 1590. W Iohann Casim ir von der Pfalz. P appd . B raunes K albleder m it Rauschei. v: Deckel fehlt. o P W P falz und K ursachsen im Punktrahm en - Linien m it grossem K n ospenSt Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. S. 20

(ted. 3243)

Vesalius, Andreas. Anatomia. Nürnberg 1551. H L P 1569 (Rauschei). Holzd m it Schliessen. B raunes K albleder blind. T itelaufdruck Rauschei. P J u s titia und L u cretia bez. I. G. / M edaillonR schm al / Streu St j M edaillonR breit / S alv ato rR bez. I. G. Titel: A natom ia Deudsch.

Amberg. I. G. S. 21

(lat. 2425)

M issale secundü vsum ecclesie ratispön. B am berg 1518. B Ottheinrich 1555. Holzd m it Schliessen und Beschlägen, D unkelbraunes K albleder blind und gold (P St). o P B und W Ottheinrich als Pfalzgraf. Rhom bus: TugendenR 1543. Rechteck: Rechtfertigung.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. S. 22

(Maz. 2674)

Biblia lat. Zürich 1543. p. 78 b. F no 120. A ufdruck: H uldrichus F uggerus A ugustanus Bononiae Anno Chri M D X X X X V . P appd . H ellbraunes K albleder gold. M aureske S t, Rahm en und M itte füllend, r: Titel, v: Besitzeraufdruck. D arüber und darunter Sprüche im Lorbeerkranz.

Bologna. Meister der Kunsttischlerakten.

Taf. CXXXV

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Palatinische Einbände. Drucke S. 23

Pal. S. 23 - 27

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(ted. 1757)

Gessner, Conradus. Vogelbüch. Zürich 1557. H L P 1561 (gold). Holzd m it Schliessen. Braune« Kalbleder blind und gold (PorlR und St), r: M itte leer. Rhom bische Linien und Rechteck m it K ckSt - P erlR - K ran zR . v: K leines Q uadrat, auf der Spitze stehend, m it Zufahrtslinien Linien m it E ck S t - PerlR - K ranzR .

Zürich. Meister des Gessner. S. 24

(ted. 1731)

Lutherus, M artinus. B iblia D as ist Die gantze Heilige Schrifjt verdeutscht. N eu stadt a. d. H ard t 1594. Pfalzgraf Jo h an n Casim ir gedruckt gewidm et. P ap p d 4 Bandspuren. Rahmen aufgesetzt. Braunes K albloder gold und L a c k ­ malerei. o P O vales Ornam ent - schm ale K an d elaberR m it E c k S t (im Rechteck) - PerlR (Rhom bus) - E ck P und breite K an d elaberR / PerlR / K ran zR . Goldschnitt mit Bildern, ziseliert und bem alt. D ruckersignet M(artin) Il(arnisch).

N eustadt a. d. H ardt. Buchbinder des Harnisch. S. 25

Taf. XCI1I

(ted. 358)

Gessner, Conradus. Thierbuch. Zürich 1563. Hesgl. Fischbuch. 1563 und Vogelbuch. 1567. H II C P B R I B 1574. P ap p d m it 2 grünen Bändern. H ellbraunes K albleder gold und Lackm alerei, o P r: W Pfalz im K ranz m it Vignetten au s Einzelstem peln, darin Besitzeraufdruck und Bindejahr, v: P Ornam ent oval gross - Linien blind und gold, dazu V asenSt. Rii: 3 S t wechselnd im Feld.

Heidelberg. Guillaume Plunion. S. 26

(greci o. Nr.)

B . A thanasius. Opera. (Heidelberg) 1601. F (irrtüm lich). W Friedrich IV. Pappd. H ellbraunes K albleder gold und schwarze Lackm alerei, o P W Pfalz oval im K ranz m it R eichsapfelSt zur Seite r + v - E ck P und StBordüre. Rü: kleiner LöwenSt.

Heidelberg. Guillaume Plunion. S. 27

(lat. 684)

Lazius. W olfgangus. Commentariorum Reipubl. Bomanae ... constitutae libri duodecim. B asel 1521. F. Holzd mit Schliessen im Wechsel. B raunes K albleder Rauschei. o P Ornament oval r + v - Linien mit grossem K n ospen St - Linien. R ü: B la ttS t.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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S. 28

Palatinische Einbände. Drucke Pal. S. 28 - 33 (lat. 1140)

Tabulae Arithmeticae Universales. München 1610. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Pfalz ohne Inschrift r + v - L in ie m it B la ttS t - K ran zB .

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 29

(ted. 1 7 7 5 a- 1776b)

Vesalius, A ndreas. Von des menschen corpers Anatomey. B asel 1543. L P C 1577 (Eauschel). P a p p d 4 Lederriem chen. W eisses Schweinsleder blind. H alblederband. D eckelbezug: P eigam enthandschrift (Antiphonar). K ran zB .

Heidelberg. E lias Petersheim. S. 30

(Mazz. 2675 - 77)

A pianus, Peter. Astronomicum Caesareum. In golstad t 1540. « D n s Ulrichus a Schellem berg ... psente librü Achilli P Gassero Feldkirchii 1544. Quinq T aleris em pt. e. liber h i c .» P ap p d . Pergam entbezug.

B om . M eister P iu s’ V I. S. 31 i.i

(greci o. Nr.)

Plutarchus. Quae exstant omnia (opera) 1. 2. Fran kfurt a. M. 1599. W Pfalz. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W P falz oval - v: Ornam ent oval - L in ie m it K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. S. 32

(ted. 1837)

Lutherus, M artinus. B ib lia D as ist Die gantze Heylige Schrifft. F ran k ­ fu rt a. M. 1560. Inliegend Schreiben an Churfurst ... (Friedrich III). H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Streifen T ugen den B - K ra n z B m it Engelsköpfen - E van gelisten E .

Heidelberg. P falzgraf Ludwig-Meister. S. 33

(Mazz. 2678)

Steier, Sylvester. H istoria genealogiae domini. Fran kfurt a. M. 1594. P a p p d 2 Bandspuren. Pergam entbezug. Schnitt gesprenkelt.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke S. 34

Pal. S. 34 - 39

9

(ted. 3244)

M atthiolus, Andreas. Kreuterbuch. Fran kfu rt a. M. 1586. B L u dw ig Y I. Holzd m it Schliessen und Beschlägen. W eisses Schweinsleder blind. P r B L u d w ig P faltzgr ... v: W L udw ig ... P falsgraf. TugendenR / R eform ato ren !! / M aureskenR herzförm ig / K ran zR .

Heidelberg. Perlrollen-Meister (m it P des Petersheim). S. 35

(greci o. Nr.)

Divinae scripturae Veteris ac novi testamenti omnia. Fran kfurt a. M. 1597. W Friedrich IY . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: W Friderh... v: J a e l 1571 m it E c k S t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 36 i .2

(Ebr. 1)

B ib lia Rabbinica. 1. 2. Venedig 1524-25. B Ottheinrich 1550. Holzd m it Schliessen und Beschlägen. D unkelbraunes K albleder blind und gold. o P Bildnis und W appen als P falzgraf. Rhom bus: T ugendenR 1543. Rechteck: S alv ato rR . StreuSt.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. S. 37

1.2

(E br. 7)

B ib lia Polyglotta. 1. 2. Heidelberg 1586. H F P 1587 (gold). P a p p d m it 2 Bandspuren, W eisses Schweinsleder blind, o P Arabeskengeflecht r + v K an d elaberR / R ankenR / Evangelisten R .

Heidelberg. F . D. S. 38

(Ebr.

8

a - b isb )

B ib lia sacra (Ebraica). H am burg 1587. P a p p d m it 2 grünen Bändern. Pergam entbezug. K lap p en über dem Sch nitt. N ur Linien m it schraffiertem B la tt S t - Linien. Schnitt gesprenkelt.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 3 9 1-4

(E br. 10)

B ib lia sacra (Polyglotta). 1-4. N ürnberg 1599. P ap p d m it 2 grünen Bändern. Pergam entbezug. K lap p en über dem Schnitt. N ur Linien m it schraffiertem B la ttS t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke

10

S. 4 0 1.2

Pal. S. 40 - 44

(Ebr. 11)

Novum, Testamentum (Polyglotta). 1. 2. N ürnberg 1599. P a p p d m it 2 grünen Bändern. Pergam entbezug. K lappen über dem Schnitt. N ur Linien m it schraffiertem B la ttS t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 411-17

(E br. 21)

Talm ud. 1-17. Venedig. 1520-48. B Ottheinrich 1556. llo lzd m it Schliessen und Beschlägen. D unkelbraunes K albleder blind und gold. 1 . 2 .: unkenntlich. 3. 6 .: o P W und B Ottheinrich als P falzgraf. Rhom bus: Blütenranke. Rechteck: P ärchen R / S alv ato rR stehend. Streu St. 4. 5. 7.: o P W und B Ottheinrich als P falzgraf. Rechteck: Blütenranke / Parisurteil / S alv ato rR stehend. StreuSt. 8-17: o P W und B Ottheinrich als P falzgraf. R hom bus: T ugendenR 1543. R ech­ teck: R echtfertigungsR . StreuSt.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. 5. 42

(Ebr. 22)

Mose B . Maimon. Opera. Venedig 1550-51. B Ottheinrich 1555. Holzd m it Schliessen und Beschlägen. D unkelbraunes L ed er blind und gold. o P W und B Ottheinrich als Pfalzgraf. R hom bus: T ugendenR 1543. Rechteck: R ech tfertigungsR . StreuSt.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. S. 43

1 .3 .4

(Mazz. 2679)

Gesner, K onrad. Historiae Anim alium . 1. 3. 4. Zürich 1551-58. « E x bibliotheca Chyrurghi Spallae em ptus et dicto Spalle dono d atu s a Chrestina. Suecorum R egina ». ... H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. Gotische B lüte, r: R hom bus m it kleinen gotischen B lüten / O rnam entleiste mit H undekopf. Gotische B lü te in den Ecken. Rechteck: B lü ten ian ke / K ran zR gotisch - Linien, v: 2 Vierecke um gotische B lü te m it O rnam entleiste und H und - gotische K ran zR - Streu S t - R osettenstab.

Zürich. Meister des Musculus. S. 44

(greci o. Nr.)

Testamentum novum (Paris) 1569. P.

Pappd. B raun es K albleder gold. o P R au te m it V asenSt. Streum uster. E ckP . R ahm enP m it V asen St / StB ordüre. Rii: V ierpassR . Stehkante kleine R anke. Goldschnitt glatt.

Genf. Königsbnchbinder.

Taf. CLXV

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Palatinische Einbände. Drucke S. 45

Pal. S. 45 - 50

11

(Mazz. 2680)

(M iscellanea von Holzschnitten des 16. Jh .) 1549-54. B Ottbeinrich. Holzd m it Schliessen und Beschlägen. H ellbraunes K albleder gold und schwarze L ackm alerei. o. P B (K opf) und W Ottheinrich. K artusche. StD ekoration / Ornam entleiste hez. A / Ornam entleiste m it 2 Grotesken / R in gR m it W Pfalz / K ra n zR / M aureskenR m it K öpfen. G oldschnitt ziseliert, bunt.

Heidelberg. Petru s B etz. S. 46

Taf. XLII

(lat. 3245)

Noyse von Campenhouten, Iohann Engelbert. Königen vnd Ertzhertzogen ... Bildtnussen. Innsbruck 1603. P app d m it 4 B andspuren. Pergam entbezug. K lappen über dem Schnitt. N ur Rahm enlinie blind. Schnitt gesprenkelt.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 47

(Mazz. 2681)

Imperatorum romanorum ... imagines. Zürich 1559. P app d m it 4 Bandspuren. H alblederband. W eisses Schweinsleder blind. Pergam ent­ handschrift als B ezug (Antiphonar). 4 Streifen K ran zR .

Heidelberg. E lias Petersheim. S. 48

(lat. 35)

H am m ilton, Archib. Calvinianae confusionis demonstratio. P aris 1581. « H ans Casim ir P faltzgraf ». 1588. P ap p d m it 4 Bandspuren. B raunes K albleder gold. o P R au te m it Engelskopf. E ck P - Linien mit Punkt. R ü: Engelskopf. Goldschnitt g latt.

Genf. Königsbuchbinder. S. 49

(Mazz. 2616)

B assan tiu s, J(aco b u s). Astronomia (Lyon) 1599. P app d . H ellbraunes K alb led er gold. o P R au te m it Y asen St. E ck P m it Y ierp assR . G latter Goldschnitt. R ü: V ierpassR .

Genf. Königsbuchbinder. S. 50

(ted. o. Nr.)

Gessner, K onrad. Thierbuch. Zürich 1563. H L P 1564 (gold). H olzd m it Schliessen. "Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen K ran zR / M edaillonR / S alv ato rR / S treu S t / R eform atorenR / K ra n zR .

Heidelberg. Hans Krück.

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12

S. 51

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. S. 51 - 56

(Mazz. 2682)

V esalius, Andreas. B e immani corporis fabrica libri septem. B asel 1555. « Sum Achillis P G asseri ... A ugspurgi Suina p t author donü 40 crociferi 1557 ». Holzd m it Schliessen. Schw arzbraunes L ed er (abgegriffen) blind. M edaillonR, antik.

A ugsburg. M ederländischer Meister. S. 52

(ted. o. Nr.)

B e ss Menschen Circkel vnd Lauff. 1581. (Astronomische Tafeln). P ap p d . M appe. Tafeln aufgeklebt.

R om . Buchbinder Leos X I I I . S. 53

(Mazz. 2683)

Thou, Ja c q u e s A uguste de. Historiarum su i temporis pars prim a. P aris 1604. « E x B ibi. A llat ». W Pfalz. P a p p d m it 2 Bändern. D unkelbraunes L ed er gold. o P W P falz offen r -]- v - Linien und St (alles sehr verw ittert).

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. S. 54

(ted. 1509)

Lutherus, M artinus. B ib lia B a s ist B ie gantze Heylige Schrifft. F ran kfurt a. M. 1561. P app d . M arm oriertes braunes Leder. R ü: rotes und grünes Schild mit T itel und St. A lter Goldschnitt: überschneidende Bogen.

Rom . Lu igi Cristallini. S. 55

(ted. 1412)

Lutherus, M artinus. B iblia B a s ist: Bie gantze Heylige Schrifft. F ran k ­ fu rt a. M. 1583. P ap p d . M arm oriertes braunes L ed er blind. Titelschild rot. Goldschnitt alt: über­ schneidende Bogen. R autenm uster. Ü berscbneidende W iegenfussSt. ZackenR.

Rom . Lu igi Cristallini. S. 56

(ted. 1510)

Lutherus, M artinus. B ib lia B a s ist B ie gantze Heylige Schrifft. H ei­ delberg 1617. P ap p d . B raunes m arm oriertes Leder. Titelschild rot. Goldschnitt alt: in H albbogen überschneidend.

R om . Luigi Cristallini.

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Palatinische Einbände. Drucke

Pal. I. 1 - 6

13

I. I. 1 l-s

(franc. 36)

Michel, Gabriel. Les edicts et ordonncmces des B ois de Frcmce. 1-1 (in 3 B dn). P aris 1611. W Friedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinaleder blind. P W r: F P C Friderh ... P falsgraf. v: E lisab eth P faltzgrevin. - Linien m it kleinem L ilien St nach innen - Linien m it grossem K n ospen St nach aussen.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I.

2

1-3

(lat.

86)

H otm an, Franc. Opera. 1-3 (Genf) 1599. W Friedrich IV. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus r + v - Linien m it grossem B la tt S t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 3

(lat. 70)

Coccius, Iodocus. Thesaurus catholicus. 1. 2. K öln 1600. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind (Linien und St) und gold. o P W P falz rund r + v - Linien m it grossem L ilien St.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 4

(lat 442)

D em pster, Thom as. Antiquitatum Romanarum corpus absolutissimum. P aris 1613. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Vinfte r + v - Linien m it grosser L ilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 5

(lat. 737)

P asseratius, Ioannes. Commentarii in C. Val. Catullum. P aris 1608. W Friedrich IV . Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I.

6

(lat. 443)

Cassander, Georgius. Opera omnia. P aris 1616. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W r: F P C Friderh ... P falsgraf. v: E lisab eth P faltzgrevin. - Linien m it kleinem schraffierten B la tt S t nach innen - M edaillonR.

Heidelberg. Pfalzwerkstatt.

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14

I. 7

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. I. 7 -1 2

(Mazz. 2684)

Gretser, Ja k o b . Controuersiarum Roberti Bellarm ini defensio. In golstadt 1607. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 8

(Mazz. 2685)

Ursinus, Zacbarias. Volumen tractationum a. d. H ard t 1587.

theologicarum.

N eustadt

H F P 1589 (gold). P ap p d m it 2 B andspuren. W eisses Schweinsleder blind. P Bandw erk m it schraffierten B lättern - R ankenR quer / K an d elaberR / R eform atorenR / K ran zR .

Heidelberg. P . D. I. 9

(greci o. Nr.)

Constantinus, Robert. Lexicon graecolatinum (Genf) 1592. W Pfalz. Holzd m it Schliessen (lädiert). W eisses Schweinsleder blind, o P r: W P falz oval, v: Ornam ent oval - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 10

(lat. 2669)

Lexicon trilingve ex thesavro Roberti Stephani. Strassburg 1590. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W P falz oval, v: Ornam ent oval - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim . I. 11

(greci o. Nr.)

Oratorum veterum orationesj in harum editione quid ab Henrico Stephano praestitum sit. o. 0 . (Genf) 1575. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r : W Friderh ... P falsgraf. o P v : Ornament oval - Linien m it grossem -K nospenSt - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. I. 12

(lat. 727)

Ovidius (P.) N aso. Operum Totnus 1-3 (in 1 Bd). Frankfurt a. M. 1601. W Pfalz (gold). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P W Pfalz rund r + v - Linien m it kleinem schraffierten B la ttS t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke Pal. I. 13 - 18 I. 13

15

(greci o. Nr.)

Athenaeus. Deipnosophistarum libri 15 recensuit Isa a c Casaubonus. (Heidelberg) 1597 u. a. m. W P falz (gold) ^ H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind, o P W P falz rund r + v - Linien m it grossem L ilien St - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. I. 14

(greci o. Nr.)

Archimedes. Opera. P aris 1615. W F riedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W V infte r + v - Linien m it grosser L ilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 15

(lat. 123)

D e Salas, Ioannes. Tractatus de legibus. Lyon 1611. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W V infte r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 16

(greci o. Nr.)

Aristophanes. Comoediae. Orléans 1607. W Friedrich IV. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Frideriçus Q uartus r + v - Linien m it grosser L ilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 17

(lat. 23)

Decretales. Antiquae collectiones decretalium. P aris 1609. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Frideriçus Q uartus r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 18

(lat. 726)

Virgilius (P.) Maro. Bucolica et Georgica, o. O. 1608. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W V infte r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke

16

I. 1 9 1.2

Pal. I. 19 - 24

(greci o. N r.)

Suidas. Opera 1. 2. Genf 1619. W P falz. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P W P falz ov al r + v, - Linien, kleine L ilie nach innen, grosser K n ospen St nach aussen - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 20 (ted. 448) M ünster, Sebastianus. Cosmographey. B asel 1578. L P C 1578 (Rauschei). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P K artuschenW r: L udw ig ... P fa ltz g raf B . v: E lisabeth / K rab b en R / S alv ato rR bez. E . P . / K ran zR .

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 21

(lat. 22)

Feu-A rdent, Franciscus. TJieomacMa calvinistica. P aris 1604. W Friedrich IV . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericu s Q uartus r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 22

(Mazz. 2686)

Leo P p. I, M agnus. Opera omnia. P aris 1614. W Friedrich Y. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W V infte r + v - Linien m it grosser L ilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 23

(lat. 757)

R hodiginus (Richieri), Ludovicus Caelius. Lectionum m tiquarum libri triginta. Fran kfu rt a. M. 1599. W P falz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W P falz oval, v: Ornam ent ov al - Linien m it grossem K n ospenSt nach innen.

Heidelberg. E lias Petersheim . I. 24

(greci o. Nr.)

Polybius L y corta. H istoriarum libri (Frankfurt a. M.) 1609. W Friedrich IV . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus r + v - Linien m it grosser Lilie.

Heidelberg Pfalzw erkstatt.

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Palatinisclie Einbände. Drucke I. 25

Pal. I. 25 - 30

17

(lat. 1211)

Bisciola, Laelius. Horarum subsecivarum Tomus 1. 2. (in 1 Bd). Köln 1618. W Friedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: W P falz ohne Inschrift, v: o W oval - Linien m it kleiner Lilie nach innen, grossem K n ospenSt nach aussen - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 26

(greci o. Nr.)

Philo Iudaeus. Opera. K öln 1613. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W V infte r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 27

(lat. 681)

Alexander ab Alexandro. Genialium (Herum libri sex. Frankfurt a. M. 1594. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W P falz oval, v: Ornament oval - Linien mit grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 28

(franc. 23)

Calvin, Je a n . Sermons sur le Hure de Job. Genf 1569. H F P 1586 (gold). P appd m it 2 Bandspuren. W eisses Schweinsleder blind. o P A rabesken verschlungen / K rabben K / R eform atorenR unbez. / K ranzR K etten R .

Heidelberg. E . D. I. 29

(ted. 438)

Theatrum diabolorum. Fran kfurt a. M. 1575. II L P 1575 (Rauschei). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: K reuzigung, v: A uferstehung / 2 K ran zR Streifen / schm ale S alv ato rR / MedaillonR / K an d elaberR breit / K ran zR .

Amberg. E lias Petersheim. I. 30

(lat. 756)

Herum Moscoviticarum Auctores varii. Frankfurt a. M. 1600. W Pfalz (gold). Holzd mit Schliessen. W eisses Schweinsleder blind (W appen gold). o P W Pfalz rund r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzwerkstatt. 2 (217)

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Palatinisclie Einbände. Drucke

8

I. 31

Pal. I. 31 - 36

(lat. 471)

Virgilius, (P.) Maro. Bucolicarum, ... libri 4. P aris 1600. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W Pfalz oval, v: Ornam ent oval - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 32

(lat. 138)

Molinaeus, Carolus. Commentarius in codicem Ju stin ian i. H anau 1604. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus r + v - Linien m it grossem B la ttS t - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 33

(lat. 444)

Svetonius, (C.) Tranquillus. De X I I Caesaribus libri V I I I . P aris 1610. W Friedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W P falz ohne Inschrift r + v - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 34

(lat. 472)

M artialis, M. Valerius. Epigrammatum libri omnes. In golstadt 1602. W Friedrich IV. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Q uartus - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 35

(lat. 142)

Godefroy, Dionysius. Consuetudines infrascriptarum civitatum Galliae. Fran kfu rt a. M. 1598. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W Pfalz oval, v: Ornam ent oval - Linien m it grossem K n ospen St - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 36

(Mazz. 2687)

Canisius, Petrus. Opvs catechisticvm. K öln 1577. L P C 1681 (gold). H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Streifen K an d elab ern / K rab b en R / Medaillon R / S alv ato rR bez. T. D. / zwei­ m al R ankenR .

Frankfurt. Thom as Drechsler.

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Palatinische Einbände. Drucke 1. 37

Pal. I. 37 - 42

19

(lat. 525)

M ercator (Krem er), Gerardus. Chronologia. K öln 1569. « A. P G-(asser) L . sum m a 28 b atz 1568. A ugstburgi ». Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder. H alblederband blind. 3 Streifen G roteskenR / TugendenR / K ran zR .

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. I. 38

(ted. 3248)

M atthiolus (Mattioli), Petrus Andreas. Kreutterbuch. Frankfurt a. M. 1586. H F P 1587 (gold). P ap p d m it 2 grünen Bändern. W eisses Schweinsleder blind. o P Bandw erk m it schraffierten B lättern / K etten R / R an k en R (nur quer) / T ugen­ denR / K ran zR / breite K andelaberR .

Heidelberg. F . D. I. 39 i-5

(lat. 2101)

Zwinger, Theodorus. Theatrvm hvmanae vitae. 1-5. B asel 1586. H F P 1587 (gold). P a p p d m it 2 grünen Bändern. W eisses Schweinsleder blind, o P Bandw erk m it schraffierten B lättern . / 2 Streifen R ankenR (nur quer) / Salv a to rR (bei B d 1. 4. 5.) oder TugendenR (bei B d . 2. 3.) / K ran zR / b reite K an d elab erR . E c k S t schraffiertes B latt.

Heidelberg. F . D. I. 40

(lat. 20 a)

Cassiodorus, Aurelius. Variarum libri X I I . Paris 1579. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. o P r: W P falz oval, v: Ornament oval - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 41

(ted. 437)

Gedultig, Petrus. Concurdantz ... Fran k fu rt a. M. 1571.

Uber die gantze biblische Schrifft.

L P C 1579 (Rauschei). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: W L u d w ig ... P falsgraf. v: Elisabeth Pfaltzgrevin - R eform atorenR / S alv atorR bez. E . P. / K ran zR .

Heidelberg. E lias Petersheim. I. 42

(ted. 3249)

Lauterbeck, Georg. Regentenbuch. F ran kfurt a. M. 1579. L P C 1579 (gold). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: K artuschenW Ludw ig ... P faltzgraf B . v: KartuschenW Elisabeth / Vollm aureskenR / S alv ato rR bez. E . P. / K ran zR .

Heidelberg. Elias Petersheim.

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20 I. 43 i-4

Palatinisehe Einbände. Drucke

Pal. I. 43-47

(lat. 4)

Villentia, Gregorius de. C o m m e n ta rio ru m th eologicoru m to m i 1 -4 . In golstadt 1005.

q u a tu o r.

\V Friedrich IV. Holzel m it Scliliessen. W eisses Sch weinsleder blind. 1’ W Fridoricus Quart us r ,-j- v - Linie m it grosser Lilie - Linien (B d 3 fa st unkennt­ lich).

I leideiberg. Pfalzw erkstatt. 1. 44

(lat. 33)

Hopper, Joachim us. S e d u a r d n s sin e de v e ra iu r is p r u d e n t ia a d regem lib r i X I I . Antwerpen 1590. \V Friedrich V. Ilolzd mit Schliesscn. Weisses Schweinslodcr blind. 1’ W Vinfte r -j v - Linie m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. I. 45

(greci o. Nr.)

Homer. Q u a e extan t o m n ia . Hasel 1583. \V Friedrich IV. Ilolzd m it Schliesscn. W eisses Schweinsleder blind. 1' r: W Fridcrli ... Pfalsgraf. v: oP Ornam ent oval - Linien m it grossem K n ospenSt - Linien.

Heidelberg. Elias Petersheim. I. 46

(lat. 8)

Goropius, Joannes. O p e ra h arten u s in lucem non é d ita . Antwerpen 1580. W Ludw ig VI. Ilolzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W r: Ludw ig ... Pfalsgra. v: Elisabeth Pfalsgreviu - MedaillonR ; S alv ato rE bez. F. D. / K ran zR .

Heidelberg. F . D. I. 47

(ted. 124)

Joseph u s, F laviu s. H isto rie n u n d B ü c h e r V o n a lte n J ü d is c h e n G esch ich ten. Fran kfurt a. M. 1571. UH (ans) C (asim ir) P. B. R. II. J . B . 1571. P ap p d m it 2 blauen Bändern. B raunes K albleder gold. o P r: W Pfalz oval im K ranz, v: grosses Ornament oval - Schilder m it B esitzer­ aufdruck und D evise - Linien m it B lü ten S t dazwischen, V asen St an den Ecken. R ü: schraffierter B la ttS t. Schnitt braun.

Heidelberg. Guillaume Flunion.

Abb. 22

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Palul ¡irische Einbände. Drucke I. 48 (lat. 26) T ro p h e a B a v a r i c a S a n c to M ic h a e li ... l n

Pal. I. 48-52

tem p lo S o c ie ta tis J e s u

21

d ic a ta .

München 1597. Dünner P ap p d rot anges tri eben, schlecht vergoldet (Rauschei), o P Ornam ent oval r + v - Linien m it K n ospenSt.

München. Iesuiten-Meister. I. 49

(ted. 354)

Aventinus (Turmair), Jo h . C r o n ic a ... d e ss a lte n H a u s s B e y e rn . F ran k ­ fu rt a. M. 1566. « Friedrich von G ottes gnaden P faltzgraff ... 1566 ». P a p p d m it braun / grün gewebten Bändern. B raunes K albleder Rauscliel. o P Vollm auresken, Rechteck, Rhom bus, K reis / K an d elaberR m it St: 3 Äpfel am Zweig - Linien m it B la ttS t. R ii S t: breite B lattm au reske. G oldschnitt herzförmiges M uster m it L in d en b latl.

Frankfurt. Meister des Feyerabend. I. 50 (lat. 2436) B r e v ia r iu m B a m b e rg e n , ecclesie. B am berg 1501. B und W Ottheinrich 1555. Ilolzd m it Schliessen und Beschlägen. Dunkelbraunes K albleder blind und gohh (P S t A ufdruck). 399) Voragine, Jaco b u s de. Lcycnda Sanctorum (B asel 1171). II und W Ottlioiurich. lüöö. Ilolzd mit Schliessen und Beschlägen. Schwarzes Leder (verwittert) blind und gold (P St). P 15 und W Ottlieinrich als Pfalzgraf / Parisurteil / RechtfertigungsR / SalvatorR.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. I. 230 (Copinger 4162) M issale Moyuntinense. Basel

1186.

Pappd dick. Dunkelbrauner Maroquin blind. Rautenlinion mit StreuSt.

Born. Luigi Cristallini.

II. II.

1

(lat. 752)

Scotus, Annibal. I n T. Cornelii T aciti A nnales Commentarii. Frankfurt a. M. 1592. W Pfalz. Ilolzd mit Schliessen. Weisses Schwoinsleder blind. o P r: W Pfalz oval, v: Ornament oval - Linien mit grossem KnospcnSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. II.

2

(lat. 439)

Seneca, Annaeus. L . A nn aeus Seneca a M . Antonio Mnreto correctus et notis illustratus (Heidelberg) 1591. W Friedrich IV. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: W Friderh... Pfalsgraf. v: Ornament oval - Linien mit grossem KuospenSt Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 3 (lat. 520) H istoriae Francorum ... scriptores reteres X I . Frankfurt a. M. 1596. W Pfalz. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. o P r: W Pfalz oval, v: Ornament oval. - Linien mit KnospcnSt · Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 4

(lat. 408)

Faber, Basilius T hesaurus E ru d ition is Scholasticae. Leipzig 1593. W Pfalz. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. o P r: W Pfalz oval, v: Ornament oval - Linien mit KnospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim.

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Palatin ¡sehe Einbände. Drucke

Pal. II. 5 -1 0

53

II. 5 (lat. 610) C hirurgia j B e chirurgia scriptores. Zürich 1555. Ilolzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / Reformatoren It unbescliriftot / schmale SalvatorR / Refor­ matoren R unbeschriftet / KranzR.

Heidelberg. F . 1). II. 6

(lat. 524)

Gar^eus, Joannes. Astrologiae methodus. Basel 1576. A P G L 15 Surria 2 Y2 fl. 77 Augstburg». Ilolzd mit Schliessen. Ilalblederhand. Weisses Schweinsleder hlind. 2 Streifen TugendenR / KranzR.

i

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 7

(lat. 552 a - 554 c)

Flores L . Annaeus. B e gestis romanorum lihri quatuor. B asel 1582. « M D XXXVIII. Summa 10 btz 1 orz pt donum. A P (> L ». « Lindauij » « Velcuriae . Holzd mit Schliessen. Ilalblederhand. Weisses Sehweinsleder blind. Deckelbezug: Pergamenthandschrift. 2 Streifen Ornamentleiste mit Putto.

Lindau. Gasser-Meister. II. 8

(lat. 485)

Bongars, Jaco b u s. a. M. 1600.

Kerum H u n aaricaru m scriptores varii. Frankfurt

W Pfalz. Ilolzd mit Schliessen. Weisses Sckweinsleder blind. ο P r: W Pfalz oval, v: Ornament oval - Linien mit grossem KnospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 9

(lat. 688)

Chytraeus (Kochhafe) D avid. Chronm m ttaxoniae. Leipzig 1593. W Pfalz. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. ο P r: W Pfalz oval. Y: Ornament oval - Linien mit grossem KnospenSt - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 10

(ted. 2567)

Carion. Chronica. W ittenberg 1578. Kurfürstin Anna von Sachsen gedruckt gewidmet. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen schraffierte BlattSt / schmale MedaillonR bez. B. P. / breitere MedaillonR / SalvatorR bez. B. P. / KranzR.

Dresden. Brosius F au st.

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54

II. 11

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 11 - 16

(ted. 1740)

Avenarius, Johannes. P o stilla. F ran kfurt a. M. und Je n a 1574-5. Holzd mit Scbliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzE / KeformatorenK / SalvatorE.

Frankfurt. Salvator E : D ata E st. II. 12

(lat. 736)

V alla Laurentius. Opera collecta. B asel 1540. p. 132 b. F No 8 [durchgestrichen] « 7 patz zu pinden». Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen SalvatorE 1535 / Blattgewinde mit 2 Putten / StreuSt / TugendenE 1535.

Stu ttg art. K onrad Kühne. II. 13

(lat. 185)

Concilia. Canones conciliorum omnium. B asel 1553. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzE / PuttenE / TugendenE bez. N* 1554 KranzE / ErlösungsE bez. 15 N> 58.

Heidelberg. Petrus Betz. II. 14

(lat. 722)

Beineccius, Beinerus. Tom us I Syntagm a de fam iliis. Tom us I I De fa m iliis A egypti regnorum. B asel 1574. L P C 1580 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth / VollmaureskenE / breite SalvatorE bez. E. P. / KranzE.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 15

(lat. 2539)

Beroaldus (Beroaldo) M atthaeus. Chronicvm scriptvrae sacrae avtoritate constitvtvm. o. O. 1575. « Achillis Pyrm. Gasseri Lind, medici Avgstbvrgi 10 batziis emptus 15 Maj a° salvtis 1576 ». Holzd mit Schliessen. Halblederband. Schweinsleder blind. 1 Streifen MedaillonE mit W (Augsburg) bez. CH. / 2 Streifen EeformatorenE / KranzE.

Augsburg. Caspar Horneifer. II. 16

(lat. 181)

Beneccius, Jaco b u s. C lavis sacrosanctae theologiae. H am burg 1611. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W F P C Friderh ... Pfalsgraf r 4- v - Linien mit grossem KnospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinisclie Einbände. Drucke II. 17

Pal. II. 17 - 23

55

(fed. 1808)

Kirche Gesang. A u s dem Wittenbergischen und andern Gesangbüchern. Fran kfurt a. M. 1569. Pappd (sehr beschädigt). Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und farbig bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 18

(ted. 1826)

Ruinus, Carolus. A n atom ia et M edicina Equorum N ova. Fran kfurt a. M. 1603. Pappd mit 2 Bandspuren. Grüner Samt Rauschei. o P kleines ovales Ornament - KranzR mit BlattSt (kaum noch sichtbar). Rü St: Blüte. Goldschnitt ziseliert.

Frankfurt. Sam tband. II. 19

(ted. 1850) Aurifaber, Jo h . Golloquia oder Tischreden M artin i Lutheri. F ran kfurt

a. M. 1573. Pappd (sehr zerstört). Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und farbig bemalt.

Am berg. Meister der Sam tbände. II. 20 1.2

(ted. 1866)

Lutherus, M artinus. K irchen P o stilla. W ittenberg 1575. Pappd. Grüner Samt (schlecht erhalten). Goldschnitt ziseliert und farbig bemalt.

Am berg. Meister der Sam tbände. II. 21

(ted. 1820a - 1821b)

Haim insfeldt (von Goldast), Melchior. Reichssatzung D ess H eiligen R ö ­ mischen Reichs. H anau 1609. Pappd. Grüner Samt Goldschnitt ziseliert, Schuppenmuster.

Frankfurt. Sam tband. II. 22

(ted. 1865) ·

M usaeus, Simon. P o stilla. Fran kfu rt a. M. 1574. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und rot bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 23

(ted. o. Nr.)

T agaultius, Jo h . Gründliche undrechte Unterweysung. Fran kfurt a. M. 1574. W Friedrich IV. Pappd mit roten Bändern. Roter Atlas. Rauschei. o P Gottvater im Rund r + v. Goldschnitt reich ziseliert.

Amberg. W. G.

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56

II. 24

Palatinisclie Einbände. Drucke Pal. II. 24 - 30 (ted. 1908)

Thurnierbuch. F ran kfurt a. M. 1578. Pappd mit 2 rosa Bändern. Grüner Samt, gold. P gotische Raute mit BlattSt - Linien mit schraffiertem Blatt St nach innen, Lilie nach aussen-Linien mit Lindenblatt. Goldschnitt: Ranken ziseliert und bemalt.

Nürnberg. Wilhelm Franek. II. 25

Taf. XCII

(ted. 1845 a - 1846 b)

Sarcerius, Erasm us. Corpus iu ris m atrim onialis. Yom Ursprung D es E hestandts. Frankfurt a. M. 1569. Pappd. Grüner Brokatsamt. Goldschnitt ziseliert und farbig bemalt.

Am berg. Meister der Sam tbände. II. 26

(ted. 1848)

Bugenhagen, Johannes. P salter Sam p t der A usslegung. Nürnberg 1563. Pappd. Grüner Samt. Spuren ehemaliger Verzierungen. Goldschnitt ziseliert und farbig bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 27

(ted. 1851)

Bütner, Wolffgangus. Epitom e Auszug, o. O. 1576.

H istoriarum .

Christlicher

Historien

Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert, grün weiss rot bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 28

(ted. 1838)

Spangenberg, Johannes. A usslegunge der E pisteln unnd Evangelien. Nürnberg 1571. Pappd. Lilaer Samt. Goldschnitt ziseliert, lila bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 29

Taf. LXXX

(ted. 1861a und 1862 b)

Corvinus, Antonius. P o stilla. W ittenberg 1561. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 30

(ted. 3198a und 3199b)

Spangenberg, Cyriacus. D ie erst E p istel P a u li an die Corinthier. S tra ss­ burg 1569. Pappd. Roter Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände.

Taf. LXXX

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Palatinische Einhände. Drucke

Pal. II. 31 - 37

57

II. 31 (ted. 1852) Kirchenordnung·, Wie es I n unser W olffgangs P faltzgravens bey Rhein Fürstenthum b gehalten werden soll. U rsel 1563. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Amberg. M eister der Sam tbände. II. 32

(ted. 1853)

Lutherus, M artinus. Corpus doctrinae christianae. D as ist Sum m a der Christlichen lere. Je n a 1571. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Am berg. Meister der Sam tbände. II. 33

(ted. 1854)

Lutherus, Martin. H a u ss P o stilla. Fran kfurt a. M. 1573. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 34

(ted. 1893)

Brentz, Johannes. K irchen P o stilla. Fran kfurt a·. M. 1567. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert mit grünen Blättern.

Amberg. Meister der Sam tbände. II. 35

(ted. 1902)

Brentz, Johannes. D es AUer nützlichsten Stücks, dess Cathechismi heylsam e Erklerung. Fran kfu rt a. M. 1572. Pappd. Grüner Samt. Goldschnitt ziseliert und bemalt.

Amberg. M eister der Sam tbände. II. 36

(ted. 61)

Frauck, Sebastian. Chronica, Zeitbuch und Geschichtbibel. o. O. 1551. Pappd. Brauner Maroquin (schlecht erhalten), gold. o P Vollmaureske - Ornamentleiste mit St: Engelskopf oben und unten, Dreipassmaureske an den Ecken. Eü St: kleines Blatt.

Augsburg. Leovitius-M eister. II. 37

(lat. 2491)

Sleidanus, Johannes. De statv religionis et rei publicae Commentarij. Strassbu rg 1555. B und W Ottheinrich 1555. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Braunes Kalbleder blind und gold (P St), o P B und W Ottheinrich als Pfalzgraf. Rhombus: Blütenranke. Rechteck: Parisur­ teil.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt.

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58

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 38 - 42

II. 38 (ted. 2566) K irch enhistoria. D urch etliche M enner zu M agdeburg. Je n a 1560. * Jllustrissimo et äplissimo D. D. Friderico (III.) palatino et Electori Duciq Bavariae... Matthias Flacius Jllyricu(s) ». 1561. Holzd mit Schliessen. Braunes Kalbleder blind und gold (P St), o P B und W Friedrich III. - TugendenK bez. ISP 1554 mit DreipassSt / SalvatorR mit Reformatoren bez. N? 1559.

Heidelberg. Petrus Betz.

II. 39

(ted. o. Nr.)

Meuwrer, Noe. L oci Gommunes A ller des Römischen Reichss Ordnungen. Fran kfurt a. M. 1568. Pappd mit blau und weissen Bändern. Braunes Kalbleder, Linien blind, St in Goldrauschei. o P kleine Raute - Linien mit Blatt St, derselbe auch auf dem Rü.

Heidelberg. H ans K rück.

II. 40 x-3

(ted. o. Nr.)

Yogel, M attheus. Schatzkam mer. Tübingen 1581. Herzog Friedrich von Württemberg im Druck gewidmet. Autorengeschenk an Friedrich IV. (?). Pappd mit 2 grünen Bändern. Braunes Kalbleder. Goldrauschei. o P r: B Christoph von Württemberg, v: Christkind mit Weltkugel - Linien mit. BlattSt. Alle 3 Bde gleich, 2/3 schlecht erhalten.

Tübingen. Meister des M attheus Yogel.

II. 41

Taf. CII

(ted. 345)

Lutherus, M artinus. H au sp o still über die Sontags Evangelien. Je n a 1579. Holzd mit Spuren von Schliessen und Beschlägen. Lila Samt. Goldschnitt ziseliert.

Heidelberg. E lias Petersheim .

II. 42 (ted. 2566) K irch enhistoria. D urch etliche M enner zu M agdeburg. Je n a 1560. Holzd mit Schliessen. Braunes Leder blind und Goldrauschei. o P r: David und Salvator untereinander (v: St streifen und ReformatorenR) / KettenR / EvangelistensymbolenR bez. K. D. / StreuSt / KranzR. Rü: St bordüre. Goldschnitt ziseliert.

Je n a . K . Daniel.

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Palatinische Einbände. Drucke 11.43

Pal. II. 43 - 48

59

(ted. 410 a - 411b)

P latina, B arth . H isto ria Von der B ä p st und K eiser leben. Strassburg 1546. H L P 1562. Holzd mit Schliessen. Kalbleder rötlich gefärbt. Goldrauschei. r: leer, v: o P Opfe­ rung Jsaaks 1550 1P / FigurenR - StreuSt - MarienR 15 iP 50.

Frankfurt. Antwerpener Meister.

Taf. XXIV

II. 44 (ted. 2480 bis a - 2485) H oltzm ann (X ylander), Guillelmus. D ie Sechs E rste Bücher E u clid is. B ase l 1562. H L P 1569 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Braunes Rindsleder blind. 1 Streifen BlattSt und 2 Streifen TugendenR / SalvatorR bez. W. G. 1546 / KranzR.

Amberg. W. G. II. 45

(ted. 1790)

Trim berg (von), H ugo. D er Renner. Fran kfurt a. M. 1549. Aufdr.: Hertzog Friderich Pfaltzgraue H. zu Simmern. (Goldrauschei). Pappd mit 4 grünen Bändern. Braunes Leder (schlecht erhalten), blind und Gold­ rauschei (St). 2 Reihen EichelSt / StreuSt / TugendenR / StreuSt / RechtfertigungsR.

Simm ern. Y . S. II. 46

(ted. 1782)

Cyprianus, S. Caecilius. Predigten un Schriffen. Nürnberg 1553. Holzd mit Schliessen. Braunes Leder blind. 2 Streifen KranzR mit Engelsköpfen / ReformatorenR beschr. / ReformatorenR unbeschr. / KranzR mit Engelsköpfen.

Heidelberg. E . H. II. 47

(ted. 2790 ter)

M athesius, Johannes. S a re p ta Oder Bergpostill. Nürnberg 1562. «... Friderico (III.) Comiti Palatino Rheni Electori ... Johan Mathesius ». Pappd mit 2 Bandspuren. Schwarzer Samt (abgegriffen). Goldschnitt ziseliert.

Nürnberg. Meister des M athesius. II. 48

(ted. 1860)

Nossenius, Johannes M aria. Chronologia Und Beschreibung des grossen B ildes, welches Nebuchadnezar erschienen. D resden 1612. Kurfürst Johann Georg von Sachsen im Druck gewidmet. Pappd sehr dünn mit 2 grünen Bändern. Dunkelbraunes Leder. Göldrauschel. o P Bandwerkornament oval - PerlR mit BlattSt. - Vollmaureskenranke mit grösserem Blatt St. Rü: FuchsienSt.

Dresden. M atthes Hauffe.

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60

II. 49

Palatiniselie Einbände. Drucke

Pal. II. 49 - 54

(ted. 1781)

Huberinus, G aspar. Spiegel der Geistlichen S a u sszu c h t. Nürnberg 1570. Holzd mit Schliessen. Schwarzer Samt. Goldschnitt ziseliert.

Heidelberg. E lias Petersheim. 11 .5 0

(lat. 2378 a - 80 c)

____

N estor (Nestore Dionysius). Vocabula su is locis scdm Alphabeti ordinem Colloeata. Strassburg 1507. Holzd mit Schliessen. Dickes braunes Leder blind. 2 Streifen KranzR / Reformatoren!! unbeschr. / SalvatorR / KranzR mit Engels­ köpfen.

Heidelberg. P . D. II. 51 (ted. 3235) [,Sam m lung von Holzschnitten. B ild n isse verschiedener Persönlichkeiten und M eister, vorwiegend von D om enicus Gustos. Segen sburg 159P]. W Friedrich IV. Pappd dünn mit 2 grünen Bändern. Braunes Leder (schlecht erhalten) blind (Rahmen) und Goldrauschei (P St). o P W r: Pfalz, v: Oranien. - Linien mit Lindendreiblatt nach innen, BlattSt nach aussen - sförmige Ranke.

Heidelberg. M. F . II. 52

(Mazz. 2729)

Marsilio da P adova. O pus insigne cvi titvlvm facit avtor Defensorem p acis. (B asel 1522). « 1592 Friderico IIII dono dedit Heydelbergae Johannes Comes Palatinus ». Steifbroschur. Weisses Pergament mit 2 Lederriemchen. Schnitt alt.

R om . Meister P iu s’ V I. II. 53

(lat. 2497)

H ippocrates. L ib ri epidemiorvm cum Galeni in eos Gommentariis. P aris 1546. p. 63 b. F No 31. Pappd nicht dick. Braunes Leder (abgenutzt), gold. o P Ornament oval - St Ranken. Rü: SechssternSt. Schnitt glatt gold.

Genf. Pariser Buchführer. II. 54

(Mazz. 2730)

Pelbartus de Temeswar. E xpositio compendiosa et fa m ü ia ris. H agenau 1504. p. 193 b. F No 21. Holzd mit Schliessen. Braunes Rindsleder blind. St und Aufdruck Rauschei. 2 Streifen VierpassR / StreuSt / Blütenranke mit Vögeln. Titelaufdruck: Exposicio psal. Auf den Schliessen: MA/RIA. Rü: KopfSt.

Augsburg. Jagdrollenm eister 3.

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Palatinische Einbände. Drucke IL 55

Pal. IL 55 - 59

61

(ted. 3215)

Beuther, Michael. C a le n d a r iu m H isto r ic u m . F ran kfurt a. M. 1557. II L P 1560. Holzd mit Schliessen. Braunes Kalbleder blind und gold (Aufdruck). P kleines pfälzisches Wappenschild, v: Mitte gerautet. - PuttenR / TugendenR / KranzR.

Heidelberg. Petrus Betz. II. 56

(lat. 2521)

Geiler Keiserspergius, Johannes. S e rm o n e s. Strassbu rg 1518. B und W Ottheinrich 1556. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Schwarzes Leder (sehr verwittert) blind und gold (P St). o P B und W Ottheinrich als Kurfürst / Engelskopf und Blüte. Rhombus: Linien. Rechteck: Parisurteil mit BlattSt.

Heidelberg. Petrus Betz. II. 57

(lat. 435)

Virgilius (P.) Maro. {O p e ra) cu m J o s e p h i S c a lig e r i C o m m e n ta riis. A nt­ werpen 1575. W Pfalz. Holzd mit Schliessen im Wechsel. Braunes Kalbleder. Goldrauschei. 0 P r: W Pfalz offen. v: Ornament oval - Linien mit grossem KnospenSt. Rü: kleiner KnospenSt.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 58

(ted. o. Nr.)

Hedion, Caspar. C h ro n ic a . Frankfurt a. M. 1565. Pappd mit 2 grünen Bändern. Braunes Kalbleder blind. 1 Reihe BlattSt / kleine ReformatorenR / breitere Reformatoren R / AntikenR mit W Pfalz / KranzR / SpiralrankenR. Rü St: Eichel.

Heidelberg. H ans Krück. II. 59

(ted. o. Nr.)

Sleydanus, Johannes. W a rh a ftig e B e sc h re ib u n g a lle r g a istlic h e n Sach en . (Frankfurt a. M.) 1557. B und W Ottheinrich 1557. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Braunes Kalbleder blind und gold (P St), o P B und W Ottheinrich als Kurfürst mit NikeSt und Blüte. Rhombus: KranzR. Rechteck: Putten und RechtfertigungsR mit BlattSt.

Heidelberg. Petrus Betz.

T af. X X X V

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62 II. 60

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 60 - 64

(ted. 60)

Pfeil, Joh an n . Schatzkam mer dess heiligen Geistes. F ran k fu rt a. M. 1575. H H(ans) C(asimir) P B R... 1571. Pappd dünn. Braunes Kalbleder gold. o P r : W Pfalz oval im Engelskranz, v: W Kursachsen oval im Kranz mit Vignetten und Aufdruck - KettenR mit VasenSt - Linien.

Heidelberg. Guillaume Plunion. II. 61

(ted. o. Nr.)

Kirchenordnung ... Albrechts des Jü n geren M arkgrafen zw Brandenburg. Leipzig 1552. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Braunes derbes Leder blind. Streifen ReformatorenR beschr. / ReformatorenR unbeschr. / SalvatorR bez. E. H. I ReformatorenR beschriftet / KranzR mit Engelsköpfen.

Heidelberg. B . H . II. 62

(ted. 19)

Plutarchus. Von den Leben der aller durchleüchtigsten M änner, Griechen, und Römer. Strassburg 1535. H H(ans) C(asimir) P 1564. Holzd mit Schliessen. Braunes Kalbleder blind (R), Gold und Rauschei (St). StreuSt: Blüte, Engelskopf, gefledertes Blatt, Aufdruck, 2 pälz. W St (v: vollmaureske St) / Rhombus: schmale MedaillonR. Rechteck: PuttenR / Reformato­ renR / KranzR und KnospenSt an den Ecken.

Heidelberg. Petrus Betz. II. 63

(ted. 486)

Meurer, SToe. L oci Communes A ller ... R eichss Ordnungen. Fran kfu rt a. M. 1568. B und W Friedrich III. Pappd mit weiss und blauen Bändern. Braunes Kalbleder. Goldrauschei. o P B und W Friedrich III. in Kartusche mit KnospenSt / StreuSt / schmale leermaureske R in quer / breite leermaureske R.

Heidelberg. Petrus B etz. II. 64

Taf. XLIH

(ted. 2565)

B ock, Hieronymus. K reüter Büch. Strassburg 1551. 1551. Holzd mit Schliessen. Dunkelbraunes Leder blind und gold (Aufdruck und St). r: grosser BlattSt - Linien mit kleinem St / EvangelistenR / Titel: Kreuter Büch und StreuSt / o SalvatorR. v: Streifen StreuSt / EvangelistenR / StreuSt / RechtfertigungsR.

Strassburg. Evangelisten-M eister.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 65

Pal. II. 65 - 69

63

(ted. o. Nr.)

Policarius, Johannes. T ro stsp ie g e l. Leipzig 1556. « 1556. ... Jo Prid 3 Dux Saxo ». Pappd mit 2 schwarzen Samtbändern. Schwarzes Leder. Eauschel. o P r: Guter Hirte (im Kund) v: Taufe Christi (desgl.) mit 2 kursächsischen WappenSt. - KandelaberK mit mauresken St.

Leipzig. A ndreas Yicker. II. 66

(ted. 8)

Spangenberg, Cyriacus. D ie a n d e r E p i s t e l P a u l i a n d ie C o rin th ie r. Strassbnrg. 1563. H P L 1564. Pappd mit 2 roten Bändern. Braunes Kalbleder. Goldrauschei. o P Yollmaureske rund - Linien mit BlattSt. Kü: Blüte.

Heidelberg. H ans Krück. II. 67

(ted. 17a- 18b)

Plutarchus. G ü te r S itte n ein u n d zw en tzig B ü c h e r. Strassburg 1535. Holzd mit Schliessen. Schwarzes Leder blind. 3 Streifen PärchenR schmal / PärchenR breit / StreuSt / TugendenR mit Engeln. Rü gotischer KnospenSt.

Nürnberg. I. H . Gr. II. 68. (ted. 475)

Meurer, Noe. C am m erg erich ts O rd n u n g u n d P r o c e s s . Frankfurt a. M. 1566. H C(hristoff) P 1566. Pappd mit 2 grünen Bändern. Braunes Kalbleder blind (RankenR) und Rauschel. o P r: Laubwerk mit behelmtem Kopf und 2 Yollmauresken P in quer, (v: 2 Vollmauresken P längs / SpiralR) / o Vollmaureskenranke / SpiralR / o SalvatorR / KranzR. Rü: St: Doppelkreismaureske. Goldschnitt Arabesken ziseliert· und bemalt.

Heidelberg. P etrus B etz und H ans K rück. II. 69

Taf. XLVIII

(ted. 57)

Johannes Chrysostom ns. A u s s le g u n g ü b er d ie E v a n g e l ia S a n c i i M a tth e i. 1 . 2 . Strassbu rg 1540. 0 H P 1543. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Dunkelbraunes Kalbleder blind und gold (W St und Aufdruck). P Pfälzisches W mit 2 FlechtwerkSt und Sternen / PärchenR - Streumuster RechtfertigungsR (oben: M D Z (Mit Der Zeit).

Neuburg. Ottheinrich-Meister.

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64 II. 70

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 70-75

(ted. 3198 sexies)

Sehuw ardt, Joh annes. Regententaffel. Leipzig 1583. W Johann Casimir und Elisabeth geh. Herzogin v. Sachsen. Pappd (schlecht erhalten). Braunes Kalbleder. Bauschei. o P W Pfalz und Kursachsen im Punktrahmen - KandelaberR mit grossem BlattSt. Bü St: Blüte.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 71

(ted. o. Nr.)

W irsung, Christophorus. E in neuwes Artzney Buch. Fran kfurt a. M. 1577. Pfalzgräfin Elisabeth geb. Herzogin von Sachsen gedruckt gewidmet. Pappd dick mit 2 Bandspuren. Roter Brokatbezug. Goldschnitt ziseliert.

Heidelberg. Brokateinband. II. 72

(Mazz. 2731)

Gorlaeus, A braham . Thesavrvs nvmismatvm romanorvm. Am sterdam . 1608. W Friedrich IV. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Quartus r + v - Linien mit grossen Lilien - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 73

(ted. o. Ni.)

Cario. Chronica. W ittenberg 1573. «... Augusto (Augustvon Sachsen) ... Electori ... Caspar Peucerus D ». Pappd. Dunkelbraunes Leder. Goldrauschei. o P r: Melanchthon bez. T. K. v: Vollmauresken P - schmale s förmige Ranke mit Stgruppen. Rü Stgruppen. Goldschnitt ziseliert, rötlich bemalt.

W ittenberg. Thom as K rüger. II. 74

Abb. 30

(lat. 2274)

Stuckius, Guillelmus. A ntiquitatvm convivialivm libri I I I . Zürich 1597. Pappd mit 2 grünen Bändern. Braunes Leder (verwittert) Rauschei, P in Lack­ farben grün und weiss. o P Rautenornament r + v - Laubstab (verwittert) und Eck P. Rü: grosse Lilie und 4 BlütenSt. Goldschnitt schön ziseliert und punktiert.

Zürich. M eister des Hospinian. II. 75 (lat. 1296) D e A ntiquitate B ritan n icae Ecclesiae H istoria. H anau 1605. Pappd. Braunes Leder. Nur Blindlinien am Rand.

London. K u r Linien.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 76

Pal. II. 76 - 81

65

(ted. 3154)

Spangenberg, Cyriacus. M ansfeldische Chronica. Eisleben 1571. 1576. 1576. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Braunes Kalbleder. Kausche! o P Ornament oval r + v - Linien mit schmalen LaubSt - KranzK. Kü: breiter LaubSt.

Nordhausen. N ürnberger Meister. II. 77

(ted. 1856)

W irsung, Christophorus. E in new Artzney Buch. N eustadt a. d. H ardt 1588. Elisabeth von Sachsen gedruckt gewidmet. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Fortuna bez. L. P. und Justitia / Laubstab mit Blüte im Kreis / PuttenR / TugendenK bez. L. P. / MedaillonR.

N eustadt, a. d. H ardt. L . P. 11.78 (lat. 2269 a - 2270b) Yegetius, R en atus F l. D e re m ilitari libri qcatvor. P aris 1553. Pappd dick. Dunkelbraunes Leder gold. o P schraffiertes ovales Blattornament r + v - St ranken. Rü: Vierblattblüte schmal. Goldschnitt Arabesken ziseliert, Grund weiss.

Augsburg. Scrimger-Meister.

Taf. CLV

II. 79 (lat. 1887) Cato. L ib ri de re rvstica. P aris 1533. Pappd dick. Braunes Kalbleder blind (R) und gold (St). 4 x grosser Lilienst gegeneinander - Schnurleiste / OrnamentR mit lyraförmigem BlattSt.

P aris. Buchführer-Einband. II. 80

(lat. 978)

D ionysius Carthusianus. S u p e r omnes libros D . D ion ysii A reopagitae com m entaria. K öln 1536. B und W Ottheinrich 1550. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Stumpfbraunes Kalbleder blind (R) und gold (P und St). o P B und W Ottheinrich als Pfalzgraf - Parisurteil (nur quer) / RechtfertigungsR / SalvatorR stehend.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. II. 81

1 -3

(lat. 974)

D ionysius Carthusianus. E n arration es p iae in libros Jo su e . 1-6 (in 3 Bdn). K ö ln 1533-39. B und W Ottheinrich 1550. Wie II. 80. Alle 3 Bde gleich.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. 5 (217)

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Palatinisohe Einbände. Drucke

66

II. 82

Pal. II. 82 - 87

(lat. 975)

Dionysius Carthusianus. J n 1543.

quatuor Euangelistas enarrationes. Köln

B und W Ottheinricli 1550. Wie II. 80.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. II. 83

1.2

(lat. 970)

D ionysius Carthusianus. E pisto laru m ac Euangeliorum dom inicalium totius an ni E n arratio . 1. 2. K öln 1542. B und W Ottheinrich 1550. Wie II. 80. Beide Bde gleich.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. II. 84 1.2

(lat. 977)

Dionysius Carthusianus. De his quae de trinitate catholice credantur. 1-5 (in 2 Bdn). K öln 1535. B und W Ottheinrich 1550. Wie II. 80. Beide Bde gleich.

Heidelberg. Jö r g Bernhardt. II. 85

(Mazz. 2732)

Dionysius Carthusianus. Operum minorum Tom us 1. 2. K öln 1532. B und W Ottheinrich 1556. Holzd mit Sehliessen, sehr grosse Beschläge. Braunes Kalbleder blind (R) und gold (P St). o P B und W Ottheinrich als Pfalzgraf. / Engelskopf und Blüte. Rhombus: Ranke. Rechteck: Parisurteil mit BlattSt.

Heidelberg. Petrus Betz. 11.86

(lat. 2257 a - 2261 d)

Stöfler, Johannes. J n P rocli D iadochi authoris grau issim i Sphaeram m undi commentarius. Tübingen 1534. « 6 battziis. Sum Achillis P. Gassari L ... 1533 Lindauij i>. Holzd mit Sehliessen. Halblederband. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen Ornamentleiste mit Putto.

Lindau. Meister des Gasser. II. 87

(lat. 583)

Möller, Henricus. J n Je s a ia m prophetam Commentarius. Zürich 1588. H F P 1590 (gold). Pappd mit 2 Bandspuren. Weisses Schweinsleder blind, o P Arabeske spitzoval r + v - Reformatoren R.

Heidelberg. F . D.

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Palatinische Einbände. Drucke 11.88

Pal. II. 88 - 93

61

(lat. 72 a - 74 c)

Curaeus, Joachim us. Oentis S ilesiae A nn ales. W ittenberg 1571. Pappd dick. Halblederbd mit Ecken. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KandelaberR / KranzR. Auf den Ecken breiter BlattSt.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 89

(ted. 2642 bis)

Thurneisser, Leonardus. ArcM doxa. Berlin 1575. Pappd. Weisses Schweinsleder blind. P r: Justitia und Prudentia im Oval, v: W Römisches Reich / PuttenR / TugendenR.

Leipzig. Oswald Schoeniger. II. 90 (ted. 1752 - 1753 b) Chur F u rstl. P faltz Lcmdts Ordnung. Heidelberg 1582. « 1583 hatt mir mein bruder ... Ludwig ... Churf. geschencktt. H. Hans Casimir Pfaltzgraf ». L P C 1583. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder gold. o P r: B Ludwig 5 zeilig. v: W Ludwig ... Curfur Hert Jn Beier / StreuSt und Ecken mit Engeln / Bordüre aus Yollmauresken P. Rü St: Eichel. Innenkante:: KrabbenR. Goldschnitt Arabesken rötlich.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 91

(lat. 689)

Casaubonus, Jsaacn s. D e rebus sacris et ecclesiasticis exercitationes X V I . London 1614. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Yinfte r + v - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 92

(ted. 2644 bis a - 2645 b)

R yff, Gnaltherus. D a s New gross D istillier Buch. F ran k fu rt a. M. 1545.. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Rautenmuster / o Blattranke / StreuSt / Pärchen in Rund mit Vasen.

Speyer. Buchführer Eisengrein. II. 93

(ted. 555)

Lutherus, M artinus. Corpus Librorum . U rsel 1563. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Titel Rauschel2 Streifen KranzR / MedaillonR / ReformatorenR / KranzR.

Marburg. Reformatoren R mit 2 Engelsköpfen.

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68

II. 94

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 94 - 99

(lat. 1564a - 1565b)

Arculanus, Johannes. P ractica ... 'physicorum. Venedig 1524. Holzd mit Schließen. Halblederbd. Weisses Schweinaleder blind. Gotisches Rau­ tenmuster / FürstenR. Rü St: gotische Knospe.

¡Speyer. Buchführer Eisengrein. II. 95

(lat. 609)

Alberti, Leander. D escriptio totius Jta lia e . K öln 1567. II F 1’ 1586 (gold). Pappd mit 2 Bandspuren. Weisses Schweinsleder blind, o P Arabesken spitzoval r + v - Einien mit Dreiecksmaureske / KranzR.

Heidelberg. F . D. II. 96

(lat. 685)

Meyer, Jaco b u s. Commentarii sive A nnales rerum F lan dricaru m . A nt­ werpen 1561. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Nur Linien / TugendenR bez. N* 1559 / SalvatorR schmal / SalvalorR breit bez. T. D. / KranzR.

Frankfurt. Thom as Drechsler. II. 97 (lat. 2057) Ortus S a n itatis de H erbis et P lan tis, o. O. 1517. II L P 1574 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Doppelbilder Justicia und Fides / breite KandelaberR (nur quer) / KandelaberR / schmale SalvatorR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 98

(lat. 470)

Skanaeus, Joannes. Regiam M aiestatem Scotiae veteres leges recognitae. London 1613. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Vinfte r + v - Linie mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 99

(lat. 559)

Nem esianus, M. Aur. Olympius. Bucolica. Florenz 1590. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Pfalz ohne Jnschrift r + v - Linien mit grossen BlattSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinisclio Einbiinde. Drucke

Pal. II. 100-105

09

II. 100 (ted. 420) Sum m arischer und einfältiger Begriff Ghristoffs Hertzogen zu, Würtemberg, wie es mit der Lehre in der Kirchen unsere fiintenthum bs (zu hallen).

Tübingen 1559. 1559. Pappd mit 2 grünen Bändern. Weisses Schweinsleder blind. Streifen von St / Ranken / Putten - StrcuSi ■■ Tugenden R.

Tübingen. W olfconrad Schwickart. II. 101

Taf. XVIII

(lat. 1 a - 3 c)

Gapella M artianus. De n u p tiis Philologiac. Basel 1532. p. 196 b. F No 32. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen Blütenranke - Parisurteil - R: gotischer KnospenSt.

Augsburg. M eister der Metzgerakten. II. 102

(lat. 12 a - 14 d)

Herm olaus, B arb aras. J n K öln 1530.

Dioseoridem

(JoroUariorum libri quinque.

w $. Holzd mit Schliessen. Ilalblederbd. Weisses Schweinsleder blind. Streifen gotischer KnospenSt / TugendenR. Rü: gotischer KnospenSt.

Speyer. Buchführer Eisengrein. II. 103

(lat. 1478a - 1479 biso)

Sum m erhardt, Conradus. P h ü o sop h ia n aturdlis. B asel 1517. p 124 b. P. No 25. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Rautengerank und StreuSt / StreuSt / Flechtwerk R / StreuSt.

Schwäbisch-Hal 1. Spätgotischer Meister. II. 104

(franc. 30)

Vignier, Nicolas. Thealre de Vcvntechrist. o. (). 1010. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Vinfte r + v - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 105

(lat. 724)

Wolf, Hieronymus. J n Ciceronis Offieia Comrnentarii. Basel 1584. H F P 1590 (gold). Pappd mit 2 grünen Samtbändern. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Fortuna / ReformatorenR / SalvatorR / KranzR.

Heidelberg. F . D.

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70 II. 106

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 106-111

(lat. 2381)

H rosvita. Opera. Nürnberg 1501. Johannis Ergen praemissarij in Thennelo (?) 1507 ». Holzd mit Sehliessen. Halblederbd. Weisses Schweinsleder blind, r: gotisches Rautenmuster mit Marienglorie im Rund oben und unten, v: 2 Diagonalen mit gotischem KnospenSt und St Marienglorie oben und unten. St am Bund.

Nürnberg. Karmeliter-M eister. II. 107

(lat. 257)

M aranta, Bartholom aeus. L u cu llian aru m quaestionum libri quinque. B ase l 1564. W Friedrich IY. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Quartus r + v - Linien mit grossem BlattSt geriegelt - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. II. 108

(ted. 1702)

Lauterbeck, Georgius. Begentenbuch. Leipzig 1567. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. -Streifen Kranz R / Medaillon R / StreuSt / Leben Jesu R / Kranz R.

Leipzig (nach dem Wasserzeichen). II. 109

(ted. 1663 a - 1665 c)

Augustinus (S.). [6] Bücher. 1: Von warem gottsdienst... {in 1 B d ). S tra ss­ burg 1533. H L P 1566 (Rauschei). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Lucretia und Justitia bez. I. G-. / MedaillonR bez. I. G. / SalvatorR bez. I. G. / breite MedaillonR.

Amberg. I. G. II. 110 (ted. 1039 a - 1040 b) Statuten Buch. Frankfurt a. M. 1564. H L P 1564. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 1 Streifen KranzR / StreuSt / SalvatorR bez. W. G. 1546 / KranzR.

Amberg. W. G. II. 111 i-8

(ted. 1725)

Lutherus, M artinus. D er E rste (- Achte) T eil aller Bücher und Schrifften. Je n a 1566-75. R(upertus) L(ahr) B A 1578. Geschenk des Baron Wolfgang Ungnad auf Sonneck. « F. Argentinae ... 1578 ». Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind P Justitia und Lucretia / MedaillonR / SalvatorR / KranzR. Alle 8 Bände gleich.

.Strassburg. Meister der Dom kapitelakten.

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Palafcinische Einbände. Drucke II. 112

Pal. II. 112-117

71

(ted. 1703)

K rantzius, Albertus. Dennmärckische ... Chronica. Strassburg 1545. Holzd mit Sckliessen. Weisses Schweinsledcr blind. 2 Streifen TugendenR - Ornamentleiste mit Engelskopf und Groteske / RechtfertigungsR.

Heidelberg. Pfalzgraf Ludwig-Meister. II. 113

(ted. 1903)

R egius, Urbanus. Bucher und Sch afften. Nürnberg 1577. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen EichelSt / schmale MedaillonR / breite MedaillonR / SalvatorR bez. B. F. / KranzR.

Dresden. Brosius Fau st. II. 114

(ted. 1904)

Petrarcha, Franciscus. Von der A rtsney bayder Glück. A ugsburg 1532. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen Tierspiralen gestrichelt (v: Linien gerautet) / Ornamentleiste mit Speer­ träger und Engelskopf / KranzR. Rü: gotischer KnospenSt.

Augsburg. Raim und Fugger-M eister. II. 115

(ted. 2571)

Dieterich, Vitus. S u m a r ia Uber die gantze B ib lia. Frankfurt a. M. 1578. W Ludwig VI. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf ... v: Elisabeth Pfalzgrevin / Vollmaureskenranke / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 116

(ted. 2563)

W irsung, Christophorus. E in neuwes Artzney B ach . Frankfurt a. M. 1577. L P C 1583 (gold). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Ludw ig Pfaltzgr. v: W Ludwig ... Pfalsgraf / Vollmaureskenranke / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 117 (ted. 1214a - 1215b). E y n schon lustig Geschieht wie K eyser Carle der gross vier gebröder Aymont bekrieget. Sim m ern 1535. O II P 1543. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind und gold (W St). P kleines pfälzisches W mit LilienSt (v: Linien gerautet) / VasenR / PärchenR / Rech tf ertigungs R .

Neuburg. Ottheinrich-Meister.

Taf. XXXI

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72

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 118-123

II. 118 (ted. 553 a - 554 b) Chronica Und A ntiquitates des alten Stiffts M arsburg. Leipzig 1557. H L P 1576. Holzd mit Schliessen. Weisses Scbweinsleder blind. P Kartuschen W Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KandelaberR / Reformatoren!! / Kranz R.

Amberg. E lias Petersheim. II. 119

(ted. 2574)

Vischer, Christophorus. A usslegung der Euangelien. Schm alkalden 1570. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Aufdruck: postil Vissch (in Rauschei). 2 Streifen KranzR / ReformatorenR / Leben Jesu R bez. N. K. / KranzR.

Schm alkalden. 57. K . II. 120 (ted. 2689 bis a) A pologia. Heidelberg 1583. W Ludwig VI. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Luther, v: KartuschenW Elisabeth / Vollmaureskenranke / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 121

(ted. 402)

Plntarchus. Guoter Sytten X X I Bücher. Strassburg 1514. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Reihe gotischer KnospenSt / KnotenR / Ornamentleiste mit Trommel / StreuSt , 4 Pärchen mit Vasen.

Ensisheim . Meister des Iohannes Lansten. II. 122

(ted. 691)

M usculus, Andreas. T hesaurus ... A u s den Büchern Lutheri. Frankfurt a. d. O. 1577. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen EichelSt / schmale und breite MedaillonR / SalvatorR bez. B. F. / Kranz R.

Dresden. Brosius F au st. II. 123

(ted. 2572 a - 2573 b)

F ay ser (Fesserus), Johannes jun. H ip p ia tria . Gründlicher Bericht der Ross&rtzney. Augsburg 1576. L P C 1577 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KrabbenR / schmale SalvatorR / breite SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim.

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Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 124 - 129

73

11.124 (ted. 3211a - 3212b) D er E rst (und A nder) Theyl A ller Römischen Reichs Ordnungen. Mainz.

1562-3. « Sebast. Meicbsner Doctor ... 1565 » (Dankbrief an den Pfalzgrafen Johann Casimir). Holzd mit Schliessen. Schweinsleder blind. 3 Streifen MedaillonR / StreuSt / Reformatoren!! mit Grotesken / KranzR.

Mainz. H . M. II. 125

(ted. 1672)

E ritius, Andreas. Von Verbesserung des Gemeinen N utz F ü n ff Bücher. B ase l 1557. H L P 1576 (Rauschei). Pappd mit 2 Lederriemchen. Weisses Schweinsleder blind. P Doppelbilder Justicia und Fides. ReformatorenR / KandelaberR / KranzR.

Amberg. E lias Petersheim. 11.126

(ted. 595 a - 596 b)

Costnitzer Concilium. Fran kfu rt a. M. 1575. L P C 1579. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / Yollmaureskenranke / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 127

(ted. 2561 quater a - 2561 quinquies b)

W irsung, Christophorus. Artzney Buch. Heidelberg. 1568. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KandelaberR / MedaillonR mit pfälzischem W - Leben Jesu R(dreizeilig).

Heidelberg. J o s t Zimmermann. II. 128

(ted. 1754)

M athesius, Johannes. S arep ta Oder Bergpostill. Nürnberg 1562. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen EichelSt / StreuSt / Parisurteil (Köpfe) - StreuSt - RechtfertigungsR.

Heidelberg. Meister des W esenbeck. II. 129

(ted. 1701a - 1701b)

Solm s (Graf zu), B einh art Sen. Beschreibung Vom U rsprung des Adels. Fran kfurt a. M. 1564. II L P 1576 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KandelaberR / MedaillonR / KranzR.

Amberg. E lias Petersheim.

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74

II. 130

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 130 - 135

(ted. 2691 bis)

Hero, Michael. Schaehtafelen der Gesuntheyt. o. O. 1533. H L P 1574 (Goldrausehel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind und Goldrauschei (P E). P r: o KartuschenW Ludewig ... Genaden, v: Doppelbild Justicia / EeformatorenR / Salvator E / Kranz R.

Amberg. E lias Petersheim. 11.131 (ted. 1747 a - 1751 e) R eform ation der bayrischn lanndrecht. München 1518. Pappd mit 2 Lederriemchen. Weisses Schweinsleder blind. 4 mal geriegelter BlattSt gegenseitig - Linien mit Mittel- und EckSt.

Augsburg. Leovitius-M eister. II. 132

(ted. 1744 a)

M athesius, Johannes. S a rep ta D arin n von allerley Bergwerck und Metallen. Nürnberg 1571. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / MarienR / KranzE / MedaillonR.

Mainz. Augustiner-Meister. 11.133

(ted. 110a - 112c)

Müller, Henricus. Turckische H istorien. Frankfurt a. M. 1563. H L P 1563 (Eauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen KranzE / VasenE / StreuSt / RosenstabE / KranzE.

Amberg. Bosenstab-M eister. II. 134

(ted. 2570 bis)

Pigna, Johannes B a p tista. H istorien. Mainz 1580. L P C 1581 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / VollmaureskenR / Sal­ vatorE bez. E. P. / 2 mal KrabbenR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 135

(ted. 2561)

Jo v iu s (Giovio), Paulus. X L V Bücher. B asel 1560. Pfalzgraf Friedrich (III.) gedruckt gewidmet. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzE / TugendenR N* 1559 / StreuSt / SalvatorR bez. T. D.

Frankfurt. Thom as Drechsler.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 136

75

Pal. II. 136 - 141

(ted. 1023)

Schurw ardt, Johannes. Regententaff eil. Leipzig 1583. W Ludwig VI. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth Pfalzgrevin / SalvatorR bez. E. P. / Kranz R.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 137

(lat. 137)

Gretserus, Jaco b u s. R udim enta linguae graecae. In golstadt 1605. W Friedrich IV. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Fridericus Quartus r + v - Linie mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 138

(lat. 258)

Fernei, J o a n . ü n iv ersa M edicina. Fran kfu rt a. M. 1592. W Friedrich IV. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Friderh ... Pfalsgraf r + v - Linien mit grossem KnospenSt - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. 11.139

(lat. 202a - 203b)

Scaligerus, Ju liu s Caesar. Poetices libri septem. o. O. 1561. W Friedrich IV. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Fridericus Quartus r + v - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. 11.140

(lat. 6 a - 7 c )

Bibliander, Theodoras. Tem porum a condito mundo ... Universae historiae divinae. B asel 1558. «A P G (asser) L 1575 Sufha 165 cruc. Augstburgi.» Holzd mit Schliessen. Halblederbd. Weisses Schweinsleder blind. Streifen KranzR / MedaillonR mit Augsburgischem W bez. CH / TugendenR.

Augsburg. Caspar Horneifer. II. 141

(ted. 1282)

Guicciardinus, Franciscus. B asel 1574.

Gründtliche

beschreibüng aller

Jiistorienn.

H L P 1574 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Doppelbilder Justicia und Fides / KandelaberR (in quer) / MedaillonR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Amberg. Elias Petersheim.

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76 II. 142

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 142 - 147

(ted. 2737)

Lonicerus, A dam us. Kreuterbuch. Fran kfu rt a. M. 1560. H L P 1567 (blind). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen MedaillonR bez. N* 1558 / desgl. / StreuSt / 2 mal MedaillonR.

Fran kfu rt a. M. Volksbücher-Meister. II. 143

(lat. 723)

Cardano, Hieronymus. O pus novum B ase l 1570.

de proportionibus numerorum..

« Achillis P Gasseri L ... Augstburgi ... 1571». Holzd mit Sehliessen. Halblederbd. Weisses Schweinsleder blind. Streifen Kranz R / Reformatoren R / Kranz R.

Augsburg. C aspar Horneffer. II. 144

(ted. 2569 a)

W irsung, Christophorus. E in newes Artzney Büch. Heidelberg 1572. H L P 1574 (gold). Holzd. mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r -f v KandelaberR / SalvatorR / KranzR.

Amberg. E lias Petersbeim . II. 145 1-3

(lat. 2592)

Schardius, Simon. H istoricum opvs 1-4 (in 3 B d n ). B asel 1574. H F P 1588. Pappd mit 2 Bandspuren. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk mit schraffierten Blättern, rechteckig r + v / KandelaberR / ReformatorenR/Vollmaureskenranke/ KandelaberR. (2: ReformatorenR / KettenR/ KranzR. 3: ReformatorenR / VollmaureskenR / KettenR.)

Heidelberg. F . D. II. 146

(lat. 124 a - 130 g)

R egiom ontanus, Joannes. D e triangulis p lan is et sph aericis libri quinque. B asel o. J . « Est Achillis P. Gasseri L. Augstburgi 1561 ... 7 batzs ». Holzd mit Sehliessen. Halblederbd. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen RosenstabR / Ornamentleiste. Rü St: gotischer KnospenSt.

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 147 i.i

(ted. 1807)

Sarcerius, Erasm us. Stim m arien Uber alle Capitel aller Biblischen Bücher. 1-4 (in 2 Bdn). o. O. 1559. L P C 1582. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder gold. o P r: B Ludwig... Gnaden, v: W Ludwig ... Pfalsgraf ... Hert Jn Beier / LindenblattSt - KandelaberR - grosser geriegelter KnospenSt / Vollmaureskenranke. Rü: KandelaberR und Blüte. Goldschnitt ziseliert. Beide Bde gleich.

Heidelberg. E lias Petersheim.

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Palatinische Einbände. Drucke IL 148

Pal. II 148 -152

77

(ted. 1763a- 1764b)

Sarcerius, E rasm us. H aussbueh. F ran kfurt a. M. 1578. L P C 1578 (Rauschel). Holzd mit Scbliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / VollmaureskenR / Sal­ vatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersbeim .

II. 149 W

(ted. o. Nr.)

Yogel, M attheus. Schatzkammer heiliger Göttlicher schrifft 1-4. Tübingen 1581. Steifbroscbur. Pergamentbezug mit Klappe über dem Schnitt. Rauschel. 4 mal leermaureske Blüten gegenseitig - Linien mit BlattSt. Alle 4 Bde gleich.

Tübingen. M eister des M attheus Yogel.

II. 150 (ted. 693 a-695c). A pologia oder Verantwortung dess Christlichen Concordien Buchs. Hei­

delberg 1583. W Kurfürstin Elisabeth. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Melanchthon. v: KartuschenW Elisabeth / Vollmaureskenranke in quer / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 151

(ted. 1704)

Policarius, Johannes. D er armen Sü n der Trostspiegel. Leipzig 1558. H L P 1567 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Lucretia und Justitia, beide bez. I. G. / YierpassR, desgl. Querstreifen / SalvatorR bez. I. G. / MedaillonR.

Amberg. I. G.

II. 152

(ted. 692)

Ercker, L azaru s. Beschreibung A ller M ineralischen E rtz unnd Bergwercsarten. Fran kfu rt a. M. 1580. L P C 1580 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth / YollmaureskenR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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Palatinische Einbände. Drucke

78

II. 153

Pal. II. 158 - 158

(ted. 1019 a - 1021 e).

Griso, Fridericus. H ippokom ike. K ünstlicher Bericht Wie die Streitbarn· P ferdt volkommen zumachen. A ugsburg 1570. H P L 1571 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v / ZiekzackR / MedaillonR mit W / desgl. ohne W / KandelaberR.

Amberg. E lias Petersheim. II. 154

(ted. 424)

Kirchner, Timotheus. Jn d e x über die Acht deutsche Tom os aller Bücher Lutheri. Je n a 1564. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen GroteskenR / MedaillonR / TugendenR stehend / KranzR.

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 155

(ted. 2570)

Herold, Johannes. Keydenweldt Und irer Götter Ursprung. B asel 1554. H L P 1575. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v / KrabbenR / MedaillonR / KranzR.

Amberg. E lia s Petersheim. II. 156

Taf. LXXIII

(ted. 1771a - 1772b)

Meurer, Noe. J a g - und Forstrecht. Fran kfu rt a. M. 1582. Pappd mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament mit Klappen über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 157

(ted. 1033 a)

M grinus, Georgius. D an iel ausgelegt in fünfftzig Predigen. Ursel 1574. H L P 1574 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Kreuzigung und Auferstehung / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Am berg. E lias Petersheim. II. 158

(ted. 1392)

Melanchthon, Phil. Corpus doctrinae Christianae. Fran kfurt a. M. 1560. Pappd dick. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen lyraförmiges Blatt / TugendenR bez. NP 1559 / StreuSt / SalvatorR bez. T. D. / KranzR.

Fran kfurt a. M. Thom as Drechsler.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 159

Pal. II. 153-164

79·

(ted. 3206 quinquies)

R yff, Gualtherus. Gross Chirurgei oder volkommene W undartznei. F ran k ­ fu rt a. M. 1559. H L P 1562 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind und gold. (W St). P kleines pfälzisches W (nur r) mit Lindenblatt. Rhombus: schmale MedaillonR und ReformatorenR. Rechteck: PuttenR mit grossen BlattSt / SalvatorR bez. F. D.

Heidelberg. F . D. [m it M aterial des Betz]. II. 160

(ted. 3206 quater)

Huberinus, Caspar. Spiegel der Geistlichen H ausszucht. F ran kfurt a. M. 1569. L P C 1579 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind und Rauschei (P). o P KartuschenW r: Ludwig ... Pf aisgraf B. v: Elisabeth P G L R H / Krabben R / desgl. in quer / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lia s Petersheim. II. 161

(lat. 222)

Scheplitz, Joach im . Consuetudines Electoratus collectae. Leipzig 1616. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W: F P C Friderh ... Pfalsgraf r + v - Linien mit grossem KnospenSt.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 162

(ted. 684)

Spindler, Georgius. P o stilla. A usslegung der Sontags Evangelien. Leipzig 1576. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 6 Streifen KandelaberR / schmale und breite SalvatorR, bez. E. P. / KranzR.

Am berg. E lia s Petersheim. II. 163

(ted. 3223 ter)

A nhalt von, Georg. Predigten und Schrijften. W ittenberg 1577. Am Deckel innen: W von Eleonora und Joachim Ernst von Anhalt. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P mit Lackfarben bemalt. P B Joachim Ernst und Eleonora von Anhalt / KranzR in quer /'TugendenR / KranzR / MedaillonR bez. C. Z. Goldschnitt ziseliert.

D essau. C. Z. II. 164

(ted. 2580)

Sacerius, E rasm us. P astorale Oder Hirtenbuch. Eisleben 1562. H L P 1565 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Lucretia, beide bez. I. G. / MedaillonR bez. I. G. / SalvatorR bez. I. G. / KranzR.

Am berg I. G.

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80

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 165 - 170

II. 165 (ted. 2739) Concordia , Christliche Bekentnüs nachbenanter Churfürsten A ugspurgischer Confession. D resden 1579. P P C 1582 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth / KandelaberR / SalvatorR bez. E. P. / Kranz R.

Heidelberg. E lias Petersheim. 11.166 (ted. 1168a - 1170c) D es Fürstenthum bs Würtemberg gemein Lcmdtrecht. Tübingen 1585. W Friedrich IV. Holzd mit. Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Pfalz rund r + v - Linien mit schraffiertem BlattSt - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. II. 167

(ted. 1658)

Cario, Joh annes. Neuwe volkommene Chronica. F ran kfurt a. M. 1566. H L P 1566 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia bez. I. 6 . (v: 2 Streifen KranzR) / StreuSt / SalvatorR bez. I. G. / Medaillon R.

Am berg. I. G. II. 168

(flam. 7)

Scrieck van, H adrianus. Originvm rervmq. celticarvm et belgicarvm libri X X I I I . Y pern 1614. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Yinfte - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 169 i . 2

(ted. 1809)

Fischer, Christophorus. H arm on ia Evan gelistan im . 1. 2. Ülzen o. J . und 1577. 1: H L P 1576. 2: L P C 1579. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 1: P KartuschenW Ludwig ... Pfalcz und Elisabeth / ReformatorenR / v: Kande­ laberR / KranzR. 2: 2 Streifen KandelaberR / herzförmige Maureske / ReformatorenR MedaillonR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 170

(ted. 1932)

Saur, A braham us. D iariu m H istoricum . Frankfurt a. M. 1582. H F P 1582 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B L u dw ig Pfaltzgr. v: W Ludwig... Pfalsgraf / VollmaureskenR / Reformato­ renR / KranzR.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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Palatinisclie Einbände. Drucke II. 171

Pal. II. 171 - 176

81

(lat. 529)

Goropius (van Gorp) Joan n es. Origines antuerpianae. Antwerpen 1569. W Ludwig YI. Pappd mit roten Bändern. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth / schmale und breite SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lia s Petersheim. II. 172

(lat. 528)

Bucholcerus, A braham us. Ghronologia. Görlitz 1585. H F P 1589 (gold). Pappd mit 2 grünen Bändern. Weisses Schweinsleder blind, o P Arabeske spitzoval r + v - RankenR mit BlattSt.

Heidelberg. E . D. II. 173

(ted. 1660)

Josep h u s, E lavius. A lle Bücher von den Alten geschichten der Ju d e n . Strassbu rg 1553. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Streifen B lattSt / Schmale SalvatorR bez. M. R. 1553 / StreuSt / SalvatorR bez. M. R. / KranzR in quer, St Streifen seitlich.

Leipzig. M atthias Badm ann. II. 174

(o. Nr.)

E aber, M artin. Deutsche Glossa. Je n a 1576. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Reihe schraffierter BlattSt / schmale MedaillonR bez. B. F. / breite MedaillonR / SalvatorR bez. B. F. / KranzR.

Dresden. Brosius F au st. II. 175

(ted. 1662)

K ran tz, Albertus. Sa x o n ia . Leipzig 1563. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / ReformatorenR / PärchenR / TugendenR bez. 2? 1554 / KranzR mit Satyren.

Heidelberg. P etrus B etz. II. 176

(ted. 2736 bis)

Selneccer, M colaus. D ie Propheten mit S u m m ari und A usslegung ver­ fertigt. Leipzig 1579. L P C 1579. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / KrabbenR / Reforma­ torenR / KranzR.

Heidelberg. Elias Petersheim. 6 ( 217)

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82 IL 177 i. 2

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. IL 177 - 182

(ted. 1210)

Meteren (von), Em m anuel. Niederländische H istorien. Antwerpen 1611. W Friedrich V. Holzd mit Scliliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Vinfte - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 178

(ted. 1600)

Josep h u s Flaviu s. Zwentzig Bûcher von den Alten geschickten der Ju d e n . Strassbu rg 1553. II L P 1566 (gold). Holzd mit Scliliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Lucretia, beide I. G. bez. / schmale und breite SalvatorK, béide I. G. bez. / Medaillonß.

Amberg. I. Gr. II. 179

(ted. 2580 bis)

Bütner, W olffgangus. Epitom e H istoriaru m J n F û n ff Bücher (in 1 B d). o. O. 1576. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / Reformatoren!! unbeschr. / SalvatorR / EranzR.

Frankfurt. Salvator B : D a ta E s t . . II. 180

(ted. 1921)

G igas, Johannes. P o stilla der Sontags - Evangelien. F ran kfurt a. O. 1575. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Reihe schraffierter BlattSt / MedaillonR bez. B. F. / grössere MedaillonR / Sal­ vatorR bez. B. F. / KranzR.

Dresden. Brosius F au st. II. 181

(lat. 2303)

Petrarca, Franciseus. Opera quae extant om nia. B asel 1581. L P C 1581 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pf aisgraf, v: Elisabeth / schmale SalvatorR / breite SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 182

(ted. 449)

Chemnicius, M artinus. E xam en , d as ist Erörterung B e ss Trientischen Goncilii. Fran kfurt a. M. 1576. H L P C 1578 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind und Rauschei (P). o P W Pfalz in rhombischer Kartusche r + v. Rhombus: Linien und KandelaberR. Rechteck: RankenR / MedaillonR mit pfälzischem W / KrabbenR.

Heidelberg. Hans Krück.

Taf. LV

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Palatinisehe Einbände. Drucke II. 183

Pal. IL 183 - 188

83

(ted. o. Nr.)

P aulus, Simon. P o stilla. Fran kfu rt a. M. 1577. L P C 1578. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder, Rauschei. o P Kartuschen W r: Ludwig ... Pfalzgraf B. v: Elisabeth P G - L Z H / Kandelaber R / Laubstab mit Engelsköpfen / 2 mal KrabbenR. Goldschnitt ziseliert (schlecht erhalten).

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 184

(ted. 105)

Schütz, G aspar. H isto ria rerum pru ssicaru m . o. O. (Danzig) 1599. W Friedrich IV. Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind, o P W Pfalz rund r -j- v - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. 11.185

(ted. 312 a - 313 b)

Vitruvius, Pollio Zehen Bücher von der Architectur. B asel 1575. L P C 1581 (gold). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pf aisgraf, v: Elisabeth Pf altzgrevin / Vollmauresken Ranke / ReformatorenR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 186

(ted. 961)

Agricola, Georgius. Vom Bergkwerck X I I Bücher. B asel 1557. H L P 1571 (Rauschei). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v / StreuSt / ReformatorenR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Amberg. E lias Petersheim. 11.187

(ted. 959 a - 960 b)

Hoppenrod, Andreas. Stam m buch Oder Erzólung aller H istorien. S tra ss­ burg 1570. H L P 1571 (Rauschei). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen TugendenR bez. W. G. / ReformatorenR / KranzR / StreuSt.

Amberg. W. G. II. 188

(ted. 2576 bis)

Paracelsus, Aureolus 1561.

Theophrastus.

Opus

Chyrurgicum.

Strassburg

H L P 1564 (Rauschei). Holzd mit Sehliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / MedaillonR bez. I. G. / StreuSt / SalvatorR bez. I. G. / KranzR.

Amberg. I. G.

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Palatinische Einbände. Drucke Pal. II. 189 - 194

«st

II. 189 (ted. 10 ab is -1 2c ) General Ghronicen vieler namhaffter Landtschafften. Frankfurt a. M.

1576. L P C 1578 (Rauschei). Ilolzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Kartuschen W r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / KrabbenR (desgl. in quer) ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 190

(ted. 2593)

Hedio, G aspar. Ein, A usscrlessne Chronicle. Strassburg 1539. « 1582 Philipps Jacob von Uffenbacli ». Ilolzd mit Schliessen. llalblederbd. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen TugendenR bez. 1531.

W ittenberg. Tugenden lt 1531. II. 191

(ted. 1035)

Pegius, M artinus. Gebûrts stûdêbüeli. Basel 1570. Ilolzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: W Württemberg, v: Justitia bez. I. S. / ReformatorenR unbesclir. / Streu­ muster / ReformatorenR beschr. / KranzR.

Stu ttg art. Ja k o b Scliedel. II. 192

(ted. 3171 ter)

Cardanus, Hieronymus. Offenbarung der N atu r. B asel 1559. « Hic liber emptus est Norenberge ... 1561 et constfit 3 daleros ». Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / MedaillonR mit W / StreuSt / SalvatorR. StreuSt.

Nürnberg, «em p tu s Norenberge». II. 193

(ted. o. Nr.)

Sleidanus, Johannes. Warhaftige Beschreibung aller Händel. Frankfurt a. M. 1558. Pappd mit 2 Bandspuren. Weisses Schweinsleder blind. 4 mal geriegelter BlattSt gegeneinander - Linien mit St an den Seiten und Ecken Linien.

Augsburg. Leovitius-M eister. II. 194

(ted. 1759)

Paracelsus, Theophrastus. O pus Chyrurgieum. Fran kfurt a. M. 1566. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 3 Reihen EiChelSt / ReformatorenR / EvangelistenR bez. W. G. / KranzR.

Amberg. W. G.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 195

Pal. II. 195 - 200

85

(ted. 2413 bis)

Petrarcha, Franciscus. De rerum m em orandis. Von aUerhandt fürtreflichen ¡Handlungen. Fran kfu rt a. M. 1566. H L P 1507 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Lucretia, bez. I. (t. / KranzR (in quer) / Medaillon R schmal und breit / SalvatorR bez. T. G.

Am berg I. G. II. 196 (ted. 2(59ö ter a - 2695 quinquies c) A pologia. Heidelberg 1583. W Pfalz. llolzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Luther, v: KartuschenW Elisabeth / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. 11.197

(ted. 1030 a - 1032 c)

Floridus, Franciscus. K riegsübung dess Römischen K a ise r s J u l i j . S trass: bürg 1551. Pappd. Weisses Schweinsleder blind. 3 Reihen BlattSt / StreuSt / schmale SalvatorR / TugendenR bez. N? 1557 / KranzR.

Heidelberg. C. und H ans K rück. II. 198

(ted. 1834)

Paracelsus, Theophrastus. O pus Chyrurgicum . W arhaffte W undarlznei. Strassbu rg 1564. Pappd mit 2 Lederriemchen. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen ReformatorenR / SalvatorR mit Reformatoren - KranzR.

Tübingen. Stecher m it der Presse. II. 199 (ted. 685) Chronica. D a s ist W arhafftige Beschreibunge A ller Christlichen K irchen.

Fran kfu rt a. M. 1572. II L P 1573 (Rauschel). llolzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: Luther und Melanchthon untereinander mit Zickzackstreifen, v: 2 Streifen KandelaberR mit schmaler SalvatorR / MedaillonR / breite SalvatorR bez. E. P. / ReformatorenR.

Amberg. E lias Petersheim. II. 200 (ted. 1027) Neuw J a g unnd Weydwerck Buch. Fran kfu rt a. M. 1582. L P C 1582 (gold). Pappd mit 2 grünen Bändern. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Ludw ig Pfaltzgr. v: W Ludwig Pfalsgraf / schmale und breite SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim.

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86

II. 201

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 201 - 205

(ted. 3227 bis a - 3227 ter c)

Lewenklaw (Leunclavius), H ans. Neuwe Chronica Türckischer nation. Frankfurt a. M. 1590. H P C 1590 (gold). Pappd mit 2 grünen Bändern. Weisses Scbweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 202

(ted. 2577)

Sleidanus, Johannes W arhafftige Beschreibunge aller H ändel. Frankfurt a. M. 1572. H L P 1575 (Rausebel). Holzd mit Scbliessen. Weisses Scbweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KrabbenR / MedaillonR / KandelaberR / KranzR.

Amberg. E lias Petersheim. II. 203

(ted. 2594 - 2595b)

M usaeus, Simon. P o stilla D a s ist A usslegung der Euangelien. Frankfurt a. M. 1570. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen EichelSt / MedaillonR bez. B. P. / breite MedaillonR / SalvatorR bez. B. P. / KranzR.

Dresden. Brosius F au st.

II. 204

(ted. 1028 a - 1029 b) Calendarium

Hondorff, Andreas. 1573.

Sanctorü E t H istoriarum . Leipzig

L P C 1579 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / VollmaureskenR in quer / KrabbenR / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim.

II. 205

(ted. 2579 bis)

Krentzheim , Leonardus. Chronologia. Görlitz 1576. L P C 1578 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Kartuschen W r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / KrabbenR in quer / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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Palatinische Einbände. Drucke Pal. II. 206 - 211 II. 206

87

(ted. 586 a - 587 b)

Caesar, (C.) Ju liu s. W arhafftige Beschreibunge aller namhafften K riege. Fran kfu rt a. M. 1565. H P P 1574 (gold). Ilolzd mit Schliessen. Weisscs Schweinsleder blind und gold (W). o P W Ludwig ... Genaden, v: P Doppelbilder Justitia / KrabbenR, desgl. in quer / schmale ErlösungsE / Kranz R.

Am berg. E lias Petersheim. 11.207

(lat. 2265 a - 2266 b).

Panvinius, Onuphrius. F asto ru m libri V. Heidelberg 1588. H F P 1588 (gold). Pappd mit 2 Bandspuren. Weisses Schweinsleder blind. P Arabesken spitzoval r + v - Linien mit Dreiecksmaureske - KranzR.

Heidelberg. F . D . II. 208 (ted. 2638 bis a - 2638 quater c) A pologia Oder Ferantw ortung dess Concordien Buchs. Heidelberg 1583. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P r: B Melanchthon v: KartuschenW Elisabeth / VollmaureskenR in quer / SalvatorR bez. E. P. KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 209

(ted. 558)

Mörlin, Joachim . E rste Theil A ller Predigten über die P salm en . E rfu rt 1580. L P C 1580 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Ludwig ... Pfalsgraf v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / VollmaureskenR in quer / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 210

(ted. 2579)

Kreutzheim , Leonardus. Chronologia. Görlitz 1577. L P G 1577 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KrabbenR in quer / schmale und breite SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 211

(ted. o. Nr.)

Faber, Martin. Deutsche G lossa. Je n a 1576. L P C 1577 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / 2 mal KrabbenR in quer / MedaillonR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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88

II. 212

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 212-217

(ted. 1679)

Herr, Michael. Grundtlicher underricht ... aller vierfussigen thier. Strassburg 1546. H L P 1570 (Rauschel). Pappd dünn. Weisses Schweinsleder blind. 2 Keihen KranzR / MedaillonR bez. I. G. / grössere MedaillonR / KranzR.

Amberg. I. G. II. 213

(ted. 1655)

M athesius, Johannes. H isto ria Vusers lieben H erren J e s u Christi. N ürn­ berg 1569. — 1569. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind, Aufdruck: Historia (Rauschei). 2 Reihen KranzR / ReformatorenR / Leben Jesu R / KranzR.

Nürnberg. Puer Nadu-Meister. II. 214

(ted. 2579 ter)

Cyprianus, S . Caecilius. Predigten vn Schrifften. Nürnberg 1553. H L P 1563 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen KranzR / s förmige Ranke mit Vasen / StreuSt / KranzR.

Arnberg. Eosenstab-M eister. 11.215

(ted. 671a - 674 b)

Thurneisser, Leonardus. Confirmatio Concertationis. Berlin 1576. L P C 1580 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth Pfaltzgrevin / VollmaureskenR in quer / SalvatorR bez. E. P. / KranzR. Heidelberg. E lias Petersheim. II. 216

(ted. 1869)

Corvinus, Antonius. K urtze A usslegung der Episteln. Nürnberg 1559. L P C 1583 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth Pfaltzgrevin. SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 217

(lat. 223)

E eyger (de), Arnoldus. T hesaurus J u r i s locupletissim us. M agdeburg 1616. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W: F P C Friderh ... Pfalsgraf r + v - Linien mit KnospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 218

Pal. II. 218 -822

89

(lat. 452)

Oudendorp, Joannes. Opera. B ase l 1559. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgra. v: Elisabeth ... Pfalsgrevin / KandelaberR / SalvatorR bez. P. D. / KranzR.

Heidelberg. F . D. 11.219

(ted. 3231a - 3234 d)

Sachs, H ans. D a s erste - fünfft B u ch Sehr Herzliche Schöne vnd warhaffte Gedicht. Nürnberg 1561-79. L P G 1579 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / Vollmauresken Ranke (1. 5) oder VollmaureskenR (2. 3. 4) / SalvatorR bez. E. P. (nur 2: ReformatorenR) / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 220 (ted. 530) Statt Recht und erneuwerte Reform ation dess Reychss Stadt F ran k fu rt am M ayn . Fran kfu rt a. M. 1579. L P G 1579 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / KrabbenR desgl. in quer / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 221

(ted. 2637 bis)

Thurnierbuch. Fran kfurt a. M. 1578. L P C 1578 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / Medaillon R / schmale Sal­ vatorR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 222

(ted. 2691 ter)

Thurnier Buch. Fran kfurt a. M. 1566. H L P 1566. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Lucretia bez. I. G. / MedaillonR bez. I. G. / SalvatorR bez. I. G. / breite MedaillonR.

Amberg. I. G.

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90

II. 223

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 223-227

(lat. 1225 a)

O tto, Phrisingensis episc. R erum ab origine m undi ... gestarum libri octo. Strassburg 1515. « Dono M. Anthonij Cocij». Holzd mit Schliessen. Halblederbd. Weisses Schweinsleder blind. Rautenmuster / Ornamentleiste / Gotische Knospe oben, unten, an den Bund­ stellen und am Rü.

Augsburg. Jagdrollenm eister 3.

II. 224

(ted. 1670)

Selnecker, M colaus. Paedagogiae Christianae P a r s prim a. Frankfurt a. M. 1570. H L P 1575 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / ReformatorenR / KandelaberR I Kranz R.

Am berg. E lia s Petersheim.

II. 225

(ted. 3218 a - 3219 b)

P aracelsus, Aureolus a. M. 1565.

Theophrastus.

O pus

Chyrurgicum.

Frankfurt

H L P 1566 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Ju stitia und Lucretia bez. I. G. / MedaillonR bez. I. G. / Salvator bez. I. G. i breitere MedaillonR.

Am berg. I. G.

11.226

(ted. 400 a -4 01b )

D ryander, Joan n es. A rtznei Spiegel. Fran k fu rt a. M. 1557. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P B Luther und Melanchthon bez. G. H. / KandelaberR / MedaillonR mit Köpfen im Rund und Schild / SalvatorR stehend.

M arburg. Georg H arder. II. 227

Taf. LXXXIX

(lat. 340)

Forcatulu s, Stephanus. Opera. P aris 1595. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W: F P C Friderh. Pfalsgraf. r + v - Linien mit grossem KnospenSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 228 - 233

91

II. 228 (ted. 2568) Corpus Doetrinae D a s ist D ie Su m m a der Christlichen Lehre. Heinrichs-

stad t bei W olfenbüttel. 1576. L P C 1576 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz. v: Elisabeth / KandelaberR / schmale Sal­ vatorR / KranzR.

Heidelberg. E lia s Petersbeim . II. 229

(lat. 2267 - 2268 bis c)

Panvinius, Onnphrins. F asto ru m libri V. Venedig 1558. « Achillis Pyrm. G-asserj Lind. 1530 ». « Summa 31% btz ». Mit Exlibris Gassers. Holzd mit Schliessen. Halblederbd. Schweinsleder weiss. 2 Streifen GroteskenR - OrnamentR / GroteskenR. Rü: gotischer KnospenSt.

Augsburg. Hieronym us Wolf-Meister. 11.230

(ted. 508a - 510c)

Cicero, M. Tnllius. Ofßcia Ciceronis Teutsch. F ran kfurt a. M. 1565. H L P 1572 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v - MedaillonR / KandelaberR breit und schmal / ZickzackR.

Am berg. E lias Petersheim. II. 231

(ted. 2596)

Schwöb, Sigism undus. Register D eudsch vnd L atin isch aller Bücher ... Lutheri. W ittenberg 1564. Holzd mit Schliessen. Weisses Sehweinsleder blind. Aufdruck « Register » (Rau­ schei). P Justitia und Lucretia bez. I. G. / MedaillonR bez. I. G. / SalvatorR bez. I. G. / MedaillonR breit.

Am berg. I. G. II. 232

(ted. 408 a - 409 b)

R össlin, Eucharius. Kreutterbuch. F ran kfurt a. M. 1569. H L P 1571 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P in Rauschei auf rotem Grund. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken und Bandwerk 6 fach / ReformatorenR / MedaillonR mit Wappen / KandelaberR.

Amberg. E lias Petersheim . 11. 233

(ted. 440 a - 441b)

Gilles, M colaus. Frantzösische Chronica. B asel 1572. H L P 1573 (braun). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Doppelbilder Fides und Justitia / ZickzackR in quer / SalvatorR bez. E. P. / ReformatorenR / schmale SalvatorR.

Amberg. Elias Petersheim.

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92

II. 234

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 234 - 239

(ted. 399).

M ünster, Sebastianus. B ase l 1558.

Cosmographei oder

beschreibung

aller

lander.

H L P 1569 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / EvangelistenR / StreuSt / Leben Jesu R bez. T. D. 1560 tP / KranzR.

Fran kfu rt a. M. Thom as Drechsler. II. 235 (ted. 2741) Concordia. Dresden 1580. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. o P Bandwerk mit Grotesken, Grund schraffiert r + v / ReformatorenR beschriftet und unbeschriftet / KranzR mit Engelsköpfen.

Heidelberg. E . H . II. 236

Taf. LIV

(ted. 372)

Gilles, Nicolaus. Frantzösm -he Chronica. B asel 1572. H C P (15) 73. Steifbroschur mit 2 roten Bändern. Pergament. Klappe über dem Schnitt.

Heidelberg. Guillaume Plunion. II. 237

(lat. 2262)

Durerus, Albertus. De Sy m eiria libri. Nürnberg 1527. H L P 1571 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Kartusche und Bandwerk 6 fach, rechteckig / KandelaberR schmal / Reforma­ torenR / MedaillonR mit Wappen / breite KandelaberR.

Am berg. E lias Petersheim. II. 238 (ted. 2740) Concordia. D resden 1580. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. Linien / MedaillonR / SalvatorR / Leben Jesu R / MedaillonR mit Vase.

Dresden. Ja k o b Weidlich. II. 239

(ted. o. Nr.)

H abitu s populorum. Trachtenbuch. Nürnberg 1577. L P C 1578 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / KrabbenR, desgl. in quer / SalvatorR bez. E. P. KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 240

Pal. II. 240 - 245

93

(ted. 1669)

Plinius, (0.) Secundus. Bücher und schrifften von dar N atu r. F ran kfurt a. M. 1565. 11 L P 1565 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Justitia und Lucretia bez. I. G. / MedaillonR bez. I. G. / SalvatorR bez. I. G. / KranzR.

Amberg. I. G. II. 241

(greei o. Nr.)

Stephanus Byzantinus. B e urbibus. B ase l 1568. « Sum Achillis P. Gasseri L ... 1568 ». « C. Augssburgi 7 batziis comparatus ». Pappd. Weisses Pergament gold. W St Pius VI. Rü: Titel auf rötlich grundiertem Schild.

R om . M eister P iu s’ Y I. II. 242 (ted. 1767) New M üntz Buech. München 1597. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Pergament. Klappe über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 243

(ted. 2564)

Sauer, A braham . G üläiner A u sszu g Von Erbschafften dero Erbaigen vnnd Lehen Güter. Fran kfurt a. M. 1580. L P C 1581 (gold). Pappd mit 2 roten Bändern. Weisses Schweinsleder blind. P W Ludwig ... Pf aisgraf, v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / Yollmaureskenranke / desgl. in quer / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 244

(ted. 1025)

R um polt, M arx. E in new Kochbuch. Fran kfu rt a. M. 1581. L P C 1581. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pf aisgraf, v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / Yollmaureskenranke / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 245

(ted. 2654 bis a - 2655b)

Thurnier Buch. F ran k fu rt a. M. 1566. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen KranzR - SalvatorR / KranzR.

Reuburg. M eister der Kirchenordnung.

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Palatinische Einbände. Drucke

94

Pal. IL 246 - 251

11.246

(ted. 506 a - 507 b) Hero, Michael. Schachtafelen der Gesuntheit. Strassburg 1533. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen Blattranke / StreuSt / PärchenR / Parisurteil (Köpfe). Rü St: gotische Knospe.

Speyer. Buchführer Eisengrein. II. 247 (ted. 556 a - 557 b) H isto ria H errn Georgen JJnnd H errn C asp arn von Frundsberg. Frankfurt

a. M. 1572. L P C 1578 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfaltzgraf B. v: Elisabeth / SalvatorR / ReformatorenR / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 248 (ted. 1884) Kirchenordnung W olffgangs Pfaltzgravens bey B ein . o. 0 . (Nürnberg)

1560. Holzd mit Schliessen und Beschlägen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / StreuSt / RechtfertigungsR / KranzR.

Nürnberg. Christoph Heusler. II. 249

(ted. 3179 bis)

R um polt, M arx E in new Kochbuch. F ran kfurt a. M. 1546. «... Philipsen Landtgrauen zu Hessen ... D. D. Joachimus Struppius von Gelhausen*. 1581. Steifbroschur. Pergament mit Klappe über dem Schnitt.

D arm stadt. Meister des Landgrafen. 11.250

(ted. 588 a - 590 c)

R yff, Gualtherus. New Gross D istillirbüch. Frankfurt a. M. 1567. H L P 1573 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P Bandwerk viereckig mit Vollmauresken r + v / SalvatorR schmal / MedaillonR / KandelaberR.

Am berg. E lia s Petersheim. II. 251

(lat. 1168)

K hunrath, Henricus. Am phitheatrum Sap ien tiae aeternae. H anau 1609. W Friedrich V. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W Vinfte r + v - Linien mit grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke II. 252

95

Pal. II. 252 - 257

(ted. 1901)

Fries, Laurentius. Spiegel der artzney. Strassburg 1546. H L P 1563 (Rauschei). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen KranzR gegenseitig / s förmige Ornamente mit Vasen / StreuSt / RosenstabR / KranzR. -

Amberg. B o sen stab Meister.

.

Taf. LXXII

II. 253 (ted. 1843 a - 18844b) K irchenordnung ... W olffgangs P faltzgravens bey Rhein. Nürnberg 1557. Pappd mit 2 Lederriemchen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Reihen KranzR - MedaillonR antik.

K aiserslautern. Antiken-Bolle. 11.254

(lat. 2533 a - 2534 b)

H ospianus, Budolphus. O riginis errorvm, hoc est de origine templorum libri quinque. Zürich 1587. « Ottoni a Grunradt ... Priderici (IV.) Electoris magistro ... auctor dono dedit». Pappd fest. Pergament. Klappe über dem Schnitt. Nur eine Linie hart am Rand.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. 11. 255

(ted. 686 a - 690 e)

Valerius M axim us. N eu n Bücher von wunderbaren Geschichten. F ran kfurt a. M. 1565. H L P 1576 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P KartuschenW r: Ludwig ... Pfalcz ... v: Elisabeth / KandelaberR / ReformatorenR / KranzR.

Amberg. E lias Petersheim. II. 256

(ted. 2544) Dieterich, V itus. S u m a r ia Uber die gantze B ib lia. Fran kfurt a. M. 1578. L P C 1582 (gold). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. P W r: Ludwig ... Pfalsgraf. v: Elisabeth ... Pfaltzgrevin / VollmaureskenR / SalvatorR bez. E. P. / KranzR.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 257

(ted. 2447)

Copius, B alth asar. H ausskirch en P ostill. N eu stadt a. d. H ard t 1591. Pfalzgraf Johann Casimir gedruckt gewidmet. Steifbroschur mit 2 blauen Bändern. Pergament gold. o P Ornament oval r + v. EckP: Engel / KandelaberR. Rü schmale Kande­ laberR und BlattSt. Goldschnitt glatt.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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96

Palatinische Einbände. Drucke

Pal. II. 258 - 263

II. 258 (ted. 2447 bis) Thurnier Buch. Fran kfu rt a. M. 1578. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament. 2 blinde Linien am Band.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 259

(ted. 1785)

Lorini, B onaiutus. P ü n ff Bücher Von Vestung Bauw en. Frankfurt a. M. 1607. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. 11.260

(lat, 359 a - 360b).

Schöner, Andreas. Gnomonice. Nürnberg 1562. « D. Pitiscus habuit ». Steifbroschur mit 2 Lederriemchen. Weisses Pergament mit Klappen über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 261

(ted. 1888)

P latin a, Bartholom aeus. Päpstliche Chronica. Freiburg i. B r. 1603. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament mit Klappen über dem Schnitt. 1 Blindlinie am Band.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 262

(lat. 2382)

V illanova (de), Arnaldus. O pa nuperrim e renisa. Lyon 1520. p. 54 b. P No 19. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind (beschädigt). 3 Beihen BankenB mit Kopf, in 2 Vierecken untereinander / Paris Urteil / PiirchenB.

A ugsburg. Batsaktenm eister 1538. II. 263

(ted. 3082 bis)

Lencker, Johannes. Perspectiva. Nürnberg 1571. Steifbroschur mit 2 Bandspuren. Weisses Pergament mit Klappen über dein Schnitt. Nur eine Blindlinie am Band.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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Palatinische Einbände. Drucke Pal. II. 264 - 269

97

IL 264 (ted. 1871) Alte Reichs Abschied und Hcmdlungé. Am berg 1607. W Pfalz. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament. Goldrauscbel. o P W Pfalz offen, gross - Linien mit KnospenSt. Rü: St: Yierblattblüte. Gold­ schnitt glatt.

Heidelberg. M. P. II. 265

(ted. 1898)

Epam ineus, Theodoras. R elation w as zu Cbllen in der Niderlendischen Friedenshandlung gepflogen. K öln 1580. Steifbroschur mit 2 Lederriemchen. Pergamenthandschrift (Antiphonar) als Über­ zug mit Klappe über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 266

(lat. 1598)

Rainoldus, Johannes. Su m m a colloquii De Capite et F id e Ecclesiae. London 1611. W Friedrich Y. Holzd mit Schlie'ssen. Weisses Schweinsleder hlind. P W Pfalz ohne Inschrift r + v - Linien mit kleinem BlattSt - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 267

(ted. 1834 bis)

Paracelsus, Theophrastus. Opus Ghyrurgicum. Strassburg 1564. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder hlind. 2 Streifen TugendenR bez. 1544 - Salvatori!.

K ör düngen. M eister des Ja k o b Brum ann. II. 268

(Mazz. 2736)

Ausonius Decim us M agnus. M osella. Cum commentario M arq. Freheri. (Heidelberg) 1619. Steifbroschur mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 269

(ted. 2629 ter)

Kigrinus, Georgius. D an iel. U rsel 1574. Pappd. Weisser mit schwarzen Streifen durchsetzter Samt. Goldschnitt mit kleinen St verziert.

Amberg. Meister der Sam tbände. 7 ( 217)

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Palatinischo Einbände. Drucke

98

II. 270

Pal. II. 270 - 276

(ted. 1842)

R yff, Gualterius. New gross D istillier Büch. F ran kfurt a. M. 1556. H L P 1563 (Rauschel). Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / RosenstabR / StreuSt / VasenR / KranzR.

Amberg. Rosenstab-M eister. II. 271

(ted. 1788)

Meurer, Noe. Von Forstlicher OberherrligTceü u n n ä Gerechtigkeit. Pforz­ heim 1560. Steifbroschur mit 2 Lederriemchen. Weisses Pergament. Klappen über dem Schnitt.

Amberg. II. 272 (ted. 3083 bis) D er Obern Churfürstlichen P faltz W ald Ordnung A nno 15-65. (Heidel­

berg) 1565. Pergamenthülle mit 2 Lederriemchen. Klappen über dem Schnitt.

Amberg. II. 273 (ted. 3226) [Allegorische Holzschnitte mit Gedichten ] o. O. u. J . Pappd fest mit 2 grünen Bändern. Dünnes weisses Pergament. 1 Blindlinie am Rand.

Heidelberg. II. 274

(ted. 2664 ter)

Braunschweig, Hieronymus. B istillie r Buch. Fran kfurt a. M. 1552. H L P 1563. Holzd mit Schliessen. Weisses Schweinsleder blind. 2 Streifen KranzR / RosenstabR / StreuSt / VasenR / KranzR.

Amberg. Rosenstab-M eister. II. 275 (ted. 1833) B a s Heldenbuch. Fran kfurt a. M. 1560. Pappd mit 2 schwarzen Samtbändern. Weisses Schweinsleder blind. 3 Streifen TugendenR / StreuSt / SalvatorR / KranzR.

Frankfurt. Meister der SalvatorR . II. 276

(ted. 1914a - 1915b)

Wetzesowitz (von), Wolffgangus. Beheimische L a n d Ordnung. F r ank fu rt a. M. 1604. Pappd fest mit 2 grünen Bändern. Weisses Pergament. 1 Blindlinie am Rand.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt.

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P a la tin isc h e E in b ä n d e . D ru ck e

II. 277

99

P a l. II. 277 - 282

(lat. 2242)

W ytfliet, Cornelius. D escriptionis Ptolem aicae Augm entvm . Löwen 1598. W Friedrich IY . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind und gold (W). P W P falz rund r + v - Linien m it grosser L ilie - Linien.

Heidelberg. E lia s Petersheim. 1 1 .2 7 8

(lat. 557 a - 558 b)

W itikindus, R erum ab H enrico im pp. gestarum L ib ri I I I . B a se l 1532. p. 132 b. F N o. 4. H olzd m it Scbliessen. W eisses Schweinsleder blind. r: R au ten m u ster - Ornam entleiste m it grotesken K opf. v: 2 Streifen schm ale Ornam entleiste - O rnam entleiste m it groteskem K o pf.

In golstad t J . II. 279

(lat. 683)

Fabricius (Goldschmied), Georgius. O riginum stirp is Sax o n iae libri septem. Je n a 1597. W P falz P a p p d dick m it Bandspuren. W eisses Schweinsleder blind und gold (P). o P r: W P falz offen gross, v: R au te, schraff. B lattw erk - Linien m it L in d en b lätt nach innen, K n osp en St nach aussen - M edaillonR bez. M. F .

Heidelberg. M. F . II. 280

Taf. LXXI

(lat. 891)

Lycosthenes, Conradus. Prodigiorum ac ostentorum chronicon. B a se l 1557. W Friedrich IY . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W F ridericus Q uartus r + v - Linien m it geriegeltem B lattSt, - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 281

(ted. 3202)

Bünting, Henricus. Braunschw eigische und Lunebürgische M agdeburg 1586.

Chronica .

H I C P. P a p p d m it 2 grünen Bändern. W eisses P ergam ent m it K lap p en über dem S ch n itt, blind (Linien) und gold (P St). o P W P falz und Sachsen oval im Punktrahm en - Linien m it EichelSt.

Heidelberg. E lias Petersheim . II. 282

(ted. 3079 bis)

Franck, Sebastianus. D ie Gulden Arch. Bern 1569. P app d dick. W eisses Pergam ent. Goldschnitt alt, ziseliert: Spiralranken u n d B lätter, bunt bem alt.

Rom. Meister Pius’ YI. Schnitt Amberg. Meister der Samtbände.

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P a la tiu isc h e E in b än d e . D ru ck e

100

II. 283

P a l. II . 283 - 288 .

(ted. 1906)

[Aventinus, Johannes]. Bayrischer Chronicon. Nürnberg 1522. Pergam enthandschrift (B ibeltext) als Hülle m it U m schlagklappe.

Nürnberg. (W Nürnberg als Wasserzeichen). II. 284

(ted. 1792)

H oltzw art, M atthias. L u stgart Newer Deuttseher Poeteri. Strassburg 1568. Pergam enthandschrift (A ntiphonartext) als Hülle m it U m schlagklappe.

Heidelberg. II. 285

(lat. 2243) '

Hospinianus, Rodulphus. De origine Jvdaeoru m ... L ib ri très. Zürich 1592. « ... Friderico IV ... R odulphus H ospinianus M ittit ». P ap p d dick m it grün und gelben Sam tbändern. Pergam ent. Goldrauschei. o P B andw erkraute r + v. Rhom bus: L a u b sta b R (v: K andelaber) - Rechteck: Ornam entleiste m it E ck P. R ü S t: M auresker Riegel. Goldschnitt ziseliert.

Zürich. Meister des Hospinian. II. 286

(ted. 1777 a - 1778 b)

Meurer, Noe. J a g und Forstrecht. Frankfurt a. M. 1576. H L P 1576 (gold). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P K artuschenW r: Ludw ig ... P falcz. v: E lisabeth / K rabben R nur quer / S alv ato rR / K an d elaberR / K ran zR .

Amberg. E lias Petersheim. II. 287

(ted. 1774)

H oltzm an (X ylander) Guillelmus. D ie sechs Erste Bâcher E u clid is. B asel 1562. « E x Frid. IV E lectoris P al. B ib l.ca p riv ata ». Steifbroschur m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent m it K lappen über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 288

(ted. o. Nr.)

W irsung, Christophorus. E in new Artzney Buch. N eustadt a. d. H ardt 1582. Pfalzgräfin E lisabeth im D ruck gewidm et. P a p p d fest m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent. K lappen über dem Schnitt.

Heidelberg.

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P a la tin isc lie E in b ä n d e . D ru c k e

II. 289

P a l. II. 289 - 295

101

(ted. 1743)

Bullinger, Henricus. D e origine erroris ... D a s ist: Vom U rsprünng aller Irrthum ben. Heidelberg 1574. Friedrich I I I . gedruckt gewidm et. Steifbroschur m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent m it K lappen über dem Schnitt, gold. o P O rnam ent oval gross - Linien m it V ierblattblü te und Vasen S t an den Ecken. R ü: V ollm aureskenR m it B la ttS t. G oldschnitt ziseliert, iiberschnoidende Bogen.

Heidelberg. Guillaume Plunion. II. 290 (ted. 2647 bis) Gostnitzer Concilium. Fran kfu rt a. M. 1575. Pergam enthülle, ab gefüttert, m it Ü berschlagklappe von hinten nach vorn, r: Titel in F ra k tu r aufgeschrieben.

A ugsburg. II. 291

(ted. o. Nr.)

H erberstein (Freiherr), Sigm und. M oseouiter H istorien. Hasel 1567. Pergam enthülle, ab gefüttert, m it 2 Lederriem chen.

Amberg. II. 292

(ted. 1756)

Ovidius, (P.) lia so . M etam orphosis. F ran k fu rt a. M. 1581. P a p p d m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent. K lappen über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 293 (ted. 1810a - 1811b) P faltzgrave F riderich s ( I I .) ßergwercks Ordnung. Heidelberg 1548. Pergam enthülle, dick, mit, Um schlagklappe von hinten nach vorn. Riem enverschluss.

Heidelberg. II. 294

(ted. o. Nr.)

Sleidanus, Johannes. W arhaftiqe ßeschreibunqe aller H ändel. Frankfurt a. M. 1563. Steifbroschur m it 2 Lederriem chen. W eisses Pergam ent. K lap p e über dem Schnitt.

Heidelberg. II.

295

(ted. 1773)

Herberstein (von), B asel 1567.

Sigism undus.

Moscoviter

wunderbare

H istorien.

Steifbroschur m it 2 Lederriem chen. W eisses P ergam ent. K lappen über dem Schnitt

Heidelberg.

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102

P a la tin isc h e E in b än d e . D ru ck e

P a l. II. 296 - 301

I L 296 (ted. 2156) V iv e s , J o h a n n e s L u d o v i c u s . E rster Theyl Von geburlichem thün vnd

lassen eines Christlichen Ehem anns. F r a n k f u r t a . M . 1 5 6 6 . Steifbroschur m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent. K lappen über dem Schnitt. H e id e lb e r g . II. 297 (lat. 2632) C r e lliu s (C r e ll), F o r t u n a t u s . J n posteriora A ristotelis analytica Commen­

tari. N e u s t a d t a . d . H a r d t 1 5 8 4 . HH C P ... 1584. Steifbroschur. W eisses P ergam ent gold. « P r : P falz oval im K ran z, v: Ornam ent ov al gross - V ollm aureskenß m it Dreiecksm aureske in den Ecken. Goldschnitt glatt. H e id e lb e r g . G u illa u m e P lu n io n . II. 298 (Mazz. 2737 - 2739) P e u r b a c h , G e o r g v o n . E r a s . Osvvaldi Schreckenfuchsii Commentaria in

N o u a s Theoricas P lan etaru m Georgii P u rbach ii. B a s e l 1 5 5 6 . P app d dick m it 2 Bandspuren. W eisses Pergam ent. B a se l. II. 299 (ted. 1827) S e in e c k e r , N ic o la u s . D ie Propheten ... m it kurtzer S u m m ari und A u ss-

legung verfertiget. L e i p z i g 1 5 7 9 . L P C 1579 (Rauschei). Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Streifen K an d elab erR / Reform atorenR / M edaillonR / K ran zR . H e id e lb e r g . E l i a s P e t e r s h e im . II. 300 (lat. 2635) O a rd a n u s (C a rd a n o ),

H ie r o n y m u s .

D e rerum varietate libri X V I I .

B a se l 1557. « A m brosius Prechel M edicinae D octor ». Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Streifen K ra n zR / S alv ato rR bez. L . W. / S tre u S t / Leben Je s u R bez. L . W. / K ran zR . N e u m ark t. L . W . II. 301 (ital. 1) G o lt z ( G o lt z iu s ) , U b e r t o . L e vive im agin i di tvtti q u asi gVimperatori. A n tw e rp e n 1557. H P P 1586 (gold). P a p p d m it 2 grünen Bändern. Schweinsleder blind. P r: p W Pfalz ov al im K ran z (Plunions W P ). v: J u s titia / R eform atorenR / S a l­ v a to rR schm al / K ran zR / K andelaberR . H e id e lb e r g . F . D .

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P a la tin is c h e E in b ä n d e . Drucke.

II. 302

P a l. II. 3 0 2 - 3 0 7

103

(lat. 672)

Constantinus, Paulus. Chronicum regum. B asel 1534. w $. P ap p d m it 2 Lederriem chen. W eisses Schweinsleder blind. Reihe gotischer S tra u ssS t / P arisurteil - R ankenR m it Blüten und gefiedertem B latt.

Frankfurt. Meister m it dem Tulpenkönig. 1 1 .3 0 3

(lat. 227 a - 228 b)

S crip ta veterum latin a de u n a persona et duabus n atu ris domini. Zürich

1571. 1571 (blind). Ilolzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 1 Reihe EichelSt / M edaillonR / breitere M edaillonR / R eform atorenR / K ran zR .

Nürnberg. Jö r g Popp. II. 304

(ted. 1760a - 1761b)

Lewenklau, Johannes. Neuwe Chronica Turckischer nation. Frankfurt a. M. 1590. Steifbroschur m it 2 gelben Bändern. W eisses Pergam ent. 1 Blindlinie am Rand.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 305

(lat. 667 a - 669 c)

Rhenanus (Bilde von Rheinau), B eatu s. B eru m germ anicarum libri tres. B asel 1551. p. 133. F No 17. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 3 Streifen R osen stab R - G-roteskenR / S alv ato rR stehend. -

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 306

(ted. o. Nr.)

W irsung, Christophorus. E in new Artzney Buch. N eustadt a. d. H ard t 1582. Steifbroschur m it 2 grünen Bändern. W eisses Pergam ent. K lappen über dem Schnitt.

Heidelberg. II. 307

(lat. 2271)

Jt a lia e illustratae seu rerum H alicarum scriptores varii. F ran k fu rt a. M.

1600. W Pfalz. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r : W Pfalz oval, v: Ornam ent oval - Linien m it K n ospenSt.

Heidelberg. Pfalzwerkstatt.

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104 II. 308

P a la tin isc h e E in b än d e . D ru ck e

P a l. II. 3 0 8 - 3 1 3

(ted. 1910a - 1911b)

Hondorff, Andreas. P rom ptu ariu m Exem plorum . D as ist: H istorien und Exempelbüch. Fran kfu rt a. M. 1574. « Dem Ehrnhafften ... H ausshalter (?) von V ayhaim ». P app d . W eisses Pergam ent. G oldschnitt (schlecht erhalten), ziseliert.

Fran kfurt a. M. II. 309

(lat. 582)

Serarius, Nicolaus. Jo su e . Mainz 1610. W Friedrich V. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W P falz ohne Inschrift - Linien m it Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 310

(spagn. 3)

L a biblia. Ques es los sacros libros transl. P o r Cypricmo de Vodera. Am ­

sterdam 1602. W Friedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P W Vinfte r + v. - Linien m it grosser Lilie - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 311

(ted. 3207 quater)

Mörlin, Joachim . E rste (- Dritte)

Theu ¿xiler Predigten,

(in. 1 B d ).

E r fu r t 1580. B Ludw ig VI. Holzd m it Schliessen. W eisses Sehweinsleder blind. P r: B Ludw ig ... P fa lts D H R . v: W P falz: Alle D ing ... (Beschriftung unten) / Medaillon R / Reform atoren R / Ranken R.

Heidelberg. H ans Krück. II. 312

(Mazz. 2740)

M atthaeus, Paris. H isto ria M aior a Guilielmo Conquaestore ad ultimum wrmurn H enriei tertii. Zürich 1589. H F P 1589 (gold). P ap p d m it 2 grünen Bändern. Schweinsleder blind, o P A rabeske spitzoval - R eform atorenR .

Heidelberg. F . D. II. 313

(ted. 2568 bis)

Bock, Hieronymus. K reüter Büch. Strassburg 1551. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Streifen TugendenR - O m am entR m it 2 K öpfen / F.vangelistenR.

Heidelberg. Pfalzgraf Ludwig-Meister.

T a l. L H

und Abb. 14

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II. 314

P a l. II. 3 1 4 - 319

105

(lat. 1127)

Schegkius (Degen), Jaco b u s. J n octo Physicorum libros A ristotelis Comm entaria. B asel 1546. p. 196 b. P No 19. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 3 Reihen R ech tfertigun gsR - S alv ato rR stehend. R ü: gotischer K n osp en St.

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 315

(ted. 2627)

B ock, Hieronym us. K reüter Buch. Strassburg 1560. H L P 1562 (Rauschei). H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. 2 Reihen P u tte n R sehm al / R eform atorenR / S alv ato rR / K ran zR .

ISJordlingen. M eister des Ja k o b Brum ann. II. 316

(lat. 484)

Beineccius, Beinerus. H isto ria J u l i a sive syntagm a heroicum. H elm stedt 1594. W Friedrich V. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: W: F P C Friderh ... P falsgraf. v: Ornam ent ov al - Linien m it grossem K n o ­ sp en St - Linien.

Heidelberg. Pfalzw erkstatt. II. 317

(lat. 587)

Persona, Gobelinus. Cosmodromium. Fran kfurt a. M. 1599. W Friedrich IV . H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind und gold (W). P W P falz rund r + v - Linien m it L ilie - Linien.

Heidelberg. E lias Petersheim. II. 318

(Mazz. 2741)

Pantaleon, Heinrich. P rosopograph iae herovm totivs Germ aniae. Basel 1565. « E s t Achillis Pyrm . G-asseri L in d a A ugsburgi 1565. 18 b attziis ». Holzd m it Schliessen. H alblederbd. W eisses Schweinsleder blind. Reihe L ilien St / V asen R / G roteskenR .

Augsburg. Hieronymus Wolf-Meister. II. 319

(ted. 6)

Hund, W iguleus. B ayrisch Stam m en Buch. Jn g o lstad t 1598. Holzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: W P falz oval, v: Ornam ent ov al - Linien m it K n osp en St - Linien.

Heidelberg. Elias Petersheim.

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106

P a la tin isc h e E in b ä n d e . D ru ck e

II. 320

P a l. II. 320 - 325

(ted. 487)

Selneccer, Nicolaus. D er gcmtze P salte r D av id s aussgelegt. Leipzig 1581. B L udw ig V I. H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P r: B L udw ig ... P fa lts D H R. v: W Alle D ing ... (Beschriftung unten) / M edaillonR / R eform atorenR / K ran zR .

Heidelberg. H ans K rück. II. 321

(ted. 1818a - 1819b)

Heyden, Johannes. B iblisch N am en Buch. Fran kfu rt a. M. 1567. H L P 1576 (gold). H olzd m it Schliessen. W eisses Schweinsleder blind. P K artuschenW r: Ludw ig ... Pfalcz. y : E lisab eth / K an d elab erR / R eform atorenR / K ran zR .

A m berg. E lias Petersbeim . II. 322

(lat 560 a - 5 6 1 b )

Cochlaeus (Dobneck), Joannes. H istoriae H u ssitaru m libri duodecim. Mainz 1549. « Achillis P. G asserius L . A ugstburgi. 9 btz em it ... 1561». H olzd m it